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Taça das Regiões- AF Guarda joga em Vila Real de 28 a 30 de janeiro

A Taça das Regiões é um Torneio Interassociações de Futebol Sénior Masculino, que, nesta primeira fase, para além da , vai contar com a presença de mais três associações: AF Vila Real, AF Bragança, AF Guarda e AF Aveiro.

Aqui fica o calendário completo desta 1ª fase da competição:

28 Janeiro (sexta feira) | 17h00

AF Vila Real vs AF Guarda
AF Aveiro vs AF Bragança

29 Janeiro (sábado) | 15h30

AF Bragança vs AF Vila Real
AF Guarda vs AF Aveiro

30 Janeiro (Domingo) | 11h00

AF Vila Real vs AF Aveiro
AF Bragança vs AF Guarda

Artigo:A revisão entre pares abordada no filme “Não Olhem para Cima” é um dos pilares da ciência

No âmbito do programa “Cultura, Ciência e Tecnologia na Imprensa”, promovido pela Associação Portuguesa de Imprensa.

Contribuir para o avanço do conhecimento é algo que todos os cientistas ambicionam. Mas para isso, é necessário que as suas descobertas sejam validadas por outros cientistas. Esta validação é feita através do processo de revisão entre pares, um dos pilares do processo científico, mencionado por Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrense no filme “Não Olhem Para Cima”.

Se já viu o filme “Não Olhem Para Cima”, de Adam McKay, terá notado que o professor Randall Mindy e a sua doutoranda Kate Dibiasky, interpretados por Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrense, questionam o processo científico de revisão entre pares da missão implementada pela BASH, a grande empresa que prometia impedir que o cometa “destruidor de planetas” acabasse com a vida na Terra. Mas afinal o que é que é o processo de revisão entre pares e em que medida é que este seria uma importante ferramenta para escolher a missão mais eficaz para salvar o mundo?

A revisão entre pares é o processo através do qual os cientistas avaliam o trabalho desenvolvido por outros cientistas, sendo um dos principais pilares da ciência. Esta avaliação pode ocorrer em várias etapas do processo científico, mas é mais frequente quando os cientistas que conduziram um determinado estudo submetem o seu trabalho a uma revista científica, com o objetivo de verem as suas descobertas publicadas e disseminadas pela comunidade científica.

Existem pelo menos três fases no processo de revisão entre pares

A primeira fase ocorre no momento em que o artigo é submetido para uma revista científica selecionada pelos autores, de acordo com a área de investigação e com as características do estudo. Nesta fase, o trabalho passa por uma primeira avaliação por parte do editor da revista. Quando são identificadas limitações significativas no trabalho desenvolvido, ou quando a investigação não se enquadra nos objetivos da revista, o artigo é imediatamente rejeitado. Segundo o grupo Elseviers (https://www.elsevier.com/connect/authors-update/5-ways-you-can-ensure-your-manuscript-avoids-the-desk-reject-pile) 30 a 50% dos artigos são rejeitados nesta fase.

A segunda fase ocorre quando o artigo passa nesta primeira avaliação e é enviado para revisão entre pares. O editor convida um, dois ou mais cientistas com experiência reconhecida na área de investigação, designados por revisores. O número de revisores depende da área de conhecimento e da revista científica. Por exemplo, na revista multidisciplinar Nature (https://www.nature.com/nature-portfolio/editorial-policies/peer-review) são usualmente convidados dois ou três revisores por artigo. É importante que os revisores não tenham qualquer ligação direta com o estudo, para evitar potenciais enviesamentos na avaliação.

Aos revisores convidados, é solicitado que analisem, de forma independente e criteriosa, se as hipóteses dos autores são suportadas pela evidência científica; se os métodos implementados são adequados para testar as hipóteses; se os dados foram recolhidos e analisados corretamente; se as conclusões dos autores vão de encontro com os dados obtidos; se acrescenta conhecimento ao já existente; entre outros aspetos. Revistas com processos mais rigorosos de revisão entre pares tendem a ser julgadas como mais prestigiadas pela comunidade científica.

É através destas avaliações e da sua própria perspetiva que o editor consegue filtrar os estudos com qualidade, que serão publicados na revista e consequentemente disseminados pela comunidade científica. Assim, podem acontecer três cenários distintos:

No primeiro cenário, o estudo é avaliado com elevada qualidade e é aceite para publicação, sem qualquer revisão. Este cenário é pouco frequente, já que a maioria dos estudos tem alguns aspetos que podem beneficiar de uma revisão, ainda que mínima.

No segundo cenário, os revisores encontram problemas incorrigíveis que diminuem a qualidade do estudo e, consequentemente, a validade das suas descobertas. Perante uma avaliação negativa deste tipo, o editor geralmente opta pela rejeição do artigo, o que faz com que o mesmo não seja publicado na revista.

Por fim, no terceiro cenário, apesar de considerarem que o estudo tem vários pontos positivos, os revisores apontam aspetos que devem ser melhorados ou esclarecidos.

Aqui, inicia-se a terceira fase do processo de revisão entre pares: os autores são convidados pelo editor a submeter uma versão revista do artigo, de forma a responder às dúvidas e solicitações dos revisores e do próprio editor. Esta versão é avaliada novamente pelos revisores e o processo repete-se até que o editor decida aceitar (caso todas as questões dos revisores tenham sido devidamente respondidas) ou rejeitar o artigo (caso as revisões feitas ao artigo não tenham acrescentado qualidade ao mesmo, existindo problemas que limitam muito a validade das conclusões). No caso da revista The Lancet (https://www.thelancet.com/), uma das mais prestigiadas na área da medicina, apenas 5% dos artigos submetidos são aceites para publicação.

O processo de revisão pode demorar vários meses ou até vários anos, exigindo esforço e dedicação de todos os intervenientes. Porém, estas revisões permitem aumentar a confiança nas descobertas do estudo, ao agregar não só os conhecimentos dos autores, mas também os conhecimentos e críticas dos revisores e do editor.

Existem diferentes tipos de revisões. As mais comuns são as revisões cegas simples, revisões cegas duplas e revisões abertas. Nas revisões cegas simples, os autores não sabem a identificação dos revisores. Nas revisões cegas duplas, os autores não sabem a identificação dos revisores e os revisores também não sabem a identificação dos autores. Por outro lado, nas revisões abertas, a identidade dos autores e dos revisores é conhecida por todos os envolvidos no processo de revisão. Apesar de terem vantagens e desvantagens distintas, todos os tipos de revisões partilham o mesmo propósito: garantir que o conhecimento científico provém de estudos de qualidade, seguindo metodologias rigorosas, baseadas na evidencia científica e não enviesadas por interesses políticos, económicos ou pessoais.

Voltando ao filme, a recusa do CEO da BASH em responder a questões relacionadas com o processo científico da missão, sugere que o mesmo não foi validado por revisão entre pares. Consequentemente, não só não foi possível averiguar a (evidente falta de) qualidade do projeto, a sua base teórica e a adequabilidade da metodologia, como também não foi possível lutar contra um claro enviesamento político e económico na seleção da missão a ser implementada.

É sabido que o processo de revisão entre pares não está isento de limitações, conforme descrito neste artigo publicado na revista Frontiers in Neuroscience (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4444765/). Por exemplo, a revisão entre pares, sendo um processo praticado por humanos, está sujeita a erro ou falhas de comunicação entre os autores e os revisores, e nem sempre é eficaz na identificação de possíveis erros. É também um processo demorado, que pode limitar o acesso atempado a conhecimento científico em momentos mais urgentes, como no contexto pandémico.

No entanto, apesar das limitações, a revisão entre pares no filme “Não Olhem Para Cima” teria ajudado a evitar uma catástrofe global bem ao estilo de Hollywood, mas facilmente transferível para a vida real.

Joana Grave

Licenciada em Psicologia (2012) e Mestre em Psicologia Forense (2014) pela Universidade de Aveiro. Colaborou enquanto investigadora (2016-2018) no Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, e como assistente convidada (2017-2018) na mesma instituição. É atualmente bolseira de doutoramento em Psicologia no Departamento de Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro, em colaboração com o Departamento de Psiquiatria e Psicoterapia da Universidade de Tübingen, Alemanha. O objetivo geral da sua investigação passa por compreender a forma como determinadas pistas sociais (em particular, expressões faciais e odores corporais) são percecionadas e modelam processos cognitivos, comportamentais e fisiológicos, tanto na população geral como em certas perturbações mentais. Para além do percurso académico, é membro da Ordem dos Psicólogos Portugueses desde 2016. Já desempenhou funções de psicologia clínica, psicogerontologia e psicologia da justiça.

“Programa para edifícios mais sustentáveis com reforço de 15 milhões

O Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis foi reforçado em 15 milhões de euros, para um total de 60 milhões financiados pelo Fundo Ambiental.”

O referido programa abriu a 21 de junho de 2021 na plataforma do Fundo Ambiental com uma dotação inicial de 30 milhões de euros, provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência. Esta verba foi reforçada a 26 de novembro com outros 15 milhões.
O Plano de Recuperação e Resiliência conta com um total de 135 milhões de euros para aplicar, até 2025, na eficiência energética dos edifícios.

O montante já financiado corresponde ao apoio a 16.148 candidaturas, o que envolve um apoio global de 26,8 milhões de euros, de um total de 56.552 candidaturas submetidas.

As tipologias que reúnem mais candidaturas são as referentes a painéis fotovoltaicos (38,5%), janelas mais eficientes (34,5%) e bombas de calor (27%). Por regiões, Lisboa lidera as candidaturas (22,3%), seguida do Porto (11,7%), Setúbal (9%) e Braga (9%).

Membros das Mesas de Voto e funcionários das Juntas de Freguesia vão ser vacinados dia 15

O Governo em comunicado refere que: Os membros das Mesas de Voto e funcionários das Juntas de Freguesia serão vacinados no próximo sábado, dia 15 de janeiro, com uma dose de reforço à Covid-19.

Nesse dia, a vacinação será dedicada a este universo, que será convocado por SMS, através de agendamento central. Haverá ainda senhas digitais para as pessoas elegíveis que não recebam a mensagem, mediante a apresentação de um documento comprovativo das funções em causa. Esta é uma decisão que está a ser operacionalizada pelo Núcleo de Coordenação de Apoio ao Ministério da Saúde, com o apoio da Administração Eleitoral.

Neste momento, a Administração Eleitoral está a recolher informações junto das Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia relativas à identificação dos membros das Mesas de Voto e funcionários das Juntas de Freguesia que prestam apoio ao ato eleitoral, que pretendam receber o reforço da vacina contra a Covid-19.

Está previsto um total de 16.427 mesas de voto para estas eleições legislativas, das quais 2.606 no dia do voto antecipado em mobilidade, a 23 de janeiro de 2022.

Exposição “Economia Europeia” faz itinerância pela Universidade de Aveiro

 O EUROPE DIRECT Viseu Dão Lafões promoveu a Sessão de Abertura da Exposição “Economia Europeia ”, no Centro de Documentação Europeia de Aveiro (CDE-Aveiro), localizado na Biblioteca da Universidade de Aveiro (UA), no Campus Universitário, onde estará patente até ao próximo dia 28 de fevereiro.

A Sessão de Abertura, além da equipa do EUROPE DIRECT Viseu Dão Lafões, contou com a presença da coordenadora do Centro de Documentação Europeia Aveiro, Cristina Cortez, e da Professora Doutora Marta Dias, do Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial da UA.

Desenvolvida por estudantes da Licenciatura de Economia da UA, esta mostra conduz os visitantes através de um roteiro onde marcam presença os grandes temas e desafios com que o projeto de construção europeia se depara. Entre outros temas, merecem destaque a “Bazuca Europeia”, a “Neutralidade Carbónica” ou a “Transição Climática”.

Recorde-se que a UA, conta com mais 15.000 alunos, afirmando-se enquanto espaço de eleição, a nível regional, para dar a conhecer às novas gerações o Projeto Europeu.

Concluída a sua presença no Campus Universitário da UA, esta exposição, constituída por 13 painéis, irá, ainda, realizar uma itinerância por algumas das bibliotecas que compõem a RIBVDL (Rede Intermunicipal de Bibliotecas Viseu Dão Lafões).

De acordo com o Responsável do Centro EUROPE DIRECT Viseu Dão Lafões, José Carlos Almeida, “Esta exposição, que inicia a sua itinerância pelo território do EUROPE DIRECT Viseu Dão Lafões, procura reforçar e aprofundar o conhecimento dos cidadãos relativamente aos grandes temas que estão na agenda da União Europeia, prosseguiu, destacando que, esta exposição marca a primeira atividade, de muitas mais, de uma parceria com o Centro de Documentação Europeia de Aveiro”. 

Inscrições para o Curso Intermédio de Formação de Dirigentes da Portugal Football School

Segunda edição em curso

Iniciou já o processo de candidatura à segunda edição do Curso Intermédio de Formação de Dirigentes da Portugal Football School, a realizar entre 25 de fevereiro e 4 de junho maioritariamente em formato de ensino à distância, com os dois últimos dias a decorrerem presencialmente na Cidade do Futebol, em Oeiras.

As 40 vagas disponíveis destinam-se a dirigentes que tenham frequentado, com aproveitamento, uma das nove edições do Curso de Formação Inicial de Dirigentes. Entre estes, terão prioridade de acesso os que estiverem registados na Federação Portuguesa de Futebol ou numa associação distrital/regional como dirigentes de clubes de futebol, futsal ou futebol de praia no ativo.

As sessões de formação terão lugar à sexta-feira e ao sábado em fins de semana intercalados, serão tratados temas como liderança, planeamento estratégico, gestão de recursos humanos, gestão de operações, direito do desporto, contabilidade e fiscalidade, marketing e comunicação.

CANDIDATURAS AQUI

fonte:FPF

FPF-Resultados do Torneio Interassociações Feminino Sub-14

Decorreu durante este fim de semana o Torneio Interassociações Feminino Sub-14 em várias séries, disputado em localidades diferentes.

AF Viseu finalizou com 1 triunfo e 1 desaire, por sua vez a AF Guarda, fez exatamente o mesmo trajeto.

Grupo C-07.01.2022
AF Coimbra 2-3 AF Vila Viseu

08.01.2022
AF Coimbra 0x7 AF Porto

09.01.2022
AF Viseu 0-4 AF Porto

Grupo F-07.01.2022
AF Viana do Castelo 0-5 AF Aveiro

08.01.2022
AF Guarda 0-3 AF Aveiro

09.01.2022
AF Guarda 3-0 AF Viana do Castelo

fotos:FPF

Feminino- Interassociações sub-14- AF Viseu entra a vencer

AF Guarda joga frente a AF Aveiro

Teve inicio o Torneio Interassociações Feminino Futebol 9 sub-14, com a fase zonal, a decorrer em várias cidades, por sua vez a AF Guarda, entra em ação este sábado frente a AF Aveiro que nesta ronda inaugural goleou a turma da AF Viana do Castelo por cinco bolas a zero.

Por sua vez, a turma da AF Viseu defrontou em Coimbra a seleção local e cedo se adiantou e ao intervalo já vencia por três bolas a zero, com golos de Micaela Nunes, Sabrina Torres e Maria Caldeira. Na segunda parte a reação das conimbricenses que ainda marcaram dois golos , mas o triunfo era das jogadoras de Viriato, por 3-2.

foto:FPF

Artigo:Preço das casas em Portugal subiu 8,3% em 2021

Os preços das casas em Portugal subiram 8,3% em 2021, considerando os dados de dezembro de 2021 e o mesmo mês de 2020. Segundo o índice de preços do idealista, no final do mês de dezembro de 2021, comprar casa tinha um custo de 2.325 euros por metro quadrado (euros/m2), tendo em conta o valor mediano. Já em relação à variação trimestral, a subida foi de 2,6%.

Regiões

Em 2021, os preços das casas subiram em todas as regiões. A Região Autónoma da Madeira lidera a lista apresentando uma subida na ordem dos 13,6%, sendo a maior subida a nível nacional. Seguem-se a Área Metropolitana de Lisboa (10,9%), o Algarve (9,9%), o Alentejo (8,3%), o Centro (7,4%), o Norte (5,2%) e a Região Autónoma dos Açores (4,8%).

A Área Metropolitana de Lisboa, com 3.346 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (2.602 euros/m2), Norte (1.929 euros/m2) e Região Autónoma da Madeira (1.905 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se a Região Autónoma dos Açores (1.047 euros/m2), o Alentejo (1.109 euros/m2) e o Centro (1.187 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

 

Distritos/Ilhas

Dos distritos analisados, as maiores subidas tiveram lugar em Évora (19,4%), Braga (16%), Setúbal (15%), Ilha da Madeira (13,6%), Aveiro (11,5%), Lisboa (11,3%), Leiria (10,4%) e Beja (10,2%). Seguem-se na lista Faro (9,9%), Ilha do Pico (9,4%), Ilha do Faial (8,4%), Porto (6,1%), Castelo Branco (5,9%) e Santarém (5,7%). As subidas menos acentuadas foram na Guarda (5,2%), Vila Real (4,2%), Viana do Castelo (4,2%), Ilha da Terceira (4,1%), Ilha de São Miguel (2,9%), Ilha de Porto Santo (2,5%) e Coimbra (1%).

Em sentido contrário, desceram em Portalegre (-5,8%) e Viseu (-0,2%).

De referir que o ranking dos distritos mais caros para comprar casa é liderado por Lisboa (3.725 euros/m2), seguida por Faro (2.602 euros/m2), Porto (2.271 euros/m2), Setúbal (1.944 euros/m2) e Ilha da Madeira (1.917 euros/m2). Comprar casa em Aveiro custa 1.398 euros/m2, no Porto Santo 1.381 euros/m2, Leiria 1.255 euros/m2, Braga 1.248 euros/m2 e Coimbra 1.228 euros/m2.

Os preços mais económicos encontram-se em Portalegre (607 euros/m2), Guarda (661 euros/m2), Castelo Branco (736 euros/m2), Bragança (761 euros/m2), Santarém (842 euros/m2) e Beja (856 euros/m2).

 Cidades capitais de distrito

Os preços das casas aumentaram em 15 capitais de distrito, com Aveiro (22,8%), Setúbal (17,1%) e Braga (13,2%) a liderarem a lista. Seguem-se Leiria (11,9%), Viana do Castelo (10,9%), Faro (9,5%), Funchal (8,9%), Viseu (8,8%), Évora (7,3%), Lisboa (6,7%), Santarém (6,3%), Beja (4,7%) e Portalegre (3,8%). Já no Porto a subida foi de 2,2% e em Castelo Branco de 0,8%. Em Beja os preços mantiveram-se estáveis em 2021.

Por outro lado, os preços desceram em apenas em quatro capitais de distrito, sendo a maior descida em Vila Real (-5,3%). Seguem-se Ponta Delgada (-4,1%), Coimbra (-3,7%) e Bragança (-0,5%).

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro comprar casa: 4.992 euros/m2. Porto (3.014 euros/m2) e Faro (2.184 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Já as cidades mais económicas são Portalegre (680 euros/m2), Guarda (749 euros/m2) e Bragança (768 euros/m2).

O índice de preços imobiliários do idealista

A partir do relatório referente ao primeiro trimestre de 2019, a metodologia de elaboração deste estudo foi atualizada. Após a incorporação do idealista/data no grupo idealista, foram introduzidas novas fórmulas de cálculo que contribuem para uma maior precisão na análise da evolução dos preços, particularmente em pequenas zonas. Ainda assim, a amostra na Ilha das Flores (Açores) não foi contemplada no estudo, por não ter sido considerada representativa nas datas em análise.

Por recomendação da equipa estatística do idealista/data, a fórmula para encontrar o preço médio foi atualizada: além de eliminar anúncios atípicos e com preços fora do mercado, calculamos o valor mediano em vez do valor médio. Com esta mudança, além de tornar o estudo mais próximo da realidade do mercado, homologamos a nossa metodologia com as que se aplicam em outros países para a obtenção de dados imobiliários.

Incluímos ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartamos todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O relatório continua a ter como base os preços de oferta publicados pelos anunciantes do idealista.

Período de isolamento passa de 10 para 7 dias para as pessoas assintomáticas

Em comunicado, a Direção-Geral da Saúde informou o Ministério da Saúde que ,o período de isolamento passa de 10 para 7 dias para as pessoas infetadas assintomáticas e para os contactos de alto risco.

Esta decisão está alinhada com orientações de outros países e resulta de uma reflexão técnica e ponderada, face ao período de incubação da variante agora predominante, a Ómicron.

A operacionalização desta decisão técnica, pela necessidade de atualização de normas e de reparametrização do sistema de informação, estará concluída o mais brevemente possível, no decurso da próxima semana.

fonte:DGS