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Covid-19- Aumento galopante de casos na região é preocupante

Qual a explicação para o grande aumento de casos?

Neste mês de janeiro temos assistido a um grande aumento galopante de casos quer no distrito da Guarda ou Distrito de Viseu, as entidades competentes de saúde acham que foi o Natal, Passagem de Ano , será que foi?

Uma coisa é certa, na área de abrangência da ULS Guarda nestes  dias aumentaram mais de seiscentos novos casos, aliás, claro a desculpa é dos Lares.

Decerto uma quota parte tem a ver com os Lares, mas ficam as questões como lá entrou?

Mas como todos sabemos isto é , um círculo, os lares de facto têm um grande número de casos ativos e oxalá a vacina que já está a ser distribuída na região possa rapidamente chegar a todos, mas uma coisa é certa, temos localidades de pequena densidade populacional que temos famílias inteiras isoladas, isto significa que , a economia vai sofrer muito.

Agora pelo que vimos, as escolas vão laborar a todo gás a partir de segunda -feira em toda a parte, será que não vai ser um passo atrás, uma vez que existem muitos alunos e algum pessoal docente e não docente em isolamento.

De facto à de saudar, a medida de alguns Municípios em parceria com os Agrupamentos, que antes de arrancarem novamente as aulas testaram todo o pessoal.

Depois estamos em confinamento e as comunidades continuam a circular como nada se tratasse.

Agora fica a dúvida no ar? Qual a explicação para o grande aumento de casos?

Proteja-se a si e aos outros…...

Covid-19-Nova lista divulgada de concelhos

Ficou a ser conhecida a nova lista de concelhos dos quatro níveis depois da reunião de  Conselho de Ministros em que foram avaliadas e ajustadas as medidas de contenção da pandemia de covid-19 para o Natal e Ano Novo.

Assim Fornos de Algodres, Mangualde, Penalva, Meda e Foz Côa, no moderado

Trancoso, Celorico da Beira, Gouveia, Satão e Manteigas, no elevado

Aguiar da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo,Guarda, Nelas, Sabugal, Sernancelhe, Almeida, Seia e Viseu, no muito elevado

Pinhel e Aguiar da Beira no extremamente elevado

Risco Moderado

  • Albufeira
    Alcobaça
    Alcoutim
    Aljezur
    Aljustrel
    Almeirim
    Almodôvar
    Alpiarça
    Alvaiázere
    Alvito
    Arcos de Valdevez
    Arganil
    Arraiolos
    Arronches
    Avis
    Barrancos
    Beja
    Benavente
    Bombarral
    Borba
    Cadaval
    Carrazeda de Ansiães
    Castro Marim
    Castro Verde
    Constância
    Coruche
    Cuba
    Entroncamento
    Estremoz
    Ferreira do Alentejo
    Ferreira do Zêzere
    Fornos de Algodres
    Fronteira
    Góis
    Lagoa
    Lagos
    Mação
    Mangualde
    Mêda
    Melgaço
    Monchique
    Mora
    Moura
    Nazaré
    Oleiros
    Olhão
    Oliveira de Frades
    Ourique
    Pampilhosa da Serra
    Paredes de Coura
    Pedrógão Grande
    Penalva do Castelo
    Ponte de Sor
    Portel
    Proença-a-Nova
    Redondo
    Santiago do Cacém
    São Brás de Alportel
    Sardoal
    Sertã
    Silves
    Sines
    Sousel
    Tábua
    Tavira
    Tomar
    Viana do Alentejo
    Vidigueira
    Vila de Rei
    Vila do Bispo
    Vila Nova da Barquinha
    Vila Nova de Cerveira
    Vila Nova de Foz Côa
    Vila Nova de Paiva
    Vila Nova de Poiares
    Vila Real de Santo António
    Vila Viçosa

