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Avisos e liturgia UP Aguiar da Beira e UP Fornos de Algodres

II Domingo do Tempo Comum

O autor desta reflexão deixa claro que o chamamento é sempre uma
iniciativa de Deus, o qual vem ao encontro do homem e chama-o pelo nome. Ao homem é pedido que se coloque numa atitude de total disponibilidade para escutar a voz e os desafios de Deus. Na segunda leitura, Paulo convida os cristãos de Corinto a viverem de
forma coerente com o chamamento que Deus lhes fez. No crente que vive em comunhão com Cristo deve manifestar-se sempre a vida nova de Deus.

14-01-2018
Aplicado ao domínio da vivência da sexualidade – um dos campos onde as falhas dos cristãos de Corinto eram
mais notórias – isto significa que certas atitudes e hábitos desordenados devem ser totalmente banidos da vida do cristão.
O Evangelho deste Domingo diz-nos, antes de mais, o que é ser cristão… A identidade cristã não está na simples pertença jurídica a uma instituição chamada “Igreja”, nem na recepção de determinados sacramentos, nem na militância em certos
movimentos eclesiais, nem na observância de certas regras de comportamento dito “cristão”… O cristão é, simplesmente, aquele que acolheu o chamamento de Deus para seguir Jesus Cristo. O que é, em concreto, seguir Jesus? É ver n’Ele o Messias libertador
com uma proposta de vida verdadeira e eterna, aceitar tornar-se seu discípulo, segui-l’O no caminho do amor, da entrega, da doação da vida, aceitar o desafio de entrar na sua casa e de viver em comunhão com Ele.
O nosso texto sugere também que essa adesão só pode ser radical e absoluta, sem meias tintas nem hesitações. Os dois primeiros discípulos não discutiram o “ordenado” que iam ganhar, se a aventura tinha futuro ou se estava condenada ao fracasso, se o abandono de um mestre para seguir outro representava uma promoção ou uma despromoção, se o que deixavam para trás era importante ou não era importante; simplesmente “seguiram Jesus”, sem garantias, sem condições, sem explicações supérfluas, sem “seguros de vida”, sem se preocuparem em salvaguardar o futuro se a aventura não desse certo. A aventura da vocação é sempre um salto, decidido e sereno, para os braços de Deus. A história da vocação de André e do outro discípulo (despertos
por João Baptista para a presença do Messias) mostra, ainda, a importância do papel dos irmãos da nossa comunidade na nossa própria descoberta de Jesus.

Ano B - Tempo Comum - 2º Domingo - Boletim Dominical
A comunidade ajuda-nos a tomar consciência desse Jesus que passa e aponta-nos o caminho do
seguimento. Os desafios de Deus ecoam, tantas vezes, na nossa vida através dos irmãos que nos rodeiam, das suas indicações, da partilha que eles fazem connosco e que dispõe o nosso coração para reconhecer Jesus e para O seguir. É na escuta dos nossos irmãos
que encontramos, tantas vezes, as propostas que o próprio Deus nos apresenta.

O encontro com Jesus nunca é um caminho fechado, pessoal e sem consequências comunitárias… Mas é um caminho que tem de me levar ao encontro dos irmãos e que deve tornar-se, em qualquer tempo e em qualquer circunstância, anúncio e testemunho.
Quem experimenta a vida e a liberdade que Cristo oferece, não pode calar essa descoberta; mas deve sentir a necessidade de a partilhar com os outros, a fim de que também eles possam encontrar o verdadeiro sentido para a sua existência. “Encontrámos
o Messias” deve ser o anúncio jubiloso de quem fez uma verdadeira experiência de vida nova e verdadeira e anseia por levar os irmãos a uma descoberta semelhante.

