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Tag Archives: 2017. magazine serrano

Jorge Margarido apresenta novo livro na Guarda

Uma nova obra vai ser apresentada de Jorge Margarido, professor a lecionar em Fornos de Algodres , vai apresentar este trabalho ” Seis vezes Alpha” ao público guardense, no próximo sábado, pelas 16.00 h, na Biblioteca Eduardo Lourenço, na cidade da Guarda.

Pedro Gomes (Esgalhada Team) segundo na Beselga

Terceiro lugar a nível de equipas

Teve lugar, no passado domingo, mais uma edição do Trail Running I Trilhos do Ceireiro, com a turma do Esgalhada Team a alcançar o terceiro lugar no pódio, por equipas. A nível individual Pedro Gomes venceu tranquilamente.

Um bom leque de atletas nesta prova, com a turma fornense a destacar-se bastante.

Aqui fica a classificação:

Trail Longo
André Almeida – 16º geral / 6º escalão.

Trail Curto – 15km
Pedro Gomes – 2º geral / 2º escalão;
João Gomes – 23º geral / 13º escalão;
Marcos Lopes Paulo – 43º geral / 23º escalão;
Rui Freitas – 45º geral / 13º escalão;
Filipe Fernandes – 100º geral / 50º escalão;
Joana Ferreira – 114ª geral / 9ª escalão;
Cristina Santos – 189ª geral / 23ª escalão.

Em suma, uma equipa que com dificuldades trabalha sempre no máximo.

Por:AP/ET

Inaugurado Monumento do Bombeiro e assinatura do Protocolo das EIP´S

A vila de Fornos de Algodres foi palco para acolher a visita de Eduardo Cabrita, Ministro da Administração Interna, que ao fim da tarde, desta sexta-feira, inaugurou juntamente com Manuel Fonseca, Presidente do Município de Fornos de Algodres, Fernando Rodrigues, Presidente da AHBV Fornos de Algodres e José António Pereira, Comandante dos Bombeiros de Fornos de Algodres.

Se salientar a presença de José Artur Neves,Sec.Estado da Proteção Civil, General Morato Nunes, Presidente da ANPC, Jaime Marta Soares, Presidente da Liga dos Bombeiros.

Assim descerraram a placa e caminharam até ao Quartel dos Bombeiros onde teve lugar a Cerimónia de Assinatura dos Protocolos das novas 78 EIPS de todo Portugal.

Seguiram-se as intervenções de Manuel Fonseca, Presidente do Município de Fornos de Algodres, Jaime M.Soares, Presidente da  LBP e Eduardo Cabrita, Ministro da Administração Interna.

Feliz Ano 2018

Desejamos um Bom Ano 2018, a todos anunciantes, assinantes, leitores e amigos.

 

Casa cheia na tertúlia Museu à noite em Pinhel

O Museu à Noite de dezembro, com casa cheia, teve lugar na noite de quinta feira na Casa do Povo, da freguesia de Lameiras e pretendeu lembrar e homenagear as tradições de Natal do nosso concelho, como a Ceia de Natal, a Fogueira, a Missa do Galo, o beijar do menino Jesus ou o Presépio.

Para abordar a temática um convidado: o Reitor do Seminário Maior Interdiocesano de São José, em Braga, Pe. Paulo Figueiró, natural da diocese da Guarda.

A recebê-lo e a dar as boas vindas a todos esteve presente a Vice-Presidente da Câmara Municipal de Pinhel, Daniela Capelo, que sublinhou a importância de manter bem vivas estas tradições de Natal.

No final todos os presentes foram convidados a degustar a “Mesa de Natal”, que contou com a participação das Juntas de Freguesia do concelho que, deste modo, deram a conhecer as suas tradições gastronómicas e o que de melhor se faz em cada uma.

Por:Mun.Pinhel

Fornense Filipa Sousa alcança 3º lugar no concurso de fotografia do INEM

Tiago Pena vencedor é do distrito da Guarda

Neste ano, o INEM, lançou o desafio de um concurso de fotografia, sob o tema “O INEM da minha terra”.

Assim foram reunidas algumas dezenas de fotografias a concurso e a votação foi decorrendo, tendo agora sido conhecidos os resultados:

1º Tiago Pena- BV Figueirenses -1043
2º Luís Pedro Gonçalves 909
3º Filipa Sousa- BV Fornos de Algodres 742
4º Rita Rute Dias 639
5º Jessica Pereira 516

Deste modo, o vencedor é do distrito da Guarda, a foto de Tiago Pena (BV Figueirenses), de Figueira de Castelo Rodrigo, e o destaque para a Foto da fornense, Filipa Sousa (BV Fornos de Algodres) que alcançou um honroso terceiro lugar, numa foto tirada na Rua Dr.Fernando Menano, na vila de Fornos de Algodres.

