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Livro “Mangualde desde o pós-Segunda Guerra Mundial (1953-2015). Estado Novo, Democracia e Integração Europeia”,apresentado

Foi lançado neste sábado, dia 3 de fevereiro, o livro “Mangualde desde o pós-Segunda Guerra Mundial (1953-2015). Estado Novo, Democracia e Integração Europeia”, uma obra de João Paulo Avelãs Nunes e Marcos Branco com coordenação de António Tavares. A sessão decorreu a meio da manhã, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Mangualde, e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, João Azevedo, dos autores João Paulo Avelãs Nunes e Marcos Branco e do coordenador António Tavares.

 A obra é uma monografia historiográfica que pretende contribuir para um melhor conhecimento e para uma compreensão acrescida da evolução de Mangualde – localidade, concelho e região – nas últimas décadas do século XX até aos nossos dias. Trata-se de uma proposta que visa reconstituir e interpretar a história recente de Mangualde que interesse a diversos públicos, mas sem ignorar as exigências da historiografia que predomina na atualidade nos países com regimes democráticos ou demoliberais abertos.

A obra é, por isso, um ensaio historiográfico acerca do tempo presente e é, também, uma forma de comemorar e celebrar Mangualde. É editada pela Câmara Municipal de Mangualde e pela ArqueoHoje.

Por:MM

Casa do Bandarra inaugurada em Trancoso

A “Casa do Bandarra” foi inaugurada neste domingo ,12 de março.
Trancoso tem agora, um espaço dedicado ao sapateiro, poeta e profeta Gonçalo Anes Bandarra.
O programa oficial teve início no sábado (11 de março) com uma visita guiada ao Património Judaico e Cristão Novo no Centro Histórico em Trancoso.
À tarde o Jornalista Carlos Andrade encetou a Conferência “Bandarra XXI”, contando com a presença da Prof. Maria Antonieta Garcia, do Jornalista e Escritor António Carlos Carvalho, do escritor Fernando Santos Costa e do Dr. José Valle Figueiredo, seguida da apresentação dos livros: “Os Sonhos Proféticos de Bandarra” e “Palavras Eternas” do escritor António Carlos Carvalho, bem como, a apresentação do Jogo “Os Escritos do Bandarra” de Hugo Morango com ilustrações de Filipa Santos.
O Sr. João Duarte Fonseca inaugurou, no papel de comissário, a exposição “Bandarra – Memórias e Realizações 20 anos depois” no Centro Cultural de Trancoso.
Já durante a noite a comunidade de Moreira de Rei teve a oportunidade de visualizar em jeito de antestreia, a curta-metragem “ Sonho Primeiro”, trabalho de Hugo Morango dedicado à comunidade pelos préstimos e total empenho aquando das filmagens.
Às 9h30 de domingo, o grupo de BTT “Os Bandarras” juntamente com alguns amigos pedalaram “Por Trilhos de Bandarra” troço esse designado pelos vestígios/ passagem do poeta por tais paragens.
Pelas 14h45 homenageou-se o profeta Bandarra com a declamação de algumas trovas junto do seu túmulo na Igreja de São Pedro, momento ao qual nem o próprio poeta faltou, interpretado/encenado pelo ator João Janela, protagonista do filme “Sonho Primeiro”.
Bandarra não foi o único personagem a ressuscitar, também Mofina Mendes teve a sua aparição numa fábula interpretada por Graciosa e Paulo Inácio.
O Grupo de Teatro Mandrágora através dos seus atores e marionetas deram uma breve lição sobre a “Breve História de Portugal” a todos aqueles que no Largo Luís Afonso de Albuquerque se encontraram.
Após o término da peça teatral o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Trancoso e a Srª Conselheira da Embaixada da Noruega, Drª Gunvor Alida Endreson descerraram a placa inaugural do Centro Interpretativo “Casa do Bandarra” contando também com a presença do Sr. Presidente da Assembleia Municipal, Dr. Amaral Veiga, da Sr.ª Diretora Regional da Cultura do Centro, Dr.ª Celeste Amaro e do Sr. Eng. Marco Batista representando a Rede de Judiarias de Portugal.
A Casa do Bandarra está integrada no projeto Rotas de Sefarad – Valorização da Identidade Judaica Portuguesa no Diálogo Interculturas, resultando de uma candidatura ao Programa EEA Grants 2009-2014, da Associação Rede de Judiarias de Portugal, da qual Trancoso foi cofundador a 17 de março de 2011.
Há mais de 20 anos (setembro de 1996), no âmbito das Comemorações dos 500 anos do nascimento de Bandarra, profetizou-se a fundação de um núcleo museológico, hoje tornado realidade, enquanto se lembrava e honrava aquele “… cujo coração foi não Português, mas Portugal” (Fernando Pessoa).

