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Artigos de Opinião

Artigo de Opinião de Sara Morais- Hipnose Clínica e Resoluções Ano Novo

Ao anoitecer, milhares de mentes sussurram em silêncio, vago e envergonhado, os milhares de desejos que são libertados pelo fervor das doze badaladas. As superstições, os vários rituais tradicionais, os fogos-de-artifício, as cores, alimentam a esperança, afinal é no espaço de uma noite para o dia que nascem mais 365 novas oportunidades. É neste período de viragem que se faz o balanço das experiências desde o distanciamento ao isolamento, das várias aprendizagens como por exemplo: o não tomar nada como garantido, o valorizar um olhar de amor, um gesto de carinho, e sobretudo, refletir sobre o nosso caminho de felicidade e concretização. São apenas alguns exemplos que permitem estabelecer novas metas e desafios para continuar a trilhar o longo caminho da vida.

Nesta busca do autoconhecimento a Hipnose Clínica torna-se uma forte aliada enquanto terapia de desenvolvimento pessoal. Inicialmente, a terapêutica oferece um olhar atento sobre as sombras e crenças limitadoras que lhe causam o depauperamento das suas potencialidades. Seguidamente, é trabalhada a aceitação, a compreensão e a libertação das experiências negativas através das mais variadas técnicas de ressignificação e de reeducação comportamental. A objetivação e clarificação das preferências, objetivos e sonhos torna-se fundamental não só na recuperação e libertação da auto estima, mas também na consolidação de um novo autoconceito.

Em jeito de conclusão, embora a magnificência dos festejos das doze badaladas animem a busca pela utopia das 365 novas oportunidades, o novo ano só existirá se existir em si mesmo uma mudança – um novo “eu”.

“A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar” – Eduardo Galeano.

 

Sara Morais

Hipnoterapeuta

Artigo de Opinião de Ana Carolina- A Terapia da Fala em época de pandemia

A pandemia do COVID-19 provocou consequências na sociedade e em várias profissões. A Terapia da Fala não foi exceção e, de acordo com os diferentes contextos, sofreu alterações e adaptações. Em contexto hospitalar, em que existem serviços de internamento com doentes críticos, agudos e subagudos, os Terapeutas da Fala tiveram que garantir a continuidade da intervenção dos utentes, mas noutros contextos como clínicas, escolas e outras instituições, estes foram obrigados a interromper as intervenções e a reformular o modelo de intervenção, privilegiando assim uma intervenção à distância. Não existe um termo definitivo e o Terapeuta da Fala pode optar por diferentes designações, como teleterapia, telemedicina ou teleconsulta, uma vez que não existem normas neste sentido. Em Portugal, a investigação científica sobre a eficácia e eficiência da intervenção à distância em Terapia da Fala é, ainda, escassa mas noutros países, existem estudos que comprovam a eficácia e que se realizam, regularmente, intervenções de diferentes áreas por teleterapia.

O Terapeuta da Fala enfrenta assim, perante esta situação, mais um desafio profissional, com a necessidade de alterar a sua forma de intervenção. As sessões, por teleterapia, parecem ser funcionais, no entanto, existem algumas dificuldades sentidas como a limitação no acesso a tecnologias por parte de alguns pacientes, assim como alguns receios com a privacidade dos dados dos mesmos devido à necessidade de utilização de uma plataforma online. Por isso e embora pareça fácil, a teleterapia exige do Terapeuta da Fala ainda mais cuidados, preparação e monitorização.

A avaliação à distância deve refletir a validade dos procedimentos/resultados. No que respeita à intervenção, há vários estudos que evidenciam a sua eficácia, sendo que se deve utilizar materiais, metodologias e/ou outros recursos que tenham em consideração todas as variáveis do paciente. Assim, a teleterapia encontra-se num período de enorme evolução e exige treino e formação para aumentar os níveis de experiência e de familiaridade com as mudanças que são impostas.

Os Terapeutas da Fala e a sociedade no geral deparam-se com uma barreira à comunicação, o uso de máscara! Essencial e obrigatória, a máscara limita a interação e intervenção direta e presencial em todas as áreas de atuação do Terapeuta da Fala. Assim, torna-se crucial criar alternativas funcionais para que a intervenção seja o mais normalizada possível e em substituição das máscaras cirúrgicas aconselhadas para uso dos profissionais de saúde, alguns Terapeutas da Fala optam por máscaras de acrílico, certificadas, e viseiras que expõem a cavidade oral, permitindo maior acesso e visibilidade dos movimentos. O contexto pandémico que vivemos veio alterar a nossa forma de nos relacionarmos com os outros, seja na nossa vida familiar, seja em contexto laboral e social. O uso de máscara passou a ser generalizado a todos os contextos da nossa vida influenciando a forma de comunicarmos.

A intensidade média de uma conversa ronda os 60 dB. Com o uso de máscara há perda de 3-4 dB no caso da máscara cirúrgica e cerca de 12dB na máscara N95. Além desta degradação, nas máscaras que não são transparentes, acresce a perda de informação da leitura labial e expressividade facial. Assim e de modo a facilitar a comunicação com o uso de máscara, recomenda-se: olhar diretamente para parceiro comunicativo, eliminar ruídos de fundo, questionar ou dar feedback se a compreensão está a ser eficaz, falar pausadamente e com maior precisão.

A adaptabilidade está diretamente relacionada com o ser capaz de ajustar as respostas às necessidades e às circunstâncias.

Ana Carolina Melo Marques C-046322175

Terapeuta da Fala na APSCDFA, na Clínica Nossa Srª da Graça e na CliViseu

Venda de Imobiliário na Guarda Sofre, Arrendamento Anima

O mercado imobiliário nacional é ocasionalmente marcado por assimetrias profundas. Por um lado, observamos os grandes centros urbanos a marcarem manchetes pelos preços-recorde mês após mês, enquanto o interior do país tende a seguir no sentido inverso.

2020 foi um ano igualmente ímpar para o desempenho do imobiliário em Portugal. Os números revelam uma resiliência impressionante que segurou os preços durante alguns dos momentos mais desafiantes para a economia nacional.

Nesse sentido, 2021 deverá ainda assistir a uma quantidade de desafios cujo efeito é extremamente difícil de antecipar. Se a tendência verificada se mantiver, existem alguns motivos para otimismo.

Guarda – Mercado de Venda

O interior do país está acostumado a este termo, uma vez que elas são notórias em inúmeras áreas do quotidiano.Também no que toca ao mercado imobiliário, estão patentes nos mais recentes dados do barómetro mensal da Imovirtual. No segmento da venda, o ano de 2020 não foi de todo animador para a Guarda, com os preços a afundarem -14%. Se em dezembro de 2019 o preço médio de venda no distrito era de €130.503, volvido um ano situa-se em €112.222.

A nota positiva neste campo é referente aos números do período entre novembro e dezembro de 2020. Neste ponto temporal em particular, os preços mantiveram-se precisamente iguais no valor anteriormente mencionado (€112.222). Se tal significa que atingimos o ponto mais baixo de venda, resta aguardar por dados indicativos nas próximas semanas, mas existem motivos para crer que sim.

Guarda – Arrendamento

 Havíamos deixado claro que o conceito se aplica a nível nacional quando falamos de imobiliário e de igual forma no que distingue distritos do interior daqueles do litoral.

No segmento do arrendamento, a Guarda observa um crescimento notável em relação aos preços praticados, tendo dezembro de 2019 revelado um preço médio de arrendamento de €300. O mesmo valor era em novembro de 2020 de €364. Porém, é precisamente no curto espaço de tempo observado entre novembro e dezembro de 2020 que o desempenho mais impressiona. Um crescimento de 10.4% tem lugar num único mês, colocando o preço médio do arrendamento na Guarda em €402.

Se motivos existem para assistirmos a uma manutenção (e inclusive aumento) de preços no mercado de venda, costumam surgir após o aumento da procura no mercado de arrendamento. Um aumento dos valores praticados no arrendamento na ordem dos 34% entre dezembro de 2019 e dezembro de 2020 são seguramente motivos para ficarmos atentos.

O Que Reserva o Futuro?

O mercado imobiliário assiste com frequência a oscilações consideráveis, ainda que no panorama global, o desempenho nacional se mantenha positivo há anos a fio.

No que toca a distritos de interior como a Guarda, a qualidade de vida que aqui se encontra juntamente com preços baixos no imobiliário poderão ser argumentos mais que suficientes para obrigar o mercado de venda a crescer a curto prazo.

Num ano atípico em que conceitos como o teletrabalho e uma procura anormal por destinos turísticos no interior acabaram por ditar tendências, só o evoluir dos próximos meses poderá revelar se a tendência de preços se irá manter ou alterar por completo.

Artigo de Opinião : “Vamos abraçá-lo?”

“Vamos abraçá-lo?”

E assim começamos o ano 2021, ano de transições e mudanças.

Vamos abraçá-lo?

No início de cada ano, temos por hábito pedir desejos às 12 badaladas, desejar algo para nós.

Algumas vezes, com o decorrer do ano, acabamos por nos sentir frustrados, por não conseguirmos atingir certas e determinadas metas, acabamos por culpar tudo e todos à nossa volta pela falha…

Isto acontece maioritariamente, não por incompetência ou falta de ação, mas antes por falhas na nossa aprendizagem, falta de consciência. Não fomos ensinados a perceber o nosso mundo interior e acabamos por nos autossabotar.

Portanto é muito importante apreendermos como podemos atuar após desejarmos algo para nós, e até perceber como o poderemos definir. A isto chamamos definição de objetivos.

E então como posso definir um objetivo para 2021?

Aqui deixo alguns passos importantes:

Objetivos Específicos – Ao definirmos um objetivo, devemos defini-lo da forma mais específica possível, para que a nossa mente o acolha com bastante clareza.

Objetivos Mensuráveis – Devem ser objetivos medíveis, para que possamos definir métricas e analisar o processo.

Objetivos Atingíveis – Aqui devemos ter em atenção se o objetivo que estamos a definir, é possível ser alcançado por nós, sem intervenção de terceiros. Ou seja, terá de ser algo que apenas nós sejamos os responsáveis pelo seu desempenho, e algo que está ao nosso alcance, mesmo com muito trabalho.

Objetivos Realistas – Que sejam possíveis de ser realizados, que seja algo que está na nossa realidade diária.

Objetivos Temporais – Todos os objetivos devem ser definidos para uma data especifica. A definição de um tempo de duração estabelece um sentimento de compromisso, o que aumenta a nossa motivação e crescente esforço nas nossas atitudes.

Intenção por trás deste objetivo? – Tão ou mais importante que definir um objetivo, é termos a clareza e consciência da nossa maior intenção ou propósito, para querermos ver esse objetivo alcançado.

Por exemplo, uma pessoa que deseja emagrecer, não deve apenas desejar “ser mais magra”.

Deve antes definir, por exemplo: “No próximo ano quero emagrecer 20kg, neste momento tenho 85 kg e vou ficar com 65kg. Este é um objetivo que posso atingir e é só da minha responsabilidade conseguir, é realista pois já tive este peso e até ao dia 8 de abril vou conseguir.”; “O meu propósito por trás deste objetivo é ser mais saudável e sentir-me bem comigo.”

 

E lembra-te RESULTADOS = DEFINIÇÃO + AÇÃO

Para chegarmos a resultado final, depois de definirmos o que queremos, temos de entrar em ação.

Faz uma lista das ações que podes fazer para chegar ao resultado final.

Bom trabalho

 

NOTA FINAL: Não queiras fazer tudo ao mesmo tempo, define pequenas ações primeiro, ações que sejam para ti fáceis de executar, sê consistente e celebra cada pequena vitória.

Maior parte das vezes, precisamos de alterar hábitos e rotinas, disso falamos depois…

Com Amor e Gratidão

E não te esqueças podes marcar comigo a Tua Sessão Gratuita

 

Paula Miranda

 

Coach Profissional &Practitioner em PNL

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Tlm 932 688 567

treecoach9@gmail.com

Rua S Vicente, 2245

4445-210 Alfena

 

Artigo de Opinião- A importância do Terapeuta da Fala na Neonatologia

Atualmente, os inúmeros avanços ao nível da medicina proporcionaram a sobrevivência de recém-nascidos de 26 semanas de idade gestacional, recém-nascidos de muito baixo peso, bem como bebés com doenças embrionárias e genéticas, malformações e lesões encefálicas.

O prognóstico de desenvolvimento dessas crianças, conforme demonstram diversos estudos, tem mostrado uma grande incidência de sequelas do desenvolvimento global na população de recém-nascidos de pré termo e recém-nascidos de risco. Os distúrbios são múltiplos e incluem desde dificuldades ao nível da alimentação, da aprendizagem, comportamentais a alterações neuromotoras. Estes dados justificam a necessidade de uma equipe multidisciplinar intervir precocemente, no sentido de minimizar sequelas, proporcionando uma boa qualidade de vida a estes bebés e famílias.

A intervenção do terapeuta da fala ao nível do atendimento neonatal é já uma realidade do nosso quotidiano. Integrando esta equipa, a sua intervenção assume um papel de relevância nos cuidados prestados ao recém-nascido. No campo de atuação encontra-se com frequência a vertente da alimentação, do desenvolvimento neurosensoriomotor e a eficácia da comunicação.

A intervenção tem um caráter preventivo primário e secundário, pois envolve a orientação e o aconselhamento dos pais, como também a deteção e intervenção direta no recém-nascido. Esta intervenção inicia após a avaliação e elaboração de um programa de tratamento, tendo sempre em conta as necessidades específicas de cada bebé. As técnicas específicas do conhecimento do terapeuta da fala visam a facilitação do desenvolvimento normal sensório-motor oral do bebé para o sucesso da função alimentar (seja esta ao peito e/ou ao biberão) bem como o desenvolvimento normal do seu sistema estomatognático (sistema composto pelas estruturas da face, cabeça e pescoço que agem harmoniosamente na realização de variadas tarefas funcionais, entre as quais a sucção e a deglutição) e da interação/comunicação.

Ana Carolina Melo Marques C-046322175

Terapeuta da Fala na APSCDFA, na Clínica Nossa Srª da Graça e na CliViseu

Artigo de Opinião- Hipnose Clínica um alelo da saúde mental em plena pandemia

 

A resposta comportamental do Ser Humano volve ao redor dos hábitos. E quando questionamos o outro: “Como está?” ou “Como vai?”; sempre escutamos a mesma resposta “Vai-se andando” ou “Vai-se empurrando”, uma explicação imposta pela máscara social que outrora era usada como mecanismo de defesa para não expor as próprias fraquezas.

Agora, e sem precedentes, a realidade despe a invisibilidade vestindo-se de um pedaço de pano em jeito de mordaça e, que apesar de salvaguardar um bem maior, vai cercando o nosso rosto, os nossos sonhos e, desejos numa constante lembrança de incerteza, silenciando o que nos vai na alma. O toque deixou a nossa rotina, assim como o sorriso que se tornou refém do jogo das escondidas, imposto pelas palavras confinamento e desconfinamento. Atualmente, só o olhar e as palavras servem de estibordo para afagar a liberdade e consolar a ânimo.

Esta marcha lenta e silenciosa de desânimo e de cansaço, poderá refletir no abismo da saúde mental. É necessário alertar, que não é vergonha procurar auxílio técnico e profissional para ajudar a diluir as maleitas do “eu” interior. É premente desenvolver a consciência social que o ser humano é apenas um ser sensível e como tal compreende naturalmente a diversos desafios emocionais.

É neste momento de cuidados redobrados que a Hipnose Clínica poderá servir como esteio na sustentação de uma saúde mental equilibrada.  A terapêutica assente na Hipnoterapia não só permite um estado relaxamento mental e físico, como leva a alterações das várias perceções como por exemplo: sensoriais, intelectuais, memória, atenção e inclusivamente emocionais. A vasta complementaridade de técnicas permite intervir em diversas áreas de perturbações nervosas e emocionais desde a Borderline, TADH, síndrome de pânico, depressão, Transtornos obsessivos compulsivos, perdas emocionais e perturbação do sono. O tratamento permite o acesso ao subconsciente, onde estão depositados os vários sentimentos, emoções, hábitos e memórias, os quais em estado vígil não é possível ajustar ou alterar.

Neste seguimento, a Hipnose Clínica uma válida alternativa a todas as terapias convencionais da saúde mental, pressupondo de igual forma o desenvolvimento do autoconhecimento e, por conseguinte, expandir a capacidade de interagir com o seu próprio eu interior de forma equilibrada e emocionalmente inteligente.

 

Sara Morais

Hipnoterapeuta

Artigo de Opinião de Paula Miranda: “Este mês…”

Este mês …

“Há algum tempo, num campo de uma aldeia, no meio da natureza, haviam várias árvores de fruto e muitos dentes de leão.

Um dia, um pássaro muito colorido, viu que uma dessas árvores estava com poucos ramos, muito seca e triste.

Então perguntou:

– O que precisas para voltares a crescer?

A árvore respondeu:

– Preciso do meu melhor alimento, de voltar a acreditar em mim e fazer crescer os meus sonhos.

Então o pássaro voou, voou, voou e começou a juntar outros pássaros. Depois de se agruparem, pediu:

– Vamos todos juntos até aquele pomar, ajudar a amiga árvore ter força e alimentar-se dos seus sonhos para crescer linda e viçosa.

Assim, se todos batermos as nossas asas com muita força, vamos fazer com que estes dentes de leão se soltem e alimentem as raízes da amiga árvore, para assim ela crescer forte e saudável!

Com a ajuda de todos os pássaros, a árvore acreditou que era possível, cresceu feliz, os seus ramos multiplicaram-se e passou a alimentar outros seres.”

  • Qual é o alimento que está a faltar à tua árvore?
  • Quem te pode ajudar para que a tua árvore cresça saudável?
  • Faz sentido não alimentares a tua árvore?

Marca a tua Sessão de Transformação

Investe em TI

Afinal és a pessoa mais importante da tua vida

Com Amor e Gratidão

 

Paula Miranda

treecoach9@gmail.com

Artigo de Opinião (Sara Morais) – A Dificuldade de concentração e a Hipnose Clínica

Este ano fomos convidados a reformular os nossos comportamentos, a domar as nossas paixões, a suspender sonhos e experiências, mas sobretudo aprendemos a redirecionar o nosso comportamento e pensamento em prol da Humanidade.

Agora, de regresso à vida académica e à nova normalidade, a dificuldade na concentração volta à ribalta das preocupações mais prementes no desempenho escolar, bem como na qualidade de vida de muitos adultos e crianças.

A concentração destaca-se pela capacidade de organização e estruturação do pensamento que permite direcionar atenção para a realização de uma determinada tarefa.  No dia a dia, existe uma sobrecarga de estímulos sensoriais que ousam captar atenção e que surgem, normalmente, como fatores de distração. No entanto, o bom funcionamento do córtex pré-frontal, área do cérebro responsável pela organização, atenção e controle dos impulsos e manifestação das emoções, permite a reorganização e a estruturação do pensamento, neutralizando os elementos de dissociação do pensamento.

Todavia, a diminuição da concentração está, normalmente, associada ao transtorno de ansiedade generalizada – TAG- ou ao transtorno do Déficit de Atenção, denominado por TDA. O transtorno de ansiedade generalizada é facilmente reconhecido pela constante irritabilidade, alterações do padrão do sono, tensão muscular e apatia. Enquanto, os sintomas de alerta para TDA são mais complexos no processo de identificação, uma vez que a mesma compreende impulsividade comportamental, hiperatividade e dificuldade em expressar emoções, que são casualmente desvalorizados no seio da nossa sociedade moderna.

Estas disfunções causam dificuldades no desempenho das várias tarefas do quotidiano o que acaba por provocar condicionamentos na vida diária, e como resultado promove o isolamento, a tristeza, a baixa autoestima e a frustração.

A Hipnose Clínica, enquanto ferramenta terapêutica complementar, tem um papel fundamental na recuperação da qualidade de vida, para além de suavizar a sintomatologia associada. A alteração do estado vígil, para um outro estado de consciência, permite não só aquietar a mente e o corpo, como reorientar o pensamento para uma determinada tarefa. Neste seguimento, as representações externas e cinestésicas deixam de dominar o foco de atenção, passando a um segundo plano da própria consciência. Em adição, o próprio estado de transe hipnótico potência a libertação de forma natural; sem recurso a medicação, os neurotransmissores como a dopamina, que ajudam a restabelecer a concentração, o humor e as emoções de forma equilibrada e natural.

Assim, a Hipnose Clínica devolve a qualidade de vida ao paciente, estimulando a concentração e reduzindo ou até mesmo eliminando os sintomas e causas associadas à dificuldade de concentração, e favorece o autoconhecimento e o autocontrolo sobre si mesmo, enquanto ferramenta de desenvolvimento pessoal.

 

 

                Sara Morais

Hipnoterapeuta

Artigo de Opinião (Ana Carolina)- Mitos associados à Terapia da Fala impedem intervenções precoces

Atualmente o Terapeuta da Fala é associado a crianças e a problemas de dicção ou gaguez, contudo são várias as áreas de atuação assim como as faixas etárias da intervenção.

O Terapeuta da Fala é um profissional de saúde com competências para intervir desde o nascimento. Intervém em recém-nascidos, na área da alimentação e no desenvolvimento de competências comunicativas, junto dos pais e equipa multidisciplinar nas Unidades de Cuidados Neonatais. Também efetua uma intervenção junto de crianças em idade pré-escolar, centrando-se na prevenção, diagnostico e intervenção na promoção das competências linguísticas, vocais e de comunicação assim como na intervenção das suas perturbações. Em crianças e jovens em idade escolar a intervenção centra-se nas perturbações da leitura e da escrita, patologia vocal, na potencialização da comunicação e na gaguez. Sendo que nos dois últimos grupos etários é essencial desenvolver todo o trabalho junto dos educadores, professores e família.

Na idade adulta, o campo  de atuação é maioritariamente em perturbações da linguagem adquiridas, após acidente vascular cerebral (AVC), demências, tumores, Parkinson ou traumatismo crânio encefálico (TCE), patologias vocais e da deglutição (dificuldade a beber e/ou engolir líquidos), sendo que mais uma vez o trabalho em equipa multidisciplinar é essencial.

Existem algumas ideias preconcebidas que levam a que o diagnóstico seja feito tardiamente e que inviabilize o sucesso da intervenção. Ou seja, a intervenção precoce ajuda a prevenir problemas que podem comprometer uma aprendizagem saudável, um normal desenvolvimento, uma comunicação eficaz assim como a qualidade de vida da pessoa. É importante que as pessoas estejam atentas a vários sinais de alerta, para que seja possível, ao Terapeuta da Fala, avaliar e diagnosticar precocemente possíveis patologias e intervir adequadamente.

Ao contrário do que muitas vezes é mencionado, podemos recorrer a um Terapeuta da Fala mesmo quando ainda as crianças não sabem falar. Se, por exemplo, a criança tem dificuldades em mastigar ou fazer uma boa sucção devemos pedir uma avaliação por um Terapeuta da Fala ou se trocar sons ao falar ou se apontar para fazer pedidos, junto da família ou dos seus pares na escola, não se deve rotular como “preguiçosa” e uma avaliação atempada é essencial.

Há ainda a ideia de que antes dos 5 anos não vale a pena pedir uma avaliação contudo, se esta ideia não é aceitável aos 3 anos, está completamente errada aos 5 anos. Se a criança não se faz entender com os seus pares ou se os pais não percebem o que ela diz com 3 anos é um sinal de alerta importante, assim como ter dificuldade em ter interesse pelos sons do ambiente, por exemplo.

Nem todas as crianças usufruem de intervenção direta precisamente porque há conhecimentos técnicos que nos permitem realizar uma prevenção primária e secundária para cada caso. Muitas vezes não irá ser trabalhada logo a fala, mas sim um conjunto de competências essenciais ao desenvolvimento da comunicação e da linguagem, que irão preparar a criança para produzir sons e usar as palavras. Pedir ajuda quando uma gaguez que já dura há mais de um ano também não é aconselhado. Uma rouquidão que dura há mais de 15 dias não é normal, e aqui também devemos pedir uma avaliação por um Otorrinolaringologista.

Como se verificou, a idade não é o fator determinante para procurar ou não a opinião de um Terapeuta da Fala, mas sim as dificuldades que a criança ou o adulto poderá apresentar.

Ana Carolina Melo Marques C-046322175

Terapeuta da Fala na APSCDFA, na Clínica Nossa Srª da Graça e na CliViseu

 

Artigo de Opinião: Coaching de Paula Miranda

É com um enorme sentimento de gratidão e privilégio que aceitei este convite do Magazine Serrano.

Aqui vou poder partilhar, desenvolver e acrescentar a todos os que nos leem a melhor e mais importante ferramenta do nosso desenvolvimento – Tomada de Consciência.

NÓS SOMOS CRIADORES

ACREDITA EM TI

Este é o slogan que acompanha o Tree Coach!

Sou a Paula, tenho 42 anos e uma paixão pelo desenvolvimento pessoal, pelo estudo conjunto da parte mental e emocional do ser humano, do empoderamento e crescimento de todos, pois todos temos a possibilidade de ser mais e melhores a cada dia, só precisamos muitas vezes é de ter um GPS disponível.

O Coaching pode ser o GPS que te falta.

Nesta primeira publicação, a minha intenção é trazer Clareza do que é isto de ser coach de que tanto se fala hoje em dia.

  • O Coach proporciona ao coachee (cliente), através de um processo de coaching, maior controle sobre a sua própria vida, garantindo o desenvolvimento de habilidades e concretização de objetivos em qualquer área.
  • O Caminho entre o ponto A (onde nos encontramos) e o ponto B (para onde queremos ir), pode muitas vezes ter altos e baixos, curvas e contra curvas, situações desconhecidas, com o GPS certo, todos conseguimos chegar ao destino a que nos propomos.
  • Trabalhamos:
    • superação de limitações e obstáculos
    • ressignificação de acontecimentos
    • criação de novos hábitos / rotinas
    • comunicação
    • reprogramamos pensamentos, palavras e ações… e muito mais

 

  • Através de um processo de coaching podemos encontrar o equilíbrio entre o nosso estado emocional e racional, bem como o equilíbrio entre as áreas pessoais e profissionais.

A intenção de um coach é proporcionar ao cliente, autoconhecimento, autoconfiança, autossatisfação, auto valorização e autoestima para que se possa sentir verdadeiramente pleno.

Resumindo o Coaching é uma Viagem Mágica ao seu interior.

Como funciona? Processos de 12 sessões personalizadas para cada cliente, onde são utilizadas pelo coach perguntas poderosas que levam o cliente às respostas que tem dentro de si. É através das várias ferramentas efetivas, que o coach leva o cliente a um profundo empoderamento.

A frequência das sessões será definida de acordo com e necessidade do cliente.

 

A SALVAGUARDAR:

  • Coachee é o único RESPONSÁVEL pela sua transformação e deverá estar COMPROMETIDO a 100% em alcançar o objetivo.

Afinal, quem é a pessoa responsável pela realização dos teus sonhos?

Resumindo o Coaching é:

A Arte de ajudar o coachee a descobrir onde está, qual o local onde quer estar, e o caminho a percorrer para lá chegar!

Reais Benefícios:

  • Revisão do próprio projeto de vida pessoal e da carreira profissional
  • Conhecimento sobre novas maneiras e formas de agir
  • Coragem para descobrir e viver a sua missão de vida
  • Desenvolvimento de novas habilidades
  • Redução do stress
  • Mudança de pensamentos sabotadores e limitantes
  • Melhora nas relações interpessoais e profissionais
  • Descobertas de talentos
  • Gestão do tempo
  • Inteligência Emocional
  • Melhor qualidade de vida

 

No Tree Coach, estamos comprometidos com os nossos clientes desde a primeira abordagem.

Aqui, não há lugar a julgamentos.

A confidencialidade do processo individual está salvaguardada pelo código de ética profissional.

Se quiserem vivenciar a experiência de uma sessão, só precisam de uma coisa – MARCAR.

A Sessão de Transformação ou Sessão de Reconhecimento de 30 minutos, é Gratuita.

Com Amor e Gratidão

Paula Miranda