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Campanha “Viajar sem Pressa” nos dias 16 e 23 de agosto

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) lançam amanhã, dia 16 de agosto, a Campanha de Segurança Rodoviária Viajar sem pressa”, inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2022.

A decorrer entre os dias 16 e 23 de agosto, a campanha tem como objetivo alertar os condutores para os riscos da condução em excesso de velocidade, dado que esta é uma das principais causas dos acidentes nas estradas e é responsável por mais de 50% das infrações registadas.

Num atropelamento, a probabilidade de existirem vítimas mortais aumenta em função da velocidade a que circulam os veículos. Se um veículo circular a 30 km/h, a probabilidade das consequências de um atropelamento serem mortais é de 10%. Aumentando a velocidade para 50 km/h, a probabilidade passa a ser de 80%.

A campanha “Viajar sem pressa” integrará:

  • Ações de sensibilização da ANSR em território continental e do serviço da administração regional da Região Autónoma da Madeira;
  • Operações de fiscalização, pela GNR e pela PSP, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o Plano Nacional de Fiscalização 2022, de forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que respeita à condução em excesso de velocidade.

 

As ações de sensibilização ocorrerão em simultâneo com operações de fiscalização nas seguintes localidades:

  • Dia 16 de agosto, às 14h00: Avenida Marechal Norton de Matos (junto às bombas da Repsol), Lisboa;
  • Dia 17 de agosto, às 10h00: A2 – Portagens plana via de Coina, sentido Sul-Norte;
  • Dia 18 de agosto, às 14h00: Barreira Alva, Torres Novas;
  • Dia 19 de agosto, às 8h00: IC8 Km 92 – Nó de Perdigão, Castelo Branco;
  • Dia 21 de agosto, às 10h00: EN2 Ponte do Soito – Góis;
  • Dia 22 de agosto, às 9h00: Avenida das Comunidades Europeias, Leiria;
  • Dia 23 de agosto, às 8h00: A3 Km11 sentido Norte-Sul – Área de Serviço da Trofa.

 

A ANSR, a GNR e a PSP relembram que a condução em excesso de velocidade é um risco para a sua segurança e dos outros:

  • A velocidade é a principal causa de um terço de todos os acidentes mortais;
  • Quanto mais rápido conduzimos, menos tempo dispomos para imobilizar o veículo, quando algo de inesperado acontece;
  • Numa viagem de 10 km, aumentar a velocidade de 45 para 50 km/hora permite ganhar apenas 1 minuto e 20 segundos. Viaje sem pressa.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

 

GNR- Atividade operacional diária de 5 a 11 de agosto

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de operações, em todo o território nacional, entre os dias 5 de agosto e 11 de agosto, que visaram, não só, a prevenção e o combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária, como também a fiscalização de diversas matérias de âmbito contraordenacional, registando-se os seguintes dados operacionais provisórios:

 

  1. Detenções: 527 detidos em flagrante delito, destacando-se:
  • 247 por condução sob o efeito do álcool;
  • 140 por condução sem habilitação legal;
  • 49 por tráfico de estupefacientes;
  • 13 por violência doméstica;
  • Nove por furto e roubo;
  • Nove por posse ilegal de armas e arma proibida.

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Casas de luxo: As 10 ruas mais caras de Portugal

Comprar casa na rua mais cara de Portugal custa, em média, 4.440.00 euros. Este é, pelo menos, o valor pedido pelos proprietários da exclusiva Rua Alto do Duque, localizada em Belém, em Lisboa. O top dez do ranking das ruas mais caras para comprar casa é dominado por imóveis que se encontram no distrito de Lisboa, segundo um estudo realizado pelo idealista, o marketplace imobiliário de Portugal.

A completar o pódio deste ranking de luxo encontram-se a Avenida Brasil, em Cascais, com um preço médio de 3.107.143 euros, e a Avenida Almirante Gago Coutinho, na zona de Alvalade, em Lisboa (3.037.778 euros).

A quarta morada com os preços mais exclusivos para comprar uma casa está situada na Avenida de Grândola, na exclusiva Península de Troia, no distrito de Setúbal (3.029.500 euros). Seguem-se na tabela a Avenida General Carmona, localizada no Estoril (2.990.000 euros) e a Rua das Glicínias, em Cascais, onde o preço médio da habitação de luxo ronda os 2.825.000 euros.

