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Tag Archives: Saúde

“Outubro Rosa” na Região Centro

No mês de Luta Contra o Cancro da Mama, empresas e diversas instituições da Região Centro são convidadas pela Liga Portuguesa Contra o Cancro a organizar e/ou participar em atividades. A iniciativa tem o objetivo de promover a consciencialização sobre a doença e partilhar informações sobre o cancro da mama.

A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) desafia a comunidade a juntar-se ao movimento “Outubro Rosa”, propondo iniciativas a desenvolver ao longo de todo o mês de outubro, nomeadamente na Região Centro. A ação promovida pela LPCC – em representação da EUROPA DONNA (Coligação Europeia Contra o Cancro da Mama) – pretende sensibilizar para a doença, incentivando à prevenção e ao diagnóstico precoce do cancro da mama.

Na Região Centro, o Núcleo Regional do Centro da LPCC pretende potenciar o impacto deste movimento, lançando o desafio às mulheres, famílias, entidades da sociedade civil e entidades diversas. Nesse sentido, serão reforçadas, por um lado, as parcerias estabelecidas anteriormente – nomeadamente no âmbito do evento anual “Pequenos Passos, Grandes Gestos”, caminhadas que habitualmente integram o “Outubro Rosa” e que somam 10 edições – mas também procurando novas.

Além da vertente de sensibilização pública, a campanha pode integrar ações de angariação de fundos, a favor do doente oncológico e familiares, existindo para o efeito um conjunto vasto de materiais alusivos à iniciativa, a disponibilizar mediante solicitação dos interessados.

A participação é fácil e está ao alcance de todos que, de forma institucional, individual ou em pequenos grupos, podem organizar uma atividade de angariação de fundos, ou simplesmente divulgando as mensagens desta campanha junto dos que os rodeiam. Todos os materiais de sensibilização e divulgação necessários, assim como merchandising, são disponibilizados pelo Núcleo Regional do Centro da LPCC.

As inscrições para a iniciativa “Outubro Rosa 2020” e toda a informação da campanha encontram-se disponíveis em: https://www.ligacontracancro.pt/outubrorosa/.  Se necessário, os interessados podem contactar o Núcleo Regional do Centro da LPCC através do telefone 239 487 490 ou pelo e-mail outubrorosa.nrc@ligacontracancro.pt.

Neste âmbito, o Núcleo Regional do Centro da LPCC assinalará ainda simbolicamente, a 3 de outubro (sábado), o evento “Pequenos Passos Grandes Gestos”, que em 2020 não se realizará nos moldes habituais, considerando o Estado de Contingência de Covid-19.Este ano a iniciativa contará, sempre que possível, com a presença de voluntárias nos pontos habituais de partida destas caminhadas solidárias (Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, Covilhã, Guarda, Leiria e Viseu), locais onde se procederá à informação, sensibilização e disponibilização dos materiais da campanha “Outubro Rosa”.

Recordamos que o cancro da mama é o tipo de tumor mais comum na mulher (apenas 1 em cada 100 cancros se desenvolvem no homem) e o segundo mais frequente em todo o mundo, de acordo com os últimos dados da International Agency for Research on Cancer (GLOBOCAN). Apesar de não ser um dos mais letais, em 2018, registaram-se cerca de 2,1 milhões de novos casos e mais de 625.000 mortes por cancro de mama, a nível mundial. Em Portugal, em 2018, foram identificados mais de 6.900 novos casos e cerca de 1.800 mortes por esta causa em Portugal.

Artigo de Opinião- ALERGIA OCULAR CONJUNTIVITE ALÉRGICA

Nada mais irritante que sentir os olhos chorosos, vermelhos, sensíveis à luz, com comichão e tão irritados que quase não se conseguem abrir.

As causas desencadeantes podem ser:

  • Alergénios exteriores como o pólen das flores ou árvores;
  • Alergénicos interiores como o pó ou pêlo de animais;
  • Irritantes como o fumo de tabaco, perfumes ou contaminação;

O que fazer se tenho alergia ocular?

