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Laço humano organizado pela CPCJ de Fornos de Algodres

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Fornos de Algodres, no âmbito das atividades desenvolvidas a propósito de ABRIL- MÊS DA PREVENÇÃO DOS MAUS TRATOS NA INFÂNCIA, vai promover a criação de um LAÇO HUMANO que terá lugar no dia 30 de abril, pelas 14h junto à Câmara Municipal de Fornos de Algodres.

A iniciativa, de âmbito nacional, ocorrerá em todo o país àquela hora, e visa chamar a atenção para os maus-tratos a que tantas crianças e jovens continuam sujeitos.

Avisos e Domingo de Ramos- Ano C

PREPARAR AS CELEBRAÇÕES PASCAIS

A Congregação para o Culto divino publicou, em Janeiro de 1988, uma “Carta circular” que retoma, explicita e particulariza as normas litúrgicas relativas à preparação e celebração das Festas Pascais e sugere oportunos temas da catequese do máximo interesse para a vivência da Páscoa. Destacamos algumas propostas:

1. “Tal como a semana tem o seu início e o seu ponto culminante na celebração do Domingo, sempre caracterizado pela sua índole pascal, assim também o centro culminante de todo o ano litúrgico refulge na celebração do sagrado Tríduo Pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor, preparada pela Quaresma e prolongada na alegria dos cinquenta dias seguintes“. (Carta circular, Preparação e celebração das Festas pascais [PCFP], nº 2). Toda a pastoral e, assim, a pastoral litúrgica, devem brotar da e convergir para a celebração anual da Páscoa.

2. “A caminhada anual de penitência da Quaresma é o tempo de graça durante o qual se sobe à santa montanha da Páscoa. O tempo da Quaresma, com a sua dupla característica, prepara quer os fiéis quer os catecúmenos em ordem à celebração do mistério pascal… Os fiéis, dedicando-se com mais assiduidade a escutar a Palavra de Deus e a uma oração mais intensa, e mediante a penitência, preparam-se para renovar as suas promessas baptismais. (PCFP, nº 6)

3. “Toda a iniciação cristã comporta um carácter eminentemente pascal enquanto é a primeira participação sacramental na Morte e na ressurreição de Cristo. Por esta razão convém que a Quaresma adquira o seu carácter pleno de tempo de purificação e de iluminação…; a própria Vigília Pascal há-de ser tida como o momento mais adequado para celebrar os Sacramentos da iniciação” (PCFP, nº 7).

4. “…Os pastores recordem aos fiéis a importância que tem para fomentar a sua vida espiritual a profissão da fé baptismal que, “terminado o exercício da Quaresma”, são convidados a renovar publicamente na Vigília Pascal” (PCFP, nº 8). Este é o programa próprio da Quaresma.

5. Durante a Quaresma há que organizar uma catequese para os adultos… Ao mesmo tempo, estabeleçam-se celebrações penitenciais… (PCFP, nº 9).

6. “O tempo da Quaresma é também tempo apropriado para levar a cabo os ritos penitenciais, a modo de escrutínios… também para as crianças, já baptizadas, antes de se abeirarem pela primeira vez do Sacramento da Penitência” (PCFP, nº 10).

