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Aldeias Históricas de Portugal mantêm certificação Biosphere Destination

Depois de, em novembro de 2018, ter sido o primeiro destino em rede – no Mundo! – distinguido com o certificado BIOSPHERE DESTINATION, a Associação Aldeias Históricas de Portugal volta a ser reconhecida pelo modelo de turismo que, desde 2016, tem implementado no território. Um modelo que tem visado o cumprimento das 17 metas globais estabelecidas pela Assembleia Geral das Nações Unidas, no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em linha com o trabalho que a associação tem desenvolvido em resposta às necessidades das comunidades, agentes públicos e privados, bem como o cada vez maior número de turistas que se rende ao território.

A certificação BIOSPHERE DESTINATION é uma distinção da GSTC – Global Sustainable Tourism Council. A entidade que, à escala global, estabelece os pressupostos de um turismo sustentável, de acordo com as orientações da UNESCO e da Carta Mundial de Turismo Sustentável.

Uma certificação que é concedida aos destinos que garantem uma estratégia e um equilíbrio adequados, tanto a nível económico, como sociocultural e ambiental.

O apoio às comunidades locais, a minimização do impacto ambiental, a preservação e a sustentabilidade do património cultural, bem como a promoção das boas práticas, têm sido áreas prioritárias na intervenção que a Associação Aldeias Históricas de Portugal tem feito no território.

De acordo com essa estratégia, destaque para os projetos implementados só no último ano, que igualmente contribuíram para que as Aldeias Históricas de Portugal vissem renovada a certificação BIOSPHERE DESTINATION:

“Receitas que Contam Histórias – Gastronomia e Vinhos das Aldeias Históricas de Portugal”. Um projeto que começou com a recolha de testemunhos junto da população residente, com vista à recolha detalhada dos saberes, receitas, métodos de confeção, especificidades, tradições e produtos endógenos existentes ou que até se tenham “perdido” no tempo. Ou seja, a informação necessária para a inventariação do cardápio gastronómico do território, assim como dos métodos de confeção dos pratos, com o objetivo de ser perpetuada em diferentes suportes de comunicação, mas também promovida junto do sector da restauração e hotelaria local (com harmonização de vinhos da região). Um projeto que reforça as Aldeias Históricas de Portugal como um destino turístico verdadeiramente singular e excecional também na área da gastronomia e que vai de encontro à “Estratégia Farm to Fork”, um dos vetores de atuação do Pacto Ecológico Europeu, que visa tornar os sistemas alimentares justos, saudáveis e ecológicos.

“Aldeias Históricas de Portugal | Um Destino Mais Inteligente”. Um projeto desenvolvido em parceria com a Altice Portugal, que permitiu dotar as 12 Aldeias Históricas de Portugal de tecnologias wireless de qualidade (entre outras estruturas digitais), tornando-se assim o primeiro destino, em rede, totalmente coberto com fibra ótica e com wi-fi gratuito. Uma infraestrutura igualmente decisiva para o desenvolvimento de iniciativas e de projetos que não dispensam o digital como ferramenta ou instrumento de trabalho. Ou seja, o reforço das Aldeias Históricas de Portugal como um destino (também) inteligente, que melhorou a qualidade de vida dos residentes, incrementou a experiência do turista, bem como as condições dos profissionais que exercem a atividade no território e dos que também ponderam essa possibilidade. Para além disso, através de um sistema beacon, por tecnologia Bluetooth e de uma aplicação desenvolvida para smartphones, as Aldeias Históricas de Portugal passaram a poder interagir com os visitantes, fornecendo informação georreferenciada e contextual, eventos e outras notícias úteis, para além de disponibilizarem áudio guias em várias línguas e com conteúdos que cumprem com a regra da infoacessibilidade. Ou seja, recursos que permitiram quase eliminar a produção de suportes de comunicação em papel.

