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Lisboa

Casa do Concelho de Gouveia na Festa das Coletividades e das Casas Regionais em Lisboa

Vai decorrer na Alameda D. Afonso Henriques, junto à Fonte Luminosa, nos próximos dias 14, 15 e 16 de Junho, mais uma edição da Festa das Coletividades e das Casas Regionais em Lisboa. A organização está a cargo da Associação das Coletividades do Concelho de Lisboa e da Associação das Casas Regionais em Lisboa. O evento tem o apoio do Município de Lisboa e da EGEAC e está inserido nas Festas da Cidade de Lisboa.

A Casa do Concelho de Gouveia, vai estar presente uma vez mais, pela 8.ª ocasião consecutiva, para divulgar a terra no maior evento regionalista e do tecido associativo da cidade de Lisboa. Assim todos podem apreciar os produtos endógenos, o Queijo da Serra, os enchidos, o mel,as comportas e o vinho do Dão. Mais uma oportunidade para divulgar  Gouveia, na capital do país. A inauguração do certame está marcada para as 19h00 de dia 14 de junho.

E para tornar ainda mais sublime a participação do  concelho Gouveense neste certame, virá de Cativelos (Concelho de Gouveia), o Grupo de Cantares “Os Mondeguinho”. Atuarão no palco do evento às 16h00 de sábado, dia 15 de junho. Antes de subir ao palco, o grupo será recebido na sede da Casa do Concelho de Gouveia e posteriormente servido um almoço à comitiva proveniente de Cativelos. Esta deslocação a Lisboa tem o apoio do Município de Gouveia. Este evento tem sido ao longo dos anos uma oportunidade para trazer do concelho gouveense, vários ranchos folclóricos e grupos musicais, divulgando assim a cultura serrana.

GNR assinala Dia Mundial da Bicicleta

Os objetivos desta data passam por promover o uso da bicicleta como meio de transporte, por destacar os seus benefícios e por chamar a atenção para os direitos dos ciclistas.

Através do patrulhamento ciclo, estamos mais presentes e próximos de si.

Para além disso, a bicicleta permite às nossas patrulhas chegar onde outros meios não conseguem, circular fora do trânsito e percorrer uma área cinco vezes maior do que uma patrulha a pé.

A patrulha de bicicleta é também amiga do ambiente.
Continue a

pedalar por um estilo de vida saudável.Nós fazemos o mesmo, pela sua segurança!

 

GNR

CP apresenta Passaporte Infantil, no Dia Mundial da Criança

A CP – Comboios de Portugal vai apresentar o Passaporte Infantil, no Dia Mundial da Criança.

Destinado a crianças até aos 12 anos, tem como objetivo incentivar os mais novos a andar de comboio, promovendo o transporte sustentável e a educação ambiental, e dará acesso a viagens gratuitas.

A apresentação acontece a 1 de junho, pelas 11h00, na Estação de Santa Apolónia, em Lisboa.

Estarão presentes, o Presidente do Conselho de Administração da CP, Pedro Moreira e a Vice-Presidente, Isabel Ribeiro e outras entidades.

Foto:DR

 

FNAM exige ao Ministério da Saúde um protocolo negocial com soluções para atrair médicos para o SNS

Em comunicado, a  Federação Nacional dos Médicos (FNAM) refere que:” esteve na segunda reunião com o Ministério da Saúde (MS) liderado por Ana Paula Martins. Não foi possível a assinatura do protocolo negocial por este não incorporar as soluções apresentadas pela FNAM para atrair médicos para o Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O MS incluiu como temas na proposta de protocolo negocial a avaliação dos médicos (SIADAP) e a formação no âmbito do internato médico. A FNAM exige a inclusão da revisão da grelha salarial de forma transversal para todos os médicos – sejam médicos em contratos de função pública, sejam CIT pré ou pós 2013 – reposição da jornada semanal de trabalho para 35 horas e a revisão da legislação publicada pelo anterior executivo relativa à Dedicação Plena, Unidades de Saúde Familiares (USF), Centros de Responsabilidade Integrados (CRI) e Unidades Locais de Saúde (ULS).

