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Distrital do PSD da Guarda lança comunicado sobre as brigadas de intervenção rápida

Em comunicado, Distrital do PSD da Guarda refere que :as brigadas de intervenção rápida para apoio imediato aos lares com surtos de COVID-19, anunciadas pela Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, no passado dia 4 de setembro, até ao momento, têm-se revelado deficitárias, inadequadas, não dando, por isso, resposta às situações urgentes que têm surgido no distrito.

À boa maneira socialista “primeiro anuncia-se e depois logo se vê”, prejudicando as instituições e quem mais está a sofrer com esta pandemia por falta de prontidão em resolver este problema.

Passaram quase dois meses do referido anúncio, em que a governante explicou que o objetivo seria garantir uma resposta “pronta a intervir” no caso das instituições ficarem sem pessoal devido a surtos graves de covid-19, mas o que realmente está a acontecer, no terreno, é que nos lares que estão em rutura grave, a tal pronta e tão necessária ajuda destas equipas multidisciplinares não se tem verificado. As Instituições estão assim, nesta matéria, entregues a si próprias.

Assim a Distrital do PSD da Guarda lamenta que, numa altura em que estas instituições e os cidadãos mais precisam do Estado, é o próprio que se revela incapaz de prestar o necessário auxílio. Vivemos tempos difíceis, é certo! Mas, constatar que uma franja da nossa população se encontra em situação tão fragilizada e vulnerável, como é o caso das pessoas idosas residentes em lares, é sentir que o próprio Governo também se encontra à deriva – perdido entre as promessas e a ausência duma atitude firme que ajude a dirimir a disseminação deste malfadado vírus e a promover os cuidados e a informação dignas de um Estado de direito e social e de uma democracia que se preze.

Neste estado de calamidade em que vivemos, nem o facto da Secretaria de Estado da Ação Social estar sediada na Guarda tem servido para resolver esta e outras situações no distrito. Neste caso concreto, o que tem acontecido é esta Secretaria de Estado assistir impavidamente às dificuldades existentes, sem que dê uma resposta atempada capaz de resolver esta situação de emergência para os lares de idosos.

Perante esta situação preocupante, que não tem merecido o verdadeiro empenho do Governo, a Distrital do PSD da Guarda pede à Senhora Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social que reforce, com urgência, as Brigadas de Intervenção Rápida no Distrito, por forma a dar resposta às reais necessidades neste quadro de pandemia como a que estamos atualmente a viver.

 

CDS quer reforço de meios e recursos humanos na DGS para divulgação de indicadores básicos sobre a Covid-19

Em comunicado o CDS refere que os seus deputados  entregaram no Parlamento um projeto de resolução que recomenda ao Governo o reforço de meios e recursos humanos na Direção-Geral da Saúde de modo a alargar a divulgação periódica e regular de um conjunto de indicadores básicos sobre a Covid-19, nomeadamente:

  1. a) Caracterização dos internamentos: divulgação dos grupos etários dos doentes internados, do número de pessoas admitidas que ficam mais de 24 horas internadas, e do tempo médio de internamento;
  2. b) Evolução dos internamentos em cuidados intensivos: disponibilização da caracterização dos doentes que precisam de cuidados intensivos, quantos entram e quantos saem por dia, qual a letalidade, qual a duração média do internamento, qual a idade média dos admitidos, e qual a distribuição por grupos etários e por género;
  3. c) Contexto do contágio: divulgação da mediana das idades dos infetados, divulgação de dados públicos sobre os locais mais frequentes do contágio e divulgação da percentagem diária de testes positivos;
  4. d) Surtos ativos: atualização regular de informação sobre surtos em escolas, lares e locais públicos, nomeadamente localidades com maior aumento da incidência, e medidas tomadas;
  5. e) Rastreadores de contactos: divulgação do número de profissionais de saúde que diariamente garantem o rastreamento de contactos dos casos positivos, bem como o rácio por região, e divulgação do número das chamadas atendidas e não atendidas na linha SNS24;
  6. f) Doenças prévias: divulgação dos dados respeitantes à evolução das diferentes comorbilidades entre os infetados, internados e nos óbitos;
  7. g) Óbitos por localização: divulgação do número de óbitos por concelho, disponibilização dos quadros de distribuição por grupos etários, divulgação diferenciada do número de óbitos em contexto hospitalar, casa ou outras instituições e divulgação da percentagem que passou por cuidados intensivos.

