Templates by BIGtheme NET
Início » Aguiar da Beira

Aguiar da Beira

BUPi de Aguiar da Beira já funciona

O BUPi de Aguiar da Beira já está em funcionamento no edifício da Câmara de Aguiar da Beira.

O BUPi trata-se de uma plataforma onde é possível identificar e representar digitalmente as suas propriedades, de forma simples e gratuita definido os seus limites e garantindo o seu registo de forma a garantir a sua titularidade. Porque a inscrição dos terrenos na caderneta predial das finanças não é suficiente para garantir a proteção dos seus direitos de propriedade e o respetivo registo na Conservatória do Registo Predial é imperativo quando se pretende comprar ou vender terrenos, a disponibilização deste novo serviço é de extrema importância para todos os munícipes e demais interessados assim como para o próprio município que, com a melhor definição das propriedades e do cadastro rústico, poderá ordenar, planear e gerir o seu território de forma mais efetiva.

O BUPi de Aguiar da Beira funciona das 9:00 às 12:30 e das 14:00 às 16:00 de todos os dias úteis em balcão próprio instalado nos serviços de Sistema de Informação Geográfica municipais, com acesso pela lateral do edifício dos Paços do Concelho, ao lado da porta da garagem.

Naquele balcão serão prestados todos os serviços de auxilio à inclusão na plataforma BUPi dos processos de representação gráfica georreferenciada (RGG) dos terrenos rústicos apresentados, a sua validação e submissão automática para registo junto da conservatória do registo predial.

O projeto contempla ainda a contratação de dois técnicos que irão brevemente executar no terreno um contacto de proximidade junto de toda a população, facilitando o registo das suas propriedades rústicas.

Dúvidas e questões podem ser colocadas no endereço eletrónico bupi@cm-aguiardabeira.pt ou por telefone para o n.º 232689142.

Avisos e Liturgia do 17º Domingo do Tempo Comum- ano B

 

a)         A pregação homilética dos domingos 17-21 “per annum” exige uma atenção especial pelo carácter unitário do tema: a Eucaristia. A proposta que aqui se faz tem três vertentes, a saber: figuras da Eucaristia (primeiras leituras), o discurso do pão da vida (evangelho), oração eucarística (salmos responsoriais). Nas reflexões dominicais destes domingos, poder-se-ia rever a doutrina eucarística, tendo como base os seguintes documentos: a Exortação Apostólica “Sacramentum Caritatis” e a Encíclica “Ecclesia de Eucharistia”.

 

b)        A breve narração do 2º Livro dos Reis leva-nos a destacar alguns aspetos que poderíamos chamar “o mistério do pão”. Trata-se das primícias das colheitas. O gesto de apresentar as primícias das colheitas aos profetas era, em Israel, uma maneira de reconhecer que a terra onde viviam e as colheitas que dela tiravam, eram um dom de Deus. Este gesto era, ao mesmo tempo, memorial, acção de graças e súplica. No caso particular de Eliseu, o pão apresentado converte-se em alimento para toda a comunidade, apesar da desproporção entre a quantidade de pães e a multidão que come. É uma manifestação da eficácia da palavra do Senhor, o Criador. Como é fácil de constatar que, onde se cumpre a Palavra do Senhor, o pão não falta: “eles comeram e ainda sobrou”. Diante das políticas que procuram a “solução” para a fome no mundo com a diminuição da natalidade – chegando a promover o aborto – a nossa fé afirma que, quando os homens se aperceberem que a terra é de Deus e lhe oferecerem os frutos como dons recebidos, saberão também distribuí-los fraternalmente: “Comerão e ainda há-de sobrar”. O pão apresentado a Eliseu anuncia o pão e o vinho apresentados para a celebração da Eucaristia. Quando Jesus os transforma na sua pessoa, toda a comunidade se alimenta com o alimento celestial.

