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Exposição de antiguidades no CIHAFA de Fornos de Algodres

Está patente no CIHAFA  – Centro de Interpretação Histórica e Arqueológica de Fornos de Algodres)uma exposição-venda de Velharias, antiguidades de Jorge Gomes Júlio, de 01 outubro a 30 de novembro de 2019, que poderá ser visitada todos os dias entre as 10h00 – 13h00 e as 14h00 – 17h00.
   
As velharias e antiguidades são elementos representativos do passado, cuja preservação e salvaguarda têm vindo a agregar um maior número de interessados.
Através da organização desta Exposição-Venda de Antiguidades, Velharias e Colecionismo pretende-se promover junto da população o interesse pelos testemunhos do passado, incentivar o colecionismo, aumentar a oferta e por sua vez o número de visitantes ao Concelho de Fornos de Algodres e região envolvente.
A iniciativa apresenta uma grande variedade de produtos, faça uma viagem aos tempos de outrora, onde pode descobrir peças de diversos estilos e épocas, ferros de passar, objetos em cobre, livros, discos em vinil, quadros, candeeiros, latoaria utensílios domésticos e até rádios, máquinas fotográficas, ou outros que darão a qualquer espaço um toque vintage extra irresistível.

CIHAFA apresenta Exposição “Botânica e a História do Esparto”

A Exposição “Botânica e a História do Esparto”,  pode ser visitada todos os dias até 02 de Junho das 09h30 – 13h00 e as 14h00 – 17h00. Inserida no programa de dinamização e rotatividade de exposições temporárias do Museu no CIHAFA (Centro de Interpretação Histórica e Arqueológica de Fornos de Algodres).

Stipa tenacíssima planta herbácea, perene e cespitosa, da família das Gramíneas, tem caules fibrosos, folhas lineares e resistentes e inflorescência em panícula estreita e longa, sendo utilizada no fabrico de capachos, cordas, esteiras, etc.; alfa, esparteira.

É uma erva que cresce espontaneamente e que não pode ser semeada (ou não precisa ser semeada). Espécies de junco de solo árido, ele é encontrado no sudeste da Península Ibérica e na região Magrebina no Norte de África.

A referência mais antiga a esta planta data de 30.000 anos atrás e foi descoberta na Caverna de Ardales (Málaga),um pedaço de corda de esparto petrificada. As descobertas da Caverna dos morcegos em Albuñol (Granada), mostram a antiguidade das belas obras de esparto no sul da Península Ibérica há pelo menos 7000 anos. As técnicas de trabalho mudaram muito pouco desde os Ibéricos.

Santa Casa da Misericórdia de Fornos de Algodres em exposição no CIHAFA

O CIHAFA (Centro de Interpretação Histórica e Arqueológica de Fornos de Algodres),volta a ter um ciclo de exposições intituladas Uma ideia é um feito de associação” dirigida às associações do Concelho, de 02 a 30 de Novembro de 2018 está patente uma Exposição da Santa Casa da Misericórdia de Fornos de Algodres, que poderá ser visitada todos os dias entre as 10h00 – 13h00 e as 14h00 – 17h00.

 “O associativismo coopera para a união de pessoas”.

Associação é uma instituição prestadora de determinados serviços e de participação voluntária, constituída por número indeterminado de quantos dela queiram ou possam participar.

         A Irmandade da  Santa Casa da Misericórdia de Fornos de Algodres é uma Instituição Particular de Solidariedade Social na ordem jurídica canónica, que comemorou em 2016, o seu 350º. Aniversário.

A história da sua fundação remonta a 1666, por decreto régio de D. Afonso VI (o Vitorioso). Assim, sabe-se que foi fundador desta Misericórdia, o Licenciado Manuel Cabral de Figueiredo, doando-lhe os bens duma capela vinculada, em seu testamento de 6 de Julho de 1637. Esta doação foi confirmada, anos mais tarde, pela sua esposa, D. Constança Cabral, por testamento de 27 de julho de 1650 e pelo Padre António Cabral Osório, beneficiado da colegiada de Seia, mas residente em Fornos, onde foi mordomo da Confraria em 1642.