Rede de Percursos Cicláveis Aldeias Históricas de Portugal. Com o objetivo de promover as práticas de mobilidade suave e sustentável da bicicleta, entre as 12 aldeias que integram a Rede, foi identificada e categorizada uma rede de percursos cicláveis em estrada, num total de cerca de 3.500 quilómetros, divididos por 46 percursos – a maior rede de percursos cicláveis do país!
Recorde-se que as Aldeias Históricas de Portugal já beneficiavam de inúmeros percursos para caminhadas e BTT, desde as pequenas rotas, até à Grande Rota 22 (GR). Com cerca de 600 quilómetros, não apenas a maior rota de Walking & Cycling em Portugal, mas também a maior rota europeia para caminhadas com selo Leading Quality Trails – Best of Europe, entregue pela European Ramblers Association (Associação Europeia de Caminhada).

Uma referência final para o projeto “Aldeias Históricas de Portugal All For All”. Um programa que tem sido desenvolvido com o objetivo de melhorar a acessibilidade geral das aldeias, tornando-as mais inclusivas.

Turismo Centro de Portugal e autarquias assinam protocolo para a certificação dos Caminhos de Santiago

As autarquias de Coimbra, Anadia e Condeixa-a-Nova assinaram recentemente um protocolo de cooperação com o Turismo Centro de Portugal, o qual tem o objetivo de acelerar a certificação e dinamização do Caminho Português de Santiago.

O anfitrião Manuel Machado, presidente da Câmara Municipal de Coimbra, enalteceu o ato simbólico de grande importância” que representou a assinatura, uma vez que tem como objetivo “cuidar dos Caminhos de Santiago”. “Esta operação é muito especial, uma vez que pretende ativar as memórias de grande parte do território. Os Caminhos de Santiago, ao longo do tempo, sempre foram um fator de ligação no nosso país. Com isto, estamos a valorizar as nossas raízes, a espiritualidade e o acolhimento, sublinhou o autarca.

Um total de 12 municípios da região Centro são atravessados pelo Caminho Central de Santiago. De sul para norte: Vila Nova da Barquinha, Tomar, Ferreira do Zêzere, Alvaiázere, Ansião, Penela, Condeixa-a-Nova, Coimbra, Mealhada, Anadia, Águeda e Albergaria-a-Velha. Este Caminho segue depois para norte, até terminar em Santiago de Compostela.

A Via Portugal Nascente, por sua vez, atravessa oito edilidades da região. De sul para norte: Vila Velha de Ródão, Castelo Branco, Fundão, Covilhã, Belmonte, Guarda, Celorico da Beira e Trancoso. Aqui, esta rota de peregrinação entronca no caminho de Torres, que procede de Salamanca e termina, naturalmente, na Galiza.
Estes dois percursos atravessam o território do Centro de Portugal, ao longo de 210 e 199 quilómetros, respetivamente.Inscrição do Caminho Português como Património da HumanidadeOs Caminhos Portugueses de Peregrinação a Santiago de Compostela foram inscritos na lista Indicativa de Portugal a Património Mundial UNESCO em maio de 2016. Para que tal classificação seja concedida, é necessária a certificação dos caminhos. O Decreto-Lei n.º 51/2019, de 17 de abril, veio regular a valorização e promoção do Caminho de Santiago, através da certificação dos seus itinerários.

A associação de peregrinos Via Lusitana é parceira nesta certificação. Durante o processo de certificação em curso, foram identificadas as várias etapas dos itinerários, com indicação de início, fim e extensão de cada uma, assim como da sua altimetria, grau de dificuldade e tipo de uso. Outros critérios exigíveis para a certificação dos itinerários são a disponibilização de equipamentos de apoio aos peregrinos, incluindo locais para dormir, locais para preparar ou servir refeições e tomar banho, desejavelmente a cada 20 quilómetros, bem como pontos de descanso com sombra, dotados de água potável, desejavelmente a cada 10 quilómetros.

