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Tag Archives: Saúde

Direitos e deveres das Crianças

Junho, o mês das crianças, assim têm imensas atividades para realizar e dessa forma, UCSP de Fornos de Algodres esteve presente nas comemorações do Dia da Criança.

Nesse evento, algumas atividades foram efetuadas no Mercado Municipal.

Ao longo deste mês está patente um mural alusivo a esta atividade e todos podem visitar no UCSP de Fornos de Algodres.

Legionela novamente detetada no Centro Saúde de Mangualde

Esta situação já tinha surgido em 2016, no Centro de Saúde de Mangualde e face a isso , tinham sido desenvolvidas ações de resolver o caso, mas agora volta a ressurgir.

Caso este que tem origem na infecção das águas do sistema de canalização e aquecimento de águas do edifício.

O autarca mangualdense João Azevedo, em declarações à RR, mostrou-se preocupado e exige uma resolução rápida do problema,porque pode pôr em perigo os técnicos que lá trabalham assim como todos os utentes.

Foto:RC

 

Escuteiros de Fornos de Algodres recolhem Medicamentos diversos

Vai decorrendo, na vila de Fornos de Algodres, uma recolha de medicamentos diversos, isto é , desde caixas de medicamentos, blister de medicamentos, com e sem validade e xaropes.

Os locais onde poderá deixar os seus velhos medicamentos são o Centro de Saúde, as farmácias locais e grupo de Escuteiros.

Esta recolha é levada a cabo pelos Escuteiros de Fornos de Algodres.

Por:António Pacheco

 

Caminhadas 2017 por Terras de Aguiar da Beira

18403791_1399769650083969_1790994665852708754_oPassa a ser já conhecido o novo calendário de caminhadas levado a cabo pelo Município de Aguiar da Beira em 2017.
No próximo dia 21 de maio, terá o inicio das caminhadas  em Dornelas, esta caminhada irá ter também, uma prova de orientação.

Rota dos Ambientes Rurais” em Castelo de Penalva

ba813ccea29b022d9bf5e00cb3b5ada2_XL Numa organização conjunta da Câmara Municipal de Penalva do Castelo, junta de freguesia de Castelo de Penalva e apoio da Associação Cultural Castro de Pena Alba, Grupo Desportivo Cultural Bela Vista, Centro Social Paroquial de Castelo de Penalva, Bombeiros Voluntários, Unidade de Cuidados à Comunidade de Pena D’Alva e Agrupamento 149 CNE Ínsua, realiza-se, no dia 7 de maio, o percurso pedestre “PR4 PCT Rota dos Ambientes Rurais”.

A Rota é um percurso circular, com cerca de 12km, que circunda uma vasta área da freguesia de Castelo de Penalva, cuja sede, remotamente, foi berço do Município Penalvense e um ponto estratégico para o domínio e manutenção da paz em toda a área do enclave Dão-Mondego.

O percurso tem início na Igreja Matriz ou de S. Pedro e desenvolve-se em torno do rio Dão, com um aprazível ambiente rural circundante caraterizado por belas paisagens, grande diversidade de fauna e flora e diversos monumentos religiosos e histórico-culturais (capelas, alminhas, “ponte romana, castelo”…) que poderão ser apreciados pelo caminhante. Ao longo do percurso, os participantes serão surpreendidos com alguns momentos de animação, nomeadamente: as Lavadeiras no rio Dão, a travessia das poldras e o Alambique. Será ainda possível a visita ao interior das capelas e igrejas e apreciar o património desta freguesia.

Este ano a atividade terá algumas novidades: animação musical com a Tuna Realense e a presença das divertidas Marias Malucas Romeiras de Portugal que prometem uma manhã “agitada”.

A concentração dos participantes está marcada para as 8h30m junto à Igreja Matriz de Castelo de Penalva.

O preço de inscrição é de 3,00 € (seguro e almoço). A participação livre não tem qualquer custo associado. O pagamento é efetuado no dia do percurso.

A Autarquia disponibiliza transporte às 8h45m junto à Câmara Municipal.

Para mais informações ou inscrições (até 5 de maio), os interessados devem dirigir-se à Câmara Municipal (232 640 020), junta de freguesia de Castelo de Penalva (964 650 929) ou online (ficha de Inscrição).

Além deste percurso pedestre, existem no concelho mais quatro percursos pedestres devidamente sinalizados cuja calendarização 2017 é: PR2 PCT Caminho dos Galegos/Rota de Santiago, em Mareco (4 de junho); PR2 PCT Rota da Sr.ª da Ribeira, em Moinhos de Pepim (11 de junho); PR5 PCT Trilho do Ryal, em Real (2 de julho) e PR3 PCT Rota dos Cenários do Passado, em Esmolfe (23 de julho).

