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Guarda

AF Guarda — Campeonato Distrital 1ªDivisão 6ªjornada

Freixo Numão – Casal Cinza-1-0

AD Fornos de Algodres – SC Sabugal-3-1

SC Celoricense – UD Os Pinhelenses-2-1

Soito – Aguiar da Beira-0-2

Vila Cortez – VF Naves-2-1

GD Trancoso – Guarda DFC-0-0

Estrela Almeida – Foz Côa-1-5

 

Guarda-Executivo Municipal reuniu e distribuiu competências

Amélia Fernandes nova vice-presidente

Na tarde desta sexta feira teve lugar a primeira reunião do executivo municipal, onde Sérgio costa cunprimentou todos e deixou uma mensagem de boas vindas e referiu que Amélia Fernandes , vai ser a nova vice-presidente e Diana Monteiro, vereadora a tempo inteiro.

Deste modo, o Presidente Sérgio Costa refere:”Os eleitores decidiram democraticamente os seus representantes na Câmara Municipal. Cabe agora a todos cumprir com lealdade o juramento que efetuaram na sua posse.

O salutar e imprescindível contraditório em democracia, tem neste órgão o seu lugar privilegiado, mas também a obrigação de estabelecer diálogos e compromissos que tragam à Guarda desenvolvimento e futuro.

O contributo de todas as forças políticas aqui representadas é importante para que o desenvolvimento do Concelho seja estruturado e duradouro. Temos 4 anos para cumprir o mandato que nos foi confiado pelos Guardenses. Temos 4 anos para mostrar que podemos construir um melhor Concelho para todos. Temos 4 anos para pensar e discutir a Guarda. Respeitar os compromissos assumidos na campanha eleitoral, mas também ouvir e respeitar as posições dos Vereadores da oposição.

Desejo a todos entusiasmo, energia e ação para defender a Guarda, pois independentemente de estarmos em lados políticos opostos, todos ambicionamos a melhoria da qualidade de vida de todos os Guardenses e a afirmação do nosso território como um Concelho de futuro, onde seja bom viver, seja bom trabalhar e visitar.

Não temos dúvidas que vamos conseguir construir uma cidade mais atrativa, mais dinâmica, com mais saúde económica e social e assim garantir qualidade de vida e perspetivas de futuro a todos quantos cá vivem e aos que venham a viver.

Temos de assumir sem tibiezas e rodeios ou quaisquer outros interesses, a nossa vontade em contribuir democraticamente para o desenvolvimento da Guarda.

Peço a todos que na sua vida política ou outros cargos que venham a desempenhar nestes 4 anos, o seu total e completo compromisso com o supremo interesse da Guarda. Que coloquem na sua vida política a Guarda em primeiro e único lugar! Se assim não for, os Guardenses não compreenderão essa postura e saberão responder no local e tempo próprio. Pela nossa parte, será sempre com total transparência que nos apresentaremos aos Guardenses.

Após os primeiros 5 dias de governação, não ficaríamos bem com a nossa consciência, se não informássemos os Guardenses da realidade em que encontrámos a gestão do Município da Guarda.

Foi com total perplexidade que encontramos um Município da Guarda completamente abandonado administrativamente, sem direção de departamento, sem direção de recursos humanos e sem qualquer indicação superior aos seus funcionários, da mais elementar forma de resolução das situações mais simples da sua administração diária. Esta situação insólita deverá ser única no País e poderia criar enormes dificuldades e constrangimentos na necessária e fundamental passagem de testemunho democrático após eleições.

Alguns Executivos poderão não encontrar processos ou papéis! Connosco no Município da Guarda os funcionários e os cidadãos poderão contar com liderança, organização e equidade para todos. Só assim se podem criar condições de excelência para um salutar ambiente de trabalho e condições de investimento para todos.

Quem ganha governa e tem o dever de liderar o Concelho de forma justa e democrática, trabalhando sempre para a necessária e fundamental harmonia entre as instituições e os seus munícipes. Temos essa obrigação! Foi para isso que nos elegeram!”

