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GNR-Balanço – Operação “ECR Truck & Bus”

 

A Guarda Nacional Republicana (GNR), entre o dia 14 a 20 de novembro, realizou uma operação de fiscalização seletiva de transportes rodoviários de mercadorias e de passageiros, orientando as ações de fiscalização para as vias mais críticas à sua responsabilidade e onde se verifique um maior volume de tráfego deste tipo de veículos, em todo o território nacional continental.

Desta forma, os militares dos Comandos Territoriais e da Unidade Nacional de Trânsito (UNT) que diariamente estiveram empenhados no patrulhamento rodoviário fiscalizaram um total de 308 veículos de transportes rodoviários de mercadorias e de passageiros, registando um total de 255 contraordenações, destacando-se:

·         70 relacionadas com a utilização de tacógrafos, incumprimento dos tempos de condução e repouso e fraudes ou manipulações;

·         24 referentes a carga e características técnicas dos veículos;

·         18 referentes a infrações relativas aos documentos do condutor, do veículo e do transportador;

·         Nove por excesso de velocidade;

·         Dois por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças.

No final de 2021, a GNR tornou-se membro da RoadPol, passando a integrar no seu planeamento operacional, as operações planeadas pela referida organização. No âmbito do planeamento anual efetuado pela RoadPol e pelo Euro Contrôle Route (ECR), a GNR realiza uma operação de fiscalização direcionada para veículos pesados com o objetivo de melhorar a segurança rodoviária, a sustentabilidade, a concorrência e as condições de trabalho em transporte rodoviário, através do cumprimento dos regulamentos existentes.

O Euro Contrôle Route (ECR) é um grupo Europeu de Inspeção de Transportes, que tem por objetivo melhorar a segurança rodoviária e a sustentabilidade, a concorrência leal e as condições de trabalho no transporte rodoviário. Por sua vez, a RoadPol é uma organização que foi estabelecida pelas polícias de trânsito da Europa, com a finalidade de melhorar a segurança rodoviária e o cumprimento das normas rodoviárias.

Viseu entra na rede de alta velocidade

O Plano Ferroviário Nacional (PFN),  apresentado em Lisboa, coloca Viseu no mapa das 10 cidades portuguesas que ficarão ligadas à rede de alta velocidade. A nova linha Aveiro – Viseu – Guarda fará ainda a ponte com Espanha. Assim vai entrar Viseu nesta nova forma de transporte, pese embora o quadro temporal para a sua execução seja extenso – até 2050.

O Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Fernando Ruas, que esteve presente nesta apresentação, considera ser positiva esta inclusão de Viseu no PFN, já que há vários anos que Viseu luta pela ligação ferroviária como capital de distrito e uma das mais importantes cidades do interior do país.

ANCEVE reclama demissão da Ministra da Agricultura

ANCEVE – Associação Nacional dos Comerciantes e Exportadores de Vinhos e Bebidas Espirituosas, representativa de dezenas de empresas produtoras e exportadoras de vinhos e bebidas espirituosas nas principais regiões demarcadas do País, questiona a medida abusiva, antidemocrática e absolutamente inaceitável agora anunciada pelo Governo, no sentido de extinguir os serviços regionais do Ministério da Agricultura no continente e os centralizar nas CCDR’s (Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional).

As diversas Direções Regionais de Agricultura (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve e Madeira) cumprem funções essenciais, de atendimento e apoio a milhares de produtores, de promoção do conhecimento específico a cada realidade regional, de gestão de fundos de apoio à Agricultura, entre muitas outras. Cumprem ainda uma função fundamental e que agora se extingue : a de fazer chegar ao Ministério o sentir e os problemas específicos de cada região. Embora sejam nomeados pelo Ministério, no âmbito de concursos regulares, os/as Diretores Regionais de Agricultura são geralmente vistos pelos produtores como bons representantes dos anseios e desafios específicos de cada região, junto da administração central.

Sem ter recursos em cada região, como agora surpreendentemente se anuncia, o Ministério da Agricultura ficará limitado a ser um gigante burocrático e ineficaz no Terreiro do Paço (rigorosamente, pois é aí a sua sede), sem conhecimento real do que se passa em cada região.

Antecipando esta extinção, as DRAP’s já vinham sendo drenadas de recursos há longos anos, o que limitava a sua eficácia, nomeadamente atrasando vistorias no terreno, essenciais ao pagamento de apoios, tantas vezes só possíveis porque as equipas técnicas se multiplicaram em trabalho e dedicação.

