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Artigo de Opinião de Paula Miranda- SER LÍDER EM LIDERANÇA

“…não é preciso ter a palavra líder escrita na testa para se comportar como tal.”

 

Todos podemos escolher ser líderes da nossa própria vida.

E aqui a generalização é utilizada de forma a que, mesmo todos, possamos integrar de forma clara a frase com que inicio este artigo.

Naturalmente, quando ouvimos a palavra líder, a nossa mente leva-nos instantaneamente para a parte profissional, e aí essa palavra encaixa nos responsáveis, nas chefias, nos diretores… será que apenas estes são líderes? Será que estes são verdadeiros líderes ou apenas lideram uma equipa? E de que forma o fazem?

Será que há líderes que não estão em liderança? Ou haverá liderança sem líderes?

 

Podemos dividir os líderes em 3 grandes grupos:

 

  • Líder que manda: Apenas poderemos dizer que escolhe ser o protagonista, que tudo seja feito à sua maneira, da forma que acha ser a correta, portanto escolhe:

 

  • Não ouvir os outros elementos
  • Tem uma equipa desmotivada
  • Baixos resultados

 

  • Líder que convence: Escolhe partilhar as suas ideias, convencendo a equipa a seguir a sua ideia e ideais:

 

  • Gasta muito tempo a explicar a sua vontade
  • Equipa demonstra alguns resultados
  • A equipa fica cansada
  • Causa falta de compromisso

 

  • Líder que orienta e guia: Quando escolhemos orientar algo ou alguém, os nossos comportamentos são diferenciados e os resultados aparecem, assim este líder:

 

  • Comunica com equipa
  • Decisões e Ações tomadas em conjunto
  • Maior desenvolvimento da equipa
  • Fortemente comprometidos
  • Resultados acima da média
  • Facilmente chegam a várias soluções para resolver problemas
  • Equipa Motivada

Após estas breves análises, que líder escolhes ser?

 

Lembra-te, não precisamos de um título para sermos líderes, quer seja na nossa área profissional ou pessoal, apenas precisamos escolher qual o caminho para onde queremos direcionar as nossas escolhas.

 

Então, deixo um exemplo:

Seja qual for a tua profissão, podes escolher apenas fazer o que fazes, ou passar a ser líder naquilo que fazes. É através da tua inovação, mestria, autenticidade, garra e ética com que fazes o que fazes, que os teus resultados revelam a excelência da tua profissão.

Na tua vida pessoal, podes escolher igualmente ser aquilo que és, ou então passar a ser aquilo que queres ser. Através de ti, podes inovar-te, ser o teu próprio mestre e abraçando a tua autenticidade mostrares a garra e ética que mora aí bem dentro de ti.

Ou seja, podes sempre escolher ser o líder que te orienta e orienta os outros.

Traz liderança para a tua vida e vais ver que tudo à tua volta muda.

Apenas precisas de iniciar este trabalho por ti.

O tema da Liderança trouxe-me bastantes resultados à minha vida pessoal, e profissional, e ainda hoje, após quase 4 anos, desde o início deste meu percurso continuo a trabalhar em mim diariamente, a tomada de consciência em cada passo e a clareza que ganhamos é o que nos leva ao crescimento continuo.

Nos próximos meses vou facilitar 5 aulas em grupos de 6 pessoas, através do zoom, onde vou abordar este tema de fora mais profunda.

 

Queres Ser Líder da Tua Própria Vida?

 

Acredito não vais querer deixar fugir esta oportunidade.

 

Inscreve-te através do meu email treecoach9@gmail.com

Com Amor e Gratidão

 

Paula Miranda

Coach Profissional &Practitioner em PNL

 Somos Criadores / Acredita em Ti

Tlm 932 688 567

treecoach9@gmail.com

Rua S Vicente, 2245

4445-210 Alfena

 

Artigo de Sara Morais- Os Efeitos dos telemóveis no cérebro e no comportamento

Diariamente usa o telemóvel com frequência, passa pelo feed das redes sociais, navega pelos vários comentários, estes bombardeiam-no de várias sensações: umas de prazer outras de indignação. Tudo à distância de um Click, de um Like, numa conectividade paradoxal – tão próximos e, simultaneamente, tão afastados.

