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Tag Archives: violência domestica

GNR Guarda- Fornos de Algodres – Pulseira eletrónica por violência doméstica

O Comando Territorial da Guarda, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Gouveia, ontem, dia 12 de janeiro, deteve um homem de 40 anos por violência doméstica, em Fornos de Algodres.

No âmbito de uma investigação por violência doméstica, os militares da Guarda apuraram que o suspeito exercia violência física e psicológica sobre a vítima, sua ex-companheira de 46 anos. Após as diligências policiais, foi dado cumprimento a um mandado de detenção.

O suspeito foi presente ontem, dia 12 de janeiro, ao Tribunal Judicial de Celorico da Beira, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de proibição de se aproximar da vítima até 500 metros, controlado por pulseira eletrónica.

Detido por posse ilegal de arma em processo de violência doméstica na Guarda

O Comando Territorial da Guarda, através do Posto Territorial da Guarda, ontem,dia 17 de junho, deteve um idoso, de 74 anos, por posse ilegal de arma de fogo em processo de violência doméstica, na Guarda.

Na sequência de uma denúncia a relatar uma situação de agressões do suspeito sobre a sua mulher, de 70 anos, os militares da Guarda foram à residência do casal onde detetaram armas não registadas e para as quais não tinha licença.

No decorrer da ação, para além de deter o suspeito, foi possível apreender o seguinte material:

  • Uma pistola, calibre 6.35mm;
  • Uma espingarda, calibre 12;
  • Um carregador de pistola, calibre 6,35mm;
  • 51 munições de diversos calibres;
  • Um coldre de pistola.

O detido foi constituído arguido e os factos remetidos ao Tribunal Judicial da Comarca da Guarda.

GNR Guarda – Prisão Preventiva por violência doméstica

O Comando Territorial da Guarda, através do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE), no dia 23 de junho, deteve um homem, de 33 anos, pela prática do crime violência doméstica, no concelho da Guarda.

No âmbito de uma investigação por violência doméstica, os militares da Guarda apuraram que o suspeito exercia violência física e psicológica sobre a sua ex-companheira, de 30 anos, tendo sido dado cumprimento a um mandado que culminou na detenção do suspeito.

O detido, reincidente no mesmo tipo de crime, foi presente ao Tribunal Judicial da Guarda,  dia 24 de junho, tendo ficado sujeito à medida de coação de prisão preventiva.

GNR Guarda- Pulseira eletrónica por violência doméstica em Trancoso

O Comando Territorial da Guarda, através do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE), deteve um homem, de 48 anos, pelo crime de violência doméstica, no concelho de Trancoso.

No âmbito de uma investigação relacionada com o crime de violência doméstica, foi possível apurar que o suspeito exercia violência física e psicológica sobre a sua companheira, de 38 anos, o que culminou no cumprimento de um mandado de detenção e consequentemente na detenção do agressor.  

O detido foi presente no mesmo dia ao Tribunal Judicial de Trancoso, onde lhe foram aplicadas as medidas de coação de proibição de contacto com a vítima por qualquer meio, proibição de aproximação a menos de 500 metros da vítima e da sua residência, controlado através de dispositivo eletrónico – pulseira eletrónica, obrigatoriedade de frequentar um programa de recuperação de dependência de álcool, e obrigatoriedade de apresentações bissemanais no posto policial da área de residência.

GNR Guarda- Prisão preventiva por violência doméstica

 

O Comando Territorial da Guarda, através do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE),  deteve um homem, de 55 anos, pelo crime de violência doméstica, no concelho da Guarda.

No âmbito de uma investigação relacionada com o crime de violência doméstica, foi possível apurar que o suspeito exercia violência física e psicológica sobre os seus dois filhos, de 15 e 23 anos, o que culminou no cumprimento de um mandado de detenção e consequentemente na detenção do agressor.  

O detido foi presente no mesmo dia ao Tribunal Judicial da Guarda, onde lhe foi aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

Prisão preventiva por violência doméstica no concelho da Guarda

 

O Comando Territorial da Guarda, através do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas, ontem, dia 21 de janeiro, deteve um homem com 52 anos, por violência doméstica, no concelho da Guarda.

No âmbito de uma investigação por violência doméstica, os militares apuraram que o suspeito agredia a mãe, física e psicologicamente, de 70 anos, com quem vivia.

O homem, reincidente no mesmo tipo de crime, foi presente ao Tribunal Judicial da Guarda, ontem, tendo ficado sujeito às medidas de coação de prisão preventiva a cumprir em estabelecimento com hospital psiquiátrico.

 

Pulseira eletrónica por violência doméstica- Gouveia

O Comando Territorial da Guarda, através do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas, no dia 6 de dezembro, deteve um homem com 47 anos, por violência doméstica, no concelho de Gouveia.

No âmbito de uma investigação por violência doméstica, que decorria há cerca de uma semana, a GNR apurou que o suspeito, exercia violência física, psicológica e ameaças sobre o seu filho menor e sua esposa de 45 anos, tendo os militares dado cumprimento a um mandado de detenção e condução.

O detido ficou no Estabelecimento Prisional da Guarda até ter sido presente ao Tribunal de Almeida, no dia 7 de dezembro, tendo ficado sujeito às medidas de coação de proibição de contactos e de aproximação da vítima a menos de 500 metros, bem como, proibição de aproximação da residência da família e da escola do filho, controlado por pulseira eletrónica.

