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Gouveia

Vila Franca da Serra homenageou José Mendes

Inserido nos 50 anos do 25 de abril, neste domingo , na localidade de Vila Franca da Serra , teve lugar a Homenagem ao primeiro Presidente da Freguesia, de seu nome José Mendes.

Assim o executivo da Freguesia, liderado por Carlos Pacheco, decidiu atribuir o nome de José Mendes, a uma rua , junto à igreja.

Uma cerimónia que contou com a presença do executivo da Freguesia, o Executivo Municipal de Gouveia, familiares e restante comunidade.

Foto:DR

Parque Ecológico de Gouveia já reabriu

Teve lugar a inauguração das Obras de Intervenção de Valorização, Animação e Divulgação do Parque Ecológico de Gouveia (PEG) numa cerimónia que contou com a presença da Deputada da Assembleia da República, Dulcineia Moura, da Diretora Regional do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas do Centro, Fátima Reis, da Diretora de Serviços de Alimentação e Veterinária da Região Centro, Rosa Rodrigues, do Presidente da Assembleia Municipal de Gouveia, Gil Barreiros e do Presidente da Câmara Municipal de Gouveia, Luís Tadeu, acompanhado dos restantes membros de executivo.
O Presidente da Assembleia Municipal, Gil Barreiros, iniciou a sua intervenção dirigindo-se à Deputada Dulcineia Moura, que é a primeira vez após a eleição que se desloca ao concelho de Gouveia, com votos de bom trabalho em prol do distrito da Guarda e do concelho de Gouveia. Referiu ainda “a alegria que temos em ver a reabertura deste espaço icónico de Gouveia, um espaço com enorme potencial para projetar a imagem de Gouveia, mas um espaço também para ser vivido pelos gouveenses, principalmente por aqueles mais jovens, que também aqui estão presentes hoje, os meninos e meninas do nosso concelho, aqueles que são o nosso futuro, têm aqui um espaço para se divertirem e também para aprenderem”.
Seguiu-se a Diretora Regional do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas do Centro, Fátima Reis, afirmando que “é um gosto estar aqui, iniciámos este processo de recuperação do parque em 2022, e decorridos dois anos, estamos a inaugurar o Parque Ecológico, um espaço onde os visitantes observem e apreciem a relação dos animais com o seu habitat natural. Este parque irá também servir como instrumento de cariz ambiental e de promoção de educação ambiental, até porque, foi com Gouveia que o ICNF desenvolveu o primeiro projeto piloto com agrupamentos de escola, dada a sua localização no Parque Natural da Serra da Estrela.”
A Diretora de Serviços de Alimentação e Veterinária da Região Centro, Rosa Rodrigues, sublinhou que “este é um parque muito interessante que pode fomentar, a nível regional, a ligação das crianças à terra.”
Santinho Pacheco, presidente da Câmara Municipal de Gouveia entre 1985 e 2001, foi também convidado para este momento, sendo que referiu que “é com enorme alegria que vinte e tal anos depois vejo de novo arrancar este projeto, um projeto do coração. Como sabem, Gouveia não teve a felicidade, como outras terras do nosso distrito, de ter um passado monumental (grandes igrejas, castelos ou conventos), daí a necessidade de construir um projeto de desenvolvimento turístico, uma vez que Gouveia é uma das principais portas de entrada da Serra da Estrela.
Na altura cidade jardim, princesa da serra, tínhamos as matas e pontos de interesse na Serra da Estrela (do Mondeguinho ao Vale do Rossim), atrativos para uma visita ao nosso concelho, mas foi necessário complementar essa oferta, daí o Parque Ecológico de Gouveia, que agora o município teve a oportunidade de continuar e concretizar.
Eu vejo no gesto da Câmara Municipal de Gouveia, ao convidar-me para usar da palavra aqui, uma espécie de passagem de testemunho de um passado de há 20 ou 30 anos, no início destes trabalhos e a continuação que agora houve. Independentemente das diferenças ideológicas ou partidárias que muitas vezes nos separam e conflituam, nós temos oportunidade, no momento certo, de mostrar que estamos unidos pela nossa querida Gouveia.”
A encerrar as intervenções protocolares, o Presidente da Câmara Municipal de Gouveia,Luís Tadeu, após os cumprimentos a todos os presentes, afirmou que “estamos hoje a dar cumprido um compromisso, quando iniciámos as obras em 2022. Este é um espaço emblemático do concelho de Gouveia e, por isso mesmo, agradecer ao projetista inicial de requalificação do parque e a todos os técnicos envolvidos, que executaram as intervenções necessárias para disponibilizar, aos mais jovens e não só, este espaço de lazer e convívio familiar.
A partir de hoje, o parque volta a estar disponível para os gouveenses e para aqueles que nos vão visitar.
Assim, Santinho Pacheco, espero que se sinta satisfeito com o resultado, que, no fundo, é uma continuação de um sonho seu, porque interessa o que nos une e leva em diante e não as questões politicas que nos possam dividir, interessa o que é bom para Gouveia.
Disfrutem, venham mais vezes com os vossos pais, familiares e amigos, porque isto é mesmo para vocês.”
A cerimónia prosseguiu com o descerramento da placa de inauguração, seguindo-se uma visita ao edifício de serviços e acolhimento, bem como ao Parque e aos novos circuitos e espaços criados para os animais, onde foi priorizado o seu bem-estar.
Venha visitar o Parque Ecológico de Gouveia, vai poder disfrutar de um espaço de interesse ambiental renovado, rodeado pelo que de melhor a natureza tem para oferecer.