Na sétima posição encontra-se a Avenida 24 de Julho, localizada na freguesia de Misericórdia, em Lisboa, que conta com casas a um preço médio de 2.702.928 euros. A lista das dez ruas mais caras fica completa com a Avenida Marginal, no Estoril (2.596.727 euros), a Avenida da República, em Cascais (2.589.375 euros), e a Rua Birre, também em Cascais (2.444.286 euros).

 

Localização Freguesia Distrito Preço médio (€)
Rua do Alto do Duque Belém Lisboa 4.440.000 €
Avenida Brasil Cascais Lisboa 3.107.143 €
Avenida Almirante Gago Coutinho Alvalade Lisboa 3.037.778 €
Avenida de Grândola Carvalhal Setúbal 3.029.500 €
Avenida General Carmona Estoril Lisboa 2.990.000 €
Rua Glicinias Cascais Lisboa 2.825.000 €
Avenida 24 Julho Misericórdia Lisboa 2.702.928 €
Avenida Marginal Estoril Lisboa 2.596.727 €
Avenida da República Cascais Lisboa 2.589.375 €
10º Rua Birre Cascais Lisboa 2.444.286 €

Rendas sobem mais de 60% nos distritos de Faro, Castelo Branco e Guarda, face ao período homólogo

No geral, as rendas estão 30% mais caras em julho, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Arrendamento mantém-se estável face ao mês anterior, mas encarece cerca de 300€ em relação aos preços médios de renda anunciados em julho de 2021.

Principais conclusões:

ARRENDAMENTO

  • O valor dos imóveis para arrendar sobe ligeiramente +2,17% em julho, em relação ao mês anterior, passando de 1.289€ para 1.317€. Em julho do ano anterior, a renda média fixava-se em 1.012€, o que representa um aumento de +30,14% (cerca de 300 euros mais cara).

Distritos em destaque:

  • O distrito com o maior aumento do valor médio de renda em julho, face a junho, foi Vila Real (+18,7%), subindo de 369€ para 438€. A renda média também aumentou de forma mais significativa em Castelo Branco (+8,73%), onde subiu de 630€ para 685€.
  • Por outro lado, os distritos que registaram maior quebra da renda média, face ao mês anterior, foram Beja (-18,83%), que desce de 887€ para 720€, Évora (-15,38%), que desce de 910€ para 770€, e Bragança (-13,37%), passando de 591€ para 512€.
  • Em comparação com o período homólogo de 2021, a renda aumenta sobretudo em Faro (+68,63%), onde sobe de 851€ para 1.435€, Castelo Branco (+66,26%), onde sobe de 412€ para 685€, e na Guarda (+65,12%), onde sobe de 430€ para 710€.
  • O distrito com maior quebra do preço de renda face ao período homólogo é Vila Real (-15,93%), descendo de 521€ para 438€.
  • Portalegre (361€) e Vila Real (438€) foram os distritos mais baratos para arrendar em julho. Lisboa (1.618€), Faro (1.435€) e Porto (1.235€) mantêm-se os mais caros.

VENDA

  • O preço médio de venda anunciado aumentou ligeiramente (+2%) em julho, face a junho, passando de 393.542€ para 401.312€. Em comparação com o período homólogo de 2021, que registava um valor médio de venda de 371.880€, há um aumento de 7,9%, correspondente a 29 mil euros de encarecimento.

Distritos em destaque:

  • Évora é o distrito que regista o maior aumento do preço médio de venda face ao mês anterior (+13,5%), passando de 226.965€ para 257.679€.
  • No geral, todos os restantes distritos relevam estabilidade no preço médio de venda, em julho. As quebras, ainda que de forma ligeira, ocorreram em Coimbra (-0,7%) e na Guarda (-0,6%), onde os preços agora se fixam em 197.721€ e 107.018€, respetivamente.
  • A Região Autónoma da Madeira registou o maior aumento do preço de venda em julho, comparativamente ao mês homólogo de 2021 (+23%), passando de 364.603€ para 448.592€. Setúbal (+22%), Faro (+17,2%) e Braga (+15%) também registam aumentos relevantes.
  • Évora é o distrito com a maior quebra do preço médio de venda face ao mesmo mês de 2021 (-9,8%), descendo de 285.811€ para 257.679€. Seguem-se Portalegre (-5,5%) e Guarda (-5,4%) como os distritos com maior quebra do preço de venda no mesmo período.
  • Guarda (107.018€) e Portalegre (118.620€) foram os distritos mais baratos para comprar casa em julho. Os mais caros mantêm-se Lisboa (640.639€) e Faro (560.658€).