Por:Mun.Trancoso17264473_696605570519722_5148422834762114613_n tran

Turistas israelitas visitaram a cidade de Pinhel

15109597_1579348775425235_7641021978545285199_nO Município de Pinhel recebeu na manhã desta quarta-feira, a visita de um grupo de turistas provenientes de Israel.
Depois de terem sido recebidos nos Paços do Concelho, seguiu-se uma visita guiada ao centro histórico, dando particular atenção aos testemunhos da presença judaica, como por exemplo cruzes de diferentes tipologias que é possível observar nas ombreiras das portas das casas que outrora albergaram famílias judaicas.
A visita terminou junto ao edifício em que foi instituída uma Sinagoga, no início da década 30, através da obra do resgate de Barros Bastos.

Por:MP

Vestígios Romanos na história de Penaverde

  AdeIMG_7104são massiva viu Edícula Romana

  Na tarde do passado domingo, na localidade de Penaverde, concelho de Aguiar da Beira, houve conversas com história sobre os vestígios romanos.

  Desta forma, após as boas vindas pelo Presidente do Município, Prof. Joaquim Bonifácio, o Presidente da freguesia, Armindo Florêncio e Ricardo Guerra, sócio fundador da Aquilaris (Associação de Defesa do Património), seguiu-se a preleção do Dr. Pedro C. Carvalho, da Área de História, Arqueologia e ArIMG_7100tes da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, que foi dando a conhecer um pouco da história Penaverdense.

 Segundo o preletor, Penaverde situa-se numa localização importante a nível da região, dado que, na época dos romanos, era um local de grandes cruzamentos dos povos para outras localidades, inclusive para terras espanholas.

 Também nesta época, apareceram elementos importantes para sinalizar os povos, caso dos Marcos Milenares, um símbolo importante descoberto nesta localidade foi uma edícula romana, que muitos ouviam falar dela mas poucos a tinham vIMG_7087isto ao vivo.

  Deste modo, nesta tarde, a Edícula Romana esteve presente na freguesia, esta peça é única e face a isso foi doada para um museu em Viseu, segundo o preletor, salientou que esta peça tem gravado o nome de Cornélio, leva a deduzir que estivesse na parede de uma casa particular.

  Esta peça foi encontrada a 2 de maio de 1932, no Soutinho, aquando a remodelação daquele local, esta peça depois de limpa e analisada poderá ter cerca de 2000 anos, segundo o caderno de apontamentos do Padre José Coelho.

  Esta peça representa muito valor, sendo um de muitos vestígios romanos na freguesia.

  Para completar a preleção, teve lugar, uma pequena caminhada no intuito de observar outros traços e vestígios existentes da passagem dos romanos por esta localidade, existentes nas diversas ruas.

  Para finalizar a tarde, um magusto na Casa do Povo local, com a música do Grupo de concertinas Clave de Sol.

  De salientar a grande adesão por parte da população quer IMG_7183da freguesia de Penaverde, assim como do restante concelho de Aguiar da Beira.

  Esta ação teve como entidade organizadora, a Aquilaris, com o apoio da Junta de Freguesia local e o Município de Aguiar da Beira.

  Fomos conversar com um dos elementos da Aquilaris, Ricardo que nos referiu que foi importante, sendo a presença da edícula romana a razão talvez de tão grande adesão.

  Foi encontrada em 1932, e nesta ação a preleção do Dr. Pedro Carvalho, foi importante no sentido de que agora todos ficaram com mais conhecimento e vai ser mais fácil as pessoas identificarem que nas suas casas podem existir pedras com história.

  Foi um despertar para todos poderem preservar todo este património, com grandes vestígios romanos e daqui a uns tempos se poder contar melhor esta história.

