Templates by BIGtheme NET
Início » Aguiar da Beira

Aguiar da Beira

10º Open de Ténis Aguiar da Beira no dia 13 de agosto

Está agendado para o dia 13 de agosto, o 10º Open de ténis organizado pelo Município de Aguiar da Beira, este evento decorre nos campos de ténis do complexo desportivo das 10h às 21h.

Com esta atividade o Município pretende oferecer aos aficionados da modalidade um dia de convívio em contexto desportivo, bem como a promoção e divulgação deste desporto.

O evento é aberto a toda a população com mais de 14 anos e a inscrição é gratuita.

O sorteio será realizado dia 11 de agosto e comunicado aos jogadores os horários e respetivos jogos.

Para inscrições e/ou mais informações: https://www.cm-aguiardabeira.pt/

10.º Open de Ténis de Aguiar da Beira

Vai acontecer no dia 13 de agosto,  numa iniciativa do Município de Aguiar da Beira, o 10.º Open de ténis de Aguiar da Beira. Não haverá distinção de género ou idade (idade mínima de participação será de 14 anos), no mesmo quadro do torneio, sendo aberto a toda a população, será  das 10h às 21h.

Inscrições abertas até dia  10 de Agosto, até as 23h59m, sendo gratuitas, mas limitado a 16 atletas.

Formulário de inscrições: https://forms.gle/6gtJ9GztPaku8cZ99

O sorteio dos jogos será realizado dia 11 de Agosto e comunicado aos jogadores os horários dos respetivos jogos.

“Uma Só Terra” arrasou em Aguiar da Beira

“Uma Só Terra” envolveu comunidade em desfile, espetáculo e convívio intergeracional com tradições e sensibilização ambiental na Feira das Atividades Económicas do Concelho.

Mais de 500 pessoas participaram no espetáculo comunitário, cultural e ambiental “Uma Só Terra”, em Aguiar da Beira, distrito da Guarda. A iniciativa, realizou-se na tarde de domingo, 31 de julho, na Feira das Atividades Económicas do Concelho – que recebeu milhares de visitantes – “teve o objetivo de sensibilizar a comunidade para a proteção do meio ambiente e de reforçar a unidade e identidade do território”.
O espetáculo “Uma Só Terra” envolveu as gentes das 10 freguesias numa manifestação cultural e ambiental, em que estiveram em destaque os quatro elementos da natureza: terra, água, fogo e ar.
Iniciou com um desfile das freguesias do município de Aguiar da Beira, numa mostra das potencialidades e preocupações ambientais, passando depois para o palco, numa representação criativa centrada nas características ambientais e culturais do concelho,
contada pelo avô “Paixão” à neta “Alice” e ilustrada com músicas e dramatizações protagonizadas por 150 pessoas do concelho, e terminou com um convívio intergeracional.
A “história” centrou-se na ligação entre o ser humano e a natureza, evidenciando a interdependência inequívoca entre ambos no passado, em que o ritmo da vida era o ritmo da natureza e em que os antepassados praticavam uma agricultura de subsistência, onde o ser humano e a natureza viviam em comunhão e simbiose perfeitas. E, a forma desmesurada como o ser humano hoje pretende marcar o ritmo da vida. A tentativa de sobreposição face à natureza que está a criar enormes desequilíbrios no meio ambiente e que, por consequência, faz que assistamos a fenómenos como a seca, o aquecimento global ou a desertificação.

O avô Paixão, um verdadeiro contador de histórias, munido pelas suas experiências vividas no concelho de Aguiar da Beira, acaba por personificar a ligação que, no passado, existia entre o ser humano e a natureza. A neta Alice com as suas dúvidas e anseios representa o futuro da nossa terra: planeta e concelho de Aguiar da Beira.