 

Luís Marques passa a liderar a direção do MBA Executivo da Católica Porto Business School (CPBS

Luís Marques assume a direção do MBA Executivo da Católica Porto Business School (CPBS), onde se destaca o seu Clube de Empresas, sucedendo a Ana Côrte-Real.

 Doutorado em Gestão, pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto, Luís Marques é Professor Auxiliar Convidado da Católica Porto Business School, desde 2011, e Administrador na Rangel Logistics Solutions, desde 2014. Luís Marques tem uma ampla experiência na área dos negócios, estando empenhado em contribuir com o seu know-how para o aumento do impacto da formação da Católica Porto Business School.

“Um importante investimento pessoal, profissional e financeiro,” é desta forma que Luís Marques vê um MBA. Neste sentido, ao assumir a direção do MBA Executivo da Católica Porto Business School reitera a grande responsabilidade de “poder contribuir decisivamente para o crescimento integral dos participantes, algo que só se consegue com projetos que os façam sair da sua zona de conforto e dando-lhes exposição a diferentes realidades empresariais e de mercado, a nível nacional e internacional.”

“Na Católica Porto Business School proporcionamos, desde o primeiro dia, um acompanhamento tutorial aos participantes, complementando o projeto coletivo de aprendizagem com um projeto pessoal e customizado às características e necessidades de cada aluno,” refere Luís Marques, acrescentando “o MBA está assente num modelo teórico-prático, onde as empresas também estão envolvidas nesta formação, permitindo aos alunos realizarem os seus casos de estudo, proporem decisões de gestão ou, simplesmente, ouvirem histórias de sucessos e insucessos,” conclui Luís Marques.

De referir que o Clube de Empresas do MBA Executivo da Católica Porto Business School foi recentemente destacado numa Conferência Internacional organizada pela Fundação Europeia para o Desenvolvimento da Gestão. Do Clube fazem parte: Grupo Alves Bandeira, Amyris, Amorim, Attentive.Us, Brasmar, Colep Consumer Products, Colep Packaging, EDP, El Corte Inglés, Hyline, Kirchhoff Automotive, MDS Group, Nors, Porsche, Ramirez, Schmitt + Sohn Elevadores, Sogrape, Sonae, Super Bock Group, Rangel Logistics Solutions, The Yeatman Hotel e Valis Capital Partners.

Recorde-se que Luís Marques desempenhou funções como Administrador da APA – Administração do Porto de Aveiro (2005 a 2014) onde também exerceu o cargo de Diretor Administrativo e Financeiro (2000 a 2005), foi colaborador da PwC (1995 a 1999) e da CFA, SROC (1994 a 1995). Além disso, foi Assistente Convidado de Finanças do ISCAUA (2008 a 2011) e Professor Adjunto Convidado de Estratégia no IPAM (2004 a 2010).

Artigo de opinião- Saúde-O privilégio de envelhecer – as dicas de que todos precisamos

Homens e mulheres não lidam de igual forma com os primeiros sinais de envelhecimento, mas são cada vez mais as pessoas que encaram com naturalidade esta nova fase e desfrutam em pleno de tudo aquilo que ainda têm para viver.

Mais do que nunca, o envelhecimento é encarado como um momento cheio de potencial, em que o bem-estar é essencial para que esta fase possa ser vivida em pleno. Homens e mulheres envelhecem de forma distinta e os desafios que enfrentam neste momento da vida são também diferentes, pelo que saber mais sobre esta fase pode ajudar a vivê-la da melhor forma.

Longe de provocar anseios constantes e de significar o fim de uma vida ativa como acontecia no passado, a menopausa é hoje encarada pelas mulheres como uma etapa natural da vida, com a qual se habituaram a conviver sem receios nem pudores. Conscientes de que esta fase pressupõe algumas alterações fisiológicas, as mulheres mantêm-se atentas aos sinais do corpo e munem-se de estratégias para minimizar os impactos da menopausa. No entanto, encarar a menopausa com naturalidade pode constituir a melhor estratégia de sempre.