Este ciclo comportamental, de forma continuada e frequente, leva a várias alterações químicas e nervosas no cérebro e, por conseguinte, a alterações comportamentais, nomeadamente nos mais novos.

Desde o primeiro momento em que utiliza o telemóvel, ou acede a uma rede social, ou faz um Post, a expectativa associada vai potenciar, automaticamente, a criação de uma resposta condicionada no cérebro. Em réplica, o neurotransmissor dopamina – responsável pelo humor, motivação e prazer – é libertado, em níveis elevados, o que vai potenciar picos de prazer em resposta aos diferentes Likes ou a qualquer outro comportamento associado. Assim, sempre que efetuar uma utilização semelhante é como se ficasse sintonizado naquela frequência para atingir um pico igual ou superior ao experienciado anteriormente. É por esta razão, que por vezes toma consciência de passar pelo feed das redes sociais sem explicação aparente. Contudo, os picos de satisfação potenciados pela secreção da dopamina são, geralmente, libertados numa cadência cada vez mais espaçada, o que poderá contribuir para a libertação do cortisol e, por sua vez, ao desenvolvimento da ansiedade.

No caso das crianças esta ciclicidade de eventos é ainda mais problemática. Uma vez que o desenvolvimento do cérebro só atinge a maturidade perto dos 24 anos, significa que a capacidade decisória sobre o estímulo anterior é nula. É importante estabelecer regras de uso adequado, especialmente nos mais novos.

Se este ciclo comportamental é manifestamente aditivo numa mente já desenvolvida, imagine estes os efeitos aditivos na mente ainda em formação.

Se recuarmos no tempo, a mente humana evoluiu através dos vários estímulos ambientais e diversas alterações físicas a que foi submetida, por conseguinte a interação emocional e comportamental nivelada por este tipo de tecnologia prossupõe a estagnação emocional e definhamento do senso crítico. O cérebro fica mais preguiçoso, lento e com menos capacidade de resposta. O desenvolvimento neural da criança deve cercar-se por atividades de estímulo intelectual que favoreçam diversos estímulos e respostas como a leitura ou atividades no meio ambiente que fomentem o crescimento do senso crítico, e não a prontidão de respostas dentro do mesmo padrão linear. Não é a toa que existe a expressão idiomática “pensar fora da caixa”.

Em adição, a utilização destes aparelhos nas duas horas antes que antecedem a higiene do sono, comprometem o bom funcionamento da glândula pineal, e por conseguinte o ritmo circadiano. A glândula pineal tem como principal função regular o ritmo biológico através da libertação de maior quantidade de mielina quando escurece, enquanto reduz a quantidade da mesma existe mais claridade. Assim, a exposição à luminosidade dos aparelhos vai condicionar, automaticamente, a secreção da melatonina, e como resultado a privação do sono. Esta destruturação do ritmo biológico do sono, origina várias consequências, como o cansaço, o mau humor, a dificuldade em memorizar e falta de concentração. No entanto, nas crianças os efeitos são ainda mais severos, uma vez que é durante o sono que existe a produção da hormona GH, responsável pelo crescimento, memória, manutenção e consolidação das capacidades de aprendizagem, que ficam automaticamente danificadas.

Todo este deficit do funcionamento neural, que fui referindo ao longo do artigo, diminui a capacidade do auto gestão emocional, o que por sua vez aumenta a impulsividade e os comportamentos agressivos enquanto, também, resposta à frustração e alienação social.

Em conclusão, quando escutarmos algumas expressões clichê como: “Deixei o meu telemóvel em casa e não consigo fazer nada sem ele”; ou “Nem liga muito é só mais para jogar”; “Só se cala assim”; ou até “ Eu por mim não tinha (ou só tinha um de teclas) mas na turma todos têm”, é nosso dever informar que esta transversalidade do uso dos telemóveis provoca consequências neurais gravíssimas, não só nos adultos, mas principalmente no crescimento e desenvolvimento neural das crianças e adolescentes, ou seja, no nosso – AMANHÃ.