Esta uma iniciativa do INEM que veio dar alguma motivação os Bombeiros para que esta competição saudável fosse um caso de sucesso.

Por: António Pacheco

Foto:INEM

 

Trancoso acolheu concerto de Natal da Academia

No Natal para além das muitas festividades, os concertos marcam presença e dirigida sob a batuta do Maestro Cláudio Ferreira, a Academia de Música de Trancoso, com a participação dos alunos do Centro de Formação Musical de Mêda, Academia de Música Fundação Rodrigues Silveira de Moimenta da Beira e Escola de Música da ADRC de Aguiar da Beira, interpretaram as mais belas canções de Natal e grandes obras do variado reportório clássico.

Ao longo do serão passaram pelo palco da “Tenda de Natal” pequenos grandes talentos que, com as suas vozes e interpretações brilhantes deslumbraram as centenas de pessoas presentes.

A abrir o espetáculo esteve presente o Orfeão de Mêda, sob a direção de Sérgio Mady, com muito ritmo, beleza e alegria.

Por:MT

Penalva do Castelo já tem Loja do Cidadão

A Câmara Municipal de Penalva do Castelo inaugurou, no dia 15 de dezembro, a Loja de Cidadão (antigo edifício dos Paços do Concelho) na rua 1º de dezembro.

Esteve presente o Sr. Padre José António que procedeu à bênção do edifício e parabenizou todos os presentes pelo espaço criado.

O descerramento da placa alusiva foi realizado pela Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, pela secretária de Estado Adjunta e da Modernização Administrativa, Graça Fonseca, pelo Presidente da Assembleia Municipal, Vítor Fernandes, pelo Presidente da Câmara, Francisco Carvalho e pelo Vice-Presidente, José Laires.

Iniciou-se a visita pelos diversos serviços instalados no edifício como o Espaço Cidadão, Serviço de Finanças, Conservatório do Registo Civil e Predial, Arquivos, e Segurança Social.

Na sala Multiusos discursaram várias entidades que participaram no processo da criação da Loja de Cidadão.

O Presidente da Assembleia Municipal disse ser uma honra e uma felicidade muito grande estar e participar na inauguração da Loja de Cidadão devido a três motivos. O primeiro motivo é a vista. O magnífico equipamento encontra-se num local lindíssimo, este estava a deteriorar-se e a ficar em condições degradantes de conservação, com a sua recuperação passa a ser a vista não só dos penalvenses mas de todos aqueles que visitam Penalva do Castelo. O segundo motivo é de coração. Foi neste edifício que muitos penalvenses trataram do primeiro bilhete de identidade, por conseguinte começaram a sentir-se alguém, senhores deles próprios, pagaram licenças, impostos e por isso sentiram-se senhores de alguma coisa. Voltar a ver estes serviços, que outrora já estiveram neste espaço, é motivo de muita satisfação para todos. O terceiro motivo, o mais importante de todos, a comodidade com que todas as pessoas podem tratar dos assuntos de serviço público que precisam. Antes, eram muito desgastantes as deslocações entre os diversos serviços, que se encontravam em vários edifícios, para tratar dos assuntos. Hoje, com a Loja de Cidadão, pode-se tratar de tudo no mesmo edifício o que é mais cómodo, menos desgastante e menos oneroso. Agradeceu, ao Sr. Presidente da Câmara Municipal e seu executivo, pela iniciativa tomada, por terem colocado a requalificação e reutilização deste espaço como uma das prioridades do concelho. Também agradeceu à Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, ao governo e a todos os serviços que contribuíram para viabilizar este projeto. Sem a colaboração destas entidades não teriam havido as autorizações e os meios necessários para que este projeto acontecesse. Finalmente agradeceu a todas as outras entidades e pessoas, designadamente trabalhadores, engenheiros, arquitetos, que com o seu empenho contribuíram para que este projeto chegasse à sua fase de conclusão e antecipadamente.

