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Artigos de Opinião

Artigo de Paula Miranda — FIQUEI SEM NADA! E AGORA?

Fiquei sem Nada. E agora?

Quantas vezes já nos lamentamos por algo que perdemos, que nos roubaram, que por algum motivo, seja ele qual for desapareceu?

Depois há a frase na sua forma literal. É que ficaram mesmo sem Nada.

Um incêndio que em menos de nada levou tudo. Levou tudo o que é material, levou recordações e investimentos de uma vida. Levou, é certo. Foi um susto enorme? Foi. É real e presenciei-o na primeira pessoa. Ver uma casa arder sem nada podermos fazer, dá-nos uma sensação de impotência, traz-nos sentimentos de raiva e tristeza profunda. Diria que ainda hoje passados alguns dias quando regresso à minha casa e vejo este cenário, parece quase irreal.

Já ouvi uma outra frase, vezes sem conta, “para cada problema existem mil e uma soluções”, e neste caso é o que mais me acompanha e faço por passar como exemplo a esta família que nos acolheu como vizinhos há tão pouco tempo, ao filho que apoiou e apoia o meu na inclusão na nova escola.

Podemos sempre escolher a perspetiva com que queremos ver, sentir e agir em cada situação da nossa vida.

Eu quero escolher encontrar soluções e ajudá-los neste momento a verem, sentirem e agirem também nesta perspetiva.

Um passinho de cada vez e vamos caminhar no sentido da reconstrução neste caso de uma casa e quatro vidas que se safaram do infortúnio que poderia ter sido bem pior.

O que é que podemos fazer?

[  ] Mostrar o nosso exemplo de força e determinação;

[  ] Calçar os sapatos deles, e perceber que se fossemos nós, o que gostaríamos de ouvir e receber;

[  ] Unirmo-nos enquanto seres humanos e povo, para que a dor seja menor;

[  ] Ver e Sentir a realidade, que por mais dura, injusta ou triste que seja, existe, é real.

[  ] Apoiar

[  ] Abraçar

[  ] Não especular

[  ] Apenas Ser

 

Caraças isto pode acontecer a qualquer um de nós!

 

Amor e Amizade Incondicional nestes momentos deve ser o que devemos escolher Ser.

 

A vocês que estão a passar por este desafio gigante, NUNCA DEIXEM DE ACREDITAR.

Eu, sou e serei sempre:

A vizinha do Porto.

O “Mercado do Bolhão” que caiu em Fornos de Algodres

A “Bruxinha”

Sou Eu e estou Aqui

 

Apoios necessários neste momento:

  •  Muito Amor
  •  Muita Compaixão

 

AÇÃO SOLIDÁRIA

 

Toda a ajuda neste momento será muito bem-vinda.

 

Conta da São e família:

 

NIB : 0035 0327 0002 0279 9303 9

IBAN: PT50 0035 0327 0002 0279 9303 9

 

Sempre por perto … treecoach9@gmail.com

 

Com Amor e Gratidão

Paula Miranda

 

Coach Profissional & Kid Coach

Especialista em Comunicação e PNL

Atendimento Parental e Escolar

Analista Comportamental

Rua Marquês de Tomar, 22

Fornos de Algodres

Tlm 932 688 567

treecoach9@gmail.com

 

Artigo de Ana Carolina Marques—- A Terapia da Fala na 3ª Idade

 

O Terapeuta da Fala pode intervir na população mais idosa?

 

O envelhecimento não tem uma data de início estabelecida. Sem nos apercebermos os cabelos ficam esbranquiçados, a pele enrugada e o tempo parece que voa. Com o envelhecimento surgem as dificuldades em funções e atividades que antes nos pareciam tão simples, como é o caso do falar, do comer ou do escrever. É aqui, que começamos a ter consciência que nem sempre as coisas mais simples estão garantidas. Com todas as alterações na vida da pessoa, muitas das vezes surge a ideia de incapacidade porque se perdeu o seu lugar na sociedade, o que pode desencadear frustrações, alterações emocionais e isolamento (porque reduzem drasticamente as interações).

À medida que as pessoas envelhecem, ficam mais propícias a desenvolver patologias que têm repercussões negativas na comunicação e na deglutição, como é o caso do AVC, Parkinson, Alzheimer, entre outros. A capacidade de articular com precisão as palavras, compreender e expressar mensagens verbais pode também estar alterada nestas patologias.

Se quisesse dizer obrigada ao seu filho ou parabéns ao seu neto e as palavras não saíssem? Como se sentia? O que ponderava fazer? E se não conseguisse comer porque se engasgava com frequência ou porque não conseguia engolir? Como ficava? Onde ia procurar ajuda? Qualquer pessoa pode vir a ter problemas ao nível da comunicação e/ou da deglutição ao longo do processo de envelhecimento, quer este seja fisiológico (natural) ou patológico.

