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Avisos e boletim dominical da Unidade Pastoral de Fornos de Algodres

Entrámos no 416668062_1418842638146783_802567592_oº domingo da quaresma, Ano A, desta maneira, deixamos os avisos e boletim dominical da Unidade Pastoral de Fornos de Algodres.

Ano A - Tempo da Quaresma - 4º Domingo - Folheto Dominical

No Evangelho, Jesus apresenta-se como “a luz do mundo”; a sua missão é libertar os homens das
trevas do egoísmo, do orgulho e da auto-suficiência. Aderir à proposta de Jesus é enveredar por um
caminho de liberdade e de realização que conduz à vida plena. Da ação de Jesus nasce, assim, o
Homem Novo, isto é, o Homem elevado às suas máximas potencialidades pela comunicação do
Espírito de Jesus.
O nosso texto não é uma reportagem jornalística sobre a cura de um cego; mas é uma catequese,
na qual se apresenta Jesus como a “luz” que veio iluminar o caminho dos homens. O “cego” da
nossa história é um símbolo de todos os homens e mulheres que vivem na escuridão, privados da
“luz”, prisioneiros dessas cadeias que os impedem de chegar à plenitude da vida.
Depois, o texto coloca em cena várias personagens; essas personagens vão assumir representar
vários papéis e assumir atitudes diversas diante da cura do cego. Os primeiros a ocupar a cena são
os vizinhos e conhecidos do cego: representam aqueles que percebem a novidade da proposta que
Jesus traz, que sabem que essa proposta é libertadora, mas que vivem na inércia, no comodismo e
não estão dispostos a sair do seu “cantinho”, do seu mundo limitado, para ir ao encontro da “luz”.
Um outro grupo interveniente é o dos fariseus: representam aqueles que têm conhecimento da
novidade de Jesus, mas não estão dispostos a acolhê-la e sentem-se mais confortáveis nos seus
esquemas de escravidão e auto-suficiência e não estão dispostos a renunciar às “trevas”.
Depois, aparecem em cena os pais do cego que simplesmente aceitam constatar o acontecimento:
representam todos aqueles que, por medo, preferem continuar na escravidão, não provocar os
dirigentes ou a opinião pública, do que correr o risco de aceitar a proposta transformadora de Jesus.
Finalmente, reparemos no “percurso” que o homem curado por Jesus faz. Antes de se encontrar
com Jesus, é um homem prisioneiro das “trevas”, dependente e limitado. Depois, encontra-se com
Jesus e recebe a “luz” (do encontro com Jesus resulta sempre uma proposta de vida nova para o
homem).
Quais são os esquemas, comportamentos e valores que devem ser definitivamente saneados da
minha vida, a fim de que eu seja um testemunho da “luz”?

Por:Párocos da Unidade Pastoral de Fornos de Algodres

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