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Educação

Noesis instala escritórios no Politécnico da Guarda e recruta recém formados

O Instituto Politécnico da Guarda – IPG vai acolher nas suas instalações os novos escritórios da Noesis. A consultora tecnológica portuguesa escolheu o IPG como parceiro para se instalar na cidade da Guarda e para contratar quadros especializados. Esta colaboração foi acordada num protocolo assinado entre o presidente do IPG, Joaquim Brigas, o CEO da Noesis, Alexandre Rosa, e o CTO da Noesis, Nelson Pereira.

“A instalação da Noesis no Politécnico da Guarda – uma consultora de referência no mercado pela sua elevada capacidade de inovação tecnológica – tem a vantagem de aproximar os nossos estudantes do mundo empresarial e de promover a retenção de talento no Interior”, afirma Joaquim Brigas. “Esta parceria prevê o recrutamento de recém licenciados e mestrados no IPG para estágios, que posteriormente poderão fixar-se na empresa, contribuindo, desta forma, para o desenvolvimento económico da região”.

Para além de recrutamento de quadros qualificados no IPG, o protocolo prevê a cedência de instalações por parte do IPG e a realização de ações conjuntas de inovação e modernização administrativa, nomeadamente na melhoria, criação e adaptação de ferramentas informáticas do IPG.

“Procuramos estar próximos de instituições académicas que sejam relevantes nas áreas de formação das engenharias, como é o caso do Instituto Politécnico da Guarda, promovendo a integração profissional de jovens licenciados, sem que estes tenham de se deslocalizar para os grandes centros urbanos”, afirma Nelson Pereira, CTO da Noesis. “A abertura destes novos escritórios faz parte da nossa estratégia de criar diversos centros de competências, espalhados pelo país, constituídos por equipas especializadas que desenvolvem projetos e prestam serviços aos nossos clientes”.

A Noesis já iniciou o processo de recrutamento de recursos humanos na região e prevê começar a utilizar o novo polo no IPG durante o mês de março.

“Educação e Futuro” em debate no Dia Internacional da Educação em Fornos de Algodres

Agrupamento 1393 – Fornos de Algodres homenageado 

Durante a manhã , desta segunda-feira, o auditório do AEFA, acolheu uma sessão de partilha e debate centrada no tema “Educação e Futuro”.

Esta sessão teve a participação do professor Marco Fernandes, Diretor do Agrupamento de Escolas, Bruno Costa, Presidente da Junta de Freguesia, Luísa Gomes, Vereadora da Câmara Municipal com o Pelouro da Educação, Rodrigo Sousa, Presidente da Associação de Estudantes, Ana Roque, Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação e Manuel Fonseca, Presidente da Câmara Municipal de Fornos de Algodres, onde todos eles deixaram umas breves palavras sobre este dia, numa iniciativa da Freguesia de Fornos de Algodres, em parceria com o Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres e o CLDS 4G Servir Fornos de Algodres, assinalou o Dia Internacional da Educação, uma iniciativa que segundo a a Freguesia pretendem manter ao longo dos anos e neste ano dividiu em duas vertentes.

No final das preleções foi entregue uma distinção ao Agrupamento de Escuteiros de Fornos de Algodres, na pessoa do Chefe Paulo Santos, pelos contributos inestimáveis que esta instituição presta efetivamente no desenvolvimento e promoção de habilidades sociais positivas nas crianças e jovens.

O Agrupamento 1393 – Fornos de Algodres, pela voz do chefe Paulo Santos agradeceu a homenagem prestada pela  Freguesia de Fornos de Algodres, salientando que “Esta homenagem é para todos nós, escuteiros, dirigentes, pais e encarregados de educação, motivo de muito orgulho. Continuamos Sempre Alerta para Servir!”

Durante o dia, os alunos do Pré-Escolar e 1º Ciclo, podem assistir a uma experiência teatral centrada na temática educativa. Deste modo, o executivo da Freguesia fornense agradeceu aos professores, alunos, restantes entidades presentes e a todos aqueles que contribuem diariamente para uma educação de futuro, com qualidade e equidade .

Orçamento Participativo Jovem Tavares arranca em fevereiro

As candidaturas de ideias para o Orçamento Participativo Jovem Tavares (OPJT), na União de Freguesias de Tavares iniciam  em fevereiro.

Esta é uma oportunidade para os jovens Tavarenses participarem ativamente num exercício de cidadania, a identificar problemas, discutir e apresentar projetos de solução ou de desenvolvimento.