Município de Fornos de Algodres recebe Certificação de Qualidade

A manhã de quinta-feira, 14 de setembro, foi muito importante para a autarquia de Fornos de Algodres, uma vez que recebeu a Certificação  do Sistema de Gestão da Qualidade ao Serviço de Atendimento ao Munícipe, de acordo com a norma de controlo, NP EN ISO 9001:2015.

Nesta cerimónia, estiveram presentes,  funcionários, presidentes das Juntas de Freguesia, assim como o Executivo Municipal, com Manuel Fonseca , Presidente da Câmara , Rita Silva , Vice-Presidente, Alexandre Lote, vereador da Cultura e Desporto, e Eng. António Silva, por parte da TÜV Rheinland.

Manuel Fonseca, referiu o bom desempenho de toda a sua equipa durante esta fase do processo, assim como Rita Silva que lidera a equipa responsável pela implementação do projeto, também agradeceu, pelo empenho, dedicação, generosidade e profissionalismo.

Por sua vez o Eng.António Silva referiu que este é apenas o início do processo, isto é, a 1ªcertificação, este é um processo de três anos, onde todos os anos regressam, a fim de verificar as normas descritas no processo.

Esta é uma certificação que tem a ver com a Qualidade ao Serviço de Atendimento ao Munícipe, no dia-a-dia.

 

Certificados de conclusão referentes a quatro projetos promovidos no Concelho foram entregues

1 nelas 10Foram entregues nesta segunda -feira, dia 10 de outubro, na presença de representantes do IPDJ- Instituto Português do Desporto e Juventude, Natália Mendes e Irene Ferreira, os certificados de conclusão referentes a quatro projetos promovidos no Concelho por quatro jovens dinamizadores: Marcelo Costa, Mónica Couto, Pedro Fidalgo e Tânia Correia.

Inseridos no Programa de Ocupação de Tempos Livres promovido pelo IPDJ, estes projetos foram aprovados e dinamizados por quatro jovens, com a duração de 3 meses e total de 396 horas, em diferentes áreas de intervenção sociocultural, nomeadamente a “WebRádio da Universidade Sénior, “Inclusão Digital na Universidade Sénior”, “Minha Vida, Minha História – Livro de Autobiografias da Universidade Sénior” e “Pôr os Idosos a Pensar – Programa de Estimulação Cognitiva na IPSS – Fundação Lopes Fonseca”.

Os projetos, que foram financiados pelo IPDJ e desenvolvidos em parceria com a Câmara Municipal de Nelas, surgiram com o intuito de proporcionar ao público sénior atividades de combate à solidão e exclusão social, promovendo simultaneamente o envelhecimento ativo.

Por:MN

 

Queijo da serra com certificação

A adesão de produtores de queijo Serra da Estrela
ao processo de certificação que garante a qualidade do produto
produzido naquela região demarcada está aumentar, visando a consolidação
junto dos consumidores. “Temos 21 produtores a produzir o queijo com
certificação nos concelhos de Celorico da Beira, Fornos de Algodres,
Trancoso, Gouveia, Seia, Oliveira do Hospital, […]
A adesão de produtores de queijo Serra da Estrela ao processo de
certificação que garante a qualidade do produto produzido naquela região
demarcada está aumentar, visando a consolidação junto dos consumidores.

“Temos 21 produtores a produzir o queijo com certificação nos
concelhos de Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Trancoso, Gouveia,
Seia, Oliveira do Hospital, Nelas e Penalva do Castelo”, disse à agência
Lusa Célia Henriques, técnica da Estrelacoop – Cooperativa dos
Produtores de Queijo da Serra da Estrela, com sede em Celorico da Beira.

Segundo a responsável, ultimamente “tem aumentado a adesão dos
produtores à certificação” e, só no último ano, “aderiram quatro”.

A técnica da entidade gestora do processo de certificação observou
que o número de queijarias certificadas tem vindo a aumentar porque a
qualidade do produto fica assegurada junto do consumidor.