Risco Elevado

  • Abrantes
    Alandroal
    Alcácer do Sal
    Alcanena
    Alcochete
    Alijó
    Amadora
    Arruda dos Vinhos
    Aveiro
    Batalha
    Belmonte
    Cabeceiras de Basto
    Caldas da Rainha
    Campo Maior
    Cantanhede
    Carregal do Sal
    Cartaxo
    Cascais
    Castanheira de Pêra
    Castelo de Paiva
    Castro Daire E
    Celorico da Beira
    Celorico de Basto
    Coimbra
    Condeixa-a-Nova
    Covilhã
    Elvas
    Faro
    Figueira da Foz
    Fundão
    Golegã
    Gouveia
    Leiria
    Loulé
    Loures
    Lourinhã
    Lousã
    Macedo de Cavaleiros
    Mafra
    Manteigas
    Marinha Grande
    Mira
    Mirandela
    Mogadouro
    Moimenta da Beira
    Montemor-o-Velho
    Nisa
    Óbidos
    Odemira
    Odivelas
    Oeiras
    Oliveira do Bairro
    Ourém
    Palmela
    Penedono
    Penela
    Peniche
    Pombal
    Portimão
    Reguengos de Monsaraz
    Ribeira de Pena
    Rio Maior
    Sabrosa
    Salvaterra de Magos
    Santa Comba Dão
    Santarém
    São João da Pesqueira
    São Pedro do Sul
    Sátão
    Seixal
    Sesimbra
    Setúbal
    Sever do Vouga
    Sintra
    Sobral de Monte Agraço
    Soure
    Tarouca
    Tondela
    Torres Novas
    Torres Vedras
    Trancoso
    Vagos
    Vale de Cambra
    Valença
    Vendas Novas
    Viana do Castelo
    Vila Flor
    Vila Franca de Xira
    Vila Velha de Ródão
    Vinhais
    Vizela
    Vouzela

Risco Muito Elevado 

  • Águeda
    Albergaria-a-Velha
    Alenquer
    Alfândega da Fé
    Almada
    Almeida
    Amarante
    Amares
    Anadia
    Ansião
    Arouca
    Azambuja
    Baião
    Barreiro
    Boticas
    Braga
    Caminha
    Castelo Branco
    Chamusca
    Cinfães
    Espinho
    Estarreja
    Évora
    Fafe
    Felgueiras
    Figueira de Castelo Rodrigo
    Figueiró dos Vinhos
    Freixo de Espada à Cinta
    Gondomar
    Grândola
    Guarda
    Idanha-a-Nova
    Ílhavo
    Lamego
    Lisboa
    Lousada
    Maia
    Marco de Canaveses
    Matosinhos
    Mealhada
    Mértola
    Mesão Frio
    Miranda do Corvo
    Miranda do Douro
    Moita
    Monção
    Montalegre
    Montemor-o-Novo
    Montijo
    Murça
    Murtosa
    Nelas
    Oliveira do Hospital
    Ovar
    Paços de Ferreira
    Paredes
    Penacova
    Penafiel
    Peso da Régua
    Ponte da Barca
    Ponte de Lima a
    Portalegre
    Porto
    Porto de Mós
    Resende
    Sabugal
    Santa Maria da Feira
    Santo Tirso
    São João da Madeira
    Seia
    Sernancelhe
    Serpa
    Terras de Bouro
    Torre de Moncorvo
    Valongo
    Vila Nova de Gaia
    Vila Real
    Vila Verde
    Viseu

Risco Extremamente Elevado

  • Aguiar da Beira
    Alter do Chão
    Armamar
    Barcelos
    Bragança
    Castelo de Vide
    Chaves
    Crato
    Esposende
    Gavião
    Guimarães
    Marvão
    Mondim de Basto
    Monforte
    Mortágua
    Mourão
    Oliveira de Azeméis a
    Penamacor
    Pinhel
    Póvoa de Lanhoso
    Póvoa de Varzim
    Santa Marta de Penaguião
    Tabuaço
    Trofa
    Valpaços
    Vieira do Minho
    Vila do Conde
    Vila Nova de Famalicão
    Vila Pouca de Aguiar
    Vimioso

GNR descontamina mais de 500 instalações

A Guarda Nacional Republicana, desde o início da pandemia COVID-19, através de militares do núcleo de matérias perigosas da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS), procedeu à descontaminação de mais de 500 instalações em todo o território nacional.

Esta estrutura, que integra cerca de 60 militares da GNR altamente especializados em matérias perigosas e agentes NRBQ (nucleares, radiológicos, biológicos e químicos), tem vindo a ser acionada quase diariamente para a descontaminação de estabelecimentos hospitalares, IPSS, lares de idosos, creches, centros de dia, e outro tipo de infraestruturas, incluindo-se aqui instalações e viaturas da própria Guarda.

Adicionalmente, estes militares têm vindo a efetuar ações de sensibilização a entidades com responsabilidades nas infraestruturas mais afetadas pela pandemia COVID-19, e a promover ações de formação a agentes de proteção civil de vários locais do território nacional.