7. “Deve ministrar-se, sobretudo nas homilias do Domingo, a catequese do mistério pascal e dos sacramentos…” (PCFP, nº 12).
8. “Os pastores exponham a Palavra de Deus mais a miúdo e com maior empenho, nas homilias dos dias feriais, nascelebrações da Palavra de Deus, nas celebrações penitenciais, nas pregações especiais próprias deste tempo, nas visitas que façam às famílias ou a grupos de famílias para a sua bênção. Os fiéis participem mais frequentemente nas Missas feriais e, se isso não lhes for possível, serão convidados para ao menos ler, em família ou privadamente, as leituras do dia” (PCFP, nº 13).9. “A Igreja celebra todos os anos os grandes mistérios da redenção humana, desde a missa vespertina da Quinta-feira “In Cena Domini” até às vésperas do domingo da ressurreição. Este espaço de tempo é justamente chamado o “tríduo do crucificado, do sepultado e do ressuscitado” e também tríduo pascal, porque com a sua celebração se torna presente e se cumpre o mistério da Páscoa, isto é, a passagem do Senhor deste mundo ao Pai. Com a celebração deste mistério a Igreja, por meio dos sinais litúrgicos e sacramentais, associa-se em íntima comunhão com Cristo seu Esposo” (PCFP, nº 38).
10. “É muito conveniente que as pequenas comunidades religiosas, quer clericais, quer não, e as outras comunidades laicais participem nas celebrações do t r í d u o pascal nas igrejas maiores. De igual modo, quando em algum lugar é insuficiente o número dos participantes, dos ajudantes e dos cantores, as celebrações do tríduo pascal sejam omitidas e os fiéis reúnam-se noutra igreja maior. Também onde mais paróquias pequenas são confiadas a um só sacerdote, é oportuno que, na medida do possível, os seus fiéis se reúnam na igreja principal para participar nas celebrações. Para o bem dos fiéis, onde ao pároco é confiada a cura pastoral de duas ou mais paróquias, nas quais os fiéis participam em grande número e podem ser realizadas as celebrações com o devido cuidado e solenidade, os mesmos párocos podem repetir as celebrações do tríduo pascal, respeitando-se todas as normas estabelecidas” (PCFP, nº 43). “Nestas comunidades, embora muitas vezes pequenas e pobres, ou dispersas, está presente Cristo, por cujo poder se unifica a Igreja una, santa, católica e apostólica” (LG 26)
11. “É desejável que, segundo as circunstâncias, seja prevista a reunião de diversas comunidades numa mesma igreja, quando, por razão da proximidade das igrejas ou do reduzido número de participantes, não se possa ter uma celebração completa e festiva. Favoreça-se a participação de grupos particulares na celebração da vigília pascal, na qual todos os fiéis, formando uma única assembleia, possam experimentar de modo mais profundo o sentido de pertença à mesma comunidade eclesial. Os fiéis que, por motivo das férias, estão ausentes da própria paróquia sejam convidados a participar na celebração litúrgica no lugar onde se encontram” (PCFP, nº 94).

14-04-2019

UMA PASTORAL PARA GARANTIR A UNIDADE SACRAMENTAL DO TRÍDUO PASCAL

A unidade do Tríduo Pascal é uma unidade histórica e sacramental porque representa o mistério pascal que S. Agostinho chamou de “Tríduo de Cristo, crucificado, sepultado e ressuscitado”. É uma unidade litúrgica, porque as suas celebrações estão muito relacionadas com estes três acontecimentos: a antecipação sacramental da morte na Última Ceia ao entardecer de quinta-feira santa, o drama do Calvário na sexta-feira santa, a contemplação da sepultura durante o sábado, e a Ressurreição na passagem da noite para o dia do domingo da Ressurreição. Em algumas comunidades paroquiais, devido à falta de padres, celebra-se somente na quinta-feira santa e no Domingo de Páscoa. Em alguns sítios, há celebrações da Palavra no dia da Instituição da Eucaristia com a distribuição da sagrada comunhão! Noutros, a liturgia de sexta-feira santa consiste numa celebração da palavra, presidida por um leigo, fundamentando-se na seguinte ideia: se não há consagração, não há necessidade de sacerdote! Proliferam “vigílias” pascais, a começar pela tarde com a duração de uma “normal” missa vespertina e com uma redução do número das leituras propostas. Fala-se na celebração de “vigílias” pascais para grupos específicos de espiritualidade, retirando os seus membros das comunidades paroquiais! Outra “novidade” é a multiplicação dos círios pascais na Vigília Pascal para significar as diversas comunidades numa única assembleia. Afinal, o círio representa Cristo Ressuscitado ou comunidades? O que fazer? O que se deve corrigir? O Tríduo Pascal é uma grande celebração com diversos momentos. Três são centrais e alguns complementares. Centrais: a missa da Ceia do Senhor, a celebração solene da Paixão e a Vigília Pascal. Complementares: adoração na noite de quinta para sexta-feira santas, alguma parte da Liturgia das Horas, nas manhãs de sexta-feira e Sábado Santos. A continuidade destas três celebrações manifesta-se no seguinte: não se despede a assembleia ao concluir a liturgia de quinta-feira santa, mas temos a trasladação da reserva eucarística. Esta reserva da Eucaristia é a que se vai comungar, depois da adoração da cruz, no dia seguinte. Na sexta-feira santa não há saudação inicial e, no final, não se despede a assembleia. A desnudação do altar no fim da missa de quinta-feira santa introduz-nos na entrega plena de Cristo na sua Paixão até à sua “descida aos infernos”. Num clima de contemplação, o Tríduo Pascal vai sendo, pouco a pouco, um momento de espera e de preparação para o encontro com o Ressuscitado na Vigília Pascal. Assim, é conveniente que se estabeleça e se promova uma continuidade. Para tal:

1º Nas comunidades paroquiais, o Tríduo Pascal seja completo: a missa da Ceia do
Senhor, a Celebração da Paixão e a Vigília Pascal.