A instituição da Misericórdia foi posteriormente autorizada, a pedido da Câmara, Nobreza e Povo, por Alvará Régio de 12 de Outubro de 1666. Logo depois de instituída, em 1668, apossou-se a Misericórdia da capela do Espírito Santo, sita nesta vila, filial que era desta paróquia, na qual existia uma inumerável irmandade com a invocação do Espírito Santo que os mesmos irmãos da Misericórdia absolutamente extinguiram e tomaram posse, contra vontade do pároco e sem licenças jurídicas, usurpando para a dita irmandade da Misericórdia bens que à dita capela pertenciam.

A esta Misericórdia deixou D. Constância, natural desta vila, muitos bens que possuía entre os quais umas casas junto a uma capela com a invocação da Senhora dos Remédios, que os mesmos irmãos da Misericórdia mandaram demolir, fundando nela um sumptuoso templo de casa de Misericórdia. Apoderou-se, também, a Misericórdia da casa do hospital e dos seus bens, pelo que ficou senhora de bastantes terras e casas, que arrendava e emprazava. Não tardou a construir casa e igreja própria, para cujas obras contribuíram alguns filhos da terra, entre os quais o Padre Manuel de Albuquerque, abade de Aveleda.

Esta Igreja património da Irmandade, que também lhe deu nome “Igreja da Misericórdia” remonta, então, ao séc. XVII e é detentora de distintas obras de arte, com realce para a talha dourada, as imagens e o teto do altar-mor, que exibe 36 pinturas de numerosos santos e ainda outros símbolos santificados de mártires da primitiva Igreja. Muito bem conservados, possibilitam aferir a devoção antiga dos habitantes. Os quadros a óleo remontam ao séc. XVIII, atribuindo-se a autoria ao Mestre Jerónimo da Cunha, de Vila Ruiva. Já, a fachada da Igreja, templo de uma só nave, inscreve-se no barroco joanino, com pórtico, volutas e frontão.

A Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Fornos de Algodres encontra-se sediada na Rua Dr. Fernando Menano, na vila de Fornos de Algodres, atualmente, com duas valências: Unidade de Cuidados Continuados de Longa Duração e Manutenção e Estrutura Residencial para Idosos, abrangendo um total de 42 utentes, 29 colaboradores nas áreas de Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, Terapia da Fala, Psicologia, Nutrição, Animação Sociocultural, Serviços Gerais, Contabilidade e Secretariado.

A filosofia que suporta toda a intervenção da Irmandade assenta no pressuposto fundamental de fazer mais e melhor em prol da população do concelho. Para tal, tem vindo a desenvolver um trabalho incansável na procura constante da melhoria do bem-estar da pessoa que recebe, no seu todo, prioritariamente dos mais desprotegidos, por meio da prestação de cuidados humanizados e individualizados, numa intervenção interdisciplinar.

Com o olhar no horizonte, a Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Fornos de Algodres, pretende ver implementados alguns projetos que vão acrescentar valor ao trabalho por nós realizado, de entre os quais, especial destaque para a criação de novas valências e melhoramento dos equipamentos já existentes. Em prol da comunidade de Fornos de Algodres, a Irmandade abraçou o programa CLDS 3G SERVIR Fornos de Algodres, da qual é Entidade Coordenadora Local da Parceria. Este programa permite colmatar necessidades prementes, com vista a promoção da  inclusão social dos cidadãos e o envelhecimento ativo, combate a situações críticas de pobreza, contribuição para o aumento da empregabilidade e revitalização das associações concelhias.