O Presidente da Câmara agradeceu a presença das várias entidades presentes e fez um agradecimento especial à Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa pela amizade demonstrada aos Penalvenses através da desburocratização de todo o processo da criação da Loja de Cidadão. Recordou a grande preocupação que tinha no ano 2015, pois havia a possibilidade do encerramento dos serviços das Finanças, Conservatória e da Segurança Social em Penalva do Castelo e a sua consequente deslocalização para concelhos vizinhos. Esta preocupação resultou num desafio crucial para o executivo, resolver o problema de fixar estes serviços. Para a resolução deste problema decidiram abraçar o projeto da Sra. Ministra, a criação da Loja de Cidadão, que era a sua aposta para os concelhos. O Sr. Presidente realçou que foi com muito contentamento que a Câmara Municipal recebeu a notícia que havia a possibilidade da criação da Loja de Cidadão. Inicialmente estava previsto para os Paços do Concelho um museu concelhio mas o executivo reuniu e não hesitou em alterar esta decisão para abraçar este novo projeto. Foram entregues à autarquia as responsabilidades e o destino da loja. A escolha do projeto de arquitetura foi uma dessas responsabilidades. O Presidente manifestou a satisfação que tem por este projeto ter sido executado por um jovem arquiteto natural e residente em Penalva do Castelo, Vasco Poças a quem agradeceu. Referiu que através de um processo de total transparência, a adjudicação da obra foi feita a uma empresa do concelho de Penalva do Castelo, a empresa Matos e Pinto à qual agradeceu e parabenizou os sócios e funcionários pela excelente execução, cumprimento do projeto e antecipação dos prazos. Mencionou, que como já tinha sido dito, era uma ambição de todos os Penalvenses a recuperação dos Paços do Concelho, carregado de simbolismo, pois foi ali que tudo começou. Era a casa do governo, era ali que estavam albergados todos os serviços que hoje existem com a exceção da Segurança Social. Disse que tudo funcionava na época e que agora, com as atuais condições e com a melhor formação dos funcionários, ainda vai funcionar melhor. Espera que seja um serviço de cidadão, com muita proximidade, com muita competência, com respostas mais eficazes e de melhor qualidade. Fez um apelo aos funcionários, que naturalmente são o verdadeiro rosto da loja, para dignificarem o concelho e o município com um atendimento de proximidade com os cidadãos. Pediu à Sra. Ministra para transmitir ao governo que a transferência de responsabilidades para a autarquia ficam em boas mãos e agradeceu-lhe uma vez mais por ter contribuído decisivamente para o desatar do nó a seguir a 2015. Não deixou de referir o apoio da CCDR e do governo que contribuiu com cerca de 50% do custo da obra através do programa Portugal 2020. Citou na sua intervenção a frase do padre António Vieira para exprimir o que aconteceu com este projeto, “Para falar ao vento bastam palavras, para falar ao coração são necessárias obras.”. Terminou a sua intervenção agradecendo a todos.

O encerramento da inauguração coube à Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques. A Ministra manifestou o seu contentamento sempre que abre uma Loja de Cidadão porque esta dá valor acrescentado às pessoas, melhora as suas vidas e permite, como nesta caso, a recuperação de um edifício público que estava num estado degradado. Realçou a importância da recuperação do edifício pela sua beleza, pela sua história, pela sua centralidade e estar localizada num ponto de encontro das pessoas de Penalva do Castelo. A Ministra fez uma breve referência à história da Loja de Cidadão para explicar a sua evolução e o facto de ela ser a iniciativa de modernização administrativa que mais toca na vida das pessoas. Referiu que na Loja há a prestação de um serviço mais moderno e confortável para os cidadãos devido a uma maior colaboração com a administração central. Agradeceu a persistência das várias entidades para chegarem a um acordo, esta permitiu um resultado bem visível, a criação desta Loja de Cidadão. Salientou que existiam todas as condições para a sua criação e para oferecer um serviço de proximidade tais como o equipamento, o saber fazer e as condições de segurança necessárias. Disse que o caminho a seguir entre todos é de colaboração, para dar um serviço mais cómodo ao cidadão num só ponto de contacto, respeitando as competências e autonomia de cada nível de administração. Referiu que a loja é um ponto muito avançado da colaboração entre os serviços públicos da administração central, da colaboração com o setor privado, da colaboração da gestão da loja com os municípios e também na possibilidade de ter serviços municipais que dialogam com os serviços presentes na loja. Disse que não foi fácil chegar até à Loja e por isso deve-se cuidar dela. As últimas palavras foram dirigidas à gestão da loja, aos serviços instalados e aos seus funcionários. Apelou a um bom atendimento, que faz sempre a diferença em qualquer serviço público ou privado, pois a empatia e a qualidade do atendimento técnico é muito importante. Realçou a atenção que deve ser dada às reclamações, porque estas são importantes para identificar lacunas a melhorar nos serviços. A Ministra também enfatizou a ideia de que os serviços na Loja de Cidadão são dinâmicos, o que existe na atualidade daqui a uns anos pode não existir, porque os serviços reorganizam-se de uma maneira diferente ou porque os cidadãos precisam de outros serviços. Disse que uma loja tem essa flexibilidade e portanto a gestão da loja dever ser dinâmica para ir respondendo às necessidades, para ir atendendo às reclamações, às sugestões, tomando nota e registando elogios. Terminou o discurso dizendo que a loja é de todos e pediu para a tratarem, cuidarem e fazerem dela sempre uma Loja moderna.