2º Todas as celebrações sejam presididas pelo sacerdote.

3º As celebrações ocorram na mesma igreja por causa da repercussão que a liturgia tem sobre o espaço litúrgico, que permite apreciar os diversos mistérios que se estão a celebrar. Por exemplo, a desnudação do altar não é uma acção meramente funcional; esse altar representa Cristo na sua entrega total e plena. O mesmo altar revestido de uma forma festiva representará Cristo, Cordeiro Pascal.

4º Nas comunidades paroquiais onde não é possível as celebrações do Tríduo Pascal, poder-se-á cultivar a oração da Liturgia das Horas, pela qual, como acontece com os sacramentos, se actualiza também o mistério pascal. O Ofício Divino não é uma realidade paralela ou alternativa à Eucaristia, ou às celebrações do Tríduo, mas é uma forma de participação que se deve promover onde não são possíveis as celebrações do Tríduo Pascal.

5º Nas comunidades onde existem tradições da Semana Santa (procissões, via-sacra ao vivo, sermões), não haja competições com as celebrações litúrgicas no que respeita à marcação de horários, mas que sirvam para a oração e para a contemplação do mistério pascal de Cristo, a sua morte, sepultura e ressurreição, acompanhado pela sua Mãe, Maria de Nazaré.

6º Recordemos que o Tríduo Pascal “não é de preceito”, o que não supõe assegurar de qualquer maneira a sua celebração em todos os lugares. O ideal será assegurar a celebração do Domingo de Ramos e do Domingo de Páscoa, enquanto o Tríduo Pascal seja celebrado no local onde se congrega a maioria dos fiéis e que permita uma celebração espiritual, cuidada e participativa. O mistério pascal actualiza-se sacramentalmente na celebração da Eucaristia e de uma forma sequencial, anualmente, no Tríduo Pascal. Como não é concebível a separação dos mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo, também não é admissível a celebração do Tríduo de um modo que não seja completo. Não se retirem elementos destas celebrações, como se fossem celebrações paralelas nem se multipliquem as celebrações sem as suficientes condições de assistência de fiéis, cuidando da liturgia e nas horas correspondentes. Sobre isto, é urgente iniciar e promover um caminho de sensibilização dos fiéis…o que não é nada fácil, mas não impossível!

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Ano C - Tempo da Quaresma - Domingo de Ramos - Boletim Dominical

 

Avisos e Liturgia do 8º Domingo Comum (Ano C)

8º DOMINGO COMUM (Ano C)

 O discurso sobre a caridade, no evangelho de S. Lucas, está seguido de algumas aplicações práticas que esboçam a fisionomia dos discípulos de Cristo, os quais, como diz S. Mateus, devem ser “luz do mundo” (5,14).

Torna-se impossível ser luz para os outros, se não se tem essa luz. “Pode um cego guiar outro cego?” (Lc 6,39). A luz do discípulo não deriva da sua perspicácia, mas sim dos ensinamentos de Cristo, aceites e seguidos docilmente, porque “não está o discípulo acima do mestre”. Somente na medida em que assimila e traduz na vida a doutrina e os exemplos do mestre, até chegar a ser uma imagem viva do mesmo, pode o cristão ser um guia luminoso para os irmãos e atraí-los a Cristo. É um trabalho que compromete a vida num esforço contínuo para se tornar cada vez mais semelhante a Cristo. Isto requer uma serena introspecção que permita conhecer os próprios defeitos para não cair no absurdo denunciado pelo Senhor: “Porque vês o argueiro que está no olho do teu irmão e não reparas na trave que está no teu olho?”.