  No futuro, poderá vir a surgir uma réplica desta edícula e ser colocada num local específico, ou seja, um “museu”, onde toda a gente possa ver.

  Esta é a terceira ação, uma foi  em Carapito, com o tema “os dolmens”, na segunda ação, em Dornelas, a visita pelos fontanários, ambas também com grande adesão.

  A missão é alertar os mais jovens e as populações para as maravilhas que existem nestas localidades e no futuro podem vir a ser importantes a nível do turismo.

Por:António Pacheco

Paredes que falam da História… de Mangualde

2ag 16Paredes que falam da História… é o tema em destaque na campanha «Mangualde, o nosso património!» do mês de agosto. A iniciativa da Câmara Municipal de Mangualde tem como objetivo continuar a aproximar a população do património mangualdense, dando a conhecer o vasto património do concelho.

Paredes que falam da História…

A mensagem da fotografia ilustra bem o período do “Verão Quente” de 1975. Por todo o país a propaganda no contexto da Revolução do 25 de Abril do ano anterior assumia várias posições ideológicas e era perpetrada de diversas maneiras. A escrita nas paredes, a colagem de cartazes eram algumas dessas formas e muito frequentes, invadindo as cidades e as aldeias, mesmo as mais recônditas.

Paredes pintadas com vozes de ordem e outros dizeres são, hoje, verdadeiros documentos históricos. Testemunham uma vivência histórica já passada. A singularidade, alguma raridade e o tempo conferem-lhes a categoria de bens do património cultural. A sua preservação (manutenção) ou o seu desaparecimento (com pintura nova a cobri-las) é da responsabilidade e da vontade dos proprietários dos imóveis, naturalmente!

A parede que mostramos foi pintada em duas noites distintas e retrata dois posicionamentos também divergentes: existia a inscrição da sigla do PCP, feita por um determinado grupo e, em reação, surge a frase que se lê, aproveitando inclusivamente aquela sigla para escrever a palavra porcos. CUN é o que restou de CUNHAL, devido à intervenção de reconstrução do edifício contíguo.

Um testemunho cultural numa parede de Abrunhosa do Mato, no concelho de Mangualde.

 

António Tavares

Gestão e Programação do Património Cultural

 

Com esta campanha todos ficam mais próximos do vasto esplendor patrimonial do nosso concelho. Nesse sentido, continua a ser colocada, em vários pontos de encontro do concelho, informação sobre o monumento/património apresentado. O património material e imaterial vai sendo apresentado consoante a categoria com a qual foi classificado: arqueologia, pelourinhos, fontes, palacetes e religiosos, bem como outros bens patrimoniais. Cada categoria será representada por uma cor que a distingue das restantes.

 

Foram já vários os bens patrimoniais destacados por esta campanha nos últimos dois anos. Em 2015, a comunidade teve oportunidade de conhecer melhor alguns pedaços de património que fazem história no nosso concelho: Igreja de São Tomé de Cunha Baixa, o Fontenário dos Seabra Beltrões, em Cassurrães, o Penedo da Cruz, em Póvoa de Cervães, Vila Cova de Tavares…1663, a Capela dos Cabral Pinto – Cassurrães, a Ponta da Barca, a Igreja de Santiago de Cassurrães, as Sepulturas medievais de Maceira Dão e a «Nossa Senhora do Monte, ou da Cabeça – Sítio primitivo do Mosteiro de Maceira Dão?», as Casas de Lobelhe, a Casa da Quinta de Santo António – Fornos de Maceira Dão e a Igreja de São João da Fresta. No mês de maio destacamos a Igreja de São Silvestre de Pinheiro de Baixo e de Cima e Picota: tecnologia antiga e no mês de junho, os Vestígios de Outrora: Vila Nova de Espinho.

Por:Mun.Mangualde

Feriado Municipal – Comemorações da Batalha de Trancoso de 27 a 29 de maio

O Município de T01 trrancoso comemora anualmente o seu feriado municipal no dia 29 de maio, relembrando a Batalha de Trancoso, travada entre Portugueses e Castelhanos no ano de 1385.