A apresentação das propostas deverá ser feita até 1 de abril, por cidadãos jovens entre os 16 e os 30 anos, recenseados, ou com pais recenseados na União das Freguesias de Tavares.
As propostas serão analisadas e após aprovação validadas para votação. Serão implementadas as 2 propostas com mais votos.

A União das Freguesias de Tavares define uma verba até ao limite de dois e quinhentos euros, para total implementação das propostas mais votadas. Este projeto resulta de uma parceria com a CPCJ de Mangualde. Mais informações em www.freguesiadetavares.pt

SPZC-Exigem-se cuidados sanitários extremos nas salas de aula

Em comunicado o Sindicato dos professores da Zona Centro, refere que: “O aumento dos níveis de contágio pela variante Ómicron, associado à possibilidade de votação das pessoas confinadas, são fatores que recomendam uma atenção especial na higienização e segurança dos espaços escolares abertos para a realização das eleições.

As eleições legislativas vão ter lugar no dia 30 de janeiro, com o voto antecipado em mobilidade realizado no próximo domingo.

O ato eleitoral ocorre num momento particularmente complexo do ponto de vista da saúde pública. Os números da pandemia estão a atingir máximos históricos (a 20 de janeiro registaram-se mais de 56 mil novos casos) e estima-se que um milhão de portugueses estejam em confinamento por infeção ou contacto de alto risco. Ainda assim, como já foi tornado público, quem se encontra em isolamento vai poder votar.

Muitos dos espaços utilizados para o cumprimento de uma ação desta natureza localizam-se em estabelecimentos de ensino. O SPZC deixa um apelo claro às entidades responsáveis pela manutenção dos espaços escolares, especialmente os do ensino não superior, para que todas as salas de aula, corredores e outros que integrem as infraestruturas escolares que serão abertas ao público sejam devidamente limpos e se apresentem com todos os requisitos de segurança sanitária, antes e depois do voto. É a única forma de toda a comunidade se sentir segura e tranquila para o regresso ao normal funcionamento das atividades letivas e não letivas.

Um problema de saúde pública como o que se vive, que regista picos preocupantes de contágio pela variante Ómicron e ainda pela Delta, exige uma atenção especial e meios redobrados. Só assim poderemos ter confiança para a convocação de pessoas que participam nesta importante iniciativa de caráter cívico e político.

Desta forma, não se repetirão alguns dos episódios que aconteceram nas eleições para as autarquias, levadas a efeito no transato mês de setembro. Na altura, o SPZC recebeu inúmeras críticas de educadores e professores que foram confrontados com o facto de não ter havido o necessário e imperioso cuidado no cumprimento de um critério elementar e imprescindível para prevenir riscos ou danos e preservar a saúde de docentes, alunos, não docentes, pais, encarregados de educação e de toda a comunidade”.

Artigo:A revisão entre pares abordada no filme “Não Olhem para Cima” é um dos pilares da ciência

No âmbito do programa “Cultura, Ciência e Tecnologia na Imprensa”, promovido pela Associação Portuguesa de Imprensa.

Contribuir para o avanço do conhecimento é algo que todos os cientistas ambicionam. Mas para isso, é necessário que as suas descobertas sejam validadas por outros cientistas. Esta validação é feita através do processo de revisão entre pares, um dos pilares do processo científico, mencionado por Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrense no filme “Não Olhem Para Cima”.

Se já viu o filme “Não Olhem Para Cima”, de Adam McKay, terá notado que o professor Randall Mindy e a sua doutoranda Kate Dibiasky, interpretados por Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrense, questionam o processo científico de revisão entre pares da missão implementada pela BASH, a grande empresa que prometia impedir que o cometa “destruidor de planetas” acabasse com a vida na Terra. Mas afinal o que é que é o processo de revisão entre pares e em que medida é que este seria uma importante ferramenta para escolher a missão mais eficaz para salvar o mundo?

A revisão entre pares é o processo através do qual os cientistas avaliam o trabalho desenvolvido por outros cientistas, sendo um dos principais pilares da ciência. Esta avaliação pode ocorrer em várias etapas do processo científico, mas é mais frequente quando os cientistas que conduziram um determinado estudo submetem o seu trabalho a uma revista científica, com o objetivo de verem as suas descobertas publicadas e disseminadas pela comunidade científica.

Existem pelo menos três fases no processo de revisão entre pares

A primeira fase ocorre no momento em que o artigo é submetido para uma revista científica selecionada pelos autores, de acordo com a área de investigação e com as características do estudo. Nesta fase, o trabalho passa por uma primeira avaliação por parte do editor da revista. Quando são identificadas limitações significativas no trabalho desenvolvido, ou quando a investigação não se enquadra nos objetivos da revista, o artigo é imediatamente rejeitado. Segundo o grupo Elseviers (https://www.elsevier.com/connect/authors-update/5-ways-you-can-ensure-your-manuscript-avoids-the-desk-reject-pile) 30 a 50% dos artigos são rejeitados nesta fase.