Evitar expor-se aos desencadeantes da alergia seria o ideal mas nem sempre possível. Então, deverá proteger-se de forma que os agentes alergénicos cheguem menos aos seus olhos e nada melhor que usar óculos ou óculos de sol curvos. Lave também, constantemente as mãos, evitando tocar nos olhos.

Como controlar os sintomas com medicamentos sem receita médica?

Lágrimas artificiais;

Gotas oculares descongestionantes (não usar mais de uma semana, caso contrário pode piorar);

Anti-histamínicos orais (não mais de uma semana, secam os olhos e podem piorar os sintomas);

Portanto o mais indicado e recomendado é consultar um alergologista que lhe vai dar o melhor tratamento:

Colírio (descongestionante, anti-histamínico, estabilizador de mastócitos, corticosteróide, NSAID);

Vacinas contra alergias (imunoterapia);

Anti-histamínicos orais (note que podem secar os seus olhos e agravar os seus sintomas);

 

Queratoconjuntivite vernal

É a alergia mais comum e a que mais sintomas dá. Embora possa ocorrer todo o ano os sintomas agravam-se na primavera/verão. A ocorrência desta conjuntivite é maior em rapazes e homens jovens.

Como sintomas, temos a comichão, sensibilidade à luz, olhos chorosos e muco espesso.

A queretoconjuntivite vernal deve ser tratada, caso contrário, pode levar a problemas visuais.

Queratoconjuntivite atópica

Este tipo de conjuntivite afeta principalmente a idosos, mais frequente em homem e com antecedentes com dermatite alérgica.

A queratoconjuntivite atópica, se não é tratada, pode levar à cicatrização corneal e à consequente perda irreversível da visão.

Conjuntivite alérgica por lentes de contacto

Deve-se principalmente pela má limpeza das lentes de contacto, a sujidade que se vai depositando na lente pode provocar reações alérgicas causando em muitos casos inadaptação às lentes de contacto. Os líquidos de limpeza e maquilhagem são também fatores desencadeantes.

Conjuntivite papilar gigante

Esta conjuntivite é a forma mais grave associada ao uso de lentes de contacto. O sinal mais típico são as papilas ou papos que se formam no interior da pálpebra superior (principalmente). Os sintomas incluem:

Comichão

Olho vermelho

Visão desfocada

Sensação de corpo estranho

Muco espesso

Olhos chorosos

Má tolerância às lentes de contacto

Conclusão

As lágrimas artificiais podem lavar temporalmente os alergénicos dos olhos, humedecem e hidratam. Dão sensação de frescura, aliviam os sintomas e podem-se usar as vezes que necessitar.

Os descongestionantes são bons para aliviar os olhos vermelhos mas são vasoconstritores (diminui o calibre dos vasos sanguíneos superficiais) diminuindo a quantidade de oxigénio ao olho. Não se devem usar se tem outras patologias oculares e em algumas sistémicas.

 

Anti-histamínicos orais: Eficazes no alívio da comichão mas podem causar olho seco e piorar os sintomas de alergia ocular.

Em nenhum caso deve ir à farmácia e pedir “gotas” para aliviar a alergia, à exceção de lágrimas artificiais. Deve em primeiro lugar consultar o médico alergologista para receitar o tratamento e futuramente o médico Oftalmologista se os sintomas de alergia ocular não desaparecem.

 

Dra. Sofia Cunha – Optometrista

Óptica Aifos, Cavadoude – Guarda

www.lentesdecontactoagranel.com

https://www.facebook.com/lcgranel.cosmeticaocular/

Distrital do PSD Guarda em comunicado critica Governo sobre Saúde

A Distrital do PSD da Guarda, presidida por Carlos Condesso e o Deputado eleito pelo círculo eleitoral da Guarda, Carlos Peixoto, em comunicado, referem que: lastimam o estado a que chegaram os cuidados de saúde prestados aos cidadãos do distrito da Guarda, entendendo que O governo do PS abandonou a região e as pessoas naquilo que elas mais necessitam: cuidados de saúde”.

Os factos são o que são e para os contrariar não há argumentos.

Os Hospitais da Guarda e de Seia continuam no grau zero das preocupações do Governo, que assiste impavidamente ao seu colapso sem desenhar nenhuma resposta ou estratégia capaz de inverter a sua morte lenta.

