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CENTRO 2030 abre concursos de 50 milhões de euros para apoiar investimento das empresas da região

A Autoridade de Gestão do Programa Regional do Centro (Centro 2030) abriu dois concursos, no âmbito do Sistema de Incentivos à Competitividade Empresarial (SICE), para impulsionar a inovação produtiva, com vista ao fortalecimento do tecido empresarial e à promoção de atividades inovadoras das empresas da região.

Com uma dotação de 50 milhões de euros de fundos europeus, os dois concursos destinam-se a apoiar micro, pequenas e médias empresas (PME) para realizarem investimentos produtivos em atividades inovadoras, geradoras de produtos e serviços transacionáveis e internacionalizáveis, com elevado valor acrescentado e nível de incorporação nacional.

Um dos avisos de concurso, com uma dotação de 15 milhões, é dedicado exclusivamente a apoiar os investimentos nos territórios de baixa densidade. O outro concurso, com uma dotação de 35 milhões de euros, abrange toda a região.

As candidaturas das empresas podem ser apresentadas até 16 de setembro (1ª fase) ou até 30 de dezembro de 2024 (2ª fase).

Este é um aviso multiprograma, comum ao Programa Compete 2030 e aos programas regionais. O Compete 2030, com uma dotação própria, apoia também projetos de
investimento na Região Centro que tenham um investimento total superior a 3 milhões de euros.

Os Avisos de concurso podem ser consultados no site do Centro 2030 em https://centro2030.pt/avisos/

Arrendamento: há 34 famílias interessadas por cada casa anunciada

Apesar do aumento de 16,2% no preço das rendas em Portugal no último ano, os anúncios de casas para arrendar no idealista receberam, em média, 34 contactos no primeiro trimestre de 2024 antes de serem retirados. No entanto, comparativamente ao mesmo período de 2023, o número de contactos por anúncio diminuiu 33%, quando recebiam, em média, 51 contactos, segundo uma análise de dados realizada pelo idealista.

Segundo Ruben Marques, porta-voz do idealista, “estes números revelam que a pressão de contactos por anúncio de casas para arrendar continua a ser elevada apesar de ter diminuído no primeiro trimestre do ano. O que não indica que haja menos famílias a procurar casa para arrendar, mas sim que há mais imóveis disponíveis no mercado, como já tínhamos referido anteriormente, indicando que a oferta de imóveis no mercado de arrendamento aumentou 55% em 2023. No entanto, os preços continuam elevados e fora do alcance da maioria dos portugueses.”

A cidade portuguesa onde os anúncios receberam mais contactos no primeiro trimestre, foi Leiria com a média de 48 contactos, seguida por Portalegre (45), Santarém (43), Setúbal (41), Faro (40), Évora (36), Braga (35), Bragança (34), Lisboa (33) e Coimbra (30). Com uma média de menos de 30 contactos por anúncio, encontram-se as cidades de Viseu (29), Vila Real (29), Castelo Branco (28), Aveiro (28) e Viana do Castelo (26). As cidades que menos contactos receberam, em média, foram Beja (17), Guarda (20), Funchal (23), Ponta Delgada (25) e Porto (25).

Menos contactos por anúncio em 12 capitais de distrito

A média de contactos por anúncio no primeiro trimestre, diminuiu em 12 capitais de distrito nos últimos doze meses. Beja foi a cidade onde média de contactos mais desceu, com menos 51% de contactos recebidos. Seguem-se Lisboa (-43%), Aveiro (-40%), Guarda (-39%), Coimbra (-34%), Porto (-34%), Bragança (-28%), Santarém (-28%), Braga (-18%), Setúbal (-12%), Ponta Delgada (-5%) e Castelo Branco (-5%),

Por outro lado, os anúncios de casas para arrendar em Portalegre receberam, em média, mais 78% de contactos. Seguem-se Vila Real (mais 31% de contactos), Funchal (29%), Faro (21%), Évora (14%), Viseu (7%), Viana do Castelo (6%) e Leiria (5%).

Dados recolhidos e analisados pelo idealista/data, a proptech do idealista que fornece informações destinadas a profissionais para facilitar a tomada de decisões estratégicas, em Portugal, Espanha e Itália. O idealista/data utiliza todos os parâmetros da base de dados do idealista em cada país, bem como outras fontes de dados públicas e privadas para oferecer serviços de avaliação, investimento, angariação e análise de mercado.

Dia Mundial da Terra vai ser assinalado

“O oceano é a nossa terra” volta a ser o mote do Dia Mundial da Terra, que é no dia 22 de abril, e que se celebra durante esta semana, na qual todas as organizações, entidades nacionais e membros sociedade civil são incentivados pela Fundação Oceano Azul a participar.

Dada a importância fundamental que o oceano tem para a vida no planeta, entre os dias 15 e 24 de abril este será o foco de mais de 70 organizações que prepararam mais de 100 atividades, de norte a sul do país e ilhas, para sensibilizar, educar e despertar a curiosidade para a proteção deste sistema fundamental para a vida. Todas as atividades já registadas se encontram no site da Fundação Oceano Azul para consulta, sendo ainda possível qualquer organização registar diariamente novas atividades. Para participar neste movimento de cidadania ativa, basta consultar as atividades disponíveis e contactar a entidade organizadora.

A programação da iniciativa inclui diversas atividades educativas e de literacia; concursos, desafios, quizzes ou jogos; aulas de surf; cursos e workshops; exposições e exibições artísticas; limpezas de praia, margens de rios e subaquáticas; palestras, seminários e conferências.

Durante dez dias, a iniciativa “O oceano é a nossa terra” pretende demonstrar que é possível combater e contribuir para resolver os problemas atuais que o oceano enfrenta ao unir, numa celebração conjunta, organizações que atuam na área da conservação do oceano, sensibilizando a sociedade para a importância do oceano no equilíbrio planetário.

Desde 2020 que a Fundação Oceano Azul apoia esta semana de atividades focadas no oceano em celebração do Dia Mundial da Terra. No total, nas quatro edições anteriores, foram realizadas mais de 500 atividades preparadas por cerca de 150 organizações.

O Dia Mundial da Terra é assinalado todos os anos em 193 países, revelando a crescente consciencialização para a necessidade de proteger o oceano e o planeta.

Médicos de Família são o garante do SNS refere a FNAM

Instituições que integram Médicos de Família preocupadas com o futuro do funcionamento dos CSP e do SNS

Em comunicado refere que, a Federação Nacional dos Médicos (FNAM), a Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) e a Associação Nacional das USF (USF-AN), estiveram reunidas para discutir a preocupação comum sobre o futuro do Serviço Nacional de Saúde (SNS), no que concerne ao funcionamento dos Centros de Saúde, desde a entrada em vigor, a 01 de janeiro de 2024, da nova legislação que rege as Unidades de Saúde Familiares (USF) e as Unidades Locais de Saúde (ULS).

Esta legislação levou à difusão das USF em todo o país, no entanto estas diferem bastante das que já existiam no terreno desde 2006, nomeadamente, no que respeita à metodologia associada ao cálculo dos suplementos remuneratórios que deixa os médicos desconfortáveis na sua prática clínica, uma vez que coloca em causa a qualidade dos cuidados prestados, bem como a independência técnico-científica dos profissionais, conflituando com princípios éticos e de justiça social.

A métrica que define os incentivos financeiros denomina-se Índice de Desempenho da Equipa (IDE), e passou a incluir indicadores de prescrição medicamentosa e de exames complementares de diagnóstico, dois atos clínicos nobres da profissão médica.

Para além disso, as listas de utentes dos médicos de família que já se encontram sobredimensionadas, poderão crescer ainda mais, após a aplicação do Índice de Complexidade do utente (ICU), criado pelo anterior governo.

Este instrumento, ética e socialmente questionável, considera que existem utentes que pesam menos de um ou até mesmo “zero utente” na lista do médico de família, recorrendo a características como o género, a nacionalidade, a condição económica, cuja construção está ferida de humanidade.

Assim, se o Índice de complexidade do utente (ICU) vier a ser aplicado, a acessibilidade ao médico de família irá agravar-se.

Por fim, a entrada em vigor das Unidades Locais de Saúde (ULS), que foram implementadas sem qualquer visão estratégica, comprometem a autonomia das USF, colocando em risco os cuidados preventivos, em detrimento de uma visão hospitalocêntrica, centrada na doença.

A FNAM considera premente a revogação imediata do IDE e o ICU propostos e apela à manutenção da autonomia dos Cuidados de Saúde Primários, estando disponível para discutir, conjuntamente, novas soluções que dignifiquem o SNS.

Balanço da Operação “NETWORK V

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) e a Guarda Nacional Republicana (GNR), no âmbito do planeamento conjunto de 2024, realizaram em 21 de março de 2024, uma Ação Nacional Conjunta, denominada Operação “NETWORK V”, nas vertentes tributária e aduaneira, através de ações de fiscalização e controlo intensivo de mercadorias em circulação, nos principais eixos da rede viária nacional.

Foram estabelecidos como alvos preferenciais da operação, os veículos de mercadorias em geral e os veículos automóveis ligeiros, visando nomeadamente o controlo dos documentos de transporte e faturação, de mercadorias sujeitas a Impostos Especiais sobre o Consumo (IEC), designadamente, Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Produtos Energéticos (ISP), Imposto sobre o Tabaco (IT) e Imposto sobre o Álcool e Bebidas Alcoólicas (IABA) e IVA, bem como a regular condição dos veículos de matrícula estrangeira em circulação no território nacional.

Na Ação Nacional Conjunta da parte da AT participaram 18 Direções de Finanças, nove Alfândegas e sete Delegações Aduaneiras, coordenadas pelos serviços centrais da Inspeção Tributária e Aduaneira, num total de 451 inspetores da AT, da parte da GNR participaram 20 Comandos Territoriais de todos os distritos e das regiões autónomas dos Açores e Madeira e a Unidade de Acção Fiscal, num total de 675 militares da Guarda.

Como resultados da operação destaca-se:

O controlo de 8 237 veículos;
A detenção de seis pessoas por condução sem habilitação legal;
A elaboração de um auto de notícia por crime de posse de produto estupefaciente;
O levantamento de 451 autos de notícia por infrações fiscais e aduaneiras pela AT e GNR e de 555 autos de notícia por infrações diversas por parte da GNR, designadamente à legislação rodoviária e condições do trabalho;
A apreensão de:

46 veículos automóveis que circulavam de forma irregular;
22,56 doses de haxixe.

 

Cientes do seu efeito dissuasor e preventivo, a Autoridade Tributária e Aduaneira e a Guarda Nacional Republicana, irão prosseguir e intensificar este tipo de ações, no âmbito do combate à economia paralela e às práticas de Fraude e Evasão Fiscais.

Carlos Moura novo presidente da AHRESP

No ato eleitoral mais participado de sempre da história da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) foram ontem eleitos os Órgãos Sociais, assim como as Comissões Diretivas dos Setores de Atividade e as Comissões Diretivas Distritais, com vista ao mandato do triénio 2024-2027.

A Direção eleita é presidida por Carlos Moura, pelo ITAU – Instituto Técnico de Alimentação Humana, ficando a presidência da Mesa da Assembleia-Geral a cargo de Rui Mota pela Enatur – Empresa Nacional de Turismo, sendo o Conselho Fiscal presidido por José Lourenço Santos pela Lunahoteis.

Igualmente, foram eleitas as 15 Comissões Diretivas Distritais e Regionais, abrangendo o território nacional, assim como as 8 Comissões Diretivas dos Grupos de Setor, que representam os interesses de atividades como a Restauração Tradicional, a Restauração de Serviço Rápido, a Restauração Coletiva, as Pastelarias, a Animação Noturna, a Indústria/Comércio Alimentar, os Emissores de Vales de Refeições, a Hotelaria, o Alojamento Local, os Parques de Campismo e o Turismo de Ar Livre.

Os novos eleitos apresentaram o seu Programa do Mandato, que agora se inicia e que assenta nos eixos estratégicos “Empresas”, “Pessoas” e “Gastronomia e Vinhos”, com os propósitos de estar cada vez mais próximos do tecido empresarial, de apoiar e promover as suas atividades, sem esquecer a valorização e qualificação dos seus profissionais e a excelência da gastronomia portuguesa.

A tomada de posse dos eleitos vai realizar-se no dia 19 de abril, pelas 18 horas, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Lisboa.

Melhores vinhos de 2023 revelados

Já são conhecidos os vencedores dos Prémios “Grandes Escolhas” 2024, revelados na cerimónia de entrega de prémios que se realizou no dia 1 de março no Centro de Congressos do Estoril, com a presença de dezenas de produtores e outros profissionais da área. Dos 30 melhores vinhos portugueses, entre todas as regiões e todas as categorias, de acordo com a redação da Grandes Escolhas, foram distinguidos o ‘Murganheira Assemblage Távora-Varosa Espumante Grande Reserva branco 2006’, na categoria de Melhor Espumante, ‘Bacalhôa 1931 Vinhas Velhas Bairrada Clássico Bical branco 2021’, como Melhor Vinho Branco, ‘Quanta Terra Phenomena Regional Duriense Pinot Noir Rosé 2022’, o Melhor Vinho Rosé, ‘Quinta do Crasto Vinha Maria Teresa Douro tinto 2019’, na categoria de Melhor Vinho Tinto, e a distinção de Melhor Vinho Fortificado foi para o ‘Dalva Porto Tawny 50 anos’.

Ainda durante a cerimónia, foram atribuídos os 20 Troféus Grandes Escolhas, nas diversas categorias: Restaurante Cozinha Tradicional Portuguesa 2023 – ‘Três Pipos, Tonda, Tondela’; Restaurante Cozinha do Mundo 2023 – ‘Soão – Taberna Asiática, Lisboa’; Restaurante 2023 – ‘Pedro Lemos, Porto’; Sommelier 2023 – ‘Filipe Wang’; Prémio David Lopes Ramos 2023 – ‘Isabel Drumond Braga’; Loja Gourmet 2023 – ‘Comida Independente’; Garrafeira 2023 – ‘Garrafeira Imperial, Lisboa’; Wine Bar 2023 Mind The Glass, Porto’; Enoturismo 2023 – ‘Algarve Wine Tourism’; Organização Vitivinícola 2023 – ‘Wine in Moderation’ ; Viticultura 2023 – ‘Álvaro Martinho Lopes’; Adega Cooperativa 2023 – ‘Adega Cooperativa de Ponte de Lima’; Produtor Revelação 2023 – (Ex-Aequo) ‘Dominio do Açor, Dão’ e ‘Herdade da Cardeira, Alentejo’; Produtor 2023 Menin Wine Company’; Empresa Vinhos Generosos 2023 – ‘Barbeito’; Empresa 2023 – ‘Fundação Eugénio de Almeida’; Prémio Singularidade 2023 – ‘Baías e Enseadas, Colares’; Enólogo Vinhos Generosos 2023 – ‘Manuel Henrique Silva (Rozès)’; Enólogo 2023 – ‘Francisco Antunes (Grupo Bacalhôa)’; e Senhor/a do Vinho 2023 – ‘António Soares Franco’. Ler Mais »

Oferta de quartos para arrendar aumenta 53% num ano

A oferta de quartos para arrendar em Portugal aumentou 53% no último ano. Apesar do aumento na disponibilidade de quartos no mercado, os preços subiram 25% durante o mesmo período, custando 420 euros por mês, segundo um estudo publicado pelo idealista, o marketplace imobiliário do sul da Europa.

Analisando as capitais de distrito, a oferta subiu em quase todas as cidades, com exceção de Évora (-66%), Funchal (-64%), Aveiro (-29%), Viana do Castelo (-13%) e Faro (-8%), onde há menos quartos disponíveis para arrendar no mercado. Por outro lado, a oferta disparou em Vila Real (457%), Guarda (230%), Viseu (163%), Castelo Branco (134%), Bragança (122%), Lisboa (121%), Beja (120%), Coimbra (74%), Santarém (72%), Leiria (54%), Ponta Delgada (53%), Porto (16%), Braga (6%) e Setúbal (1%).

Preços sobem em todas as capitais de distrito

Apesar do aumento da oferta na maioria das cidades, os preços continuaram a sua trajetória de subida. Viseu foi onde os quartos para arrendar mais subiram de preço, 35% num ano. Seguem-se Lisboa (32%), Funchal (29%), Bragança (25%), Santarém (25%), Leiria (25%), Setúbal (25%), Vila Real (23%), Guarda (20%), Beja (20%), Viana do Castelo (20%), Castelo Branco (18%) e Porto (18%). As menores subidas de preço foram em Évora (7%), Coimbra (7%), Ponta Delgada (10%), Aveiro (11%), Braga (12%) e Faro (15%).

Lisboa continua a ser a cidade com os quartos mais caros: 550 euros por mês. Seguem-se o Porto (415 euros/mês), Braga (350 euros/mês), Setúbal (330 euros/mês), Faro (330 euros/mês), Funchal (325 euros/mês), Aveiro (312 euros/mês), Bragança (300 euros/mês), Santarém (300 euros/mês), Leiria (300 euros/mês), Vila Real (300 euros/mês), Viana do Castelo (300 euros/mês), Ponta Delgada (300 euros/mês), Coimbra (300 euros/mês) e Évora (300 euros/mês). Por outro lado, os quartos mais baratos para arrendar, encontram-se na Guarda (200 euros/mês), Castelo Branco (220 euros/mês), Beja (250 euros/mês) e Viseu (290 euros/mês).