GNR Guarda -Pinhel (Freixedas)– Prisão preventiva por violência doméstica

O Comando Territorial da Guarda, através do Posto Territorial das Freixedas,no dia 22 de outubro, deteve um homem com 55 anos, por violência doméstica, no concelho de Pinhel.

No âmbito de uma investigação por violência doméstica, a GNR apurou que o suspeito, exercia violência física e psicológica, bem como ameaças sobre a sua ex-esposa, de 53 anos. No fim da relação, verificou-se, novamente, um episódio de ameaças, culminando este facto no cumprimento de um mandado de detenção do indivíduo.

O detido foi conduzido e presente ao Tribunal Judicial de Coimbra, tendo-lhe sido aplicado como medida de coação de prisão preventiva.

Manifestação silenciosa em Coimbra pelas vítimas de violência doméstica

Este sábado vai ter lugar, em Coimbra , na Praça da República, uma manifestação de mulheres e homens, numa iniciativa do grupo “Nósporelas”, que vão assim constituir uma marcha lenta,que  desce depois em silêncio, pela Avenida Sá da Bandeira e Praça 8 de Maio onde irão permanecer cerca de 15 minutos parados, seguido da atuação de um coro de Coimbra, mas outros  2 pequenos grupos de pessoas (3-5) irão pela rua da Sofia até ao Ministério Público e Tribunal para colocar algumas placas  alusivas ao evento , voltando para a Praça 8 de Maio onde se juntam ao grande grupo.

A marcha segue pela Rua Visconde da Luz, Ferreira Borges, Portagem terminando no Parque da cidade, Dr. Manuel Braga onde vão ser atiradas ao rio 513 flores.

Esta uma grande homenagem a todas as vítimas de violência doméstica em Portugal.

Violência doméstica com números elevados em Portugal

Se souber de casos, denuncie

Só em 2019, já temos diversos casos de violência doméstica, cada vez existem mais diariamente, nas mais diversas índoles, face a isso, o luto nacional pelas vítimas da violência doméstica, foi assim assinalado por todo País.

Face a isso, deixamos aqui algumas dicas no caso de conhecer casos de violência doméstica, e não ter receio de denunciar, porque isso pode salvar vidas.

Quando alguém é vítima de violência, está numa situação difícil, que pode ser traumática. É importante o apoio de familiares e amigos.

Uma pessoa é vítima de violência quando sofre um ataque contra a sua integridade física ou mental, que põe em risco a sua vida ou causa sofrimento físico ou emocional.

Podem ainda ser consideradas vítimas indiretas os familiares e amigos que prestam apoio direto à vítima e todas as pessoas que a ajudem durante a situação de violência.

Existem diversos tipos :

  • violência emocional: qualquer comportamento do(a) companheiro(a) que visa fazer o outro sentir medo ou inútil. Usualmente inclui comportamentos como: ameaçar os filhos; magoar os animais de estimação; humilhar o outro na presença de amigos, familiares ou em público, entre outros.
  • violência social: qualquer comportamento que intenta controlar a vida social do(a) companheiro(a), através de, por exemplo, impedir que este(a) visite familiares ou amigos, cortar o telefone ou controlar as chamadas e as contas telefónicas, trancar o outro em casa.
  • violência física: qualquer forma de violência física que um agressor(a) inflige ao companheiro(a). Pode traduzir-se em comportamentos como: esmurrar, pontapear, estrangular, queimar, induzir ou impedir que o(a) companheiro(a) obtenha medicação ou tratamentos.

A violência doméstica funciona como um sistema circular – o chamado Ciclo da Violência Doméstica – que apresenta, regra geral, três fases:

1. aumento de tensão: as tensões acumuladas no quotidiano, as injúrias e as ameaças tecidas pelo agressor, criam, na vítima, uma sensação de perigo eminente.

2. ataque violento: o agressor maltrata física e psicológicamente a vítima; estes maus-tratos tendem a escalar na sua frequência e intensidade.

3. lua-de-mel: o agressor envolve agora a vítima de carinho e atenções, desculpando-se pelas agressões e prometendo mudar (nunca mais voltará a exercer violência).

Sintomas de vítima de Violência Doméstica:

  • Tem medo do temperamento do seu namorado ou da sua namorada?
  • Tem medo da reação dele(a) quando não têm a mesma opinião?
  • Ele(a) constantemente ignora os seus sentimentos?
  • Goza com as coisas que lhe diz?
  • Procura ridicularizá-lo(a) ou fazê-lo(a) sentir-se mal em frente dos seus amigos ou de outras pessoas?
  • Alguma vez ele(a) ameaçou agredi-lo(a)?
  • Alguma vez ele(a) lhe bateu, deu um pontapé, empurrou ou lhe atirou com algum objeto?
  • Não pode estar com os seus amigos e com a sua família porque ele(a) tem ciúmes?
  • Alguma vez foi forçado(a) a ter relações sexuais?
  • Tem medo de dizer “não” quando não quer ter relações sexuais?
  • É forçado(a) a justificar tudo o que faz?
  • Ele(a) está constantemente a ameaçar revelar o vosso relacionamento?
  • Já foi acusado(a) injustamente de estar envolvida ou ter relações sexuais com outras pessoas?
  • Sempre que quer sair tem que lhe pedir autorização?