Início » Aguiar da Beira

Aguiar da Beira

Liturgia do Baptismo do Senhor

Celebração do Tempo do NATAL – ano A

NO JORDÃO, DEUS TRINO MANIFESTA-SE COMO MISTÉRIO DE AMOR

Com a celebração da festa do Baptismo do Senhor, concluímos o Tempo de Natal e iniciamos o Tempo Comum. Mas o Natal não acaba aqui. A finalidade de celebrar o mistério do Natal é a seguinte: se Deus desceu à Terra é porque nós podemos chegar ao céu. E esta promessa de Deus não termina, mas continua durante toda a celebração do mistério salvífico de Jesus durante todos os Domingos do ano litúrgico. O Natal revelou-nos o desejo de Deus de oferecer à humanidade a sua vida divina, uma vida em plenitude, cheia de amor, de felicidade. O Natal que celebrámos faz-nos descobrir que a maior aspiração humana está na vida de Deus. Este é o admirável intercâmbio do Natal: Deus faz-se homem para que o homem se converta em Deus. Este é o caminho que continuamos a percorrer de mãos dadas com a celebração do Domingo, onde Cristo nos convoca como comunidade. No entanto, perante o grande plano de Deus, podemos perguntar-nos se o homem merece o céu desta forma, de maneira automática, livremente. Não seria uma injustiça, perante tanto mal, violência e engano como vemos na terra, dizer: “Agora todos vão para o céu”? Como se nada tivesse acontecido! Todos irão gozar da felicidade eterna? Ora, hoje temos a resposta: é evidente que não! Todos os homens e mulheres não mereciam esta felicidade. Porquê? Por causa do pecado, da desobediência do homem ao plano de Deus. Por esta razão, Jesus vem à terra para fazer justiça, para abrir as portas do amor e da vida a toda a humanidade imersa no pecado e na escravidão. Como? De que maneira? Descendo as águas do Jordão, onde os pecadores entravam e integrando a fila de espera para se banhar. Jesus entra nestas águas, chama a si toda a miséria da humanidade e limpa-a com o seu sangue. É por isso que João se escandaliza: que fazes, Jesus? Por que estás na fila dos pecadores? Tu és santo! Uma vez, uma freira contemplativa foi à polícia fazer uma queixa. Na sala de espera, viu-se no meio de suspeitos de crimes e comentou: “Entendi Jesus na fila no rio Jordão”. É por isso que João resiste, está escandalizado. Não se pode amar à distância. Jesus encurta distâncias, molha-se, quer libertar-nos do nosso orgulho, da nossa maldade, como se sofresse a paixão. Fala da paixão do seu baptismo. E Jesus responde: “Deixa por agora; convém que assim cumpramos toda a justiça”. E em que consiste esta justiça? Fazer o que Deus, seu Pai, quer: que se molhe, que se identifique com a humanidade, com a sua condição vulnerável. Ele quer que o seu Filho percorra o caminho da dor e da humilhação para abrir um caminho para o céu para aqueles que se arrependem dos seus pecados. Porque desta forma todos nós nos identificamos com a sua divindade. Ele é o servo de Deus, anunciado pelo profeta Isaías, que, como um cordeiro levado ao matadouro, aceita a missão que lhe foi confiada pelo Pai. Finalmente, como nos diz o evangelho, João aceita a missão de Jesus. Baptiza-O. De seguida, a voz do Pai, acompanhada pela presença do Espírito Santo, ratifica a missão do Filho de Deus: “Este é o meu Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência”. Isto é tudo o que recebemos agora com as águas santificadas pelo amor de Deus que aconteceu no baptismo de sangue de Jesus na cruz. Deus oferece-nos a vida através da morte do seu Filho, assumindo Ele próprio a nossa iniquidade. Esta é a permuta de Natal. Aceitas?.

