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Tag Archives: covid-19

Município da Guarda desinfeta Centro Escolar de Gonçalo

O Município da Guarda procedeu nas últimas horas à desinfeção das instalações do Centro Escolar de Gonçalo através de ozono e em colaboração com os bombeiros voluntários e a junta de freguesia locais. Trata-se de um equipamento de desinfeção por ozono que elimina vírus e bactérias, incluindo os vírus das famílias SARS e MERS. Recorde-se que este mesmo equipamento foi oferecido pelo Município da Guarda às corporações de bombeiros do concelho, durante recente o período de emergência da situação pandémica por COVID-19.

Esta ação em Gonçalo vem no seguimento do surto que surgiu no referido estabelecimento de ensino do concelho da Guarda, entretanto já controlado mas a aguardar resultados de testagem ao vírus. O Município da Guarda pretende assim prosseguir as suas ações na promoção da segurança, saúde e prevenção de toda a comunidade.

 

Politécnico de Viseu aconselhou uso de máscara nos espaços públicos da Escola

Desta forma, o  número reduzido de casos de Covid-19 existentes na comunidade do Politécnico de Viseu (PV) tem sido resultado, muito provavelmente, do fruto das informações que nos têm chegado através das autoridades competentes, de contactos em locais e circunstâncias externas à instituição. É assim muito importante que as medidas em vigor continuem a ser seguidas, conforme estabelecido no Plano de Contingência (disponível aqui).
Para lá da Comissão de Acompanhamento da pandemia (formada pelo presidente do PV e das várias escolas superiores que o constituem, a funcionar em permanência), tem sido mantido um contacto estreito com autoridades locais de saúde pública (Autoridade de Saúde, delegados de saúde, quer de Viseu, quer de Lamego, Comissão Municipal e Comissão Distrital de Proteção Civil), incluindo visitas de verificação das condições de segurança praticadas nas diferentes instalações.
No contexto de aumento de casos na sociedade portuguesa, em que as instituições de ensino superior se incluem, aconselha-se vivamente a utilização de máscara nos espaços públicos das instalações do Politécnico, em condições de razoabilidade, ou seja, em situações em que a distância pessoal de segurança não esteja assegurada ou o aglomerado de pessoas ultrapasse as cinco.
Esta sugestão vai de par com o lançamento duma linha de candidaturas específicas para a comunidade estudantil, em curso até 31 deste mês de outubro, onde se incentiva que, fazendo uso das formas próprias de comunicar, os estudantes apresentem propostas de campanhas de sensibilização dos jovens assintomáticos, com o objetivo de alertar, de forma consequente, uma população alargada para a necessidade de não propagar o  vírus, ao mesmo tempo que se continuam a desenvolver as diferentes atividades inerentes às funções duma instituição de ensino superior.
As informações relevantes quanto à evolução da pandemia continuarão a ser prestadas e, sempre que se justifique, e em articulação com as autoridades de saúde, em mensagem para toda a comunidade.

CDS quer reforço de meios e recursos humanos na DGS para divulgação de indicadores básicos sobre a Covid-19

Em comunicado o CDS refere que os seus deputados  entregaram no Parlamento um projeto de resolução que recomenda ao Governo o reforço de meios e recursos humanos na Direção-Geral da Saúde de modo a alargar a divulgação periódica e regular de um conjunto de indicadores básicos sobre a Covid-19, nomeadamente:

  1. a) Caracterização dos internamentos: divulgação dos grupos etários dos doentes internados, do número de pessoas admitidas que ficam mais de 24 horas internadas, e do tempo médio de internamento;
  2. b) Evolução dos internamentos em cuidados intensivos: disponibilização da caracterização dos doentes que precisam de cuidados intensivos, quantos entram e quantos saem por dia, qual a letalidade, qual a duração média do internamento, qual a idade média dos admitidos, e qual a distribuição por grupos etários e por género;
  3. c) Contexto do contágio: divulgação da mediana das idades dos infetados, divulgação de dados públicos sobre os locais mais frequentes do contágio e divulgação da percentagem diária de testes positivos;
  4. d) Surtos ativos: atualização regular de informação sobre surtos em escolas, lares e locais públicos, nomeadamente localidades com maior aumento da incidência, e medidas tomadas;
  5. e) Rastreadores de contactos: divulgação do número de profissionais de saúde que diariamente garantem o rastreamento de contactos dos casos positivos, bem como o rácio por região, e divulgação do número das chamadas atendidas e não atendidas na linha SNS24;
  6. f) Doenças prévias: divulgação dos dados respeitantes à evolução das diferentes comorbilidades entre os infetados, internados e nos óbitos;
  7. g) Óbitos por localização: divulgação do número de óbitos por concelho, disponibilização dos quadros de distribuição por grupos etários, divulgação diferenciada do número de óbitos em contexto hospitalar, casa ou outras instituições e divulgação da percentagem que passou por cuidados intensivos.

