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Federação Distrital da Guarda do Partido Socialista lançou comunicado a felicitar o Governo

TRÊS ANOS DE GOVERNO PS: TRÊS ANOS A RECUPERAR A CONFIANÇA E A DEVOLVER A ESPERANÇA AOS PORTUGUESES

A Federação Distrital da Guarda do Partido Socialista felicita o Governo do PS, liderado por António Costa, pelos três anos de excelente exercício da governação, que culminaram com a aprovação do Orçamento do Estado para 2019. Ao longo destes primeiros três anos da Legislatura, o Governo Socialista: promoveu uma sociedade mais justa e um Estado mais eficiente; dotou os serviços públicos de maior qualidade e de maior alcance; e contribuiu para o aparecimento de uma economia mais versátil e competitiva.

O Governo de António Costa foi capaz de conciliar o que, até então, parecia inconciliável: o desenvolvimento económico e social do País e a melhoria da qualidade de vida dos Portugueses, por um lado; com o equilíbrio das contas públicas e o cumprimento das obrigações financeiras do Estado, por outro. Com efeito, foi possível reduzir o défice e a dívida sem cortar nos salários, nas pensões e no investimento público, nem aumentar a carga fiscal sobre as famílias e as empresas.

Nestes últimos três anos, Portugal ganhou notoriedade internacional enquanto bom exemplo de recuperação da crise económico-financeira sem recurso a políticas de austeridade excessiva. Lembremos que até 2015, com o PSD e o CDS no Governo, Portugal foi um exemplo elucidativo precisamente do contrário: guiados pelo devaneio ideológico do “ir além da Troika” do anterior Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, a austeridade excessiva conduziu ao empobrecimento das famílias e à estagnação económica do País.

Nos últimos três anos, o aumento do investimento público e a reposição dos rendimentos por parte do executivo liderado por António Costa não impediu o País de garantir o equilíbrio das contas públicas. Bem pelo contrário: em 2017, Portugal registou o défice mais baixo da História da Democracia Portuguesa. O amplo reconhecimento internacional pelo excelente desempenho do Governo Socialista em matéria de contas públicas foi coroado com a escolha de Mário Centeno, Ministro das Finanças, para Presidente do Eurogrupo. Desde dezembro de 2017, é o Ministro das Finanças de Portugal que preside à coletividade de ministros das finanças dos Estados-Membros cuja moeda oficial é o Euro e que tem como função primordial a coordenação de políticas económico-financeiras.

A última prova de que as políticas de aumento de investimento público do Governo Socialista não comprometem a saúde das finanças públicas chegará dentro de dias: Portugal vai proceder ao pagamento antecipado da sua dívida ao FMI até ao final de 2018, virando definitivamente a página de um dos períodos mais negativos da nossa história recente e reforçando ainda mais a credibilidade externa do nosso País.

O aumento do investimento público, o alívio da carga fiscal sobre as famílias e as empresas e a reposição dos rendimentos favoreceu o surgimento de um clima de crescimento económico altamente favorável: surgiram novas empresas; muitas das empresas a operar no País expandiram os seus planos de negócios; as exportações aumentaram; criaram-se mais de 340 mil novos postos de trabalho; o desemprego baixou de 12,4% (em 2015) para 6,7%; e reduziu-se significativamente o trabalho precário. Com o Governo Socialista de António Costa registaram-se os maiores crescimentos da economia portuguesa deste século, tendo o nosso País registado crescimentos acima da média europeia em 2017 e 2018.

Em 2017, o nosso País reverteu o saldo migratório, com o número de imigrantes a superar o dos emigrantes pela primeira vez desde 2011. Para este saldo migratório positivo contribuiu de forma decisiva o regresso ao País de muitos dos cerca de 500 mil emigrantes que deixaram o País entre 2010 e 2015. Aumentaram as contratações de profissionais no âmbito dos serviços públicos, destacando-se o Serviço Nacional de Saúde (8 500 profissionais) e as Escolas Públicas (9 500 profissionais). Iniciou-se o descongelamento das carreiras na função pública e a sustentabilidade da Segurança Social foi reforçada por mais 19 anos em relação a 2015.