Leitura Espiritual

Descemos com Cristo para nos reerguermos com Ele, cheios de luz

Não posso conter a minha alegria, o meu espírito exulta e salta de gozo. Quase me sinto movido pelo mesmo ardor de João a anunciar a boa nova. É verdade que não sou o Precursor, mas venho do deserto como ele. Cristo foi iluminado, resplandeçamos com Ele. Cristo foi baptizado, desçamos com Ele para com Ele podermos voltar a erguer-nos. João baptiza e Jesus avança, para santificar o Batista. Ele vem mergulhar o velho Adão por completo nas águas e, antes disso – e para isso -, santificar as águas do Jordão. O Batista recusa e Jesus insiste. A lamparina diz ao Céu, a voz diz ao Verbo, o amigo diz ao Esposo: «Eu é que preciso de ser baptizado por Ti»; e Jesus responde: «Deixa por agora; convém que assim cumpramos toda a justiça». Jesus entra nas águas levando o mundo consigo, e elevando-o quando sai, e vê o Céu aberto, esse Céu que Adão tinha fechado para si e para os seus, esse paraíso que estava como que selado por uma espada de fogo. E o Espírito dá testemunho da sua divindade, acorrendo ao seu semelhante, ao mesmo tempo que uma voz desce do Céu, pois foi do Céu que veio Aquele a quem está a ser prestada homenagem. Hoje, celebrando o baptismo do Senhor com grande alegria, purifiquemo-nos. Não há coisa mais agradável a Deus que a salvação dos homens e a sua conversão, que é o ponto alto dos ensinamentos e dos mistérios. Assim será se fordes uma luz no mundo, uma força vital para todos os homens, e pequenas luzinhas em volta de Cristo, que é a grande Luz, reflectindo na vossa face o seu esplendor celeste. (São Gregório de Nazianzo (330-390), bispo, doutor da Igreja, Sermão 39, 14-16,20 ; PG 36, col. 350-354).

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Avisos e Liturgia da Celebração do Tempo do NATAL – ano A —-Baptismo do Senhor

NO JORDÃO, DEUS TRINO MANIFESTA-SE COMO MISTÉRIO DE AMOR

Com a celebração da festa do Baptismo do Senhor, concluímos o Tempo de Natal e iniciamos o Tempo Comum. Mas o Natal não acaba aqui. A finalidade de celebrar o mistério do Natal é a seguinte: se Deus desceu à Terra é porque nós podemos chegar ao céu. E esta promessa de Deus não termina, mas continua durante toda a celebração do mistério salvífico de Jesus durante todos os Domingos do ano litúrgico. O Natal revelou-nos o desejo de Deus de oferecer à humanidade a sua vida divina, uma vida em plenitude, cheia de amor, de felicidade. O Natal que celebrámos faz-nos descobrir que a maior aspiração humana está na vida de Deus. Este é o admirável intercâmbio do Natal: Deus faz-se homem para que o homem se converta em Deus. Este é o caminho que continuamos a percorrer de mãos dadas com a celebração do Domingo, onde Cristo nos convoca como comunidade. No entanto, perante o grande plano de Deus, podemos perguntar-nos se o homem merece o céu desta forma, de maneira automática, livremente. Não seria uma injustiça, perante tanto mal, violência e engano como vemos na terra, dizer: “Agora todos vão para o céu”? Como se nada tivesse acontecido! Todos irão gozar da felicidade eterna? Ora, hoje temos a resposta: é evidente que não! Todos os homens e mulheres não mereciam esta felicidade. Porquê? Por causa do pecado, da desobediência do homem ao plano de Deus. Por esta razão, Jesus vem à terra para fazer justiça, para abrir as portas do amor e da vida a toda a humanidade imersa no pecado e na escravidão. Como? De que maneira? Descendo as águas do Jordão, onde os pecadores entravam e integrando a fila de espera para se banhar. Jesus entra nestas águas, chama a si toda a miséria da humanidade e limpa-a com o seu sangue. É por isso que João se escandaliza: que fazes, Jesus? Por que estás na fila dos pecadores? Tu és santo! Uma vez, uma freira contemplativa foi à polícia fazer uma queixa. Na sala de espera, viu-se no meio de suspeitos de crimes e comentou: “Entendi Jesus na fila no rio Jordão”. É por isso que João resiste, está escandalizado. Não se pode amar à distância. Jesus encurta distâncias, molha-se, quer libertar-nos do nosso orgulho, da nossa maldade, como se sofresse a paixão. Fala da paixão do seu baptismo. E Jesus responde: “Deixa por agora; convém que assim cumpramos toda a justiça”. E em que consiste esta justiça? Fazer o que Deus, seu Pai, quer: que se molhe, que se identifique com a humanidade, com a sua condição vulnerável. Ele quer que o seu Filho percorra o caminho da dor e da humilhação para abrir um caminho para o céu para aqueles que se arrependem dos seus pecados. Porque desta forma todos nós nos identificamos com a sua divindade. Ele é o servo de Deus, anunciado pelo profeta Isaías, que, como um cordeiro levado ao matadouro, aceita a missão que lhe foi confiada pelo Pai. Finalmente, como nos diz o evangelho, João aceita a missão de Jesus. Baptiza-O. De seguida, a voz do Pai, acompanhada pela presença do Espírito Santo, ratifica a missão do Filho de Deus: “Este é o meu Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência”. Isto é tudo o que recebemos agora com as águas santificadas pelo amor de Deus que aconteceu no baptismo de sangue de Jesus na cruz. Deus oferece-nos a vida através da morte do seu Filho, assumindo Ele próprio a nossa iniquidade. Esta é a permuta de Natal. Aceitas?.

