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CDS quer reforço de meios e recursos humanos na DGS para divulgação de indicadores básicos sobre a Covid-19

Em comunicado o CDS refere que os seus deputados  entregaram no Parlamento um projeto de resolução que recomenda ao Governo o reforço de meios e recursos humanos na Direção-Geral da Saúde de modo a alargar a divulgação periódica e regular de um conjunto de indicadores básicos sobre a Covid-19, nomeadamente:

  1. a) Caracterização dos internamentos: divulgação dos grupos etários dos doentes internados, do número de pessoas admitidas que ficam mais de 24 horas internadas, e do tempo médio de internamento;
  2. b) Evolução dos internamentos em cuidados intensivos: disponibilização da caracterização dos doentes que precisam de cuidados intensivos, quantos entram e quantos saem por dia, qual a letalidade, qual a duração média do internamento, qual a idade média dos admitidos, e qual a distribuição por grupos etários e por género;
  3. c) Contexto do contágio: divulgação da mediana das idades dos infetados, divulgação de dados públicos sobre os locais mais frequentes do contágio e divulgação da percentagem diária de testes positivos;
  4. d) Surtos ativos: atualização regular de informação sobre surtos em escolas, lares e locais públicos, nomeadamente localidades com maior aumento da incidência, e medidas tomadas;
  5. e) Rastreadores de contactos: divulgação do número de profissionais de saúde que diariamente garantem o rastreamento de contactos dos casos positivos, bem como o rácio por região, e divulgação do número das chamadas atendidas e não atendidas na linha SNS24;
  6. f) Doenças prévias: divulgação dos dados respeitantes à evolução das diferentes comorbilidades entre os infetados, internados e nos óbitos;
  7. g) Óbitos por localização: divulgação do número de óbitos por concelho, disponibilização dos quadros de distribuição por grupos etários, divulgação diferenciada do número de óbitos em contexto hospitalar, casa ou outras instituições e divulgação da percentagem que passou por cuidados intensivos.

Recentemente, vários especialistas portugueses alertaram para a falta de dados públicos sobre a epidemia provocada pela Covid-19, numa longa lista que todos consideram que faz falta, mas não são divulgados pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Entre outros, menciona-se na edição de 10 de outubro do semanário Expresso, que «sempre que o número de doentes em cuidados intensivos desce, não se sabe se é por boa ou má razão. Tanto pode ser mais uma morte, como mais um recuperado. Não há dados que o mostrem, tal como não se sabe quantas pessoas recuperam depois de passar pelos cuidados intensivos ou como é que evoluem as idades médias dos doentes que precisam de ser hospitalizados ou ventilados».

O número diário de surtos ativos e respetiva localização, a evolução do peso das comorbilidades nos infetados e dos óbitos, os dados sobre os principais locais onde o contágio está a ocorrer, são também exemplos da lista de dados que, não obstante serem recolhidos e, à partida, não envolverem questões de privacidade, não são disponibilizados publicamente pela DGS.

Faltam dados quanto aos grupos etários dos doentes internados, impedindo assim a possibilidade de confirmação da existência, ou não, de algum padrão, e não se sabe o tempo médio de internamento das pessoas admitidas em unidades hospitalares, não sendo por isso possível medir o impacto imediato e a prazo no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Conhece-se muito pouco, ou praticamente nada, sobre quem são os doentes que precisam de cuidados intensivos, quantos ali entram e quantos saem por dia, qual a letalidade nas várias unidades, qual a duração média do internamento e qual a idade média dos admitidos ou como estão distribuídos, geograficamente, por nível etário ou por género. Estes dados são recolhidos e tratados detalhadamente por cada hospital, faltando centralizá-los e torná-los públicos.

Relativamente ao contexto do contágio, os especialistas referem que apesar de o número de novos casos confirmados ser divulgado diariamente, as idades passaram a ser divulgadas apenas através de um gráfico no boletim, faltando a mediana das idades dos infetados que permite, por exemplo, antecipar a probabilidade de agravamento.