Recentemente, vários especialistas portugueses alertaram para a falta de dados públicos sobre a epidemia provocada pela Covid-19, numa longa lista que todos consideram que faz falta, mas não são divulgados pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Entre outros, menciona-se na edição de 10 de outubro do semanário Expresso, que «sempre que o número de doentes em cuidados intensivos desce, não se sabe se é por boa ou má razão. Tanto pode ser mais uma morte, como mais um recuperado. Não há dados que o mostrem, tal como não se sabe quantas pessoas recuperam depois de passar pelos cuidados intensivos ou como é que evoluem as idades médias dos doentes que precisam de ser hospitalizados ou ventilados».

O número diário de surtos ativos e respetiva localização, a evolução do peso das comorbilidades nos infetados e dos óbitos, os dados sobre os principais locais onde o contágio está a ocorrer, são também exemplos da lista de dados que, não obstante serem recolhidos e, à partida, não envolverem questões de privacidade, não são disponibilizados publicamente pela DGS.

Faltam dados quanto aos grupos etários dos doentes internados, impedindo assim a possibilidade de confirmação da existência, ou não, de algum padrão, e não se sabe o tempo médio de internamento das pessoas admitidas em unidades hospitalares, não sendo por isso possível medir o impacto imediato e a prazo no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Conhece-se muito pouco, ou praticamente nada, sobre quem são os doentes que precisam de cuidados intensivos, quantos ali entram e quantos saem por dia, qual a letalidade nas várias unidades, qual a duração média do internamento e qual a idade média dos admitidos ou como estão distribuídos, geograficamente, por nível etário ou por género. Estes dados são recolhidos e tratados detalhadamente por cada hospital, faltando centralizá-los e torná-los públicos.

Relativamente ao contexto do contágio, os especialistas referem que apesar de o número de novos casos confirmados ser divulgado diariamente, as idades passaram a ser divulgadas apenas através de um gráfico no boletim, faltando a mediana das idades dos infetados que permite, por exemplo, antecipar a probabilidade de agravamento.

Também não são disponibilizados dados públicos sobre os locais mais frequentes do contágio, ou seja, se é em contexto familiar, laboral, social ou até, por exemplo, em instituições como os lares, ou até nos transportes públicos, que se mantêm como uma grande interrogação. Esta informação permitiria perceber as cadeias de transmissão e identificar sectores profissionais onde a transmissão ocorre com mais frequência. A percentagem diária de testes positivos, divulgada noutros países, é outro dos indicadores em falta.

O número de surtos ativos devia ser atualizado e divulgado regularmente, por forma a poder acompanhar-se a evolução dos surtos em escolas, lares ou locais públicos.

Não é conhecida a evolução do número de profissionais de saúde que dia a dia fazem o rastreamento de contactos dos casos positivos, nem o rácio por região, bem como não é divulgado o indicador das chamadas atendidas e não atendidas na linha SNS24.

Em relação a doenças prévias, conhecem-se os grupos de risco, mas não se sabe como tem evoluído a presença de doenças prévias nos casos confirmados e, consequentemente, qual o peso das diferentes comorbilidades entre os infetados, internados ou nos óbitos.

Quanto aos óbitos, apenas é divulgada informação por grandes regiões, e não por concelho, deixou de estar disponível o quadro da distribuição dos óbitos por grupos etários, sendo apenas feita a distribuição por género, não se conhece quantas pessoas morreram em hospital, em casa ou em instituições, e quantas destas passaram por cuidados intensivos.

De acordo com os especialistas estes dados são fundamentais para conhecer a evolução da epidemia e a sua gravidade, podendo também servir para alertar ou tranquilizar a população e fundamentar decisões que restrinjam direitos dos cidadãos a bem da saúde pública.

Os problemas quanto aos dados disponibilizados, incluindo, em alguns casos, dúvidas sobre a sua fiabilidade, não é exclusivo de Portugal, e tem sido referenciado em vários países. Mas, por outro lado, e tal como se refere, em Portugal, não há um repositório oficial com todo o histórico dos dados, sendo necessário percorrer os 220 boletins diários, publicados desde março, para o conseguir. E recentemente os boletins diários da DGS deixaram de incluir alguns dos quadros que eram usados por epidemiologistas, médicos e investigadores para monitorizar a evolução da Covid-19.

A falta de investimento, tanto para poder melhorar a qualidade desses dados como para os tratar, é uma das causas apontadas para a falta de divulgação de indicadores básicos sobre a Covid-19.