11-01-2026

paroquiasagb

Leitura Espiritual

Descemos com Cristo para nos reerguermos com Ele, cheios de luz

Não posso conter a minha alegria, o meu espírito exulta e salta de gozo. Quase me sinto movido pelo mesmo ardor de João a anunciar a boa nova. É verdade que não sou o Precursor, mas venho do deserto como ele. Cristo foi iluminado, resplandeçamos com Ele. Cristo foi baptizado, desçamos com Ele para com Ele podermos voltar a erguer-nos. João baptiza e Jesus avança, para santificar o Batista. Ele vem mergulhar o velho Adão por completo nas águas e, antes disso – e para isso -, santificar as águas do Jordão. O Batista recusa e Jesus insiste. A lamparina diz ao Céu, a voz diz ao Verbo, o amigo diz ao Esposo: «Eu é que preciso de ser baptizado por Ti»; e Jesus responde: «Deixa por agora; convém que assim cumpramos toda a justiça». Jesus entra nas águas levando o mundo consigo, e elevando-o quando sai, e vê o Céu aberto, esse Céu que Adão tinha fechado para si e para os seus, esse paraíso que estava como que selado por uma espada de fogo. E o Espírito dá testemunho da sua divindade, acorrendo ao seu semelhante, ao mesmo tempo que uma voz desce do Céu, pois foi do Céu que veio Aquele a quem está a ser prestada homenagem. Hoje, celebrando o baptismo do Senhor com grande alegria, purifiquemo-nos. Não há coisa mais agradável a Deus que a salvação dos homens e a sua conversão, que é o ponto alto dos ensinamentos e dos mistérios. Assim será se fordes uma luz no mundo, uma força vital para todos os homens, e pequenas luzinhas em volta de Cristo, que é a grande Luz, reflectindo na vossa face o seu esplendor celeste. (São Gregório de Nazianzo (330-390), bispo, doutor da Igreja, Sermão 39, 14-16,20 ; PG 36, col. 350-354).