Instalações
Lares Creches Unidades de Saúde Instalações GNR Outras
113 24 37 193 136
503

Covid-19- Municípios podem ser divididos em 3 escalões

Surgiu a hipótese que , o Governo está a estudar dividir os 308 municípios do país em três escalões, com base na incidência da Covid-19 por cada 100 mil habitantes nos últimos 14 dias, aplicando medidas mais restritivas de forma escalonada, consoante o risco de contágio da doença.

Vão ter tomados em conta , os últimos dados municipais da pandemia, divulgados na segunda-feira pela Direção-Geral da Saúde, desta forma 28 concelhos poderão ser incluídos no escalão mais alto, outros no Escalão intermédio e por fim o Escalão mínimo, assim deixamos os municípios desta região nessas situações :

Escalão máximo (≥ 960 casos)
Belmonte
Cinfães
Guarda
Manteigas
Trancoso

Escalão intermédio (≥ 480 e < 960)

Castro Daire
Celorico da Beira
Figueira de Castelo Rodrigo
Fundão

Mangualde

Mêda
Mogadouro

Nelas

Seia
Vila Nova de Foz Côa

Escalão mínimo (≥ 280 e < 480)

Fornos de Algodres
Lamego
Oliveira de Frades
Penalva
Resende
Santa Comba Dão
São Pedro do Sul
Sátão
Viseu

Covid-19-Município de Fornos de Algodres coloca em prática medidas de prevenção

Face ao aumento dos casos da COVID-19 no concelho de Fornos de Algodres, o executivo Municipal tomou algumas medidas, sobre o facto de algumas cadeias ainda estarem a ser testadas, de forma a minimizar os riscos de contágio e propagação da COVID-19, assim está em vigor:

Encerramento das piscinas municipais;
– Suspensão das atividades letivas da turma do 1º ano de escolaridade do Centro Escolar de Fornos de Algodres;
– Retoma do serviço “porta-à-porta” do programa “Compre em Segurança e Nós Entregamos”, para bens alimentares e medicamentos;
Funcionamento da Câmara Municipal em horário desfasado, com atendimento ao público das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

Covid-19-Ordem dos Médicos do Centro repete denúncia de atraso na colocação de recém-especialistas

A Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos considera inaceitável o atraso na colocação de médicos de família, recém-especialistas da Região Centro. “Estamos extremamente preocupados: esta semana assistimos ao regresso da atividade escolar, estamos a aproximar da época outono/inverno onde se pode assistir o aumento ao aumento gradual das infeções respiratórias, e, neste contexto tão sensível, os recém-especialistas em Medicina Geral e Familiar continuam a aguardar a colocação”, denuncia o presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos.

Carlos Cortes manifesta apreensão, tal como já o fizera a 28 de julho, para esta incúria e desorganização na gestão de recursos humanos da área da Saúde. “Estamos a aguardar a colocação dos médicos de família, sem se perceber ainda o motivo deste atraso. Já passou mais de um mês depois da publicação do aviso de abertura do concurso e não temos respostas efetivas. “São 396 médicos de família, 65 na região Centro, que estão a aguardar colocação.

“Os médicos de família estão a aguardar colocação para poder desempenhar adequadamente as suas funções e dar resposta à extensa lista de utentes sem médico de família. Por outro lado, face à emergência sanitária que estamos a atravessar e às necessidades dos utentes – especialmente os mais vulneráveis – é urgente contratar os médicos recém-especialistas”.

Exorta Carlos Cortes: “O Ministério da Saúde deve proceder, com carácter de urgência, à colocação dos médicos de família na região Centro, assim como no resto do País, uma vez que, mais do que nunca, é crucial o contributo dos cuidados de saúde primários na resposta à crise sanitária”.

Artigo de opinião:A Nova Normalidade chegou: o “reset” do consumo mundial

A pandemia COVID-19 produziu um impacto profundo nas necessidades dos consumidores, nas dinâmicas de compra de FMCG e na definição de novas tendências na relação entre as empresas e os consumidores. Num momento em que a economia e o emprego se tornaram instáveis e os consumidores se acostumaram a novos hábitos, surge uma nova realidade e novos comportamentos ao quais o mercado terá de se adaptar. Chegou o “Novo Normal”.