“O certificado fica mais caro para quem produz e também para o
consumidor, mas tenho sempre o escoamento garantido”, disse o produtor
Júlio Ambrósio, de Prados, Celorico da Beira.

A certificação tem mais encargos para o produtor, mas acaba por ser
“uma segurança para o comprador, porque sabe o que compra”, sublinhou.

Nem todos os produtores, porém, valorizam a certificação, por representar mais gastos.

“Neste momento não estou a certificar. Já certifiquei e poderei
voltar a certificar. Deixei de o fazer porque temos custos acrescidos
com a certificação e, depois, não é valorizado pelo mercado”, justificou
Élio Silva, de Seia.

Entretanto, apesar de haver menos rebanhos na região e de a produção
leiteira ser menor, a feitura de queijo não diminuiu, porque o leite de
ovelha está a ser canalizado para a produção artesanal, dado que as
fábricas estão a optar por comprá-lo em Espanha.

“A produção de queijo Serra da Estrela tem sido à volta de 120 mil unidades por ano”, adiantou Célia Henriques, da Estrelacoop.

Nos 18 concelhos que integram a região demarcada de produção existem
cerca de 80 mil ovelhas das raças Serra da Estrela ou churra bordaleira,
segundo dados da Associação Nacional de Criadores de Ovinos da Serra da
Estrela (ANCOSE), que tem 3.500 associados.

Algumas das queijarias tradicionais, que estão a utilizar a
denominação de origem “utilizam só o leite da sua exploração, mas outras
já recorrem a leite dos vizinhos que deixaram de fazer queijo”, indicou
Rui Dinis, secretário executivo da ANCOSE.

O pastor Norberto Pereira, 29 anos, de Vila Ruiva, Fornos de
Algodres, tem 88 ovelhas e sempre vendeu o leite para um produtor
artesanal, justificando a opção por “não ter condições para fazer o
queijo”.

A região demarcada de produção do queijo Serra da Estrela integra os
concelhos de Guarda, Fornos de Algodres, Celorico da Beira, Gouveia,
Manteigas, Seia, Oliveira do Hospital, Penalva do Castelo, Mangualde,
Covilhã, Carregal do Sal, Nelas, Trancoso, Aguiar da Beira, Arganil,
Tábua, Tondela e Viseu.

Fonte:  Lusa in Agroportal

Associação de Promoção Social, Cultural e Desportiva de Fornos obteve a EQUASS – Certificação Europeia nos Serviços Sociais

EQUASS – Certificação Europeia nos Serviços Sociais
A Associação de Promoção Social, Cultural e Desportiva de
Fornos, conseguiu obter a sua certificação da qualidade pelo referencial EQUASS

Assurance
, valida até agosto de 2015. No seguimento da auditoria
realizada nos dias 1, 2 e 3 de Julho, foi agora recebida a confirmação de
cumprimento dos 100 indicadores e 50 critérios que compõem o referencial.http://webmail.iol.pt/imp/view.php?actionID=view_attach&id=2&uid=36726&mailbox=SU5CT1g&uniq=1378510911502
Depois de dois anos de muita dedicação e aprendizagem, fica agora
agora reconhecido todo o trabalho desenvolvido, ao longo destes últimos anos.

O referencial EQUASS (European Quality Assurance for Social
Services) permite orientar as Organizações num processo de gestão da qualidade,
visando comprometer os prestadores de serviços sociais com a qualidade e a
melhoria contínua dos serviços junto das suas partes interessadas.
Tornaram-se assim uma das poucas instituições a nível
regional a obter este tipo de certificação europeia, que a todos deve orgulhar,
desde clientes, colaboradores, parceiros a toda a comunidade que nos envolve e
acolhe.
Acaba assim por ser o coroar de um êxito que assenta como uma luva nesta Associação que recentemente completou 25 anos de existência, e uma das entidades mais empregadoras do concelho fornense