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Unidade Pastoral das P. de Fornos de Algodres, Cortiçô, Casal Vasco, Infias, Vila Chã e Algodres

De 11 a 18 de janeiro

AF Guarda – Resultados da 13ªjornada da 1ª LIGA FUTEBOL CIMA-TAVFER

Resultados da 13ªjornada da 1ª LIGA FUTEBOL CIMA-TAVFER — 11-01-2026
Aguiar da Beira – Vila Cortez-0-2
AD S. Romão – SC Celoricense-2-1
VF Naves – SC Mêda-0-5
GD Foz Côa – SC Sabugal-0-1
Guarda FC Sad – AD Fornos de Algodres-2-0
Os Vilanovenses – GC Figueirense-2-3
Vilar Formoso – GD Trancoso-1-1
———————————————————————————————————————
Lidera:Guarda FC- 37pts
2º- GC Figueirense- 32 pts
3º- Sc Sabugal- 25pts
4º- SC Celoricense- 23pts
5º- Os Vilanovenses- 23pts
6º- GD Trancoso- 23pts
7º- AD São Romão – 19pts
8º- AD Fornos de Algodres- 18pts
9º- Vila Cortez- 16pts
10º- Aguiar da Beira – 16pts
11º- SC Mêda- 10pts
12º- GD Foz Côa- 7pts
13º- Vilar Formoso- 6pts
14º- VF Naves-2pts

AF Guarda — Resultados da 12ªjornada da 1ª LIGA FUTEBOL CIMA-TAVFER

GD Trancoso – VF Naves-5-0
GC Figueirense – GD Foz Côa-5-1
AD Fornos de Algodres – AD S. Romão-2-2
SC Mêda – Guarda FC Sad-1-3
SC Celoricense –  Os Vilanovenses-3-1
SC Sabugal – Aguiar da Beira-1-0
Vila Cortez  –  Vilar Formoso-2-1
——————————————————————————————————-
Lidera: Guarda FC- 34pts
2ºGC Figueirense- 29pts
3º- SC Celoricense e Os Vilanovenses -23pt
5º- SC Sabugal- 22pts
6º- GD Trancoso- 22pts
7º- AD Fornos de Algodres- 18pts
8º- Aguiar da Beira- 16pts
9º- AD São Romão- 16pts
10º- Vila Cortez- 13pts
11º- SC Mêda- 7pts
12º- GD Foz Côa – 7pts
13º- Vilar Formoso-5pts
14º- VF Naves- 2pts

Avisos e Liturgia da Celebração do Tempo do NATAL – ano A— Epifania do Senhor

 