A menopausa está associada ao fim do período menstrual da mulher e pode ocorrer repentina ou progressivamente. Em algumas mulheres, a menstruação aparece espaçadamente até desaparecer por completo, noutras chega a aparecer 2 vezes no mesmo mês ou simplesmente desaparece de uma só vez para não mais voltar. Com a menopausa, a função ovárica é suprimida e a produção de estrogénios reduzida, subindo a produção de progesterona. Em todos os casos, o procedimento mais adequado pressupõe a consulta do ginecologista, que analisará o historial clínico da mulher e definirá o melhor caminho a seguir tendo em vista a minimização dos sintomas que a mulher poderá sentir na menopausa. Os afrontamentos são o sintoma mais tradicionalmente associado à menopausa e afetam as mulheres sobretudo nos primeiros anos de diminuição do período menstrual. Além dos afrontamentos, muitas mulheres relatam mudanças bruscas de humor, distúrbios do sono e aumento de peso, entre outros sintomas.

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Adecco sugere 7 formas de os Recursos Humanos fomentarem o work/life balance

A conciliação da vida pessoal e profissional está na ordem do dia: maior equilíbrio e bem-estar dos profissionais, gestão de tempo responsável e modelos de organização de trabalho mais flexíveis e tão tailor-made quanto as áreas de negócio o permitam, geram pessoas mais felizes. As empresas ganham em produtividade com os seus colaboradores mais motivados e é desejável tomarem medidas para fomentarem o mais possível o seu equilíbrio de vida. Eis as 7 formas que a Adecco Portugal sugere para capitalizar um maior work/life balance das suas pessoas.

  Não é impossível alcançar um equilíbrio ótimo entre trabalho e vida pessoal: é um facto que a maioria dos profissionais quer passar mais tempo com as suas famílias e ter disponibilidade para os seus hobbies. No entanto, os empregadores preocupam-se frequentemente com a flexibilidade ou com o trabalho à distância, temendo que prejudiquem a produtividade e a eficiência.

Na realidade, o contrário é que é verdade. Os trabalhadores à distância podem aumentar a produtividade global até 77%, mesmo quando trabalham apenas alguns dias por mês a partir de casa. Contudo, trabalhar a partir de casa não é a única forma de capitalizar um melhor equilíbrio entre a vida profissional e familiar. Os departamentos de recursos humanos precisam de se envolver e conhecer melhor os hábitos de trabalho dos colaboradores, prevenindo riscos de stresse acrescido que comprometam o seu bem-estar pessoal que, por sua vez se reflete negativamente na produtividade de trabalho. Ler Mais »

Rede Global da Diáspora apresenta plataforma

Rede Global da Diáspora, projeto da Fundação AEP, acaba de disponibilizar o Portal de Negócios e a Diáspora Business Intelligence, duas ferramentas com o objetivo de exponenciar o valor da diáspora portuguesa. Tratam-se de funcionalidades exclusivamente dirigida a Empresas e Investidores, que visam facilitar e acelerar negócios à escala global, permitindo o contacto direto com mais de 10 mil empresas de portugueses, em 155 países, e conhecer perto de 19 mil empresas portuguesas exportadoras. A sessão de apresentação local vai decorrer nas instalações da Associação Empresarial da Região de Viseu, no dia 22 de julho, pela 17h00.

Sendo a Rede Global da Diáspora uma plataforma colaborativa acreditamos que estes números irão crescer exponencialmente. Se na primeira versão da Rede o foco foram os portugueses espalhados pelo mundo criando um efeito de partilha e promoção da oferta nacional, nesta versão 2.0 pretendeu-se criar um ambiente de negócios que incentive a aproximação dos empresários e investidores portugueses e promover a concretização de parcerias e negócios,” afirma Luís Miguel Ribeiro, Presidente da Fundação AEP.