“Uma Só Terra foi o mote para refletirmos, enquanto comunidade, no nosso percurso como seres humanos e parte integrante da natureza. A riqueza das nossas tradições e dos nossos costumes poderão servir como exemplo para os mais jovens de como viver em relação com o meio ambiente. Foi ainda uma tentativa de sensibilizar a comunidade para a temática da proteção do ambiente e da unidade enquanto concelho. Afinal de contas, partilhamos um só planeta, a Terra. Mas somos, igualmente, uma só terra: Aguiar da Beira!”, referiu a organização.

A manifestação cultural e ambiental “Uma Só Terra” foi promovida pelo CLDS 4G Aguiar no Coração, em parceria com o Município de Aguiar da Beira, Juntas de Freguesia, Agrupamento de Escolas e algumas instituições sociais.

Aguiar da Beira acolhe passagem da Volta a Portugal em bicicleta

A Volta a Portugal em bicicleta vai passar em Aguiar da Beira
A tradicional e mítica Volta a Portugal em Bicicleta regressa às estradas nacionais entre os dias 4 e 15 de Agosto, nesta que é já a 83ª edição.
No dia 8 de agosto, decorrerá a 4ª etapa, Guarda – Viseu num percurso de 169,1 kms.
Pelas 16h00, está prevista passagem por Aguiar da Beira, a contar para o prémio Montanha.
Uma excelente oportunidade para ver e apoiar os ciclistas.

CrasshDuo_Circus em Aguiar da Beira

Espetáculos de artes circenses, em Aguiar da Beira, no 04 de Agosto 2022, às 21h30, no Largo da Carvalha

Descrição:

Um espetáculo onde 2 personagens transportam o público, de uma forma intimista e bastante acolhedora, para o universo Crassh, onde o mais comum dos objetos do nosso dia-a-dia serve para produzir música.

Aliando uma forte componente cómica, visual, de interação com o público, e de disciplinas circenses onde o malabarismo serve também para criar música ao vivo.

Ninguém ficará decerto indiferente. Aberto a toda a população.

Liturgia do XVIII Domingo do Tempo Comum – ano C

De vez em quando, ouvimos falar de alguém que viveu como um miserável e que, ao morrer, se descobriu que possuía uma grande fortuna. Estes casos podem ser de extrema avareza ou de demência mental. Mas, parece que esta imagem tem algo a ver com a sociedade hodierna: somos capazes de criar muita riqueza, mas uma grande parte da humanidade vive em pobreza extrema, mesmo com problemas graves de sobrevivência.

Para o bem ou para o mal, os seres humanos distinguem-se dos outros animais: somos insaciáveis, queremos sempre mais. A vida de qualquer animal consiste em rotinas cíclicas. Um cão come, brinca, dorme, come, brinca, dorme…e não precisa de mais nada! Porém, nós aspiramos sempre mais no conhecimento, no bem-estar, no ter…nunca estamos satisfeitos. Deus não nos fez assim. Com razão, dizia S. Agostinho: “Criaste-nos para Vós, Senhor, e o nosso coração andará sempre inquieto enquanto não repousar em Vós”.

O problema está em não saber a razão da nossa inquietação e os objectivos da nossa vida. Então, começamos a resvalar pelos escorregadios caminhos do êxito, da fama, da cobiça, do prazer, do poder, do carreirismo…nada nos preenche, nada nos satisfaz, tudo é passageiro. “Vaidade das vaidades”. O nosso coração foi feito à medida de Deus, não das criaturas, e correndo atrás das vaidades não deixamos que Deus nos preencha. Cada um terá de se examinar e ver onde, na sua vida, sofre este sintoma da insaciabilidade. Há pessoas que têm em casa mais livros do que poderá ler na sua vida e continuam a comprar. Há pessoas que têm fortunas de dinheiro, tendo como único interesse acumular riqueza e não praticam a generosidade. Tudo isto poderia ser uma desordem inofensiva se não existissem tantas pessoas no mundo que não têm o necessário para viver.