 

c)         A multiplicação dos pães e dos peixes, tal como a escutámos no evangelho de S. João, apresenta-nos características próprias: trata-se de um facto contemporâneo à Páscoa; estavam numa montanha, num lugar isolado, onde não se costuma encontrar pão; Jesus “bem sabia o que ia fazer”, como também na Última Ceia: destaca-se o carácter teândrico do símbolo. A multidão reage com uma alusão implícita ao anúncio feito por Moisés: “Este é, na verdade, o Profeta que estava para vir ao mundo” (cfr. Dt 18,15: “O Senhor, teu Deus, suscitará no meio de vós, dentre os teus irmãos, um profeta como eu; a ele deves escutar”. Jesus é considerado o Novo Moisés, que procura pão para o povo. Toda a narração tem um carácter profético em relação com a instituição da Eucaristia. A proximidade da Páscoa anuncia a “nova Páscoa”, na qual, Jesus sabendo o que queria fazer, na solidão da cruz oferecerá ao Pai o seu próprio corpo para reunir os filhos de Deus que andavam dispersos. Antes deste momento, realizou o seu sacrifício pascal, único e definitivo, para que a Igreja, através dos sacerdotes, sob as espécies do pão e do vinho, possa unir-se à sua oferenda.

25-07-2021

d)        O salmo 144 parte da fé na criação: Deus é glorioso e poderoso. Por isso, o salmista tem os olhos postos em Deus, com um olhar cheio de esperança, porque basta que Deus abra as mãos para que todos fiquem saciados. Na base deste dom de Deus está sempre a sua bondade: “a todos saciais generosamente”. A criação é a primeira revelação do amor de Deus.

 

e)         O início da Oração Eucarística IV, antes do Santo, é um texto muito semelhante ao salmo 144. Toda a oração eucarística tem, em diversos momentos, referências à criação. Na Eucaristia, há matéria que são “fruto da terra e do trabalho do homem”, porque foi essa a vontade de Jesus. Na Eucaristia, a criação faz a passagem para a nova criação.

 

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Ano B - Tempo Comum - 17º Domingo - Boletim Dominical II

Guarda- “Democracia e Poder Local” com António Costa

Vai decorrer este sábado, dia 24 de julho , pelas 18 horas, no Jardim José de Lemos (Guarda) a sessão “Democracia e Poder Local”, que contará com a participação do Secretário-Geral do Partido Socialista, António Costa, e dos candidatos do Partido Socialista a Presidente da Câmara Municipal do Distrito da Guarda.

O momento, promovido pela Federação Distrital da Guarda do Partido Socialista, contará também com a presença de Ana Mendes Godinho, Ministra do Trabalho e solidariedade social, de Ana Abrunhosa, atual Ministra da Coesão Territorial, e de todos os candidatos do PS às Câmara Municipais do distrito da Guarda.

Avisos e Liturgia do 16º Domingo do Tempo Comum – ano B

O medo não é um bom conselheiro, mas este sentimento pode ajudar-nos a sermos prudentes e a manifestar uma coragem e valentia mais madura. Os profetas, como Jeremias, tinham medo, mas não se demitiram da sua responsabilidade de servir o povo de Israel, apesar das críticas, das perseguições e até da morte. Não é fácil construir caminhos de paz e de bem se estamos bloqueados pelo medo do que os outros nos possam fazer, ou tirar, ou das feridas que possam surgir.

Em cada um de nós há sempre um coração dividido, porque temos muita vontade de fazer o bem, mas, muitas vezes, deixamo-nos levar pelo egoísmo e pelos nossos interesses. Somos capazes de expressar sentimentos de compaixão com todas as vítimas de alguma desgraça, como também facilmente desconfiamos das campanhas solidárias e ficamos numa indiferença irresponsável. Sentimos que, por vezes, desconfiamos do projecto de paz e de fraternidade para a nossa sociedade e para o mundo. Jesus é o bom pastor que nos ajuda a construir pontes para unir a humanidade, como um só povo.