Em algumas das suas especialidades, as duas estruturas não passam de interpostos ou salas de espera de ambulâncias que transportam os doentes para os Hospitais de Viseu e de Coimbra, numa irracionalidade de gestão e de recursos que só em 2019 atingiu um custo superior a 3 milhões de euros, muito mais que o suficiente para contratar as dezenas de médicos que eram necessários à prestação de cuidados de saúde dignos da população do Distrito da Guarda.

O tempo de espera de consultas continua a acrescer obscenamente, estando já ao nível de países de terceiro mundo, como o demonstram os 803 dias da consulta de oftalmologia em Seia, os 1113 dias de consulta de ortopedia na Guarda, os 609 dias das consultas prioritárias de cardiologia na Guarda e 1499 dias das consultas normais dessa especialidade, só para citarmos alguns números publicados em março de 2020 no sitio do Ministério da Saúde http.//tempos.min.saude.pt.

Os profissionais de saúde escasseiam, os concursos e os estímulos para os fixar no Interior do país são uma miragem e o drama de um SNS incapaz acentua-se sem um pingo de ressentimento dos responsáveis governativos.

As instalações do Centro de Saúde de Seia não servem e o Pavilhão 5 do Hospital da Guarda, destinado à saúde materno-infantil (a denominada fase 2) arrasta-se penosamente de promessa em promessa, de ilusão em ilusão e de campanha em campanha eleitoral, atingindo o seu exponente máximo em setembro de 2019, com o Primeiro Ministro a aproveitar um seu comício na Guarda para garantir o arranque das obras que estão hoje tão paradas e distantes como nessa altura.

A Comissão COVID do Hospital da Guarda demitiu-se em bloco há já quase dois meses, deixando de pensar operativamente a resposta à doença, mas o Ministério da Saúde, entre as enfadonhas conferências de imprensa e as mediáticas reuniões semanais no Infarmed, em face de uma situação de emergência, relaxou e tardou que se fartou para nomear uma outra que continue a levar a pandemia a sério.

A administração da ULS da Guarda está em gestão corrente desde dezembro de 2019 e o Governo exibe uma inacreditável incapacidade em substituir quem já terminou o seu mandato há já quase 8 meses.

A saúde na Guarda caminha sem Rei nem Roque e não parece que exista uma ideia organizada e pensada sobre o seu futuro e sobre a sua sustentabilidade.

Perante este quadro negro, que não trata, mas adoece, que não cura, mas mata uma região e a sua competitividade, o deputado do PSD, Carlos Peixoto, colocou esta semana à senhora Ministra da saúde as seguintes questões:

-O que pensa em concreto fazer o Governo para assegurar os cuidados de saúde dos utentes do distrito da Guarda nos Hospitais de Seia e da Guarda, sem que tenha necessidade de recorrer permanentemente à sua transferência para Viseu e Coimbra.

-Que papel específico reserva o Ministério da Saúde para a ULS da Guarda? Pretende dotá-la de recursos técnicos e humanos para funcionar com autonomia na prestação de todos os cuidados de saúde de todas as especialidades ou pretende esvaziá-lo ou afastá-la de algumas delas.

-Que medidas ou incentivos pensa o Governo adotar para atrair e fixar profissionais de saúde no Distrito da Guarda e como pensa diminuir os tempos de espera de consultas acima referidos?

-Em que fase ou estado se encontra a proclamada intenção do Governo arrancar com a obra do denominado pavilhão 5 do Hospital da Guarda?

-Quando estará o Governo em condições de nomear a nova administração da ULS?

Estas respostas têm de ser dadas com urgência, porque a saúde no distrito da Guarda não pode continuar neste estado de agonia, prejudicando todos os cidadãos.