As alterações na comunicação são das mudanças mais evidentes e que por vezes advêm da presbiacúsia (envelhecimento do aparelho auditivo) porque a pessoa não compreende o que lhe é dito. Estas condições influenciam negativamente a pessoa, levando-a à solidão e à deterioração da imagem a nível social. Deste modo, podemos concluir que as alterações comunicativas podem também advir de condições patológicas.

As alterações na voz e na fala dizem muito sobre a nossa saúde. A presbifonia (envelhecimento da voz) pode surgir em qualquer momento e depende da saúde física/psicológica da pessoa, da alimentação, estilo de vida ou mesmo fatores ambientais. Assim, é necessário estar atento aos sinais porque podem ser indicativos de problemas neurológicos, funcionais ou orgânicos que não podemos ignorar.

As dificuldades na alimentação (disfagia), nomeadamente em engolir os alimentos de forma segura, são muito comuns e podem ter como causa os problemas neurológicos (AVC, TCE, Parkinson, Alzheimer, Paralisia Cerebral…). As dificuldades podem evidenciar-se na mastigação, manipulação do alimento ou mesmo no transporte deste. Este tipo de perturbação pode implicar consequências assoladoras na qualidade de vida da pessoa, desde desidratação, subnutrição, depressão, asfixia, até, eventualmente, a morte.

A intervenção direta do Terapeuta da Fala abrange o envelhecimento fisiológico mas também o patológico, onde, de forma geral, se promove sempre a autonomia, qualidade de vida e realização pessoal. É também efetuada uma intervenção indireta, onde os cuidadores fazem parte de todo o processo de reabilitação, já que a comunicação com estes são requisitos fundamentais para manter a qualidade de vida.

A formação do Terapeuta da Fala qualifica-o para dar resposta às necessidades da pessoa idosa considerando os fatores biopsicossociais, aconselhando-a e reabilitando algumas das funções. Deste modo, o tratamento adequado e o envolvimento dos cuidadores permite atuar não só no foco da patologia mas também no contexto da pessoa, tentando ultrapassar as barreiras e superando as suas dificuldades.

Em caso de dúvidas, consulte um Terapeuta da Fala.

 

Ana Carolina Melo Marques C-046322175

Terapeuta da Fala na APSCDFA, na Clínica Nossa Srª da Graça e na CliViseu

 

Artigo de Vítor Santos—Desporto tuga

Todos os momentos são oportunos para se abordar o tema da ética no desporto.

No desporto português existe, pelo menos, algo transversal a todos os agentes e clubes: a desconfiança. Um sentimento muito português em que o outro só ganha porque é “chico‑esperto” e nunca por mérito. No desporto não pode existir dúvida nenhuma em relação ao mérito do vencedor, pelo que a vigilância ética tem de ser vivida por todos.

O adepto anónimo tem todo o direito a ser fanático pelo seu clube e fazer todo o tipo de comentários e avaliações, por mais ridículos que sejam. Quando falamos de agentes desportivos (dirigentes, treinadores, atletas, árbitros, jornalistas, pais, etc.), já não temos de ser tolerantes ou permissivos. Temos de ser exigentes no respeito pelo desporto, pela modalidade e pelo agente desportivo.

A verdade é que existe logo de início uma perceção de incompetência dos outros. Os treinadores, árbitros e adversários são todos uns incompetentes e “eu” é que sei. Esquecemo‑nos do mérito. Que do outro lado existe trabalho, dedicação e vontade iguais ou superiores muitas vezes aos nossos. Outra perceção também imediatamente subjacente é a de injustiça. O mundo está todo contra nós. São as competições que estão mal, a equipa adversária que faz batota, a nomeação de árbitro/VAR que visa prejudicar‑nos. A vitimização é por demais evidente. Os argumentos são sempre os mesmos: “pequenos, mas dignos”, “da aldeia, com muito gosto”, “pobres, mas sem dívidas”. Este tipo de argumentos não faz sentido quando falamos de desporto. Temos é de falar de organização, superação, trabalho, etc.

Perante tudo isto, assistimos a uma falta de respeito pelos agentes desportivos: treinadores, árbitros, dirigentes e atletas. O treinador porque é chulo, o árbitro porque é corrupto, o atleta porque é vadio e o dirigente porque é um oportunista. Estes são os alvos dos mais variados comentários depreciativos. Não raro são os próprios dirigentes e treinadores a darem voz a estas observações, o que ainda é muito mais grave. Estes julgamentos primários definem o carácter de quem os faz e não do alvo a que se dirigem.

