Templates by BIGtheme NET
Home » Tag Archives: balanço

Tag Archives: balanço

GNR- Balanço do mês de setembro

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de operações, em todo o território nacional, no mês de setembro, que visaram a prevenção e combate à criminalidade violenta, fiscalização rodoviária, entre outras, registando-se os seguintes dados operacionais:

  1. Detenções: 1 647 detidos em flagrante delito, destacando-se:
  • 648 por condução sob o efeito do álcool;
  • 305 por condução sem habilitação legal;
  • 224 por tráfico de estupefacientes;
  • 54 por posse ilegal de arma ou posse proibida;
  • 48 por furto;
  • 24 por violência doméstica;
  • Dez por posse e venda de espécies protegidas;
  • Seis por roubo;
  • Três por incêndio florestal;
  • Dez por ofensas à integridade física;
  • Seis por falsificação de documentos/moeda;
  • Um por homicídio.

 

  1. Apreensões:
  • 11 730 doses de heroína;
  • 8 909 doses de haxixe;
  • 2 120 doses de anfetaminas;
  • 1 546 doses de liamba;
  • 1 539 doses de cocaína;
  • 123 doses de óleo de cannabis;
  • 5,2 quilos de folhas de cannabis;
  • 1 114 sementes de cannabis;
  • 734 plantas de cannabis;
  • 108 comprimidos MDMA;
  • 47 pastilhas LSD;
  • 65 armas de fogo;
  • 53 armas brancas;
  • 742 munições de diversos calibres;
  • 60 veículos;
  • 1 428 artigos contrafeitos;
  • 20 quilos de tabaco contrafeito;
  • 2 915 quilos de pescado;
  • 5 778 quilos de bivalves;
  • 22 331 euros em numerário.

 

  1. Trânsito: 39838 infrações detetadas, destacando-se:
  • 3 966 excessos de velocidade;
  • 1 966 por falta de inspeção periódica obrigatória;
  • 1 561 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;
  • 1 549 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei;
  • 1 529 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
  • 1 524 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
  • 1 185 relacionadas com tacógrafos;
  • 808 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

GNR-Atividade operacional do fim de semana

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de operações, em todo o território nacional, no fim de semana de 22 e 23 de setembro, que visaram a prevenção e combate à criminalidade violenta, fiscalização rodoviária, entre outras, registando-se os seguintes dados operacionais:

  1. Detenções: 159 detidos em flagrante delito, destacando-se:
  • 71 por condução sob o efeito do álcool;
  • 46 por tráfico de estupefacientes;
  • 13 por condução sem habilitação legal;
  • Quatro por posse de arma proibida;
  • Um por furto;
  • Um por incêndio florestal;

 

  1. Apreensões:
  • 1 209 doses de haxixe;
  • 730 doses de MDMA;
  • 511 doses de cocaína;
  • 460 doses de anfetaminas;
  • 47 pastilhas LSD;
  • Quatro plantas de cannabis;
  • Três armas brancas;
  • Uma arma de fogo;
  • Uma viatura;
  • 5 710 euros em numerário.

 

  1. Trânsito:

Fiscalização: 1 742 infrações detetadas, destacando-se:

  • 1 213 excessos de velocidade;
  • 160 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei;
  • 105 por falta de inspeção periódica obrigatória;
  • 81 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;
  • 69 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
  • 61 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
  • 40 por falta de seguro de responsabilidade civil;
  • 31 relacionadas com tacógrafos.

GNR em trabalho no fim de semana

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de operações, em todo o território nacional, entre as 20h00 de sábado e as 08h00 de hoje, domingo, que visaram a prevenção e combate à criminalidade violenta, fiscalização rodoviária, entre outras, registando-se os seguintes dados operacionais:

 

  1. Detenções: 46 detidos em flagrante delito, destacando-se:
  • 33 por condução sob o efeito do álcool;
  • Quatro por condução sem habilitação legal;
  • Três por tráfico de estupefacientes;
  • Um por posse de arma proibida.

 

  1. Apreensões:
  • 63 doses de haxixe;
  • 12 doses de heroína;
  • 3 doses de cocaína;
  • 4,9 gramas de liamba;
  • Uma arma branca;
  • Um bastão.

 

  1. Trânsito:

Fiscalização: 468 infrações detetadas, destacando-se:

  • 112 por excesso de velocidade;
  • 63 por condução com Taxa de Álcool no Sangue superior ao permitido por lei;
  • 28 por falta de inspeção periódica obrigatória;
  • 21 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
  • 21 por infrações relacionadas com tacógrafos;
  • 19 por fata ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
  • 10 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

 

Sinistralidade: 89 acidentes registados, destacando-se:

  • Um morto;
  • 32 feridos leves.

 

Conversa com o Provedor da ISCMFA, Luís Miguel Ginja

Peregrinação das Misericórdias  2 outubro (89) Que balanço das comemorações dos 350 anos nos pode fazer?

Foi o culminar de um ano que marcou esta instituição, neste dia 15 de outubro, que completou três séculos e meio é importantíssimo, a vinda do senhor Bispo D.Ilídio, a presidir as cerimónias e a visita que efetuou a todos os utentes desta instituição, onde fez questão de os cumprimentar, ter uma igreja da Misericórdia cheia de pessoas e de irmãos, só demonstra que estamos cá e que os fornenses acreditam na instituição.

