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Aguiar da Beira

Avisos e Liturgia do III Domingo da Páscoa – ano B

O texto evangélico deste Domingo situa-nos depois do encontro de Jesus com os discípulos de Emaús que, de regresso às suas casas, iam comentando o que se tinha passado nos últimos dias em Jerusalém, com a crucifixão e morte do seu Mestre e Senhor. Em dado momento, Jesus torna-se presente e ajuda-os a entenderem o sentido das Escrituras e parte o pão. Os seus corações ardentes e os seus olhos cheios de luz reencontraram o Crucificado que, agora, é o Ressuscitado. Mas, como nos acontece a nós, quando a notícia é boa demais ou muito má, custou-lhes acreditar. Também nós gostamos de tudo verificar e confirmar. Recordemos Tomé, como ele expressa a sua incredulidade. Mas, os outros discípulos, sem o manifestarem tão claramente, também são lentos a reagir a esta notícia. Jesus torna-se presente entre os seus discípulos e tem de lhes mostrar as mãos e os pés, para se certificarem de que é Ele mesmo. Novamente, os ajuda a entender o sentido das Escrituras. E para eliminar todas as dúvidas, come à frente deles uma posta de peixe assado, para que eles não pensem que é um fantasma, algum espírito. Nós somos como os discípulos, com dúvidas e medos, com a necessidade de tocar as feridas do crucificado e verificar que realmente Ele está vivo. Não lhes foi fácil assumir a morte de Jesus na cruz, mas também tiveram dificuldades em assumir a ressurreição. Não nos admiremos que, hoje, haja tanta gente, especialmente nas gerações mais jovens, que resiste a fazer o seu acto de fé em Cristo. Vivemos numa sociedade exigente, em que tudo tem de ser provado cientificamente, que se fundamenta no consumo e no materialismo. Bem sabemos que a fé não é sempre clarividente. Necessitamos, também, de ler e reler as Escrituras, de rezar e de escutar o testemunho de outros cristãos. Necessitamos de “tocar” de Jesus! Hoje, também podemos “tocar” e “ver” as feridas de Jesus. Como? Ele está presente nos doentes, nos pobres, nos abandonados. As circunstâncias da vida ajudam-nos a repensar tudo: a perda do emprego, a instabilidade relacional nas famílias, a morte de pessoas queridas, a solidão, a viuvez e tantos outros momentos difíceis. Além de nos interrogarmos sobre o sentido da vida, também repensamos a nossa fé. É a partir da vida que nos encontramos com Jesus. É Ele que nos convida a sentar e a comer, a recuperar as forças, depois de tanto tempo de provação. Tantas vezes, nos evangelhos Jesus convida a comer à volta de uma mesa! E como Ele sabe que necessitamos de recuperar as forças, por causa do jugo da vida, convida-nos à ceia eucarística, a celebrá-la como seu memorial. O texto evangélico termina com o convite de Jesus a sermos “testemunhas de todas estas coisas”. A conversão e o perdão dos pecados serão a melhor forma de expressar a nossa adesão a este convite. Era isto que dizia Pedro ao povo, depois de curar o paralítico (1ª leitura). Temos consciência de que não somos perfeitos, que há ainda um longo caminho a percorrer, procurando sempre novas formas de sermos fiéis a Cristo. Além de Jesus, também cada um de nós pode ajudar os outros a compreender a Escritura e a encontrar Jesus na Eucaristia. Não sabemos como estão as pessoas à nossa volta; podem estar desiludidas, desesperadas, desorientadas (como na viagem de ida para Emaús); ou entusiasmadas (como na viagem de volta de Emaús para Jerusalém). Ajudarmos as pessoas a descobrir Jesus presente no caminho das suas vidas é actualizar o caminho de Emaús. Na coerência entre a fé e a vida, amando a Deus e ao próximo (2ª leitura), seremos “testemunhas de todas estas coisas”.