Venda de casas aumenta

O aumento da venda de casas nos últimos meses contribuiu para uma redução de stock de habitação disponível nas capitais de distrito portuguesas na ordem dos 7% em apenas um ano, de acordo com um estudo publicado pelo idealista, o marketplace imobiliário do sul da Europa. Em concreto, a oferta passou de 58.570 casas à venda, em setembro de 2020, para 54.804 no mesmo mês deste ano, o que poderá fazer prever uma subida nos preços das casas no médio prazo.

No entanto, não existe um padrão homogéneo em todas as capitais de distrito, visto que em cinco delas o stock de casas à venda apresentou uma subida. O maior aumento da oferta aconteceu em Vila Real, onde os compradores têm, agora, mais 87% de casas disponíveis no mercado do que em setembro de 2020. Segue-se Coimbra (38%), Guarda (12%) e Castelo Branco (9%). Por último, o Funchal apresentou uma subida de stock de casas para vender de 6%.

Por outro lado, as maiores descidas da oferta de casas – e consequentemente, onde poderá aumentar a tensão nos preços – foram registadas em Évora e em Setúbal, já que o stock das casas para vender desceu na ordem dos 30% e 29%, respetivamente. Segue-se Santarém (-23%), Faro (-20%), Leiria (-19%), Bragança (-18%) e Portalegre (-14%). A redução da oferta de casas no mercado também foi significativa em Braga (-11%), Porto (-9%) e Viana do Castelo (-8%).

Para finalizar, as capitais de distrito que apresentaram uma menor descida da oferta de imóveis nos últimos doze meses foram Viseu (-7%), Ponta Delgada (-7%), Lisboa (-5%), Beja (-4%) e Aveiro, onde a oferta de casas para vender também diminuiu 4%.

JSD Guarda indignada com sucessivos aumentos

Atestado de Parvos

Em comunicado a JSD Guarda refere que:”A cada semana que passa, somos brindados com um novo aumento do preço dos combustíveis. O que estranhava rapidamente se entranhou e hoje pagamos um dos preços mais altos da zona Euro. Esta é uma realidade proibitiva para qualquer cidadão, em qualquer circunstância, mas mais ainda num país em que o nível de rendimento se mantém cada vez mais abaixo da média europeia. Podemos mesmo afirmar que a evolução do preço dos combustíveis é inversamente proporcional à evolução do rendimento disponível das famílias.

Não é justo usar o argumento do preço do barril de petróleo para justificar o aumento do preço dos combustíveis, quando os mesmos são, na sua grande maioria, compostos por uma enorme carga fiscal. O histórico mostra-nos mesmo que, num passado não tão distante, o barril de petróleo já esteve a valores muito mais elevados e o preço cobrado ao consumidor final muito mais baixo.

O Governo socialista tem atirado culpas num jogo de ping-pong com as empresas petrolíferas acerca dos verdadeiros causadores da subida desenfreada dos preços. No entanto, a discussão eterniza-se e os consumidores veem a sua carteira mais anorética a cada visita que fazem a uma bomba de gasolina. Com isto, o Governo tem conseguido empurrar o problema com a barriga mantendo os seus impostos, assim como as petrolíferas têm mantido as suas margens de lucro.

Se este problema assola todo o país, o impacto agrava-se quando falamos do Interior.

Infelizmente, não somos presenteados com descontos nos passes sociais como em outras regiões do país. Mas ainda que o fôssemos, seria um logro, dada a já fraca infraestrutura de mobilidade (aumentada ineficazmente, com a reabertura da linha da Beira Baixa) que não serve as necessidades de todos aqueles que aqui vivemos, mas têm de se deslocar, por vezes até para diferentes distritos, para exercer as respetivas atividades profissionais. Quando a esta prática de preços juntamos o valor das portagens, das quais esperávamos um desconto de 50%, estamos perante uma conjetura que estrangula a capacidade financeira das gentes do Interior.

Se já parecia que Portugal tinha cidadãos de primeira e cidadãos de segunda, hoje temos a certeza.