3º aniversário da reabertura do troço Covilhã – Guarda da Linha da Beira Baixa

Nos dias 4 e 5 de maio, a Associação Move Beiras irá promover o 3º aniversário da reabertura do troço Covilhã – Guarda da Linha da Beira Baixa.

As comemorações irão decorrer na Benespera, a “Capital Ferroviária” da Linha da Beira Baixa e contará com a exposição fotográfica “We Love Trains – Movimento I” da Joint Adventures, um lanche comemorativo e uma atuação musical do grupo “A Mensagem”.

Esta comemoração mostra a união das populações das Beiras, a vontade das mesmas utilizarem e darem valor a este meio de transporte sustentável, o comboio

Artigo de opinião: TERMALISMO: A CURA PARA NÃO ADOECER

Ao redor do modesto público que já conhece a realidade das termas, começa uma cacofonia de vozes indistinguíveis. As termas, antes envoltas de luxo, com casinos eram frequentadas pelas elites como centros de lazer e recuperação onde socializavam e “matavam a sede” de uma boa conversa. Numa névoa de silêncio e reflexão, as termas transformam-se de repente num remoinho de atividades nefastas e pejorativas. A palavra Termalismo, ainda hoje é rodeada pela reputação da sua ancestralidade. Entre momentos de glória e outros depreciativos, o termalismo persiste no tempo e é na confluência de práticas ancestrais com os avanços científicos contemporâneos que o termalismo se procura reinventar.

Curiosa e despertada pelas histórias, fui experimentar a umas termas, não importa quais…. Podem ser apenas paredes e meras banheiras ou marquesas, sendo a água a sua unicidade. Permaneço imóvel numa banheira de água parada… Receio que os detalhes do testemunho sobre as propriedades terapêuticas das águas minerais, se desvaneçam da minha mente se eu me mover. Como refere Fernando Pessoa, “Há tanta suavidade em nada se dizer e tudo se entender”. Fecho os olhos, as minhas células vibram e esqueço as horas… aqui é “um lugar com tempo para tudo”. Na sala de repouso observo as pessoas a partir apressadamente, e questiono-me como podem voltar à sua rotina com tanta facilidade? Será que compreenderam a importância do termalismo como eu? Será que perceberam que esta prática ancestral pode ser a chave para uma vida mais saudável e equilibrada? Será que sabem que o termalismo pode ser a cura para não adoecer?