Os líderes são pouco líderes. Não acreditam nas suas escolhas, nas suas equipas, no seu trabalho! Quando um treinador permite que seja feita alguma intervenção extrajogo por parte da direção do clube, nunca mais vai ser respeitado. Se corre bem, será a direção a vangloriar-se de ter ganho o jogo, a competição. Se corre mal, é despedido.

Os principais clubes portugueses não têm muito a ensinar em termos de gestão. Os passivos financeiros são conhecidos e muito do ruído que fazem é para não se falar do que realmente importa: o jogo. Por isso não vão por aí, porque vão gastar dinheiro que não têm e que vão ter de pagar.

Quando falamos em formação, tudo se amplifica. Os pais são dos que alinham neste tipo de estar no desporto e argumentam desta forma. Têm de ser educados e ensinados sobre o que é o desporto e a modalidade. Ninguém quer prejudicar o seu filho. Ele não é o centro do mundo. É uma criança que quer divertir-se e aprender a jogar. O treinador não persegue o seu filho. O árbitro nem sabe quem é o seu filho. O adversário quer o mesmo que o seu filho.

Por isso, deixem jogar e desfrutem do espetáculo que é o desporto. Tal como o seu filho.

 

Vítor Santos

Embaixador do Plano Nacional de Ética no Desporto

Artigo de Saúde de Sara Morais— Ao Encontro do Desejo e da Necessidade

O longo caminho da vida é ditoso, errante, repleto de dualidades o que implica uma boa dose de perseverança e compreensão sobre os processos do “eu”. Na jornada, o leitor é confrontado por dois importantíssimos atalhos: o Desejo e a Necessidade.

Desejo é, intrinsecamente, algo que lhe é familiar. Não vale a pena negar… Já por diversas vezes, durante a sua caminhada, fechou os olhos e, sim, abandonou a razão, ou qualquer ato consciente e, instintivamente, desejou algo como se estivesse à mercê da roda da fortuna. Essa força instintiva e inconsciente é crescente e perentória à medida que o Ser Humano vai interagindo e experienciado ao longo dos anos. O desejo, designa-se, assim, por uma energia direcionada para satisfazer algo que realmente quer muito, mas que não é imperativa para a sua sobrevivência.

Em termos fisiológicos este processo ocorre quando o centro de recompensa, localizado no cérebro, é submerso pela substância dopamina que cria a sensação de desejo, contudo sem causar um impacto hedônico. Assim, quando o leitor é submetido a uma experiência de superação, como por exemplo: ganhar um concurso ou concluir uma obra de arte; a dopamina é produzida em grandes quantidades e, por conseguinte, leva-o a desejar, através da recordação, a experienciar mais momentos equiparados.

Por vezes, o leitor usa este atalho para suprimir a distância de um caminho mais longo, porque o faz sentir temporariamente mais preenchido ou, simplesmente, porque faz parte da sua natureza. O desejo é um processo que deve ser usado para alavancar o sujeito para ação e para o desenvolvimento do conhecimento através da experimentação. Contudo, se usado de forma imprudente poderá levá-lo a divergir do seu carreiro equilibrado e saudável.

Do outro lado da bifurcação encontra a Necessidade que é tudo o que representa a carência capaz de comprometer a sobrevivência e, por essa razão, quando não colmatada, recebe toda atenção e energia do sujeito, como por exemplo: a fome. No momento em que a concentração de nutrientes (glicose no sangue) está diminuída, o Hipotálamo recebe ordens para procurar a ingestão de alimento para compensar a carência orgânica. Por este motivo, é que o leitor já terá escutado que “a necessidade aguça o engenho”, ou seja, quando uma privação representada pela pirâmide de Maslow é percebida, o individuo é motivado para direcionar a sua energia para satisfazer as suas carências.

A saúde mental é, também, dependente da busca pela satisfação das necessidades e pelo adorno dos desejos. Por isso é fundamental ter clareza sobre estes processos para ajudá-lo a compreender as necessidades por de trás dos desejos. O desejo não tem que ser um viés negativo, pois faz parte da natureza humana. Contudo é importante desenvolver a autoconsciência e o autoconhecimento para estabelecer um equilíbrio entre estes dois processos.

Ao experienciar a Hipnose Clínica, o leitor terá a possibilidade de entrar em contacto com os seus desejos e carências mais profundas. Tomar consciência das dificuldades e identificar as suas necessidades, libertar-se da condição de refém pelos impulsos. Surge, então, uma consciência trabalhada no sentido de buscar para a sua vida um equilíbrio sustentado na satisfação das suas necessidades pelo meio da alimentação adequada, segurança, educação, lazer, socialização, e auto valorização.