A MANIFESTAÇÃO DE JESUS AJUDA-NOS A MANIFESTAR QUEM SOMOS: FILHOS DE DEUS NO FILHO AMADO DO PAI

Em certa ocasião, um jovem, que ia à Missa todos os Domingos, foi questionado por um padre: “Em que grupo ou movimento estás integrado”? Imediatamente o jovem respondeu: “Em nenhum”. Então o sacerdote perguntou-lhe novamente: “Então, como manténs a tua fé”? O jovem respondeu: “Na internet, através de sites católicos”. Então, podemos afirmar que a sua estrela, que tinha guiado a sua fé, era a internet. Hoje, também existem muitas pessoas cuja janela de acesso à fé é o ecrã, a internet. Através dele, como os sábios com a estrela, continuam a caminhar para Jesus. Os meios que se servem para encontrar o Senhor são diferentes. Jesus nasce para todos! Não para alguns, mas quer chegar a todos! Os pastores foram os primeiros a chegar ao presépio graças à comunicação do anjo. Também os Magos chegam lá através da mediação da estrela. Assim, não há dúvidas que Jesus nasce para todos. Que cada um vem ter com ele de uma forma ou de outra, porque Jesus veio e nos convoca a todos, de qualquer condição social, raça, idade… Os pastores eram judeus, membros do povo de Israel, que esperavam o cumprimento das promessas, a vinda do Messias. Porém, os Magos eram pagãos e não conheciam as Escrituras Sagradas. Eram peritos em estrelas. E, no meio de tantas estrelas, detectam algo grande, novo…. Observam e partem corajosamente. E finalmente chegam, depois de se terem encontrado com os sacerdotes do palácio de Herodes que lhes dizem, através das Sagradas Escrituras, que o Messias, quando chegar, manifestar-se-á em Belém. Jesus vem para todos. Esta é a mensagem da Epifania. Jesus não vem somente para os da sua terra, mas para todos. Para aqueles que são da África, da Amazónia, do Alasca, do Bangladesh… Para aqueles que estão longe, mesmo muito longe. E agora vemos que aqueles de longe também são os que estão perto. Pessoas que vieram para junto de nós, que vivem connosco. Pessoas que, muitas vezes, como aquele jovem que foi interrogado pelo sacerdote, não têm ninguém por perto, nem família, nem amigos, nem estudos, nem trabalho para os guiar, como uma estrela para Jesus. Ou talvez tenham, mas não brilham o suficiente; são uma luz fraca, e, no entanto, acabam por ir ter com Jesus de inúmeras maneiras. O texto do evangelho diz que, quando viram a estrela, os Magos do Oriente ficaram cheios de alegria. E essa alegria aumentou quando viram o Menino junto de Maria e José; prostrando-se, adoraram-no. Hoje, inclinamo-nos e ajoelhamo-nos diante da presença de Jesus, da sua palavra, dos pobres e mais necessitados, porque sabemos que estamos perante o mistério da presença de Deus. E essas pessoas que hoje vêm de longe para viver entre nós, não desanimam, lutam para orientar a sua vida, não se cansam e, como os Magos, vivem com entusiasmo, em espírito de sacrifício. Pensemos também nos sacerdotes do palácio de Herodes. Sabem o caminho, mas não conseguem pôr-se a caminho. Eles desafiam-nos a pensar na forma como estamos a viver a fé. Será que ela está a marcar profundamente a nossa vida? Vivemos a fé como os Magos, pessoas dispostas a fazer qualquer coisa, a sacrificar dinheiro, energia, tempo para descobrir a presença de Deus na nossa vida? Não tenhamos vergonha de vir, todos os Domingos, adorar o Menino. Redescubramos a ânsia de procurar Jesus, de sair para O conhecer, de investir tempo e energia para encontrar o Filho de Deus que se manifesta a todos os povos do mundo. Vivamos a paixão por Jesus! Apaixonados por sabermos cada vez mais dele, por sermos cada vez mais íntimos dele, por O darmos a conhecer cada vez mais aos outros. Viver a fé supõe ter um espírito de aventura, de arriscar, de deixar o conforto, como os Magos, para nos colocarmos numa atitude de busca, de inquietação, no seu desejo de dar a conhecer aos outros o Menino-Deus. Esta será a medida da nossa amizade com Ele.

 

04-01-2026

paroquiasagb

Leitura Espiritual

«Hoje, Senhor, revelaste o Teu Filho único às nações»

 