No que respeita ao Interior e ao Distrito da Guarda, importa sublinhar que foi este Governo Socialista que, em apenas três anos de governação, encontrou soluções estruturantes para reivindicações antigas das nossas populações, reivindicações que o anterior Governo PSD-CDS foi incapaz de resolver.

Foi o Governo Socialista de António Costa que deu início à conclusão da Linha da Beira Baixa.

Foi o Governo Socialista de António Costa que deu início à beneficiação da Linha da Beira Alta.

Foi o Governo Socialista de António Costa que avançou com o Interposto Ferroviário de Mercadorias na Guarda.

Foi o Governo Socialista de António Costa que encontrou uma solução para a requalificação e reabertura do Hotel Turismo na Guarda.

Foi o Governo Socialista de António Costa que, na recente remodelação do Governo, criou uma Secretaria de Estado para a Valorização do Interior, reiterando, assim, o seu compromisso com a coesão territorial e uma atenção especial aos territórios que denotam menores desenvolvimento económico e densidade populacional.

De resto, não há memória de um Governo tão presente no Distrito como o atual. A este respeito, bastará lembrar apenas que, em três anos de governação, António Costa visitou a capital de distrito outras tantas vezes (inauguração da FIT, em 2016, e, já em 2018, visita à obra de construção da concordância das Linhas da Beira Alta e da Beira Baixa e assinatura do contrato de incentivos fiscais à Coficab).

O Orçamento do Estado para 2019 dá continuidade a esta atuação governativa de excelência e referenciada internacionalmente. Com efeito, no próximo ano, continuaremos a assistir à redução do défice, à diminuição da dívida, à descida do desemprego, ao reforço do investimento público, ao incentivo ao investimento privado e ao aumento das exportações. As famílias conhecerão um novo alívio fiscal, passando a pagar menos mil milhões de euros de IRS do que pagavam em 2015, e beneficiarão de uma redução das despesas com transportes e energia. Também as empresas beneficiarão de um alívio fiscal, com o fim do PEC (Pagamento Especial por Conta). Na educação, a gratuitidade dos manuais escolares será alargada a todos os níveis da escolaridade obrigatória, ou seja, até ao 12.º ano, e a propina máxima praticada nas universidades e institutos politécnicos conhecerá uma redução de mais de duzentos euros. O Serviço Nacional de Saúde, por seu turno, terá um reforço de investimento na ordem dos 500 milhões de euros.

No que respeita ao Interior e ao Distrito da Guarda, tudo aponta para que o próximo ano seja um ano de decisões estruturantes em várias áreas. Entre outras medidas de beneficiação do Interior, direcionadas sobretudo para a atração de investimento e fixação de pessoas, o Orçamento do Estado para 2019 prevê 1700 milhões de euros para o desenvolvimento do tecido empresarial nestes territórios, concede benefícios fiscais aos estudantes de instituições de ensino superior localizados no Interior e reduz o IRC para as empresas aqui sediadas ou que se decidam deslocalizar para cá.

Partilhamos ainda a convicção de que num futuro muito próximo teremos também soluções estruturantes no que respeita à ULS da Guarda e às portagens. Neste momento existe o compromisso do Governo com a construção do Pavilhão N.º 5 que acolherá o Departamento da Mulher e da Criança (parte integrante da Segunda Fase do Hospital da Guarda que foi cancelada pelo anterior Governo PSD/CDS) e a posição inequívoca de um membro do Governo, o Secretário de Estado da Valorização do Interior, João Catarino, sobre a necessidade de se avançar com a abolição das portagens nos territórios de mais baixa densidade populacional.