Para concluir, a Hipnose Clínica vincula-se, assim, como a coluna dorsal de um novo mapa mental, uma nova configuração do “eu” nesta sua caminhada em que as várias exigências beliscam, diariamente, o seu trajeto de vida saudável e equilibrado.

No próximo boletim saúde poderá verificar mais sobre por que repetimos os padrões autodestrutivos e o papel da Hipnose Clínica.

 

Sara Morais

Hipnoterapeuta

Consultas 91 63 54 106

sfilipa.morais@gmail.com

Artigo-Como poupar água e energia na cozinha

A cozinha é um dos espaços da casa que mais consome água e energia. Neste artigo elaborado pela Selectra em parceria com O Magazine Serrano, descubra as melhores dicas para poupar, cuidar do meio ambiente e ainda do seu bolso.

A poluição ambiental é um problema atual que nos preocupa a todos.. No entanto, para melhorar a situação atual (ou pelo menos que não piore) é necessário agir sobre o assunto, e isso pode começar em casa. Desta forma, mostraremos algumas dicas para poupar água e energia na cozinha.

Dados recentes publicados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) descrevem que 9 em cada 10 pessoas no mundo respiram ar contaminado. Por outro lado, a UNESCO alertou que, a menos que sejam tomadas medidas, espera-se que até 2030 o mundo tenha que enfrentar um déficit global de água de 40%.

Se cuidarmos do nosso consumo energético, contribuiremos para reduzir a produção de energia necessária e, portanto, a poluição ambiental. O mesmo acontece com a água, um recurso escasso e sem o qual não podemos viver. Reduzir o seu consumo significa proteger o nosso futuro e das próximas gerações.

Poupar água e energia na cozinha

A cozinha é o local onde mais utilizamos água e energia de toda a casa. Por isso, é importante estar atento e modificar os nossos hábitos. Saiba como reduzir os consumos na cozinha, reduzindo a conta da água e da energia.

Conselhos para poupar água na cozinha

A água é um dos recursos mais importantes do nosso planeta e, infelizmente, todos os dias milhares de litros são desperdiçados no mundo inteiro. Se mudarmos alguns hábitos, podemos reduzir o consumo de água em casa.

  1. Lave os legumes e frutas num recipiente

Quantos de nós lavamos as frutas e legumes em água a correr da torneira? De certeza que a maioria. Para poupar água, pode encher uma tigela ou um pequeno alguidar e mergulhar as frutas e vegetais na água e lavá-los. Depois, pode reutilizar essa água para regar as plantas.

  1. Encha o lava-loiça para lavar à mão

Novamente o erro de deixar a torneira aberta enquanto lavamos alguma coisa. O primeiro passo é remover todos os restos para evitar o entupimento lava-loiça. Depois disso, coloque os pratos e louças em ordem: primeiro os copos, xícaras, pratos e talheres e, finalmente, panelas e frigideiras. Ensaboe-os e encha o lava-loiça com água para enxaguar.

  1. Use a lava-louças

Acredite ou não, a máquina de lavar louça usa menos água do que você precisa para lavar a mesma quantidade de pratos e panelas à mão. Se você tem um em casa, use! Claro, ligue-o quando estiver cheio: colocá-lo para funcionar quando estiver meio cheio é um desperdício de água e energia.

  1. Verifique as torneiras

É importante que as torneiras da sua cozinha estejam em bom estado, sem fugas e, sobretudo, que as feche adequadamente após cada utilização. Pense que uma torneira a pingar pode perder mais de 20 litros por dia.

  1. Cozinhe a vapor

Sabia que os vegetais retém melhor os seus valores nutricionais quando são cozidos a vapor? Além disso, você reduzirá seu consumo de água. Experimente cozinhar espinafres, brócolos, abóbora, feijão verde ou cenouras.

  1. Não descongele nada com a torneira aberta

Quando nos esquecemos de descongelar os alimentos a tempo, acabamos por recorrer à água quente da torneira para acelerar o processo. Desta forma, desperdiçamos água potável.

  1. Se ferver legumes, reutilize a água

O caldo que se obtém depois de ferver os legumes é uma base perfeita para preparar sopas, ensopados e até massas. Não o desperdice deitando essa água fora, use-a para dar sabor aos seus pratos.

Conselhos para poupar energia

Poupar água e energia na cozinha é essencial para cuidar dos nossos bolsos e lutar por um mundo mais sustentável. Agora que já ficou com algumas ideias para cuidar do consumo de água, vamos mostrar outras para minimizar o consumo de energia.