Tenho de salientar a disponibilidade do nosso Bispo em vir a Fornos nesse dia, que deixou aqui uma mensagem “os colaboradores da instituição são a vida e a saúde desta casa”, esta frase marcou-me, pela sua simplicidade, aliás foi recebido sem grandes formalismos, e a sua visita engrandeceu o dia, para além de a ter escrito no livro de honra mas também a presença de seis padres que também marcaram presença, sendo alguns deles de comunidades vizinhas, com alguma ligação a esta instituição.

Uma cerimónia grandiosa, que valorizou Fornos de Algodres, as palavras que o senhor Bispo nos trouxe, foram palavras de esperança em prol da instituição, com a particularidade de termos um cuidado especial e cada vez mais com os nossos utentes.

Foi um ano importante, tivemos o privilégio de uma pintora fornense ter colocado na tela a imagem da Igreja da Misericórdia, que fica aqui nesta unidade para todos poderem admirar esta obra.

É importante salientar a grande adesão dos irmãos nesse dia e todas as iniciativas que decorreram ao longo deste ano festivo, a vinda do nosso bispo representou a forte ligação entre a Santa Casa e a Igreja.

D.Ilídio referiu nesse dia que era Bispo de Fornos revela carinho por esta localidade?

Sim, é do conhecimento público, que este estudou aqui em Fornos, no Seminário, tem fortes ligações a esta comunidade e sem dúvida que neste dia também ficou satisfeito, pela forma como a cerimónia tinha sido preparada e pela eucaristia que foi o ponto alto, deixando aqui também uma palavra de apreço para o todo grupo coral que anualmente vai animando as nossas eucaristias vespertinas e nesse dia, estavam muito bem preparados IMG_1176a nível de cânticos, o que para nós, Santa Casa, nos regozija.

Também não posso de deixar de referir a mensagem que D.Nuno Almeida, nos enviou a dar os parabéns e a deixar palavras de carinho a todos.

Esta instituição só é assim, porque temos colaboradores fantásticos, prestam um grande serviço e embora sendo uma equipa nova a nível de idades, mas muito competentes, aliás quando cheguei tive algum receio, mas dois anos depois a equipa mantém-se e demonstra o carinho e grande trabalho pelos nossos utentes.

A Peregrinação das Misericórdias em Viseu foi um dia especial?

Sim, foi um desafio do nosso Bispo D.Ilídio, dado que antigamente, as Misericórdias ficavam acomodadas, devido à permanência dos Provedores muitos anos nos cargos.

Coisa que não acontece agora nas Misericórdias desta região, casos de Fornos, Penalva, Santar e Mangualde que recentemente alteraram os seus provedores e sobretudo pessoas mais jovens com outras dinâmicas.

Este desafio de IMG_1402D.Ilídio e do Cónego Miguel Abreu foi bastante proveitoso, porque estiveram presentes 10 das 14 Misericórdias, conseguimos levar muitos Irmãos a Viseu, onde toda a cerimónia foi muito bonita, o desfile entre o Centro Pastoral e a Sé de Viseu, e a Eucaristia celebrada por D.Ilídio, engrandeceu as Misericórdias, dado que tem agora mais visibilidade e refiro especificamente que as coisas têm de mudar.

Sou apologista do limite de mandatos, em tom de brincadeira, refiro que o arciprestado da Beira Alta é o melhor da diocese, e na verdade os outros colegas também partilham desta opinião, porque existe uma amizade entre todos, aliás prova disso, que D. Ilídio lançou o desafio de todos os anos ser feito o Dia das Misericórdias, com o local a ser rotativo.

Também falamos frequentemente, entre todos, sobre os assuntos que são comuns entre Misericórdias e ajudamo-nos uns aos outros, temos novas ideias e queremos mostrar trabalho.

A segunda edição da Feira da Saúde teve muito impacto?

Sim. Nasceu o ano passado, da ideia de três técnicas desta instituição, Drª Patrícia, Drª Rita e Enfª Rita, que são muito competentes e uma grande ambição.

Este ano, com a ambição de envolver toda a comunidade fornense, estiveram mais de meio milhar de pessoas, numa população tão restrita como é a de Fornos de Algodres, ter 10% a frequentar a feira da saúde, é muito bom, onde foram proporcionadas palestras dos mais diversos temas.

As pessoas aderiram mais aos rastreios que proporcionamos das mais diversas índoles, desde a psicologia, terapia da fala, nutrição, enfermagem.

Tivemos uma grande envolvência da parte do Agrupamento de Escolas, e da grande parte das associações de Fornos de Algodres, aliás todas as IPSS estão a trabalhar todas unidas em prol do desenvolvimento e o melhor para Fornos, de realçar o papel do Instituto do Sangue nesta feira.

Foi a primeira vez que tivemos um alto representante da União das Misericórdias Portuguesas, Dr. Paulo Moreira, e o Presidente do Secretariado, Dr. Anselmo Antunes presentes na abertura desta feira.

Agora todos os técnicos estão de parabéns pelo trabalho desenvolvido, e este ano a passagem a dois dias foi importante na medida, o primeiro dia voltado para a população geral e o segundo para as instituições e para o Agrupamento de Escolas, funcionou bem e fica colocado um desafio, para o ano queremos muito mais.

Para o ano talvez abrir o leque a outras instituições para mostrarem também os seus serviços, isto é, cada uma ter uma barraquinha de divulgação dos seus serviços.

Que balanço faz destes dois anos a liderar a ISCMFA?