Depois de ter enviado os Doze dois a dois em missão, eles “voltaram para junto de Jesus e contaram-Lhe tudo o que tinham feito e ensinado. Então Jesus disse-lhes: Vinde comigo para um lugar isolado e descansai um pouco”. Como é importante interiorizar, rezar, contemplar, dar graças, pedir a força do Espírito Santo e a sabedoria de coração! Não se pode construir nada de bom com a cabeça quente, prisioneiros de interesses, de pessoas, de amizades estratégicas e aduladoras, pagando favores a quem nos deixámos vender. Para quem tem a missão de ser pastor e de orientar pessoas, o que foi dito anteriormente nunca deve entrar no programa das suas vidas. Ser pastor, ser guia, supõe sempre respeitar a dignidade e a liberdade de todas as pessoas. Não pode haver escolhas de pessoas, de famílias. Aparentemente parece que se ganha muito ao fazer escolhas, mas perde-se tudo quando nos deixamos vender. Não pode haver predilecção por pessoas com títulos, com brasões, com influência na sociedade. Ser pastor, ser guia, é acolher todos da mesma forma, tendo em conta as suas angústias e as suas preocupações. Ser pastor, ser guia, supõe estar atento às necessidades de todas as pessoas que clamam por serem escutadas e amadas.

Ser discípulo de Jesus é ser pastor e ser guia. Supõe ser enviado por Ele e descansar Nele, nunca esquecendo que Ele é a nossa justiça e a nossa paz e repouso. Sim, há uma justiça humana que impõe normas e dá sentenças de acordo com os critérios de cada lugar e de cada cultura. Há também uma paz humana, condicionada sempre pelos poderes políticos, nem sempre orientados para o bem comum. A Justiça e a Paz de Jesus fundamentam-se no amor, na confiança de que Deus quer a liberdade e o melhor para os seus filhos, para todos os seus filhos. Jesus sofreu muito e acabou a morrer na cruz. É da cruz, com os braços bem abertos, que quer reconciliar todo o mundo. A paz de Jesus gera homens e mulheres novos, livres e fraternos.

Jesus enviou os seus discípulos em missão mas não os abandonou. Espera por eles, acompanha-os, ouve-os. Um bom pastor, um bom guia, deve ter sempre presente na sua missão estes três verbos: esperar, acompanhar, ouvir. Jesus procedeu assim para que os pastores aprendam a acompanhar todos aqueles que precisam de ser apoiados e animados ao longo da vida. Não se escolhem pessoas, acolhem-se todas as pessoas!

Como S. Paulo e Jeremias, sabemos que a amizade e a misericórdia de Deus nunca nos abandonarão. Por isso, não devemos abandonar ninguém, mas sermos pontes de afecto e de generosidade, porque todos são filhos de Deus.

17-07-2021

LEITURA ESPIRITUAL

Jesus Cristo, que morreu, que ressuscitou, que está à direita de Deus, que intercede por nós” (Rm 8, 34), está presente na sua Igreja de múltiplos modos: na sua Palavra, na oração da sua Igreja, “onde dois ou três estão reunidos em Meu nome” (Mt 18, 20), nos pobres, nos doentes, nos prisioneiros, nos seus sacramentos, dos quais é o autor, no sacrifício da missa e na pessoa do ministro. Mas está presente “sobretudo sob as espécies eucarísticas”. O modo da presença de Cristo sob as espécies eucarísticas é único. Ele eleva a Eucaristia acima de todos os sacramentos e faz dela “como que a perfeição da vida espiritual e o fim para que tendem todos os sacramentos”. No santíssimo sacramento da Eucaristia estão “contidos, verdadeira, real e substancialmente, o corpo e o sangue, conjuntamente com a alma e a divindade de nosso Senhor Jesus Cristo e, por conseguinte, Cristo completo”. “Esta presença chama-se “real”, não a título exclusivo como se as outras presenças não fossem “reais”, mas por excelência, porque é substancial, e porque por ela se torna presente Cristo completo, Deus e homem”. É pela conversão do pão e do vinho no corpo e no sangue de Cristo que Ele Se torna presente neste sacramento. Os Padres da Igreja proclamaram com firmeza a fé da mesma Igreja na eficácia da Palavra de Cristo e da acção do Espírito Santo, para operar esta conversão. Assim, São João Crisóstomo declara:

“Não é o homem que faz com que as coisas oferecidas se tomem corpo e sangue de Cristo, mas o próprio Cristo, que foi crucificado por nós. O sacerdote, figura de Cristo, pronuncia estas palavras, mas a sua eficácia e a graça são de Deus. Isto é o Meu corpo, diz ele. Esta palavra transforma as coisas oferecidas”. A presença eucarística de Cristo começa no momento da consagração e dura enquanto as espécies eucarísticas subsistirem. Cristo está presente todo em cada uma das espécies e todo em cada uma das suas partes, de maneira que a fracção do pão não divide Cristo. Na liturgia da Missa, nós exprimimos a nossa fé na presença real de Cristo sob as espécies do pão e do vinho, entre outras maneiras, ajoelhando ou inclinando-nos profundamente em sinal de adoração do Senhor. É de suma conveniência que Cristo tenha querido ficar presente à sua Igreja deste modo único. Uma vez que estava para deixar os seus sob forma visível, Cristo quis dar-nos a sua presença sacramental; e visto que ia sofrer na cruz para nos salvar, quis que tivéssemos o memorial do amor com que nos amou “até ao fim” (Jo 13, 1), até ao dom da própria vida. Com efeito, na sua presença eucarística, Ele fica misteriosamente no meio de nós, como Aquele que nos amou e Se entregou por nós, e permanece sob os sinais que exprimem e comunicam este amor. (Catecismo da Igreja Católica, 1373-1380)

 

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Ano B - Tempo Comum - 16º Domingo - Boletim Dominical II

Avisos e Liturgia do 15º Domingo do Tempo Comum – ano B

 

a)         São Marcos relata-nos neste Domingo a primeira missão dos Doze. “Jesus chamou os Doze Apóstolos e começou a enviá-los dois a dois”. Eles assumem e pregam a primeira mensagem de Jesus: “o Reino de Deus está próximo: arrependei-vos e acreditai no Evangelho” (Mc 1, 15). A missão da Igreja e de cada um dos cristãos é anunciar o mistério de Deus que ama a humanidade e que lhe concede a vida, a esperança, o amor, a paz. Jesus Cristo é o centro desta mensagem, porque Ele é a presença amorosa e salvadora de Deus, e porque Ele é o primeiro que viveu (e vive) com o Pai e encontrou a plenitude da vida humana. São Paulo contemplou o mistério salvador de Deus. Como consequência dessa contemplação, deixou-nos um precioso hino na Carta aos Efésios: “nos abençoou com toda a espécie de bênçãos espirituais em Cristo… Ele nos predestinou, conforme a benevolência da sua vontade, a fim de sermos seus filhos adoptivos, por Jesus Cristo… segundo a riqueza da sua graça, que Ele nos concedeu em abundância, com plena sabedoria e inteligência, deu-nos a conhecer o mistério da sua vontade… “( 2ª Leitura). Toda a espiritualidade e teologia da Igreja são abordagens ao mistério inefável de Deus que vem “instaurar todas as coisas em Cristo, tudo o que há nos Céus e na terra”. São Marcos diz isto de uma forma mais simples: “O Reino de Deus está próximo; convertei-vos”. O dom de Deus concede à humanidade a vida nova e eterna. Enumeremos os pontos-chave do Evangelho: o amor, a paz, o perdão, a pobreza, a liberdade, a perseverança nas provações, a confiança absoluta em Deus. E enumeremos, agora, os pontos-chave da Igreja actual: a luta pela paz e pela justiça, o diálogo entre povos e culturas, a atenção aos mais necessitados, o esforço por ultrapassar os injustos desequilíbrios mundiais, o respeito à dignidade de cada pessoa e de cada povo, especialmente dos que são mais fracos, sem recursos e sem benefícios políticos. A sensibilidade cristã sabe que a palavra de Jesus “Ide” põe em marcha a promoção da verdadeira vida para todos segundo o Evangelho.

 

b)        Os Doze são a primeira realização da Igreja, das comunidades cristãs, de todos os discípulos de Jesus. A primeira missão dentro e fora da Igreja é promover o Espírito de Deus. É a missão de todos os cristãos. O anúncio do Evangelho tem momentos fortes e solenes: a proclamação da Palavra na liturgia, os documentos do Magistério. Estes momentos incentivam-nos a anunciar o espírito evangélico. Isto concretiza-se no quotidiano da vida. Cada momento, cada encontro em casa, no trabalho ou em algumas circunstâncias de lazer, são ocasiões para promover a paz e não a discórdia, a atenção aos outros e não o desprezo, a ajuda e não o alheamento, o perdão e não o ressentimento, ou seja, não há vidas neutras. Ou anunciamos e testemunhamos o Espírito do Evangelho ou não.