Ver: https://liturgia.diocesedeviseu.pt/LITURGIAEVIDA/index.html

14-04-2024

Leitura Espiritual

«Sou Eu mesmo; tocai-Me»

Como é que o corpo do Senhor, uma vez ressuscitado, continuou a ser um corpo verdadeiro, podendo, ao mesmo tempo, entrar no local onde os discípulos se encontravam apesar de as portas estarem fechadas? Devemos estar cientes de que a acção divina nada teria de admirável se a razão humana pudesse compreendê-la; e que a fé não teria mérito se o intelecto lhe fornecesse provas experimentais. Sendo, por si mesmas, incompreensíveis, tais obras do nosso Redentor devem ser meditadas à luz das outras acções do Senhor, de forma que sejamos levados a acreditar nestes seus feitos maravilhosos por força daqueles que ainda o são mais. Com efeito, o corpo do Senhor que se juntou aos discípulos, não obstante estarem as portas fechadas, é o mesmo que a natividade tornou visível aos homens, ao sair do seio fechado da Virgem. Não fiquemos, pois, admirados de que o nosso Redentor, depois de ter ressuscitado para a vida eterna, tenha entrado com as portas fechadas, porque, tendo vindo ao mundo para morrer, Ele saiu do seio da Virgem sem o abrir. E, como a fé daqueles que O viam era ainda hesitante, o Senhor convidou-os a tocarem essa carne que atravessara portas fechadas. Ora, aquilo que podemos tocar é necessariamente corruptível, e o que não é corruptível é intocável. Porém, após a sua ressurreição, o nosso Redentor deu-nos a possibilidade de ver, de forma maravilhosa e incompreensível, um corpo que era a um tempo incorruptível e palpável. Mostrando-o incorruptível, convidava-nos à recompensa; dando-o a tocar, confirmava-nos na fé. Fez, pois, com que O víssemos incorruptível e palpável para manifestar firmemente que o seu corpo ressuscitado continuava a ter a mesma natureza, mas tinha sido elevado a uma glória absolutamente diferente. (São Gregório Magno, c. 540-604, papa, doutor da Igreja, Homilias sobre os Evangelhos, nº 26; PL 76,1197).

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

 

 

Campeonato de Portugal de Trial 4×4 espera casa cheia em Mação

Um evento recheado de muitas e boas surpresas é esperado este fim de semana na Vila de Mação para a segunda etapa do Campeonato de Portugal de Trial 4×4. Com uma longa tradição na modalidade do Trial 4×4 o Clube MAC TT e o município de Mação unirão esforços na promoção e divulgação da jornada organizada pelo Clube Trilhos do Norte, com uma tripla atração, passando pela vertente desportiva, social e ambiental.
Serão cerca de duas dezenas de equipas esperadas nesta 9ª edição do CPTrial4x4 sob a alçada do MAC TT, fazendo antever uma prova repleta de excelentes momentos de Trial 4×4 e muita animação, para presentear os milhares de espetadores esperados na Vila de Mação.
A liderar o pelotão competitivo estará a dupla “RJ69” com Rui Rocha e Pedro Campas, motivada pela vitória alcançada na jornada inaugural em Valongo, procurando em Mação consolidar a liderança nas Classes Super Proto e Absoluto. Miguel Marque e Renato Machado (MM6018 Parts4x4/Americana Papelaria), iniciaram a defesa do título da Classe Proto a vencer, e querem firmar essa posição bem perto de casa. A Classe Extreme cresceu em termos de competitividade, com a chegada de experientes equipas oriunda da Promoção. Jorge Alfaia e Francisco Carvalho (73 Racing Team) dominaram a norte, sendo esperado na região da Beira Baixa um novo duelo de titãs pelo triunfo. Paulo Silva e Duarte Silva da equipa Sequeiros 4×4 chegam a Mação na frente da Promoção, sendo sérios candidatos entre um vasto leque de competidores.
A exemplo da edição de 2023, para além da vertente Desportiva o evento volta a ter como pilares basilares a área Social e Ambiental, tornando este, um “eco evento” de Trial4x4. A componente social está patente na parceria renovada com o Centro de Recuperação e Integração de Abrantes (CRIA) unidade de Mação, tendo como finalidade envolver os utentes da instituição na organização, sendo realizado, um co-driver juntamente com as equipas nas suas viaturas de competição. A vertente ambiental, será o continuar de um protocolo celebrado anteriormente entre o MAC TT e a VALNOR, sendo realizadas várias ações ambientais no decorrer da prova, razão pela qual se designara um “Eco Evento”, limpo e saudável. O “palco” da festa do Trial 4×4 está implantado nas imediações da Escola Fixa de Trânsito.
A parte competitiva está marcada para o dia de domingo (14 abril) bem preenchido e recheado de muita ação, com a realização das duas especiais de resistência. A 1ª tem início ao “nascer” do sol até à hora do almoço, com as viaturas a utilizarem um percurso diversificado, em busca dos melhores tempos, volta a volta e sem limite de passagens. A partir das 14horas arrancam mais três horas de puro trial 4×4, numa pista mítica e com longa história na modalidade, caracterizada pela sua dureza, e pelos seus resistentes obstáculos, alguns dos quais com recurso a guincho desde o início ao fim da prova. De destacar a criação de uma zona de público reservada a pessoas com mobilidade reduzida, e muitas vão ser as iniciativas que esta etapa do TRIAL 4×4 Mação nos vai trazer. A tarde de sábado (13 abril) está reservada às verificações e parque fechado. Esta ação decorre na sede do MACTT – Escola fixa Transito, com o parque fechado a ser instalado na Av. Eng. Adelino Amaro da Costa.
A segunda jornada do Campeonato Portugal Trial 4×4, decorre nos dias 13 e 14 abril, com a caravana a rumar até à Província da Região da Beira Baixa na Vila de Mação. Um espetáculo a não perder!