É óbvio que mudar hábitos vai ajudar tanto a reduzir consumos como as contas de energia. No entanto, e embora aplique ações para poupar energia, é sempre importante que esteja atento ao preço da luz, já que existem várias empresas no mercado, e por mínimas que sejam, existem diferenças que podem ajudar a poupar ainda mais dinheiro. Por isso, compare preços, analise os vários fornecedores e contrate a energia mais barata. Associar bons hábitos de poupança, a tarifas de luz mais em conta, só lhe dará vantagens.

  1. Compre eletrodomésticos eficientes

Da próxima vez que tiver que comprar um novo aparelho, verifique a classe energética! Aqueles com a classificação A irão ajudá-lo a poupar dinheiro através do baixo consumo de energia, enquanto cuida do meio ambiente.

  1. Regule a temperatura do seu frigorífico de acordo com a época do ano

No inverno, o frigorífico não precisa funcionar em temperaturas tão baixas como no verão, portanto, se regular o termostato, poderá diminuir o consumo de energia. A temperatura deve estar entre 3 e 5 graus: 5 no inverno e 3 no verão. A diferença parece mínima, mas garantimos que notará a diferença.

  1. Coloque no frigorífico os alimentos quando estiverem frios

Evite manter alimentos quentes no frigorífico. Quando coloca um prato quente no frigorífico, vai forçá-lo a trabalhar mais para poder arrefecer a comida, aumentando assim o gasto de energia.

  1.  Verifique a localização do frigorífico

Este deve estar afastado de fontes de calor como o forno e, ao mesmo tempo, deve ter um espaço entre a parede para que o ar possa circular livremente, evitando o sobreaquecimento.

  1. Desligue o forno e a placa vitrocerâmica antes de terminar a cozedura

O forno e a placa vitrocerâmica permanecem quentes durante algum tempo depois de os desligar, pelo que é aconselhável terminar a cozedura com os mesmos desligados.Verá que os alimentos cozinham da mesma forma, mas com menos gasto de energia!

  1. Não abra o forno a meio da cozedura

Abrir o forno ao cozinhar significa perder 20% do calor que o aparelho deve recuperar quando a porta for fechada novamente. Calcule bem os tempos de cozimento e evite o desperdício de energia. Outra ideia? Cozinhe vários pratos ao mesmo tempo para aproveitar o forno pré-aquecido.

  1. Desligue os aparelhos que não usa

 

Pense, por exemplo, na máquina de café em cápsula. Já reparou que se não desligar, consome energia mesmo que não a use? O mesmo vale para o micro-ondas ou muitos outros aparelhos.

Poupar água e energia na cozinha envolve uma série de mudanças de hábitos. Comece a trabalhar e lute por um mundo mais saudável. Seguindo estas dicas, cuidará do seu bolso e do futuro dos seus filhos.

 

Artigo de Música de Madalena Fonseca— Ópera – Canto sofrido ou sentido?

No livro “Breves Notas Sobre Música”, de Gonçalo M. Tavares, de acordo com Henri Jeanson, um cantor de ópera é: “uma pessoa que recebe uma facada nas costas e que em vez de sangrar, se põe a cantar”. Podemos observar como a música (geralmente) é sentida por quem a canta, e como se faz sentir ao ouvinte, através da voz e performance do cantor. Sendo o canto operático, um tipo de música intensa nos seus vários níveis, podemos relacioná-lo, de forma metafórica, a uma “facada nas costas” do cantor. O sentimento é transportado pelo cantor, através da música que sai da sua voz – o sentimento seja de dor ou tristeza, mostra como o cantor “sofre” de forma “bela”. Da “facada”, advém algo contrário ao que seria esperado (que seria um grito), e algo que toca o ouvinte. É, portanto, “tudo possível” no palco, todos os sentimentos são possivelmente musicados, e tornados belos para os nossos ouvidos. A carga de sentimento que um cantor operático, ou qualquer outro cantor, coloca na sua voz, atinge o espectador, fazendo-o sentir. Esse excerto, explica como o cantor operático supera a carga dolorosa de uma música, através da projeção da sua voz pelas bancadas dos espectadores. Projeção essa, bela e melodiosa para nós, e que mostra como a música pode tornar belo, o que seria o seu contrário. Esta é uma ótima definição para o que é a música, o seu poder de transformar o que queremos repelir e distanciar, numa obra de arte, bela e emocionante.

 

Madalena Fonseca

Artigo de Paula Miranda—-Era uma vez… É DESTA VEZ!

  • Era uma vez…

Era uma vez uma menina, ela nasceu carregada de sonhos.

Os seus sonhos eram grandes, tão grandes como o crescimento dela.

Houve sonhos que se tornaram reais, que aconteceram, alguns naturalmente, outros pensados e trabalhados, mas haviam outros que ela achava que eram difíceis de alcançar de tão grandes que eram, achava mesmo que eram impossíveis.