CIHAFA apresenta a exposição “As plantas na primeira globalização”

Como habitualmente acontece mensalmente, o CIHAFA (Centro de Interpretação Histórica e Arqueológica de Fornos de Algodres) apresenta um espaço reservado a exposições e desta forma, já esta patente a exposição “As plantas na primeira globalização”, face a uma iniciativa da Câmara Municipal de Fornos de Algodres, estando inserida na XIII edição das Jornadas de Etnobotânica / X Fim-de-semana da Urtiga.
Baseada no livro «A Aventura das Plantas e os Descobrimentos Portugueses», de José Mendes Ferrão, esta Exposição aborda a troca de plantas entre continentes no período dos Descobrimentos, um dos capítulos menos estudados do ponto de vista agrícola, mas sem dúvida um dos que tiveram reflexos científicos, técnicos, económicos e sociais mais marcados e mais duradoiros.
Trata-se de uma exposição itinerante, propriedade do Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC), da Universidade de Lisboa, que dá a conhecer os Portugueses como difusores de plantas e alimentos pelo mundo, divulgando o papel que Portugal e os Descobrimentos portugueses tiveram na alteração da forma de vida na Europa, no enriquecimento da vida Europeia e, também, na interação entre os diversos continentes. Alimentos como, a mandioca, o milho, a malagueta (traço indiscutível da cozinha indiana), hoje tão comuns nas várias gastronomias, são alguns exemplos de plantas introduzidas pelos Portugueses nos vários continentes levando à alteração de hábitos alimentares das populações.
Estes são apenas alguns dos exemplos de plantas e alimentos, em que as histórias cruzam continentes e populações, podendo ser observados nesta interessante exposição.

Por:CIHAFA

Workshop sobre o tema “apicultura e seus desafios” no CIHAFA

O CIHAFA (Centro de Interpretação Histórica e Arqueológica de Fornos de Algodres), promove um Workshop sobre o tema “apicultura e seus desafios” dirigida a todos os apicultores do Concelho, dia 07 de Abril de 2018 pelas 14.00H promovido pelo austríaco Harald Hafner.

Harald Hafner é um apicultor austríaco há muito radicado em Mangualde, é um tipo de natureza tímida, mas quando fala em abelhas, a sua paixão pelo tema explode e ouvi-lo falar sobre a vida das abelhas, as fantásticas propriedades do mel, as plantas melíferas, e a apicultura natural é uma delícia. O seu respeito pelas abelhas, e a sua visão filosófica sobre a apicultura aproxima-o a um mestre oriental, sempre em busca da perfeição.

O mundo das abelhas é fascinante, antigamente todas as quinta tinham colmeias, de forma a usufruir de toda a sua riqueza apícola: polinização, mel, cera, pólen e própolis.

Hoje a maioria do mel vem de grandes apicultores comerciais e as abelhas encontram-se cada vez mais ameaçadas e em declínio. As abelhas são essenciais para a nossa sobrevivência no planeta, sendo nosso dever contribuir para que encontrem as melhores condições de vida possíveis. Por isso os apicultores têm um papel tão determinante na preservação dos ecossistemas e da biodiversidade.

Assim aqui ficam os horários:

14.00H – Inicio do Workshop sobre o tema “Apicultura e seus desafios”

16.30H – Degustação de mel

Batuta D´Alegria, Associação Musical Cultural e Recreativa de Fornos de Algodres em Exposição no CIHAFA

 Uma Exposição da Banda Batuta D’ Alegria de Fornos de Algodres está patente no  CIHAFA (Centro de Interpretação Histórica e Arqueológica de Fornos de Algodres), que iniciou um novo ciclo de exposições intituladas Uma ideia é um feito de associação” dirigida às associações do Concelho, de 08 a 31 de Outubro de 2017 estará patente uma Exposição da Banda Batuta D’ Alegria, que poderá ser visitada todos os dias (excepto aos feriados) entre as 10h00 – 13h00 e as 14h00 – 17h00.

 “O associativismo coopera para a união de pessoas”.