Avisos e liturgia do 1ºdomingo do Advento- Fornos e Aguiar da Beira

Dupla Perspectiva do Advento
O TEMPO DO ADVENTO é o tempo da devota e gozosa EXPECTATIVA sobre a vinda do Senhor. Está estruturado liturgicamente numa dupla perspectiva:

  1. É TEMPO DE PREPARAÇÃO para a SOLENIDADE DO NATAL, que comemora “a vinda do Filho de Deus” à Humanidade, pela Incarnação;
  2. É tempo no qual, mediante a evocação do nascimento histórico, se concentra o espírito dos crentes na expectativa da “SEGUNDA VINDA DE CRISTO” no fim dos tempos.
Ano B - Advento - 1º Domingo - Boletim Dominical

As duas perspectivas entrecruzam-se nos textos litúrgicos do Advento, porque a “primeira vinda” pela Encarnação é o fundamento da “última vinda”; e esta, a consumação escatológica da primeira.

Entre o ACONTECIMENTO HISTÓRICO de Cristo e a PARUSIA há um ritmo incessante de ADVENTO de Cristo, sempre presente na Igreja e no Mundo, porque há muitas zonas da pessoa onde Cristo está “ausente”, até que nos identifiquemos, existencialmente, com Ele; porque há muitos homens que ainda não ouviram a Sua mensagem; porque há muitas zonas no mundo e na História que ainda não foram atingidas pela graça da reconciliação!

A Liturgia do ADVENTO CRISTÃO situa-se no “já” da Encarnação e no “ainda não” da Sua vinda em plenitude.

Entre a Encarnação de Cristo e a Sua última vinda
Para melhor entender esta dupla perspectiva do Advento, devemos ater-nos a alguns aspectos gerais do Ano Litúrgico:

  1. As celebrações do Ano Litúrgico são o desenvolvimento da História da Salvação atualizada sacramentalmente no tempo e no espaço, com todos os seus acontecimentos salvíficos, para que essa História aconteça existencialmente nas comunidades eclesiais, em cada geração e em cada pessoa.
  2. Há nos Mistérios da Redenção uma dimensão histórica, enquanto acontecimento cronologicamente verificado no passado. Como tais, esses mistérios, são “um passado histórico irreversível”. A celebração deles é uma “comemoração-aniversário”. Mas há também a dimensão salvífica, enquanto iniciativa salvadora de Deus; manifestação da força viva de Deus perenemente presente e actuante. A celebração litúrgica é a “reactualização” dessa dimensão salvífica, que se reproduz existencialmente como acontecimento salvífico.
  3. Ano B - Advento - 1º Domingo - Boletim Dominical

O Natal é o “mistério-sacramento” do nascimento do Senhor, que renova e actualiza o Mistério do Filho de Deus feito homem. O “HOJE”, repetido nos textos litúrgicos do Natal, é o “HOJE DIVINO”, ou a presença perene de Deus, em Quem não há passado nem futuro, no “HOJE DOS HOMENS” sempre provisório e passageiro! Pela celebração cultual, o “HOJE” de cada geração é contemporâneo do que já aconteceu e do que há-de vir. COMEMORAR os Mistérios da Redenção não é distanciar-se do que aconteceu, mas abolir as distâncias.
Há uma unidade interna nos ciclos do Ano Litúrgico. Ela procede da unidade do Mistério de Cristo, presente em todas as celebrações. A Liturgia celebra sempre todo o mistério de Cristo, mas na PERSPECTIVA PASCAL. Por isso, a Liturgia do Advento e a do Natal estão transfiguradas pelos símbolos pascais:

  1. A Encarnação é perspectivada pelo processo da “humilhação-despojamento”, que culmina na morte de Cristo.
  2. O Natal é como que celebração antecipada e pressuposto da maravilhosa Primavera da salvação: a festa da Páscoa.
  3. A verdadeira festa do “Sol da Justiça”, que se celebra no Natal, brilha na Ressurreição.
  4. O movimento da regeneração da Humanidade começa no Natal mas culmina na Páscoa! Haja em vista toda a simbologia pascal da luz, presente no Natal!