Também não são disponibilizados dados públicos sobre os locais mais frequentes do contágio, ou seja, se é em contexto familiar, laboral, social ou até, por exemplo, em instituições como os lares, ou até nos transportes públicos, que se mantêm como uma grande interrogação. Esta informação permitiria perceber as cadeias de transmissão e identificar sectores profissionais onde a transmissão ocorre com mais frequência. A percentagem diária de testes positivos, divulgada noutros países, é outro dos indicadores em falta.

O número de surtos ativos devia ser atualizado e divulgado regularmente, por forma a poder acompanhar-se a evolução dos surtos em escolas, lares ou locais públicos.

Não é conhecida a evolução do número de profissionais de saúde que dia a dia fazem o rastreamento de contactos dos casos positivos, nem o rácio por região, bem como não é divulgado o indicador das chamadas atendidas e não atendidas na linha SNS24.

Em relação a doenças prévias, conhecem-se os grupos de risco, mas não se sabe como tem evoluído a presença de doenças prévias nos casos confirmados e, consequentemente, qual o peso das diferentes comorbilidades entre os infetados, internados ou nos óbitos.

Quanto aos óbitos, apenas é divulgada informação por grandes regiões, e não por concelho, deixou de estar disponível o quadro da distribuição dos óbitos por grupos etários, sendo apenas feita a distribuição por género, não se conhece quantas pessoas morreram em hospital, em casa ou em instituições, e quantas destas passaram por cuidados intensivos.

De acordo com os especialistas estes dados são fundamentais para conhecer a evolução da epidemia e a sua gravidade, podendo também servir para alertar ou tranquilizar a população e fundamentar decisões que restrinjam direitos dos cidadãos a bem da saúde pública.

Os problemas quanto aos dados disponibilizados, incluindo, em alguns casos, dúvidas sobre a sua fiabilidade, não é exclusivo de Portugal, e tem sido referenciado em vários países. Mas, por outro lado, e tal como se refere, em Portugal, não há um repositório oficial com todo o histórico dos dados, sendo necessário percorrer os 220 boletins diários, publicados desde março, para o conseguir. E recentemente os boletins diários da DGS deixaram de incluir alguns dos quadros que eram usados por epidemiologistas, médicos e investigadores para monitorizar a evolução da Covid-19.

A falta de investimento, tanto para poder melhorar a qualidade desses dados como para os tratar, é uma das causas apontadas para a falta de divulgação de indicadores básicos sobre a Covid-19.

Município de Celorico da Beira alarga até fim do ano medidas extraordinárias de apoio às famílias e agentes económicos no concelho

A Câmara Municipal de Celorico da Beira decidiu alargar até 31 de dezembro de 2020 o prazo de aplicação de medidas extraordinárias de apoio às famílias e agentes económicos do concelho.

É preciso estar na 1.ª linha de apoio, na área social e económica, quando se trata de ajudar as famílias e as empresas locais a superar as dificuldades que se têm vivido nestes meses de crise sanitária.

Considerando que é responsabilidade do Município dar uma resposta material às dificuldades provocadas pela exposição ao longo período de emergência e contingência;

Considerando que o confinamento das pessoas causou uma diminuição de rendimentos das famílias e que as atuais medidas de contingência continuam a afetar o normal funcionamento da atividade económica dos agentes locais;

O Executivo Municipal aprovou prolongar até 31 de dezembro os apoios necessários:

  • Cafés e Restaurantes: Isenção do pagamento de água e resíduos sólidos durante o período de encerramento;
  • IPSS: Isenção de pagamento de água e resíduos sólidos;
  • Creches: Isenção de água e resíduos sólidos;
  • Empresas locais/bolsa de empresários locais: Isenção de pagamento de água e resíduos sólidos;
  • Isenção de taxas municipais (esplanadas, publicidade) respeitantes ao ano 2020;
  • Isenção do pagamento de rendas nos espaços comerciais que são propriedade da Câmara Municipal durante o período de encerramento;
  • Redução do preço por m2 nos lotes da zona industrial A25, para fomentar o investimento e criação de postos de trabalho, com efeitos retroativos;
  • Fornecimento de alimentos/medicamentos para os casos, manifestamente, comprovados, em articulação com a Segurança Social;
  • Apoio escolar para os alunos mais carenciados: Oferta de Internet para alunos carenciados privados de rede, transporte para os alunos do secundário residentes nas aldeias em articulação com o Agrupamento de Escolas;
  • Oferta de EPI´s a IPSS e Centros de Dia, Bombeiros, GNR, Centro de Saúde e outros;
  • Oferta de máscaras de proteção às famílias;
  • Apoio aos Agricultores/Pastores no escoamento dos seus produtos. Feiras e mercados virtuais e outros (iniciativa “Alimente quem o alimenta”);
  • Apoio aos Produtores de Queijo: Oferta de armazenamento do queijo em sistema de frio;
  • Produtores Queijo DOP: promoção da Feira do Queijo DOP, uma iniciativa conjunta dos Correios de Portugal, do Dott e da Comunidade Intermunicipal (CIM da Região de Coimbra), à qual, o Solar do Queijo de Celorico da Beira se associou para auxiliar os produtores de queijo Serra da Estrela DOP a escoar os seus stocks;
  • Compromisso de apoio a definir, em tempo próprio, a todos os comerciantes que encerram os seus estabelecimentos, em função das necessidades próprias e dos recursos disponíveis do Município;
  • Apoio Social aos desempregados resultantes desta pandemia, em articulação com o Centro de Emprego e a Segurança Social.

 

Covid-19- Novas medidas entram em vigor em 15 de setembro

Depois da reunião de Conselho de Ministros, no Palácio da Ajuda, António Costa, primeiro -ministro falou ao País e deixou as novas medidas a entrar em vigor a partir de 15 de setembro, após fazer o balanço até hoje da situação epidemiológica de Portugal.

Assim, os estabelecimentos comerciais não podem abrir antes das 10h (com exceções), e devem fechar entre as 20h e as 23h, esta segunda medida é tomada por decisão municipal. Nas áreas de restauração dos centros comerciais, passa a haver um limite máximo de quatro pessoas por grupo.

 Junto às escolas, nos restaurantes, cafés e pastelarias a 300 metros dos estabelecimentos, há também um limite máximo de quatro pessoas por grupo.

Estas medidas surgem “de forma a evitar grandes concentrações de pessoas nesses espaços de alimentação”.

 Segundo o primeiro-ministro, haverá “exceções” em que será possível o comércio abrir antes das 10:00, tendo avançado como exemplos as “pastelarias, cafés, cabeleireiros e ginásios”.

Quanto ao horário de encerramento dos estabelecimentos, passará a ser obrigatoriamente entre as 20:00 e as 23:00, cabendo a cada município a determinação da hora exata, “em função da realidade específica do seu concelho”.

“Vamos entrar numa nova fase, em que as pessoas tenderão a regressar de férias, e portanto é necessário adotar medidas preventivas”, afirmou António Costa.

É alargada ainda a todo o país também a proibição da venda de bebidas alcoólicas nas estações de serviço — e, em todos os outros estabelecimentos a partir das 20h, exceto nos estabelecimentos de comida, às refeições. Regressa também ao resto do país a proibição do consumo de bebidas alcoólicas na via pública.

“Estas medidas não são nenhum juízo moral contra as festas”, afirma António Costa, sublinhando que têm como objetivo a salvaguarda da saúde pública. “Muitas das regras que têm vigorado já na AML vão ser aplicados a todo o país”, anunciou António Costa.

Os recintos desportivos — como os estádios de futebol — vão continuar sem público, anunciou ainda o primeiro-ministro, que alertou para a diferença de comportamentos das pessoas nos diferentes eventos.

“Todos os que já foram a recintos desportivos sabem que o comportamento num cinema ou num teatro é muito diferente de assistir a um evento desportivo”, explicou.

António Costa salientou que esta diferença de comportamentos impõe restrições para a existência de público nos estádios e em outros recintos desportivos.

O primeiro-ministro afirmou hoje que o reforço das medidas preventivas contra a covid-19, com o território continental em situação de contingência a partir de terça-feira, visa evitar um aumento exponencial de contágios com a gradual retoma da atividade.

“É absolutamente decisivo manter a pandemia controlada. Não podemos dar este jogo por ganho, porque não está ganho”, advertiu António Costa.
Na sua intervenção inicial, o primeiro-ministro defendeu que a batalha contra a covid-19 “continua e depende fundamentalmente de cada cidadão”.