A sensação de comunicar termalismo toma conta de mim. O que será do termalismo? Será que conseguimos comunicar eficazmente os seus benefícios à sociedade? Na reflexão, percebo que o futuro do termalismo e, consequentemente, da saúde e do bem- estar, parece incerto… No entanto, uma luz de esperança brilha no horizonte, alimentada pela convicção de que a união entre tradição e a ciência pode abrir novos caminhos para um futuro mais saudável e equilibrado.

Determinada em contribuir para a valorização e progresso do termalismo, mantenho viva a esperança de que o termalismo continuará a ser uma fonte de cura e bem-estar
para as gerações futuras e por isso vos escrevo. A procura pela melhoria da qualidade de vida e a tendência global do inevitável envelhecimento, contribui para o crescimento do turismo de saúde e bem-estar. Paralelamente, as áreas da saúde, do turismo e do desenvolvimento regional têm sido alvo de estudo, mas maioritariamente de forma independente e desconexa, perdendo- se a oportunidade de valorização das sinergias associadas. Numa geração em que a inteligência artificial, os medicamentos e a inovação ganham destaque, é fácil esquecer o poder regenerador que reside nas profundezas da terra, nas águas minerais naturais. É hora de lembrar, de comunicar os benefícios do termalismo. A cura para não adoecer está mais próxima do que imaginamos…

A colaboração intersectorial, unindo saúde, turismo e desenvolvimento regional numa abordagem integrada é urgente. O termalismo combina na perfeição a saúde e o bem-
estar, sendo um importante elo de ligação. Nos últimos anos, têm sido realizados vários estudos que refletem a mudança de paradigma, quer na gestão dos estabelecimentos
termais, quer no perfil do seu utilizador. A necessidade de associar à vertente médica, as dimensões de qualidade de vida e de bem-estar, na linha do que é o conceito global e
contemporâneo de saúde é evidente. Esta perspetiva interdisciplinar é essencial para abordar os diversos pilares do termalismo, desde o impacto na saúde pública e bem-
estar psicológico das comunidades até à sustentabilidade ambiental. Na vertente saúde e bem-estar, o termalismo está fortemente alinhado com as tendências globais de promoção da saúde e bem-estar, valorizando não apenas os benefícios dos tratamentos termais na cura e na prevenção, mas também o seu impacto psicológico positivo, associado ao relaxamento e à conexão com a natureza. As termas recorrem a práticas de turismo e saúde sustentáveis, alinhadas com as diretrizes dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da agenda 2030, nomeadamente no Objetivo 3 – Saúde de Qualidade.

Além disso, de acordo com o despacho 8899/2019 de 07 de outubro, o termalismo encontra-se também alinhado com o Plano Nacional de Saúde e na vertente médica e
de gestão da saúde, pode contribuir para o tratamento e prevenção de patologias crónicas, bem como para uma eventual redução da despesa para o Serviço Nacional de
Saúde e para os cidadãos, nomeadamente em termos da prestação de cuidados de saúde evitáveis e dos custos com a prescrição de meios complementares de diagnóstico
e terapêutica e de medicamentos.