O Governo socialista diz, para quem quer ouvir, que deslocarmo-nos em viatura própria é coisa de “gente rica”. Aqui vemos o que o Governo sabe sobre esta região. Mas devia saber que, na nossa região, trabalhar longe de casa é coisa de “gente pobre”, que tem todos os dias de se levantar, percorrer muitas vezes mais de 50 km para o seu local de trabalho para, no final do dia, saber que entregou o seu suor para abastecer de impostos um pequeno carro que lhe custou a comprar. Uma triste realidade que podia ser evitada, caso houvesse uma visão deste governo para este território.

Depois de, não há muito tempo, termos visto a defunta Ministra da Propaganda para o Interior viajar do nosso distrito até Lisboa para entregar uma caixa de neve, e da Ministra Ana Mendes Godinho ter percorrido o distrito com promessas abonadas de desespero às IPSS, com o objetivo de conseguir um bom resultado eleitoral, desconfiávamos que elas soubessem o que custa circular no interior, porventura não foi do bolso delas que saiu o pagamento da fatura.

Bem sabemos que estão pouco preocupadas com a mobilidade sustentável, mas ainda menos com as pessoas do interior. Com um orçamento à porta – que até agora tanta tinta fez correr devido às peças de teatro de pobre qualidade a que o Partido Socialista nos tem vindo a habituar -, não terá a defunta Ministra uma palavra a dizer sobre o impacto negativo que tal situação tem para a região que diz representar? Não estará a Ministra Ana Mendes Godinho preocupada com o distrito que representa? Ou estarão ambas fora do centro de discussão e prontas abandonar os respetivos ministérios como resultado das embaraçosas e estrondosas derrotas autárquicas das quais foram personagens principais?”

Guarda-Cerca de meia centena de voluntários deram sangue

Foi efetuada uma recolha de sangue na Guarda esta segunda-feira, que decorreu na Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto do Instituto Politécnico da Guarda, inscreveram-se 56 dadores, efetuaram dádiva 49 voluntários.
A próxima recolha está agendada para dia 2 de novembro 2021. Serão efetuadas, como habitualmente, por uma equipa de profissionais do Instituto Português do Sangue e Transplantação, fará a recolha das 10h às 19h com intervalo para almoço entre as 13h e as 14h 30.
A ULS da Guarda e o Instituto Politécnico Guarda juntamente com a equipa multidisciplinar do Instituto Português do Sangue e Transplantação apelam à importância social desta ação solidária e conta com a ajuda de voluntários para a dádiva de sangue.

Izandro Pereira(Manteigas) e João Brites (Castelo Branco) vencem no Sabugal

No torneio principal, o 2º Seixo Open, Izandro Pereira de Manteigas venceu mais uma vez este ano e mais uma vez numa final o Paulo Sousa do Sabugal por 2-0, numa final muito disputada pois todos os sets foram decididos com o recurso ao tiebreak.

No torneio da consolação João Brites de Castelo Branco impôs a Nelson Vieira da Guarda no terceiro e último set vencendo essa final por 2 a 1.


Este foi o antepenúltimo torneio pontuável para o Circuito Ergovisão 2021, foi organizado por um tenista local, o David Neto, que contou com apoio da Junta de freguesia do Seixo do Côa e da Matercôa.

AF Guarda-1ªDiv-Guarda Desportiva FC-Soito-2-0

Perante uma tarde bastante cinzenta , chuvosa e algum nevoeiro, disputou-se no Municipal da Guarda, a receção da Guarda DFC perante a Desp.Soito, com os guardenses a levarem a melhor.

Assim uma fase inicial , com as equipas a procurar exibir-se da melhor forma, com a equipa local a mostrar sempre mais pendor atacante, assim após uma falta na zona frontal da área da equipa raiana, aos 28´,o livre foi executado de forma perfeita por Guilherme Barbosa, abrindo o ativo para a sua equipa.

A reação do Soito surge mas os guardenses tentaram sempre gerir e chegam ao intervalo em vantagem.