A segunda fase ocorre quando o artigo passa nesta primeira avaliação e é enviado para revisão entre pares. O editor convida um, dois ou mais cientistas com experiência reconhecida na área de investigação, designados por revisores. O número de revisores depende da área de conhecimento e da revista científica. Por exemplo, na revista multidisciplinar Nature (https://www.nature.com/nature-portfolio/editorial-policies/peer-review) são usualmente convidados dois ou três revisores por artigo. É importante que os revisores não tenham qualquer ligação direta com o estudo, para evitar potenciais enviesamentos na avaliação.

Aos revisores convidados, é solicitado que analisem, de forma independente e criteriosa, se as hipóteses dos autores são suportadas pela evidência científica; se os métodos implementados são adequados para testar as hipóteses; se os dados foram recolhidos e analisados corretamente; se as conclusões dos autores vão de encontro com os dados obtidos; se acrescenta conhecimento ao já existente; entre outros aspetos. Revistas com processos mais rigorosos de revisão entre pares tendem a ser julgadas como mais prestigiadas pela comunidade científica.

É através destas avaliações e da sua própria perspetiva que o editor consegue filtrar os estudos com qualidade, que serão publicados na revista e consequentemente disseminados pela comunidade científica. Assim, podem acontecer três cenários distintos:

No primeiro cenário, o estudo é avaliado com elevada qualidade e é aceite para publicação, sem qualquer revisão. Este cenário é pouco frequente, já que a maioria dos estudos tem alguns aspetos que podem beneficiar de uma revisão, ainda que mínima.

No segundo cenário, os revisores encontram problemas incorrigíveis que diminuem a qualidade do estudo e, consequentemente, a validade das suas descobertas. Perante uma avaliação negativa deste tipo, o editor geralmente opta pela rejeição do artigo, o que faz com que o mesmo não seja publicado na revista.

Por fim, no terceiro cenário, apesar de considerarem que o estudo tem vários pontos positivos, os revisores apontam aspetos que devem ser melhorados ou esclarecidos.

Aqui, inicia-se a terceira fase do processo de revisão entre pares: os autores são convidados pelo editor a submeter uma versão revista do artigo, de forma a responder às dúvidas e solicitações dos revisores e do próprio editor. Esta versão é avaliada novamente pelos revisores e o processo repete-se até que o editor decida aceitar (caso todas as questões dos revisores tenham sido devidamente respondidas) ou rejeitar o artigo (caso as revisões feitas ao artigo não tenham acrescentado qualidade ao mesmo, existindo problemas que limitam muito a validade das conclusões). No caso da revista The Lancet (https://www.thelancet.com/), uma das mais prestigiadas na área da medicina, apenas 5% dos artigos submetidos são aceites para publicação.

O processo de revisão pode demorar vários meses ou até vários anos, exigindo esforço e dedicação de todos os intervenientes. Porém, estas revisões permitem aumentar a confiança nas descobertas do estudo, ao agregar não só os conhecimentos dos autores, mas também os conhecimentos e críticas dos revisores e do editor.

Existem diferentes tipos de revisões. As mais comuns são as revisões cegas simples, revisões cegas duplas e revisões abertas. Nas revisões cegas simples, os autores não sabem a identificação dos revisores. Nas revisões cegas duplas, os autores não sabem a identificação dos revisores e os revisores também não sabem a identificação dos autores. Por outro lado, nas revisões abertas, a identidade dos autores e dos revisores é conhecida por todos os envolvidos no processo de revisão. Apesar de terem vantagens e desvantagens distintas, todos os tipos de revisões partilham o mesmo propósito: garantir que o conhecimento científico provém de estudos de qualidade, seguindo metodologias rigorosas, baseadas na evidencia científica e não enviesadas por interesses políticos, económicos ou pessoais.

Voltando ao filme, a recusa do CEO da BASH em responder a questões relacionadas com o processo científico da missão, sugere que o mesmo não foi validado por revisão entre pares. Consequentemente, não só não foi possível averiguar a (evidente falta de) qualidade do projeto, a sua base teórica e a adequabilidade da metodologia, como também não foi possível lutar contra um claro enviesamento político e económico na seleção da missão a ser implementada.