“O acompanhamento desta pandemia exige uma leitura dinâmica de forma a permitir aquilo que é essencial: Manter a pandemia controlada, possibilitando a recuperação económica e social do país”, justificou.

António Costa rejeitou depois qualquer tipo de dualismo entre os objetivos de proteção da economia e a proteção da saúde.

“A nossa vida é só uma. E é tanto feita do emprego que temos ou perdemos, como da saúde que temos ou que não temos. Por isso, é condição essencial para a proteção do rendimento das famílias e para a proteção do emprego que a pandemia esteja controlada”, alegou o líder do executivo.

Numa mensagem que dirigiu a quem perdeu o emprego, ou a quem esteve em “lay-off” e perdeu rendimentos, António Costa salientou a ideia de que o controlo desta pandemia “depende em primeiro e em último lugar do comportamento individual de cada um”.

“Sabemos que temos um Serviço Nacional de Saúde robusto e fortalecido, que temos excelentes profissionais de saúde, mas a melhor forma de os ajudar é evitar estarmos doentes, adotando todas as medidas preventivas que podemos adotar e que dependem exclusivamente de nós”, reforçou o primeiro-ministro.

De acordo com António Costa, se as regras de prevenção contra a covid-19 forem cumpridas, “embora a pandemia se mantenha – e até possa registar um crescimento, o que é provável com o regresso à atividade normal -, será possível que esse crescimento se conserve sob controlo”.

Plano SALVAGUARDA-Município da Guarda revê medidas

Tendo em conta a situação atual ainda com várias restrições devido à Crise Pandémica por COVID 19, e tendo em conta a imprevisibilidade quanto ao momento final da pandemia, continua a impor-se a aplicação de medidas extraordinárias que garantam uma resposta eficaz à doença COVID-19 que, não obstante o alívio das medidas a adotar, procurem mitigar o risco de se verificar um retrocesso na contenção da transmissão do vírus e a expansão da doença COVID-19. Por tudo isto, o Município da Guarda decidiu rever e renovar algumas das Medidas de Apoio Extraordinário do Plano SALVAGUARDA, prolongando até junho as medidas de apoio às famílias, ao comércio, às empresas e instituições do Concelho da Guarda.
Recorde-se que este conjunto de medidas, que visam assegurar uma resposta adequada à situação de emergência que se vive localmente, foram criadas no pressuposto de serem revistas sempre que a situação assim o exija. Aqui ficam então as medidas:

  1. Redução de 30% sobre tarifas de água, saneamento e RSU, no mês de julho:
  • A todas as famílias que tenham sofrido diminuição de rendimentos do agregado ou quebra de rendimentos, subsequentes, devidamente comprovada.
  • A todas as microempresas e comerciantes em nome individual com a atividade suspensa durante o Estado de Emergência.
  1. Comparticipação na realização de testes PCR para a Covid-19, em colaboração com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, aos cidadãos do concelho.
  2. Isenção de rendas habitacionais em fogos municipais:
  • Os arrendatários poderão solicitar a isenção do valor da renda, por situação de perda de rendimentos, motivada por desemprego superveniente, devidamente comprovado.
  1. Isenção dos valores, na área da educação a todas famílias que sofreram perda de rendimentos motivada por desemprego de um ou dois membros do agregado familiar, devidamente comprovada, relativos a ATL e Componente de Apoio à Família (refeições, prolongamento de horário e atividades nas interrupções letivas) aquando da reabertura;
  2. Isenção do pagamento das taxas relativas a publicidade a todos os estabelecimentos comerciais que se encontrem encerrados, com exceção de bancos, instituições de crédito e seguradoras;
  3. Isenção integral dos pagamentos de rendas, concessões, taxas ou outros rendimentos devidos ao Município, por espaços comerciais/serviços, que se encontrem encerrados, instalados em espaços municipais ou no domínio público municipal;
  4. Redução do valor, em cinquenta por cento (50%), das rendas, concessões, taxas ou outros rendimentos devidos ao Município, por espaços comerciais/serviços, que se encontrem abertos, instalados em espaços municipais ou no domínio público municipal (no caso de Pessoas Coletivas, esta medida tem como limite de abrangência o critério de micro empresas);
  5. Isenção do valor das taxas relativas a venda itinerante/carácter não sedentário de produtos alimentares, como forma de apoio aos comerciantes e incentivo à prestação deste serviço que beneficia as pessoas que residem em zonas mais isoladas e não servidas por transportes ou estabelecimentos comerciais de produtos alimentares, contribuindo ainda para que as pessoas fiquem em casa e não se desloquem a zonas de maior concentração comercial;
  6. A disponibilização, em articulação com a ULS da Guarda, de alojamento em unidades criadas para o efeito na cidade da Guarda para os profissionais de saúde, elementos da Proteção Civil, Bombeiros Voluntários e a funcionários dos lares residenciais que venham a necessitar;
  7. Disponibilização de um centro de acolhimento para doentes vítimas da Covid 19, que estejam em recuperação;
  8. Disponibilização de alojamento temporário para utentes de lares e ERPI em unidade para o efeito, em caso de evacuação por contaminação Covid-19;
  9. Acesso a Plataforma de Apoio Social Extraordinário para todos os munícipes em situação de carência ou vulnerabilidade socioeconómica, que, comprovadamente, necessitem de alimentos ou outros bens essenciais, por quebra de rendimento como consequência da situação pandémica;
  10. Continuação, no âmbito do Espaço Empresa e Apoio ao Investidor, de apoio às empresas, designadamente, micro, pequenas e médias empresas, tendo em vista assegurar a informação e aconselhamento sobre todos os apoios existentes, não só no decurso da pandemia, como também no período subsequente, tendo em vista promover a recuperação económica e o relançamento do tecido empresarial;
  11. Dinamização do lançamento de empreitadas programadas no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano, com redução do prazo médio de pagamentos a fornecedores e empreiteiros;
  12. Reagendamento, dos espetáculos e atividades culturais cancelados no âmbito da pandemia;
  13. Manutenção do Regime Excecional de Ocupação da Via Publica com Esplanadas, como medida de Apoio a Empresas e Comerciantes e de Dinamização no Comércio Local;
  14. A vigência de um Regime Excecional Isenção de Taxas de Ocupação da Via Pública com Equipamentos de Apoio necessários ao desenvolvimento da atividade principal e com esta conexos, como medida de Apoio aos Comerciantes e de Dinamização no Comércio Local, conforme Edital já publicitado;
  15. A isenção de taxas de ocupação da via pública com espaço destinado a esplanada e respetivos equipamentos de apoio na Praça Luís de Camões aos estabelecimentos de bebidas com espaço reservado a dança e estabelecimentos de restauração e bebidas, conforme Edital já publicitado.

 

Loja do Munícipe abre, transportes escolares assegurados e máscaras para a comunidade em Pinhel

   Na reunião de Câmara, desta quinta -feira, dia 30,  na cidade de Pinhel foi aprovado que a Loja do Munícipe irá reabrir ao público, no horário habitual (das 9.00h às 12.30h e das 14.00h às 16.30h), mas com regras de funcionamento adequadas a esta nova situação que estamos a viver. O atendimento será limitado a um munícipe de cada vez, sendo obrigatório o uso de máscara (por parte de funcionários e munícipes). De resto, o espaço será devidamente higienizado entre cada atendimento. Quanto aos restantes serviços do Município, continuará a ser privilegiado o teletrabalho. No que diz respeito às reuniões de Câmara, prevê-se que seja retomado o formato presencial a partir da próxima semana em que irá realizar-se a primeira reunião de maio.
Outras das novidade é de que a partir da próxima segunda-feira, o Município irá fazer chegar máscaras reutilizáveis a toda a população do concelho. A entrega será feita porta a porta, sendo distribuída uma máscara por pessoa, com as devidas recomendações de uso e de limpeza / higienização.
Ainda se destaca  que o Município de Pinhel vai assegurar os transportes escolares aos alunos dos 11º e 12º anos que, tudo indica, irão voltar a ter aulas presenciais a partir do dia 18 de maio.
Ainda o Município e o Agrupamento de Escolas estão atentos às necessidades dos alunos e que foi feito um esforço adicional no sentido de garantir que todos possam irão ter acesso a computador e internet. Naturalmente, a distribuição de equipamentos será feita a título de empréstimo, aos alunos que manifestamente não disponham desses equipamentos.