Em paralelo, sabe a ANCEVE que se prepara um pacote de concentração de poderes, atualmente em estudo no Ministério, que significará que as CCDR’s irão receber serviços sem competência alguma de relevo. A administração central descarrega assim para as CCDR’s o ónus de justificarem o inevitável encerramento de balcões.

Sendo certo que a Agricultura é um eixo essencial da economia nacional e nomeadamente na ocupação produtiva do território e no combate à desertificação do interior, vemos com a maior preocupação que o Ministério esteja a ser desmantelado e esvaziado passo a passo, nas mãos de uma Ministra politicamente irrelevante, que não é reconhecida pelo sector nem pelos seus pares e cuja manutenção naquele lugar representa um enorme erro de casting por parte do Primeiro-Ministro.

Assim se entende que o Ministério da Agricultura, depois de já ter perdido as Florestas e as competências da Direção-Geral da Alimentação e Veterinária sobre os animais de companhia e de não ter tido nunca a capacidade de canalizar apoios financeiros urgentes e imperiosos ao sector, numa situação de crise marcada pela seca, pela guerra e pela inflação, não se oponha a esta medida, feita muito mais para gerar poderes regionais acrescidos nas CCDR’s do que preocupada com a prestação de serviços eficazes à Agricultura.

A Anceve reclama a substituição urgente da atual Ministra por alguém com conhecimento do sector, que o sector respeite e com peso político, que tutele, não um Ministério enfraquecido, sem estratégia e sem rumo, mas sim um novo Ministério da Agricultura, das Florestas e do Desenvolvimento Rural.

Contributo das regiões para o crescimento do Turismo em Portugal

Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, destacou , em Fátima, o importante papel das regiões na procura de soluções para os grandes desafios colocados à atividade turística. As declarações foram feitas na sessão de abertura do 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, um evento que decorre durante três dias no Centro Pastoral Paulo VI, promovido pela AHP – Associação da Hotelaria de Portugal e que tem o apoio da Turismo Centro de Portugal.

“As regiões desempenham um trabalho importantíssimo na estruturação de novos produtos turísticos, que aumentam a diversidade da ‘oferta Portugal’. Em 2006, lançámos 10 produtos estratégicos; hoje, Portugal posiciona-se internacionalmente com 22 produtos turísticos. Produtos como o enoturismo, o turismo religioso, o ecoturismo, a arte, o património e tantos outros fazem de Portugal não só o melhor destino europeu, como tem sido reconhecido, mas representam uma atratividade para a qual continuaremos a trabalhar”, sublinhou Pedro Machado. “Eventualmente, precisamos de reforçar o volume de investimento da nossa promoção, sobretudo internacional, e precisamos de reforçar também e cuidar do nosso mercado interno, absolutamente estruturante no caso da região Centro de Portugal”, acrescentou.

Outras respostas para os desafios atuais passam, segundo Pedro Machado, por “restaurar a confiança dos viajantes, em particular dos internacionais”, “apoiar a consolidação das empresas”, apostar “nas bases de um turismo cada vez mais sustentável” e adequar a atividade turística “ao inverno demográfico que está a acontecer no mundo e à agenda das alterações climáticas, fazendo com que o turismo nas regiões e no nosso país continue a ser cada vez mais atrativo e competitivo”. “São estes grandes desafios que este Congresso também tem pela frente. Importa que saiam daqui grandes conclusões, que reforcem a posição de Portugal na Europa e no Mundo”, concluiu Pedro Machado.

Também na sessão de abertura, o ministro da Economia, António Costa Silva, anunciou um programa no valor de 50 milhões de euros para ajudar as empresas do turismo a reabilitarem ativos imobiliários. “Este anúncio vai sair hoje e será bastante importante para as empresas”, disse.

António Costa Silva realçou ainda que o próximo ano será marcado pela “resiliência da economia portuguesa, em particular do turismo”. “Tenho esperança de que 2023 seja um ano ainda de resiliência da economia portuguesa, em particular do turismo. Com abrandamento, mas continuaremos a crescer. Apesar da guerra na Ucrânia, da subida das matérias-primas e da Europa enfrentar a pior crise energética da sua história, a previsão para a economia portuguesa é a de crescer 6,5% este ano”, afirmou.