A pouco menos de um ano das próximas eleições legislativas, a incapacidade das forças políticas do centro-direita e da direita conseguirem apresentar uma alternativa de governação credível pode ser entendida, em grande medida, como uma consequência da enorme competência que o atual Governo Socialista já provou em toda a linha, recuperando a confiança dos Portugueses e devolvendo-lhes a esperança num presente e futuros melhores.

Esse mesmo Governo Socialista que já provou ser amigo do Interior e da Guarda. De resto, as provas continuam a chegar. As mais recentes datam precisamente do final do passado mês de novembro: a escolha da Guarda para acolher a cimeira Luso-Espanhola em junho de 2019 e a criação na capital de Distrito do Centro Nacional para a Educação Rodoviária.

Duas decisões do Governo Socialista liderado por António Costa que a Guarda agradece e das quais saberá, com certeza, tirar o devido proveito.

CDS/PP lançou comunicado sobre despedimentos na Dura Automotive

Em comunicado à nossa redação, o CDS/PP questiona o Governo.

CDS questiona Governo sobre despedimentos na Dura Automotive

Os deputados do CDS-PP João Rebelo e Hélder Amaral questionaram hoje o Ministro Adjunto e da Economia sobre o despedimento de 40 trabalhadores da Dura Automotive e a alegada deslocalização da empresa.

João Rebelo e Hélder Amaral querem saber se o ministro tem conhecimento da situação e se confirma o despedimento de 40 trabalhadores e o início de uma segunda fase de despedimento coletivo na empresa.

Depois questionam a tutela sobre se há alguma possibilidade de recuperação da empresa de modo a garantir a manutenção dos postos de trabalho, fundamentais para a região, e se o Governo já tomou, ou vai tomar, alguma medida nesse sentido.

A extinção de uma das linhas de produção da Dura Automotive – Indústria de componentes para automóveis, Lda., multinacional instalada em Vila Cortes do Mondego, no concelho da Guarda, levou recentemente ao despedimento de 40 trabalhadores, dos quais 20 pertenciam ao quadro permanente.

A Dura Automotive é uma empresa de fabrico de acessórios e outros componentes para automóveis que, de acordo com informações chegadas ao Grupo Parlamentar do CDS-PP, estará alegadamente em vias de deslocalizar a sua produção para outras unidades do grupo fora de Portugal.

Após o despedimento dos 40 trabalhadores, a empresa terá alegadamente iniciado uma segunda fase do processo de despedimento coletivo.

De grande importância no distrito da Guarda, a Dura Automotive foi fundada em 1994 e chegou a empregar entre 200 a 300 trabalhadores, impulsionando muito o emprego na região.

A deslocalização da produção para fora do país e o consequente despedimento coletivo seria uma enorme machadada na economia da região e das famílias envolvidas, tanto mais que se trata de uma zona do interior.

No recentemente aprovado Programa de Valorização do Interior, o Governo afirma pretender assegurar que os esforços externos de atração de investimento para Portugal possam também ter uma visibilidade maior relativamente aos territórios do interior.

Assim, o CDS-PP entende ser pertinente obter esclarecimentos do Governo relativamente à situação da Dura Automotive.

 

PSD/Mangualde lançou comunicado

Assim deixamos um comunicado que nos chegou á redação por parte do PSD de Mangualde:

Câmara de Mangualde deixa prescrever quase 90 mil euros em dívidas de água!
Depois do caos provocado pelo início do ano letivo e pelas obras de requalificação do Pavilhão Municipal, que demonstrou a falta de empenho do executivo camarário em resolver problemas prementes no concelho, é com desagrado que os mangualdenses têm conhecimento que em Mangualde, na hora de cobrar dívidas de água, o município cobra apenas a alguns.
Na verdade, desde 2012 que estas benesses se iniciaram. O critério para a escolha de quem paga e quem não paga ninguém sabe, nem têm como saber uma vez que tal critério não pode existir. A consequência desta forma de gerir o dinheiro dos mangualdenses traduz-se, até à data, num prejuízo para a Câmara de cerca de NOVENTA MIL EUROS. Valor que neste momento é incobrável porque o prazo para se exigir o pagamento já passou, ou seja, as dívidas prescreveram. E continuam a prescrever, pois a situação mantém-se sem que nada seja feito. Já por diversas vezes o PSD interpelou o executivo camarário por forma a ser corrigida esta situação, mas nada foi feito. O descaso a que se assiste por parte da câmara para com esta questão traduz-se numa injustiça social para com muitos mangualdenses. Nomeadamente para com aqueles que deixam quase a totalidade do que recebem na farmácia mas que, ainda assim, pagam mensalmente a factura da água que a câmara lhes envia. Pagam sem que esperem que os responsáveis pela governação de Mangualde lhes venham dizer que este mês foi decidido por uma entidade (que ninguém conhece) que as dívidas da água não seriam cobradas nos próximos seis meses, logo não têm que se preocupar com mais esta conta. E não só não são cobradas as dívidas como o fornecimento de água não é cortado.
Noventa mil euros que poderiam ter servido para ajudar pessoas que comprovadamente têm dificuldades económicas, mas que foram jogados pela janela por “distração” do executivo camarário.
O PSD não pode compactuar com esta discriminação para com o povo de Mangualde, principalmente para com aqueles que verdadeiramente necessitam da ajuda da Câmara e, por tal, tudo fará para ver corrigida esta injustiça.
Por:PSD/Mangualde

PS Guarda satisfeito pela 30ª Cimeira Ibérica na Guarda

30ª Cimeira Ibérica – Guarda 2019

A Comissão Política Concelhia da Guarda do Partido Socialista saúda a decisão do Governo de marcar para a cidade da Guarda a realização da próxima Cimeira Ibérica, que terá lugar em junho do próximo ano. Uma decisão que honra o compromisso firmado entre o primeiro-ministro de Portugal e o primeiro-ministro de Espanha, esta semana em Valladolid, ao colocarem a cooperação transfronteiriça ao serviço de uma estratégia comum contra o despovoamento que se acentua em ambos os lados da fronteira.

O primeiro-ministro António Costa mostra, com a decisão da escolha da Guarda para a próxima bilateral entre Portugal e Espanha, que as políticas de valorização e promoção do interior são concretas e não um exercício de retórica. Aos Governos do Partido Socialista se devem as obras nas linhas da Beira-Baixa e Beira-Alta que colocarão a Guarda no centro de um importante eixo ferroviário. Foram igualmente Governos do PS que trouxeram as Autoestradas A25 e A23; o novo Hospital ou a solução para o Hotel Turismo.

A Guarda continua no centro do vulcão de uma nova vaga de políticas que querem puxar pelos territórios do interior. A nível local, nós cá estaremos para enaltecer as boas decisões mas também para exigir mais e melhor, com base em trabalho atento e contínuo, sem alaridos ou falsas vitórias.