Apesar de não ser muito agradável, de vez em quando, faz bem pensar que a nossa vida tem um princípio…e um fim. Ajuda-nos a relativizar os problemas que parecem não ter solução, mas que, também, um dia, acabarão. Isto faz pensar no essencial da vida. Quando morrermos, o que irá acontecer? Certamente, virá gente ao funeral! Muita ou pouca, não sabemos. Mas a maioria esquecer-nos-á. Lá diz o ditado popular: “rei morto, rei posto”. Os nossos familiares irão fazer o luto, o que é habitual quando se perde um ente querido, e estarão mais tristes e mais sensíveis durante um tempo. A roupa será dada a alguém, ou irá para o contentor do lixo. A maior parte dos nossos objectos pessoais irão para o lixo ou para o sótão das arrumações. O dinheiro e as propriedades passarão de mão em mão pelos herdeiros. Oxalá não haja guerras por causa das partilhas! Uma coisa é certa: nada poderemos fazer. Com o passar dos anos, também se vai esfumando a nossa memória no coração de algumas pessoas. O nosso nome, a nossa imagem, os nossos “feitos heróicos”, serão conservados no baú da história durante algum tempo, mas chegará o tempo em que o nosso nome e a nossa imagem não terão sentido para as pessoas, como acontece connosco quando nos encontramos com rostos desconhecidos em fotografias antigas. Até podem ser da nossa família, mas não os reconhecemos.

Então, o que levaremos connosco depois da morte? Qual é a riqueza que não passa? Se somos convidados a viver com Deus, que é Amor, temos de pensar que só poderemos levar para o Reino aquilo que esteja relacionado com o amor que vivemos e com o bem que fizemos: tratar dos outros, o perdão a quem nos ofendeu, o pão partilhado, a esmola que demos, a alegria que espalhámos. Tudo o que damos gratuitamente parece perdido neste mundo, mas fica depositado no banco do Reino. No momento da morte, perdemos tudo o que quisemos conservar e recuperamos tudo aquilo que oferecemos aos outros. Não tenhamos medo de nos oferecermos a Deus e aos outros, para que Deus nos faça ricos aos seus olhos.

 

 

LEITURA ESPIRITUAL

Amontoar para si próprio ou ser rico aos olhos de Deus?

 

«Que hei de fazer? Vou aumentar os meus celeiros!» Porque eram as terras deste homem tão produtivas, se ele fazia tão mau uso da sua riqueza? Para melhor se ver a imensa bondade de um Deus que estende a sua graça a todos, «pois Ele faz que o sol se levante sobre os bons e os maus e faz cair a chuva sobre os justos e os pecadores» (Mt 5,45). Eram estes os benefícios de Deus para com este rico: uma terra fecunda, um clima temperado, abundantes colheitas, bois para o trabalho, e tudo o que assegurasse a prosperidade. E ele, o que dava em troca? Mau humor, taciturnidade e egoísmo: era assim que agradecia ao seu benfeitor.

Esquecia que pertencemos todos à mesma natureza humana; não pensou que devia distribuir o que lhe sobrava aos pobres; não fez nenhum caso destes mandamentos divinos: «não negues um benefício a quem precisa dele, se estiver nas tuas mãos concedê-lo» (Pv 3,27), «não se afastem de ti a bondade e a fidelidade» (3,3), «partilha o teu pão com quem tem fome» (Is 58,7). Todos os profetas, todos os sábios lhe gritavam estes preceitos, mas ele fazia ouvidos de mercador. Os seus celeiros rachavam, pequenos para o trigo que neles se acumulava, mas o seu coração não estava satisfeito. Ele não queria desfazer-se de nada, mesmo não chegando a armazenar tudo. Este problema incomodava-o: «Que hei de fazer?» perguntava constantemente. Quem não terá piedade de um homem assim obcecado? A abundância tornava-o infeliz; lamentava-se como se lamentam os indigentes: «Que hei de fazer? Como hei de alimentar-me e vestir-me?»