Sara Morais

Hipnoterapeuta

Artigo de Opinião Sara Morais- Da Pandemia à Violência Doméstica e à Hipnose Clínica

Pandemia, confinamento, distanciamento, isolamento; são palavras, regras que “primeiro estranha-se e depois entranha-se” como dizia Fernando Pessoa. Não são só as perturbações nervosas, psicológicas e emocionais que crescem a par com a pandemia são também os gritos amordaçados e aprisionados daqueles que são vítimas do flagelo de uma outra pandemia, que se alastra paralela e silenciosamente no âmago da nossa sociedade – a violência doméstica.

É importante dissociar a violência doméstica a estereótipos e consciencializar que este flagelo é transversal à condição social e económica, e que é de facto uma realidade atual. A violência doméstica é vulgarmente identificada pela agressão física, e muitas vezes reduzida a essa red flag. Contudo, este género de violência é manifestada inicialmente, e mais frequentemente, através do abuso psicológico, o que torna mais difícil a respetiva sinalização.

Ao refletir sobre esta matéria, vamos encontrar nas diversas faixas etárias, mas mais proeminentemente nas camadas mais jovens, padrões comportamentais que são vulgarmente subavaliados e que deveriam ser tomados como sinais de alertas. As manifestações exageradas e afeto é um dos comportamentos característicos de um relacionamento abusivo. É certo que a manifestação do amor é algo que surge naturalmente e que faz parte de qualquer relacionamento sadio, no entanto, todo o excesso deve ser claramente um aviso, especialmente quando as palavras não refletem a realidade das atitudes do dia-a-dia, mas sim uma manipulação de pormenorizada de circunstância. Um outro indício, é a imposição de mudança de personalidade ou de princípios. Qualquer relacionamento é uma aprendizagem, uma evolução, que se vai construindo com flexibilidade e mudança quando estas reforçam positivamente e construtivamente o “eu” interior. Por conseguinte, quando a mudança implica o carcere da expressão das próprias referências e personalidade torna-se tóxico e abusivo.

A agressão verbal e psicológica é talvez a manifestação mais fácil de sinalizar, e também a mais comum. Este tipo de ocorrência vai aparecendo e dominando o dia-a-dia, através das frequentes críticas depreciativas, como por exemplo a desvalorização das conquistas e ou a ridicularização de opiniões. É nesta fase que a autoestima é começa a diluir-se numa teia invisível mas muitíssimo traiçoeira. Seguem-se outros comportamentos, como a manipulação emocional através da imputação de culpa sobre os acontecimentos de agressão; as sucessivas violações de privacidade; às diversas tentativas e atos de controlo de rotinas e de estrangulamento da independência financeira e emocional do par. A vítima torna-se refém e carcerada numa sensação de impotência e capacidade de auto gestão emocional. Com este quadro atípico, surgem facilmente os comportamentos agressivos, gritos, ameaças e as diversas chantagens emocionais de abandono e de danos materiais e físicos.

Estas manifestações comportamentais são habitualmente mal interpretadas e desvalorizadas, no entanto, é importante sublinhar que um relacionamento saudável é aquele que acrescenta e promove o crescimento do seu eu interior ao invés de o subtrair.

Neste enquadramento é importante procurar ajuda psicológica e emocional. É, neste contexto que a Hipnose Clínica se assume como uma ferramenta terapêutica de grande auxílio pela sua eficácia e versatilidade. Numa fase inicial, existe uma aposta na libertação emocional da vítima, em que os processos de manifestação de culpa e emoções negativas são trabalhados. Seguidamente, a terapêutica através das várias técnicas associadas à regressão, permite a visualização e a resignificação das memórias traumáticas, promovendo um novo olhar e perceção sobre os vários comportamentos e experiências negativas. Nesta fase são também trabalhados as síndromes de pânico, depressões, resultantes da exposição tóxica.

Numa fase final, a terapêutica assenta no resgate da autoestima, onde o auto conceito é trabalhado com o objetivo da consolidação e da superação das experiências negativas, promovendo, assim, uma nova forma de ser e de estar perante a vida e os acontecimentos futuros.

“O afeto é o amor feito consciência” Carlos Bernardo González Pecotche

 

 

Sara Morais

Hipnoterapeuta

Artigo de Opinião de Paula Miranda – PRESENTE, não é passado nem futuro

Depressão e Ansiedade,

Vamos lá trazer um pouquinho de clareza sobre estes temas.