Recentemente, vários especialistas portugueses alertaram para a falta de dados públicos sobre a epidemia provocada pela Covid-19, numa longa lista que todos consideram que faz falta, mas não são divulgados pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Entre outros, menciona-se na edição de 10 de outubro do semanário Expresso, que «sempre que o número de doentes em cuidados intensivos desce, não se sabe se é por boa ou má razão. Tanto pode ser mais uma morte, como mais um recuperado. Não há dados que o mostrem, tal como não se sabe quantas pessoas recuperam depois de passar pelos cuidados intensivos ou como é que evoluem as idades médias dos doentes que precisam de ser hospitalizados ou ventilados».

O número diário de surtos ativos e respetiva localização, a evolução do peso das comorbilidades nos infetados e dos óbitos, os dados sobre os principais locais onde o contágio está a ocorrer, são também exemplos da lista de dados que, não obstante serem recolhidos e, à partida, não envolverem questões de privacidade, não são disponibilizados publicamente pela DGS.

Faltam dados quanto aos grupos etários dos doentes internados, impedindo assim a possibilidade de confirmação da existência, ou não, de algum padrão, e não se sabe o tempo médio de internamento das pessoas admitidas em unidades hospitalares, não sendo por isso possível medir o impacto imediato e a prazo no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Conhece-se muito pouco, ou praticamente nada, sobre quem são os doentes que precisam de cuidados intensivos, quantos ali entram e quantos saem por dia, qual a letalidade nas várias unidades, qual a duração média do internamento e qual a idade média dos admitidos ou como estão distribuídos, geograficamente, por nível etário ou por género. Estes dados são recolhidos e tratados detalhadamente por cada hospital, faltando centralizá-los e torná-los públicos.

Relativamente ao contexto do contágio, os especialistas referem que apesar de o número de novos casos confirmados ser divulgado diariamente, as idades passaram a ser divulgadas apenas através de um gráfico no boletim, faltando a mediana das idades dos infetados que permite, por exemplo, antecipar a probabilidade de agravamento.

Também não são disponibilizados dados públicos sobre os locais mais frequentes do contágio, ou seja, se é em contexto familiar, laboral, social ou até, por exemplo, em instituições como os lares, ou até nos transportes públicos, que se mantêm como uma grande interrogação. Esta informação permitiria perceber as cadeias de transmissão e identificar sectores profissionais onde a transmissão ocorre com mais frequência. A percentagem diária de testes positivos, divulgada noutros países, é outro dos indicadores em falta.

O número de surtos ativos devia ser atualizado e divulgado regularmente, por forma a poder acompanhar-se a evolução dos surtos em escolas, lares ou locais públicos.

Não é conhecida a evolução do número de profissionais de saúde que dia a dia fazem o rastreamento de contactos dos casos positivos, nem o rácio por região, bem como não é divulgado o indicador das chamadas atendidas e não atendidas na linha SNS24.

Em relação a doenças prévias, conhecem-se os grupos de risco, mas não se sabe como tem evoluído a presença de doenças prévias nos casos confirmados e, consequentemente, qual o peso das diferentes comorbilidades entre os infetados, internados ou nos óbitos.

Quanto aos óbitos, apenas é divulgada informação por grandes regiões, e não por concelho, deixou de estar disponível o quadro da distribuição dos óbitos por grupos etários, sendo apenas feita a distribuição por género, não se conhece quantas pessoas morreram em hospital, em casa ou em instituições, e quantas destas passaram por cuidados intensivos.