PSD/Mangualde faz balanço das propostas apresentadas na Assembleia Municipal

Em comunicado , o PSD de Mangualde reage à Assembleia Municipal do passado dia 29 de setembro referindo:Tendo em conta que o PSD é um partido com responsabilidade governativa, foram apresentadas propostas que visam contribuir para uma melhoria na vida dos Mangualdenses. Estas propostas foram feitas tendo em conta o actual cenário que vivemos, ou seja, um momento com mais incertezas do que certezas a nível de saúde pública e da economia.
Assim, com vista à contribuição para um plano B em relação às escolas e considerando que as medidas tomadas até agora não se afiguram suficientes (basta ver que o executivo camarário assumiu, em sede de reunião de câmara, algumas falhas na abertura do ano lectivo), os membros do PSD da AMM propuseram:
I – Deslocalização de algumas turmas do primeiro ciclo que se encontram concentradas na cidade
Estas turmas seriam recolocadas nas escolas das freguesias, sempre que estas tenham condições para receber alunos e de acordo com a avaliação feita pela CMM, pelo Agrupamento de Escolas e pelas Juntas de Freguesia.
Esta deslocalização de turmas do primeiro ciclo levaria a uma menor concentração de alunos que, por sua vez, não contactariam com tantas pessoas. Acresce a esta proposta a vantagem dos transportes escolares terem menos alunos e fazerem um percurso mais curto.
Votação:
Esta proposta foi chumbada com:
PS: 11 votos contra e 2 abstenções;
PSD: 5 votos a favor;
CDU: 1 abstenção;
Juntas de Freguesia: 3 abstenções e 9 votos contra;
II – Diminuição de alunos por turma do 2º ciclo
Com o início do ano lectivo constatou-se que não é possível assegurar o distanciamento físico entre alunos em grande parte das turmas do Agrupamento de Escolas de Mangualde.
Por esta ser uma competência do Governo, o PSD entende que a autarquia tem que diligenciar junto do governo para que este autorize a CMM e o Agrupamento de Escolas a fazerem esse ajuste.
Uma vez que as condições das escolas de Mangualde não permitem esta diminuição de alunos por turma, o PSD propôs que, a título excepcional e apenas enquanto durar a pandemia, a autarquia disponibilize contentores temporários onde poderão ser recolocadas as novas turmas.
Votação:
PS: 7 votos contra e 6 abstenções;
PSD: 5 votos a favor;
CDU: 1 abstenção;
Juntas de Freguesia: 11 abstenções e 1 voto contra;
III – Descida do IMI para 0,35%
Esta descida, menor do que aquela que os membros da AMM do PSD têm proposto, tem em conta a actual conjuntura económica do município, considerando que o encargo fiscal anual dos Mangualdenses é o quarto mais elevado do distrito mas também que é necessário manter a sustentabilidade das contas municipais, não infringindo a lei das autarquias locais que, no que a isso diz respeito, assim obriga.
Votação:
PS: 12 votos contra e 1 abstenção;
PSD: 5 votos a favor;
CDU: 1 abstenção;
Juntas de Freguesia: 3 abstenções, 7 votos contra e 2 votos a favor;

CIM Viseu Dão Lafões reage em comunicado desmentido que recebem ajudas através do combate a incêndios

Em comunicado a CIM Viseu Dão, Lafões vem desta forma em comunicado reagir a uma notícia publicada no jornal Expresso online, com o título “Combate aos incêndios ajuda a financiar autarquias e comunidades intermunicipais“, assinada pelo jornalista Amadeu Araújo, vem esta Comunidade Intermunicipal esclarecendo e repondo a verdade sobre o relatado na referida notícia:

É falso que a Comunidade Intermunicipal, ou os municípios seus associados, tenham sido financiados por verbas que não as legalmente atribuídas pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF)/Fundo Florestal Permanente (FFP), no âmbito da constituição e manutenção das Brigadas de Sapadores Florestais.

É falso que a CIM Viseu Dão Lafões, tenha recebido 45.000 euros /ano /equipa, somando-se a isso um prémio de 5.000 euros, caso as equipas fossem mobilizadas fora dos períodos críticos. Até à presente data, o montante de comparticipação atribuído pelo FFP, foi de 40 mil euros / ano / equipa, sendo que, até à data de hoje, ainda não rececionamos, sequer, a totalidade do montante correspondente ao ano de 2019.

É verdade que entrou em vigor, no passado dia 23 de julho, o Decreto-Lei nº 44/2020 de 22 de julho, que prevê, efetivamente um incremento do financiamento, passando o mesmo de 40 para 45 mil euros / ano / equipa;

É falso, que a Brigada de Sapadores Florestais, seja financiada, pelo combate a incêndios.