 

c)         “Nada levem a não ser o bastão”. As circunstâncias da vida mudaram, mas permanece uma convicção: “não leveis nada”. A verdadeira força é a força da verdade que somos convidados a anunciar: amar, perdoar, promover a paz, estar desprendido das coisas, ajudar os mais necessitados e marginalizados, confiar em Deus. É a força e a fraqueza da Palavra. Proclamá-la supõe ajudar a reflectir, a entender, a valorizar o evangelho, a pensar com justiça e respeito. A Palavra chega ao coração e cada pessoa pode abri-lo ou fechá-lo. “E se não fordes recebidos…”. Isto pode acontecer na nossa casa e com os outros membros da Igreja. A Palavra tem um apoio forte: o testemunho de vida. Perdoar, viver em paz, saber ser livre, confiar em Deus, é a verdadeira arma que acompanha a Palavra até ao coração das pessoas que amamos.

11-07-2021

d)        “Segundo a riqueza da sua graça, que Ele nos concedeu em abundância, com plena sabedoria e inteligência, deu-nos a conhecer o mistério da sua vontade” (2ª Leitura). O Espírito Santo transforma-nos em pessoas novas e anunciadores do Evangelho. Anunciar o Espírito de paz, de diálogo, de generosidade, o Espírito de Jesus Cristo, não é um encargo nem um trabalho profissional. É uma maneira de estar no mundo, fruto da experiência vivida da verdadeira vida. Só assim se abre o caminho entre os homens para o Espírito do Senhor. A obra de Deus não consiste em grandes espectáculos ou sinais surpreendentes, mas na acção escondida do Espírito que nos leva ao amor, à paz e à esperança. A obra de Deus abre caminho, através de uma simples palavra ou de um gesto acolhedor. Cada momento que vivemos é um mistério que nos interpela e que jamais se repetirá. Anunciar o espírito de verdade e de paz é fazer o que for possível entre os homens, acrescentando a presença salvadora de Deus.

 

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Ano B - Tempo Comum - 15º Domingo - Boletim Dominical II

AF Guarda- Como será Distrital de Seniores em 2021/22?

O futebol distrital esta temporada terminou mais tarde, devido à pandemia, mas a nova época está quase a começar, logo as férias foram poucas, face a isso, a AF Viseu não perdeu tempo e reuniu os clubes e como tem 24 clubes na Divisão principal, já se organizou e vai ser disputada em três séries, tendo já arranque marcado da prova para 19 de setembro, uma vez que nessa reunião os clubes todos confirmaram a presença.

Ao invés, na AF Guarda, apenas foram lançados os comunicados com os valores de inscrições como fosse isso que mais interessa, quando na verdade, depois de uma época a duas velocidades com tantos clubes de fora, era urgente reunir com todos os clubes para  reorganizar a nova temporada atempadamente uma vez que na Taça de Portugal, já participa o Trancoso e a Guarda Desportiva e era de bom tom que estes clubes fizessem uma pré-temporada boa e pouco depois arrancasse o campeonato, para não acontecer terem de parar um mês até a prova distrital iniciar.

Por isso, como será o novo figurino e quando terá o seu início? São questões que os clubes hoje fazem, e depois a formação que tanto importante é para cada clube como tudo vai ser feito?

Sabemos que a evolução da pandemia pode alterar as coisas mas mas aguardar por ver se teremos uma ou duas divisões no futuro ou apenas uma como deverá acontecer.

São questões importantes que os clubes e os adeptos querem ver respondidas e depois se vai ou não haver público e qual a percentagem?