Observa, homem, quem foi que te cumulou de dons. Reflecte um pouco sobre ti próprio: Quem és tu? O que te foi confiado? De quem recebeste esse encargo? Porque foste tu o escolhido? Tu és servo de Deus; tens a teu cargo os teus companheiros. «Que hei de fazer?» A resposta é simples: «Saciarei os famintos, convidarei os pobres. Vós todos a quem falta o pão, vinde possuir os dons que me foram concedidos por Deus, jorrando como que de uma fonte». (São Basílio, c. 330-379, monge, bispo de Cesareia da Capadócia, doutor da Igreja, Catequese 31).

 

Câmaras de videovigilância portáteis nas aeronaves

A Secretária de Estado da Administração Interna, Isabel Oneto, assinou o despacho que autoriza a utilização de câmaras de videovigilância portáteis, instaladas em sistemas de aeronaves não tripuladas, para proteção florestal e deteção de incêndios rurais.

Até 31 de outubro de 2022, está autorizada a utilização de 9 câmaras portáteis de videovigilância em aeronaves não tripuladas, nas áreas florestais de maior risco, em zonas sombra e em áreas com maior histórico de ocorrência de incêndios florestais, designadamente em zonas desabitadas, de grande fragilidade e densidade florestal.

Estes locais são definidos com a aplicação dos seguintes critérios:

– histórico das ignições entre 2016-2021;

– causalidade das ignições registadas em 2021;

– manchas contínuas de vegetação combustível superiores a 500ha;

– perigosidade de manchas;

– Índice Meteorológico de Incêndio diário.

O pedido de utilização das câmaras portáteis de videovigilância foi objeto de pareceres da Comissão Nacional de Proteção de Dados e da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, tendo ambas declarado nada haver a opor à utilização do sistema de videovigilância, com suporte em sistemas de aeronaves não tripuladas, para esta finalidade.

Dando cumprimento às recomendações da CNPD e da ANEPC, o sistema de videovigilância a implementar deve observar as seguintes condições:

– Não é permitida a captação e gravação de som;

– A utilização das câmaras de videovigilância deve ser objeto de aviso prévio, com especificação da zona abrangida e sua finalidade, pelos meios habituais de divulgação;

– Os meios aéreos não tripulados devem ser operados a uma altitude média de 100 metros do solo;

– Os sistemas devem cessar a missão de vigilância assim que sejam acionados meios de resposta em caso de deteção de incêndio;

– Deve ser assegurado que a captação de imagens salvaguarde a reserva da vida íntima e privada;

– Deve ser garantido um fluxo de comunicação com os Comandos Distritais de Operações de Socorro da área onde decorre a utilização dos sistemas;

– Todas as operações e anomalias detetadas deverão ser objeto de registo, o qual deve ser preservado por um período mínimo de dois anos.

Projeto Reservas da Biosfera lança ferramenta para envolvimento cidadão

Sabe quais são os benefícios que retirámos da natureza que nos rodeia? Hoje, dia Nacional da Conservação da Natureza, o projeto Reservas da Biosfera: Territórios Sustentáveis, Comunidades Resilientes e Cátedra UNESCO em Biodiversidade e Conservação para o Desenvolvimento Sustentável, lança uma ferramenta participativa e versátil para que todos possam contribuir no conhecimento da natureza e dos serviços dos ecossistemas nacionais.

Da água aos alimentos, do clima às atividades recreativas na natureza, os serviços dos ecossistemas contribuem ativamente para o nosso dia-a-dia e bem-estar. A plataforma, lançada esta quinta-feira, dia 28 de julho, convida à partilha das nossas perceções e a uma reflexão sobre como conservar os nossos territórios – nomeadamente, as Reservas da Biosfera nacionais.