Por:CPG/PS

PSD lança comunicado sobre cimeira Luso-espanhola 2019

A POLÍTICA DAS CAVERNAS DO PS DISTRITAL
A Guarda vai, uma vez mais, estar no centro das atenções em Junho de 2019. A cimeira Luso-espanhola, que junta os dois Primeiros Ministros dos dois países, vai realizar-se na cidade.
Trata-se de uma iniciativa com envergadura, com uma enorme importância estratégica, com mediatismo e com uma visibilidade que transporta esta capital de distrito para a vanguarda Ibérica. Com a sua opção, o Estado Português honrou e valorizou o nosso território, reconheceu a sua centralidade transfronteiriça e elegeu-o como vital na definição de políticas de crescimento partilhadas com Espanha, sem as quais dificilmente o país avançará.
Não houve ninguém sensato, que não estivesse aprisionado por cavernícolos sentimentos tiffosi e de facção, aqueles que já não se usam e que só desprestigiam e desfeiam a ação política, que não aceitasse com humildade e com justiça que o impulsionador e o fazedor desta conquista foi o Presidente da Câmara da Guarda.
A RTP noticias deu ontem nota que ‘na semana passada o Presidente da Câmara da Guarda escreveu ao Primeiro Ministro a sugerir que a cimeira fosse realizada naquela cidade’
A Radio F anunciou também que os insuspeitos (nesta matéria) ‘vereadores do PS na Câmara da Guarda aplaudem a ideia da maioria PSD, que já sugeriu, por carta, ao PM que a cimeira seja realizada na Guarda’.
Segundo o jornal DN, a própria concelhia do PS da Guarda, reconhecendo esta evidência e não querendo branqueá-la nem apoucá-la, saudou a realização da cimeira e assumiu que ‘a nível local nós cá estaremos para enaltecer as boas decisões’.
O PS distrital, em comunicado que divulgou, só mexeu uma palha para estar nos antípodas.
Num arrazoado sem sentido, revelou uma ingratidão a toda a prova e procurou atribuir medalhas a quem as não merece, chamando para si e para um eleito seu mérito a que não tem direito. Chama-se a isto política de terra queimada, que no século passado produzia alguns frutos, mas que hoje, já putrefacta, não convence ninguém.
Esta estrutura nem sequer respeitou os seus vereadores, que optaram justamente por dar ‘o seu a seu dono’, bem percebendo que não é com truques e artifícios que se dignificam os partidos e a política.
Ao PSD só resta pagar o bem com o bem, congratulando-se quer com a visão e a capacidade de antecipação de quem pediu para que a cimeira tivesse lugar na Guarda, quer com a coragem e o reconhecimento de quem decidiu cá organizá-la.

Por:PSD Guarda

CDS quer lista de infraestruturas de risco e plano de segurança associado a cada uma delas

Segundo comunicado do CDS-PP, os seus deputados querem saber quais as infraestruturas de risco existentes no país.

Numa pergunta cuja primeira subscritora é Assunção Cristas, secundada por todo o Grupo Parlamentar, os deputados do CDS questionam:

  1. O Ministério do Planeamento e das Infraestruturas tem na sua posse uma listagem de infraestruturas de risco, bem como um plano de segurança associado a cada uma delas?
  2. No âmbito da transferência de competências para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais, perspetivada na Lei 59/2018, de 16 de agosto, houve pedidos de ajuda da parte dos municípios? Quais os municípios que o fizeram?

 O Ministério do Planeamento e das Infraestruturas, como o próprio nome indica, tem a tutela das matérias que dizem respeito às infraestruturas, nomeadamente, de acordo com o Decreto-Lei n.º 251-A/2015 de 17 de dezembro (Lei Orgânica do XXI Governo constitucional), no número 1 do artigo 24.º, onde se lê: “O Ministro do Planeamento e das Infraestruturas tem por missão formular, conduzir, executar e avaliar as políticas de desenvolvimento e coesão, incluindo o desenvolvimento regional, bem como a definição de políticas de infraestruturas, nas áreas da construção, do imobiliário, dos transportes e das comunicações, incluindo a regulação dos contratos públicos”.

O Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) é uma entidade que está na alçada do Ministério do Planeamento e das Infraestruturas e que tem por atribuição, de acordo com a alínea b), número 2, do artigo 3.º do Decreto-Lei 157/2012, de 18 de julho, “Estudar e observar o comportamento das obras, com vista a informar acerca das suas condições de segurança e de durabilidade, e pronunciar-se sobre estudos com os mesmos objetivos”.

O LNEC é também, de acordo com a sua missão, a entidade nacional a quem compete: “[…] promover a investigação científica e o desenvolvimento tecnológico, bem como outras atividades científicas e técnicas necessárias ao progresso e à boa prática da engenharia civil, exercendo a sua ação, fundamentalmente, nos domínios da construção e obras públicas, da habitação e urbanismo, do ambiente, da gestão dos riscos, da indústria dos materiais, componentes e outros produtos para a construção e em áreas afins, visando a sua atividade, essencialmente, a qualidade e a segurança das obras, a proteção e a reabilitação do património natural e construído, bem como a modernização e inovação tecnológicas do setor da construção”.

Ao longo dos últimos anos uma série de infraestruturas que inicialmente eram detidas pelo Estado, por acordo com os municípios, passaram a integrar o património municipal.

A transferência desse património levou, em muitos dos casos, a que também as obrigações de manutenção fossem transferidas.

Com a transferência de competências para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais, perspetivada na Lei 59/2018, de 16 de agosto, muitas serão as infraestruturas que certamente transitarão para a esfera municipal.

 

Comunicado da CP do PSD de Mangualde

Numa reunião que decorreu no passado sábado dia seis de Outubro de dois mil e dezoito, a comissão política do PSD de Mangualde aprovou por unanimidade retirar a confiança política ao primeiro eleito na Assembleia Municipal da bancada do PSD, Serafim Tavares.
Desde que tomou posse como membro da Assembleia Municipal, o militante do PSD, Serafim Tavares, adoptou uma atitude de distanciamento e repulsão para com o PSD de Mangualde, escusando-se a dialogar e a cooperar com a comissão de política, não contribuindo para a articulação que é necessária no processo de oposição.
A retirada da confiança política vem na sequência de um crescente afastamento e divergência deste membro face face à orientação política definida pela comissão política do partido. Esta comissão política tentou desde cedo solucionar o problema, promovendo reuniões, que se vieram revelar sem sucesso. Os constantes comportamentos inadequados com a comissão política e com membros da Assembleia Municipal do PSD não podiam passar despercebidos e sem qualquer consequência, atingindo o ponto de rutura.
Sendo ele proprietário do Jornal Renascimento, bloqueou sucessivamente vários comunicados enviados por email desta Comissão Política, que foram arquivados sem serem publicados.
O PSD não esquece também, o comportamento inadequado e inusitado na última campanha autárquica, fazendo a candidatura à Assembleia Municial à margem da candidatura à Câmara Municipal, prejudicando todas as candidaturas do partido. Após esta falta de disciplina partidária, não restou outra alternativa que não fosse a retirada da confiança política.
Esta decisão dos órgãos concelhios, envolveu a auscultação de diversos militantes, simpatizantes e foi comunicada em plenário concelhio ocorrido no dia vinte e sete de Outubro.
No entanto, aproveitamos para renovar e reiterar a nossa confiança e apoio para com os 4 membros da Assembleia Municipal (Catarina Lourenço, Miguel Sousa, Gabriel Sousa e Filipe Pinto).
Comissão Política de Secção PSD Mangualde

PS Guarda agradeceu ao Joaquim Carreira

Um comunicado emitido pela  Concelhia do Partido Socialista da Guarda onde agradece ao Arquiteto Joaquim Carreira todo o empenho, determinação, abnegação e conhecimento que dispensou à causa pública e ao Partido Socialista, sempre pela Guarda e para a Guarda, enquanto Líder Parlamentar e Deputado Municipal.

“Não podemos esquecer a dura batalha travada enquanto Vereador da Oposição durante 4 anos, nos quais foi a voz do Partido Socialista no Concelho da Guarda em defesa dos interesses da comunidade e da sua cidade”, referiu Agostinho Gonçalves, líder da concelhia.

Atentos os motivos invocados (leia-se profissionais), os quais nos merecem o máximo respeito, compreendemos a posição tomada (suspensão do mandato de Deputado Municipal), na certeza de que assim que tal circunstância cesse, contaremos, novamente, com a sua presença na Assembleia Municipal da Guarda.