Nós quando nos propusemos a iniciar este trabalho, tínhamos um objetivo sério e bem definido, que era devolver a instituição Santa Casa a Fornos de Algodres, objetivo esse que está conseguido e está aos olhos de todos, nestes dois anos as pessoas tiveram uma visibilidade do trabalho desenvolvido, dado que a taxa de ocupação era de 20% de pessoas desta localidade, é hoje muito maior, cerca de 50%.

Quase duplicámos o número de irmãos nesta instituição, dado que era uma instituição fechada e hoje está aberta a todos.

Agora pretendemos aumentar as instalações quer na parte da unidade e na parte do Lar residencial, podemos ainda proporcionar melhores condições à população fornense.

Era importante mudar um pouco o rumo da instituição, hoje fala-se da instituição por bons motivos, ao contrário de antes de chegarmos, agora foram dois anos muitos exaustivos, aliás costumo dizer em jeito de brincadeira que se hoje fosse embora já ia satisfeito pelo grande trabalho que realizámos.

Quando cheguei muitas coisas não estavam bem, e estamos a tentar resolver, agora neste momento, muita coisa melhorou, os fornecedores e os funcionários passaram a receber a tempo e horas, há mais regularidade, também agora as compras são realizadas em Fornos de Algodres, apenas com a excepção de produtos de enfermagem e farmacêuticos, que tem obrigatoriamente de fora.

Também conseguimos através a da ARE Centro de ter 4 quartos particulares porque temos espaço, agora a ocupação é de 100%, na unidade não é fácil ter vagas, porque temos sempre gente em espera na plataforma, no lar está sempre cheio, apesar de existir alguns falecimentos, como é natural nestas casas.

Neste momento temos uma parceria com a AD Fornos de Algodres, onde os ajudamos com as refeições aos atletas e em troca proporcionam aqui aos nossos idosos momentos importantes e que os torna muito mais felizes, agora são coisas novas que os utentes gostam.

O ano de 2017 vai ser importante para a instituição?

Vai ser trabalhar no programa 2020, este novo quadro vai ser importante desde que abra, porque ainda não há previsões da data certa, agora o nosso projeto ronda o meio milhão de euros, com o fundo a pagar 85% e nós 15%, as obras têm de se enquadrar no edifício porque a ampliação remete-se a 6/7 quartos, agora tem de ser bem financiada, porque a Santa Casa não tem disponibilidade financeira para isso.

IMG_1409A Igreja da Misericórdia também está contemplada neste projeto, onde está previsto a recuperação dos dois altares e logo que abra o fundo, é um projeto praticamente aprovado, agora tem sido feito o trabalho normal de manutenção, desde o pintar as portas, as mesas no exterior, a beleza do interior sempre bem ornamentada pela boa vontade das senhoras que semanalmente vão fazendo esse trabalho, também o andor do Sr. dos Passos está montado na Igreja e vamos colocar em volta uma peça de acrílico para o poder preservar mais.

São também muitos os visitantes que passam pela Igreja, agora a ligação com os nossos párocos é muito boa, porque a Igreja é de todos os fornenses.

Uma palavra a todos os Irmãos fornenses e comunidade em geral?

Os fornenses podem contar com a Santa Casa, esta instituição é de todos os fornenses, todos podem vir e participar, somos a entidade coordenadora da CLDS 3G Servir Fornos, com a Câmara Municipal a ser a entidade promotora, onde a equipa é muito unida e tem feito um grande trabalho com o objetivo de fazer mais e melhor pelos fornenses, e a Santa Casa neste momento, não está só direcionada para os idosos, dado que temos um gabinete que proporciona à procura de emprego e uma data de valências, agora as pessoas têm de nos procurar, tentamos dar a divulgação que achamos melhor.

A população pode contar connosco e que nos procurem.

Reportagem de António Pacheco

 

Balanço de três anos de mandato do autarca Dr. Manuel Fonseca

IMG_4469Que balanço faz destes 3 anos de mandato no Município de Fornos de Algodres?

Um balanço positivo, face a inúmeras dificuldades que estávamos à espera, mas também outras dificuldades que nos surgiram depois sem esperarmos, mas que tendo em conta os meios disponíveis, foi possível fazer algumas coisas em Fornos de Algodres.

Havia uma questão primordial que esperemos que até ao final deste ano fique resolvida, a situação financeira que nos ocupou muito tempo, mas era primordial resolver, mas foi um ano extremamente difícil, porque este dossier como estava delineado, o plano de reequilíbrio financeiro não permitia fazer à Câmara investimentos ou qualquer despesa que não fossem aquelas obrigatórias.

Este é um dossier que tendo em conta as informações que recentemente recebi, vai ser assinado um novo FAM, que vai permitir pagar a dívida em 35 anos e com prestações mais suaves, de modo que a Câmara possa libertar fundos para fazer outro tipo de investimento.

Agora muitas outras coisas foram feitas, a nível de eventos, renovámos a Feira do Queijo, visitada por milhares de pessoas que desenvolvem a economia local.

A nível das freguesias, fez-se muito trabalho, fizemos acordos de cooperação, no sentido de delimitar competências e serem dotadas financeiramente, coisa que nunca tinha sido feito, vários trabalhos foram feitos aproveitando o novo quadro comunitário, dado que só agora esse quadro começa a permitir que as candidaturas avancem e vamos ter várias candidaturas. Na Educação, queremos trabalhar na Escola do 1ºCiclo de Figueiró da Granja, que ainda naquela zona tem muitos alunos, se essa escola for reabilitada, em vez de se deslocarem para Fornos, permanecem em Figueiró da Granja, a candidatura está feita, o projeto está feito e no próximo ano, teremos condições de lançar o concurso.