A liturgia do primeiro Domingo do Advento convida-nos a equacionar a nossa caminhada pela história à luz da certeza de que “o Senhor vem”.
Apresenta também aos crentes indicações concretas acerca da forma devem viver esse tempo de espera.
A primeira leitura é um apelo dramático a Jahwéh, o Deus que é “pai” e “redentor”, no sentido de vir mais uma vez ao encontro de Israel para o libertar do pecado e para recriar um Povo de coração novo. O profeta não tem dúvidas: a essência de Deus é amor
e misericórdia; essas “qualidades” de Deus são a garantia da sua intervenção salvadora em cada passo da caminhada histórica do Povo de Deus. A segunda leitura mostra como Deus Se faz presente na história e na vida de uma comunidade crente, através dos dons e
carismas que gratuitamente derrama sobre o seu Povo. Sugere também aos crentes que se mantenham atentos e vigilantes, a fim de acolherem os dons de Deus.
Antes de mais, o Evangelho deste domingo coloca-nos diante de uma certeza fundamental: “o Senhor vem”. A nossa caminhada humana não é um avançar sem sentido ao encontro do nada, mas uma caminhada feita na alegria ao encontro do Senhor
que vem. Não se trata de uma vaga esperança, mas de uma certeza baseada na palavra infalível de Jesus. O tempo de Advento recorda-nos a realidade de um Senhor que vem ao encontro dos homens e que, no final da nossa caminhada por esta terra, nos oferecerá
a vida definitiva, a felicidade sem fim. O tempo do Advento é, também, o tempo da espera do Senhor. O Evangelho deste Domingo diz-nos como deve ser essa espera… A palavra mágica é “vigilância”: o verdadeiro discípulo deve estar sempre “vigilante”,
cumprindo com coragem e determinação a missão que Deus lhe confiou. Estar “vigilante” não significa, contudo, preocupar-se em ter sempre a “alminha” limpa para que a morte não o apanhe com pecados por perdoar; mas significa viver sempre activo,
empenhado, comprometido na construção de um mundo de vida, de amor e de paz.
Significa cumprir, com coerência e sem meias tintas, os compromissos assumidos no dia do baptismo e ser um sinal vivo do amor e da bondade de Deus no mundo. É dessa forma que eu tenho procurado viver? Em concreto, estar “vigilante” significa não viver
de braços cruzados, fechado num mundo de alienação e de egoísmo, deixando que sejam os outros a tomar as decisões e a escolher os valores que devem governar a humanidade; significa não me demitir das minhas responsabilidades e da missão que Deus me confiou quando me chamou à existência… Estar “vigilante” é ser uma voz
activa e questionante no meio dos homens, levando-os a confrontarem-se com os valores do Evangelho; é lutar de forma decidida e corajosa contra a mentira, o egoísmo, a injustiça, tudo aquilo que rouba a vida e a felicidade a qualquer irmão que caminhe ao meu lado… O nosso Evangelho recomenda especialmente a “vigilância” aos “porteiros” da comunidade – isto é, a todos aqueles a quem é confiado o serviço de proteger a comunidade de invasões estranhas.

Avisos e liturgia nas Unidades Pastorais de Fornos de Algodres e Aguiar da Beira

XXXII Domingo do Tempo Comum

A liturgia deste Domingo convida-nos à vigilância. Recorda-nos que a segunda vinda do Senhor Jesus está no horizonte final da história humana; devemos, portanto, caminhar pela vida sempre atentos ao Senhor que vem e com o coração preparado para o acolher. A primeira leitura apresenta-nos a “sabedoria”, dom gratuito e
incondicional de Deus para o homem. É um caso paradigmático da forma como Deus se preocupa com a felicidade do homem e põe à disposição dos seus filhos a fonte de onde jorra a vida definitiva. Ano A - Tempo Comum - 32º Domingo - Boletim Dominical