O MS mostrou abertura para rever a inclusão destas matérias. Estaremos de volta no dia 25 de junho, às 15h, para avaliarmos se o Governo tem vontade política para agir em conformidade. Apenas será possível assinar um protocolo negocial que incorpore soluções que valorizem a carreira e atrair médicos para o SNS, e por isso mesmo a FNAM reafirmou a pertinência das suas soluções.

O caminho não se resolve estruturalmente com planos de emergência para um verão ou um inverno em concreto, sendo crucial um plano estratégico para salvaguardar um SNS público, universal e acessível a toda a população”.

Dia da Europa: CCDR Centro sensibiliza para a importância dos fundos europeus na vida dos cidadãos

“Os Fundos Europeus não são invisíveis” é o mote da campanha de comunicação que será lançada amanhã, 9 de maio, dia da Europa, pela Autoridade de Gestão do Programa Regional do Centro (Centro2030). Esta campanha tem como principal objetivo sensibilizar os cidadãos para milhares de projetos financiados por fundos europeus que fazem parte do nosso dia a dia, evidenciando a sua importância para o desenvolvimento económico e social da região Centro.

O cidadão é incentivado a descobrir à sua volta projetos financiados pela União Europeia, podendo estes serem encontrados em todo o lado: no centro de Saúde, no hospital, na escola, na universidade, no parque, num hotel, numa empresa, num museu ou numa praça junto à sua casa.

Através do site www.centro2030.pt/osfundoseuropeusnaosaoinvisiveis, o cidadão pode ver, de uma forma simples, alguns dos projetos financiados por fundos europeus na região Centro, nos últimos sete anos, nas oito sub-regiões: Coimbra, Aveiro, Leiria, Beira Baixa, Beiras e Serra da Estrela, Viseu Dão- lafões, Oeste e Médio Tejo.

Isabel Damasceno, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro), considera que «é muito importante celebrar o projeto europeu, um projeto de paz, união, liberdade e solidariedade. A solidariedade europeia está presente em tantos momentos do nosso dia que muitas vezes nem reparamos. O que queremos é sensibilizar, mostrar como os fundos europeus são visíveis e como contribuem para a melhoria da qualidade de vida de todos nós».

Dias abertos
Projetos financiados por fundos europeus estão de portas abertas aos cidadãos

No âmbito desta campanha, vários projetos financiados por fundos europeus vão estar de portas abertas na região Centro. Ao longo do mês de maio, os cidadãos são convidados a conhecer, através de visitas guiadas, projetos ligados à cultura e ao património cultural que foram requalificados através de fundos europeus. Até ao final do ano serão promovidos novos dias abertos em outras áreas de atuação do Programa Centro2030. As visitas aos projetos contam com a participação da Comissão Diretiva do Programa Centro 2030.

Fornos de Algodres Youth Cup em 22/23 e 29/30 junho

No segunda quinzena de junho vai voltar mais uma edição do 𝐅𝐨𝐫𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐀𝐥𝐠𝐨𝐝𝐫𝐞𝐬 𝐘𝐨𝐮𝐭𝐡 𝐂𝐮𝐩 𝟐𝟎𝟐𝟒 , com dois fins de semana dos 7 aos 13 anos no masculino e ainda Feminino (U-17).

Assim decorre nos dias 22 e 23 e depois 29 e 30 de junho, as inscrições e informações estão já disponíveis em: fayc@cm-fornosdealgodres.pt

Vão ser dezenas de equipas, centenas de atletas e uma enchente de apoiantes nos diversos campos em Fornos de Algodres.

CENTRO 2030 abre concursos de 50 milhões de euros para apoiar investimento das empresas da região

A Autoridade de Gestão do Programa Regional do Centro (Centro 2030) abriu dois concursos, no âmbito do Sistema de Incentivos à Competitividade Empresarial (SICE), para impulsionar a inovação produtiva, com vista ao fortalecimento do tecido empresarial e à promoção de atividades inovadoras das empresas da região.