Só de pensar neles, estes traziam medo.

O medo vem com o desconhecido, o medo vem com algo que queremos no futuro, o medo pode paralisar-nos, mas o medo também pode alavancar-nos…

Uma coisa que ela não sabia, é que nesta vida existem milhares de possibilidades e que as podemos escolher para nós, apenas devemos trabalhar no sentido de as conseguir.

Sim, TUDO É POSSIVEL.

Nesse sonho grande, habitava uma enorme vontade de mudar a vida, de passar a Ser aquilo que queria Ser, de Servir, de Ajudar. Para isso acontecer teria de largar tudo, reconstruir, começar do zero…

UI MEDO! E se não conseguir, e se não der, e se não for possível, e se… e se… e se…

Houve um dia que decidiu!

E quando decidimos, precisamos pôr em ação, definir estratégias, fazer acontecer.

Adoro esta frase, FAZER ACONTECER!

E ela fez!

O Era uma vez passou a É DESTA VEZ!

 

Essa menina, Sou EU!  E desta vez aconteceu!

O meu sonho maior está em fase de execução. O meu sonho, está aqui. É real.

O meu sonho, pode ser o teu crescimento.

 

Hoje Sou, quem sempre quis SER;

Hoje Faço, aquilo que me apaixona;

Hoje Tenho o espaço que sempre idealizei;

Hoje Dou o melhor de mim no meu trabalho;

Hoje Recebo o que vier até mim com gratidão.

 

Sou Grata pelo que construí, e pelo que aí vem.

 

Que sei que serão coisas boas, pois o vosso crescimento, a vossa transformação é a minha transformação e o meu crescimento.

Não sou eu que vos transformo, são vocês que se escolhem transformar.

Eu aqui, apenas vos abro o vosso próprio caminho.

 

A Lei do Universo é LINDA ©

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Com Amor e Gratidão

Paula Miranda

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Artigo de Opinião de Sara Morais— Hipnose Clínica à Flor da Pele

Expressões como “A mulher ficou com os nervos à flor da pele” permitem que o seu pensamento crie, automaticamente, a imagem de uma mulher, agitada, que age sob o impulso, à medida que as emoções parecem brotar como suor que lhe sai da pele … Mas o mais interessante desta visualização, não é efetivamente a imagem da mulher em si, mas a reação do próprio leitor que, inconscientemente, alterou o movimento das suas narinas e o próprio batimento cardíaco. Estas pequenas alterações subconscientes comprovam que mesmo quando as palavras são mudas o corpo fala!

Manifestações como o suor, o odor, a temperatura, a irritação ou comichão da pele são alterações causadas, comumente pelos diversos fatores psico emocionais. E porquê? No que respeita ao órgão mais extenso do corpo humano -a pele – constituída pela epiderme e derme, tem como origem embrionária o neuro- ectoderma onde são formados o sistema nervoso e a pele, e por essa mesma razão existe uma relação entre as emoções e as doenças dermatológicas.

A Psoríase é uma, entre inúmeras outras, efemeridades que testemunha este vínculo. Esta, é caracterizada como uma doença crónica e inflamatória, na qual a pele se veste de placas encarnadas e salientes que provocam desconforto e prurido. Este processo inflamatório, proliferado pela epiderme, é reacional, e consequentemente, quanto mais o leitor estiver exposto a níveis de elevado stresse emocional maior será a inflamação.

Os aumentos de produção de cortisol na corrente sanguínea vão ativar as células dendríticas da pele, o que vai desencadear uma maior libertação de neuro mediadores e catecolaminas pelas terminações nervosas contribuindo para piorar a inflamação cutânea e retardar o processo de cicatrização das feridas. Este agravamento vai produzir um impacto psicossocial negativo, pois vai impossibilitar a realização de tarefas, ditas normais e rotineiras, a autoestima baixa, e o isolamento social surge como um mecanismo compensatório para lidar com a incapacidade de exposição do próprio corpo ou com o julgamento alheio sobre as lesões, aparência ou até mesmo um contágio hipotético e irreal.

Na envolvência destes constrangimentos, é possível através da Hipnose Clínica, controlar a sintomatologia e diminuir, significativamente, o processo inflamatório de forma natural e sem contraindicações. A dissociação entre a emoção e a razão desencadeia, por si só, a libertação hormonal de dopamina e serotonina que vai, automaticamente, reduzir os níveis de cortisol na corrente sanguínea e, por conseguinte, travar ou diminuir todo o processo inflamatório cutâneo. Para além desta compreensão fisiológica, esta ferramenta terapêutica permite regular outras funções autónomas, como: o fluxo sanguíneo, ou até mesmo a dor, o prurido.  A intervenção abrange, também, os diversos fatores psicossomáticos que influem negativamente nas doenças dermatológicas, devolvendo assim a qualidade de vida ao leitor.