A sessão de abertura do congresso contou ainda com intervenções de Bernardo Trindade, Presidente da AHP, Luís Miguel Albuquerque, Presidente da Câmara Municipal de Ourém, o padre Carlos Cabecinhas, Reitor do Santuário de Fátima, e Francisco Calheiros, Presidente da Confederação do Turismo de Portugal.

O Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo reúne, este ano, 44 oradores e moderadores, nacionais e internacionais, e centenas de participantes para partilhar e debater ideias, tendências, estratégias e experiências, com um programa feito por profissionais para profissionais do setor.

Entre os muitos painéis de discussão, merecem destaque os temas “Gerir em Tempos de Mudança”, “A Era da Incerteza”, “Investir em Tempos de Mudança”, “Recrutar e Reter Talento: Missão (Im)Possível?”, “New Money” e “Teremos Ainda Tempo Para A Sustentabilidade?”.

“Um mar de oportunidades” assinala Dia Nacional do Mar

No âmbito da comemoração do Dia Nacional do Mar, o Laboratório MAREFOZ, da Unidade Regional do MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) irá realizar amanhã, dia 16 de novembro, na Figueira da Foz, “Um Mar de Oportunidades”.

Dia do MAR

Este evento, organizado em parceria com a Câmara Municipal da Figueira da Foz e
a Junta de Freguesia de Buarcos e São Julião, pretende mostrar que a Figueira
entre o rio e o mar, dispondo de um porto comercial e um porto de pesca, deve olhar
para o mar como uma oportunidade para o seu crescimento e desenvolvimento
futuro, apostando na sustentabilidade, inovação e valorização dos seus recursos.
Com este “Mar de Oportunidades” as entidades organizadoras acreditam que se
deve estar de olhos postos no futuro, perceber as novas oportunidades de mercado
ou como valorizar as antigas, bem como inovar de forma sustentável e criar novos
mercados ligados ao mar.
As comemorações têm início às 10h e decorrem pelo dia fora. A Praia de Buarcos –
Frente Muralhas é o local onde se inicia o evento com a 1.ª Campanha de
amostragem internacional de identificação de organismos que viajam pelo oceano
em objetos flutuantes.
O programa inclui ainda um colóquio no Centro de Artes e Espetáculos (CAE) da
cidade, onde serão debatidos temas como “Turismo Sustentável – Inovação;
Novas Oportunidades”, “Pesca Artesanal e do cerco – Que futuro? Como valorizar?”,

“Inovação e valorização dos produtos do mar” e por fim, “Transporte Marítimo –
segurança; inovação”.

Destaque ainda para “Do mar…”, uma exposição, tão improvável quando
necessária, que reúne o passado, o presente e o futuro do mar.

GNR-Operação “ECR Truck & Bus”

A Guarda Nacional Republicana (GNR), até dia 20 de novembro, realiza em todo o território nacional continental uma operação de fiscalização seletiva de transportes rodoviários de mercadorias perigosas, orientando as ações de fiscalização para as vias mais críticas à sua responsabilidade e onde se verifique um maior volume de tráfego deste tipo de veículos.

Esta operação decorre no âmbito da ROADPOL e do Euro Contrôle Route (ECR), um grupo Europeu de Inspeção de Transportes que tem por objetivo melhorar a segurança rodoviária e a sustentabilidade, a concorrência leal e as condições de trabalho no transporte rodoviário. Por sua vez, a RoadPol é uma organização que foi estabelecida pelas polícias de trânsito da Europa, com a finalidade de melhorar a segurança rodoviária e o cumprimento das normas rodoviárias.

No final de 2021, a GNR tornou-se membro da RoadPol, passando a integrar no seu planeamento operacional, as operações planeadas pela referida organização. No âmbito do planeamento anual efetuado pela RoadPol e pelo ECR, a GNR realiza uma operação de fiscalização direcionada para veículos pesados com o objetivo de melhorar a segurança rodoviária, a sustentabilidade, a concorrência e as condições de trabalho em transporte rodoviário, através do cumprimento dos regulamentos existentes.

Com esta ação, pretende-se também sensibilizar a sociedade, para a importância da adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores profissionais, tendo em vista a promoção da segurança rodoviária e a salvaguarda de vidas humanas.