Finalmente, cada vez mais estamos alerta para os “perigos” das depressões e estados de ansiedade.

Finalmente, estes temas começam a deixar de ser tabu na nossa sociedade e ainda bem!

Primeiro, seja qual for o estado em que te encontres, não hesites em pedir ajuda. Somos já muitos, em diversas áreas, que podemos dar apoio, levar-te a entender o que está por trás de uma depressão ou crise de ansiedade.

Isto tudo é trabalhado sem julgamento, sem culpa, sem crítica.

Qualquer um de nós, em qualquer situação de vida, pode em qualquer altura precisar de ajuda.

Ninguém está livre, pode é estar mais ou menos consciente.

 

“A nossa Mente pode ser a nossa melhor amiga, ou a nossa pior inimiga.”

 

  • As depressões, normalmente estão associadas a situações do nosso passado, que por vezes nos trazem para o presente significados e sentimentos que não conseguimos gerir, como, tristeza profunda, apatia, sensação de vazio. Maior parte das vezes estes sentimentos vêm acompanhados deste tipo de pensamentos: não sou capaz de… não vou conseguir… porque é que isto não me larga?…
  • Os estados de ansiedade podem ser distinguidos em dois grupos, a ansiedade dita normal, que aparece no dia a dia com situações claras e reais, que nos pode ajudar a elevar a consciência e resolver situações rapidamente. E a ansiedade “crónica”, que nos pode trazer sensações incapacitantes como, falta de ar, tremores, cansaço extremo, apatia, etc. Normalmente estão associados ao futuro, ou seja, a expectativas que criamos na nossa mente em relação ao futuro. Como por exemplo, medo/receio, ou do que pode acontecer, ou até de criamos algo que nem sabemos que vai acontecer, o que nos leva a estados de ansiedade elevados. Se existe ansiedade é porque existe causa. E esta maior parte das vezes é inconsciente.

 

 

Como podemos encontrar soluções e trabalhar?

 

DEPRESSÃO

  • Procurar ajuda, junto de um profissional
  • Através do coaching e da programação neuro linguística (PNL), podemos:
  • Ressignificar acontecimentos passados
  • Trabalhar o perdão e a gratidão
  • Criar novos hábitos/rotinas, etc

ANSIEDADE

  • Procurar ajuda, junto de um profissional
  • Através do coaching e da programação neuro linguística (PNL), podemos:
    • Trabalhar o SPA – síndrome pensamento acelerado
    • Ferramentas específicas para trabalhar o relaxamento, perdão, autoconsciência, autoconfiança e amor próprio
    • Transformação de crenças
    • Comunicação, etc

 

Em qualquer uma das situações, maior parte das vezes o que precisamos é de acolhimento.

 

Espero com este artigo, ter trazido ao teu consciente alguma clareza e consciência sobre o tema.

 

Acima de tudo devemos sempre:

  • ESTAR PRESENTES – ACOLHER
  • OUVIR O OUTRO
  • TER EMPATIA E COMPAIXÃO
  • SER SEM JULGAR

 

Estou disponível para Ti, no meu email treecoach9@gmail.com

 

Com Amor e Gratidão

 

Paula Miranda

 

 

 

 

 

Coach Profissional &Practitioner em PNL

                                                                                                               Somos Criadores/Acredita em Ti

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Artigo-80% dos portugueses tem dificuldade em aquecer a casa no Inverno

Depois de um inquérito elaborado pela Comparamais, um empresa especializada em comparação de serviços de energia, crédito e telecomunicações conclui que:

  • 90% das pessoas já sentiram frio dentro de casa no Inverno
  • 79% das famílias evitam ligar o aquecimento para minimizar custos
  • 71% dos portugueses tem mais dificuldade em pagar a eletricidade no Inverno
  • 40% vai trocar de fornecedor brevemente, recorrendo a um simulador de preços de energia

Segundo o novo inquérito da Comparamais sobre a pobreza energética em Portugal, 90% dos portugueses têm frio dentro da própria casa no Inverno, com 80% a afirmar que a origem deste desconforto térmico é a dificuldade em aquecer o lar.