Dinamizada pelo Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra, com a colaboração da Universidade de Bergen da Noruega, parceiros ativos do projeto Reservas da Biosfera: Territórios Sustentáveis, Comunidades Resilientes, a ferramenta  espera alcançar o maior número de pessoas possível com o objetivo de perceber a identificação e mapeamento que elas fazem dos serviços dos ecossistemas das Reservas da Biosfera portuguesas.

A conservação do património natural e cultural das Reservas da Biosfera é vital para a sustentabilidade dos territórios e das suas comunidades. Estes autênticos laboratórios vivos de biodiversidade e desenvolvimento sustentável posicionam o nosso país na vasta rede de Reservas da Biosfera da UNESCO, espalhada por todo o mundo. Porque conservar a natureza é uma missão global e coletiva, o projeto lança o desafio para que todos contribuam com o seu conhecimento, através do acesso à plataforma.

Poderá participar através deste link.

As Reservas da Biosfera são territórios designados pela UNESCO pelo seu património natural e cultural, e têm um papel relevante na conservação da biodiversidade, em harmonia com o desenvolvimento sustentável. Em Portugal, existem 12 Reservas da Biosfera da UNESCO: 6 no continente (Boquilobo, Gerês-Xurés, Tejo internacional, Meseta Ibérica, Castro Verde e Berlengas), 4 no arquipélago dos Açores (Corvo, Graciosa, Flores e Fajãs de São Jorge) e 2 no arquipélago da Madeira (Santana e Ilha de Porto Santo).

Cursos de arbitragem com inscrições abertas

O Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol da Guarda informa que se encontram abertas as inscrições para mais um curso de árbitros de Futebol.
Todos os interessados em seguir uma carreira na arbitragem, este é o
momento certo para apostar no seu futuro.
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas até ao dia 15 de
Outubro, através do Conselho de Arbitragem da Associação de
Futebol da Guarda: arbitragem@afguarda.pt

Oferta de habitação à venda baixou

O aumento da venda de casas no último ano, provocou uma descida de 25% no “stock” do parque habitacional português disponível à venda no segundo trimestre de 2022, face ao que estava disponível no mesmo período de 2021, segundo um estudo do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.

 

Capitais de distrito

A oferta de habitação à venda em Portugal desceu em 18 capitais de distrito no último ano. A liderar a lista encontra-se Faro (-37%), seguida por Coimbra (-34%), Porto (-33%) e Vila Real (-31%) como as capitais de distrito onde “stock” disponível para comprar casa mais desceu. Seguem-se Leiria (-27%), Évora (-26%), Viana do Castelo (-24%), Lisboa (-24%), Beja (-24%), Portalegre (-23%), Braga (-23%), Setúbal (-21%), Viseu (-19%), Ponta Delgada (-11%), Funchal (-8%), Bragança (-8%), Aveiro (-7%) e Castelo Branco (-6%).

 

Por outro lado, Guarda, foi a cidade onde mais cresceu a oferta (28%), seguida por Santarém (11%), sendo as duas únicas cidades analisadas onde o “stock” aumentou.

 

Distritos/ilhas

Analisando por distrito/ilhas, o ranking da descida da oferta durante o último ano é liderado por Faro (-38%), Lisboa (-28%) e Porto (-27%). Seguem-se Leira (-26%), Coimbra (-24%), Évora (-22%), Setúbal (-21%), Braga (-15%), Beja (-14%), ilha de São Miguel (-14%), Aveiro (-14%), ilha da Madeira (-11%), Viana do Castelo (-11%), Santarém (-10%) e Bragança (-10%). Os distritos onde a oferta menos desceu foram Viseu (-6%), Portalegre (-5%), Vila Real (-3%) e Castelo Branco (-3%).

 

Por outro lado, o distrito da Guarda viu subir 27% o seu “stock” de casas à venda no último ano, sendo o único distrito onde a oferta subiu no segundo trimestre do ano.

 

Tabelas: