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Tag Archives: Daniela Alves

Egitaniense Daniela Alves vai mostrando o seu valor no Estoril Praia

Crescer dia a dia

Fomos conversar com Daniela Alves , um jogadora egitaniense que vai agora mostrando o seu valor nas canarinhas do Estoril Praia, na liga principal de futebol feminino.

 Depois de jogar uma temporada na liga principal feminina no Estoril que balanço faz?

A última temporada na liga principal feminina fez-me crescer a todos os níveis, pois para além de ser o primeiro ano do Estoril na primeira divisão, sempre foi uma equipa jovem e com muita qualidade. O balanço que faço é positivo, porque apesar de todas as lesões que tivemos conseguimos os objetivos traçados.

      O que foi positivo e negativo?

 Na época passada como aspetos negativos realço as lesões que me afetaram ao longo da época. Estas impossibilitaram-me de dar o contributo à equipa durante alguns meses, no entanto consegui ultrapassar esta barreira, e aproximar-me daquilo que delineei como objetivos pessoais. Inicialmente também foi difícil adaptar-me a uma nova vida, pois saí da “minha zona de conforto”, o que me obrigou a crescer e sentir que se pode ser feliz a fazer aquilo que se gosta.

Contudo, sinto-me realizada por ter agarrado esta oportunidade, porque fez com que eu evoluísse não só como jogadora, mas também como profissional, conseguindo assim conciliar o “jogar” com a função de treinadora das sub-17 femininas do Estoril Praia e vendedora desportista na Decatlhon de Cascais, empresa com espírito de equipa agradável que facilita bastante nos horários e estão sempre disponíveis para me ajudar.

……… continue a ler o restante parte da entrevista na nossa edição em papel, que está disponível nas bancas no final de setembro.

Reportagem de :António Pacheco foto:LA Azevedo

 

Pipa(Daniela Alves) a goleadora de serviço do Estoril

14519712_1098273040263705_8359250778883714906_nO futebol feminino cada vez mais se destaca, no dia a dia em Portugal e vai daí, Daniela Alves mais conhecida por Pipa, no mundo futebolístico, depois de algumas temporadas, na Fundação Laura Santos, esta temporada rumou ao Estoril Praia , tem sido um caso de grande sucesso neste arranque de temporada .

Pipa já marcou 8 golos nesta duas partidas decorridas, dois póqueres, tornam a atleta egitaniense , uma grande goleadora, alias esse dote também já ela o tinha revelado na Fundação, mas no Estoril tem outro leque de oportunidades.

Decerto, que Francisco Neto, selecionador nacional vai estando atento a esta goleadora.

Recorde-se que na equipa canarinha também vão despontando, Bia Meio Metro, Inês Silva e Filipa Rodrigues.

Por:António Pacheco

foto:lazevedophotosport

Sílvia Rebelo e Daniela Alves de saída da Fundação Laura Santos

IMG_4630Depois de muitos anos a fio a lutar e a defender as cores da Fundação Laura Santos (Gouveia), Silvia Rebelo pode mesmo deixar o clube neste final de temporada.

Recorde-se que a equipa gouveense desceu de divisão e face a isso poderá vir a perder algumas pedras influentes do seu xadrez, para além da capitã, Daniela Alves pode seguir as pisadas.

No que toca ao destino das jogadoras ainda é incerto, dado que, Silvia Rebelo é internacional A e decerto está a estudar a melhor proposta que até pode passar pelo estrangeiro.

Já Daniela Alves, irá quase de certo transferir-se para uma equipa da 1ªdivisão, dado que, alguns clubes tem demonstrado interesse.

Por:António Pacheco

Conversa com Daniela Alves-Fundação D.Laura Santos

                                                                Ajudar o mais possível a equipa

Fomos conversar com a dianteira da Fundação D.Laura dos Santos, Daniela Alves, uma finalizadora que espreita uma oportunidade na seleção nacional e quiça no fim desta temporada dar o salto para um grande da Europa.

Daniela alves

Daniela Alves

António Pacheco – Esta temporada iniciou com uma aventura fora de portas? Como decorreu?
Daniela Alves -Foi um concretizar de um sonho, era algo que ambicionava há muito tempo, porém foi uma experiência relativamente boa, pois encarei com um futebol totalmente diferente daquilo que estava habituada, um futebol muito mais de contacto físico e rápido. Receberam-me com carinho e toda a disponibilidade, no qual me senti logo inserida no grupo.
Gostei de visitar a Islândia, um país muito frio, no qual me custou nos primeiros tempos, como não poderia deixar de ser há sempre dificuldades que encontramos nestas aventuras, e a que eu passo a citar desde já permitiu-me adquirir fundamentos básicos da língua inglesa, o que constatei que esta ida para a Islândia me tornou melhor em todos os aspetos, como jogadora, como pessoa e também na minha formação.