71% dos portugueses tem mais dificuldade em pagar a eletricidade no Inverno

Os aquecedores e termoventiladores são a principal opção de aquecimento em Portugal, mas elevam os consumos de energia. A consequência disso é que 36% dos inquiridos sofre um aumento na conta de eletricidade entre 25€ e 50€, enquanto para 34% das famílias  a diferença nas faturas supera os 50€ mensais. Por causa destas subidas, 71% das pessoas têm mais dificuldade em pagar a eletricidade no Inverno.

Redução nos preços de eletricidade ajudaria no aquecimento de 92% das casas

Cientes do impacto do aquecimento da casa nos gastos com eletricidade, 78% dos portugueses evitam ligar estes equipamentos para não aumentar as despesas. E 92% das pessoas afirmam que se a eletricidade fosse mais barata teriam mais facilidade em aquecer o seu lar.

Tentando contrariar este problema, 40% dos inquiridos pretende trocar de fornecedor de eletricidade nos próximos meses. E, reconhecendo as vantagens obtidas ao comparar os preços de energia (em 2020 a Comparamais permitiu uma poupança média de 200€ aos seus utilizadores), 90% vai usar usar um simulador de preços de luz e gás para encontrar um preço de eletricidade mais baixo.

Para finalizar fica análse do Diretor de Energia da Comparamais, Rui Mota:“Muitos portugueses têm dificuldade em aquecer a casa no Inverno por causa dos preços elevados da eletricidade, e sentem frio dentro da sua habitação. Existem duas soluções para este problema, que são a compra de novos equipamentos ou encontrar preços de luz e gás mais baratos. E por isso há cada vez mais pessoas a trocar de fornecedor de energia. Nessa situação ficam evidentes as vantagens de usar o simulador de preços de luz e gás da Comparamais, que permite aos utilizadores pouparem, em média, 200€ por ano nas faturas”.

foto:DR

 

Como prevenir e reagir ao sobre-endividamento

Se há algo que o ano de 2020 nos ensinou é que devemos estar preparados para todo o tipo de imprevistos. E esta é uma lição especialmente importante no que respeita a questões financeiras, já que uma gestão cuidada do dinheiro disponível não só é responsável, como é também uma forma de conseguir concretizar objetivos, tranquilizar e, sobretudo, evitar sobressaltos.
Esta gestão financeira torna-se ainda mais importante nos dias de hoje, sobretudo com a aproximação do fim das moratórias, que está previsto acontecer, no caso dos créditos pessoais, até 30 de junho deste ano. O retomar das nossas habituais despesas com crédito pode representar um embate significativo no orçamento familiar e, em alguns casos, ao maior risco de endividamento. Nesse sentido, e para o/a ajudar nessa missão, o UNIBANCO apresenta-lhe algumas dicas para gerir o seu orçamento e prevenir uma situação de sobre-endividamento:
1. Comece por “fazer contas à vida”.
Independentemente da situação laboral em que se encontra, o primeiro passo quando o tema são finanças pessoais é fazer contas aos rendimentos, sejam eles: rendimentos do agregado familiar, rendas, subsídios ou prémios, mas também às poupanças, ações e dividendos. Todos estes valores podem ser colocados num documento que seja de fácil acesso e atualizado frequentemente.
2. Faça a gestão das suas despesas com a tática do 10-30.
Depois dos rendimentos, o passo seguinte é identificar as despesas e geri-las de forma responsável (poderá, por exemplo, listar as despesas do seu crédito pessoal através da respetiva app). O principal segredo para este ponto passa por controlar regularmente as dívidas e pagamentos fixos, e para isto há dois valores a ter como referência: por um lado, coloque de parte, no início de cada mês, um mínimo de 10% dos seus rendimentos, de forma a conseguir ter sempre uma margem de poupança; por outro lado, importa controlar também as dívidas, nomeadamente as despesas com cartões de crédito, prestações, entre outras, para garantir que estas não ultrapassem um máximo de 30% do seu rendimento. Para este último ponto, poderá ser oportuno, por exemplo, rever os contratos de serviços que tem subscritos, como eletricidade, televisão, etc., por forma a adaptá-los às suas reais necessidades e reduzir assim as suas despesas fixas.
3. Elabore uma “lista de espera” para outros gastos.
Já todos os compromissos ou desejos que não sejam essenciais (como remodelações na casa, um novo eletrodoméstico, etc.) devem entrar numa “lista de espera”. Essa lista só será satisfeita quando houver margem de manobra suficiente no orçamento, ou seja, após o pagamento das despesas e de colocar de parte o valor atribuído destinado à poupança. Quando isso acontecer, defina, primeiramente, um montante como meta a alcançar, para facilitar o processo de poupança. Depois, basta adotar um conjunto de medidas para conseguir alcançar esse objetivo (como, por exemplo, rentabilizar a comida de sobra para novas refeições, ou fazer uma lista de compras antes de ir ao supermercado).
4. Antecipe-se a situações de maior dificuldade.
Caso as contas comecem a acumular e se tornar difícil controlar o orçamento e pagar as despesas do dia a dia, a melhor estratégia é ter uma atitude preventiva. Por um lado, e se a dificuldade em poupar está no pagamento das prestações de diferentes créditos, considere aderir ao crédito consolidado, que lhe permite juntar todos os outros créditos num só, de forma a ter uma única mensalidade e mais reduzida. Por outro lado, e se lhe for possível antecipar a dificuldade de pagamento dos compromissos financeiros, deve alertar a instituição financeira responsável. Para estas situações existe uma rede de apoio ao cliente, onde é possível obter informação, aconselhamento e acompanhamento para situações relacionadas com o risco de sobre-endividamento.
Seja para o fim das moratórias que se aproxima ou para outro qualquer período do ano, importa manter uma gestão responsável do orçamento familiar e das suas soluções de crédito, quer para prevenir o risco de endividamento, quer para conseguir poupar dinheiro que lhe permita concretizar as suas metas financeiras há muito desejadas da forma mais consciente.