O Portal de Negócios é de acesso gratuito, apenas é necessário registarem-se na plataforma https://redeglobal.pt e navegar entre as soluções e as oportunidades. Através da ferramenta o empresário pode encontrar um investidor ou um negócio para investir, assim como, conhecer os incentivos existentes para o investimento ou soluções de financiamento. Através da Diáspora Business Intelligence) é possível conhecer a diáspora ao pormenor, permitindo às empresas identificar os canais de distribuição mais adequados a cada negócio e/ou setor de atividade.

Estas ferramentas vão ser apresentadas num Roadshow Nacional envolvendo 24 Associações Empresariais (continente e ilhas) e em ativações e encontros de negócios internacionais que vão decorrer nos Países Baixos, Brasil, França e Estados Unidos. Pretende-se que a Rede Global seja uma plataforma digital capaz de agregar o capital de relacionamentos e de networking junto da comunidade empresarial portuguesa dos vários países aderentes, e simultaneamente um elemento dinamizador de ações presenciais, capazes de acelerar o potencial de negócios e de parcerias entre as PME portuguesas e os empresários da Diáspora.

A Fundação AEP já mobilizou para a Rede Global mais de cinco dezenas de associações empresariais, distribuídas por Portugal e pelos onze países mais representativos da diáspora portuguesa, em quatro continentes, contando ainda com a parceria da Rede das Câmara de Comércio Portuguesa, estrutura que tem mais de 60 membros espalhados pelo mundo,acrescenta Luís Miguel Ribeiro.

Este projeto, que conta ainda com o apoio institucional da AICEP e da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, parte de uma estratégia colaborativa de internacionalização assente numa plataforma capaz de promover o relacionamento dos portugueses espalhados pelo Mundo, ligando-os entre si e entre as PME portuguesas, com o intuito de os transformar em verdadeiros embaixadores e promotores da oferta nacional.

Sessões gratuitas de inscrição obrigatória diretamente na plataforma.

A Rede Global da Diáspora é um projeto apoiado pelo Portugal 2020, no âmbito do COMPETE 2020 – Sistema de Apoio às Ações Coletivas, cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

PAN quer moratória para travar mineração em mar profundo até 2050

O Pessoas-Animais-Natureza (PAN) deu hoje entrada de duas iniciativas, um projeto de lei e um projeto de resolução, em que defende a criação de uma moratória até 2050 que inviabilize quaisquer atividades de prospeção, pesquisa e exploração de minérios em mar profundo em todas as zonas marítimas, que estejam ou venham a estar, sob soberania e/ou jurisdição portuguesa. Uma moratória que deverá manter a sua vigência enquanto os efeitos da extração mineira marítima no meio marinho, na biodiversidade e nas atividades humanas não tenham sido suficientemente investigados, os riscos não sejam totalmente compreendidos e não esteja demonstrado que as tecnologias e práticas operacionais existentes não constituem danos graves para o ambiente.

“A exploração de recursos naturais e o crescente interesse da indústria mundial na prospeção e exploração dos fundos oceânicos, nomeadamente de  metais e minerais como cobalto, lítio e níquel, teria um impacto destrutivo nos ecossistemas e biodiversidade no fundo do mar, comprometendo os ciclos de carbono e nutrientes dos oceanos. O potencial impacto da mineração em mar profundo assume maior gravidade numa altura em que deveríamos sim estar verdadeiramente a apostar no restauro ecológico ou na promoção da economia circular, ao invés de estarmos a procurar novas áreas para depredar”, afirma a porta-voz e deputada do PAN, Inês de Sousa Real.

Para o PAN, é assim fundamental que o Governo proceda igualmente à regulamentação da Lei de Bases do Clima, aprovada em dezembro de 2021, em termos que garantam o pleno respeito pelo princípio da precaução, ao mesmo tempo que deve garantir o adequado financiamento da investigação, nomeadamente por via de instrumentos financeiros como o Fundo Ambiental, sobre o impacte das atividades mineiras marítimas e sobre tecnologias respeitadoras do ambiente. “Portugal deve estar entre os primeiros que, globalmente, se posicionam de forma inequívoca contra a oposição à mineração em mar profundo, a favor da proteção do nosso território marítimo deste tipo de pretensões e apostar claramente em soluções inovadoras e alternativas numa ótica que se prime pela primazia da economia circular”, sublinha.