Ao homem resta estar atento, vigilante e disponível para acolher, em cada instante, a vida e a salvação que Deus lhe oferece. Na segunda leitura, Paulo garante aos cristãos de Tessalónica que Cristo virá de novo para concluir a história humana e para inaugurar a realidade do mundo definitivo; todo aquele que tiver aderido a Jesus e se tiver
identificado com Ele irá ao encontro do Senhor e permanecerá com Ele para sempre.12-11-2017

Nós, os cristãos do séc. XXI, não somos significativamente diferentes dos cristãos que integravam a comunidade de Mateus… Também percorremos um caminho de altos e baixos,
em que os momentos de entusiasmo e de compromisso alternam com os momentos de instalação, de comodismo, de adormecimento, de pouco empenho. As dificuldades da caminhada, os apelos do mundo, a monotonia, a nossa fragilidade leva-nos, frequentemente,
a esquecer os valores do Reino e a correr atrás de valores efémeros, que parecem garantir-nos a felicidade e só nos arrastam para caminhos de escravidão e de frustração.
O Evangelho deste Domingo lembra-nos que a segunda vinda do Senhor deve estar sempre no horizonte final da nossa existência e que não podemos alienar os valores do Evangelho, pois só eles nos mantêm identificados com esse Senhor Jesus que há-de voltar
para nos oferecer a vida plena e definitiva. Enquanto caminhamos nesta terra devemos, pois, manter-nos atentos e vigilantes, fiéis aos ensinamentos de Jesus e comprometidos com esse Reino que Ele nos mandou construir. “Estar preparado” não significa, contudo, ter a“alminha” limpa e sem mancha, para que, quando nos encontrarmos com o Senhor, Ele não tenha nenhuma falta não confessada a apontar-nos e nos leve para o céu… Mas significa,
sobretudo, vivermos dia a dia, de forma comprometida e entusiasta, o nosso compromisso baptismal. “Estar preparado” passa por descobrirmos dia a dia os projectos de Deus para nós
e para o mundo e procurar concretizá-los, com alegria e entusiasmo; “estar preparado” passa por fazermos da nossa vida, em cada instante, um dom aos irmãos, no serviço, na partilha, no
amor, ao jeito de Jesus.
O Evangelho deste Domingo avisa-nos que não podemos instalar-nos no nosso egoísmo e na nossa auto-suficiência e recusar-nos a escutar os apelos do Senhor. A história das jovens
“insensatas” que se esqueceram do essencial faz-nos pensar na questão das prioridades… É fácil irmos “na onda”, preocuparmo-nos com o imediato, o visível, o efémero (o dinheiro, o
poder, a influência, a imagem, o êxito, a beleza, os triunfos humanos…) e negligenciarmos os valores autênticos. O objectivo da catequese de Mateus não é dizer-nos que, se não nos
portarmos bem, Deus nos castiga com o inferno; mas é alertar-nos para a seriedade com que devemos avaliar as nossas opções, de forma a não perdermos oportunidades para nos realizarmos e para chegarmos à felicidade plena e definitiva.

IV Domingo da Quaresma – Ano C

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A liturgia convida-nos à descoberta do Deus do amor, empenhado em conduzir-nos a uma vida de comunhão com Ele.
O Evangelho apresenta-nos o Deus/Pai que ama de forma gratuita, com um amor fiel e eterno, apesar das escolhas erradas e da irresponsabilidade do filho rebelde. E esse amor lá está, sempre à espera, sem condições, para acolher e abraçar o filho que decide voltar. É um amor entendido na linha da misericórdia e não na linha da justiça dos homens.
A segunda leitura convida-nos a acolher a oferta de amor que Deus nos faz através de Jesus. Só reconciliados com Deus e com os irmãos podemos ser criaturas novas, em quem se manifesta o homem Novo.
A primeira leitura, a propósito da circuncisão dos israelitas, convida-nos à conversão, princípio de vida nova na terra da felicidade, da liberdade e da paz. Essa vida nova do homem renovado é um dom do Deus que nos ama e que nos convoca para a felicidade.

Por:Portal Dehonianos

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