AP – Agora de regresso á Fundação, como descreve este projeto?
DA-Eu na Islândia já pensava e lembrava-me da equipa, aquela equipa que me fez crescer e evoluir a todos os níveis, tanto que elas fizeram o 1º jogo do campeonato sem mim, e eu mandei uma mensagem de apoio, porque é considerada para mim a equipa do coração. Quando regressei tive a oportunidade de vivenciar uma surpresa organizada pela minha mãe, onde estavam presentes algumas das minhas colegas de equipa, o que me fez sentir bastante à vontade para iniciar a nova época. Posto isto o que eu realmente sentia, era ansiedade de voltar a treinar e a jogar com elas.

AP- Tem marcado imensos golo, considera-se uma finalizadora?
DA-Esta época ainda não me estreei no marcador, mas não é algo que me atormenta, até porque quando o golo tem que surgir surge. O meu objetivo é ajudar a equipa a todos os níveis e aproveitar cada treino e cada jogo para fazer aquilo que mais gosto na vida que é jogar futebol.

AP- Este nacional estará mais equilibrado que do anterior?
DA– Ao que tenho reparado parece-me que sim, já se pode vivenciar um futebol criativo em Portugal, e as equipas cada vez mais equilibradas, o que torna com que as jogadoras cada vez tenham mais responsabilidade no papel que desempenham.

AP – A seDAleção nacional poderá estar próxima?
DA -Sinceramente não sei, mas claro que vou desempenhar sempre o meu trabalho com ambição de querer sempre fazer mais e mais.

AP- Depois desta aventura no exterior encara a possibilidade de rumar lá num futuro mais próximo?
DA-Sim, depois da experiência na Islândia também tive mais propostas para ir jogar para o estrangeiro, mas como a formação é cada vez mais importante nos dias de hoje, optei por ficar mais este ano acabar a minha licenciatura.

AP – A Ana Borges foi campeã em Inglaterra, é um modelo para vos dar motivação?
DA -Claro que sim, quem conhece a Ana Borges sabe bem que é uma pessoa que se dedica e esforça naquilo que faz. É bom ver que uma jogadora que se formou na Fundação Laura Santos está a conseguir alcançar os seus objetivos, pois só nos dá mais força e motivação para nós lutarmos a cada dia que passa para um dia poder dizer “Eu segui os passos dela”.

AP – Objetivos para si e para a Fundação para o futuro?
DA -Os meus objetivos passam por ajudar a equipa no que eu puder, e encarar cada batalha com responsabilidade para podermos alcançar um bom lugar na classificação. Quanto aos meus objetivos pretendo conseguir fazer uma boa época, se possível melhor que a anterior, pois será sinal que a ambição nunca morreu e que consigo ignorar aquele ditado que diz que “a mente desiste primeiro que o corpo”

AP – Quem são as suas referências no futebol, masculino e feminino?
DA -Gosto do Cristiano Ronaldo e da Carli Lloyd, para mim são jogadores muito completos.

Por:António Pacheco

Futebol Feminino–Daniela Alves ruma ao Afturelding(Islândia)

Aventura na Europa aliciante
Depois de uma temporada fantástica, e como tivemos oportunidade de noticiar aquando a conversa que tivemos com a jogadora Daniela Alves, que brilhou na Fundação Laura Santos, vai agora durante seis semanas, jogar na Liga da Islândia, no Afturelding que vai lutando pela manutenção .
Um desafio deveras interessante, que vai de certo dar mais experiência a esta jovem jogadora que poderá ter aqui a oportunidade de ouro para poder dar o salto para um grande europeu, e quiçá poder satisfazer um desejo, de vir a ser selecionada por Francisco Neto para a seleção principal de Portugal.

 Fundação Laura Santos, uma cantera de estrelas

Mais uma vez, a Fundação Laura Santos se pode orgulhar de a sua cantera estar a dar frutos, depois de Ana Borges que venceu esta semana a Taça de Inglaterra pelo Chelsea, Filipa Rodrigues que já fez a dobradinha no At.Ouriense no ano passado, Silvia Rebelo que se mantém fiel ao clube mas é presença assídua na Seleção e também Inês Silva vai sendo selecionada com regularidade.
Tudo isso é fruto de um esforço imenso, deste clube serrano, mas também uma prova que na Serra da Estrela também podem nascer craques, nos masculinos já aconteceu e agora no feminino repete-se a façanha, isso só, sinaliza que as equipas do interior do País deveriam ser olhadas de outra maneira, isto é , mais apoiadas.