O número de interessados em reclamar vastas extensões de fundos marinhos e em obter direitos exclusivos de exploração subiu de apenas oito entre 1970 e 2010 para 25 entre 2011 e 2015. O aumento do nível de interesse pelo mar profundo registou-se também em matéria de Investigação e Desenvolvimento referentes ao desenvolvimento de tecnologia para prospeção e exploração mineiras, assim como quanto ao processamento deste tipo de recursos. Do mesmo modo, aumentou também a emissão de licenças a empresários privados para acesso a depósitos dentro de Zonas Económicas Exclusivas de alguns países.

De acordo com dados da Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA, na sigla em inglês), atualmente são 22 as empresas/entidades com contratos ativos de exploração em todo o mundo, dos quais 19 são para exploração de nódulos polimetálicos – 17 na Zona de Fratura de Clarion-Clipperton no Oceano Índico; um na Bacia Central do Oceano Índico  e um outro no Oceano Pacífico Ocidental. Existem sete contratos para a exploração de sulfuretos polimetálicos na Aresta Sudoeste do Oceano Índico, na Aresta Central do Oceano Índico e na Aresta Centro-Atlântica e, por fim, cinco contratos para a exploração de crostas ricas em cobalto no Oceano Pacífico Ocidental. Ou seja, num total de 31 locais em exploração a nível global.

Estudo: Só uma em cada quatro casas à venda ou para arrendar em Portugal tem ar condicionado

Apesar de estarmos em pleno verão e o país estar a atravessar uma onda de calor, apenas 24% das casas em Portugal têm sistema de ar condicionado, segundo um estudo publicado pelo idealista, o marketplace imobiliário de Portugal. Para obter estes dados, o idealista analisou mais de 300 mil casas à venda e em arrendamento anunciadas na sua base de dados em julho de 2022.

 Faro e Viseu são as cidades que apresentam mais casas com ar condicionado anunciadas para venda e arrendamento (46% em ambas as cidades), seguindo-se na lista Braga (43%), Aveiro (35%), Castelo Branco (31%), Lisboa (27%), Santarém (24%), Leiria (22%), Porto (22%), Ponta Delgada (21%), Funchal (20%), Coimbra (18%) e Beja (16%).

Em sentido contrário encontram-se Portalegre e Bragança, que são as cidades portuguesas com menos casas anunciadas para venda e arrendamento equipadas com A/C (4% em ambas as cidades). Seguem-se Guarda (6%), Évora (9%), Vila Real (10%), Setúbal (12%) e Viana do Castelo (12%).

Há ainda outras cidades portuguesas em que a oferta de casas equipadas com ar condicionado é escassa: Bragança e Portalegre (4% em ambas as cidades), Guarda (6%), Vila Real (10%), Setúbal (12%) e Viana do Castelo (12%).

 Diferenças entre venda e arrendamento

 No parque habitacional português a diferença entre as casas climatizadas à venda e para arrendar é pouco significativa, ganhando vantagem de 1% a venda. Das casas disponíveis para venda, 24% conta com esta comodidade, enquanto as casas que se encontram para arrendar 23% têm ar condicionado.

Há cidades onde a oferta de casas à venda com ar condicionado supera o número de habitações colocadas no mercado de arrendamento com este sistema. Cerca de 12% das casas para arrendar em Viseu dispõem de ar condicionado, já para comprar são 47%. O mesmo acontece em Faro (arrendamento: 27%; venda: 47%), Braga (arrendamento: 27%; venda: 43%), Coimbra (arrendamento: 9%; venda: 19%) e Ponta Delgada (arrendamento: 14%; venda: 21%).

Por outro lado, 34% das casas para arrendar no Funchal dispõem de sistema de climatização, enquanto à venda apenas 19% contam com esse extra. Em Viana do Castelo a situação é idêntica, existem mais casas para arrendar com ar condicionado (25%) do que para comprar (12%). O mesmo acontece em Vila Real (arrendamento: 20%; venda: 9%), Santarém (arrendamento: 29%; venda: 24%), Setúbal (arrendamento: 16%; venda: 12%), Porto (arrendamento: 24%; venda: 22%) e Lisboa (arrendamento: 28%; venda: 27%).

Em Beja, Bragança, Castelo Branco, Évora, Guarda, Leiria e Portalegre, nenhuma das casas que se encontram para arrendar têm ar condicionado.

Por Idealista