No próximo boletim de saúde poderá saber mais sobre a diferença entre o desejo e a necessidade.

 

 

Sara Morais

Hipnoterapeuta

Consultas 91 63 54 106

sfilipa.morais@gmail.com

Artigo de Ana Carolina Marques—“As crianças que têm dificuldade em aprender têm dificuldades intelectuais.”Será esta afirmação, ainda ouvida várias vezes, verdadeira?

“As crianças que têm dificuldade em aprender têm dificuldades intelectuais.”

Será esta afirmação, ainda ouvida várias vezes, verdadeira?

As dificuldades de aprendizagem são bastante frequentes em idade escolar, podendo a criança evidenciar dificuldades em todas as áreas ou apenas na leitura, na escrita ou na matemática. Muitas vezes estas dificuldades surgem associadas a uma baixa autoestima, desmotivação, ansiedade, défice de atenção, problemas emocionais ou de comportamento e é importante compreender a interação entre os vários fatores, para proceder a uma intervenção adequada e eficaz.

Os problemas de aprendizagem manifestam-se fundamentalmente na entrada para o 1º ciclo e refletem-se na diminuição do desempenho escolar, principalmente quando se apresentam tarefas que requerem linguagem escrita. Podem ser inúmeras as razões para essas dificuldades:

  • Incapacidade geral para aprender. Uma criança que tenha um baixo quociente intelectual terá dificuldades na aprendizagem de todas as matérias escolares, e consequentemente também terá dificuldades na aprendizagem da leitura e escrita.
  • Imaturidade na iniciação da aprendizagem da leitura. A aprendizagem da leitura e escrita deverá ter início quando a criança apresenta um nível de maturidade suficiente. Normalmente, as crianças atingem esta maturidade por volta dos seis anos e meio, período que coincide com a idade de entrada para o ensino primário. No entanto, nem todas as crianças atingem essa maturidade ao mesmo tempo. Acontece frequentemente que, quando a aprendizagem da leitura tem início precocemente, as crianças podem fracassar nesta tarefa, o que pode posteriormente determinar a instalação de uma atitude negativa em relação à leitura.
  • Alterações no estado sensorial e físico. Perturbações mais globais de desenvolvimento, como é o caso de deficiências intelectuais, défices neurológicos, síndromes, autismo, deficiências auditivas e/ou visuais, ou outros, podem afetar aspetos cognitivos, comunicativos, motores e sociais e tendem a afetar a aprendizagem.
  • Alterações no estado emocional e comportamental. O bloqueio intelectual causado por níveis de ansiedade muito elevados ou uma Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção comprometem a qualidade das aquisições escolares.
  • Meio cultural da criança. Vários estudos têm demonstrado a importância de uma estimulação adequada do meio para o desenvolvimento da criança. Uma criança que vive num ambiente que lhe possa fornecer diversas experiências (através da utilização de uma linguagem adequada, utilização de livros, jogos educativos ou viagens/experiências reais) tem muito mais oportunidade para adquirir conhecimentos, do que crianças que não tenham esta oportunidade. Desta forma, o meio pode afetar tanto a motivação como o incentivo para aprender.

Os défices de aprendizagem são bastante diferentes da Perturbação do Desenvolvimento Intelectual e ocorrem em crianças com desempenho intelectual normal ou até elevado. Estes défices afetam somente certas funções, enquanto que nas crianças com Perturbação do Desenvolvimento Intelectual as dificuldades afetam de maneira ampla as funções cognitivas.

Conclusão: a afirmação citada é falsa.

Ana Carolina Melo Marques C-046322175

Terapeuta da Fala na APSCDFA, na Clínica Nossa Srª da Graça e na CliViseu

 

Artigo de Vítor Santos- O Desporto agrega

O Desporto agrega

Dia Internacional do Desporto ao Serviço do Desenvolvimento e da Paz celebra-se a 6 de abril

A Assembleia-Geral da ONU festeja o Dia Internacional do Desporto ao Serviço do Desenvolvimento e da Paz todos os anos. A data foi instituída pela ONU em agosto de 2013. Foi escolhido o dia 6 de abril já que foi neste dia se iniciou a primeira edição dos Jogos Olímpicos da era moderna, em Atenas, em 1896. Em 2014 celebrou-se pela primeira vez o Dia Internacional do Desporto ao Serviço do Desenvolvimento e da Paz. Este dia é um complemento ao Dia Olímpico.