Ao auscultar as pessoas envolvidas no termalismo sabemos que o termalismo faz bem, sabemos que existem utilizadores que frequentam as termas há mais de 30 anos porque
sentem melhorias na sua condição física e redução na medicação, mas não chega. A literatura científica demonstra que o termalismo pode desempenhar um papel crucial
na prevenção de doenças crónicas, visto que as águas minerais naturais possuem compostos que, ao serem absorvidos pelo corpo, podem melhorar a circulação sanguínea, reduzir processos inflamatórios e fortalecer o sistema imunológico. A existência de evidências científicas de que a água mineral natural é benéfica no tratamento de patologias associadas aos diferentes sistemas: músculo-esquelético; respiratório; gastrointestinal; cardiovascular; neurológico, incluindo o sistema neurovegetativo; dermatológico e até perturbações psiquiátricas abre novos caminhos na ciência. Estes efeitos biológicos não apenas contribuem para a manutenção da saúde, mas também auxiliam na prevenção de patologias diversas. A abordagem do termalismo não se limita aos benefícios físicos, simultaneamente, motivam ao bem- estar psicológico que é igualmente importante na prevenção de doenças. A serenidade e o relaxamento proporcionados pelo ambiente das estâncias termais são elementos chave na redução do stress e na promoção da saúde mental. Este aspeto holístico dotermalismo, que engloba tanto o corpo quanto a mente, é fundamental para uma abordagem preventiva de saúde.

Contudo, é imperativo destacar que o termalismo não deve substituir tratamentos médicos convencionais, mas sim complementá-los. A integração do termalismo em
programas de prevenção de saúde requer uma abordagem multidisciplinar e oreconhecimento da comunidade médica. Neste sentido, a colaboração entre médicos,
terapeutas e investigadores é essencial para maximizar os benefícios do termalismo.

Na vertente da sustentabilidade, é também, preciso dar a conhecer medidas que demonstram que o uso dos recursos termais é efetuado de maneira sustentável, como
são o caso dos projetos District heating das Termas de Chaves e de São Pedro do Sul. Os projetos representam uma iniciativa inovadora na gestão sustentável de recursos energéticos e no aproveitamento de fontes renováveis para aquecimento urbano. Ao utilizar as águas termais como fonte de energia térmica, estes projetos visam reduzir a dependência de combustíveis fósseis e mitigar as emissões de carbono associadas ao aquecimento de edifícios municipais e hoteleiros na área envolvente. Esta abordagem sustentável contribui, também, para a eficiência energética e para a redução dos custos de energia para os utilizadores finais.

Do ponto de vista socioeconómico, as termas no âmbito da promoção do turismo de saúde e bem-estar também têm o potencial de transformar significativamente a economia local. Este impacto inclui a criação de empregos, a atração de investimentos, o incentivo de vitalidade nas economias locais, particularmente pertinentes para as
áreas do interior que enfrentam desafios como a desertificação e a estagnação económica.

Apesar dos inúmeros benefícios do termalismo, ainda enfrenta desafios significativos.
Há a questão da perceção pública, muitas pessoas ainda veem o termalismo como um luxo indulgente, em vez de uma parte legítima, complementar e eficaz para a saúde. O
Termalismo não é para velhos! O Termalismo não é caro! O Termalismo é autêntico e precisa ser visto como uma nova forma de estar na vida. O termalismo baseia-se na
utilização das propriedades terapêuticas das águas, que são ricas em minerais e outros compostos que se acredita terem efeitos benéficos para o corpo humano. As águas que
caíram há milénios são as que hoje nos confortam nas termas, oferecendo uma conexão intemporal com os poderes terapêuticos da natureza. O que distingue positivamente o
termalismo relativamente a outros produtos é a água mineral natural, que pode ser, ainda mais, potenciado se lhe acrescentarmos outros valores.

Nas últimas décadas, a oferta tem vindo a assistir a um desenvolvimento significativo em Portugal, conseguindo atingir um público muito diversificado. Atualmente, temos
mais de 40 estâncias termais ativas pelo país, a facilidade de acesso hoje, permite que a distância deixe de ser uma barreira, mas antes uma oportunidade para as frequentar. É a unicidade das águas distribuídas pelo território que começa a atrair pessoas de todo o país e além-fronteiras. As termas começam, finalmente, a ser vistas como tratamentos naturais para uma variedade de condições de saúde, seja na prevenção, no tratamento ou simplesmente pelo lazer.