 

Enfermeiros estagiários homenageados no Município de Mangualde

O Município de Mangualde, recebeu nos Paços do Concelho os enfermeiros estagiários que estiveram durante dois meses a ajudar o Lar São José, em Santiago Cassurrães. Foram recebidos nove profissionais, oito da Escola Superior Saúde de Viseu e um da Escola Superior Saúde de Bragança. Esta receção, em jeito de agradecimento e de reconhecimento pelo serviço e apoio prestados, foi efetuada pelo Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, Elísio Oliveira, e pelo Presidente da Junta da União de Freguesias de Santiago de Cassurrães e Póvoa de Cervães, Rui Valério.

Elísio Oliveira começou por enaltecer o empenho e a coragem, porque “numa altura em que faltavam recursos humanos para responder ao surto do vírus da COVID-19 que estava instalado no Lar, estes jovens disseram sim, estamos presentes”. Para além deste gesto de agradecimento, “fica a nossa mais sincera gratidão e votos de muito sucesso no futuro. Pessoas com este carácter têm certamente muito a dar à nossa sociedade e esperemos que esta saiba agradecer e respeitar o momento que o mundo atravessa”, conclui o presidente.

Recorde-se que o concelho de Mangualde teve, até à data de hoje, 78 casos confirmados, sendo 70 casos na União de Freguesias de Santiago de Cassurrães e Póvoa de Cervães, dos quais 64 foram no Lar São José. Atualmente, o concelho apresenta apenas três casos ativos de COVID-19.

Vacinas pediátricas em atraso alerta o MOVA

Em comunicado, o Movimento Doentes pela Vacinação refere que mostra preocupação à quebra das taxas de vacinação entre os mais novos. O Programa Nacional de Vacinação e as vacinas extra- Plano não estão a ser cumpridos, potenciando o aparecimento de doenças graves como o sarampo, a meningite ou a tuberculose. O medo é a principal razão para que pais e encarregados de educação adiem consultas e deslocações aos hospitais e centros de saúde. Um receio que, a curto prazo, pode originar surtos e ter consequências em toda a comunidade. No Dia Mundial da Criança, o MOVA apela aos pais e encarregados de educação que retomem consultas e práticas de prevenção.

Há quebras nas taxas de vacinação pediátrica, mesmo nas vacinas incluídas em PNV. Uma situação considerada extremamente preocupante pelo MOVA, que no Dia Mundial da Criança deixa o apelo: é urgente que se retomem consultas e a vacinação, dentro e fora do Programa Nacional de Vacinação.

“As pessoas têm medo. Temos de assegurar que o seu regresso às rotinas de saúde se processe rapidamente, de forma segura e informada. É fundamental que a população compreenda os riscos desta quebra na vacinação. Que se sinta segura na deslocação para vacinar os seus filhos e que perceba que este é o maior ato de proteção”, explica Isabel Saraiva, fundadora do MOVA. “Não temos, ainda, vacina contra a Covid-19, mas não podemos viver a medo. Sabemos que existem muitas outras doenças graves que são preveníveis através de vacinação, como o sarampo ou a meningite. Felizmente podem ser evitadas”, conclui.

O MOVA considera urgente que as autoridades comuniquem com pais e encarregados de educação de forma assertiva e que os serviços e as infraestruturas estejam preparados para receber estes utentes de forma segura, prática e eficaz.

“Temos de sensibilizar a população para a importância da vacinação, ao mesmo tempo que lhe oferecemos as ferramentas e as infraestruturas ideais para a sua concretização. É urgente que se recupere o tempo perdido durante o confinamento, de forma a evitar a propagação de doenças graves”, continua a fundadora do MOVA.

É cada vez mais importante investir na prevenção, seja através do PNV ou de vacinas recomendadas pelos médicos assistentes. A vacinação previne doenças como o sarampo, a tosse convulsa, o tétano ou a meningite. A Direção-geral da Saúde reforçou recentemente que, até aos 12 meses de idade, inclusive, as crianças devem cumprir atempadamente a vacinação recomendada, imunização que confere proteção precoce contra onze doenças potencialmente graves. Aos 12 meses, as vacinas contra o meningococo C e contra o sarampo, papeira e rubéola são extremamente importantes. Situações epidemiológicas como a do sarampo, por exemplo, não nos permitem adiar esta vacina.

Não esquecer também que a vacina contra a tuberculose (a BCG) continua a estar no PNV para as áreas de risco social e endémico (áreas podem vir a aumentar com a CoVid 19).