De acordo com os especialistas estes dados são fundamentais para conhecer a evolução da epidemia e a sua gravidade, podendo também servir para alertar ou tranquilizar a população e fundamentar decisões que restrinjam direitos dos cidadãos a bem da saúde pública.

Os problemas quanto aos dados disponibilizados, incluindo, em alguns casos, dúvidas sobre a sua fiabilidade, não é exclusivo de Portugal, e tem sido referenciado em vários países. Mas, por outro lado, e tal como se refere, em Portugal, não há um repositório oficial com todo o histórico dos dados, sendo necessário percorrer os 220 boletins diários, publicados desde março, para o conseguir. E recentemente os boletins diários da DGS deixaram de incluir alguns dos quadros que eram usados por epidemiologistas, médicos e investigadores para monitorizar a evolução da Covid-19.

A falta de investimento, tanto para poder melhorar a qualidade desses dados como para os tratar, é uma das causas apontadas para a falta de divulgação de indicadores básicos sobre a Covid-19.

GNR reforça ações de fiscalização ao cumprimento das medidas COVID-19

A Guarda Nacional Republicana, desde desta quinta-feira, dia 15 de outubro, iniciou um reforço do patrulhamento e da fiscalização ao cumprimento das normas e medidas associadas à declaração da situação de calamidade, contribuindo para a prevenção da disseminação da COVID-19.

Tendo entrado em vigor novas medidas, de caráter excecional, necessárias ao combate à COVID-19, a GNR irá orientar o patrulhamento e a visibilidade policial para os locais de maior circulação e propícios ao ajuntamento de pessoas, como as escolas, superfícies comerciais e outras áreas afetas a atividades de lazer, relembrando ainda que a concentração de pessoas foi agora reduzida para um máximo de cinco.

A Guarda Nacional Republicana irá também monitorizar o cumprimento das medidas em vigor através do reforço da informação e de ações de sensibilização, não deixando de atuar com firmeza, quando necessário. Para além do regime contraordenacional em vigor, a GNR recorda ainda que a violação do confinamento obrigatório constitui crime de desobediência, assim como o não acatamento de uma ordem legítima do militar da Guarda para fazer cessar uma infração neste âmbito.

Covid-19- Mangualde dispõe de zonas de acolhimento e isolamento

Para dar resposta a esta nova fase da pandemia, Mangualde criou zonas de acolhimento e isolamento, que poderão acolher entre 40 a 50 pessoas. São áreas que estão de prontidão para fazer face a acolhimento de pessoas com necessidade de isolamento, COVID-19 ou não COVID-19. “Trabalhar este momento de pandemia por antecipação é fundamental para que, sem grandes constrangimentos, o município esteja preparado para dar respostas efetivas e ajustadas a cada momento. Desejamos, naturalmente, que não haja necessidade de recorrer a estes recursos” – sublinha Elísio Oliveira, Presidente da Câmara Municipal de Mangualde.

Esta ação resulta de uma parceria entre o Município de Mangualde e a Santa Casa da Misericórdia de Mangualde, que adaptaram os espaços para as diferentes respostas. “Esta estratégia de apoio e de retaguarda é uma questão de saúde pública. Temos de estar verdadeiramente prontos caso as situações aconteçam e seja necessário dar respostas”, conclui o edil mangualdense.

Covid-19- Aguiar da Beira passa a ter 14 casos confirmados

Depois de terem sido conhecidos mais resultados de testes, o Município de Aguiar da Beira deu a conhecer a todos que estão confirmados 14 casos de covid-19, no concelho.

Desta forma , todo o cuidado é pouco e todos devem estar atentos às medidas exigidas pela DGS.

Município de Gouveia investe na prevenção – Regresso à escola seguro

O regresso às aulas implicou novas regras e cuidados redobrados, assim, o Município de Gouveia planeou um regresso às atividades letivas presenciais com condições de segurança e conforto para toda a comunidade escolar.