Com uma dotação de 50 milhões de euros de fundos europeus, os dois concursos destinam-se a apoiar micro, pequenas e médias empresas (PME) para realizarem investimentos produtivosem atividades inovadoras, geradoras de produtos e serviços transacionáveis e internacionalizáveis, com elevado valor acrescentado e nível de incorporação nacional.

Um dos avisos de concurso, com uma dotação de 15 milhões, é dedicado exclusivamente a apoiar os investimentos nos territórios de baixa densidade. O outro concurso, com uma dotação de 35 milhões de euros, abrange toda a região.

As candidaturas das empresas podem ser apresentadas até 16 de setembro (1ª fase) ou até 30 de dezembro de 2024 (2ª fase).

Este é um aviso multiprograma, comum ao Programa Compete 2030 e aos programas regionais. O Compete 2030, com uma dotação própria, apoia também projetos de
investimento na Região Centro que tenham um investimento total superior a 3 milhões de euros.

Os Avisos de concurso podem ser consultados no site do Centro 2030 em https://centro2030.pt/avisos/

Artigo de opinião: TERMALISMO: A CURA PARA NÃO ADOECER

Ao redor do modesto público que já conhece a realidade das termas, começa uma cacofonia de vozes indistinguíveis. As termas, antes envoltas de luxo, com casinos eram frequentadas pelas elites como centros de lazer e recuperação onde socializavam e “matavam a sede” de uma boa conversa. Numa névoa de silêncio e reflexão, as termas transformam-se de repente num remoinho de atividades nefastas e pejorativas. A palavra Termalismo, ainda hoje é rodeada pela reputação da sua ancestralidade. Entre momentos de glória e outros depreciativos, o termalismo persiste no tempo e é na confluência de práticas ancestrais com os avanços científicos contemporâneos que o termalismo se procura reinventar.

Curiosa e despertada pelas histórias, fui experimentar a umas termas, não importa quais…. Podem ser apenas paredes e meras banheiras ou marquesas, sendo a água a sua unicidade. Permaneço imóvel numa banheira de água parada… Receio que os detalhes do testemunho sobre as propriedades terapêuticas das águas minerais, se desvaneçam da minha mente se eu me mover. Como refere Fernando Pessoa, “Há tanta suavidade em nada se dizer e tudo se entender”. Fecho os olhos, as minhas células vibram e esqueço as horas… aqui é “um lugar com tempo para tudo”. Na sala de repouso observo as pessoas a partir apressadamente, e questiono-me como podem voltar à sua rotina com tanta facilidade? Será que compreenderam a importância do termalismo como eu? Será que perceberam que esta prática ancestral pode ser a chave para uma vida mais saudável e equilibrada? Será que sabem que o termalismo pode ser a cura para não adoecer?

A sensação de comunicar termalismo toma conta de mim. O que será do termalismo? Será que conseguimos comunicar eficazmente os seus benefícios à sociedade? Na reflexão, percebo que o futuro do termalismo e, consequentemente, da saúde e do bem- estar, parece incerto… No entanto, uma luz de esperança brilha no horizonte, alimentada pela convicção de que a união entre tradição e a ciência pode abrir novos caminhos para um futuro mais saudável e equilibrado.

Determinada em contribuir para a valorização e progresso do termalismo, mantenho viva a esperança de que o termalismo continuará a ser uma fonte de cura e bem-estar
para as gerações futuras e por isso vos escrevo. A procura pela melhoria da qualidade de vida e a tendência global do inevitável envelhecimento, contribui para o crescimento do turismo de saúde e bem-estar. Paralelamente, as áreas da saúde, do turismo e do desenvolvimento regional têm sido alvo de estudo, mas maioritariamente de forma independente e desconexa, perdendo- se a oportunidade de valorização das sinergias associadas. Numa geração em que a inteligência artificial, os medicamentos e a inovação ganham destaque, é fácil esquecer o poder regenerador que reside nas profundezas da terra, nas águas minerais naturais. É hora de lembrar, de comunicar os benefícios do termalismo. A cura para não adoecer está mais próxima do que imaginamos…