Associação é uma instituição prestadora de determinados serviços e de participação voluntária, constituída por número indeterminado de quantos dela queiram ou possam participar.

 Batuta D´Alegria, Associação Musical Cultural e Recreativa de Fornos de Algodres

Iniciou a atividade em 2009, um grupo de ex filarmónicos desta localidade, reuniram-se e decidiram formar uma coletividade nova, onde a aposta incidiu mais na qualidade do que na quantidade. A partir daí, iniciaram-se os ensaios semanais, para tudo decorrer da melhor maneira para o dia-a-dia, daí surgiu a Batuta D’Alegria, Associação Cultural, Musical e Recreativa, atualmente com 14 elementos.

Ao longo destes anos, têm percorrido imensas localidades, em diversos distritos deste nosso Portugal.

Confraria da Urtiga em exposição no CIHAFA

IMG_4102 No CIHAFA (Centro de Interpretação Histórica e Arqueológica de Fornos de Algodres),  de 08 a 31 de maio de 2017 estará patente uma Exposição da Confraria da Urtiga, que poderá ser visitada todos os dias (exceto feriados) entre as 10h00 – 13h00 e as 14h00 – 17h00.
“O associativismo coopera para a união de pessoas”.
“… É um conjuIMG_4103nto de pessoas que se unem em prol de um objetivo em comum, seus associados podem ter fins lucrativos porém a associação em si não tem. Ela possui caráter representativo.” Ler Mais »

Rancho Folclórico de Figueiró da Granja em exposição no CIHAFA

1620744_735287966511911_1190539013_nO CIHAFA (Centro de Interpretação Histórica e Arqueológica de Fornos de Algodres), inicia um novo ciclo de exposições intituladas Uma ideia é um feito de associação” dirigida às associações do concelho, de 03 a 30 de abril de 2017 estará patente uma Exposição do Rancho Folclórico de Figueiró da Granja, que poderá ser visitada todos os dias (exceto feriados) entre as 10h00 – 13h00 e as 14h00 – 17h00.

 “O associativismo coopera para a união de pessoas”.

“Em termos gerais, a prática associativa consiste na organização voluntária de pessoas, sem fins lucrativas, com o objetivo de satisfazer as necessidades coletivas ou alcançar os objetivos comuns.”

O Rancho Folclórico de Figueiró da Granja, foi fundado em maio de 1980, na Freguesia de Figueiró da Granja, depois de alguns anos de muita atividade, devido á saída de alguns pares, o grupo passou por algumas dificuldades de organização, decidiu acabar a sua atividade, mais tarde, retomou a sua atividade a 19 de dezembro de 2011. Foi apresentado pela primeira vez numa Ceia de Natal na freguesia de onde o próprio rancho é oriundo e de onde são todos os seus elementos.

Tem participado em vários Festivais Nacionais de Folclore e em atuações para turistas.

As recolhas de traje, canto e dança têm sido uma preocupação deste rancho, tendo sido feito um estudo dos trajes mais usados na tradição deste povo. Os trajes são cópias dos usados pelos antepassados na zona da Beira Alta, nos finais do século XIX e princípios do século XX, apresentando em cada espetáculo trajes domingueiros, trajes de festa, trajes de trabalho maioritariamente agrícola como se pode ver na ceifeira, moleira, pastor, entre outros.

Nas atuações, tentamos representar as atividades da região na caracterização dos nossos elementos e na compilação e seleção dos nossos cantos e danças. Com estas recolhas pode-se provar que o Folclore da Beira Alta, onde Figueiró da Granja se integra, é bastante rico e variado, devido à sua situação geográfica, entre o lendário Rio Mondego e a imponente Serra da Estrela.

Nas danças e nos cantares, na sua grande maioria estão bem patentes a alegria, a harmonia e beleza das danças e dos cantares desta zona, revelando toda a força e genica do povo Beirão.