Scott McKenzie, responsável pela Intelligence Unit da Nielsen, destaca que “as condições únicas originadas por uma pandemia que conduziu a uma recessão económica estão a forçar os consumidores a repensarem o modo como compram e o que compram. O ser humano conta, normalmente, com meses ou anos para se ajustar a novas condições. Mas este já não é o mundo em que vivemos. Perante as novas necessidades dos consumidores, as marcas devem ser altamente focadas e ágeis nas suas respostas.”

Uma mudança de comportamentos face a novas preocupações

A expressão mediática associada ao novo coronavírus no primeiro trimestre deste ano gerou mudanças no consumo a nível global, verificando-se uma relação entre a evolução da pandemia e as tendências de consumo. As vendas de desinfetante para as mãos, alimentos básicos e produtos de limpeza, entre outros, dispararam face à propagação do vírus.

Com o passar do tempo, contudo, esta correlação tende a dissipar-se e a cesta dos consumidores deixou de responder tão imediatamente ao ciclo de notícias presentes nos media. Isto não significa, contudo, que os consumidores tenham recuado na compra deste tipo de bens. Significa apenas que a sua compra já não é o reflexo das notícias sobre o aumento das taxas de transmissão do vírus.

Novo panorama sócio-económico traz mudanças ao consumo

A mudança de hábitos que observámos durante os últimos meses, acrescida de uma nova instabilidade económica e laboral, traz aos consumidores a necessidade de reavaliar os seus hábitos de consumo. Mas este impacto não será homogéneo: os constrained spenders, aqueles cujos rendimentos foram negativamente impactados pela COVID-19, vão gastar para sobreviver, enquanto os insulated spenders podem ajustar momentaneamente os seus gastos, apesar de os seus rendimentos terem permanecido inalterados pela pandemia.

“À medida que o comportamento do consumidor se afasta do ciclo noticioso, os componentes da cesta de compras vão vergar-se à recessão económica e à transformação da força de trabalho”, explica Scott McKenzie, da Nielsen. “Os consumidores, quer se encontrem empregados ou não, estão menos otimistas acerca do futuro. Esta cautela vai obrigar a reconciliar hábitos de compra adotados ao longo dos últimos anos com uma nova realidade em que a saúde e o valor percecionado nos produtos são os fatores prioritários”.

O que vai mudar?

Ao analisar estas novas tendências, a Nielsen identificou quatro padrões que podem ajudar a prever os fatores que vão pesar na decisão de compra no futuro, entre reconfigurações da cesta (basket reset), a conquista de peso do “do-it-yourself” (homebody reset), a mudança no racional de compra (rationale reset) e uma atenção acrescida para com o valor dos produtos (affordability reset).

– O quê? Uma cesta em transformação

É expetável que os consumidores avaliem cuidadosamente os produtos que fazem parte da sua cesta de compras, uma vez que cada vez mais se revelam incapazes de manter o nível de despesas que se verificaram no pico da resposta à COVID-19 e se reduz o horizonte do que é considerado “essencial” num ato de compra.

– Onde? A reorientação para o consumo em casa

Ao longo de meses passados em casa, os consumidores abraçaram uma mentalidade de do-it-yourself relativamente ao consumo. Em cada lar nasceram padeiros, pasteleiros, barbeiros, cabeleireiros e chefs de cozinha. E mesmo que grande parte das restrições ao movimento tenham cessado, alguns destes hábitos vieram para ficar, transformando também o comportamento de compra dos consumidores.

Esta mudança no consumo em casa alinha-se perfeitamente com a transformação exigida ao ambiente de negócios atual. As marcas que conseguirem potenciar a descoberta e aprendizagem do comportamento DIY vão ser bem-sucedidas, alinhando-se ao interesse atual num consumo criativo, consciente e seguro. Os consumidores encontram-se agora disponíveis para trazer a experiência de um produto para a segurança das suas casas.

– Porquê? Um novo racional de compra

Perante o atual clima económico e o aumento da taxa de desemprego, os consumidores podem ver-se com menos rendimentos. 77%1 dos portugueses afirmam ter alterado os seus gastos de forma a poupar nas compras para a casa (contra apenas 66% dos europeus). Com menos gastos em refeições, viagens, entretenimento e vestuário, a Nielsen prevê que os bens de grande consumo passarão a ganhar um novo significado e a ser uma forma de preencher o vazio deixado por estas poupanças.