A colaboração intersectorial, unindo saúde, turismo e desenvolvimento regional numa abordagem integrada é urgente. O termalismo combina na perfeição a saúde e o bem-
estar, sendo um importante elo de ligação. Nos últimos anos, têm sido realizados vários estudos que refletem a mudança de paradigma, quer na gestão dos estabelecimentos
termais, quer no perfil do seu utilizador. A necessidade de associar à vertente médica, as dimensões de qualidade de vida e de bem-estar, na linha do que é o conceito global e
contemporâneo de saúde é evidente. Esta perspetiva interdisciplinar é essencial para abordar os diversos pilares do termalismo, desde o impacto na saúde pública e bem-
estar psicológico das comunidades até à sustentabilidade ambiental. Na vertente saúde e bem-estar, o termalismo está fortemente alinhado com as tendências globais de promoção da saúde e bem-estar, valorizando não apenas os benefícios dos tratamentos termais na cura e na prevenção, mas também o seu impacto psicológico positivo, associado ao relaxamento e à conexão com a natureza. As termas recorrem a práticas de turismo e saúde sustentáveis, alinhadas com as diretrizes dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da agenda 2030, nomeadamente no Objetivo 3 – Saúde de Qualidade.

Além disso, de acordo com o despacho 8899/2019 de 07 de outubro, o termalismo encontra-se também alinhado com o Plano Nacional de Saúde e na vertente médica e
de gestão da saúde, pode contribuir para o tratamento e prevenção de patologias crónicas, bem como para uma eventual redução da despesa para o Serviço Nacional de
Saúde e para os cidadãos, nomeadamente em termos da prestação de cuidados de saúde evitáveis e dos custos com a prescrição de meios complementares de diagnóstico
e terapêutica e de medicamentos.

Ao auscultar as pessoas envolvidas no termalismo sabemos que o termalismo faz bem, sabemos que existem utilizadores que frequentam as termas há mais de 30 anos porque
sentem melhorias na sua condição física e redução na medicação, mas não chega. A literatura científica demonstra que o termalismo pode desempenhar um papel crucial
na prevenção de doenças crónicas, visto que as águas minerais naturais possuem compostos que, ao serem absorvidos pelo corpo, podem melhorar a circulação sanguínea, reduzir processos inflamatórios e fortalecer o sistema imunológico. A existência de evidências científicas de que a água mineral natural é benéfica no tratamento de patologias associadas aos diferentes sistemas: músculo-esquelético; respiratório; gastrointestinal; cardiovascular; neurológico, incluindo o sistema neurovegetativo; dermatológico e até perturbações psiquiátricas abre novos caminhos na ciência. Estes efeitos biológicos não apenas contribuem para a manutenção da saúde, mas também auxiliam na prevenção de patologias diversas. A abordagem do termalismo não se limita aos benefícios físicos, simultaneamente, motivam ao bem- estar psicológico que é igualmente importante na prevenção de doenças. A serenidade e o relaxamento proporcionados pelo ambiente das estâncias termais são elementos chave na redução do stress e na promoção da saúde mental. Este aspeto holístico dotermalismo, que engloba tanto o corpo quanto a mente, é fundamental para uma abordagem preventiva de saúde.

Contudo, é imperativo destacar que o termalismo não deve substituir tratamentos médicos convencionais, mas sim complementá-los. A integração do termalismo em
programas de prevenção de saúde requer uma abordagem multidisciplinar e oreconhecimento da comunidade médica. Neste sentido, a colaboração entre médicos,
terapeutas e investigadores é essencial para maximizar os benefícios do termalismo.