CIM Viseu Dão Lafões lidera projeto europeu de combate aos resíduos urbanos com visita à região neerlandesa de Almere

A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões participou, nos últimos dois dias, numa visita de estudo aos Países Baixos, no âmbito do StopWaste, um projeto europeu de combate aos resíduos urbanos que é liderado por esta CIM. A delegação teve a oportunidade de conhecer de perto as medidas adotadas pelo município de Almere na promoção da sustentabilidade ambiental.

Na manhã do primeiro dia, 10 de abril, os participantes ficaram a conhecer a agenda para a sustentabilidade de Almere, bem como a sua estratégia de prevenção e o sistema de análise de fluxos de resíduos urbanos. Durante a tarde, a comitiva visitou dois exemplos de boas práticas no setor, que adotam abordagens distintas: um centro de reciclagem e um centro de reutilização de materiais, ambos em Almere. Ler Mais »

“25 de Abril, Sempre!” vai ser ainda apresentado em Satão e Aguiar da Beira

Um Filho de Abril e de um Militar de Abril, Nuno Miguel Henriques | www.nunomiguelhenriques.com | escreveu o espetáculo teatral “25 de Abril, Sempre!” que está a ser um sucesso enorme em todo o país, pelo rigor e inovação do texto e pela conceção simples e eficaz com interpretações magistrais do elenco do TEATRO ABC – Companhia Nacional de Teatro Português | www.teatroabc.pt |.

Este evento foi concebido para o público em geral, existindo também uma versão pedagógica e didática, tendo sido em mais de uma centena de representações realizadas, aplaudido vivamente pelo público, que fez desta peça de teatro português, um dos maiores êxitos da dramaturgia histórica-contemporânea portuguesa.

Tem uma estética original e própria, que visa valorizar os conteúdos e o trabalho dos atores profissionais, diplomados e licenciados em Teatro, que relatam não só a história da revolução, mas inserindo todo o contexto do antes, Estado Novo, até ao ano de 2024, com uma mensagem de esperança na democracia e na liberdade que está cada vez mais hipotecada, através de momentos únicos e singulares, que criam memórias efetivas e emotivas nos espetadores, quer sejam jovens estudantes ou adultos, muitos deles que viveram e presenciaram a guerra colonial, a ditadura, o PREC, as primeiras eleições e a instabilidade política e económica do país, até aos dias do quotidiano, mais consensuais da democracia e da sua normalização.

Este espetáculo assinala a efeméride dos 50 Anos da Revolução dos Cravos, mostrando durante hora e meia, como Portugal tem uma narrativa rica em acontecimentos, protagonistas e factos, muitas vezes pouco conhecidos e valorizados pela generalidade da população ibérica.