Pessoas interessadas por quarto

O aumento da oferta de quartos disponíveis para arrendar causou uma redução de 44% no número de interessados por quarto ao longo de um ano.

Foi em Lisboa onde o número de contactos por quarto mais desceu, 66% nos últimos doze meses. Seguem-se Beja (-57%), Viseu (-53%), Vila Real (-51%), Guarda (-50%), Leiria (-36%), Santarém (-35%), Coimbra (-32%), Porto (-26%), Bragança (-16%), Setúbal (-10%), Viana do Castelo (-10%), Ponta Delgada (-8%) e Funchal (-5%). Já em Castelo Branco o número de interessados por quarto manteve-se estável. Por outro lado, os interessados por quarto aumentou 403% em Évora, seguindo-se Aveiro (66%), Faro (38%) e Braga (11%).

Por:Idealista

“Cuidado Digital 360+” vai transformar a vida das pessoas no setor social

A Fundação Santander Portugal, a MEO Empresas, a Sioslife e a Samsung, com o apoio da União das Misericórdias Portuguesas e da Associação Portuguesa de Telemedicina, apresentaram esta terça-feira um projeto que visa acelerar e dinamizar a transformação digital de Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS).

Desenvolvido no âmbito da prestação de cuidados à população mais idosa, «Cuidado Digital 360+» é um projeto de digitalização que visa analisar o impacto positivo da tecnologia no setor social, nomeadamente no trabalho de profissionais e na vida dos utentes e familiares.

Para conhecer e analisar o impacto que a transformação digital pode trazer ao setor social, foi implementado um projeto-piloto em duas IPSS, com valências de Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI), Centro de Dia e Serviços de Apoio Domiciliário – a Santa Casa da Misericórdia de Sesimbra e o Centro Social e Paroquial de Raimonda.

SPZC-Em defesa dos docentes dos sectores social e público

Segundo comunicado do SPZC, refere que: Os educadores com habilitação profissional em funções docentes nas creches das Misericórdias e IPSS não podem ser discriminados face a quem trabalha nos jardins de infância. Os vencimentos e as progressões têm de ser iguais, de acordo com as tabelas em vigor

Os educadores de infância que trabalham nas creches e/ou jardins de infância pertencentes à União das Misericórdias Portuguesas (UMP) e à Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) têm direito, desempenhem a profissão num ou noutro lado, a igual remuneração e progressão.

É um princípio justo e inalienável que não pode ser posto em causa.

Não importa que estejam em creche ou jardim de infância, têm é de ser educadores de infância devidamente habilitados e no exercício de funções docentes.

No caso do UMP, as tabelas de vencimentos foram atualizadas com o Boletim do Trabalho e Emprego (BTE) n.º 14, de 15 de abril de 2023, com efeitos a novembro de 2022. Em relação à CNIS, trata-se do BTE n.º 20, de 29 de maio de 2023.

Entretanto, decorrem as negociações de revisão dos articulados dos BTE da UMP e da CNIS. Assim que o processo estiver concluído será divulgado aos docentes e às instituições.

Deixa o apelo aos s educadores que estejam a ser confrontados com alguma situação discriminatória que contactem cada uma das delegações ou a sede do SPZC.

Exigências ao novo Governo

O SPZC e a FNE estão a elaborar o Roteiro para a Legislatura 2024-2028 para entregar aos partidos concorrentes às eleições legislativas de 10 de março.

Dos muitos assuntos que serão inscritos há temas incontornáveis e cruciais a que o Governo que sair do ato eleitoral terá de dar resposta.

Para lá da contagem do tempo de serviço perdido e congelado, urge erradicar o atual modelo de avaliação do desempenho. Esta é uma das principais dificuldades que pesam e penalizam de sobremaneira os docentes e que contribuem para o mal-estar nas escolas.

Da extensa lista, há ainda o problema da falta de igualdade e equidade de tratamento dos educadores e professores da monodocência, as condições negativas na ida para a aposentação, o modelo inadequado de gestão das escolas e a perda da equiparação à carreira técnica superior determinada pelo atual Governo.