A par desta evolução, consolidam-se passos relevantes para as políticas de saúde pública, nomeadamente, na fixação da comparticipação dos tratamentos termais. A
demonstração da eficácia do termalismo como um complemento aos métodos tradicionais de tratamento e cuidados de saúde começa a ser uma realidade. Para além
disso, a integração das termas nos Conselhos Municipais de Saúde, fortalecem o sistema de saúde local, através de uma abordagem mais holística, preventiva,
descentralizada e sustentável da saúde, enquanto contribui para comunidades mais saudáveis e felizes. A tranquilidade e o ambiente sereno das estâncias termais podem
ajudar a reduzir o stress e promover o bem-estar emocional.

Em conclusão, o termalismo apresenta-se como uma abordagem promissora na prevenção de doenças. A conjugação dos seus benefícios físicos e psicológicos, aliada à
crescente evidência científica dos seus efeitos preventivos, destaca o potencial desta prática milenar. Contudo, a sua eficácia enquanto ferramenta de prevenção de saúde
depende da colaboração entre a prática tradicional, a investigação científica, o governo, bem como do compromisso com a sustentabilidade dos recursos naturais e da sua
comunicação à sociedade. O termalismo não é apenas uma cura para não adoecer, é uma ponte entre o passado e o futuro da medicina preventiva.

A intenção é voltar a colocar o termalismo na chamada “Idade de ouro”. Para o efeito é preciso pensar globalmente, agir localmente e contribuir para combater a perceção
pública. Estas não são meras frases de efeito, são apenas alguns dos princípios que têm inspirado o meu trabalho e que partilho hoje com a comunidade.

Num mundo onde a saúde é cada vez mais preciosa e o bem-estar é cada vez mais fugaz, o termalismo oferece uma luz de esperança, uma nova forma de estar na vida,
com a promessa de cura e renovação para todos aqueles que procuram uma vida mais plena, saudável e um bem-estar duradouro.

Autora Vera Antunes – Técnica Superior na Universidade da Beira Interior Investigadora nas áreas da Comunicação Estratégica e Termalismo | LabCom
Sócia da GIROHC

Sarau Cultural “(En)cantos de Abril” em Gouveia

No próximo dia 30 de abril, o Instituto de Gouveia – Escola Profissional apresenta, no Teatro Cine de Gouveia, o Sarau Cultural “(En)cantos de Abril”.
“Era uma vez num País, onde as Pessoas andavam sempre Tristes. O seu tesouro valioso tinha sido roubado. Sentiam-se numa prisão. Até que um dia se juntaram todos, recuperando o seu tesouro, a sua alegria e LIBERDADE de viverem neste novo país chamado Portugal.”

Finalistas dos Prémios AHRESP conhecidos

Já são conhecidos os finalistas dos Prémios AHRESP que distinguem o melhor que se faz em Portugal, e além-fronteiras, na Restauração, Alojamento e Promoção Turística.

A iniciativa da responsabilidade da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal visa premiar os projetos, as empresas e os profissionais que mais se distinguem nas categorias definidas, partilhando assim as melhores práticas com todos os atores do canal HORECA. Ler Mais »

Interassociações da “Liberdade”-AF Viseu venceu nos sub-12 e AF Guarda em 4º em quarto

Nos sub-13-AF Viseu em segundo e AF Guarda em Quarto

Decorreu a  sexta edição do Torneio Interassociações da “Liberdade” nesta quinta-feira, dia 25 de abril, em Vila Pouca de Aguiar, Vila Real.
  O torneio organizado pela AF Vila Real contou com a participação das seleções sub-12 e sub-13 masculinas da AF Guarda, AF Bragança, AF Vila Real e AF Viseu.
O primeiro jogo da seleção Sub-12 da Associação de Futebol da Guarda decorreu no Complexo Desportivo de Vila Pouca de Aguiar, em relvado natural, com o triunfo da AF Viseu por 5-0, Por sua vez, AF Vila Real venceu AF Bragança por 5-0. Já durante a tarde disputou-se o jogo para o apuramento do 3º e 4º lugar entre a AF Guarda e a congénere de Bragança , com a seleção guardense a ficar pelo 4º lugar. Na final, AF Vila Real saiu derrotada perante  AF Viseu por 2-1.
Já o primeiro jogo da seleção Sub-13 da AF Guarda realizou-se também  no Complexo Desportivo de Vila Pouca de Aguiar, em relvado sintético perante a AF Viseu que venceram por 2-1.A turma de Vila Real venceu AF Bragança por 2-1.