Por:UNIBANCO

foto:DR

Artigo de Opinião de Paula Miranda- CONFINAR, COM MENTE DESCONFINADA

Voltamos ao confinamento, só que mesmo em confinamento físico podemos desconfinar a mente.

Já sabemos, e já passamos por isto muito recentemente, portanto, todos temos a noção clara de que, o facto de sermos privados de sair de casa como normalmente, o não podermos estar com quem mais gostamos, o estarmos limitados, pode também acabar por limitar e bloquear a nossa mente, e sobretudo afetar a nossa parte  emocional. É normal. Apenas precisamos de aprender, por exemplo, como alimentar a nossa parte mental e emocional.

Então, para que o nosso corpo físico esteja equilibrado, automaticamente e como hábito, essencialmente maior parte de nós, preocupamo-nos com três coisas:
Alimentar – ingerimos alimentos e líquidos;
Exercitar – exercício físico ou caminhadas;
Descansar – dormir as horas necessárias.

E se eu te disser, que também necessitamos destes três momentos para a nossa mente e para a nossa área emocional?
Para que estejamos equilibrados num todo, necessitamos olhar para todos estes aspetos.
Então se alimentas, exercitas e descansas o teu corpo físico, o que fazes à tua mente e consequentemente a tua área emocional?
1. Como tens andado a alimentar a tua mente?
2. Como a exercitas?
3. Que tipo de descanso lhe dás?

E com tudo isso que respondeste, como te sentes emocionalmente?

Aceita o meu convite. Vamos todos juntos DESCONFINAR A MENTE.

Deixo-te aqui o convite:
Responde a estas questões em privado para o meu email
treecoach9@gmail.com
Eu vou ajudar-te a criares os teus próprios hábitos pessoalmente, para isso no
email envia: Nome, nº telemóvel e melhor hora de contacto.

Com Amor e Gratidão

Paula Miranda
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Artigo de Opinião de Sara Morais- Hipnose Clínica e Resoluções Ano Novo

Ao anoitecer, milhares de mentes sussurram em silêncio, vago e envergonhado, os milhares de desejos que são libertados pelo fervor das doze badaladas. As superstições, os vários rituais tradicionais, os fogos-de-artifício, as cores, alimentam a esperança, afinal é no espaço de uma noite para o dia que nascem mais 365 novas oportunidades. É neste período de viragem que se faz o balanço das experiências desde o distanciamento ao isolamento, das várias aprendizagens como por exemplo: o não tomar nada como garantido, o valorizar um olhar de amor, um gesto de carinho, e sobretudo, refletir sobre o nosso caminho de felicidade e concretização. São apenas alguns exemplos que permitem estabelecer novas metas e desafios para continuar a trilhar o longo caminho da vida.