«25 de Abril, Sempre!»
Produção: TEATRO ABC – Companhia Nacional de Teatro Português
Autoria e Direção: Nuno Miguel Henriques
Elenco: Companhia do Teatro ABC | João Saldanha, Nuno Duarte, Rafael Silva, João Bizarro e Nuno Miguel
Produção: Daniel Neves, Francisco Maia, Maria Silva e Ricardo Manuel
Assistência de Encenação: Pedro Guerreiro
Conceção Sonora e Visual: Vasco Sousa
Direção Técnica: João Figueiredo

AF Guarda-Liga Ergovisão-futsal-GD Mêda novo Campeão Distrital 2023/24

Foi uma tarde noite animada com muitos golos, nesta 13ªjornada, o GD Mêda venceu por 9-0 frente ao E.Almeida e festejou já o título de campeão distrital de futsal na AF Guarda.

Resultados:

Casal Cinza-GD Sameiro-6-2
AD Fornos Algodres- GD Lameirinhas-0-5
Aguiar Beira- Penaverdense-2-1
Estrela Almeida- GD Mêda-0-9

Lidera: GD Mêda-33 pts; 2ºs A.Beira e Penaverdense-25 pts; 4ºLameirinhas-22 pts; Casal Cinza – 19 pts; Sameiro-18 pts; E.Almeida-7 pts; AD Fornos de Algodres-3 pts

foto:GDM

Lançamento da Campanha “Cinto-me Vivo”

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) lançam amanhã, dia 5 de abril, a Campanha de Segurança Rodoviária “Cinto-me vivo”, inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2024.

A decorrer entre os dias 5 e 11 de abril, a campanha tem como objetivo alertar condutores e passageiros para a importância de utilizarem sempre, e de forma correta, os dispositivos de segurança.

Numa colisão, um veículo para numa fração de segundo. Mas os ocupantes, caso não usem cinto de segurança, continuam a seguir na direção do movimento com uma velocidade igual à que seguia o veículo no instante inicial do acidente. Numa colisão frontal a 50 km/h, um condutor com 70kg, sem cinto de segurança, sofre um impacto equivalente a uma queda livre de um terceiro andar.

O uso do capacete de modelo aprovado, devidamente apertado e ajustado, reduz em 40% o risco de morte em caso de acidente.

Está igualmente comprovado que a utilização correta de cadeirinha homologada e adaptada ao tamanho e peso da criança, reduz em 50% o risco de morte. Em crianças até aos 18Kg, a utilização de uma cadeirinha voltada para a retaguarda, combinada com a utilização de cinto de segurança, reduz até 90% o risco de lesões graves ou morte.

A campanha “Cinto-me Vivo” integrará:

Ações de sensibilização da ANSR em território continental e dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira;
Operações de fiscalização pela GNR e pela PSP, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o PNF 2024, por forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que diz respeito à correta utilização dos dispositivos de segurança.

 

As ações de sensibilização ocorrerão em simultâneo com operações de fiscalização nas seguintes localidades:

Dia 5 de abril, às 08h00: Praça do Vitória FC, Setúbal (38.529768, -8.890963)
Dia 8 de abril, às 16h00: Praça das portagens Santarém A1 (39.26229, -8.71825)
Dia 9 de abril, às 09h00: Rotunda D. Dinis, Leiria (39.739214, -8.818320)
Dia 10 de abril, às 07h00: IC2 – Km 244,500, Albergaria-a-Velha, Aveiro (40.670103, -8.474070)
Dia 11 de abril, às 10h00: Estrada de Nelas, a seguir ao Estabelecimento Comercial Mercadona, Viseu (40.631989, -7.909271)

 

A ANSR, a GNR e a PSP relembram que a utilização dos dispositivos de segurança é fundamental e apelam a todos para que os utilizem de forma correta:

Utilize sempre uma cadeirinha homologada, devidamente instalada, e adaptada à altura e peso da criança;
Utilize sempre o cinto de segurança, em todos os lugares do veículo, e em todos os percursos, mesmo nos de curta distância;
Utilize o capacete de modelo aprovado, devidamente ajustado e apertado.

 

Esta é a quarta das 12 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas para este ano no âmbito do PNF de 2024. Até ao final do ano serão realizadas mais oito campanhas, uma por mês, com ações de sensibilização e de fiscalização.

As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas anualmente pela ANSR, GNR e PSP, desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos.