Neste sentido, em articulação com o Agrupamento de Escolas de Gouveia e com o Instituto de Gouveia – Escola Profissional foram tomadas medidas e implementado um conjunto de ações com o objetivo de proteger a comunidade escolar e garantir a qualidade de ensino de acordo com as orientações da Direção Geral de Saúde (DGS) e da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE).

Uma das ações desenvolvida pelo Município de Gouveia foi a adaptação de um bloco de salas de aula na Escola Secundária de Gouveia para acolher as duas turmas do 1º ciclo do ensino básico. O investimento do Município de cerca de 40 mil euros permitiu reduzir a concentração de alunos na Escola Básica de Gouveia proporcionando a dispersão dos alunos, contribuindo desta forma para a prevenção junto da comunidade escolar.

Outra das ações do Município de Gouveia centrou-se na duplicação da rede de transporte escolar. A autarquia de Gouveia articulou com as escolas a implementação de horários escolares desfasados o que permite a redução do número de alunos em simultâneo nos estabelecimentos escolares do 2º ciclo, 3º ciclo e no ensino secundário.

O desfasamento dos horários escolares foi acompanhado por um investimento da autarquia em mais transportes escolares para permitir aos alunos cumprir os planos escolares, ou da parte da manhã, ou da parte da tarde. Esta organização dos horários escolares permite igualmente reduzir o número de alunos a circular nos transportes escolares, mais uma vez com o objetivo de diminuir os impactos da pandemia COVID 19 e aumentar as medidas preventivas.

O Município de Gouveia desenvolveu ainda a realização de ações de higienização e desinfeção de espaços e superfícies, criação de corredores de circulação e sinalética para que as crianças e jovens possam encontrar um ambiente seguro nos seus estabelecimentos de ensino.

Este aumento de custos por parte da autarquia é, no entanto, considerado um investimento, uma vez que a educação, o conhecimento e o futuro das crianças são prioridades do município, existindo um empenho acrescido na promoção de um ensino de qualidade e no sucesso educativo das crianças e jovens do concelho, num período em que se pretende diminuir os impactos da pandemia COVID 19 aplicando todas as ações de prevenção possíveis.

No início de mais um ano letivo, o Município dá as boas vindas a toda a comunidade escolar e educativa, desejando um regresso às aulas seguro, reiterando que devem ser seguidas todas as orientações e medidas excecionais de organização e funcionamento dos estabelecimentos escolares, de forma a evitar a propagação da Covid-19, promovendo e adotando comportamentos de segurança.

Covid-19- Novas medidas entram em vigor em 15 de setembro

Depois da reunião de Conselho de Ministros, no Palácio da Ajuda, António Costa, primeiro -ministro falou ao País e deixou as novas medidas a entrar em vigor a partir de 15 de setembro, após fazer o balanço até hoje da situação epidemiológica de Portugal.

Assim, os estabelecimentos comerciais não podem abrir antes das 10h (com exceções), e devem fechar entre as 20h e as 23h, esta segunda medida é tomada por decisão municipal. Nas áreas de restauração dos centros comerciais, passa a haver um limite máximo de quatro pessoas por grupo.

 Junto às escolas, nos restaurantes, cafés e pastelarias a 300 metros dos estabelecimentos, há também um limite máximo de quatro pessoas por grupo.

Estas medidas surgem “de forma a evitar grandes concentrações de pessoas nesses espaços de alimentação”.

 Segundo o primeiro-ministro, haverá “exceções” em que será possível o comércio abrir antes das 10:00, tendo avançado como exemplos as “pastelarias, cafés, cabeleireiros e ginásios”.

Quanto ao horário de encerramento dos estabelecimentos, passará a ser obrigatoriamente entre as 20:00 e as 23:00, cabendo a cada município a determinação da hora exata, “em função da realidade específica do seu concelho”.

“Vamos entrar numa nova fase, em que as pessoas tenderão a regressar de férias, e portanto é necessário adotar medidas preventivas”, afirmou António Costa.

É alargada ainda a todo o país também a proibição da venda de bebidas alcoólicas nas estações de serviço — e, em todos os outros estabelecimentos a partir das 20h, exceto nos estabelecimentos de comida, às refeições. Regressa também ao resto do país a proibição do consumo de bebidas alcoólicas na via pública.