O aumento da concorrência no setor dos transportes rodoviários, torna-o mais suscetível à prática de irregularidades, em detrimento da segurança rodoviária, pelo que as ações de controlo de veículos pesados de mercadorias e passageiros, tem em vista a deteção de irregularidades ao nível das condições de transportes de mercadorias perigosas, condições técnicas e segurança da carga com o objetivo de melhorar a segurança rodoviária.

Dois milhões de euros para a eficiência energética de instalações desportivas

Vai ser lançada a 7a edição do Programa de Reabilitação de Instalações
Desportivas (PRID), programa que terá uma dotação de dois milhões de euros e
que em 2023 visará exclusivamente o apoio a projetos de melhoria da eficiência
energética destas infraestruturas.
Dado o contexto geopolítico e ambiental que atualmente se atravessa, mas
também a urgência do combate às alterações climáticas, decidiu-se que o 7o
PRID, gerido pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), seria
totalmente canalizado para apoiar os clubes na racionalização do uso de energia, de água e gás, tal como já havia sido anunciado pelo Secretário de
Estado da Juventude e do Desporto na audição parlamentar da Comissão de
Orçamento e Finanças, no dia 28 de outubro. As candidaturas serão abertas
durante o mês de janeiro de 2023.
O IPDJ já tinha publicado um conjunto de recomendações aos
proprietários/gestores de instalações desportivas de forma a minimizar o
impacto dos aumentos dos custos energéticos, consequentes da referida
conjuntura (que pode ser consultado neste link). Com a próxima edição, será
também proporcionada formação nestas matérias aos clubes.
Algumas das recomendações estruturais podem servir de guia para a
apresentação de projetos ao PRID 2023, designadamente, entre outras:
• Reconversão dos sistemas de iluminação tradicionais para sistemas de
tecnologia LED, tanto nas instalações de apoio como nas Instalações
Desportivas;
• Instalação de meios de energia renovável, por exemplo, painéis
fotovoltaicos entre outros, para produção de energia para autoconsumo,
sempre que tal se afigure viável;
• Instalação de sistemas solar térmico para produção de Águas Quentes
Sanitárias (AQS).
O PRID é direcionado a clubes e associações desportivas de Portugal continental
e destina-se a promover a requalificação das instalações desportivas ao serviço
das comunidades, com o principal objetivo de melhorar as condições de prática
desportiva.

Preço das casas para arrendar em Portugal subiu 2,7% em outubro

Os preços das casas para arrendar em Portugal apresentaram uma subida de 2,7% em outubro face ao mês anterior. Segundo o índice de preços do idealista, arrendar casa tinha um custo de 12,1 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de outubro deste ano, tendo em conta o valor mediano. Já em relação à variação trimestral, a subida foi de 6,4% e a anual de 12,3%.

 Cidades capitais de distrito

O preço de arrendamento em outubro subiu em onze capitais de distrito, com Aveiro (7,3%) a liderar a lista. Seguem-se Lisboa (6,5%), Setúbal (5,4%), Funchal (3,4%), Viseu (3,3%), Braga (2,9%), Coimbra (2,3%), Porto (2%), Santarém (1,8%), Faro (1,5%) e Viana do Castelo (1%).

Por outro lado, os preços desceram em Castelo Branco (-9,3%) e Leiria (-0.7%).

 Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 16,7 euros/m2. Porto (12,5 euros/m2) e Funchal (11,4 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Seguem-se Faro (9,5 euros/m2), Setúbal (9,4 euros/m2), Aveiro (9,3 euros/m2), Viana do Castelo (8,3 euros/m2) e Coimbra (8,2 euros/m2).

Já as cidades mais económicas são Castelo Branco (5 euros/m2), Viseu (5,6 euros/m2), Santarém (6,1 euros/m2), Leiria (6,5 euros/m2) e Braga (7,3 euros/m2).

 Distritos/Ilhas

Dos 16 distritos e ilhas analisados, os preços das casas para arrendar apenas desceram em Castelo Branco (-11%), Portalegre (-5%), Faro (-2,7%) e Braga (-2,1%). Já em Vila Real, os preços mantiveram-se estáveis durante o mês de outubro.

Por outro lado, os preços subiram em Viseu (17,2%), Aveiro (7,6%), Évora (6%), Setúbal (4,7%), ilha da Madeira (4,7%), Lisboa (4,3%), Santarém (4,3%), Porto (3,8%), Coimbra (3,4%), Viana do Castelo (3%) e Leiria (2,8%).