Levanta-te e resplandece, Jerusalém, que está a chegar a tua luz (cf. Is 60,1). Abençoada sejas, Luz «vinda em nome do Senhor»! «O Senhor é Deus; Ele tem-nos iluminado!» (Sl 118,26-27). Pela sua benevolência, este dia santificado pela iluminação da Igreja brilhou sobre nós. Por isso Te damos graças, «Luz verdadeira que, ao vir ao mundo, a todo o homem ilumina» (Jo 1,9); e foi precisamente para isso que vieste ao mundo, tomando forma humana. Ela resplandece sobre Jerusalém, a nossa mãe (cf. Gl 4,26), mãe de todos os que mereceram ser iluminados; e ilumina desde agora quantos estão no mundo. Nós Te damos graças, Luz verdadeira, que Te fizeste Luz para iluminar Jerusalém e para que o Verbo, a Palavra de Deus, Se tornasse «farol para os meus passos» (Sl 119,105). Ela não foi apenas iluminada: foi «colocada sobre um candelabro» de ouro maciço (Mt 5,15; cf. Ex 25,31), tornando-se «uma cidade situada sobre um monte» (Mt 5,14) para que o seu Evangelho brilhe em toda a extensão dos impérios do mundo. Ó Deus, que iluminas todas as nações, nós Te cantamos: «O Senhor virá e iluminará os olhos dos seus servos». Agora que vieste, ó minha Luz, «Ilumina os meus olhos para não adormecer na morte» (Sl 13,4). Tu vieste, Luz dos crentes, e deste-nos a alegria de sermos iluminados pela fé, que é a nossa lâmpada. Dá-nos ainda e sempre a alegria de ver iluminar-se em nós aquilo que continua a ser trevas. Eis o caminho que tens de tomar, alma fiel, para chegar à pátria onde «as trevas se tornarão como o meio-dia» (Is 58,10) e a «noite será brilhante como o dia» (Sl 139,12). E «quando vires isto, ficarás radiante de alegria; o teu coração palpitará e dilatar-se-á» quando a Terra se encher da majestade da luz infinita e «a sua glória aparecer sobre ti» (Is 60,5.2). «Vinde, caminhemos à luz do Senhor» (Is 2,5). Então, «como filhos da Luz», caminharemos «de glória em glória, pelo Senhor, que é Espírito» (2Cor 3,18). (Beato Guerric de Igny (c. 1080-1157), abade cisterciense, 3º Sermão para a Epifania).

 

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Unidade Pastoral das P. de Fornos de Algodres, Cortiçô, Casal Vasco, Infias, Vila Chã e Algodres

Avisos de 04 a 11 de janeiro

Avisos Paroquiais :

Sexta-Feira, 9 :
– 17h – 18h : Exposição do Ssmo, com tempo de confissões .
– 18 h : Celebração da Eucaristia .
Sábado, 10
– 16h : Mata
– 17.15h : Muxagata
– 18.30h : Sobral Pichorro
Domingo, 11 – Festa do Baptismo do Senhor :
– 9.15h : Maceira
– 10.30h : Fuínhas
– 11.45h : Figueiró da Granja

 

LIGA FUTSAL SENIOR MASCULINO DAPPIN- Ronda 4– SC Sabugal lidera

Jogou-se mais uma ronda do distrital da Guarda da Liga Futsal Masculino Dappin, com o SC Sabugal e Penaverdense a vencerem por números expressivos as turmas do  A.Beira e GD Mêda.

Jornada 4—Futsal – Masculino
Sc Sabugal 7 – 1 Adrc Aguiar Beira
Acd Estrela Almeida 1 – 1 Gcr Casal Cinza
Crc Lajeosa Mondego – 0 – 3 Gd Sameiro
Adrc Penaverdense 8 – 1 Agd Mêda

Lidera o SC Sabugal com 12 pts, 2ºGD Sameiro – 10 pts; 3º Penaverdense e Casal Cinza -7 pts; 5ºEstrela Almeida – 5 pts; 6º CRC Lajeosa com 3 pts; 7º  ADRC Aguiar da Beira- 1 pt  ; 8º AGD Meda–0 pts

Liga Futsal Senior Feminino Juvan- 10ªronda – Casal Cinza cimentou liderança

Teve lugar na tarde, deste sábado, mais uma jornada da Liga Futsal Senior Feminino Juvan, o líder Casal de cinza a vencer o Penaverdense e a cimentar a liderança.