É falso, que a Brigada de Sapadores Florestais, seja financiada, pelas áreas de intervenção de silvicultura preventiva que realiza.

Ao invés, é verdade, que os municípios associados da CIM Viseu Dão Lafões pagam as intervenções realizadas, pelas Brigadas de Sapadores Florestais, em função das áreas alvo de intervenção de silvicultura preventiva, que os respetivos municípios solicitam.

É verdade que, efetivamente, nos primeiros 6 meses do ano, as brigadas de sapadores da CIM Viseu Dão Lafões foram capazes de intervir em 139 hectares, sendo que, dos mesmos, efetivamente 30 hectares foram pagos, pelos municípios associados, nos termos do protocolo intermunicipal celebrado entre estes e a CIM Viseu Dão Lafões, sendo os remanescentes 109 hectares pagos em dias de serviço público prestado ao ICNF;

Os 900 euros por hectares, que são referidos na noticia, apenas dizem respeito a uma das tipologias de serviços protocolados com os referidos municípios.

É falso, que as Brigadas de Sapadores Florestais deem lucro, como é referido na noticia, sendo que, até ao presente momento, os Municípios associados da CIM Viseu Dão Lafões já tiveram que financiar as mesmas, num valor de 150 mil euros, para além dos valores pagos pelos serviços contratados por estes às Brigadas de Sapadores Florestais da CIM Viseu Dão Lafões, como forma de garantir a sustentabilidade económica e financeira das referidas brigadas e, desta forma, tornar possível a manutenção das mesmas.

É falso, que seja indicado um número superior de elementos do que aqueles efetivamente se deslocam para os diversos serviços indicados pelo ICNF.

É falso, que tal como referido na notícia, a CIM Viseu Dão Lafões, tenha deslocado para o incêndio de Bodiosa, 3 ou 4 elementos, nem tão pouco os 10 a que seriam obrigados de forma a garantir a operacionalidade da brigada. Nesse incêndio, em particular, estiveram presentes 4 viaturas, com um total de 13 operacionais, até ao momento em que desmobilizaram do local.

Assim, o Conselho Intermunicipal da CIM Viseu Dão Lafões, reunido hoje, repudia, veementemente, o teor da notícia acima referida, não sendo a mesma capaz de retratar a verdade dos factos, tanto mais que os Municípios associados da CIM Viseu Dão Lafões têm investido, fortemente, na valorização destas Brigadas de Sapadores Florestais, que de forma abnegada têm trabalhado em prol da defesa da nossa floresta.

Posto isto, o Conselho Intermunicipal da CIM Viseu Dão Lafões, reforça, mais uma vez,  toda a estratégia intermunicipal que tem trilhado no domínio da defesa da floresta contra incêndios, em articulação com todos os atores da proteção civil deste vasto território e, ao abrigo do direito de resposta, solicita a publicação deste comunicado, com o mesmo destaque dado a tão lamentável notícia, que não julgou ser possível ver publicada por um jornal com o histórico do Expresso.

Concelhia da Guarda da JSD lança comunicado” “Amnésia Socialista”

Em comunicado, a Concelhia da Guarda da JSD refere que:”Perante a incapacidade dos membros do governo da República, o Primeiro Ministro António Costa sentiu a necessidade de contratar um “paraministro”, de forma a delinear a estratégia de médio/longo prazo do país. Nem mesmo no maior governo de sempre, o Primeiro Ministro reconhece capacidades aos seus dois Ministros das Finanças, da Economia ou a qualquer outro membro para definir uma estratégia para Portugal. Não nos surpreende! Afinal, o Partido Socialista só está habituado a governar de ontem para hoje, simplesmente para garantir a sua sobrevivência política.
Conhecemos o conjunto de promessas do governo socialista para o concelho da Guarda. A JSD não se esqueceu delas, e muito menos a Guarda. Aliás, temos relembrado, por diversas vezes, o Governo destas mesmas promessas. Mais uma vez, não estamos surpreendidos em constatar que nenhuma delas foi cumprida. Não passam de intenções vãs para captar votos. Mas, infelizmente, a Guarda não é nenhum saco de votos que possa garantir o passeio pelo poder do Partido Socialista.
Após análise ao documento “Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030”, deparamo-nos com uma inexistência do Concelho da Guarda nos planos do Governo para a década que se segue. Nem promessas, nem projetos, nem reconhecimento da potencialidade da Guarda para o desenvolvimento estratégico de Portugal.
António Costa e Silva identifica uma série de concelhos estratégicos para o país, ignorando o tecido social, empresarial e académico do nosso concelho. São exemplos disto o desenvolvimento de um cluster digital no Fundão ou, mais grave ainda, o esquecimento da Guarda como “Autarquia-Laboratório”. Esquece-se do importantíssimo trabalho das IPSS da nossa região, revela um desconhecimento total da composição empresarial do nosso concelho e da sua importância geoestratégica no país e para a Europa. Como se não bastasse, ainda deita por terra qualquer relevância do Instituto Politécnico da Guarda e da sua capacidade formadora e timoneira como motor de desenvolvimento regional.
Fala também de um cluster tecnológico. Menciona-o, mas não o define. Relembramos o Governo de que esta proposta já existe e está em curso. Aliás, já tem nome: Professor Carvalho Rodrigues. No entanto, convidamos o Partido Socialista a associar-se a este projeto apresentado e sufragado, por larga maioria, em 2017.
O Governo esqueceu a Guarda. O Governo esqueceu a nossa região. Mas a JSD não se demite dessa responsabilidade de olhar um país como um todo. Por isso, comprometemo-nos a apresentar um programa estratégico para o desenvolvimento da Guarda, escutando e trabalhando com todos”.