“Estas medidas não são nenhum juízo moral contra as festas”, afirma António Costa, sublinhando que têm como objetivo a salvaguarda da saúde pública. “Muitas das regras que têm vigorado já na AML vão ser aplicados a todo o país”, anunciou António Costa.

Os recintos desportivos — como os estádios de futebol — vão continuar sem público, anunciou ainda o primeiro-ministro, que alertou para a diferença de comportamentos das pessoas nos diferentes eventos.

“Todos os que já foram a recintos desportivos sabem que o comportamento num cinema ou num teatro é muito diferente de assistir a um evento desportivo”, explicou.

António Costa salientou que esta diferença de comportamentos impõe restrições para a existência de público nos estádios e em outros recintos desportivos.

O primeiro-ministro afirmou hoje que o reforço das medidas preventivas contra a covid-19, com o território continental em situação de contingência a partir de terça-feira, visa evitar um aumento exponencial de contágios com a gradual retoma da atividade.

“É absolutamente decisivo manter a pandemia controlada. Não podemos dar este jogo por ganho, porque não está ganho”, advertiu António Costa.
Na sua intervenção inicial, o primeiro-ministro defendeu que a batalha contra a covid-19 “continua e depende fundamentalmente de cada cidadão”.

“O acompanhamento desta pandemia exige uma leitura dinâmica de forma a permitir aquilo que é essencial: Manter a pandemia controlada, possibilitando a recuperação económica e social do país”, justificou.

António Costa rejeitou depois qualquer tipo de dualismo entre os objetivos de proteção da economia e a proteção da saúde.

“A nossa vida é só uma. E é tanto feita do emprego que temos ou perdemos, como da saúde que temos ou que não temos. Por isso, é condição essencial para a proteção do rendimento das famílias e para a proteção do emprego que a pandemia esteja controlada”, alegou o líder do executivo.

Numa mensagem que dirigiu a quem perdeu o emprego, ou a quem esteve em “lay-off” e perdeu rendimentos, António Costa salientou a ideia de que o controlo desta pandemia “depende em primeiro e em último lugar do comportamento individual de cada um”.

“Sabemos que temos um Serviço Nacional de Saúde robusto e fortalecido, que temos excelentes profissionais de saúde, mas a melhor forma de os ajudar é evitar estarmos doentes, adotando todas as medidas preventivas que podemos adotar e que dependem exclusivamente de nós”, reforçou o primeiro-ministro.

De acordo com António Costa, se as regras de prevenção contra a covid-19 forem cumpridas, “embora a pandemia se mantenha – e até possa registar um crescimento, o que é provável com o regresso à atividade normal -, será possível que esse crescimento se conserve sob controlo”.

Concelho de Celorico da Beira com 4 casos ativos

Situação Epidemiológica no concelho de Celorico da Beira

O Município de Celorico da Beira vem  informar em comunicado que, neste momento estão 4 casos ativos de pessoas infetadas com a Covid-19, 1 na Lajeosa do Mondego e 3 em Linhares da Beira.

Relativamente ao caso que surgiu num lar da localidade de Lajeosa do Mondego, informa-se que na sequência dos testes realizados no dia  2 de setembro de 2020, a todos os funcionários da ERPI, motoristas e funcionários administrativos da ALSS, os resultados foram todos negativos quanto à incidência da Covid-19. O utente que testou positivo continua internado no Hospital Sousa Martins e o seu estado apresenta significativas melhoras.

Já em Linhares da Beira, os doentes infetados com o novo coronavírus estão estáveis. Informamos ainda, que todas as pessoas que estiveram em contacto com os mesmos, realizaram os testes de despiste, não se registando, até ao momento, mais nenhum caso positivo.

Em face desta realidade, e em especial nesta altura do ano, em que se aproxima o fim do verão e das respectivas férias, bem como o regresso às aulas de todos os nossos alunos, a Protecção Civil Municipal reforça o apelo a toda a população para ter em conta e cumprir todas as instruções e normas de segurança impostas pela Direcção-Geral de Saúde, cumprindo rigorosamente todas as medidas de auto-protecção e evitando comportamentos de risco.

Lembre-se que estão proibidos os ajuntamentos com mais de 20 pessoas.

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