Desta forma aqui fica já o programa:

Dia 27

09h30 – Visita de estudo dos alunos do Agrupamento de Escolas de Trancoso ao Campo Militar de São Marcos

Realização de atividades lúdicas

Dia 28 (Castelo de Trancoso)

10h00 – Abertura da “Recriação Histórica da Batalha de Trancoso”

11h00Conferência: A Batalha de Trancoso, no espaço e no tempo (Dr. José Valle Figueiredo – Sociedade Histórica de Independência de Portugal)

12h30 – Os sabores de antanho nas tabernas

14h30 – Recriação Histórica: “Os prenúncios da Batalha de Trancoso”

A Nobreza das Beiras e Emissários do Reino acorrem a Trancoso com notícias das intenções de Castela.

16h00 – Treinamento dos homens d´armas para a peleja

18h00 – Recriação Histórica: “Uma Aliança de força maior”

Mediados por D. João Fernandes Pacheco, o Alcaide de Trancoso e o Alcaide de Linhares da Beira chegam a um entendimento decisivo.

19h30 – Repasto à tripa forra nas tabernas

21h00 – Recriação Histórica: “A Estratégia para a Vitória”

Preparando-se para enfrentar uma força largamente superior, D. Gonçalo Vasques Coutinho e D. Martim Vasques da Cunha traçam um plano arrojado.

21h30 – Trovas e bailias ao som de gaitas de foles

 Nota: 10h00 às 23h00 – Animação na alcáçova com ofícios medievais, música e bailias, treinos d’armas, comeres e beberes d’época…

Dia 29

09h30 – Hastear da Bandeira – Paços do Concelho

10h00 – Abertura da “Recriação Histórica da Batalha de Trancoso” – Castelo de Trancoso

11h00Receção às entidades oficiais – Câmara Municipal de Trancoso

11h30 – Visita ao acampamento medieval – Castelo de Trancoso

15h00 – Cortejo Cívico ao Planalto de São Marcos

VI Caminhada Solidária da Liga Portuguesa contra o Cancro

Participação da Cavalaria da GNR de Évora e do Exército Português

15h30Recriação da Batalha de Trancoso – Campo Militar de São Marcos

16h30 Homenagem aos Combatentes da Batalha de Trancoso em 1385

18h00 – Distribuição de pão e laranjas

18h30 – Os festejos da vitória: trovas e folguedos no terreiro no terreiro de São Marcos

Recriação histórica de Santar

Nos dias 7 e 8 de Maio a Vila de Santar recua até ao século XII para recriar mais momentos e passagens inolvisantardáveis da história de Portugal. Este ano, Santar revive a emblemática Pré-Batalha de São Mamede, com a recriação do ambiente social e político do território de Viseu na Primavera de 1128, ano em que um grande número de nobres nortenhos se encontrava revoltado contra a Regina Teresa e o conde Fernando Peres. Para além das recriações históricas, o programa conta ainda com demonstração de aves de rapina, apresentação de um Santar d’Honra, ceia com um porco no espeto, ateliês, concerto de música medieval com o grupo Jogralesca, entre muitos outros motivos de interesse.

O Largo do Paço, local carregado de simbolismo histórico, será o centro de toda a movimentação histórica e de todo este requintado convívio, uma zona emblemática que permite a envolvência das representações, num encontro com a história, com os costumes e com as “gentes de Santar”.

Destaque para a Recriação da Primavera de 1128, no sábado pelas 15h00, em que centenas de figurantes interpretam o momento em que a “Rainha” Teresa recebe as comitivas de nobres portucalenses e galegas com opiniões antagónicas no que respeita à governação do território portucalense e, pelas 21h00, a Recriação da Procissão das Vésperas da Aparição do Arcanjo Miguel, seguindo-se o concerto de música medieval do grupo JOGRALESCA, pelas 21h00.

No domingo, o programa contempla atividades como Tiro ao Alvo, pelas 11h00, Treino de Estratégia Militar, pelas 12h00, e Atelier “Cestaria-Uma Nobre Arte de Caça”, pelas 16h00.

Numa organização conjunta da ACI-Amigos de Santar, Município de Nelas, União de Freguesias Santar-Moreira e Portucale Fidelis, a recriação histórica “Santar 1128”constitui, durante dois dias, mais um motivo apaixonante para uma deslocação à Vila de Santar, terra com um historial marcante no Concelho de Nelas e na Região do Dão.

Por:Mun.Nelas

 

III edição do Percurso Pedestre Rota dos Ambientes Rurais

130px-PCT1A Câmara Municipal de Penalva do Castelo em parceria com a junta de freguesia de Castelo de Penalva, Associação Cultural Castro de Pena Alba, Grupo Desportivo Cultural Bela Vista e apoio dos Bombeiros Voluntários e Unidade de Cuidados à Comunidade de Pena D’Alva, vai promover no próximo dia 24 de abril (domingo) o Percurso Pedestre PR4-PCT Rota dos Ambientes Rurais (com momentos de animação /recriação histórica).

A Rota é um percurso circular com cerca de 12km, que circunda uma vasta área da freguesia de Castelo de Penalva, cuja sede, remotamente, foi berço do Município e um ponto estratégico para o domínio e manutenção da paz em toda a área do enclave Dão-Mondego.

O percurso, que em 2015 teve cerca de três centenas de participantes, tem início junto à Igreja Matriz /São Pedro e desenvolve-se em torno do rio Dão, com um aprazível ambiente rural circundante caraterizado por belas paisagens, grande diversidade de fauna e flora e diversos monumentos religiosos e histórico-culturais (capelas, alminhas, “ponte romana, castelo”…) que poderão ser apreciados pelo caminhante.

Ao longo do percurso, os participantes serão surpreendidos com alguns momentos de animação, nomeadamente: as Lavadeiras no rio Dão, a travessia das poldras, a fonte dos namorados, o resineiro, Alambique, entre outros.

O preço de inscrição é de 6,00 € e inclui o seguro, almoço e t-shirt, ou 3,00€ incluindo o seguro e o almoço. A participação livre não tem qualquer custo associado. O pagamento é efetuado no dia do percurso.

Além deste percurso pedestre, existem no concelho mais quatro percursos pedestres devidamente sinalizados cuja calendarização 2016 é a seguinte: PR2 PCT Caminho dos Galegos/Rota de Santiago, em Mareco (29 de maio); PR2 PCT Rota da Sr.ª da Ribeira, em Moinhos de Pepim (19 de junho); PR3 PCT Rota dos Cenários do Passado, em Esmolfe (24 de julho) e PR5 PCT Trilho do Ryal, em Real (7 de agosto).

Por:Mun.Penalva do Castelo

NOSSA SENHORA DO MONTE, OU DA CABEÇA – SÍTIO PRIMITIVO DO MOSTEIRO DE MACEIRA DÃO?

A campaNossa Senhora do Montenha da autarquia mangualdense, «Mangualde, o nosso património!», continua a dar a conhecer o vasto património do concelho. Para aproximar a população do património mangualdense, em novembro, o destaque vai para a «Nossa Senhora do Monte, ou da Cabeça – Sítio primitivo do Mosteiro de Maceira Dão?»

Nossa Senhora do Monte, ou da Cabeça – Sítio primitivo do Mosteiro de Maceira Dão?
Alpendurada no cimo do monte, tendo a seus pés o Real Mosteiro de Maceira Dão, vê-se a Igreja de culto mariano de Nossa Senhora do Monte e que, por mercê das curas feitas pela Imaculada Senhora às maleitas de cabeça dos fiéis que a ela acudiam, viu, paulatinamente, mudado o seu nome para Senhora da Cabeça.
O edificado transporta-nos para o estilo barroco do século XVIII, belo na sua gramática ornamental, com monumental e esplendoroso requinte decorativo do portal principal. É na fachada nobre que concentra, aliás, a sua extraordinária riqueza artística.
A arquitectura do templo, a planta e demais soluções fazem crer que a sua edificação se situará nos finais do século XVII, finalizando-se, pelo menos, até à primeira década da 2ª metade do século XVIII, conforme sugere a gramática decorativa do exterior.
Inventariado em 1716, Frei Agostinho de Santa Maria refere que a sua primitiva construção se deverá aos primeiros monges Benedictinos, por volta do ano 900, constituindo assim o primeiro convento naquele sítio, e que mais tarde, por volta do ano 1100, terá sido abandonado para dar lugar ao mosteiro cisterciense que abaixo lhe fica, por permitir maior expansão habitacional.
Diz ainda aquele frade, em tom de justificação: “(…) e em memoria de haver no monte estado o primeyro Convento, costumàrão ir os Religiosos em todos os Sabbados pagar à Senhora aquelle devoto obsequio.”
Dando como certos os relatos de Frei Agostinho de Santa Maria, a actual Igreja do século XVIII mais não é que uma reedificação no sítio do velho e primitivo mosteiro: “Esta Ermida jà parece obra moderna, & reedificação da primeiyra”. Só a Arqueologia poderá corroborar ou desmentir as palavras de Frei Agostinho de Santa Maria.
António Tavares
Gabinete de Gestão e Programação do Património Cultural

Com esta campanha todos ficam mais próximos do vasto esplendor patrimonial do nosso concelho. Nesse sentido, continua a ser colocada, em vários pontos de encontro do concelho, informação sobre o monumento/património apresentado. O património material e imaterial vai sendo apresentado consoante a categoria com a qual foi classificado: arqueologia, pelourinhos, fontes, palacetes e religiosos, bem como outros bens patrimoniais. Cada categoria será representada por uma cor que a distingue das restantes.

Foram já vários os bens patrimoniais destacados por esta campanha nos últimos dois anos. Em 2015, continuamos a aproximar a comunidade de todo o nosso património, tendo sido apresentada ao longo do ano, a Igreja de São Tomé de Cunha Baixa, o Fontenário dos Seabra Beltrões, em Cassurrães, o Penedo da Cruz, em Póvoa de Cervães, Vila Cova de Tavares…1663, a Capela dos Cabral Pinto – Cassurrães, a Ponta da Barca, a Igreja de Santiago de Cassurrães e as mais recentes Sepulturas medievais de Maceira Dão.

Por:Mun.Mangualde

Dia Municipal para a Igualdade Assinalado em Penalva do Castelo

O Municpensípio de Penalva do Castelo, enquanto entidade local, reconheceu deter condições únicas para intervir em casos de desigualdade social e promover a igualdade como condição de uma sociedade mais justa, cívica e democrática. Nesse sentido, desde o ano de 2011 que abraça o projeto “A igualdade faz o meu género”, através da implementação do Plano Municipal para a Igualdade, que valoriza a transversalidade de competências e multidisciplinaridade, num trabalho de efetiva parceria com os principais agentes e responsáveis locais.
O desenvolvimento e implementação deste projeto longitudinal visa a concretização de diversos objetivos, entre os quais há a destacar a promoção de mudanças de comportamentos e desenvolvimento de competências de cooperação entre sexos; a sensibilização para o direito à igualdade de tratamento, independentemente do sexo, religião ou crença, deficiência, idade ou orientação sexual e a promoção de uma sociedade mais justa e mais coesa, procurando eliminar estereótipos, preconceitos, atos violentos, com vista ao estabelecimento de relações positivas entre os membros da sociedade.
Na sequência da implementação destas medidas, o Município de Penalva do Castelo vai assinalar, no dia 24 de outubro, o Dia Municipal para a Igualdade através da realização de duas iniciativas. Uma delas prende-se com uma campanha de sensibilização, para a qual foram elaborados sete cartazes, em que todos eles tentam transmitir estereótipos e situações de desigualdade contra as quais é necessário lutar. A outra iniciativa tem a ver com o projeto “Sábados na Biblioteca”, numa atividade conjunta entre a Biblioteca Municipal e a Câmara Municipal, dirigida a crianças dos 4 aos 13 anos, e que foi projetada para sensibilizar para a importância da igualdade entre pares e de género e para as consequências negativas da discriminação e dos estereótipos. Esta é uma atividade dinâmica e participativa, com uma duração de 2 horas, constituída pelo conto “O Tiago é muito alto” e por uma ação de sensibilização para os direitos e deveres iguais entre géneros e a importância da igualdade de acesso às mesmas oportunidades para a definição do projeto de vida individual.
A primeira de muitas atividades destinadas a crianças em idade escolar, para que se caminhe, desde idade precoce, para um concelho mais igual e com menos disparidades sociais.

Por:Mun.Penalva Castelo

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