É sabido que o processo de revisão entre pares não está isento de limitações, conforme descrito neste artigo publicado na revista Frontiers in Neuroscience (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4444765/). Por exemplo, a revisão entre pares, sendo um processo praticado por humanos, está sujeita a erro ou falhas de comunicação entre os autores e os revisores, e nem sempre é eficaz na identificação de possíveis erros. É também um processo demorado, que pode limitar o acesso atempado a conhecimento científico em momentos mais urgentes, como no contexto pandémico.

No entanto, apesar das limitações, a revisão entre pares no filme “Não Olhem Para Cima” teria ajudado a evitar uma catástrofe global bem ao estilo de Hollywood, mas facilmente transferível para a vida real.

Joana Grave

Licenciada em Psicologia (2012) e Mestre em Psicologia Forense (2014) pela Universidade de Aveiro. Colaborou enquanto investigadora (2016-2018) no Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, e como assistente convidada (2017-2018) na mesma instituição. É atualmente bolseira de doutoramento em Psicologia no Departamento de Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro, em colaboração com o Departamento de Psiquiatria e Psicoterapia da Universidade de Tübingen, Alemanha. O objetivo geral da sua investigação passa por compreender a forma como determinadas pistas sociais (em particular, expressões faciais e odores corporais) são percecionadas e modelam processos cognitivos, comportamentais e fisiológicos, tanto na população geral como em certas perturbações mentais. Para além do percurso académico, é membro da Ordem dos Psicólogos Portugueses desde 2016. Já desempenhou funções de psicologia clínica, psicogerontologia e psicologia da justiça.

Transição Digital e Sustentabilidade em debate na Guarda

O Instituto Politécnico da Guarda realiza o evento “Transição Digital e Sustentabilidade – Uma oportunidade para o Interior”, nesta quinta-feira, 20 de janeiro, com o apoio da Axians, que pretende estimular a discussão e o conhecimento desta temática no contexto empresarial e social regional.

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Num contexto de trabalho em rede e promovendo a aproximação do tecido empresarial às instituições de Ensino Superior, este evento pretende consolidar um Ecossistema Regional de Inovação Inteligente que potencie a valorização e a transferência de conhecimento e de resultados de I&D+I para a economia regional.

“Consideramos importante reforçar os laços de cooperação com as instituições de ensino superior, nomeadamente dos territórios de baixa densidade, onde empresas com a Axians podem assumir-se como um agente de apoio ao desenvolvimento destes territórios.” afirma Pedro Faustino, Managing Director na Axians Portugal, sobre o apoio da Axians ao evento “Transição Digital e Sustentabilidade – Uma oportunidade para o Interior”.

A realizar-se no auditório Politécnico da Guarda, a Sessão de Boas-Vindas está a cargo de Joaquim Brigas, Presidente do Instituto Politécnico da Guarda, e de Sérgio Costa, Presidente da Câmara Municipal da Guarda, seguindo-se a Apresentação de Abertura, sob o tema “A Guarda como Hub Digital” a cargo de Ana Mendes Godinho. O painel “A Importância de digitalizar o interior” será moderado por Claúdia Domingues, Regional Manager na Axians Portugal, e o segundo debate tem como tema “A transição energética no aumento de competitividade do interior”, cuja moderação está sob a responsabilidade de Pedro Almeida, do PCI – Creative Science Park – Aveiro Region. O encerramento do evento será realizado por Isabel Damasceno, Presidente da CCDRC – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.

No âmbito do projeto InovC+, cofinanciado pelo Centro 2020 e com o apoio da Axians, a participação no evento “Transição Digital e Sustentabilidade – Uma oportunidade para o Interior” é gratuita e pode ser acompanhada em livestreaming, em https://www.facebook.com/politecnicodaguarda.

PROGRAMA

​​10h00 | Receção
10h30 | Sessão de Boas Vindas
Joaquim Brigas, Presidente do IPG
Sérgio Costa, Presidente da Câmara Municipal da Guarda

10h40 | Apresentação de Abertura
A Guarda como Hub Digital
Ana Mendes Godinho

11h00 | A importância de Digitalizar o interior
Moderação do painel por Cláudia Domingues, AXIANS
> Empresas mais competitivas no âmbito digital
Vasco Lagarto/ Rui Tocha, PTCENTRO DIH
> A importância das Zonas Livres Tecnológicas (ZLT) no posicionamento do interior
Fernando Resina da Silva, VDA -VIEIRA DE ALMEIDA
> 5G Alavanca estratégica para o desenvolvimento do interior
Helena Ramos, NOKIA

11h45 | A transição energética no aumento de competitividade do interior
Moderação por Pedro Almeida, PCI
> Autoconsumo Fotovoltaico: a solução para a redução de custos de energia nas empresas
Luís Silva, OMEXOM
> Criação de comunidades energéticas
Flávio Lé, INOVA-RIA
> Soluções de green IT
Luís Xavier, GLOONE

12h30- Sessão de encerramento
Isabel Damasceno, Presidente da CCDRC

Campanha de sensibilização de Eficiência Energética em Fornos de Algodres

Eficiência EnergéticaO Município de Fornos de Algodres está a promover uma iniciativa de boas práticas ambientais, direcionada para os funcionários da Câmara Municipal e alunos do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres, com vista a melhorar a eficiência energética pública.