Numa família de constrained spenders, a compra de refeições refrigeradas pode substituir o que antes eram produtos de Alimentação de preço mais elevado, ao mesmo tempo que os insulated spenders podem comprar uma bebida alcoólica premium para beberem em casa ou expandir o seus produtos de cuidado pessoal como um substituto para as experiências de refeições fora de casa ou viagens a que não têm agora acesso.

As marcas que procurarem reposicionar os seus produtos nesta nova realidade necessitam de demonstrar empatia e reconhecer as alterações associadas a estes “luxos” dos consumidores. Caso consigam reconhecer e potenciar esta situação serão as que mais beneficiarão de consumidores em busca de conforto através de compras de FMCG de valor reduzido.

Quanto? Repensar o valor dos produtos

Desde o início da pandemia, assistimos a reduções significativas no nível de promoções em todo o mundo, nomeadamente em Portugal. “Vemos claramente uma indicação de que a base promocional foi repensada, levando a uma enorme oportunidade para modificar o comportamento do consumidor em torno da acessibilidade aos produtos. A ausência recente de atividade promocionada normal leva a um momento importante e histórico no qual as marcas poderão reequacionar a sua abordagem de forma mais eficiente”.

Neste ambiente de enorme disrupção do consumo e de transformação de tendências, cabe às marcas e retalhistas continuarem a avaliar o valor percecionado que os consumidores atribuem a cada momento de compra. O clima económico está a conduzir a enormes mudanças na perspetiva financeira dos consumidores. As marcas e retalhistas que se mostrarem incapazes de oferecer produtos que se possam ajustar a uma disponibilidade financeira mais limitada e a sensibilidades acrescidas a respeito de preço podem perder tração a longo-prazo junto de consumidores essenciais para assegurar o seu negócio. Este é um desafio que exige capacidade de antecipação, compreensão de uma nova realidade e reestruturação da oferta num “Novo Normal” que já chegou.

Por:Nielsen

SRCentro conclui ciclo de visitas a serviços Covid-19

A Secção Regional do Centro (SRCentro) da Ordem dos Enfermeiros concluiu um
ciclo de visitas aos serviços responsáveis pelo tratamento de doentes com Covid-19 da sua área de
abrangência.

Neste início do mês de Agosto, a SRCentro realizou um périplo pelas unidades hospitalares da região Centro
com o intuito de avaliar as condições de resposta no âmbito da pandemia.
Para Ricardo Correia de Matos, Presidente do Conselho Directivo Regional, estas visitas tiveram como objectivo
“conhecer in loco as respostas actuais e as programadas para a segunda vaga de Covid-19, para que
consigamos, todos juntos, proporcionar a melhor segurança e a melhor qualidade nos cuidados que prestamos.
A vida das pessoas é prioritária. Sempre!”

No passado dia 3 de Agosto, Ricardo Correia de Matos, Pedro Lopes, Presidente do Conselho de Enfermagem; e Valter Amorim, Presidente do Conselho Jurisdicional, visitaram o Centro Hospitalar Tondela-Viseu, onde se reuniram com o novo Conselho de Administração (CA).
No dia seguinte, a comitiva da SRCentro, acompanhada por Maria Helena Rodrigues, Secretária do
Conselho Directivo Regional, deslocou-se ao Centro Hospitalar do Baixo Vouga (Aveiro) e ao Centro Hospitalar
Entre Douro e Vouga (Santa Maria da Feira), reunindo-se também com os respectivos CA de cada centro
hospitalar.
No passado dia 7 (sexta-feira), os representantes da SRCentro foram recebidos pelo CA do Centro Hospitalar
e Universitário de Coimbra.

Esta terça-feira, a equipa da SRCentro visitou o Centro Hospitalar de Leiria, depois de, na segunda-feira, dia
10, ter visitado a Unidade Local de Saúde de Castelo Branco, acompanhada por Rui Macedo, vogal do
Conselho de Enfermagem Regional.
Como balanço destas visitas, o Presidente do Conselho Directivo Regional afirma que “neste momento, o
maior desafio é definir uma estratégia integrada com os vários stakeholders da saúde, de modo a permitir
uma rápida resposta à segunda vaga da Covid-19, sem interferir na capacidade de resposta às patologias
frequentes.
Pensar que os hospitais, de forma isolada, conseguirão enfrentar o inverso, com segurança e qualidade, é um
erro que custará milhares de vidas humanas. É urgente a definição de uma estratégia concertada entre
hospitais, ACES, sector privado e o sector social. Nesta cooperação, as câmaras municipais poderão ser a
chave do sucesso”.