03-03-2019

Nunca deve acontecer que o discípulo de Jesus exija dos outros o que não pratica, ou pretenda corrigir no próximo o que tolera em si mesmo, talvez duma forma mais grave. Combater o mal nos outros e não o combater no próprio coração, é hipocrisia, contra a qual se manifestou o Senhor com enérgica intransigência. O critério para distinguir o autêntico discípulo do hipócrita, são as palavras e as obras: “cada árvore conhece-se pelo seu fruto”. Já no Antigo Testamento tinha dito: “O cuidado tido com uma árvore mostra-se no fruto; assim, a palavra manifesta o que vai no coração do homem” (primeira leitura). Jesus adopta esta comparação, já conhecida dos seus ouvintes, e desenvolve-a, pondo em evidência que o mais importante é sempre o interior do homem, onde nasce o seu comportamento. Assim como o fruto manifesta a qualidade da árvore, do mesmo modo as obras do homem mostram a bondade ou malícia do seu coração. “O homem bom, do bom tesouro, do seu coração, tira o que é bom; e o mau, do mau tesouro, tira o que é mau” (evangelho). O hipócrita pode mascarar-se quanto quiser, antes ou depois, o bem ou o mal, que tem em si, transborda e permite que se veja, “pois da abundância do seu coração é que fala a sua boca”. Eis, pois, aqui um aspecto importante: deve guardar-se diligentemente o “tesouro do coração”, extraindo dele toda a raiz de maldade, e cultivar toda a espécie de bem, especialmente a rectidão, a pureza e a recta e sincera intenção.

Porém, é evidente que ao discípulo de Cristo não lhe é suficiente um coração naturalmente bom e recto, necessita também dum coração renovado e modelado, segundo os ensinamentos de Cristo, um coração totalmente convertido ao evangelho. Tal empenhamento é árduo, porque, no coração do discípulo, a tentação e o pecado estão continuamente à espreita. Por isso, S. Paulo, procurando incutir ânimo aos cristãos, recorda que Cristo venceu o pecado e a que Sua vitória é garantia da vitória do cristão. “Graças sejam dadas a Deus, que nos dá a vitória por Nosso Senhor Jesus Cristo”.

“Vós, ó Jesus, acendestes a luz para brilhar. Fazei que estejamos vigilantes e cheios de zelo, não só por causa da nossa salvação, mas também pela salvação daqueles que foram conduzidos pela Vossa mão à verdade. Fazei que a nossa vida seja digna da graça, a fim de que, assim como a graça se prega em todo o lado, também com ela corra paralelamente a nossa vida” (S. João Crisóstomo).

Ano C - Tempo Comum - 8º Domingo - Boletim Dominical

JMV Fornos em segundo no Festival de Música da JMV

Recentemente realizou-se mais uma edição do Festival da Canção JMV. E assim 9 anos depois a JMV de Fornos de Algodres participou e o resultado não poderia ter sido melhor, um mais que merecido 2° lugar.

Desta vez, a Região Centro arrecadou os lugares e prémios de destaque neste evento musical.
No final os jovens fornenses mostravam-se satisfeitos pelo resultado alcançado.

Casa do Benfica de Fornos de Algodres desfilou na Luz

No dia do jogo das Casas, no Estádio da Luz, no encontro do Benfica frente ao Nacional, as casas do Benfica desfilam no relvado.

Deste modo, ao intervalo, todas as casas se fizeram representar, assim desta forma, a Casa do Benfica de Fornos de Algodres, lá desfilou com José Melo e José Morais.

Anualmente é uma forma de o executivo encarnado agradecer o magnifico trabalho que estas filiais fazem ao longo do ano, em prol do clube.

foto:Dep.casas

 

A Junta de Freguesia de Maceira, Concelho de Fornos de Algodres homenageia a cozinheira da “Sopa dos Pobres”, atribuindo o seu nome a uma rua da Freguesia, no dia em que completa 100 anos de idade.

A Junta de Freguesia de Maceira, Concelho de Fornos de Algodres homenageia a cozinheira da “Sopa dos Pobres”, atribuindo o seu nome a uma rua da Freguesia, no dia em que completa 100 anos de idade.

D. Maria Piedade dos Santos, será o nome a constar na toponímia da Freguesia de Maceira, a partir do dia 20 de janeiro de 2019, um gesto  que a Junta e Assembleia de Freguesia votaram por unanimidade, dado ao seu passado em +prol das crianças da freguesia na década de 50.

A homenageada era a responsável pela confeção nos anos 50 da sopa da conhecida como “Sopa dos Pobres”, que era paga por um casal inglês que nessa altura estava radicado na Freguesia para a exploração do urânio que em outros tempos dava  emprego a muitos habitantes da localidade!