O PNF de 2023 consagrou como prioritários os temas: Velocidade, Álcool, Acessórios de segurança e Telemóvel.

Relativamente a 2024, para além dos quatro temas acima referidos, foi ainda adicionado um novo capítulo sobre a fiscalização dos veículos de duas rodas a motor.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

XXIV Governo tomou posse

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, conferiu posse ao XXIV Governo Constitucional, liderado pelo Primeiro-Ministro Luís Montenegro, numa cerimónia que decorreu no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa.

Além do Primeiro-Ministro, tomaram também posse os 17 ministros do Governo:

Paulo Rangel, Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros;

Joaquim Miranda Sarmento, Ministro de Estado e das Finanças;

António Leitão Amaro, Ministro da Presidência;

Manuel Castro Almeida, Ministro Adjunto e da Coesão Territorial;

Pedro Duarte, Ministro dos Assuntos Parlamentares;

Nuno Melo, Ministro da Defesa Nacional;

Rita Júdice, Ministra da Justiça;

Margarida Blasco, Ministra da Administração Interna;

Fernando Alexandre, Ministro da Educação, Ciência e Inovação;

Ana Paula Martins, Ministra da Saúde;

Miguel Pinto Luz, Ministro das Infraestruturas e Habitação;

Pedro Reis, Ministro da Economia;

Maria do Rosário Palma Ramalho, Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social:

Maria da Graça Carvalho, Ministra do Ambiente e Energia;

Margarida Balseiro Lopes, Ministra da Juventude e Modernização;

José Manuel Fernandes, Ministro da Agricultura e Pesca;

Dalila Rodrigues, Ministra da Cultura.

O Governo apresentará agora o seu programa à Assembleia da República.

fonte: GP

Primeiro-Ministro Luís Montenegro discursou pela primeira vez

Primeiro-Ministro sublinhou que «será imperdoável que a Política se constitua como agravante e não como solução para tantos problemas»

«Não estamos interessados em jogos de semântica ou em politiquices estéreis», afirmou o Primeiro-Ministro Luís Montenegro no discurso de posse do Governo, acrescentando que «será imperdoável que a Política se constitua como agravante e não como solução para tantos problemas». Ler Mais »

Operação “Páscoa 2024” – Dados Provisórios

No período entre as 00h00 do dia 28 de março de 2024, e até às 23h59 do dia de ontem, 31 de março de 2024, durante o período de fiscalização e patrulhamento intensivo da Operação “Páscoa 2024”, a Guarda Nacional Republicana (GNR) registou os seguintes dados operacionais, em resultado das ações desencadeadas pelos militares dos Comandos Territoriais e da Unidade Nacional de Trânsito que, diariamente, estão empenhados no patrulhamento rodoviário e na prestação de auxílio aos condutores, para que estes cheguem aos seus locais de destino em segurança:

– 22 263 condutores fiscalizados, dos quais, 303 conduziam com excesso de álcool e, destes, 165 foram detidos por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l. Foram ainda detidas 56 pessoas por conduzirem sem habilitação legal;

– Das 2 913 contraordenações rodoviárias detetadas, destacam-se:

642 por excesso de velocidade;
455 por falta de inspeção periódica obrigatória;
153 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório
76 por anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;
69 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
85 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;

 

Neste período, a GNR registou 827 acidentes rodoviários, dos quais resultaram 2 vítimas mortais, 10 feridos graves e 240 feridos leves.

Relativamente aos acidentes que envolveram vítimas mortais registadas pela GNR, informa-se o seguinte:

– Dia 31 de março, pelas 02H26, na Rua da Lama – Meixomil – Paços de Ferreira, ocorreu um despiste de um ciclomotor, do qual resultou um vítima mortal, um homem de 44 anos;

Avisos e Liturgia do Domingo de PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO – ano B