Pela sua seriedade e retidão, o Camarada Joaquim Carreira é um exemplo de militância, com quem o Partido Socialista conta nas “batalhas” políticas que tem pela frente.

A Concelhia do Partido Socialista da Guarda reitera o agradecimento pelo seu desempenho enquanto Vereador, Líder da Bancada Parlamentar e Deputado Municipal.

Por:Concelhia PS Guarda

 

O Centro de Mangualde do Grupo PSA reafirma o seu compromisso com a igualdade de oportunidades

Como membro integrante do Fórum Português de Empresas para a Igualdade de Género (IGEN) e alinhada com a política de responsabilidade social do Groupe PSA, o Centro de Mangualde reafirma o seu compromisso permanente em desenvolver políticas a favor da igualdade de oportunidades, como refere o comunicado.

 O Dia Internacional da Mulher comemora-se na empresa há já vários anos. Este ano, as atividades desenvolvidas foram baseadas no slogan “Sim à diferença, não à desigualdade”, lembrando que, o reconhecimento dos talentos deve ser feito pela competência dos colaboradores e não pela diferença de género.

A nível institucional, foi realizado um encontro de alguns elementos da direção do Groupe PSA com as managers de Mangualde, que tiveram a oportunidade de partilhar a sua trajetória profissional, assim como os desafios que enfrentam nas suas distintas atividades.

Liliana Ribeiro, é responsável de um dos setores da empresa e achou a iniciativa muito interessante: “Este encontro permitiu-me partilhar com a direção do Groupe PSA que os dois momentos mais importantes da minha carreira profissional foram exatamente na fase de maternidade: fui nomeada responsável quando estava grávida e passei a efetiva quando estava em licença de maternidade.”

Neste dia de reflexão, a par desta iniciativa, foram promovidas outras ações no centro de Mangualde que não deixam esquecer o propósito da comemoração desta data: um encontro do Diretor com algumas colaboradoras de vários setores; uma lembrança a todas as mulheres PSA; um SMS com uma frase alusiva ao tema e um vídeo institucional, que pode ser visto através da ligação: https://youtu.be/GAzX8wpk8q0

Durante o ano, a PSA Mangualde irá assinalar outros dias comemorativos, com base na política de responsabilidade social da empresa, e em virtude dos seus compromissos públicos de respeito dos direitos humanos, diversidade e igualdade de oportunidades, assim como assinante do Pacto Mundial das Nações Unidas, pioneiro no setor automóvel.

Por:Grupo PSA

AF Guarda com gesto de solidariedade–Minuto de silêncio em todos os jogos

Comunicado

A Direção da Associação de Futebol da Guarda em reunião de 17-10-2017, analisou com grande consternação os efeitos provocados pelos incêndios nomeadamente na nossa região, com perdas de vidas Humanas em algumas situações familiares ou amigos de dirigentes ou praticantes de nossos associados, para alem da perca de seus bens essenciais de vários familiares da nossa comunidade.
Maior tragédia teria acontecido se não fosse os Bravos Soldados da Paz os Bombeiros, que com a sua coragem impediram males ainda maiores.
PARA ELES A NOSSA HOMENAGEM, e a manifestação da nossa disponibilidade para colaborarmos em qualquer iniciativa dentro do nosso âmbito para que sejamos convidados.
Não deixamos de nos congratular com os nossos associados que se resguardaram de males maiores não arriscando deslocações que poderiam acabar em tragédia.
Porque nestas situações há sempre personalidades com falta de sentido de responsabilidade e sensibilidade, lamentar uma ínfima minoria que não mediu o tamanho das suas palavras e seus atos.
Mas sabemos a esmagadora maioria das pessoas ligadas ao futebol distrital estão solidárias com os que sofrem.
Decidiu ainda esta Direção que seja guardado um minuto de silêncio em todos os jogos por nós organizados no próximo fim de semana como manifestação da nossa solidariedade com os que sofrem e a nossa homenagem aos que nos deixaram.

Por:AFG

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