De confeção simples, tendo somente como ingredientes feijão, massa, arroz, azeite e sal, a conhecida sopa fazia a delicia da criançada mais necessitada da Freguesia e não só, pois todas as crianças, mesmo tendo possibilidade de a poderem comer em suas casas, optavam sempre por se dirigir ao local onde as mesmas eram servidas e comiam um tijela desta sopa, sendo que D. Maria Piedade dos Santos tinha sempre em conta aqueles que por mais necessidades passavam, como é o exemplo das crianças que moravam nas quintas e saiam de casa de manhã cedo e só regressavam muitas vezes depois de o Sol se pôr.

É de salientar que durante uma década esta sopa era confecionada diariamente e servida a cerca de uma centena de crianças, sendo que a restante (sobras) era distribuída por algumas famílias mais carenciadas da Freguesia.

A Junta de Maceira, ao associar-se à comemoração do centenário da D. Maria da Piedade dos Santos, quer dar destaque à obra realizada por esta ilustre senhora que a troco de100 escudos mensais (0,50€ à moeda atual), abdicou muitas vezes da sua vida pessoal para se dedicar às crianças da Freguesia,  aconchegando-lhes o estômago ao almoço com esta iguaria que na data (Década de 50) era um autentico pitéu e permitia às crianças terem pelo menos uma refeição condigna durante o dia.

A inauguração da placa de toponímia, será efetuada no dia 20 de janeiro pelas 15:00, junto à Sede da Junta de Freguesia de Maceira, onde será distribuído a todos os presentes “a sopa dos pobres”, na sua confeção original.

Novos serviços no Gabinete de Estética de Sofia Gonçalves

Recentemente, o Gabinete de Estética de Sofia Gonçalves passou a dispor de novos serviços tais como: Reiki, Depilação Laser de Iodo e Tatuagens (Piercing).

Deste modo situa-se no Largo do Mercado, 27, na localidade de Fornos de Algodres.

Bancos no Miradouro de Cristo Redentor em Infias

Há uns largos anos atrás, foi construido um monumento em homenagem ao Cristo Redentor, na Freguesia de  Infias.

O local escolhido foi estratégico dado que é um dos pontos com melhor visibilidade da serra da Estrela.

Face a isso, recentemente foram colocados bancos para poder proporcionar aos visitantes descansar um pouco e continuar a desfrutar da bela paisagem que este local proporciona.

foto:FI

Orçamento Municipal 2019 em Fornos de Algodres realista tendo em vista o futuro

Orçamento realista tendo em vista o futuro

Após a elaboração e aprovação do Orçamento 2019 pelo Executivo Municipal fomos conversar com  o atual executivo, Manuel Fonseca, Presidente da Câmara e seus vereadores Alexandre Lote e Bruno Costa.

Um novo ano está à porta, um novo orçamento para ser posto em prática, que novidades aí vêm?

Este orçamento foi aprovado com três votos a favor, e dois contra, a razão evocada para votarem contra foram aspetos formais e não de conteúdo, agora cada um toma as decisões que tem de tomar e não houve aqui nenhuma divergência de fundo por parte das duas vereadoras, apenas entenderam que as coisas formais deveriam ser conduzidas de outra forma.

Agora em relação a este orçamento em si, é realista, pretendemos chegar ao final de 2019 e chegar com taxas de execução idênticas às que temos apresentado nos últimos anos.

As taxas de execução tanto da despesa como da receita são sempre superiores a 90%, e depois temos outra regra que nos é imposta mas, que tivemos sempre em conta, desde que aqui chegámos, isto é, ter finanças e autarquias limpas, podermos pagar aos fornecedores, pagar os encargos financeiros que daí vêm da dívida e pagar todas as dívidas, embora não tendo sido feitas por este executivo, vão transitando em julgado as diversas demandas e estamos preparados para que no próximo ano, caso seja, vontade dos tribunais possam ser resolvidas.

Um orçamento com dois ou três pilares, 2019 é o arranque de algumas grandes obras, como a requalificação do Mercado Municipal que vai arrancar, também a Zona Industrial de Juncais, que é um projeto adiado há muitos anos desde 1998 e em 2019 terá o seu epílogo.

Agora existem várias obras que estão em cima da mesa, como a Escola de Figueiró da Granja, que vão também avançar as obras, este também um dos anseios das pessoas não só de Figueiró mas também dos alunos das localidades limítrofes.