Nesta busca do autoconhecimento a Hipnose Clínica torna-se uma forte aliada enquanto terapia de desenvolvimento pessoal. Inicialmente, a terapêutica oferece um olhar atento sobre as sombras e crenças limitadoras que lhe causam o depauperamento das suas potencialidades. Seguidamente, é trabalhada a aceitação, a compreensão e a libertação das experiências negativas através das mais variadas técnicas de ressignificação e de reeducação comportamental. A objetivação e clarificação das preferências, objetivos e sonhos torna-se fundamental não só na recuperação e libertação da auto estima, mas também na consolidação de um novo autoconceito.

Em jeito de conclusão, embora a magnificência dos festejos das doze badaladas animem a busca pela utopia das 365 novas oportunidades, o novo ano só existirá se existir em si mesmo uma mudança – um novo “eu”.

“A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar” – Eduardo Galeano.

 

Sara Morais

Hipnoterapeuta

Artigo de Opinião de Ana Carolina- A Terapia da Fala em época de pandemia

A pandemia do COVID-19 provocou consequências na sociedade e em várias profissões. A Terapia da Fala não foi exceção e, de acordo com os diferentes contextos, sofreu alterações e adaptações. Em contexto hospitalar, em que existem serviços de internamento com doentes críticos, agudos e subagudos, os Terapeutas da Fala tiveram que garantir a continuidade da intervenção dos utentes, mas noutros contextos como clínicas, escolas e outras instituições, estes foram obrigados a interromper as intervenções e a reformular o modelo de intervenção, privilegiando assim uma intervenção à distância. Não existe um termo definitivo e o Terapeuta da Fala pode optar por diferentes designações, como teleterapia, telemedicina ou teleconsulta, uma vez que não existem normas neste sentido. Em Portugal, a investigação científica sobre a eficácia e eficiência da intervenção à distância em Terapia da Fala é, ainda, escassa mas noutros países, existem estudos que comprovam a eficácia e que se realizam, regularmente, intervenções de diferentes áreas por teleterapia.

O Terapeuta da Fala enfrenta assim, perante esta situação, mais um desafio profissional, com a necessidade de alterar a sua forma de intervenção. As sessões, por teleterapia, parecem ser funcionais, no entanto, existem algumas dificuldades sentidas como a limitação no acesso a tecnologias por parte de alguns pacientes, assim como alguns receios com a privacidade dos dados dos mesmos devido à necessidade de utilização de uma plataforma online. Por isso e embora pareça fácil, a teleterapia exige do Terapeuta da Fala ainda mais cuidados, preparação e monitorização.

A avaliação à distância deve refletir a validade dos procedimentos/resultados. No que respeita à intervenção, há vários estudos que evidenciam a sua eficácia, sendo que se deve utilizar materiais, metodologias e/ou outros recursos que tenham em consideração todas as variáveis do paciente. Assim, a teleterapia encontra-se num período de enorme evolução e exige treino e formação para aumentar os níveis de experiência e de familiaridade com as mudanças que são impostas.

Os Terapeutas da Fala e a sociedade no geral deparam-se com uma barreira à comunicação, o uso de máscara! Essencial e obrigatória, a máscara limita a interação e intervenção direta e presencial em todas as áreas de atuação do Terapeuta da Fala. Assim, torna-se crucial criar alternativas funcionais para que a intervenção seja o mais normalizada possível e em substituição das máscaras cirúrgicas aconselhadas para uso dos profissionais de saúde, alguns Terapeutas da Fala optam por máscaras de acrílico, certificadas, e viseiras que expõem a cavidade oral, permitindo maior acesso e visibilidade dos movimentos. O contexto pandémico que vivemos veio alterar a nossa forma de nos relacionarmos com os outros, seja na nossa vida familiar, seja em contexto laboral e social. O uso de máscara passou a ser generalizado a todos os contextos da nossa vida influenciando a forma de comunicarmos.