De referir que o ranking dos distritos mais caros para arrendar casa é liderado por Lisboa (15,3 euros/m2), seguido por Faro (11,2 euros/m2), Porto (11 euros/m2), ilha da Madeira (11 euros/m2), Setúbal (9,9 euros/m2), Évora (8,5 euros/m2), Viana do Castelo (8,1 euros/m2), Coimbra (7,9 euros/m2) e Aveiro (7,8 euros/m2). Segue-se Leiria (7,5 euros/m2), Braga (6,8 euros/m2) e Viseu (6,4 euros/m2).

Os preços mais económicos encontram-se em Portalegre (5,4 euros/m2), Vila Real (5,5 euros/m2), Castelo Branco (5,6 euros/m2) e Santarém (6,3 euros/m2).

 Regiões

Durante o mês de outubro, os preços das casas para arrendar subiram em todas as regiões com a exceção do Algarve, onde desceram 2,7%. A liderar as subidas, encontra-se o Alentejo (7,3%), seguido pela Região Autónoma da Madeira (4,6%), Região Autónoma dos Açores (4,2%), Área Metropolitana de Lisboa (4,1%), Norte (3,7%) e Centro (3,5%).

A Área Metropolitana de Lisboa, com 14,6 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (11,2 euros/m2), Região Autónoma da Madeira (10,9 euros/m2) e Norte (10,1 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se a Região Autónoma dos Açores (7,1 euros/m2), o Centro (7,4 euros/m2) e o Alentejo (8,3 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

 Índice de preços imobiliários do idealista

Para a realização do índice de preços imobiliários do idealista, são analisados ​​os preços de oferta (com base nos metros quadrados construídos) publicados pelos anunciantes do idealista. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.

Incluímos ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartamos todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.

Por:Idealista

 

Operação “Censos Sénior 2022”- Balanço Nacional

A Guarda Nacional Republicana, durante todo o mês de outubro de 2022, no âmbito do Policiamento Comunitário, realizou a Operação “Censos Sénior 2022”, que visa garantir um conjunto de ações de patrulhamento e de sensibilização à população mais idosa, que vive sozinha, isolada, ou sozinha e isolada, através da atualização dos registos das edições anteriores.

Durante a operação, os militares realizaram uma série de ações que privilegiaram o contacto pessoal com as pessoas idosas em situação vulnerável, no sentido de sensibilizarem e alertarem este público-alvo para a adoção de comportamentos de segurança que permitam reduzir o risco de se tornarem vítimas de crimes, nomeadamente em situações de violência, de burla e furto.

Na edição de 2022 da Operação “Censos Sénior”, a Guarda realizou 305 ações em sala e 3.017 ações porta a porta, abrangendo um total de 26.527 idosos. Ler Mais »

GNR-Operação “Todos os Santos” 2022 – Balanço

A Guarda Nacional Republicana, entre os dias 28 de outubro e 1 de novembro, altura em que é celebrado o dia de “Todos os Santos”, realizou uma operação de intensificação do patrulhamento rodoviário junto das estradas com maior fluxo de tráfego, com vista a combater a criminalidade e a reduzir a sinistralidade rodoviária, para além de garantir o apoio e segurança de todos os utentes das vias.

Durante este período, que tradicionalmente provoca grandes movimentações de tráfego rodoviário, foram empenhados militares da Unidade Nacional de Trânsito e dos Comandos Territoriais, os quais realizaram ações preventivas com o intuito de reduzir a sinistralidade rodoviária, dando especial atenção aos comportamentos dos condutores que coloquem em causa a sua segurança e a de terceiros.

Durante a operação foram fiscalizados 29693 condutores e detetadas 5902 contraordenações, destacando-se:

  • 1385 por excesso de velocidade;
  • 598 por condução com uma taxa de álcool no sangue (TAS) superior ao permitido por lei;
  • 242 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
  • 165 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução.

 

No que diz respeito aos dados de sinistralidade, neste período registaram-se 1 199 acidentes, dos quais resultaram:

  • Cinco mortos;
  • 21 feridos graves;
  • 384 feridos leves.

Nesse sentido, a GNR continua a apelar aos condutores que pratiquem uma condução segura e cumpram as normas do código da estrada e legislação complementar.