Covid-19-Município de Fornos de Algodres aprova 20 medidas de Apoio Social e Empresarial com programa “Fornos – Por Todos Nós

Face a situação de emergência de saúde pública devido à doença da COVID-19, o Município de Fornos de Algodres, liderado por Manuel Fonseca, aprovou nesta quarta-feira,dia 29 abril, em reunião de Câmara Extraordinária, por unanimidade, o regulamento que aprova 20 medidas de apoio social e empresarial.
O programa que teve parecer positivo do Fundo de Apoio Municipal (FAM), intitulado “Fornos – Por Todos Nós [COVID-19]”, tem um impacto financeiro de aproximadamente 250.000€ e contempla um conjunto de medidas extraordinárias em diversas matérias, visando a proteção dos munícipes, das famílias com alunos no Agrupamento de Escolas e das empresas com sede fiscal no concelho.
Este programa pretende abranger diversas áreas, tendo como principal objetivo assegurar os rendimentos das famílias, os postos de trabalho do concelho e a igualdade nas condições de acesso ao ensino. As 20 medidas são as seguintes:

1. Simplificar, alargar e reforçar do ponto de vista orçamental o Plano Municipal de Emergência Social, passando o mesmo a dar resposta às famílias, empresas e alunos do Agrupamento de Escolas;

2. Criar o Programa “Uma Escola para Todos” em que é atribuído a título de empréstimo, até 31 de julho de 2020, um equipamento portátil e um acesso de internet aos alunos do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres, conforme lista rececionada via Agrupamento;

3. Criar o Programa de Apoio Alimentar aos Alunos do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres em que é atribuído, um apoio financeiro para as famílias suportarem as despesas com a alimentação dos alunos do 1.º, 2.º, 3.º e 4.º escalão do abono de família;

4. Isenção total das tarifas da Água, Saneamento e Resíduos Sólidos Urbanos para as IPSS e empresas do Concelho, nos meses de abril, maio e junho;

5. 50% de descontos nas tarifas da Água, Saneamento para todas as Juntas de Freguesia e Famílias do Concelho, nos meses de abril, maio e junho;

6. Suspensão dos cortes de fornecimento de água e autorização para pagamento em prestações até 6 meses;

7. Isenção total até dezembro de 2020 das taxas municipais: publicidade, esplanadas e similares, feiras e mercados;

8. Simplificar o Programa de Apoio aos Ovinicultores, disponibilizando as verbas até 15 de maio de 2020, sem necessidade de candidatura presencial;

9. Ajuda na comercialização aos produtores de Queijo de Ovelha Curado e Queijo Serra da Estrela, através da plataforma “O Bom Sabor da Serra” – www.obomsabordaserra.pt

10. Atribuir um apoio financeiro a todas as empresas com sede fiscal no concelho que estejam em layoff ou que tenham tido quebras superiores a 30% no volume de negócios em relação ao mês homólogo do ano anterior, por força do diploma que decretou o estado de emergência;

11. Suspender o pagamento das rendas até junho de 2020 aos residentes das habitações sociais do município;

12. Transferir 50% do valor total em orçamento para as Juntas de Freguesia, considerando a base de 2019;

13. Isenção do pagamento de rendas comerciais dos estabelecimentos municipais encerradas ou com quebras de volume de negócios superiores a 30% em relação ao mês homólogo do ano anterior, até 30 de junho de 2020;

14. Criação de uma bolsa de colaboradores para Apoio ao reforço de Emergência de Equipamentos Sociais e de Saúde – COVID-19;

15. Criar um Programa de Apoio à realização de testes COVID-19 de modo a cobrir as necessidades de realização de testes COVID-19, sempre que a comissão Municipal de Proteção Civil o considere pertinente;

16. Apoiar os órgãos de comunicação social locais, através da inserção de publicidade institucional até junho e 2020;

17. Transferir de imediato para os alunos beneficiários do Ensino Superior, a totalidade das verbas a que têm direito ao abrigo do programa de bolsas de estudo;

18. Transferir de verbas para as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho, com respostas sociais ativas, de modo a assegurar a sua sustentabilidade financeira, e a qualidade da resposta junto da população idosa;

19. Simplificar o programa de Apoio à Natalidade, através da transferência imediata dos montantes a que têm direito os beneficiários do programa que o tenham solicitado;

20. Antecipar a atribuição do subsídio à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres.

Com este pacote de medidas o Município pretende ajudar a reduzir os impactes negativos que a pandemia da COVID-19 trouxe ao nosso Concelho.

Covid-19-Município e Proteção civil de Mangualde reforçam medidas

Para além de todas as medidas e cuidados a ter em conta segundo o Municipio e Proteção civil municipal de Mangualde já foram implementadas novas medidas:

Já está criado o Centro de Comando Operacional Municipal (CCOM) nas instalações do BVM, permitindo melhor coordenação entre as entidades.
Nos Lares trabalham com a Segurança Social e duas unidades hoteleiras de Mangualde uma solução de recurso em caso de emergência. Ação fundamental para a população de maior risco .
Controlar os Fluxos de Pessoas: Com o apoio das juntas de freguesia e a intervenção da GNR está a ser  controlado o fluxo dos emigrantes e dos familiares que vêem nesta altura da Páscoa, sensibilizando para ficarem em casa.
Também o papel das famílias é fundamental, em primeiro lugar para evitar que venham, em segundo lugar aos que vierem para colaborarem no sentido do isolamento social.
Deste modo, continuam as operações de desinfeção por todo o concelho a linha de apoio social e todas as demais operações já lançadas anteriormente.

CIMBSE lança medida de contenção à propagação do Covid-19

Segundo um comunicado, teve lugar uma reunião por teleconferência dos presidentes de Câmara Municipal dos municípios integrantes da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, a fim de articularem medidas conjuntas de contenção da propagação das infeções por Covid-19 na região, acordaram nas seguintes conclusões:

• Solicitar às autoridades competentes a efetiva submissão a controlo sanitário a todas as pessoas que entrem no território pela fronteira terrestre de Vilar Formoso.

• Solicitar à autoridade de saúde competente que estabeleça a obrigatoriedade de confinamento, por 14 dias, de qualquer pessoa que, por motivo não profissional, entre no território provindo do estrangeiro;

• Estabelecer procedimentos para aquisição conjunta de equipamentos de proteção e de saúde necessários ao combate da pandemia;

• Reiterar o seu empenhamento neste combate e a sua abertura e total disponibilidade dos meios municipais para toda a colaboração com as autoridades de saúde, de segurança e de proteção.

foto arquivo

Covid-19-Teletrabalho na Câmara da Guarda a ser implantado nesta fase

Em comunicado, o Município da Guarda adiantou que  irá adotar o regime de teletrabalho para os seus funcionários, sempre que assim seja possível, determinou nesta terça-feira, o presidente da Câmara da Guarda, Carlos Chaves Monteiro. Recorde-se que a autarquia já havia encerrado os serviços de atendimento direto ao público tendo implementado atendimento exclusivo através do telefone e email, medida que começou a ser posta em prática a partir desta, segunda-feira, dia 16 de março.
No entanto, nos serviços que não permitam o recurso ao teletrabalho, a câmara irá implementar o sistema de rotatividade de funcionários, de forma que o menor número de pessoas tenha que se deslocar aos Paços do Concelho ou a qualquer outro edifício municipal. Os Serviços mínimos do setor das Águas, Recolha de Resíduos e Saneamento serão assegurados a toda a população. A medida entrará em vigor a partir de amanhã, terça-feira, dia 17 de março.

Estas medidas preventivas integram o Plano de Contingência da autarquia no âmbito do combate à Pandemia COVID 19.

O presidente da Câmara e todo o executivo deixam ainda um «profundo agradecimento pela dedicação e pelo enorme trabalho de todos os profissionais de saúde e a todos os outros que trabalham diariamente para garantir o normal funcionamento da nossa comunidade. Vocês são os nossos heróis».
Por último, o Município da Guarda pede a todos que não saiam de casa e que o façam apenas em caso de extrema necessidade. A Câmara da Guarda apela à responsabilidade individual que poderá salvar vidas.

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