Outro caso preocupante, é o da meningite, uma infeção grave, e potencialmente fatal. Qualquer pessoa a pode contrair, mas as crianças pequenas e os adolescentes correm maior risco. Aos pais e encarregados de educação, o MOVA deixa um pedido “Pelo bem dos vossos filhos e da comunidade, apostemos na prevenção”.

 

Nova plataforma EuAlerto para acompanhar Covid-19

A Secção Regional do Centro (SRCentro) da Ordem dos Enfermeiros reformulou a plataforma EuAlerto para integrar um sistema de registo regular do estado de saúde e exposição dos enfermeiros ao Coronavírus SARS-CoV-2.

A evolução e readaptação da plataforma EuAlerto para o contexto actual de pandemia tornou-se essencial para aproximar ainda mais a Ordem dos Enfermeiros dos seus membros. Permite agora que os Enfermeiros registem o seu estado de saúde, indicando a sua situação, possíveis sintomas e outros dados relevantes que possam influenciar o seu desempenho e atentar contra o seu exercício profissional.

Respeitando os critérios máximos exigidos de privacidade e sigilo, estas informações servirão para avaliar o desenvolvimento geográfico do Covid-19 entre os enfermeiros e para uma acção dirigida na área de abrangência da SRCentro.

Paralelamente, a plataforma EuAlerto continuará a ter disponível a opção de denúncia e/ou exposição de situações que comprometam a dignidade profissional e a qualidade e segurança dos cuidados prestados aos cidadãos, e que necessitem da intervenção da Ordem dos Enfermeiros. Desde Abril de 2017, data do seu lançamento, esta página online registou mais de 400 queixas por parte de enfermeiros, e que foram devidamente acompanhadas pela SRCentro.

Ricardo Correia de Matos, Presidente do Conselho Directivo Regional da SRCentro, destaca a importância desta ferramenta, afirmando que “a plataforma EuAlerto é sinónimo de cooperação e compromisso.

Acreditamos que só através de uma proximidade efectiva entre a SRCentro e os Enfermeiros, conseguiremos construir a confiança necessária para empoderar a profissão. Este é o caminho. Conto convosco!”.

O acesso dos enfermeiros à plataforma EuAlerto é realizado com as credenciais do Balcão Único da Ordemdos Enfermeiros.

Poderá aceder à nova Plataforma EuAlerto neste link: https://srcentro.ordemenfermeiros.pt/

 

GNR-1º militar recuperado com Covid-19

A Guarda Nacional Republicana anunciou a primeira recuperação de um militar infetado com o novo coronavírus.

Depois de ter testado positivo no passado dia 23 de março, o militar, permanentemente acompanhado pelo Centro Clínico da GNR, teve uma evolução clínica muito favorável, tendo efetuado já dois testes negativos, encontrando-se, por isso, pronto para o serviço, o que acontecerá já no dia de amanhã.

No dia de hoje, a GNR regista um total de 36 militares infetados, 105 em isolamento e 126 em quarentena. Recorda-se que o Centro Clínico da GNR, em linha com as orientações da Direção-Geral da Saúde, garante o atendimento presencial ou por meios digitais a todos os militares da Guarda, de forma a garantir, a todo o tempo, a máxima capacidade de resposta operacional.

Plano de Contingência Social ativado em Mangualde

A Câmara Municipal de Mangualde, em parceria com o Serviço de Proteção Civil Municipal, as Juntas de Freguesia, o Instituto da Segurança Social e a Rede Social de Mangualde ativou o Plano de Contingência Social, que pretende dar resposta às orientações emanadas pela Direção Geral da Saúde (DGS) para enfrentar a ameaça à saúde pública associada à infeção pelo Coronavírus-Covid-19.