Acrescenta que “esta é a altura para converter a reacção em prevenção. Utilizar o conhecimento e a
experiência dos últimos meses, para construirmos um Sistema de Saúde que proteja todas as pessoas.
Mais uma vez, os profissionais de saúde lideraram a resposta e conseguiram um excelente resultado. Mas,
neste Inverno, o argumento da surpresa não justificará a má preparação e o mau planeamento dos recursos
humanos.

A capacidade de responder às necessidades das pessoas estará sempre dependente da qualidade e
quantidade dos recursos humanos. Portugal apresenta o maior desequilíbrio das equipas multidisciplinares”.
E conclui deixando um forte apelo: “precisamos urgentemente de contratar e valorizar os projectos
profissionais dos Enfermeiros”.

Durante estas visitas institucionais, os representantes da SRCentro tiveram oportunidade de avaliar os
procedimentos e medidas (extraordinárias) implementadas no âmbito da pandemia por SARS-CoV-2 em seis
unidades hospitalares da região Centro.

Município de Gouveia prolonga Vigência do Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil

Assim o Município de Gouveia informou que  prolonga Vigência do Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil, de acordo com o despacho nr.º6/2020, até dia 30 de junho.

Considerando a continuação da situação de calamidade, no âmbito da pandemia da doença COVID-19 no país e a continuidade do plano distrital de emergência de proteção civil do distrito da Guarda.

Considerando que foram ouvidos os membros da Comissão Municipal de Proteção Civil restrita e que concordaram com o teor do presente Despacho, e de acordo com o disposto no nº 3 do Artigo 6º do Decreto-Lei nº 44/2019, de 1 de abril, determino o seguinte:

1- Prolongamento da situação de alerta de âmbito municipal, justificada pelos considerandos acima descritos;
2- Prolongamento da ativação do Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Gouveia, até às 23:59h do dia 30 de junho, podendo ser prorrogado de acordo com a evolução da situação epidemiológica no distrito da Guarda.

Esta decisão é comunicada de imediato à Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, através do Comando Distrital de Operações de Socorro da Guarda, a todos os agentes de proteção civil com atividade no Município de Gouveia, às Juntas de Freguesia, à população, aos órgãos de comunicação social e aos serviços municipais de proteção civil limítrofes pela via mais célere.

Por:MG

PSD questiona Governo sobre material informático e plataformas digitais para todos os alunos do ensino básico e secundário

Em comunicado, o PSD refere que os efeitos da pandemia de covid-19 foram especialmente gravosos no setor da educação. Com o encerramento das escolas e as medidas resultantes do confinamento, o ensino à distância tornou-se a única forma de a aprendizagem não ser interrompida numa fase importante do ano letivo. Porém, o ensino à distância acabou por acentuar as desigualdades, desde logo, nas disparidades de acesso à Internet, a dispositivos/computadores e/ou recursos educativos online. Recorde-se que há estudos que apontam para cerca de 50.000 alunos estão sem acesso a recursos educativos online.

O PSD acaba de entregar uma pergunta no Parlamento ao ministro da Educação, onde alerta para este “problema grave que coloca em causa a igualdade de oportunidades de milhares de alunos”.

Os deputados do PSD do distrito da Guarda acusam o Governo de incapacidade em assegurar que todos os alunos do ensino básico e secundário tenham acesso às plataformas digitais. Foram, aliás, as autarquias do distrito a apoiar as comunidades educativas, em especial, as famílias com mais dificuldades, e adquiriram computadores portáteis e tablets para permitir que milhares de alunos não ficassem privados do ensino à distância.

“Várias autarquias face à inação do Ministério da Educação nesta matéria mobilizaram-se para fornecer equipamento informático e de acesso à internet. Desde o encerramento das escolas, cerca de 32.000 equipamentos, entre computadores portáteis e tablets com ligação à Internet foram emprestados por 105 municípios aos seus residentes em idade escolar para além de arcarem com as despesas de aquisição de cerca 11.000 routers com pacotes de dados incluídos”, referem.

O PSD pergunta: Pretende o Governo, ao abrigo da anunciada intenção de assegurar no próximo ano letivo a universalidade do acesso às plataformas digitais para todos os alunos do ensino básico e secundário, ressarcir as autarquias do investimento que têm realizado na aquisição de computadores/tablets e routers de acesso à Internet?