Guarda- Sérgio Costa reage em comunicado

Depois de lhe terem sido retirados os pelouros no Município da Guarda, Sérgio Costa, ex. Vice- Presidente da Guarda, enviou um comunicado, na impossibilidade de ter feito uma conferência de imprensa presencial mas, devido à situação excecional que a nossa região, o nosso País e o Mundo atravessam devido ao Covid-19, ficará para mais à frente.

Face a isso, neste comunicado , reage ao que se passou na última reunião do executivo guardense:”Em meados de 2013, já lá vão quase 7 anos, tive a honra de ser chamado a um grande desafio.

Fazer parte de um projeto novo e ambicioso para a Guarda.

Desde então, sacrifiquei a minha vida pessoal e até familiar em nome da Cidade que há 25 anos me adotou e eu fiz como minha.

Não escondo que a minha satisfação ainda foi maior, porque tal desafio se identificava também com a estratégia do Partido Social Democrata, onde milito há 24 anos.

Primeiro a Guarda e só depois o PSD, era o lema. Isso mesmo me dava força para a minha ação política.

Na semana passada fiquei a saber, não através de qualquer debate interno, mas por decisão unilateral de quem tem poderes legais para isso, que essa minha ação política devia ser interrompida na forma em que vinha a desenvolvê-la em prol da Guarda.

Mas cá continuarei com a mesma dedicação, competência e lealdade com a Guarda no desempenho das minhas funções e sempre a pugnar pelo projeto político iniciado em 2013 e reforçado em 2017.

A minha convicção mantém-se inabalável em relação ao desenvolvimento duma Cidade, dum Concelho e das suas Freguesias e Aldeias.

Os projetos em estudo ou lançados, as obras projetadas ou em execução, terão sempre o meu empenho.

Em todas essas ações, continuarei a dar o meu melhor, na certeza de que os Guardenses devem lembrar que foi este projeto político ambicioso que devolveu o orgulho e autoestima à nossa Capital de Distrito e da Sub-Região Beiras e Serra da Estrela.

Tudo isso não pode ser interrompido, diria mesmo, não pode parar, quaisquer que sejam as circunstâncias políticas do momento.

Ver nascer amanhã esse grande projeto estruturante que é os Passadiços do Mondego, a Pedovia/ Ciclovia da Cidade, a implementação do Projeto Guarda Cidade LED e da Rede de Fibra Ótica no Concelho, iniciar depois o Centro de Exposições Transfronteiriço que tem parte do seu financiamento assegurado pelos Fundos Comunitários, requalificar a Praça Velha ou lançar o Centro Tecnológico Professor Fernando Carvalho Rodrigues.

Mas concluir também a Revisão do Plano Diretor Municipal e a execução dos Planos de Investimento apresentados nas últimas Conferências da Guarda, onde se incluem os vários projetos de Reabilitação Urbana da Cidade através do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano, as redes de abastecimento de água e saneamento das Aldeias do Concelho, a requalificação da rede viária da Cidade e das Freguesias, os Espaços Verdes e os demais Espaços Públicos a requalificar, bem como a reabilitação do Centro Histórico, num montante superior a 40 milhões de euros.

