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PSD Distrital da Guarda lança criticas ao Governo sobre as portagens

Em comunicado, a Comissão Política Distrital do PSD refere que: uma notícia publicada hoje no Jornal de Noticias (JN), dá conta que os cortes nas portagens do interior vão ser adiadas para 2021, situação que a Comissão Política Distrital do PSD lamenta e não compreende, visto que “viola” as expetativas dos cidadãos e uma promessa feita pelo Governo, na pessoa da Senhora Ministra da Coesão Territorial, que prometeu que a redução do custo das portagens seria feita até ao último trimestre deste ano, faltando assim à palavra dada. Nada a que o povo português não esteja já habituado por parte deste Governo, pois a palavra dada, poucas vezes é honrada.

Mas, pior do que isso, é que a referida notícia que hoje veio a publico relata que os descontos na A25 só contemplam o troço Aveiro-Viseu e na A23 o troco Covilhã-Castelo Branco. A ser assim, consideramos que se trata de uma medida discriminatória, injusta e inaceitável, à qual toda esta nossa região se deve indignar.

O Combate pela Coesão Territorial apenas existe para este governo nas promessas e na propaganda política.

As empresas e os cidadãos precisavam, agora mais do que nunca, deste incentivo da redução das portagens, face ao período crítico que estão a viver com a pandemia.

A Comissão Politica Distrital do PSD quer uma explicação e uma clarificação urgente por parte do Governo sobre esta matéria.

Quanto à Senhora Ministra da Coesão, falhou a promessa feita, de reduzir o custo das portagens até ao terceiro trimestre deste ano. A ser assim, e se a notícia se confirmar, só lhe resta cumprir a outra promessa que também fez publicamente, que foi a de se demitir se não fossem reduzidas as portagens até final deste trimestre.

 

Alexandre Poço novo líder da JSD Nacional

Teve lugar a eleição a nível Nacional para eleger o novo líder da JSD, com Alexandre Poço e Sofia Matos, num ato com bastante tranquilidade, de forma digital no Conselho Nacional.

Desta forma , Alexandre Poço venceu esta eleição através da votação presencial dos delegados, deste modo, o destaque vai para os três elementos da JSD Guarda, que estão nesta Comissão, casos de Luís Soares será vogal , Tiago Saraiva Gomes vai ser o Coordenador Nacional da JSD para a pasta do ensino superior, Miguel Pinto, vai coordenar o gabinete nacional para a coesão territorial.

Agora Alexandre Poço vai substituir Margarida Lopes a anterior líder dos jovens sociais democrata.

Distrital do PSD Guarda em comunicado critica Governo sobre Saúde

A Distrital do PSD da Guarda, presidida por Carlos Condesso e o Deputado eleito pelo círculo eleitoral da Guarda, Carlos Peixoto, em comunicado, referem que: lastimam o estado a que chegaram os cuidados de saúde prestados aos cidadãos do distrito da Guarda, entendendo que O governo do PS abandonou a região e as pessoas naquilo que elas mais necessitam: cuidados de saúde”.

Os factos são o que são e para os contrariar não há argumentos.

Os Hospitais da Guarda e de Seia continuam no grau zero das preocupações do Governo, que assiste impavidamente ao seu colapso sem desenhar nenhuma resposta ou estratégia capaz de inverter a sua morte lenta.

Em algumas das suas especialidades, as duas estruturas não passam de interpostos ou salas de espera de ambulâncias que transportam os doentes para os Hospitais de Viseu e de Coimbra, numa irracionalidade de gestão e de recursos que só em 2019 atingiu um custo superior a 3 milhões de euros, muito mais que o suficiente para contratar as dezenas de médicos que eram necessários à prestação de cuidados de saúde dignos da população do Distrito da Guarda.

O tempo de espera de consultas continua a acrescer obscenamente, estando já ao nível de países de terceiro mundo, como o demonstram os 803 dias da consulta de oftalmologia em Seia, os 1113 dias de consulta de ortopedia na Guarda, os 609 dias das consultas prioritárias de cardiologia na Guarda e 1499 dias das consultas normais dessa especialidade, só para citarmos alguns números publicados em março de 2020 no sitio do Ministério da Saúde http.//tempos.min.saude.pt.

Os profissionais de saúde escasseiam, os concursos e os estímulos para os fixar no Interior do país são uma miragem e o drama de um SNS incapaz acentua-se sem um pingo de ressentimento dos responsáveis governativos.

As instalações do Centro de Saúde de Seia não servem e o Pavilhão 5 do Hospital da Guarda, destinado à saúde materno-infantil (a denominada fase 2) arrasta-se penosamente de promessa em promessa, de ilusão em ilusão e de campanha em campanha eleitoral, atingindo o seu exponente máximo em setembro de 2019, com o Primeiro Ministro a aproveitar um seu comício na Guarda para garantir o arranque das obras que estão hoje tão paradas e distantes como nessa altura.

A Comissão COVID do Hospital da Guarda demitiu-se em bloco há já quase dois meses, deixando de pensar operativamente a resposta à doença, mas o Ministério da Saúde, entre as enfadonhas conferências de imprensa e as mediáticas reuniões semanais no Infarmed, em face de uma situação de emergência, relaxou e tardou que se fartou para nomear uma outra que continue a levar a pandemia a sério.

A administração da ULS da Guarda está em gestão corrente desde dezembro de 2019 e o Governo exibe uma inacreditável incapacidade em substituir quem já terminou o seu mandato há já quase 8 meses.

A saúde na Guarda caminha sem Rei nem Roque e não parece que exista uma ideia organizada e pensada sobre o seu futuro e sobre a sua sustentabilidade.

Perante este quadro negro, que não trata, mas adoece, que não cura, mas mata uma região e a sua competitividade, o deputado do PSD, Carlos Peixoto, colocou esta semana à senhora Ministra da saúde as seguintes questões:

-O que pensa em concreto fazer o Governo para assegurar os cuidados de saúde dos utentes do distrito da Guarda nos Hospitais de Seia e da Guarda, sem que tenha necessidade de recorrer permanentemente à sua transferência para Viseu e Coimbra.

-Que papel específico reserva o Ministério da Saúde para a ULS da Guarda? Pretende dotá-la de recursos técnicos e humanos para funcionar com autonomia na prestação de todos os cuidados de saúde de todas as especialidades ou pretende esvaziá-lo ou afastá-la de algumas delas.

-Que medidas ou incentivos pensa o Governo adotar para atrair e fixar profissionais de saúde no Distrito da Guarda e como pensa diminuir os tempos de espera de consultas acima referidos?

-Em que fase ou estado se encontra a proclamada intenção do Governo arrancar com a obra do denominado pavilhão 5 do Hospital da Guarda?

-Quando estará o Governo em condições de nomear a nova administração da ULS?

Estas respostas têm de ser dadas com urgência, porque a saúde no distrito da Guarda não pode continuar neste estado de agonia, prejudicando todos os cidadãos.

 

PSD realça que Requalificação do “Pavilhão 5” do hospital da Guarda “é absolutamente crucial” para instalar o Departamento da Saúde da Criança e da Mulher

Em comunicado, o PSD refere que apresentou um projeto de resolução apresentado no Parlamento, com os deputados do PSD que recomendam ao Governo a requalificação do “Pavilhão 5” do hospital da Guarda para proceder à instalação do Departamento da Saúde da Criança e da Mulher. O PSD considera “inaceitável que, quase cinco anos depois de o PS ter assumido responsabilidades governativas”, a requalificação do “Pavilhão 5” do hospital do Hospital Sousa Martins (HSM) continue por concretizar.

Na iniciativa, que tem como primeiro subscritor o deputado Carlos Peixoto, eleito pelo círculo eleitoral da Guarda, é proposto que a Assembleia da República recomende ao Governo “que desencadeie urgentemente os procedimentos necessários ao lançamento do processo de requalificação do ‘Pavilhão 5’ do Hospital Sousa Martins (HSM), na Unidade Local de Saúde da Guarda (ULSG), para instalação do Departamento da Saúde da Criança e da Mulher”.

O PSD lembra que o “Pavilhão 5” do HSM, onde funcionou o Serviço de Urgência até à abertura do novo bloco, em 2014, aguarda, “há vários anos”, por uma intervenção, “que permita instalar os serviços dedicados à saúde maternoinfantil, já que os espaços físicos onde os mesmos atualmente funcionam não dispõem de condições dignas para os seus utentes e profissionais”.

“Com efeito, já desde 2016 que o plano de investimentos em saúde da região Centro, coordenado pela Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC), contemplava a requalificação do ‘Pavilhão 5’, para instalação do Departamento da Saúde da Criança e da Mulher da ULSG, onde passaria a funcionar o bloco de partos, bem como as urgências de obstetrícia e pediatria e a ginecologia do hospital da Guarda”, apontam.

Os deputados social-democratas sustentam também que, nos últimos três anos, “diversas vicissitudes e contingências administrativas e burocráticas têm protelado a concretização do referido investimento, o que tem prejudicado a acessibilidade, a qualidade e a humanização da prestação de cuidados maternoinfantis aos utentes do Serviço Nacional de Saúde servidos pela ULSG, especialmente nos casos das mulheres, das crianças e dos adolescentes”.

O PSD recorda que, em setembro de 2019, o Primeiro-Ministro, na condição de secretário-geral do PS, assumiu o compromisso de “descongelar a segunda fase do hospital da Guarda”. “Decorridos seis meses sobre a referida promessa eleitoral, em fevereiro passado, a ULSG veio anunciar que estaria a ultimar o ‘caderno de encargos’ para o lançamento do concurso público de requalificação do ‘Pavilhão 5’ do HSM, afiançando ser então iminente ‘o pedido à tutela de autorização formal de investimento nacional’”, assinalam.

Os deputados social-democratas lamentam, ainda, que no Orçamento do Estado para 2020 “não se encontre prevista qualquer verba para a requalificação do referido edifício”, nem para a instalação do novo Departamento da Saúde da Criança e da Mulher.

 

PSD -Sérgio Costa novo líder da Concelhia da Guarda

Teve lugar no sábado, dia 28 de junho, o escrutínio para eleger o novo líder da Comissão Política Concelhia do PSD da Guarda.
Deste modo, o novo líder venceu esta eleição com  239 votos contra 145 do candidato Julio Santos, que liderava a lista A.
Vai agora o novo líder preparar a concelhia para as Autarquias 21 e também esperar pela eleição do novo líder da Comissão política distrital.

PSD Guarda – Sérgio Costa apresentou elementos e programa eleitoral da Lista G

Teve lugar a apresentação do Programa Eleitoral e elementos que compõem a Lista G, liderada por Sérgio Costa, vai ter assim como vice-presidentes António Aguiar e Bruno Monteiro.

Quanto ao programa eleitoral, Sérgio Costa refere que esta candidatura é de união, agregação de militantes e de comunhão com autarcas eleitos e de respeito pelos cidadãos da Guarda.

“A Guarda não pode voltar para trás, respeitamos o passado e acreditamos no futuro da Guarda”, salienta o candidato.

PSD Guarda-Júlio Santos candidato à liderança da Comissão Política Concelhia

Depois da apresentação da lista de Sérgio Costa, chega agora uma nova lista para ir a sufrágio na Concelhia do PSD da Guarda, Júlio Santos é o candidato.

Avança como lema “Estabilidade e Harmonia”, deste modo o candidato refere:”A garantia de estabilidade politica de harmonia e serenidade que o PSD/Guarda precisa, seremos o escudo politico do executivo municipal”.

Assim dia 27 de junho acontece a eleição.

PSD Guarda-Sérgio Costa candidato à Comissão Política da Concelhia da Guarda

“A Guarda acima de tudo”

Teve lugar na sede do PSD da Guarda a apresentação da Candidatura de Sérgio Costa, atual vereador do Município da Guarda, à comissão Política da Concelhia do PSD /Guarda.

Face a isso, já tinha anunciado, no passado dia 28 de fevereiro, essa ideia de se candidatar

no plenário de militantes então realizado.

Assim nesta manhã referiu que: “Informei o PSD da Guarda, no local próprio, da minha intenção.

Previamente ao plenário e, em primeiro lugar, informei o Presidente da Câmara da minha vontade em servir o PSD e a Guarda, como candidato a Presidente da Concelhia do PSD. Esta é a minha forma de estar na política.

A par da minha consciência, sou militante do PSD há 25 anos, estando assim obrigado à responsabilidade de não falhar na forma.

Estive, estou e estarei sempre presente pela Guarda e pelo PSD, em nome da Cidade que há 25 anos me adotou e eu fiz como minha.

Não escondo que foi sempre o meu maior anseio servir a Guarda, sabendo que tal desafio se unificava com a estratégia do Partido Social Democrata.

Primeiro a Guarda e só depois o PSD, é o lema.

É a Guarda que me continua a dar força na e durante a minha ação política.

Durante 40 anos, assistimos a uma Guarda que foi parando no tempo, sem ambição, sem perspetivas de futuro e sem alternância democrática.

O PS adormeceu o enorme potencial que o concelho da Guarda possui.

O PSD da Guarda nos últimos 7 anos mudou este paradigma. A Guarda transformou-se. A Guarda passou a ser uma referência nacional e surgiu finalmente como exemplo de excelência em Portugal.

Finalmente há obra feita na Guarda. Mas não só.

A Guarda tem projetos de futuro. Há estratégia de desenvolvimento na Guarda.

Por isso decidimos reunir esta Equipa, porque como militantes queremos continuar a trabalhar em prol da Guarda, da sua prosperidade e crescimento.

A Guarda não pode voltar atrás.

A nossa convicção mantém-se inabalável em relação ao desenvolvimento duma Cidade, dum Concelho, das Freguesias, Vila e Aldeias.

Os projetos em estudo ou lançados, as obras projetadas ou em execução, terão sempre o nosso empenho.

Em todas essas ações, continuaremos a dar o nosso melhor, na certeza de que os Guardenses devem lembrar que foi este projeto político ambicioso iniciado

em 2013 e reforçado em 2017, que devolveu o orgulho e autoestima à nossa Capital de Distrito e da Sub-Região Beiras e Serra da Estrela.

Tudo isso não pode ser interrompido, diria mesmo, não pode parar, quaisquer que sejam as circunstâncias políticas do momento. Mas a missão do PSD da Guarda não acaba por aqui.

E queremos deixar muito claro que, tal como ouvimos há quase 7 anos e nos marcou, nunca hesitaremos em colocar a Guarda acima de quaisquer interesses pessoais ou político-partidários.

Como afirmei no plenário de militantes, a nossa candidatura é uma candidatura de União, de agregação dos militantes, de comunhão com os autarcas eleitos e de respeito pelos cidadãos da Guarda.

Somos candidatos, porque ouvimos os anseios dos Militantes e respeitamos as suas opiniões políticas.

Somos Candidatos, porque os Militantes do PSD nos têm incentivado e nos têm dado a sua confiança para ser a sua voz no PSD da Guarda.

Somos Candidatos, porque respeitamos o passado do PSD e acreditamos no futuro do Concelho da Guarda.

Consideramos que só agregando os militantes, os autarcas eleitos e o cidadão comum, se podem construir os alicerces do desenvolvimento da Guarda.

É ouvindo a sociedade que se conhece a realidade da Guarda.

É reunindo todas as vontades em prol do bem comum que percorremos o caminho do progresso.

É a somar que se avança.

Fomos e seremos a referência da estabilidade do PSD tal como tem acontecido nas reuniões do executivo da câmara municipal, pois ao contrário de alguns,somos os primeiros a querer um PSD unido em torno dos projetos e das obras

estruturantes da Guarda.

Sempre apoiando a maioria do PSD, cumprindo o programa eleitoral que os guardenses votaram massivamente em 2017.

É o programa eleitoral que ajudamos a construir.

Não poderia ser de outra forma.

É essa a vontade de todos os que sentem a militância do PSD e nunca se afastaram ou abraçaram outros projetos políticos.

O nosso adversário principal foi e será sempre o Partido Socialista, que todos sabem não estar preparado para assumir a governação da Câmara Municipal da Guarda.

O PS não tem qualquer ideia ou projeto que traga desenvolvimento à Guarda.

Nem tão pouco possíveis candidatos ou líderes com qualquer apoio popular.

Temos assistido aliás, a um nervosismo crescente do PS conforme nos aproximamos da escolha dos seus protagonistas para as próximas eleições autárquicas na Guarda.

Basta olhar para a sucessiva desistência dos líderes de bancada do seu grupo parlamentar (em 3 anos de mandato, já vão no terceiro coordenador).

Quanto aos dois vereadores eleitos pelo PS, foram para lugar incerto e desconhecido, abandonando o seu lugar de eleitos sem que se soubesse a possibilidade ou existência de um qualquer desígnio maior.

O último vereador a assumir o seu cargo é tão somente o 5º da lista.

Sabemos o nervosismo e o temor que esta lista causa ao PS da Guarda e a outros pois, com a humildade que só o trabalho confere, temos o conhecimento profundo do nosso território e das suas gentes.

Conhecemos a realidade de todas as Freguesias e as suas necessidades reais, que podem significar a diferença no caminho do desenvolvimento sustentável.

Bastará saber quantos autarcas nos acompanham nesta candidatura e percebe-se a natural apreensão e temor do Partido Socialista.

Atrevo-me a afirmar que a nossa lista é a única e a que possui maior experiência autárquica a nível de Executivo Municipal, Assembleia Municipal, bem como na presidência efetiva de Freguesias.

A nossa lista é constituída por militantes do PSD da Guarda que conhecem as Gentes da Guarda e resolvem diariamente os problemas das suas Freguesias.

A nossa candidatura é à concelhia do PSD da Guarda. Não a outro qualquer órgão.

A nossa candidatura é pelo PSD da Guarda. Não é contra ninguém.

A lealdade da nossa candidatura é inquestionável. Pela nossa forma de atuar e estar na vida política e autárquica.

É feita de vontade, conhecimento e abrangência.

Saber ouvir a opinião de todos é primordial para alcançar os objetivos a que nos propomos.

Queremos continuar a ser a força política mais votada para a Câmara Municipal, para a Assembleia Municipal e para as Juntas de Freguesia.

A dinamização da Organização das Mulheres Social Democratas será um objetivo a alcançar, na prossecução duma Sociedade e dum Partido cada vez mais Equitativo e Paritário.

É fundamental pugnar pela fixação definitiva na Guarda da Universidade de Inverno organizada pelos ASD – Autarcas Social Democratas.

A criação de Núcleos de Militantes na Vila e Freguesias Rurais ajudar-nos-á a desenvolver ainda melhor o trabalho de proximidade às Populações, podendo estar assim ainda mais próximos do conhecimento das suas necessidades.

A integração da JSD em todas as iniciativas, apoiando todas as suas ações, num tempo em que é fundamental aproximar os Jovens da política, com transparência, com trabalho, com a sua cada vez maior valorização.

O Trabalho profícuo que os TSD têm vindo a desenvolver, é primordial no desenvolvimento de uma política cada vez mais próxima do mundo laboral.

Um enorme bem-haja a todas e a todos que aceitaram o desafio de integrar esta lista e a todos os proponentes que honrosamente nos dão o seu apoio, citando especialmente alguns nomes:

Prof. Fernando Carvalho Rodrigues

Prof. João Prata

Prof. Alfredo Freire

Sr. António Peres

Dr. Vitor Lavajo

Sr. Artur Seguro Pereira

Sr. António Antunes (TSD)

Sr. Luís Baía (TSD)

Sr. Tiago Gomes (JSD)

Sr. Miguel Bandarra (JSD)

Todos cabem na casa do PSD da Guarda.

Convido todos os Militantes a abraçarem esta candidatura e ajudar a que o PSD

da Guarda continue a ter a confiança dos Guardenses.

Respeitamos o Passado e Acreditamos no Futuro. Todos somos PSD”.

Este foi o discurso de apresentação de Sérgio Costa que refere que : A Guarda está acima de qualquer interesse partidário e respeita o passado e acredita no futuro.

PSD-Deputado Carlos Peixoto questiona Governo sobre o IP3 e IC7

Em comunicado, o Deputado Carlos Peixoto questionou o Ministro das Infraestruturas assim:”O Governo parece tratar questões que lhe são colocadas pelos deputados e pelo Orgão de soberania Assembleia da República com a mesma displicência com que trata os utentes do IP3 e a população da corda da Serra da Estrela.
Através de pergunta dirigida em 3/1/2020 ao Ministro das Infraestruturas, os deputados do PSD dos distritos da Guarda, Viseu e Coimbra questionaram quando terminariam as atuais obras do IP3, quando seria esta via reconvertida em auto-estrada, e se o Governo iria ou não dar continuidade às construção do IC6, até ao nó de Folhadosa, em Seia e depois à construção do denominado IC7, entre Seia e Celorico da Beira, distrito da Guarda.
A nada disso o Governo deu resposta, não obstante o artigo 229 nº. 3 do Regimento da AR estabelecer um prazo de 30 dias para o efeito, numa regra que deveria ser levada a sério, por se destinar a valorizar a ação do Parlamento, a tornar eficaz a fiscalização da ação do Governo e a e a levar ao conhecimento dos eleitores informações sobre matérias que lhes dizem respeito.
Enquanto incumpre essa regra, as obras de asfaltamento do IP3 arrastam-se penosamente (já se iniciaram há mais de uma ano!!!), com supressão incompreendida e muito extensa de faixas, onde nada acontece a não ser filas intermináveis e circulação a velocidades próprias de um passeio de bicicleta.
Numa via estruturante para o centro do país, com um tráfego intenso de veículos pesados de mercadorias, ligeiros, e ambulâncias em emergência, os trabalhos ocorrem numa impressionante e indesculpável lentidão, que nem a COVID – 19 explica, até porque a maioria (senão a totalidade) das empresas de construção civil não reduziram a sua atividade.
A alternativa a esse suplício podia ser a ferrovia, mas também aí o Governo foi complacente com a supressão de horários que tornou menos apetecível e utilitário o uso da linha da Beira Alta e maltratou mais uma vez a coesão territorial e social que a espaços se apregoando.
Sobre as obras do IC6 e IC7, agora que vão chegar os milhões da União Europeia, boa parte a fundo perdido, era razoável que o Governo ponderasse eleger esses projetos como prioritários e decidisse de uma vez por todas, sem ilusões ou sem uma falsa gestão de expectativas das
populações, se quer ou não e se vai ou não realizar esses investimentos, tornando mais
competitiva uma região que precisa de investimento público como de pão para a boca.
Pelo que fica dito, justifica-se esta insistência para que o Senhor Ministro das Infraestruturas
responda:
1) Quando vão terminar as obras de asfaltamento do IP3?
2) Quando irá começar a duplicação ou reconversão em auto-estrada dessa mesma via,
já prometida e anunciada pelo Governo mais que uma vez?
3) O Governo vai ou não executar as obras de conclusão do IC6, até Seia, distrito da
Guarda e conta ou não efetivar depois a ligação à A25, via IC7, atravessando os
concelhos de Seia, Gouveia e Celorico da Beira? Em caso afirmativo, com que
calendarização?

Carlos Condesso apresenta candidatura à Distrital da Guarda do PSD

Terá lugar na sede do PSD Guarda, a apresentação da candidatura de Carlos Condesso à liderança da Distrital da Guarda do PSD, nesta segunda -feira.

Neste dia , serão divulgados também  os candidatos a presidentes dos restantes órgãos distritais (Mesa da Assembleia Distrital, Conselho de Jurisdição Distrital e Comissão Distrital de Auditoria Financeira), bem como os Vice-Presidentes, Secretário Distrital e Tesoureiro.

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