Depois da Segunda Guerra mundial, os países europeus chegaram à conclusão de que, no seu próprio interesse, era necessário evitar futuros conflitos e preservar a paz, através de uma ação comum. Esta evolução no sentido de cooperação esteve na origem da primeira Comunidade Europeia, em 1952, e da criação de uma televisão – União Europeia de Radiofusão. Paralelamente a estes primeiros passos no sentido da integração europeia a nível político, surgiram as primeiras competições desportivas europeias. O desporto foi entendido como uma ferramenta basilar na construção de uma nova Europa. A UEFA foi fundada em 1954, e com ela as primeiras competições entre clubes europeus. Em 1955 o jornal francês L´Équipe sugere um Campeonato Europeu.

Em fevereiro de 2018, atletas da Coreia do Sul e da Coreia do Norte desfilaram juntos na cerimónia de abertura da vigésima terceira edição dos Jogos Olímpicos de Inverno. A equipa feminina de Hóquei no Gelo era inclusive composta por atletas dos dois países, gesto considerado pelo The New York Times como a mais marcante reconciliação das duas nações na última década.

Existe uma frase marcante de Nélson Mandela que sintetiza na perfeição o âmbito desta data: “o desporto pode criar esperança onde antes havia desespero; é mais poderoso que o governo em quebrar barreiras sociais; o desporto tem o poder de mudar o mundo”. Koffi Anan, ex – Secretário-geral da ONU reforçou essa importância escrevendo que “O desporto é uma linguagem universal que pode aproximar povos quaisquer que sejam as suas origens, passado, crenças religiosas ou condições económicas.”

O preâmbulo do regulamento da Organização Internacional para a Paz pelo Desporto – A Paz e Desporto – fundada em 2007 pelo campeão mundial do Pentatlo Moderno, o francês Joel Bouzou, o conceito da paz sustentável implica não só a ausência de guerra, mas também a criação de uma estrutura social imbuída de valores que contribuam para a manutenção da paz- trabalho em equipa, fairplay, disciplina, confiança mútua, diálogo, fraternidade.

Ainda em 2011, no estudo “Desporto, poder e relações internacionais” o académico brasileiro Wanderley de Vasconcelos parte da premissa de que “o desporto favorece e fortalece os vínculos de aproximação dos povos e a comunhão de afinidades, que conduzem à conquista de simpatias, passando estas para as instâncias governamentais ou, melhor, dos estados”.

A guerra na Ucrânia também é um falhanço europeu

Não existem dúvidas que o desporto é um “produto e um processo gerador de educação, de cultura, de lazer e de economia, no quadro da organização social dos países”. A relação entre Desporto e Paz é amplamente reconhecida.

Alguns dos principais órgãos do desporto mundial já reagiram à invasão russa na Ucrânia. O acolhimento de inúmeras crianças e jovens por parte dos clubes é dos aspetos mais relevantes de solidariedade pois permite uma integração nas sociedades acolhedoras muito mais rápida e eficaz. No pós-guerra, o desporto, vai ser das mais importantes e deverá servir para agregar os países. O desporto pode liderar a atuação social de milhares de ucranianos.

Infelizmente, e citando Manuel Sérgio: “o desporto sofre hoje uma ameaça terrível, que se dirige à sua própria essência. E essa ameaça vem não só da «sociedade do espetáculo», que é a nossa e que origina a «civilização do homem sentado», mas também dos poderes que o submetem ao lucro selvagem e globalizado, ou então o toleram vigiado, instrumentalizado.” Triste sinal o deste desporto que aplaude a mediocridade, em nome da eficácia, que sacrifica os valores mais puros nos altares do êxito.

O desporto – não a clubite, com a cultura são os instrumentos de todos aqueles que lutam por um mundo novo: com paz e desenvolvido. Parte integrante do nosso património cultural, o desporto foi sempre um meio privilegiado para estabelecer laços entre os povos, para além das barreiras linguísticas e dos estereótipos nacionais. Numa Europa em mutação, o desporto constitui um admirável fator de integração, capaz de abolir inúmeras barreiras. Este facto justifica amplamente o importante lugar que o desporto ocupa na Europa.

Nos dias de hoje o desporto tem, provavelmente, um dos seus maiores desafios. O desporto tem em si um conjunto de qualidades e valores que nos vão ajudar na ressocialização e revitalização de uma Europa moderna.

“Mas o desporto pode promover o desenvolvimento e a paz?

Ao longo dos tempos, o desporto deu uma resposta positiva a esta pergunta.” José Lima

Comemorar este dia nunca fez tanto sentido como hoje!

 

 

Vítor Santos

Embaixador do Plano Nacional de Ética no Desporto