Olhar hoje para a Plataforma Logística com o Parque TIR que nos orgulha e projetá-lo para o futuro, o apoio técnico e político sempre próximo e discreto a toda a atividade do Mundo Empresarial, o desenvolvimento do Terminal Rodoferroviário, o Combate às Alterações Climáticas, sem esquecer o grande desafio de continuarmos a recuperação ambiental dos rios Diz e Noéme e a potencialização turística dos seus Trilhos.

Também sempre presente a Proteção Civil e Segurança de todos os Cidadãos e seus bens, a Defesa da Floresta, tal como o bem-estar animal com a requalificação e ampliação em curso do Centro de Recolha Oficial de Animais Errantes da Guarda (canil/ gatil).

Mas nunca, em circunstância alguma, abandonaremos a luta tantas vezes travada pela execução das Variantes da Sequeira e dos Galegos (constatando-se já a conclusão da variante do Barracão) e da requalificação dos Acessos à Estação de Caminhos de Ferro e ao Terminal Rodoferroviário, onde se inclui a Av. São Miguel e zona envolvente, tal como a Rua da Treija (cujos projetos estão prontos para lançamento da obra), asseguradas com os protocolos estabelecidos com a IP – Infraestruturas de Portugal, bem como a execução e o grande sonho que deve transformar-se em realidade, que é a Variante dos F ́s (ex Ti Joaquina), também com o projeto já finalizado e a aguardar o lançamento do concurso da empreitada.Em suma, nunca deixarei de estar onde sempre estive.

Solidário e empenhado numa Cidade mais atrativa e com as suas Freguesias e Aldeias mais bonitas e com mais qualidade de vida.

Foi sempre em nome de tudo isto que trabalhei como Vereador a tempo inteiro e mais recentemente também como Vice-Presidente da Câmara Municipal.

Foi um orgulho muito grande servir a Guarda nestas funções que agora me foram retiradas.

Mas isso não faz abalar as minhas convicções, nem tão pouco a minha determinação.

Na Democracia e no meu próprio Partido, aprendi há muito que se pode servir no Poder ou na Oposição.

Comigo nesta nova fase, nem de uma maneira nem de outra. Apenas e só em prol dos projetos, das obras e das ações que visem aqueles princípios que nortearam a ação política desde 2013 e sempre com espírito de missão. Essa minha missão também não acabou.

E quero deixar muito claro que, tal como ouvi há quase 7 anos e me marcou, nunca hesitarei em colocar a Guarda acima de quaisquer interesses pessoais ou político-partidários.

É esse princípio que norteará toda a política a partir de agora. Nunca o meu lugar de Vereador. Esse será instrumental para que possa continuar a trabalhar até ao limite das minhas forças naquilo que a todos deve unir, ou seja, a Guarda.

É essa a minha responsabilidade.Irei assumi-la sempre e sabemos que na Democracia é mesmo assim.

Os partidos políticos, os grupos de cidadãos e cada um de nós individualmente assume a responsabilidade das suas decisões e o Povo com a sua soberania e inteligência julga sempre bem.

Quero terminar com uma palavra de agradecimento a todos quantos me ajudaram neste caminho que percorri até aqui, na certeza de que há ainda muito caminho a percorrer pela nossa Cidade e pelas nossas Freguesias e Aldeias.

Uma palavra final que também é devida ao meu Partido.Simplesmente obrigado”.

Assim Sérgio Costa vai continuar a trabalhar em prol da Guarda, agora nas funções de vereador.

 

Comissão Política Distrital do PSD Guarda reage em comunicado sobre a coesão territorial

Em comunicado , o Comissão Política Distrital do PSD Guarda referiu:” O PS, o Governo e esquerda parlamentar, fingem ser sérios quando é a brincar, e não são sérios quando é a sério.

Nos programas, nas promessas e nas palavras, dizem-se acérrimos defensores da coesão e do equilíbrio territorial.

Nas ações, nas políticas e nas decisões, são um flop, uma desilusão, uns artífices que ostracizam, esquecem e indignam grande parte do Interior do país.

O que interessa ter uns gabinetes na Guarda para a secretaria de estado, num ato de mera simulação em  que é lá que se tratam as questões da ação social; o que interessa ter em Bragança ou em Castelo Branco outras estruturas governativas que dão ideia que é desta que a valorização do território não passa de uma gigantesca balela; o que interessa que a atual Ministra do Trabalho e da Segurança Social tenha jurado lealdade à Guarda enquanto cabeça de lista a deputada na AR por este círculo; o que interessa termos a Ministra da Coesão Territorial  a intitular-se ‘embaixadora’ da redução das portagens e uma  fiel representante desta região, que é a sua; o que interessa o povo ter eleito dois deputados do PS para a AR para defenderem os interesses das regiões e das suas populações; o que interessa tudo isto, e muito mais, se na primeira oportunidade toda esta gente mete a viola no saco e não quer saber da região para nada!?