Por:CIHAFA

Bombeiros de Fornos iniciaram ciclo de associações no CIHAFA

1 O CIHAFA, (Centro de Interpretação Histórica e Arqueológica de Fornos de Algodres), pretende realizar uma exposição por Associação, Inserida no programa de dinamização e rotatividade de exposições temporárias do Museu. A ideia passa por incentivar os habitantes, associados e alunos a conhecer o Museu que por sua vez dá a conhecer aos visitantes o que há de bom e melhor na nossa região em termos arqueológicos e associativos.

No dia Mundial da Proteção Civil, na passada quarta-feira, (01 de Março), foi inaugurada pelo Presidente da Câmara Municipal de Fornos de Algodresunnamed, Dr. Manuel  Fonseca, juntamente com o Presidente dos Bombeiros fornenses, Fernando Rodrigues e Comando operacional, Comandante José António e 2ºComandante Armando Costa, a exposição da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres que inicia este novo ciclo de exposições intituladas “Uma ideia é um feito de associação” e poderá ser visitada de 01 a 31 de Março de 2017 todos os dias excetuo feriados entre as 10h00 – 13h00 e as 14h00 – 17h00.

Por:CIHAFA

Novo ciclo de exposições no CIHAFA em 2017

0,bomAssociação H. Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres iniciam

O CIHAFA (Centro de Interpretação Histórica e Arqueológica de Fornos de Algodres), inicia um novo ciclo de exposições intituladas Uma ideia é um feito de associação” dirigida às associações do concelho, de 01 a 31 de Março de 2017 estará patente uma Exposição da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres, que poderá ser visitada todos os dias entre as 10h00 – 13h00 e as 14h00 – 17h00.

 “O associativismo coopera para a união de pessoas”.

Associação é uma instituição prestadora de determinados serviços e de participação voluntária, constituída por número indeterminado de quantos dela queiram ou possam participar.

Nos finais do século XIX começam a surgir, no Concelho de Fornos de Algodres os primeiros movimentos corporativos, antecessores das atuais associações. Em 1932, foi criada a primeira corporação dos Bombeiros Voluntários, cuja a sede se situava nos baixos da antiga Casa da Câmara, na Praça Velha da Vila.
O seu material de combate aos incêndios, adquirido por subscrição pública, constava de: uma bomba, duas mangueiras, uma escada e quinze capacetes. Algum deste material, ainda hoje, faz parte do atual espólio da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres.
A 29 de Dezembro do ano de 1948 é constituída a Associação dos Bombeiros Voluntários do Concelho de Fornos de Algodres, com sede no Grémio Recreativo Fornense, por iniciativa de uma comissão composta por: Artur Ribas Madureira, António de Pina Albuquerque, José de Almeida Viçoso, José Gomes e como Comandante da Corporação João Vaz de Almeida Ribeiro.
Anos mais tarde, em 26 de Abril de 1962, o Presidente da Câmara Municipal de Fornos de Algodres, Professor António Pinheiro Marques, conferiu a posse à comissão Administrativa dos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres, nomeada por portaria do Sr. Ministro do Interior e composta pelos senhores, Estanislau Fernandes Pinto Bronze, Avelino Luís Tavares e Fernando Paulo Moreira.
Nesse mesmo ano, em 17 de Maio, o Presidente da Direção do Grémio Recreativo Fornense, coletividade fundada a 2 de Fevereiro de 1909, solicitou uma assembleia geral e em colaboração com a Comissão Administrativa dos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres, propuseram a fusão das duas coletividades. Dessa fusão nasceu a atual Associação de Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres.
Depois de atravessar alguns períodos de menor atividade, ganha nova dinâmica em 1964, sob a direção do Dr. Fernando Paulo Menano, tendo como Comandante o Senhor Professor José da Costa Felício. É, também, neste ano que se altera a denominação da associação, passando esta a denominar-se de Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres…

Por:CIHAFA

 

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