Nds Guarda/Comunilog 6 – 0 Estrela Almeida
Nscp Fig. C Rodrigo 1 – 2 Gd Trancoso
Adrc Penaverdense 0 – 4 Casal Cinza

Lidera: Casal Cinza com 27 pts, 2ºNDS Guarda/Comunilog com 19 pts, 3º GD Trancoso com 10 pts ; 4ºNscp Fig. C Rodrigo e Penaverdense com 9 pts; 6ºEstrela Almeida com 8 pts; 7ºCRC Lajeosa Mondego – 3 pts

Operação “Natal e Ano Novo 2025/2026” – Dados Provisórios de 27 a 29 de dezembro de 2025

No período entre as 00h00 do dia 27 de dezembro de 2025, e as 23h59 do dia de ontem, 29 de dezembro de 2025, no âmbito da terceira fase, “Ano Novo em segurança”, da Operação “Natal e Ano Novo 2025/2026”, a Guarda Nacional Republicana (GNR) registou os seguintes dados operacionais, em resultado das ações desencadeadas pelos militares que, diariamente, estão empenhados na prevenção da criminalidade, no patrulhamento rodoviário e na prestação de auxílio aos condutores, para garantir o decorrer das festividades e as deslocações de pessoas em segurança, nomeadamente:

25 759 condutores fiscalizados, dos quais, 164 conduziam com excesso de álcool e, destes, 105 foram detidos por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l. Foram ainda detidas 49 pessoas por conduzirem sem habilitação legal;

Das 3 986 contraordenações rodoviárias detetadas, destacam-se:
726 por excesso de velocidade;
59 excessos de álcool;
103 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças (SRC);
82 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
513 por falta de inspeção periódica obrigatória;
169 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

Relativamente à sinistralidade rodoviária, a GNR registou 521 acidentes, dos quais resultaram 4 vítimas mortais, 13 feridos graves e 159 feridos leves.

No que concerne ao acidente com as vítimas mortais, importa referir que os mesmos dizem respeito a:

Despiste, ocorrido em 27 de dezembro, pelas 20h03min, na Autoestrada N.º 1 (A1), em Minde, Alcanena, do distrito de Santarém, no qual foi interveniente um ligeiro, tendo resultado uma vítima mortal, do género masculino, com 54 anos de idade;
Despiste, ocorrido em 28 de dezembro, pelas 09h13min, na E. N. 9, em Gibraltar, Torres Vedras, do distrito de Lisboa, no qual foi interveniente um motociclo, tendo resultado uma vítima mortal, do género masculino, com 56 anos de idade;
Colisão, ocorrida em 28 de dezembro, pelas 12h10min, na E. N. 15, em Lixa, do distrito do Porto, no qual foi interveniente um ligeiro e um motociclo, tendo resultado uma vítima mortal, do género masculino, com 41 anos de idade;
Despiste, ocorrido em 29 de dezembro, pelas 00h00min, na E. N. 111, em Tentúgal, Montemor-o-Velho, do distrito de Coimbra, no qual foi interveniente um motociclo, tendo resultado uma vítima mortal, do género masculino, com 45 anos de idade.

Durante a operação, a GNR irá continuar a priorizar a fiscalização às seguintes infrações:

Condução sob a influência do álcool e de substâncias psicotrópicas;
Excesso de velocidade;
Utilização indevida do telemóvel;
Utilização correta do cinto de segurança e do SRC;
Falta de inspeção periódica obrigatória;
Falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório;
Incorreta execução de manobras de ultrapassagem, de mudança de direção e de cedência de passagem.

Brás & Costa vencedores do Torneio de Sueca da ADRC Aguiar da Beira

Foi mais uma tarde/noite de convívio, no Torneio de Sueca da ADRC Aguiar da Beira, onde imperou a boa disposição e grandes jogadas, com boa adesão das equipas.

Face a isso, aqui ficam os os vencedores deste torneio de sueca:
1.º lugar – Brás & Costa
2.º lugar – Aníbal & Joaquim
3.º lugar – André Vaz & Marco
4.º lugar – Zé Ricardo & Renato Pires
Deste modo, o clube cabicanca deixou os parabéns a todos os participantes pelo espírito desportivo e pelo excelente ambiente vivido, neste evento onde fomenta o convívio e amizade entre as comunidades.

 

Foto:DR