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Pastel de Feijão em destaque na rubrica”Mangualde, o nosso património”

                                                    População  mais próxima do Património local 

A campanha «Mangualde, o nosso património!» destaca este mês de junho o Pastel de Feijão. Promovida pela autarquia, esta campanha tem como objetivo aproximar a população do património mangualdense do mais belo que existe no concelhoCom esta campanha todos ficam mais próximos do vasto esplendor patrimonial do concelho. Nesse sentido, continua a ser colocada, nos meios digitais do município, a informação sobre o monumento/património apresentado.

 

PASTEL DE FEIJÃO  

De origem conventual e de receita religiosamente guardada no segredo dos deuses, os pastéis de feijão são confecionados e vendidos no Patronato de Mangualde, desde 1936. Os anos difíceis da década de 1930 levaram Monsenhor Manuel Monteiro a fundar uma casa que acolhesse, durante o dia, os filhos das empregadas, enquanto trabalhavam. A pastelaria do novel Patronato funcionava como fonte financeira para esta causa e outras obras sociais da paróquia de Mangualde.

Foi D. Maria Amélia Ortiz Ribeiro quem introduziu o pastel de feijão no cardápio da instituição. A produção diária é de cerca de 800 pasteis. Mais não se quer, garantindo-se, assim, a autenticidade e qualidade da antiga e tradicional doçaria beirã.

O saber-fazer das pasteleiras do Patronato conferem-lhe singularidade tal que o eleva no panorama do património gastronómico de Portugal, convertendo-se em embaixador de Mangualde nos quatro cantos do mundo.

A par de outras iguarias desta terra, o pastel de feijão do Patronato atrai muita gente àquela instituição, sendo hoje responsável por boa parte do turismo que aqui acontece.

40º 36.365’N; 7º 45.957’0

António Tavares, Gabinete de Gestão e Programação do Património Cultural da CMM

 Foram já vários os bens patrimoniais destacados por esta campanha nos últimos anos. A título de exemplo, já foram destacados os Refrigerantes Condestável de Abrunhosa do Mato, os Bordados de Tibaldinho, a Casa dos Condes de Mangualde, a Fonte de Ricardina, vestígios arqueológicos ao tempo do Império Romano em Pinheiro de Tavares, a Capela de São Domingos de Ançada, a Carvalha, a Capela de Santo António em Mesquitela, a Fundação de Nossa Senhora da Saúde de Cunha Alta, os símbolos maçónicos e o Solar de Santa Eufémia. Mais recentemente, estiveram em destaque o Santuário de Santa Luzia, em Freixiosa; a Casa de Darei, na aldeia de Darei, freguesia de Mangualde, a Igreja Matriz de Várzea de Tavares, a Calçada Romana de Mourilhe; a Igreja de São Pedro de Cunha Alta; e a Capela de São Sebastião, em Santiago de Cassurrães, a Alminha de Tabosa, a Capela de São Domingos de Vila Mendo, o Pontão da Amieira, em Quintela de Azurara, o Depósito da Cruz da Mata, a “Senhora da Graça, ou do Alqueve – Fortaleza de Deus?”, o Portal Quinhentista de Pinheiro de Tavares, as Estelas funerárias de Abrunhosa do Mato e o Chafariz da Cunha Baixa.

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