Estes responsáveis políticos, coadjuvados pela hipocrisia  política e pela incoerência dos representantes do PCP e do BE, acabaram de dizer ao país, com o seu voto contra, que não querem que nas ex-scut (A23, A24, e A 25, entre outras), os portugueses do interior – aqueles que resistem estoicamente a uma série de adversidades -, não devem pagar menos 50% de portagens (75% em carros elétricos), nem devem beneficiar de 50% de redução do preço dos comboios, como já acontece nas grandes áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto.

É assim, com os pés, com desprezo e indiferença, que a esquerda parlamentar e o governo tratam uma grande parte da população, que também trabalha, também paga impostos, também tem direito à mobilidade e também deve ter as mesmas oportunidades daquela que vive noutras paragens.

O PSD nunca se vergará a esta brutal injustiça e discriminação e tudo fará para que ela se inverta, preparando outras iniciativas que, não tarda, vão uma vez mais, fazer cair a máscara a quem diz uma coisa e faz outra, sem nenhum tipo de pudor, de auto-crítica  e de respeito pelas nossas gentes.

 

PSD Guarda reage em comunicado

O PSD Guarda em comunicado refere que o Governo teve 4 anos para fazer muito pelo Distrito da Guarda e pelo Interior do país.

Viveu com a maior receita fiscal de sempre, beneficiou de uma procura turística ímpar e nunca pagou uma taxa tão baixa pelos juros da divida pública.

Apesar disto, nada fez que se visse. A coesão territorial, com que tantas vezes encheu a boca, não passou de uma miragem. A nossa região está mais desigual e mais distante das outras, especialmente daquelas onde os votos contam mais!

Agora que chegam as eleições, saiu em força da sua toca e, travestindo-se de Partido Socialista, desatou a fazer promessas de melhores dias e de realizações que ninguém sabe bem o que são e que riqueza ou empregos criam no Distrito da Guarda.

Sem nenhum respeito pelos cidadãos, que à margem desta fanfarronice pré-eleitoral, sofrem e fazem das tripas coração para não serem arrastados pela debandada de gente que silenciosamente vai fulminando o nosso futuro, um batalhão de governantes veio ontem para as nossas bandas em campanha paga com o dinheiro de todos nós, fazer dos Guardenses uns seres menores.

De uma assentada, surgiu em cortejo na Beira para anunciar a futura instalação de um arquivo – morto – do registo automóvel (na Guarda), um alojamento de backups da rede informática do Governo (em Seia) e a elaboração de um projeto para rentabilização da zona de fronteira para requalificar o parque TIR (em Vilar Formoso).

Parece fartura, mas, bem vistas as coisas, tudo não passa de proclamações de experiências, projetos piloto ou desejos futuros, que depois de 6 de outubro têm uma enorme probabilidade de ficar retidos no esquecimento ou remetidos para as calendas se, para mal dos nossos pecados, os mesmos atores se perpetuarem no poder.

Diz o Povo que ‘com festas e com bolos se enganam os tolos’, mas bem pode o Governo prometer o que entender que já ninguém de boa fé e com o juízo perfeito acredita nestes festins.

Ao contrário do que devia, se quisesse verdadeiramente valorizar o interior e o Distrito, o Governo não fazia anúncios, lançava obras.

Como não é isso que genuinamente quer fazer, opta por iludir, enganar e criar expetativas, mesmo com realizações ‘poucochinhas’ que a nada conduzirão, a não ser ao descrédito de alguma classe política que teima em não mudar o seu estilo caduco e bafiento.

É este atrevimento e este descaramento que o PSD não pode deixar de denunciar, lamentado que o nosso distrito seja uma cobaia de balelas, de números de circo ou de mezinhas que não mudam nada no desejado equilíbrio territorial.