Relativamente às fossas, outro assunto muito importante, a nível de ambiente, devemos investir nessa área, todas as fossas existentes estão em fracas condições, sendo um problema ambiental para essas freguesias, temos um programa neste momento que nos vai permitir reabilitar este ano algumas delas e no próximo ano as restantes em situações mais difíceis. Existe também um programa em relação ao insucesso escolar, uma parceria com a Escola de Fornos, no sentido de combater o abandono e insucesso escolar, que é preocupante no concelho, projeto lançado por nós e através da CIM-Beiras Serra da Estrela e com parceria das escolas.

Outros projetos estão a ser lançados a nível da energia e dado que temos uma fatura elevada, temos um projeto e quem acusa a Câmara de não ter feito nada, relembro que quando chegámos à Câmara, não havia luz nas ruas durante a madrugada, nós conseguimos, reduzindo custos, mas agora as luminárias estão ligadas durante a noite.

Muitas coisas se têm feito e quando a oposição nos acusa de despesismo do pessoal, não IMG_6290sei que tipo de contabilização têm feito, agora a pergunta que eu faço, havendo a possibilidade de criar aqui através das medidas de emprego a possibilidade dessas pessoas puderem ter uma ocupação, se a Câmara tem essa função, e fá-la também porque tem necessidades em várias áreas: na Educação, e dos próprios serviços, essas pessoas são necessárias.Se calhar essas pessoas infelizmente não têm outro tipo de ocupação, será que não queriam que a Câmara as apoiasse?

Mas eu enquanto estiver na Câmara vou apoiar essas pessoas, e outras medidas de emprego em 2017 vão ser criadas, porque precisamos das pessoas cá, entendemos que há falta de emprego para essas pessoas que não têm qualquer ocupação nem qualquer rendimento, esta é uma medida em termos sociais, e nisto estou à vontade, e quando o PSD nos critica relativamente a isso , há aqui  falta de solidariedade social para com estas pessoas que infelizmente vivem em Fornos,  e que muitas delas  não têm forma de  cumprir as suas necessidades básicas.

Em relação ao empreendedorismo, foi lançado por nós e neste momento, já tem frutos, existem projetos a andar, casos da Queijaria na Matança, do vosso Magazine Serrano, agora relativamente a quem nos criticou que não criava postos de trabalho, esses postos vão ser criados, existe atividade desenvolvida à volta deste projeto e estou muito contente com o trabalho que foi desenvolvido nessa área.

Muitas outras coisas vão sendo feitas, foi recentemente elaborada uma candidatura que foi feita juntamente com as Câmaras de Gouveia, Mangualde e Nelas, no sentido de existir um investimento para trabalhar o Azeite que é outro dos produtos importantes desta região, a par do queijo da serra e deve ser valorizado.

Em que ponto de situação está o tema dos terrenos junto ao Hotel?

Agora há coisas que não posso deixar de perguntar a quem tanto me acusa, sobre a ação do Hotel na Serra da Esgalhada, houve uma unanimidade na Assembleia Municipal no sentido de serem resgatados os terrenos para a posse da Câmara, agora quanto a isso, vou até ao fim, lutarei sempre, podem criticar, haver ameaças, o que quiserem, agora os fornenses não podem ficar sem aquilo que é deles. Vai haver já em dezembro um julgamento em tribunal para ver como se vai resolver toda essa questão, e lutar pelo nosso objetivo, naturalmente qualquer empresário pode trabalhar em Fornos, agora o erário público não pode sair prejudicado.

Neste caso, o que ficou assente em relação aos terrenos e a comparticipação da Câmara naquela época, creio que nenhum fornense concorda com o que naquela época foi feito, assim todos os campos de futebol e toda a Mata Municipal tem de pertencer novamente à Câmara.

Agora não abdicamos de nada e vamos lutar, o hotel que fique, mas relativamente ao resto tem de haver uma reversão à Câmara Municipal.

Estamos a fazer várias coisas, agora numa Câmara como esta, num plano de reequilíbrio financeiro, num orçamento de 5 milhões e 800 mil euros, tinha de pagar perto de 2 milhões e 500 mil euros só para encargos da dívida, naturalmente não tem muito mais dinheiro para fazer algumas coisas que nós gostaríamos de fazer, agora naturalmente sabíamos da existência dessa dívida, mas não sabíamos da existência das outras pseudo-dívidas que se encontram em tribunal, relativamente a essas e nunca nos foi dito que se devia cerca de 2milhões e 500 mil euros a empresários sendo alguns de Fornos, fomos confrontados com esses processos em tribunal quando chegámos à Câmara, em política acho que não vale tudo.

Compreendo os empresários, agora com este novo Fundo de Apoio Municipal, a ideia é incluir essas dívidas que estão agora em tribunal, para que quando houver decisão do tribunal, possamos pagar, caso a decisão seja essa, foram dívidas que ninguém sabia da sua existência.

Agora neste momento orgulho-me de que neste momento, não há nenhuma obra que não seja feita com toda a transparência, todas são cabimentadas e comprometidas, agora poderiam dizer que se podiam fazer mais obras, mas aqui só se faz mediante o dinheiro que temos.