Esta escola vai ter todas as valências, vai ser renovada e permite não só funcionar como escola, mas também pode ser aberta à comunidade, no sentido de ter outro tipo de valências.

São estes os trabalhos que vamos fazer, agora aposta continua sempre nos mais idosos, nos jovens, tendo em conta este orçamento realista, é isto que em linhas gerais pretendemos fazer.

Este vai ser um orçamento de 6 milhões e 900 mil, muito realista, não queremos fazer como se fazia antigamente, com valores elevados e depois não era executado, assim este é o valor que temos para 2019.

Alexandre Lote, vice- presidente, falou-nos um pouco das áreas a seu cargo e começou por nos dizer que na área da Educação, existe a candidatura de combate ao insucesso escolar, onde estão a introduzir a robótica no 1ºciclo, vai haver programa de acompanhamento e orientação mas que vai duplicar o número de horas de apoio na terapia da fala a todos no 1ºciclo.

Existe também um projeto de empreendedorismo direcionado para os alunos dos cursos profissionais, onde serão introduzidos alguns clubes, como Xadrez, já a funcionar na escola e existe a ambição de introduzir o Clube de proteção civil no próximo ano.

Na área da saúde, vai haver o programa de apoio à natalidade, se for aprovado na AM, vai abranger as crianças que ainda não tenham completado os 36 meses, recebem as crianças que dos 0-36 meses  que não tenham qualquer subsídio durante esse período cerca de 1200 euros.

Temos também o programa de apoio à ovinicultura e bovinicultura, virado para os produtores e reforçar o setor primário, onde os produtores vão ser apoiados na criação de gado.

A ideia aqui é rejuvenescer o setor e apoiar de algum modo uma vez que as receitas têm vindo a decrescer.

Na ação social, temos os projetos que já iniciámos, da Tele Assistência, oficina domiciliária, e no associativismo são mais 15 mil euros para apoiar as Associações Culturais, por fim temos o programa da Cidade Amiga das crianças, que enviaremos em breve à UNICEF, e implica obrigações que honraremos, implica cinema, melhoria das condições de segurança, onde já melhoramos em alguns aspetos, a criação dos clubes referidos atrás e a requalificação dos parques infantis e colocar algo que faça mais falta.

Ainda vai ser requalificado o CIHAFA, com o objetivo de concluir em 2019 e na proteção civil, continuar a apostar na manutenção das faixas de rodagem e gestão de combustível.

Vamos criar mais um ponto de água, a exemplo da de Algodres que foi muito útil.

Bruno Costa, titular da pasta do ambiente, salientou que antes de passar ao tema, devia salientar o facto do executivo ter consultado, as juntas de freguesia, no sentido de todos darem opinião.

Destaco o eixo da educação que se liga na área ambiental, houve um aumento de 18% face às grandes alterações em relação ao ano anterior. Neste caso o programa Eco – Escolas, que é uma grande mais-valia. A ideia é fazer vários programas ao longo do ano, Eco-Escolas, programas da educação ambiental, iniciámos pela água, depois a reciclagem, onde já aumentámos o número de ecopontos. Como exemplo os comerciantes do eixo comercial vão agora dispor de um novo Ecoponto. Depois surge a campanha do Plástico, no sentido de reduzir mais ainda o número de sacos e derivados do plástico.

Vamos começar pelo Município e depois alargado, à comunidade, segue-se um problema que está meio resolvido, uma vez que as fossas sépticas em Vila Ruiva, não são suficientes.

Vamos continuar com o plano de monitorização no que toca água, outras recolhas serão feitas basta seguir as diretrizes. A qualidade da água tem de ser prioridade.

Vamos ter um grande investimento no Rio Mondego, onde será feito o desassoreamento, para aumentar o caudal e qualidade de água.

As políticas municipais então em linha com as políticas governamentais, no que toca ao setor da água.

Outro tema foi a vespa asiática, ao que o Presidente da Câmara, Manuel Fonseca, salientou: tem sido feito um bom trabalho pela equipa liderada pelo engenheiro da área, mas é importante uma parceria do Estado, no caso do mal dos Pinheiros, já fizemos nesse campo o nosso trabalho, o levantamento e abate, agora já alertamos o Ministério da Agricultura, na secretaria das florestas, para que possa dizer algo, uma vez que é um problema grave a nível ambiental e aqui todas as matas têm esse problema, assim esperamos que em 2019, haja uma solução no sentido de dar a volta a isto e se consiga fazer algo. É um problema de vários concelhos.