Por:MPC

AFGuarda- Treinos para o Lopes da Silva em Sub-14

Continua a preparação para uma dos Torneios mais prestigiados,o Lopes da Silva , face a isso a Seleção Distrital sub-14 da AFGuarda, vai a treinos.

Assim realiza-se no dia 8 de Janeiro, no Estádio do Picoto em Vila Franca das Naves pelas 19h, um treino de observação , com os seguintes convocados:

 

 

Avisos e liturgia da Unidade Pastoral de Aguiar da Beira

As festas natalícias são as mais sentidas e intensamente celebradas na Europa e nas sociedades de cultura cristã: as cidades iluminam-se de festa e fantasia, as pessoas trocam felicitações, as famílias reúnem-se à volta da mesa, onde não faltam especialidades típicas da arte culinária… Uma grande exuberância de símbolos e a sua universalização testemunha o enraizamento cultural destas festividades: os presépios, a estrela e os reis magos, a árvore luminosa, figuras de fantasia como o Pai Natal e o seu trenó rebocado por renas… Mas, principalmente, a imagem de um Menino recém-nascido. Grandes valores humanos estão associados a este entranhável universo simbólico: a paz, a fraternidade, a bondade, a gratuidade nas relações humanas, na família e nas crianças…  
Mas o Natal e a sua celebração também se degrada: consumismo desenfreado; frenesim das festas de passagem de ano; a ausência de verdadeira fraternidade; a transformação das “férias de Natal” que se transformam em “férias de Inverno” que dispersam. Na base da degeneração não podemos deixar de referir a perda da identidade cristã.24-12-2017

Os cristãos conscientes devem estar particularmente atentos à preservação da identidade destas celebrações. Mas só o farão se fizerem da festa expressão e alimento da fé. No centro das suas celebrações, dando sentido aos seus símbolos e inspirando costumes e tradições, não pode faltar a Palavra de Deus e a Liturgia sacramental da Igreja. Nos séculos III e IV, os cristãos afirmaram e robusteceram a sua fé, opondo-se ao fascínio das celebrações pagãs do solstício, com a celebração do Natal de Cristo, o Verdadeiro Sol da Justiça, a Luz que brilha nas trevas sem se deixar ofuscar. Hoje, assiste-se à “paganização” (e não só à “secularização”) da celebração cristã, diluída nos seus conteúdos, esquecida da sua identidade.
Algumas sugestões para este tempo:
– O Natal que celebramos é o de Jesus Cristo: não se trata de uma vaga festa de bons sentimentos (que sempre, aliás, deveríamos ter). E o Natal de Cristo não depende de nós (o equívoco de “quando o homem quiser…”): nós é que dependemos dele.

– O Natal celebra-se em Igreja. A melhor forma de o fazer é pela participação na Eucaristia: seja na “Missa do galo”, à meia-noite, seja noutra.
– A melhor forma de participar na Eucaristia é a Comunhão: o altar da Igreja é a “manjedoura” onde reconhecemos o Senhor que nos foi dado e onde Ele se nos oferece como alimento de vida.
– Nas nossas casas o melhor símbolo do Natal continua a ser o Presépio, com o Menino: desde o século IV que os cristãos fazem com o Presépio uma profissão de fé no mistério da Incarnação. À volta do presépio é bom que se reúna a família para algum momento de oração.
– Embora de uso mais recente, a árvore de Natal (isolada ou associada ao presépio) pode ter leitura cristã: recorda-nos a árvore do Paraíso que o novo Adão nos reabriu, a árvore de Jessé cujo melhor fruto é o próprio Cristo, a árvore gloriosa de Cruz em que o Senhor Jesus nos redimiu. A sua luz evoca Aquele que é a “Luz do Mundo”. Mas para ser um verdadeiro “símbolo” de vida que se renova (folha caduca) ou de vida imortal (folha perene) que une a terra (raízes) ao céu (copa com a estrela…), não lhe basta “parecer” uma árvore (plástico…): deve sê-lo. E sem atentar contra a propriedade alheia ou contra a ecologia.
– Não se troque a Ceia de consoada ou outra refeição que reúna a família por nenhuma diversão ou proposta turística, por sedutoras que estas se apresentem. Procure fazer-se destes encontros, ainda que difíceis e tumultuosos, um lugar privilegiado da memória familiar ao qual não falte a referência da fé.
– As “prendas” do Natal têm sentido se forem expressão de alegria. Bom seria que não fizessem esquecer às crianças e aos adultos que todos os dons verdadeiros têm uma origem divina (que pena termos substituído o Menino Jesus pelo Pai Natal no “papel” de distribuidor das prendas às crianças!) e, sobretudo, que a prenda principal que recebemos é o próprio Cristo, o “Menino que nos foi dado”. É boa ideia, por isso, associar as prendas ao “presépio”.

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