Por:CPDPSD

Comissão Política de Secção do PSD Guarda reage em comunicado

Em comunicado  da Comissão Política de Secção do PSD Guarda refere:

Face às notícias vindas a público nos dias de ontem e de hoje sobre processos judiciais
envolvendo a autarquia da Guarda justificam uma reação da
Encaram a presente situação com surpresa e como algo que obviamente não
desejariam estar a viver.
Entendem a atuação da justiça e desejam profundamente que o esclarecimento
cabal destas situações e o apuramento da verdade ocorra de modo célere e sem margem
para quaisquer dúvidas.
Prestam por este meio a  solidariedade ao ex-Presidente da CM Guarda Dr.
Álvaro Amaro, ao atual Presidente da CM Guarda Dr. Carlos Chaves Monteiro e a todos
os demais eleitos na CM Guarda.
Confiam no caráter e honestidade política e pessoal de cada um deles e acreditam
que em devido tempo se fará luz sobre estes factos, sendo certo que não é nesta sede
que cabe contestá-los e sim, apenas e tão só, em sede judicial.
Este não é também o momento para se tirar ilações políticas de factos respeitantes a
processos judiciais.
O projeto político amplamente sufragado nas eleições de 2017 mantém-se atual e é cada
vez mais importante prosseguir no sentido da sua concretização.

A enorme transformação ocorrida no concelho da Guarda nos últimos 6 anos não pode abrandar,
pelo contrário tem que acelerar com a colocação em marcha dos grandes projetos em
que os guardenses apostaram.
Com toda a serenidade e sentido de responsabilidade repudiam qualquer tentativa de
julgamento público antecipado tendo sempre presente o princípio da presunção de
inocência.

Por: CPDPSDG

PSD lança comunicado “Com a Saúde não se Brinca”

Em comunicado , o PSD refere: A saúde na Guarda está como se sabe. Com uma carência nunca vista de médicos, enfermeiros e auxiliares, com um orçamento em 2019 quase 5 milhões de € inferior a 2018, com um corte de material de consumo clinico em 2,4 milhões, com uma divida crescente aos Bombeiros do Distrito, com enceramento de camas por falta de pessoal, com os serviços de otorrino, de ortopedia e gastroenterologia a funcionarem aos repelões e sem dignidade, com exames de endoscopia e colonoscopia atirados para as calendas e com consultas a demorarem tempos indignos de 2 e 3 anos.

Apesar desta vergonha, que devia ser assumida pelo Governo com um pedido de desculpas e com soluções eficazes, o Dr. Costa e a Dra. Temido brincam com os Guardenses e vêm a dias das eleições europeias e poucos meses das eleições legislativas querer enganar as nossas gentes com mais um número de circo.

Andaram quase três anos sem mexer uma palha e não anunciaram nem um tijolo para o Pavilhão 5 (onde é suposto passar a funcionar o bloco de partos, os serviços de obstetrícia, pediatria e ginecologia).

Foi preciso o cabeça de lista do PSD Paulo Rangel visitar o Hospital da Guarda na passada 6ª feira (dia 17 de Maio) e os deputados na AR terem interpelado por escrito já em 27/02/2019 a Ministra da Saúde sobre o que queria, como queria e quando queria fazer algo relativamente a essa obra – sem que ela se tenha dignado responder – para surgir o forrobodó e o desaforo do costume.

Soube-se hoje que o que antes não foi, agora é que vai ser…

Não se enganem.

Não é nenhuma obra nem nenhum concurso para a tão desejada construção do Pavilhão.

É, se bem se percebeu, uma espécie de tiro de pólvora seca, é apenas um anúncio de que a ULS tem autorização para prosseguir com o projeto e para o estabilizar, sem que se saiba ao certo o que isto é.

Diz o deputado da AR eleito pelo PS que estará estabelecido o programa funcional e o perfil assistencial das novas instalações para se fazer a sua apreciação final.

Ou seja, com uma pompa que já enfastia, com um atrevimento que já ninguém suporta, com um malabarismo que tresanda, anuncia-se hoje algo que antes já estava estabilizado e que este Governo rejeitou, reprovando pela mão da CCDRC a candidatura antes apresentada pela ULS.

Para bom entendedor, meia palavra basta. Criam-se mais uma vez expetativas, constrói-se mais uma fake news, anestesiam-se mais alguns que teimam em ter esperança, pisca-se o olho aos eleitores e daqui a uns anos estamos na mesma, isto é, sem obra.

Nada se garante, pouco se avança e muito se engana, ao bom estilo da política da terra queimada, aquela que descredibiliza e que faz crescer a abstenção e a repulsa por quem assim procede.

Mais lá para a frente, antes de Outubro, virá mais um fogacho qualquer para manter a chama viva.

Depois tudo voltará a gelar e cristalizar e o Pavilhão 5 dificilmente passará de uma miragem com este Governo socialista.

Vai uma aposta?

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