Fornos de Algodres Natal, um presépio natural

Vai haver diversas atividades, alusivas ao Natal, agora não nos podemos esquecer da situação financeira e não podemos ter iluminação de Natal para toda a vila, vamos fazer coisas pequenas para que todos possam estar connosco no Natal. É uma época que estamos imbuídos no espírito natalício, nos lembrarmos dos que já partiram e independentemente da divergência de opiniões que existe, é importante que haja, porque somos uma sociedade plural, mas que cada um reflita no que pretende para o concelho de Fornos, e na parte que nos toca, Presidente e Vereadores, tudo vamos fazer para melhorar as condições das pessoas que resistem viver aqui no nosso concelho.

Vão contar connosco nos próximos anos para dar o melhor às pessoas.

As atividades vão iniciar a 5 de dezembro e finalizam a 6 de janeiro e assentam em dois focos principais, apoiar o comércio local e fazer uma campanha de sensibilização para comprar no comércio local, para gerar economia.

Todos que comprarem no comércio local ficam habilitados a um sorteio a realizar no dia 6 de janeiro, na Câmara Municipal, é um incentivo. Vai haver o concurso de Montras e algumas atividades para as crianças e associações.

Para as crianças a festa de Natal no Auditório do Centro Cultural Dr. António Menano.

Vamos fazer dois mercadinhos, a 15 e 22 do corrente, onde convidamos as associações, e no dia 16 a festa dos mais velhos e no seguinte a festa dos mais novos.

A iluminação será apenas nas árvores do jardim municipal e 3 árvores em 3 pontos do concelho, uma vez que não podemos fazer de outra forma no aspeto financeiro.

Agora temos de ser realistas para termos muita gente de fora, teríamos de fazer um investimento avultado e não nos é possível, agora quem vier aqui no Natal vai perceber que é um espírito de Natal genuíno e não alavancado por milhares de euros, e que é uma despesa duvidosa em relação ao retorno que pode trazer.

Temos dois projetos, “Compre no Comércio Local” e “Fornos de Algodres um Presépio Natural”.

Para finalizar esta conversa, Manuel Fonseca, Presidente do Município deixou indicadores para 2019,” Estamos quase no final do Quadro comunitário de apoio, o projetos com início em 2019, outros a terminar em 2019, está aí a reprogramação financeira, no sentido das verbas de alguns projetos que se tornaram inviáveis para a região.

Que 2019 seja um ano que se façam diversas coisas neste concelho e se possa diminuir esta tendência de as pessoas saírem e não voltarem.

Este é o nosso espírito para criar condições para que cada vez mais gente se fixe aqui, sei que existem jovens e empresários a candidatarem-se a diversas linhas de apoio para terem o seu negócio e com a área industrial de Juncais vamos criar condições para que, os investidores tenham disponível uma área para se instalarem.

Estamos otimistas em relação a 2019 e penso que, será um ano marcante para o concelho de Fornos de Algodres”.

 

 

 

 

 

 

Ovinicultores, Caprinicultores e Bovinicultores vão ser apoiados em 2019

Foi aprovado nesta sexta -feira , por unanimidade, na reunião de câmara apoiar os Ovinicultores, Caprinicultores e Bovinicultores do concelho de Fornos de Algodres.

Desta forma, a aprovação da proposta de regulamento visa apoiar os produtores com um prémio centrado na produtividade, sendo os montantes do prémio os seguintes:

  1. a)            Bovinos – 100,00€ /Animal
  2. b)            Ovinos e Caprinos – Raças indeterminadas 2,50€ /Animal
  3. c)            Ovinos – Raça Serra da Estrela       6,00€ /Animal

Esta aposta do Município tem como desígnio apoiar o desenvolvimento rural, de modo a promover a fixação dos produtores, a diminuição dos custos de contexto associados à sua atividade e, não menos importante, apoiando o rejuvenescimento deste importante fator de produção concelhio.

A Proposta de Regulamento para Atribuição de Apoio aos Ovinicultores, Caprinicultores e Bovinicultores do concelho de Fornos de Algodres ficará agora em consulta pública durante 30 dias, para posterior aprovação pela Assembleia Municipal.

Por:MFA

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