O que foi feito a este concelho nos últimos anos relativamente à hipoteca é muito grave, nós todos os fornenses vamos ter de pagar, porque mediante o anuário financeiro, nenhuma Câmara do País tem um rácio de dívida tão elevado e não fomos nós que a fizemos, agora a nossa promessa é de não aumentar a dívida, e estamos a cumprir, vamos é diminuir a dívida, todos os meses pagamos religiosamente os encargos, e não vai haver nenhum aumento da dívida, em relação a quando entrámos.

A nível de pagamentos a fornecedores os prazos têm sido mais reduzidos?

Somos das Câmaras do distrito que mais rápido paga, em comparação a outras da região, é importante para os empresários que vivem aqui, receberem a tempo e horas, é incompreensível que empresas estejam seis, sete meses à espera de receber dinheiro das Câmaras, economicamente poderia pôr em dificuldades essas mesmas empresas, da nossa parte só se faz se houver dinheiro, se não houver não se faz, é a minha política relativamente a isso.

Estão previstas algumas obras?

Assim no final do ano vamos lançar uma série de obras porque temos dinheiro para as fazer, estamos a requalificar as piscinas municipais, com um orçamento de perto de 30 mil euros, tiveram de ser remodeladas, chovia lá dentro, é um edifício antigo e estamos a intervir, requalificar a zona sul (passeios que nem acabados estão), intervir na circular da entrada para a A25, porque os moradores têm de ir à rotunda para entrar para casa, está já preparado para que sejam feitas aberturas e criar esses acessos.

Estamos a limpar a ribeira da Muxagata, que estava cheia de infestantes (ervas), proporcionar que esta ribeira seja um lugar agradável e interessante e até se possam vir a realizar provas desportivas, vai ficar concluída até ao final deste ano.

Vamos requalificar os arruamentos no Bairro do Ténis, era uma coisa muito reclamada, porque os moradores que ali investiram e ali vivem, no inverno era um problema para entrar em casa, com a lama, onde o muro de suporte está a cair e vai ser remodelado e não podemos adiar como foi feito anteriormente que a culpa era do empreiteiro, há ali uma situação de risco relativamente às pessoas que investiram ali e tinham expetativas relativamente ao empresário que fez as obras, e à Câmara para resolver algumas questões, que não foram resolvidas.

As pessoas que compraram apartamento na parte de cima ou na parte de baixo para entrar em casa a pé ou de carro no inverno está intransitável. Fazemos tendo em conta o dinheiro que temos.

Vamos intervir este ano, junto à Escola Básica e Secundária, em alguns passeios que muitos deles não estão concluídos. No início do próximo ano, junto à Escola do 1ºCiclo, temos de melhorar algumas coisas no que toca à mobilidade, quando os pais levam os filhos à escola.

Relativamente à Zona Industrial de Juncais e Fornos Gare, a Câmara tem sido alvo de críticas, o que tem a dizer sobre isso?

Na Zona Industrial de Juncais, existe um projeto elaborado, para avançar,  existiu anteriormente um projeto para o loteamento desse espaço, não há dinheiro para o suportar.

Em termos do novo quadro comunitário de apoio neste campo, a Região Centro tem 30 milhões de euros para 100 municípios, e sabendo nós que a CIM- Beiras e Serra da Estrela tem cerca de 40% de capacidade, em termos de áreas industriais que neste momento não está ocupada, há outras áreas em que esses 30 milhões vão ser localizados.

Agora aquilo que a CCDRC nos disse foi que é muito difícil que surja algum financiamento para esse tipo de projeto. Agora vamos lotear de um lado e do outro junto à estrada de modo que as infraestruturas que sejam feitas, que tenham o menor custo possível.

Quando houver empresas para esses lotes depois é mais fácil a nível financeiro lotear as restantes, é o que vamos fazer, o projeto está quase concluído, e no próximo ano vai haver já valores inscritos em orçamento para essa obra.

Em relação à Estação, ouvi a crítica feita na última Assembleia Municipal, uma parte é da nossa responsabilidade, agora a outra parte é da responsabilidade dos proprietários das habitações que se encontram degradadas, onde aí a Câmara não pode intervir, ou melhor apenas os pode notificar através da Proteção Civil para reabilitar essas habitações. Aliás dentro da vila temos um exemplo, que conseguimos resolver depois de muitas lutas, na Rua Fresca, vamos proceder à demolição da casa, mas os custos são elevados e não sabemos quando vamos receber esse valor dos proprietários, agora esse é um estado de emergência, visto que ninguém lá conseguia passar e coloca em perigo as pessoas e bens, visto que está em condições miseráveis, mas vamos intervir.

Agora nós não temos dinheiro, nem Câmara nenhuma tem para poder fazer face a essas habitações degradadas, relativamente à Estação, há uma situação que é da nossa responsabilidade, em que nós vamos intervir, relativamente à tal fonte que existe lá que tem de ser recuperada e não é um investimento muito grande e tentar melhorar algo junto à ligação com a EN 16, agora quanto ao resto, a Câmara não tem capacidade para isso, eu gostava que todas as casas fossem habitadas na Estação, mas terão de ser os privados a cuidar das suas casas.

Nesta Estação, tem o Intercidades que  pára cá em Fornos e não noutras limítrofes e já movimenta muitas pessoas e eu que o utilizo frequentemente dou-me conta disso, vejo o número elevado de passageiros que entram ali, é um ponto positivo para a Estação, agora os privados também têm de olhar com brio para as suas habitações e tentar recuperá-las.

Segundo o Governo, o Tribunal reabre já a 4 de janeiro?