Durante a tarde decorreu o jogo para o apuramento do 3º e 4º lugar entre a AF Guarda e a congénere de Bragança, e aqui a seleção guardense ficou no terceiro lugar do pódio. Depois AF Vila Real venceu AF Viseu por 1-0.

Fonte:AFVR/AFG

“Terras da Transumância 2024” – Gouveia

O Município de Gouveia apresentou, para este ano de 2024, o calendário com as propostas no âmbito da rede cultural “Terras da Transumância”.
Numa parceria com os Municípios do Fundão, Castro Daire, Seia e a Agência de Desenvolvimento Gardunha 21, as “Terras da Transumância” constituem um projeto de valorização em rede, que visa celebrar a cultura em torno desta tradição ancestral, afirmando estes territórios enquanto destinos turísticos culturais de excelência e que preservam a memória dos seus costumes.
Pela sua autenticidade, esta é uma “prática única” da pastorícia em Portugal, identitária dos nossos territórios e que atrai pessoas a experimentarem esta vivência no terreno, com tudo o que envolve a prática da transumância.
Em Gouveia, no âmbito da programação, apresentam-se propostas para atividades culturais e de lazer, no formato de caminhadas, para os eventos a realizar em Arcozelo da Serra, Vila Franca da Serra, Rota da Transumância (Vale do Rossim – Vila Nova de Tazem) e Romaria da Nossa Senhora da Assedace (Folgosinho).
Assim, o programa inicia-se a 09 de junho, com a Romaria das Ovelhas de Arcozelo da Serra na Capela de Santo António, dia em que se enfeitam as ovelhas para agradecer ao santo, na sua capela, dando uma série de voltas à mesma, ao mesmo tempo que os pastores pedem um bom ano agrícola.
Seguir-se-á, a 07 de julho, a Benção dos Rebanhos de Vila Franca da Serra, também pelo Santo António, uma tradição baseada num ritual de fé procurado, anualmente, pelos pastores para alcançarem a prosperidade agrícola.
A Rota da Transumância, com os rebanhos de Vila Nova de Tazem (descida) irá decorrer no mês de agosto, em data ainda a definir, num momento único e genuíno de preservação de uma identidade cultural irrepetível, dado que o Sr. Joaquim Marvão, pastor de Vila Nova de Tazem, corporiza esta tradição, que herdou do seu pai e que por sua vez a transformou, também, numa prática familiar, resultando no último pastor transumante deste concelho.
A finalizar a programação deste ano, a 8 de setembro, terá lugar a Romaria da Nossa Senhora de Assedasse, em Folgosinho, numa “festa com ligação profunda à terra” e que “une o sagrado e o profano”.
As inscrições para estas iniciativas já se encontram abertas, poderá inscrever-se através do formulário disponível online na página do Município em: http://www.cm-gouveia.pt/espaco/terras-da-transumancia/
Ou de forma presencial no Posto de Turismo de Gouveia, sito na Casa da Torre; alternativamente, através do email: turismo@cm-gouveia.pt, ou dos contactos de telefone: 238 083 930 (chamada para a rede fixa nacional); telemóvel: 962 033 099 (chamada para a rede móvel nacional).