Por:Mun.PC

Creche Mariazinha Lemos celebrou 10 anos

crecheA Creche Mariazinha Lemos celebra uma década de vida, uma década a ” cuidar com amor”, procurando em cada dia estabelecer uma relação estreita com as famílias que nos confiam os seus bens mais preciosos, os filhos! Uma década a pensar nas crianças, no seu bem estar, no seu desenvolvimento.
Com muita alegria e muito entusiasmo foram cantados os parabéns  a  esta creche desejando a continuação de muitos anos ao serviço da comunidade.
O  Provedor José Tomás dirigiu algumas palavras aos presentes e à equipa da creche destacando o bom trabalho feito em cada dia e que se reflete na procura dos serviços da creche por um número elevado de famílias.
Nos próximos dias a festa continua, recebendo todos os meninos e meninas que já frequentaram esta creche.

Por:SCMM

Artigo de opinião – Almaraz – O barril de pólvora?

(Por:Bruno Costa)

1525594_715250398500024_1212269316_nEm 2006, fiz um trabalho para uma disciplina do curso de Engenharia do Ambiente sobre os pontos positivos e negativos da energia nuclear em Portugal. Nessa altura, que não foi assim há muitos anos, tinha uma imagem que o nosso país teria mais pontos positivos do que negativos na implementação de uma central nuclear. Pensava eu que o nosso país teria; 1) uma energia mais barata face ao “ouro negro”, 2) aumentaríamos a competitividade e por consequência 3) as contas públicas do país, sem nunca ter olhado em detalhe, nessa altura, para os muitos pontos negativos existentes, como é exemplo disso o risco de acidente por falha humana e/ou técnica.

Felizmente que o ser humano está em constante evolução e, dois anos depois, a tomar um cafezinho, tive a feliz ideia de trocar impressões com um professor de curso sobre o assunto, o que fez alterar a minha visão e acicatar a minha curiosidade sobre o tema.

Hoje, mais maduro e com as ideias mais arrumadinhas, congratulo-me que as políticas energéticas que Portugal traçou nos últimos anos tenham ido ao encontro da energia renovável ao invés da energia nuclear. Admito, de uma forma intuitiva, que a estratégia seguida para as energias limpas – eólica, hídrica e solar – tenham sido um pouco mais dispendiosas para o erário público mas, com toda a certeza, prefiro pagar impostos para a produção de uma energia limpa do que contribuir para o financiamento de um barril de pólvora.

almaraz

Foto:Eco.com

Lembram-se do desastre catastrófico ocorrido Chernobil – abril/1986 – e em Fukushima – março/2011? É aqui que entra a famosa e triste história da central de Almaraz tão falada nos últimos dias.

Almaraz é uma central nuclear em Cáceres (Espanha) que fica situada junto ao Rio Tejo e faz fronteira com os distritos de Castelo Branco e Portalegre. Foi construída em 1972 e entrou em funcionamento no início de 1981. Há 36 anos.

É de conhecimento público, depois de uma fiscalização do Conselho de Segurança Nuclear, que passados estes anos todos as instalações da central nuclear estão completamente antiquadas e com graves problemas de segurança, semelhantes aos ocorridos na Central de Fukushima.

Nos últimos anos ocorreram mais de 55 incidentes quer por falha técnica quer por falha humana, tais como; 1) corrosões e ruturas das tubagens, 2) fugas gasosas e de água, 3) paragens forçadas ou 4) falhas nos sistemas de refrigeração dos reatores. Adicionando a estes pontos o facto da potência instalada na central ser igual a 2.093 MW, ou seja, uma bagatela comparada com a produção elétrica total de Espanha – 100.000 MW -, estão reunidas as razões suficientes para o encerramento da arcaica central.

Como verificado, para além de não ser fiável e estar obsoleta, cada ano que passa o risco de catástrofe para Portugal e Espanha aumenta logo, estou completamente em desacordo com o alargamento até 8 de junho de 2020 da licença por parte das entidades Espanholas.

Para além de não conseguirem constatar os factos anteriores, a vizinha Espanha, à semelhança de outros países da Europa, olha para Portugal de uma maneira rude e autoritária tendo-se esquecido que para a construção de uma aterro para este tipo de resíduos, as leis comunitárias, obrigam à existência de uma avaliação de impactos ambientais transfronteiriços!

