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Os Castelos organizam Torneio Triangular

A Associação Desportiva e Cultural “Os Castelos” vão levar a efeito um torneio no próximo dia 17 de setembro, com a participação de três equipas (Os Castelos , anfitrião), Pala e Vilar Formoso.

Uma forma destas equipas prepararem a nova temporada 2017/18.

Dia Nacional dos Castelos relembrado em Trancoso

Ontem foi o dia Nacional dos Castelos, e claro na cidade de Bandarra, foi um dia especial dado que
tanto o castelo como as muralhas de Trancoso foram classificados como Monumento Nacional por Decreto em 8 de Julho de 1921.

Na década de 30, a Direção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais
promoveu algumas intervenções que levaram à recriação de diversos
trechos destruídos, tais como ameias e troços de muralhas.
Desta feita, é um local sempre a visitar e ideal para belas fotos e recordar como tudo acontecia no passado da nossa história portuguesa.

Por:Município de Trancoso

Dia dos Castelos— historial do de Celorico da Beira

  Esta quarta -feira foi o Dia Nacional dos Castelos aqui fica um pouco da história do CASTELO DE CELORICO DA BEIRA
  O castelo da vila foi erigido na Idade Media, num monte
á altitude de 550m, assente sobre um castro luso-romanizado. O traçado
da fortaleza corresponde aos reinados de D. Afonso Henriques e D. Sancho
I, havendo analogia com a fortaleza da cidade da Guarda quanto à
ausência de ameias. Nos reinados de D. Dinis e D. Fernando a praça
recebeu melhoramentos.   Esta ausência de ameias e merlões verifica-se
também na muralha de Linhares, mas não há torres.

  O que hoje resta corresponde à cidadela. A cerca é completamente fechada, com dois cubelos reforçando os ângulos a N. E.
  A S. E. levanta-se uma torre quadrangular, mais elevada que os cubelos,
a qual, pelas suas dimensões, é considerada a torre de menagem, o que
não é exacto, pois essa existia a meio do terreiro da cerca. Em meados
do séc. XIX restava da torre de menagem apenas um cunhal. Sabemo-lo pelo
testemunho de Alexandre Herculano, que percorreu esta região em 1853 e
escreveu no Diário de Viagem:

«A torre de menagem meia voada: só resta um ânguIo».
A meio da cerca estava o Polo d’El-Rei, ligado a um passadiço, construído no tempo de D. Manuel I. Foi demolido em 1857.
A cerca tem duas portas, a ocidental e a sul. No interior do muro segue
o caminho da ronda, a que se ascende por escaleiras adoçadas.
Na
Biblioteca Nacional de Lisboa há um manuscrito do século XVII, do
académico Jerónimo Contador de Argote, sobre o Castelo e Fortalezas de
Celorico. Informa-nos que está muito arruinado. Diz que no meio do
castelo há uma torre já meia entulhada, mas pouco mais nos diz. (vid.
manuscrito R.N.L. Reserv. F.G. 225).
  O Padre Vilela refere-se, em
princípios do séc. XIX, aos aquartelamentos e ás cisternas do CASTELO.
Quando os espanhóis ocuparam Celorico da Beira na Guerra dos Sete Anos,
as tropas portuguesas tiveram de largar o castelo, onde estavam
aquarteladas. Foi então que começou a sua ruína com o bombardeamento de
desmantelamento feito pelos espanhóis.
  Durante toda a Idade Média e
primeira metade da Moderna, o sistema defensivo da fronteira da Beira,
baseava-se no triângulo Guarda, Celorico, Trancoso.
Com o
desenvolvimento do fabrico das armas de fogo, especialmente dos canhões,
os velhos castelos tornaram-se incapazes, sendo substituídos por
fortalezas à Lippe ou à Vauban. Foi então que Almeida ganhou importância
e aí se concentrou a chave da defesa.
   O Castelo de Celorico não foi
reconvertido no novo sistema, embora Celorico estrategicamente
continuasse a ter alto interesse, o que se comprovou na época das
invasões francesas, pois serviu ao exército francês e ao anglo­-luso de
quartel-general e base de operações, em conjugação com a linha de
penetração do Mondego e as defesas naturais da Serra da Estrela. O
Marques de Alorna, o Conde de Lippe, Foy, Massena, Napier e Wellington,
notáveis cabos de guerra, assim o reconheceram.
Em 1835 o Castelo
correu o risco de ser totalmente destruído, chegando mesmo a ser feita a
sua venda para lhe retirarem a pedra.
Em 1923, durante a 1ª
República, foi classificado de monumento nacional, começando em 1924 a
ser reparado, beneficiando de algumas obras de conservação até à década
de 40.
Atualmente, o projeto de reabilitação do castelo prevê a recuperação do espaço intra e extra muros.
  O projeto de requalificação do interior da torre, procedeu à divisão
interna da torre em quatro espaços distintos. Ao nível do piso térreo,
onde assenta a estrutura metálica e atendendo à irregularidade do
afloramento rochoso irregular, foram utilizadas placas de madeira para
se poder proceder à regularização do terreno.
 Numa segunda sala,
superior ao piso térreo, procedeu-se à construção de uma sala de
conferências. Trata-se de um pequeno auditório que poderá servir para
dar apoio a pequenos grupos de visitantes e onde podem ser dadas
pequenas sessões explicativas.
  No piso ao nível da porta de entrada
existirá um ponto de apoio turístico, onde será possível ter acesso a
informações sobre o castelo e o património histórico, arquitetónico,
arqueológico, cultural e etnográfico da vila e do concelho de Celorico
da Beira. Juntamente com o ponto de turismo, funcionará, nesta sala, uma
exposição permanente com os materiais arqueológicos recolhidos nas
intervenções arqueológicas realizadas no castelo.
   Para a quarta e
última sala criou-se um espaço multimédia, onde os visitantes terão
acesso a um cyber café. Este último espaço será ainda complementado por
uma área no topo da torre, que servirá de miradouro virtual, onde,
através de utilização das novas tecnologias, será possível recriar a
história e os principais acontecimentos do castelo de Celorico da Beira,
bem como das lendas a ele inerentes.
Fonte:CCCB

Entradas nos castelos de Linhares e Celorico serão pagas

 
Entradas nos castelos de Linhares e Celorico serão pagas  

A
decisão faz parte do estudo de viabilidade económica e financeira da
Empresa Municipal de Celorico da Beira, submetida pelo município ao
Tribunal de Contas.
A
partir de 2014 os visitantes pagarão para entrar nos castelos de
Linhares da Beira e de Celorico da Beira. través da cobrança de
entradas, a autarquia de Celorico estima receber anualmente cerca de 60
mil euros e, com isso, cumprir a obrigação legal de garantir pelo menos
cinquenta por cento de receitas próprias na estrutura de proveitos da
empresa. Outra medida passará pela reabertura das piscinas da vila,
encerradas há dois anos devido a avarias no equipamento.

fonte:Rádio Altitude

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