Gouveia-Caminhar com Ciência no Estrela Geopark dia 27

No próximo sábado, dia 27 de abril, terá lugar, em Gouveia, pelas 9h30, a iniciativa Caminhar com Ciência. Ao longo de mais de 8 Km, os participantes são convidados a percorrer os trilhos de Gouveia, entre as Penhas Douradas e o Mondego, entre blocos graníticos maiores que a nossa imaginação, em que o Mondego que desaparece da nossa vista e o horizonte se perde no olhar.
Uma iniciativa promovida pelo Estrela Unesco Global Geopark e apoiada pelo Município de Gouveia que pretende colocar a ciência ao serviço da população e que promete ser uma experiência única e inesquecível.

GNR-Sinistralidade com tratores e máquinas agrícolas

A Guarda Nacional Republicana, no sentido de contribuir para a prevenção e diminuição da sinistralidade envolvendo tratores e máquinas agrícolas, alerta para a necessidade de sensibilizar o público-alvo que utiliza este tipo de veículos e a comunidade em geral para a consciencialização sobre a adoção de comportamentos e regras de segurança.

Atendendo ao número de acidentes que envolvem tratores e máquinas agrícolas, registados na área de responsabilidade da Guarda, nos anos de 2021 a 2024, em particular os da última semana, torna-se imperativo aconselhar para o cumprimento das regras de segurança deste tipo de veículos, pelo que a GNR irá continuar a realizar ações de sensibilização dirigidas aos utilizadores de tratores e máquinas agrícolas, com o objetivo de fazer cumprir as medidas de segurança e prevenir a ocorrência de acidentes na manobra de veículos/máquinas agrícolas e florestais.

Relativamente à sinistralidade envolvendo, tratores e máquinas agrícolas, a GNR registou os seguintes dados:

Acidentes rodoviários com veículos agrícolas

* Dados provisórios até 29 de fevereiro de 2024.

Acidentes com veículos agrícolas em propriedade privada

* Dados provisórios até 29 de fevereiro de 2024.

Uma das principais causas para a sinistralidade no domínio da atividade agrícola ou relacionada, aponta para a idade avançada do agricultor, a que se alia a necessidade das tarefas agrícolas terem de ser realizadas em intervalos reduzidos de tempo, agravando o cansaço físico, próprio de uma atividade fisicamente exigente.

Outras das causas apontadas, resultam do excesso de confiança a operar máquinas que, para todos os efeitos, são perigosas e, por vezes, decorrem da falta de formação para o seu manuseamento. Denota-se que, mais de 50% dos tratores não dispõem de estruturas de proteção, sejam elas arcos ou cabines, acessórios importantíssimos para a segurança do trabalhador.

Com o objetivo de aconselhar os utilizadores de tratores e máquinas agrícolas para o cumprimento das regras de segurança, a Guarda Nacional Republicana destaca os seguintes conselhos tendo em vista a utilização segura de veículos agrícolas e florestais, nomeadamente:

Não esqueça a manutenção do veículo. O seu mau funcionamento ou falta de limpeza podem causar acidentes;

Lembre-se que as estruturas de proteção, como o arco de “Santo António”, podem evitar a morte do condutor ou reduzir a gravidade dos ferimentos;

Utilize os acessórios de iluminação e sinalização, de acordo com a lei;

Frequente ações de formação teóricas e práticas. Conheça os riscos da condução de tratores agrícolas e circule com segurança;

Não conduza sob o efeito de álcool, fadiga ou com excesso de velocidade;

Respeite os limites do trator. Não sobrecarregue nem transporte passageiros “à pendura”. É proibido e perigoso.

Para finalizar, sendo o capotamento a principal causa a provocar vítimas, alertamos para o facto de que é obrigatório circular com arco de segurança, conhecido por “Arco de Santo António”, erguido e em posição de serviço (esta obrigatoriedade aplica-se aos tratores homologados com esta estrutura), bem como a utilização do cinto e demais dispositivos de segurança com que os veículos estejam equipados. Além disso, relembramos que os tratores e máquinas agrícolas ou florestais e as máquinas industriais estão agora obrigados a possuir avisadores luminosos especiais (rotativo de cor amarela).