A intensidade média de uma conversa ronda os 60 dB. Com o uso de máscara há perda de 3-4 dB no caso da máscara cirúrgica e cerca de 12dB na máscara N95. Além desta degradação, nas máscaras que não são transparentes, acresce a perda de informação da leitura labial e expressividade facial. Assim e de modo a facilitar a comunicação com o uso de máscara, recomenda-se: olhar diretamente para parceiro comunicativo, eliminar ruídos de fundo, questionar ou dar feedback se a compreensão está a ser eficaz, falar pausadamente e com maior precisão.

A adaptabilidade está diretamente relacionada com o ser capaz de ajustar as respostas às necessidades e às circunstâncias.

Ana Carolina Melo Marques C-046322175

Terapeuta da Fala na APSCDFA, na Clínica Nossa Srª da Graça e na CliViseu

Venda de Imobiliário na Guarda Sofre, Arrendamento Anima

O mercado imobiliário nacional é ocasionalmente marcado por assimetrias profundas. Por um lado, observamos os grandes centros urbanos a marcarem manchetes pelos preços-recorde mês após mês, enquanto o interior do país tende a seguir no sentido inverso.

2020 foi um ano igualmente ímpar para o desempenho do imobiliário em Portugal. Os números revelam uma resiliência impressionante que segurou os preços durante alguns dos momentos mais desafiantes para a economia nacional.

Nesse sentido, 2021 deverá ainda assistir a uma quantidade de desafios cujo efeito é extremamente difícil de antecipar. Se a tendência verificada se mantiver, existem alguns motivos para otimismo.

Guarda – Mercado de Venda

O interior do país está acostumado a este termo, uma vez que elas são notórias em inúmeras áreas do quotidiano.Também no que toca ao mercado imobiliário, estão patentes nos mais recentes dados do barómetro mensal da Imovirtual. No segmento da venda, o ano de 2020 não foi de todo animador para a Guarda, com os preços a afundarem -14%. Se em dezembro de 2019 o preço médio de venda no distrito era de €130.503, volvido um ano situa-se em €112.222.

A nota positiva neste campo é referente aos números do período entre novembro e dezembro de 2020. Neste ponto temporal em particular, os preços mantiveram-se precisamente iguais no valor anteriormente mencionado (€112.222). Se tal significa que atingimos o ponto mais baixo de venda, resta aguardar por dados indicativos nas próximas semanas, mas existem motivos para crer que sim.

Guarda – Arrendamento

 Havíamos deixado claro que o conceito se aplica a nível nacional quando falamos de imobiliário e de igual forma no que distingue distritos do interior daqueles do litoral.

No segmento do arrendamento, a Guarda observa um crescimento notável em relação aos preços praticados, tendo dezembro de 2019 revelado um preço médio de arrendamento de €300. O mesmo valor era em novembro de 2020 de €364. Porém, é precisamente no curto espaço de tempo observado entre novembro e dezembro de 2020 que o desempenho mais impressiona. Um crescimento de 10.4% tem lugar num único mês, colocando o preço médio do arrendamento na Guarda em €402.

Se motivos existem para assistirmos a uma manutenção (e inclusive aumento) de preços no mercado de venda, costumam surgir após o aumento da procura no mercado de arrendamento. Um aumento dos valores praticados no arrendamento na ordem dos 34% entre dezembro de 2019 e dezembro de 2020 são seguramente motivos para ficarmos atentos.

O Que Reserva o Futuro?

O mercado imobiliário assiste com frequência a oscilações consideráveis, ainda que no panorama global, o desempenho nacional se mantenha positivo há anos a fio.

No que toca a distritos de interior como a Guarda, a qualidade de vida que aqui se encontra juntamente com preços baixos no imobiliário poderão ser argumentos mais que suficientes para obrigar o mercado de venda a crescer a curto prazo.

Num ano atípico em que conceitos como o teletrabalho e uma procura anormal por destinos turísticos no interior acabaram por ditar tendências, só o evoluir dos próximos meses poderá revelar se a tendência de preços se irá manter ou alterar por completo.