Por:António Pacheco

Futebol feminino: Conversa com Daniela Alves(Pipa) da Fundação L.Santos

Feito Histórico

Fomos
conversar com a jogadora Daniela Alves da Fundação D.Laura Santos, atualmente
na 1ªdivisão nacional de futebol feminino, aliás toda a equipa lutou imenso para
este feito histórico, mas a Daniela, mais conhecida por “Pipa”, no
seio da sua equipa é uma  das jogadoras que marca muitos golos e luta
imenso no setor atacante e quem sabe no futuro não terá uma chamada à seleção
AA.
Magazine
serrano: Depois da permanência na 1ªdivisão, que balanço faz desta temporada?
Daniela Alves -Jogo na
Fundação há 7 anos, e para mim a nível coletivo foi a melhor época que fizemos,
conseguimos o 4º lugar na fase de apuramento do campeão, o que é muito bom para
uma equipa do interior conseguir este feito que consideramos histórico.

MS- Como foi
trabalhar com o Mister Rodrigo?

DA– O
mister Rodrigo é uma pessoa que se entrega 100% à equipa, está sempre disposto
ajudar no que for preciso, desde o início manteve uma relação ótima com todas
as jogadoras, uma vez que toda a gente se sentia à vontade no seio da equipa.

   A vinda do mister Rodrigo para a fundação só
veio beneficiar todo o nosso futebol praticado anteriormente, com algumas
alterações no modelo de jogo e no fator técnico- tático conseguiu fazer o que
nunca antes tinha sido feito.
   Posso afirmar, que aprendi bastante com todo
o trabalho que o mister realizou ao longo da época, aliás está aos olhos de
todos, que por todo o seu trabalho, esforço e dedicação o mister foi
considerado pelo “Portal de Futebol Feminino” o melhor treinador da 1ªdivisão
nacional feminina nesta temporada, no qual eu dou os meus parabéns.

MS- Qual o
melhor e pior momento desta temporada?
DA – Posso dizer que
não há melhores momentos durante a temporada, porque todos os momentos que
passamos nesta “família” são bons, mas há sempre aquelas situações que mais nos
marcam. Uma delas, como já referi em cima, foi a passagem a fase de apuramento
do campeão, a outra foi quando marquei o meu primeiro golo da época e o
dediquei ao meu pai. Como piores momentos a nível individual não tenho nenhum,
a nível coletivo passo a citar a lesão da Sandra Rita, uma jogadora com muitas
qualidades e que nos irá fazer imensa falta no sector do meio campo na próxima
época.
MS- No seio da
Fundação tem sido uma peça chave? Uma goleadora também?
DA -Não me
considero uma peça chave, na equipa todas as jogadoras são fundamentais para a
construção da mesma. Quando a questão da goleadora, apesar de ter sido a melhor
marcadora da equipa e ter ficado no top das melhores marcadoras da 1ª divisão
nacional, tudo isto não teria sido possível sem ajuda e sem o futebol praticado
pelas minhas colegas, todas elas contribuíram para que o conseguisse.
Deixo
aqui também uma palavra de agradecimento, a todas as pessoas que me apoiam em
todos os jogos, mas também a todas pessoas que nunca deixaram de acreditar em
mim.
MS- O público já
está mais presente nas bancadas?
DA -No que toca ao
público, não nos podemos queixar, principalmente nos jogos em casa, temos muita
gente assistir aos nossos jogos em casa e até nos jogos fora temos adeptos que
nos acompanham para todo o lado, o que é muito importante para nós, é sinal que
gostam da nossa “família” e de nos ver jogar.
MS- Como vê o
futebol feminino em Portugal?
DA -Desde que jogo
futebol, noto uma grande evolução no trabalho desenvolvido por todos os agentes
envolvidos no futebol feminino, mas claro que ainda não deve ficar por aqui,
acredito que com o passar do tempo, possa haver liga profissional de futebol
feminino em Portugal, o que era muito bom para o nosso país.
Apesar
de sermos um país que ainda está a fazer os possíveis para que o futebol
feminino seja mais desenvolvido, já notamos alguma evolução no que toca, a
clubes, nª de jogadoras inscritas, apoiantes do futebol feminino, etc.
MS- Uma chamada
à seleção era perfeito?
DA -Sim era
perfeito, até porque chegar à seleção nacional é o auge da carreira de uma
jogadora, mas não é algo que me atormente no dia-a-dia, porém também sou internacional
sub – 19, e se o consegui foi porque reconheceram o meu trabalho. No entanto,
vou continuar a esforçar-me e aproveitar cada momento que o futebol me
proporciona, e quem sabe um dia poder chegar lá.
MS- Para a nova
época prevê ficar na Fundação?
DA -Apesar de ter
tido propostas para sair da Fundação, estou na reta final do meu curso e a
formação nos dias de hoje é sempre mais importante. Na nova época vou continuar
na Fundação, até porque foi lá que eu aprendi e cresci como jogadora, mas
também é sempre difícil uma saída por toda afetividade criada ao longo destes
anos, contudo não digo que futuramente não possa haver uma possível saída.
Por António Pacheco
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