Sei que os “nuestros hermanos” querem ver os resíduos nucleares o mais longe possível de Madrid. Nós, aqui em Portugal, não queremos um rio Tejo, que entra pela linda localidade de Vila Velha de Ródão e desagua em Lisboa, inundado de radiações provocando uma catástrofe nacional e geracional, semelhante a Chernobil e Fukushima.

Face ao exposto, apelo ao Sr.º Ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, que reúna todos os esforços e diligências necessárias junto das entidades competentes para parar este barril de pólvora e, continuar a acautelar o interesse nacional perante todas as fontes de poluição, sejam eles hídricas ou atmosféricas. Desejo com isto que, sejamos preventivos neste caso como fomos em 1986 quando eles, os vizinhos, nos ameaçaram que enterrariam os resíduos nucleares junto ao Douro internacional.

Desafio: A Comunidade Europeia deveria criar, com urgência, 1) uma regulamentação para calendarizar o fecho das centrais nucleares e 2) programas de sensibilização na sociedade intitulada “Sejamos ativos hoje para não sermos reativos amanhã”. Pois, em meu entendimento, é sempre preferível colocar em primeiro lugar a segurança e a saúde pública do que andarmos a jogar à roleta russa.

Acredito que a Comissão Europeia irá atuar em conformidade com as Diretivas Europeias definidas. Se isso não acontecer?

Bem, se isso não acontecer e for católico, reze, reze muito. Se tiver outra religião, reze, reze muito.

Artigo de opinião–Durmo as 8 horas indicadas e ando sempre com sono

aopA sonolência diurna é uma das principais causas de acidentes de viação e no trabalho. Esta nem sempre é devida a noites “dormidas à pressa” nem a patologia psiquiátrica. A Síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS) é uma doença muito comum, estimando-se que cerca de 4% dos homens de meia-idade sofrem desta doença.

A SAOS consiste numa obstrução das vias respiratórias durante o sono. Esta obstrução leva a um despertar momentâneo, que na grande maioria das vezes o doente não se recorda no dia seguinte. Os múltiplos despertares fazem com que o sono não seja reparador, causando sonolência diurna.

As consequências desta doença podem ir desde a simples mas perigosa sonolência durante o dia ao desenvolvimento de doenças como a hipertensão, depressão e alterações cognitivas.

O tratamento desta doença baseia-se numa primeira fase numa diminuição do peso, restrição do consumo de bebidas alcoólicas e de toma de sedativos, podendo ser necessário em casos resistentes o uso de um dispositivo que ajuda a manter as vias aéreas permeáveis durante a noite, o CPAP (continuous positive airway pressure)

Por:Pedro Oliveira—–afetivamente.blog

Área da saúde dos Lares da Misericórdia de Mangualde reforçada

 mis Neste ano que agora se aproxima do fim, a área da saúde dos Lares da Misericórdia de Mangualde foi a mais reforçada em recursos humanos especializados. Este reforço decorreu da necessidade de prestar mais e melhores cuidados de saúde a Utentes cada vez mais idosos, com múltiplas patologias e mais dependentes.
Hoje, uma equipa constituída por um médico, quatro enfermeiros e duas auxiliares de ação médica garantem, todos os dias, cuidados de saúde aos 150 Utentes dos Lares da Misericórdia de Mangualde.
Parte-se assim para o ano de 2017 com a certeza de que a Misericórdia de Mangualde tem recursos humanos de excelência para responder às necessidades das pessoas que acolhe diariamente, prestando-lhes sempre cuidados de elevada qualidade.
Constituição da equipa de saúde: Doutor Carlos Ângelo; Enfermeira Cláudia; Enfermeira Sandra; Enfermeiro Gonçalo; Enfermeira Sofia; Auxiliares de Ação Médica Sónia e Teresa.

Artigo de opinião–Consulta Psicológica e o trabalho do psicólogo

pcAs palavras psicólogo e psicologia estão cada vez mais presentes no nosso dia-a-dia. Já não é algo estranho e completamente desconhecido, nem tão pouco associado apenas a pessoas com perturbações.

No entanto, o psicólogo ainda é comummente visto como alguém prescindível, sendo mais cómodo e “fácil” procurar o Médico de família ou um Psiquiatra, que recorrentemente prescreve medicação (antidepressivos, ansiolíticos, etc.), e no imediato pode solucionar o problema.

Mas, será que o problema fica resolvido?

Temporariamente, Talvez.

Recorrer à medicação pode ser necessário em alguns casos, como por exemplo, uma depressão grave ou uma esquizofrenia e funcionar como complemento da intervenção, mas não deve ser feita de forma isolada.