A segunda parte trouxe algumas mexidas nas equipas, mas seria a turma guardense, que  veio a voltar a marcar aos 68´, após uma excelente jogada iniciada à saída do meio campo da sua equipa, com a bola a ser colocada para a direita e Edmar a conseguir fazer uma cavalgada e a descair para o centro remata forte e colocado fora do alcance de Tiago a fazer o segundo para a sua equipa.

Era assim um triunfo importante para os pupilos de Ricardo Araújo e assim estão na segunda posição com 12 pontos e menos uma partida, já o Soito é 13º, mas com duas partidas disputadas e zero pontos.

foto:ACDS

 

Seis espaços de Teletrabalho e Coworking no território da CIMBSE

A Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM-BSE) tem já instalados espaços de teletrabalho e Coworking em 6 concelhos do território da região das Beiras e Serra da Estrela protocolados com acordos de cooperação entre a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM-BSE), Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ministério da Coesão Territorial e os seguintes Municípios: Covilhã, Figueira de Castelo Rodrigo, Fundão, Guarda, Pinhel e Sabugal, estando previsto o alargamento a todos os Municípios que constituem a CIM-BSE, no próximo ano.

A medida tomada pelo Governo de forma a dinamizar os territórios do Interior e facilitar a fixação e atração de pessoas e empresas, permitiu através da assinatura de acordos de cooperação para a instalação de espaços de teletrabalho/coworking no Interior, do qual são parceiros a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM-BSE), a criação destes espaços.

Os espaços de Teletrabalho e Coworking são assim disponibilizados pelas autarquias, equipados com computadores, impressoras e acesso à Internet, sendo divididos em áreas de diferentes tipologias que contemplam zonas privadas para videochamadas, áreas para reuniões e locais para a realização de apresentações ou ações de formação.

As autarquias são responsáveis pela divulgação dos Espaços através das respetivas páginas e redes sociais, permitindo a realização de visitas virtuais por parte de eventuais interessados, bem como toda a informação relativa às características do espaço, condições de utilização, calendário anual, horário de utilização e custo associado.

O teletrabalho e o coworking representam uma grande vantagem do ponto de vista da redução da assimetria geográfica de ofertas profissionais, democratizando as oportunidades entre as regiões de elevada densidade populacional e as de menor densidade.

Raid Clássico Ibérico passa pela Guarda

São mais de 100 equipas de diferentes nacionalidades, que vão atravessar a península ibérica e passa pela Guarda a 21 de outubro, trata-se da segunda edição do Raid Clássico Ibérico.

O ‘desfile de carros clássicos’ fará uma passagem pela Praça Luís de Camões, às 12h30.

Barcelona-Madrid-Guarda-Lisboa, mais de 2.000 quilómetros para desfrutar durante oito etapas da mais longa corrida de regularidade para carros clássicos em estradas de terra na Europa. E não só isso, mas também um autêntico mosaico de paisagens, cultura e gastronomia. A segunda edição do Iberian Classic Raid é um grande sucesso em termos de participação, com a lista de entrada cheia desde Maio e até 50 equipas na lista de espera. Este raid internacional terá participantes de diferentes países europeus, tais como Holanda, Itália, Portugal, França e, claro, Espanha, que não querem perder a aventura épica de atravessar a Península Ibérica num carro clássico em estradas de terra batida.

O início deste Classic Raid foi no sábado, 16 de outubro, em Barcelona. Do Porto Olímpico, a caravana de carros clássicos deixará a cidade em busca de estradas de terra que os levarão a almoçar em Cervera e terminará em La Seu Vella, em Lérida. De lá para Huesca, Saragoça, Sigüenza, e Madrid, que marcará o ponto médio da incursão.

A segunda metade vai parar nas muralhas de Ávila (Património Mundial), almoço em Guijuelo, Ciudad Rodrigo e, a partir deste ponto, o raid entra em terras portuguesas para parar na Guarda, seguindo para Covilhã, Serra da Estrela (onde a etapa vai começar no ponto mais alto de Portugal) para descer ao nível do mar na Figueira de Foz. A partir daí, a última etapa começará e terminará nas margens do rio Tejo, no Monumento aos Descobrimentos, junto à Torre de Belém, no sábado 23 de outubro.

Foto:DR