Avisos e Liturgia do 14º Domingo do Tempo Comum – ano B

Sentimo-nos seguros, confiantes e com a auto-estima em alta, quando temos a sensação que controlamos todos os acontecimentos da nossa vida. Tantas vezes transmitimos às crianças e aos jovens a importância de sentir esta sensação de controle e domínio, como se a vida fosse somente para os fortes, os vencedores, os que têm poder e não houvesse esperança de futuro para os simples, os humildes e os que são vítimas da sociedade. Os cristãos seguem uma pessoa, Jesus de Nazaré, que preside às nossas celebrações, pendendo de uma cruz desonrosa, que, aos olhos humanos, era a imagem de um total fracasso. Todavia, proclamamos que não é assim. Que Ele ressuscitou e que está vivo e que se torna presente na nossa vida pela força do Espírito Santo. A força do amor de Deus emerge na debilidade humana e somos fortes quando reconhecemos as nossas fraquezas. E a partir deste reconhecimento das nossas fraquezas, percorremos o nosso caminho para a santidade. Ser misericordioso, isto é santidade. Ser humilde e manso, isto é santidade. Aceitar cada dia o caminho do Evangelho, ainda que nos traga dificuldades, isto é santidade. Seremos santos se, apesar das nossas fraquezas e inseguranças, formos capazes de confiar em Deus, que exalta os humildes e enche de bens os pobres. O olhar misericordioso de Deus leva-nos a olhar com misericórdia a realidade pessoal e social de tal forma que possamos transmitir confiança e consolação aos outros.

Quando olhamos à nossa volta e vemos as dificuldades, os sofrimentos, as preocupações das pessoas, somos tentados a pensar que tudo está mal e que perante o mal e as injustiças não há nada a fazer. Jesus também teve sentimentos como os nossos. Ele afirmou: “um profeta só é desprezado na sua terra…e estava admirado com a falta de fé daquela gente”. Mas isto não o fez desanimar nem desistir da sua missão. “Percorria as aldeias dos arredores, ensinando”. São Paulo também reagiu da mesma forma. Apesar de tudo, diz ele, “habita em mim o poder de Cristo. Alegro-me nas minhas fraquezas, nas afrontas, nas adversidades, nas perseguições e nas angústias sofridas por amor de Cristo, porque, quando sou fraco, então é que sou forte”.

O profeta Ezequiel e S. Paulo, como Jesus, estão convencidos de que não são as circunstâncias externas da vida ou as situações de instabilidade que podem diminuir o ânimo ou enfraquecer a esperança, mas também não podemos esquecer que, se quisermos, estes momentos podem destruir-nos. Perante as dificuldades da vida, os desgostos, a doença, um fracasso, ou uma perda de alguém, nunca te esqueças que Deus está próximo de ti, que não te deixa, que é sensível aos teus sentimentos e necessidades e, pela Providência Divina, encontrarás soluções para todos os momentos. Não basta ter somente inteligência e vontade, mas também ter confiança na força de Deus.

A sabedoria e a autoridade de Jesus vinham do seu coração e da sua profunda comunhão com o Pai. A sua sabedoria procede da certeza de que o projecto de Deus para a humanidade é um projecto de amor. O que deseja Deus? Que sejamos felizes, homens e mulheres que lutam pelo bem, pela verdade, pela união, pela paz. E para levar a bom termo esta missão, tenhamos nos nossos corações bons sentimentos e boas intenções e vontade para construímos juntos um mundo mais justo e fraterno. Semear estes dons à nossa volta, isto é santidade. Manter um coração bom, justo e verdadeiro, limpo de todo o mal, isto é santidade. A Eucaristia torna presente Cristo na simplicidade do pão e do vinho. Torna-se presente a sua vida, morte e ressurreição. A Sabedoria da doação, do serviço e da confiança alimentam o nosso compromisso e a nossa esperança.

04-07-2021

LEITURA ESPIRITUAL

A expressão quotidiana deste amor na vida da Família de Nazaré é o trabalho. O texto evangélico especifica o tipo de trabalho, mediante o qual José procurava garantir a sustentação da Família: o trabalho de carpinteiro. Esta simples palavra envolve toda a extensão da vida de José. Para Jesus este período abrange os anos da vida oculta, de que fala o Evangelista, a seguir ao episódio que sucedeu no templo: “Depois, desceu com eles para Nazaré e era-lhes submisso” (Lc 2, 51). Esta “submissão”, ou seja, a obediência de Jesus na casa de Nazaré é entendida também como participação no trabalho de José. Aquele que era designado como o “filho do carpinteiro”, tinha aprendido o ofício de seu “pai” putativo. Se a Família de Nazaré, na ordem da salvação e da santidade, é exemplo e modelo para as famílias humanas, é-o analogamente também o trabalho de Jesus ao lado de José carpinteiro. Na nossa época, a Igreja pôs em realce isto mesmo, também com a memória litúrgica de São José Operário, fixada no primeiro de Maio. O trabalho humano, em particular o trabalho manual, tem no Evangelho uma acentuação especial. Juntamente com a humanidade do Filho de Deus ele foi acolhido no mistério da Incarnação, como também foi redimido de maneira particular. Graças ao seu banco de trabalho, junto do qual exercitava o próprio ofício juntamente com Jesus, José aproximou o trabalho humano do mistério da Redenção.