Com o objetivo de reforçar o apoio psicossocial no Município neste cenário de crise epidemiológica, junto dos mais vulneráveis, a Câmara Municipal de Mangualde, criou uma linha de telefone de apoio municipal “Estamos Juntos!”. Esta linha tem como objetivo atender, acompanhar, encaminhar e apoiar nas diversas situações que nos são solicitadas, além de alertar para as burlas, higienização e afastamento social recomendadas. Este esforço concertado com a Proteção Civil Municipal, ISS, Rede Social e Juntas de Freguesia, permite ajudar quem mais precisa nesta hora difícil. Esta medida, não se substitui às equipas multidisciplinares que intervêm no território do Município, nem ao apoio concedido pelas várias IPSS nomeadamente, no âmbito do apoio domiciliário.

As linhas, que funcionam todos os dias das 9h00 às 20h00, são o 969 028 411 para atendimento psicológico e os 969 029 132 e 969 028 378 para atendimento social.

Com a medida “Linha de Apoio Municipal. Estamos juntos!” a autarquia pretende auxiliar e proteger as pessoas mais vulneráveis do Município de Mangualde, nomeadamente, a população idosa com idade igual ou superior a 70 anos, bem como, outras pessoas em situação de isolamento social e sem retaguarda familiar, Cuidadores Informais com dependentes a cargo com Atestado Multiuso igual ou superior a 80% e agregados familiares vulneráveis com mobilidade reduzida e/ou problemas graves de saúde.

No entanto, a autarquia reforça e apela para a importância da Rede Familiar e Rede de Vizinhança na vigilância dos idosos do nosso concelho, assegurando sempre as recomendações da segurança da DGS.

 

 

Covid-19- Alterações no Hospital Sousa Martins

Devido à pandemia Covid-19,  o Conselho de Administração da ULS Guarda resolveu fazer  algumas mudanças, reestruturando espaços e funcionamento dos Serviços que durarão enquanto se mantiver o período contingente que atravessamos.
Deste modo, ficam duas áreas distintas no Hospital Sousa Martins, de forma a cumprir o objetivo de segurança e proteção dos nossos utentes e profissionais.
No denominado Pavilhão Novo, toda a sua área de internamento e Bloco Operatório – Piso 1, ficarão afectos a doentes suspeitos ou confirmados de infecção por coronavírus. Manter-se-ão as restantes unidades e serviços que funcionam nos restantes pisos.
Nos denominados Pavilhões 1 e 5, serão internados todos os outros doentes com necessidade, das diversas especialidades.
Para acomodar esta situação houve necessidade de deslocar Serviços, a saber:
– O Serviço de Ortopedia passa a ocupar as instalações do serviço de Cardiologia;
– O Serviço de Cardiologia passa a partilhar o piso de Medicina Interna;
– O Serviço de Cirurgia passa a ocupar as instalações do Serviço de Ginecologia
– O Serviço de Ginecologia passa a partilhar um espaço no Serviço de Obstetrícia;
– O Serviço de Pneumologia passará a ocupar as instalações onde actualmente se encontra o internamento de Psiquiatria;
– A Urgência Pediátrica passa a ocupar as instalações onde se encontra actualmente a Consulta Externa de Psiquiatra;
– A Consulta Externa de Psiquiatria passa a funcionar na zona das Consultas Externas do Pavilhão Novo;
– As cirurgias de doentes não infectados por coronavírus serão realizadas no Bloco Operatório do Pavilhão 5;
Estas mudanças iniciaram e decorrerão de forma faseada, sendo que ,a Urgência Pediátrica funcionará já no novo espaço pelo que o seu acesso preferencial será pela portaria da antiga Consulta Externa.

Covid-19- Pico da doença será a 14 de abril em Portugal

Ao início da tarde deste sábado, a Ministra da Saúde, Marta Temido, anunciou aos portugueses que o pico da doença Covid-19, será por volta de 14 de abril, assim citou na habitual conferência diária:”De acordo com a evolução do número de casos de Covid-19 em Portugal e com os cálculos das estimativas epidemiológicas disponíveis, estima-se, com base naquilo que tem sido a evolução da incidência, que a data prevista para a ocorrência do pico da curva epidemiológica se situe à volta do dia 14 de abril“, afirmou Marta Temido.

Adiantou ainda Graça Freitas, Diretora-Geral de Saúde que, cerca de 80% dos infetados podem ser tratados em casa , dado que , a expansão geográfica dos infetados é grande.

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