  1. a)       O embolismo do “Communicantes” da Oração Eucarística I e também das outras três que se encontram no Missal Romano (e também o Prefácio Pascal I), mostra-nos a diferença que existe entre a Noite Pascal e as celebrações do dia de Páscoa: na primeira diz-se “ao celebrarmos a noite santíssima” e no segundo diz-se “ao celebrarmos o dia santíssimo”. O termo “dia” manter-se-á durante toda a Oitava da Páscoa para, depois, dar lugar ao termo “tempo”. Este pormenor tão pequeno ajuda-nos a situar a liturgia do domingo de Páscoa: não é a primeira celebração pascal, porque a Vigília foi o grande momento de explosão de alegria e de festa; é o “primeiro dia” de um dia/semana: a liturgia da primeira semana de Páscoa está no mesmo patamar de importância que a liturgia do dia de Páscoa; é o inicio de um tempo de 50 dias que pode ser celebrado como se fosse um só dia festivo. Assim, não podemos olhar para a liturgia deste domingo sem ter em conta a Vigília Pascal, a semana da Oitava e a Cinquentena. Notar-se-á pela ornamentação, pelos cânticos, pela homilia, etc. Não se pretende repetir o que se disse ou se fez na Vigília a pessoas que, talvez, não tenham participado nela. É muito importante deixar bem claro que a Noite e o Dia de Páscoa não são celebrações alternativas, mas dois momentos distintos de uma única festa.
  1. b)       Todos os anos, a pregação pascal tem diante de si as origens da pregação cristã. É uma questão de conteúdo. A primeira e a segunda leituras são textos clássicos da pregação pascal. A primeira é kerigmática: em casa de Cornélio, Pedro faz uma síntese de todo o mistério de Jesus e da Igreja, a partir do baptismo de João até à Parusia do Juiz dos vivos e dos mortos. A segunda, da Carta aos Colossenses ou da 1ª Carta aos Coríntios, são exemplos da pregação moral, onde encontramos conselhos para viver a nova vida enraizada na participação do cristão na Páscoa de Cristo. A repetição do versículo do salmo 117 – “Este é o dia que o Senhor fez: exultemos e cantemos de alegria” – recorda-nos o mais importante desta pregação pascal. Trata-se de anunciar a obra do Senhor: a sua vitória sobre o pecado, a morte e o mal; o dom do Espírito que purifica e fortalece os corações; Ele reúne em comunhão numa só Igreja todos os filhos de Deus que andavam dispersos. Aqui, encontramos o carácter “mistagógico” e “doxológico” desta pregação, ou seja, o esforço para ajudar cada um a descobrir, através da própria celebração, a acção do Senhor Ressuscitado que vai ao seu encontro com a força do Espírito Santo.

31-03-2024

Paroquiaagb

  1. c)       No evangelho deste dia, S. João relata-nos o sepulcro vazio e a correria dos dois discípulos para comprovar o facto. O sepulcro vazio de Jesus é o sinal da “novidade” que Cristo crucificado introduziu na história como “primogénito dos ressuscitados”. Num primeiro momento, o sepulcro vazio causa angústia (terá sido profanado?). Mas o modo como se encontram as ligaduras no chão e o sudário enrolado à parte, leva a concluir que o que aconteceu não é idêntico com a ressurreição de Lázaro. De Lázaro, Jesus disse: “Desligai-o e deixai-o ir”. Não se trata de um regresso à vida terrena, mas de uma entrada na vida gloriosa. As aparições confirmarão que Cristo está vivo, próximo dos seus discípulos que O reconhecem na fé e no amor. Assim, o sepulcro vazio é o cumprimento das profecias (Ezequiel) e também é um testemunho silencioso da chegada da Vida, na qual os sepulcros não têm sentido nem lugar. Tanto na Noite como no Dia de Páscoa, a pregação deve respirar “mistagogia” e “doxologia” (iniciação e louvor), passando por cima de toda a apologética e de todo o moralismo. Com Pedro (na comunhão de fé da Igreja) e com o discípulo amado (porque sabemos que todos somos amados por Jesus), corramos ao Seu encontro, não angustiados por causa de um sepulcro vazio, mas alegres porque a nossa vida “está escondida com Cristo em Deus (2ª Leitura, Colossenses). Não encontraremos os sinais da sua ausência (as ligaduras e o sudário), mas a sua presença de Cordeiro Pascal imolado e ressuscitado nos sinais que expressam a sua doação de vida e de alimento: o pão e o vinho da Eucaristia.

Ver: https://liturgia.diocesedeviseu.pt/LITURGIAEVIDA/index.html