Está tudo pronto, neste momento vamos assinar um protocolo com o Ministério da Justiça no sentido da Câmara ajudar à remodelação desse espaço, e reabrir em janeiro, dado que esteve abandonado este tempo todo, agora o PSD tem desvalorizado a questão do Tribunal dizendo que não vai funcionar em pleno, mas relativamente a isso, reabre, claro que não há comarca nem juiz residente, mas isso já não havia anteriormente, mas todos os julgamentos exceto processos-crime serão feitos em Fornos de Algodres.

Vai reabrir com estas valências e faz com que as pessoas não se desloquem a Gouveia, esta foi uma conquista de todos os fornenses, sei agora quem esteve na luta no 1ºdia, e esteve muita gente fornense e pessoas com responsabilidade, agora sei quem também não se envolveu, pessoas com responsabilidade dos órgãos autárquicos que não os vi lá, porque davam isto, um caso perdido, agora eu acreditei sempre que era possível, mesmo com o anterior Governo nunca fechei este dossier, sempre reivindiquei que o Tribunal teria de ser aberto.

Mas achei estranhíssimo como era possível fechar um Tribunal com um edifício novo, e além disso com duas residências dos magistrados, mas a anterior Ministra da Justiça nunca olhou para o caso, aliás mesmo com a persistência nunca nos recebeu, em boa hora através da persistência dos fornenses e da Câmara e com outra visão deste novo Governo relativamente ao Interior, vai fazer com que o tribunal seja reaberto.

Será que este Governo do PS tem visto o Interior do País de outra forma?

Eu acho que sim, e mal de qualquer Governo que não olhe, neste momento não é só Fornos que tem dificuldades, há outros concelhos que também têm dificuldades. Ou há aqui medidas de discriminação positiva para o Interior do País ou então corremos o risco destes concelhos ficarem despovoados.

Penso que este Governo e com este novo Orçamento de Estado está a criar algumas medidas até em termos fiscais de discriminação do próprio Interior do País, mas é necessário que Lisboa também olhe de forma diferente para o Interior do País.

Será a Unidade Missão benéfica para esta região?

Esta Unidade de Missão criada está a dar frutos, o Governo está a olhar de forma diferente para o Interior, pois estamos tão perto de Espanha e é importante investir nesta região, não só Fornos mas todos outros concelhos, possam criar empregos.

Apesar de ser do Partido Socialista, também já o disse que em alguns ministérios deviam ser mais descentralizados, agora realça-se o trabalho efetuado pelo Secretário de Estado da Administração Local, que tem feito um trabalho excecional, na questão de ajudar ao desenvolvimento desta região Interior, porque há exceção de dois outros polos mais desenvolvidos todos os outros estão em dificuldades e claro nós mais devido à divida existente, agora ao PSD interessa-lhe que não se fale, mas vou continuar a falar nela, porque não fui eu que a fiz, é inconcebível que um concelho como o nosso tenha chegado a um rácio de dívida com temos neste momento.

Os diversos eventos culturais têm sido benéficos para a economia local?

Existem vários eventos culturais e desportivos que foram feitos, como o Fornos de Algodres Youth Cup, veja quantas pessoas traz a Fornos, nesse fim de semana todos os restaurantes estiveram cheios, agora não podemos ser só acusados de fazer eventos culturais e desportivos e não fazer obras, mas temos de os fazer porque estamos a comemorar datas importantes, como as Festas da Nossa Senhora da Graça e do Padroeiro S.Miguel e Feriado Municipal.

O Feriado Municipal nunca foi comemorado assim com tanta preponderância, também fizemos as Festas da Nossa Senhora da Graça com os meios que tínhamos, agora não nos podemos comparar com outras Câmaras que apresentam outros cartazes mais grandiosos, e não estou preocupado de quem vai criticando, agora preocupo-me é com as pessoas que resistem em trabalhar e gostam de viver em Fornos, e tentam manter os seus postos de trabalho, de resto, não vi ainda por parte da oposição qualquer proposta, na Assembleia Municipal, para dar a volta ao concelho.

Quero realçar o papel que os dois vereadores do PSD têm tido, aliás tive o cuidado de lhes dizer antes da elaboração do orçamento, que fizessem algumas propostas para melhorar o orçamento, e claro muitas delas estão a ser acolhidas no sentido de podermos trabalhar.

Agora em relação à Assembleia Municipal, não tenho visto qualquer tipo de proposta nesse sentido, agora é fácil dizer que deviam ser criados mais postos de trabalho, mas a Câmara não pode colocar mais ninguém, como no antigamente, mas não é possível, temos um dos quadros de pessoal mais baixos e até temos áreas que necessitamos algumas pessoas, mas face aos tais condicionalismos financeiros, tal não é possível.

“Terras Serranas” reclamam cerca de um milhão de euros por indemnizações

Agora falam que os pseudocandidatos vão prometendo postos de trabalho, mas creio que deviam ter respeito por essas pessoas que lutam no dia-a-dia para ter o seu posto de trabalho, aliás deve-se falar verdade às pessoas e nós temos sido muito transparentes, agora não abdico no caso da Serra da Esgalhada, vou até ao fim, no sentido da situação ser resolvida.

Agora recentemente, o administrador da empresa “Terras Serranas” vem a exigir 1 milhão de euros de indemnizações compensatórias, que foi aprovado presumivelmente, numa assembleia geral em 2012. Agora confrontei os vereadores do PSD se sabiam de algo, agora depois do que a Câmara fez para ter um hotel em Fornos, ainda vem o Administrador do hotel pedir esta indemnização à Camara, agora isto é que os fornenses têm de saber, estamos a averiguar se nessa assembleia esteve alguém em representação da Câmara, estamos a falar de coisas sérias, de muito dinheiro, mas uma coisa é certo, a Câmara não vai pagar, aliás alguém tem de ser responsável por isto.

 Que palavra deixa aos fornenses depois destes 3 anos de mandato?

Os Fornenses esperam de mim o rigor naquilo que se faz, na Câmara, rigor de ver, como se pode apoiar, os munícipes, os agricultores, os empresários, algumas obras vão ser feitas, apesar de o dinheiro não ser muito, fala-se que o anterior executivo deixou muitos edifícios públicos, mas ficam muito caros, como exemplo o edifício da Câmara, temos um problema a nível da eficiência energética, temos um custo elevado na eletricidade que se consome no inverno, já referi as piscinas, o Centro Cultural Dr. António Menano é inconcebível que não tenha aquecimento nem refrigeração, tem de ser feito investimento na colocação de ar condicionado, para dar conforto às pessoas no verão ou no inverno.

A minha ênfase é no rigor de como gerimos, porque o dinheiro não é nosso é dos contribuintes e temos de o gerir bem, agora caso o novo FAM seja aprovado este ano , vai haver uma folga financeira para nos permitir investir noutras áreas, agora vai ser um ano de 2017 que vamos fazer várias realizações e não é por ser eleitoral, mas temos instrumentos financeiros a partir de janeiro /fevereiro, que nos permite fazer outro tipo de situações.

Agora estou de coração aberto sujeito a qualquer tipo de crítica que façam, desde que não o façam como tem acontecido sistematicamente com este executivo, escondendo-se anonimamente, atrás de cartas que são enviadas e páginas que são criadas no sentido de pôr em causa a idoneidade moral de cada um.

Eu estou na vida aqui, porque gosto da Câmara Municipal de Fornos de Algodres, porque gosto de Fornos e não por questões financeiras, gosto de Fornos, é isso que me move, estou à vontade e vou para eleições no próximo ano.

Sou candidato à Câmara pelo Partido Socialista em 2017, vou de cabeça bem levantada, no sentido de os munícipes me poderem julgar pelo que fiz ou não fiz, pelo podia fazer melhor ou fiz menos bem, é nesse espírito que estou e estarei, agora a nível financeiro se conseguirmos resolver até final deste ano, decerto que os próximos anos vão ser melhores anos, que foram estes três para Fornos de Algodres.

Aliás neste momento, vamos ter de comprar carros, porque nem carros suficientes temos para fazer os trabalhos da Câmara, agora tendo em conta algum alívio financeiro, podemos fazer face a essa situação.

Reportagem de António Pacheco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Conversa com Carla Nascimento, Pres.GD Trancoso

cn

Fomos conversar com a presidente do GD.Trancoso, Carla Nascimento para um balanço desta época.

Magazine Serrano–Que balanço faz da prestação sénior e formação do G.D.Trancoso?

Carla Nascimento – O balanço que faço não podia ser menos do que muito positivo.

MSA Taça de Honra voltou a escapar pela segunda vez consecutiva, mas ainda assim nova presença na taça de Portugal?

CN– Não avaliamos o trabalho de uma época desportiva pelo resultado de uma final da Taça de Honra da AF Guarda. Os resultados e trabalho desenvolvido ao longo do tempo é, sem dúvida, superior a qualquer taça conquistada! Porém, teria sido o coroar do excelente trabalho desenvolvido pelo coletivo. O acesso à 1ª eliminatória da taça de Portugal já estava garantido pelo 2º lugar alcançado no Campeonato Distrital.

 

MSComo foi a experiência da entrada nesta temporada na Taça de Portugal?

CN –  A minha direção iniciou funções em Maio de 2015 e em Setembro jogámos a 1ª eliminatória da Taça de Portugal. Um dos objetivos desta direção é manter a serenidade e a consciência. É importante sermos competitivos, jogarmos para ganhar, mas sempre com o respeito máximo pelo adversário. E foi com base nisto que nos deslocámos a Águeda. Óbvio que é sempre prestigiante estar numa competição destas!

 

MSComo é a relação entre o G.D.Trancoso e os seus adeptos?

CN– Sinceramente, preferia que fossem os adeptos a dizer de viva voz. Da minha parte, enquanto Presidente, expresso um grande respeito e carinho por todos eles. Tenho adeptos que além da presença assídua nos jogos em casa, se deslocam com as equipas a todos os jogos. Claro que só posso estar orgulhosa!

 

MSA Carla é a única mulher como presidente neste distrito, como é a relação com restantes clubes?

CN – O facto de ser a única mulher Presidente não é o que me distingue dos meus con13087792_1883745908549559_1376255126611167291_ngéneres distritais. Muitos dos nossos clubes sobrevive com a boa vontade e dedicação de pessoas que gostam de futebol e dos convívios a ele associados.

    Eu gostaria de ver gente jovem, com formação adequada e a dedicação necessária para melhorar a cultura desportiva distrital. É necessário e urgente evoluir. É imperioso qualificar as estruturas, é preciso olhar para as Associações e sinalizar os pontos críticos.

   É preciso encarar a formação dos jovens atletas como objetivo primordial. É necessário dotar as Associações de técnicos devidamente habilitados e credenciados para transmitir não só a formação desportiva, como também, e não menos importante, desenvolver várias competências sociais e relacionais.

As associações deverão ser encaradas como um todo, desde as equipas de formação à equipa sénior! Respondendo mais em concreto, a relação com outros clubes é a possível.

Se há projetos nos quais me revejo e os quais glorifico, outros encontrei que subsistem “ao empurrão”, não me identificando com atitudes e comportamentos. Julgo que a formação humana é transversal a todos, desde jogadores, equipas técnicas, diretores, adeptos, etc…

MSEstá à porta mais uma edição do torneio de Futsal, um bom angariador de fundos?

CN – É importante para a cidade. É importante para o Grupo Desportivo de Trancoso, É importante para todos os atletas que nela participam. A componente financeira também tem a sua importância, mas não é isso que nos leva a realizar o torneio até porque as despesas associadas ao mesmo são inúmeras.

 MS .- Que perspetivas no futuro e uma mensagem aos sócios e simpatizantes?

CN — A perspetiva de futuro é sempre a mesma. Calmos e serenos. Não estamos deslumbrados com os resultados alcançados na 1ª época desta direção, mas assumo naturalmente que engrandeceram o histórico do clube e tiveram uma real importância na motivação geral. O nosso foco é manter o já alcançado e continuar a trabalhar sempre com o objetivo de melhorar. Apostar na formação desportiva e cívica das crianças e jovens que constituem as diferentes equipas, pois é aqui que acreditamos construir grandes apostas para o futuro! É importante também trabalhar visando o alargamento da oferta desportiva aos jovens do concelho. Quanto aos nossos sócios e simpatizantes, tudo o que lhes posso dizer é: Obrigada!

Reportagem de António Pacheco

Balanço da FIT Guarda 2016

IMG_2486 - CópiaCerca de 24 mil visitantes passaram na FIT Guarda 2016

Foram quatro dias de grande movimentação no Parque do Rio Diz, na cidade da Guarda, com a realização da Feira Ibérica do Turismo 2016, esta foi a terceira edição e de ano para ano, está cada vez mais forte, mais dinâmica , com mais stands oriundos das mais diversas regiões de Portugal, assim como de Castilla Y Leon, e do Brasil.

Um evento que trouxe este ano, muitas novidades, apesar do mau tempo que assolou a região da Guarda, os visitantes oriundos das mais diversas localidades, vieram visitar e saber o que de novo existe.

Todos os municípios presentes se esforçaram por ser muito dinâmicos em diversos aspetos.

Um bom exemplo de marketing, foi mesmo a vinda de David Carreira ao stand de Trancoso, no sentido de promover já a Feira de S.Bartolomeu em agosto.

Destacar ainda a tertúlia promovida pela ADRUSE em parceria com a CIM Beiras e Serra da Estrela e Rádio Altitude , com a presença dos cinco presidentes da área envolvente da Serra da Estrela, Fornos de Algodres, Gouveia, Celorico da Beira, Seia e Manteigas.

Agora a presença do Primeiro -Ministro António Costa foi o ponto alto logo na abertura, onde o procurou destacar que o turismo é um setor que «importa expandir» para aproveitar os recursos endógenos existentes em todas as regiões do país, pelo que é essencial crescer ao nível da oferta.

Já Álvaro Amaro, Presidente do Município da Guarda, referiu o mau tempo complicou, mas que nesta região “somos tão bons como os melhores”, apela sempre ao Estado que os territórios de baixa densidade merecem mais oportunidades.

Em suma, esta feira foi uma grande demonstração de que o Interior do País também faz eventos de grande visibilidade.

Deixamos agora o balanço de alguns Presidentes de Municípios que estiveram presentes na FIT, Fornos de Algodres, Manteigas, Seia, Pinhel, Gouveia e Guarda.

 

Reportagem de António Pacheco/Cristina Sofia

Balanço e convivio no Penaverdense

IMG_9506Encerramento de temporada

No passado sábado, a Associação D.Penaverdense juntou os seus atletas e direção e promoveu um convívio em jeito de balanço de temporada, dado que, a participação no distrital de futsal da AFGuarda já finalizou por esta temporada.

Após feito o balanço, o grupo de trabalho do concelho de aguiar da Beira reuniu-se à mesa para confraternizar um pouIMG_9510co e era notória a boa disposição e a união de grupo existente.

Para Carlos Campos, presidente do clube, esta foi uma temporada que poderiam ter chegado mais acima na tabela e também na taça, agora é preparar já a próxima temporada.

Por:António Pacheco

Fernando Melo (JSD Fornos) faz balanço do congresso nacional da JSD

13139030_538352229676572_1236600097149916438_nNo passado fim de semana, decorreu em Leiria, o Congresso Nacional da JSD, com os jovens sociais democratas a debater muito assuntos do foro interno do partido e do País.

Desta forma, Fernando Melo, líder da JSD de Fornos de Algodres, esteve presente , e depois das eleições para conhecer o novo líder nacional, o jovem fornense soube que passava a integrar o grupo de conselheiros da JSD nacional, face a isto outras responsabilidades irá ter no futuro, assim como outros jovens do distrito da Guarda também passaram a ser conselheiros.

Aqui fica o áudio da entrevista com Fernando Melo

 

Por:António Pacheco

Facebook Auto Publish Powered By : XYZScripts.com

Ao continuar a utilizar o site, você concorda com a utilização de cookies. Mais Informação

As definições de cookies neste site são definidas como "permitir cookies" para lhe dar a melhor experiência de navegação possível. Se você continuar a usar este site sem alterar suas configurações de cookies ou clicar em "Aceitar" abaixo, em seguida, você concorda com isso.

Fechar