Centrada em pequenos gestos que podemos e devemos adotar em ambiente laboral, esta campanha de consciencialização pretende promover uma atitude mais consciente, que terá, certamente, repercussões também em ambiente doméstico.

Conselhos como desligar os equipamentos das tomadas, quando não estão em uso ou, desligar as luzes e equipamentos de ar condicionado nas divisões vazias são algumas das mensagens do Mondeguinho, a mascote do Município que tem sempre uma palavra sábia e amiga do ambiente.

A campanha, que conta com o apoio do Agrupamento de Escolas e do projeto “Eco Escolas” de Fornos de Algodres, inclui cartazes informativos e pequenos autocolantes colocados junto dos interruptores, que lembram os mais esquecidos para desligarem a luz quando saem.

Os alunos e funcionários municipais de Fornos de Algodres podem orgulhar-se de estarem, agora, mais amigos do Ambiente, contribuindo para uma maior eficiência energética.

Esta ação de sensibilização contribui diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) n.º 7, 13 e 17, e e está inserida no (P09) Projeto de Otimização dos Equipamentos Municipais, do (PM4) Programa de Promoção da Eficiência Energética da Estratégia Municipal Ambiental 2022-2025, aprovada em Assembleia Municipal no dia 30/12/2021.

Ciclo de Palestras “Vamos Falar de Logística” na Guarda

Vão decorrer na Guarda, um Ciclo de Palestras “Vamos Falar de Logística” , neste mês de janeiro será o seu arranque. Promovida pelo Politécnico da Guarda e pelo Centro de Estudos Ibéricos , em parceria com o Município da Guarda , Apat – Associação dos Transitários de Portugal e a APLOG – Associação Portuguesa de Logística. , a primeira das quatro palestras decorre já no próximo dia 24 de janeiro, pelas 18h30, no Auditório do IPG.

A abertura do evento fica a cargo de Joaquim Brigas, Presidente do IPG, e Sérgio Costa, Presidente do Município da Guarda. O evento conta, ainda, com a participação de Sandra Olano, Diretora Geral do OLANO Groupe, que abordará o tema “Valores e Cultura na Empresa”. A entrada é livre e as próximas palestras já estão agendadas para os dias 28 de fevereiro, 31 de março e 28 de abril.

Mais informação em https://politecnicoguarda.pt/eventos/vamos-falar-de-logistica-ciclo-de-palestras/

Município de Pinhel fez oferta de um livro aos alunos do Pré-Escolar e do 1ºCiclo do concelho de Pinhel

A semana começou com a oferta de um livro aos alunos do Pré-Escolar e do 1ºCiclo do concelho de Pinhel.
Durante a tarde de segunda-feira, 17 de janeiro, o Presidente da Câmara Municipal de Pinhel, Rui Ventura, esteve nos vários estabelecimentos de ensino a entregar, pessoalmente, um exemplar do livro “A Raposa Fabulosa”, da autoria de Pedro Seromenho e Sebastião Peixoto, que tem a Serra da Estrela como cenário.
A oferta de um livro por ocasião do Natal é um hábito que tem vindo a consolidar-se, no âmbito das iniciativas de promoção da leitura levadas a efeito pelo Município de Pinhel junto dos mais novos. Porque ler mais é saber mais…

Ideia com Futuro – Reciclar no Planalto Beirão” recebeu visita dos alunos do Agrupamento de Escolas de Nelas

A Exposição Itinerante de Temática Ambiental esteve no Concelho de Nelas na passada semana e e foi visitada por cerca de 350 alunos da EB 2,3 Dr. Fortunato de Almeida e da Escola Secundária de Nelas. Acompanhados por um agente de sensibilização, os alunos exploraram a temática da Economia Circular de forma lúdico e pedagógica, através de equipamentos multimédia, apresentações, vídeos e jogos, procurando sensibilizar para a problemática da gestão dos resíduos urbanos e reforçar a importância da separação dos resíduos de embalagem, para que possam ser reciclados e transformados em matéria-prima para novos produtos.