No crescimento humano de Jesus «em sabedoria, em estatura e em graça» teve uma parte notável a virtude da laboriosidade, dado que “o trabalho é um bem do homem”, que “transforma a natureza” e torna o homem, “em certo sentido, mais homem”.

A importância do trabalho na vida do homem exige que se conheçam e assimilem todos os seus conteúdos, “para ajudar os demais homens a aproximarem-se através dele de Deus, Criador e Redentor, e a participarem nos seus desígnios salvíficos quanto ao homem e quanto ao mundo; e ainda, a aprofundarem na sua vida e amizade com Cristo, tendo, mediante a fé vivida, uma participação no seu tríplice múnus: de Sacerdote, de Profeta e de Rei”.

Trata-se, em última análise, da santificação da vida quotidiana, no que cada pessoa deve empenhar-se, segundo o próprio estado, e que pode ser proposta apontando para um modelo acessível a todos: São José é o modelo dos humildes, que o Cristianismo enaltece para grandes destinos; é a prova de que para ser bons e autênticos seguidores de Cristo não se necessitam “grandes coisas”, mas requerem-se somente virtudes comuns, humanas, simples e autênticas”. (S. João Paulo II, Exortação Apostólica Redemptoris Custos, 22, 23, 24).

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Ano B - Tempo Comum - 14º Domingo - Boletim Dominical II

PS apresentou candidatos às Câmaras Municipais do Distrito da Guarda

Teve lugar , este domingo na cidade mais alta, mais concretamente no Parque Urbano do Rio Diz, Parque Polis, a apresentação dos candidatos às Câmaras Municipais do Distrito da Guarda, pelo Partido Socialista.

Assim a abrir a sessão , Alexandre Lote deu as boas vindas e apresentou os seus 14 candidatos para as Autárquicas 21, que vão realizar-se já no próximo dia 26 de setembro.

Assim são candidatos:

Luís Couto –Guarda

Ana Paula Freitas –Gouveia

Virgílio Cunha (candidatura independente apoiada pelo PS)- Aguiar da Beira, esteve presente Renato Pires(Presidente da Concelhia do PS de Aguiar da Beira em representação da Candidatura Independente apoiada pelo PS).

Alexandre Gonçalves- Almeida

José Albano Marques –Celorico da Beira

Paulo Langrouva- Figueira de Castelo Rodrigo

Manuel Fonseca –Fornos de Algodres

Esmeraldo Carvalhinho –Manteigas

Anselmo Sousa –Mêda

Francisco Alípio Fernandes –Pinhel

Vítor Cavaleiro –Sabugal

Amílcar Salvador –Trancoso

Vítor Sobral –Vila Nova de Foz Côa

Luciano Ribeiro –Seia

Para encerrar a apresentação, umas breves palavras por parte de Pedro Nuno Santos do Secretariado Nacional do PS.

Autárquicas 21 -PS apresenta candidatos no Distrito da Guarda

Vai ter lugar na cidade mais alta, a apresentação de todos os candidatos do PS às Câmaras Municipais, ao distrito da Guarda.  Uma cerimónia organizada pela Federação Distrital do PS, marcada para a tarde deste domingo, pelas 17 horas no Parque Urbano do rio Diz, com a presença de Pedro Nuno Santos, que vem na qualidade de membro do secretariado Nacional do PS.

Inauguração de obra de requalificação em Aguiar da Beira

Teve lugar na vila de Aguiar da Beira , a inauguração das obras de requalificação do Largo da Carvalha (centro da vila ), com a presença da Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, assim como o Presidente Joaquim Bonifácio e demais entidades convidadas.

Depois aconteceu ainda a visita às obras de requalificação do Dólmen I do Carapito – reconstituir a mamoa (Carapito).