As especialidades devem agir complementarmente para obter melhores resultados, ajudando a resolver as questões que estão na origem do problema, e não só, a sua sintomatologia. Desta forma, o indivíduo conseguirá fazer o melhor uso possível das suas competências e assim lidar de forma eficaz com as adversidades e desafios que a vida lhe apresenta.

Quando se fala de consultas de Psicologia, de que falamos?

Primeiramente é necessário compreender que cada pessoa se ressente ao longo da sua vida daquilo que vai vivendo. Por dia, uma pessoa tem mais de um milhão de estímulos: cruza-se com diferentes pessoas, toma decisões, questiona-se sobre a sua existência, entre muitas outras coisas. Mas, nem sempre, sabe como “arrumar” essa informação. Não sabe como lidar com o stress, com a insegurança, a perda, indecisões, frustrações, até mesmo com as acções e reacções dos outros para consigo. Muitas vezes o próprio stress está relacionado com o facto de viver tanta coisa ao mesmo tempo e não saber como lidar com isso.

Nem sempre é fácil encontrar a pessoa certa com quem falar. A família e os amigos são uma opção, é certo, mas, a maior parte das vezes não sabem como ajudar, o que dizer, não sabem acolher a angústia que sentimos, a falta de energia, o coração apertado, o pânico que se instala ou a apatia.

Não são imparciais nem acríticos.

Na consulta Psicológica, existe um espaço concreto, o setting que pode ser entendido como um tipo de redoma maleável que envolve e ajuda a estabelecer a relação (de altos e baixos) entre paciente e Psicólogo. Fundamenta-se como uma condição para que o tratamento ocorra. Aqui, o indivíduo encontra um espaço acolhedor, de escuta activa e incondicional, onde os indivíduos conseguem mostrar verdadeiramente quem são, sem medo do julgamento dos outros, sem a pressão das suas expectativas, podendo aprender a gerir pensamentos disfuncionais causadores de sofrimento físico e psíquico.

O “simples” facto de podermos traduzir o que estamos a sentir por palavras, dá-nos por vezes, uma perspectiva que, de outra forma, não teríamos acesso.

O psicólogo, por seu turno, funciona como um organizador/reorganizador do estado interior da pessoa. É alguém que entra em nossa “casa” e vai ajudando a arrumar cada uma das divisões. Procura compreender as maiores dificuldades da pessoa e potenciar as suas qualidades. Sim, que não se pense que, para ir ao psicólogo temos de ter problemas ou dificuldades determinadas e/ ou determináveis. Pelo contrário. Muito do trabalho desenvolvido visa fomentar o que de melhor há no indivíduo, consciencializando-o das suas potencialidades e competências e promovendo o seu auto-conhecimento.

Sozinhos, muitas vezes, não conseguimos ver as situações com clareza nem nos apercebemos da quantidade de recursos internos positivos que temos. E isso, muitas vezes é o essencial para desimpedir o bloqueio que a pessoa sente e que a impede de ser prática e resolver as situações.

Na consulta, o psicólogo tenta perceber o que se passa, o que levou a pessoa a tomar a decisão de o procurar, faz algumas perguntas sobre a sua vida, com o objectivo de o compreender tal como é, na sua essência. Não está ali para julgar, nem as perguntas são feitas ao acaso, pelo contrário, esta primeira conversa que depois se estenderá pelas próximas, dão ao psicólogo informações valiosas para saber como poderá ajudar a pessoa e qual o melhor caminho terapêutico a seguir.

A consulta Psicológica apresenta várias finalidades, podendo intervir em situação de crise e/ou psicopatologia, em casos de doença física, em determinadas fases da vida, onde acontecimentos como rupturas relacionais, perdas afectivas e mudanças no dia-a-dia geram estados de ansiedade, colocando temporariamente em causa o equilíbrio psíquico. Permite ao indivíduo obter um maior conhecimento acerca de si próprio, de quem é, e a clarificar muitas das suas escolhas, dando-lhe assim a possibilidade de se libertar de comportamentos menos positivos e de passar a ter maior capacidade para escolher o que for melhor para si.

Com tudo isto, pretende-se que as pessoas compreendam que o papel do psicólogo não é ‘curar’, mas sim auxiliar a pessoa na resolução dos seus problemas, a enfrentar as suas dificuldades, a compreender-se melhor a si próprio, a aceitar-se e, a procurar estabilidade psicológica e emocional entre outras coisas. É assim um caminho a dois, em que só se trabalha aquilo que a pessoa estiver disponível para, e, ao longo desse caminho novos objetivos vão surgindo, construindo-se assim um processo terapêutico.

*O autor não escreve segundo o acordo ortográfico.

Por: Psicóloga Clínica, Rita Amaro (ISCMFA)

C.P.: 16527

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