Na vertente da sustentabilidade, é também, preciso dar a conhecer medidas que demonstram que o uso dos recursos termais é efetuado de maneira sustentável, como
são o caso dos projetos District heating das Termas de Chaves e de São Pedro do Sul. Os projetos representam uma iniciativa inovadora na gestão sustentável de recursos energéticos e no aproveitamento de fontes renováveis para aquecimento urbano. Ao utilizar as águas termais como fonte de energia térmica, estes projetos visam reduzir a dependência de combustíveis fósseis e mitigar as emissões de carbono associadas ao aquecimento de edifícios municipais e hoteleiros na área envolvente. Esta abordagem sustentável contribui, também, para a eficiência energética e para a redução dos custos de energia para os utilizadores finais.

Do ponto de vista socioeconómico, as termas no âmbito da promoção do turismo de saúde e bem-estar também têm o potencial de transformar significativamente a economia local. Este impacto inclui a criação de empregos, a atração de investimentos, o incentivo de vitalidade nas economias locais, particularmente pertinentes para as
áreas do interior que enfrentam desafios como a desertificação e a estagnação económica.

Apesar dos inúmeros benefícios do termalismo, ainda enfrenta desafios significativos.
Há a questão da perceção pública, muitas pessoas ainda veem o termalismo como um luxo indulgente, em vez de uma parte legítima, complementar e eficaz para a saúde. O
Termalismo não é para velhos! O Termalismo não é caro! O Termalismo é autêntico e precisa ser visto como uma nova forma de estar na vida. O termalismo baseia-se na
utilização das propriedades terapêuticas das águas, que são ricas em minerais e outros compostos que se acredita terem efeitos benéficos para o corpo humano. As águas que
caíram há milénios são as que hoje nos confortam nas termas, oferecendo uma conexão intemporal com os poderes terapêuticos da natureza. O que distingue positivamente o
termalismo relativamente a outros produtos é a água mineral natural, que pode ser, ainda mais, potenciado se lhe acrescentarmos outros valores.

Nas últimas décadas, a oferta tem vindo a assistir a um desenvolvimento significativo em Portugal, conseguindo atingir um público muito diversificado. Atualmente, temos
mais de 40 estâncias termais ativas pelo país, a facilidade de acesso hoje, permite que a distância deixe de ser uma barreira, mas antes uma oportunidade para as frequentar. É a unicidade das águas distribuídas pelo território que começa a atrair pessoas de todo o país e além-fronteiras. As termas começam, finalmente, a ser vistas como tratamentos naturais para uma variedade de condições de saúde, seja na prevenção, no tratamento ou simplesmente pelo lazer.

A par desta evolução, consolidam-se passos relevantes para as políticas de saúde pública, nomeadamente, na fixação da comparticipação dos tratamentos termais. A
demonstração da eficácia do termalismo como um complemento aos métodos tradicionais de tratamento e cuidados de saúde começa a ser uma realidade. Para além
disso, a integração das termas nos Conselhos Municipais de Saúde, fortalecem o sistema de saúde local, através de uma abordagem mais holística, preventiva,
descentralizada e sustentável da saúde, enquanto contribui para comunidades mais saudáveis e felizes. A tranquilidade e o ambiente sereno das estâncias termais podem
ajudar a reduzir o stress e promover o bem-estar emocional.

Em conclusão, o termalismo apresenta-se como uma abordagem promissora na prevenção de doenças. A conjugação dos seus benefícios físicos e psicológicos, aliada à
crescente evidência científica dos seus efeitos preventivos, destaca o potencial desta prática milenar. Contudo, a sua eficácia enquanto ferramenta de prevenção de saúde
depende da colaboração entre a prática tradicional, a investigação científica, o governo, bem como do compromisso com a sustentabilidade dos recursos naturais e da sua
comunicação à sociedade. O termalismo não é apenas uma cura para não adoecer, é uma ponte entre o passado e o futuro da medicina preventiva.

A intenção é voltar a colocar o termalismo na chamada “Idade de ouro”. Para o efeito é preciso pensar globalmente, agir localmente e contribuir para combater a perceção
pública. Estas não são meras frases de efeito, são apenas alguns dos princípios que têm inspirado o meu trabalho e que partilho hoje com a comunidade.

Num mundo onde a saúde é cada vez mais preciosa e o bem-estar é cada vez mais fugaz, o termalismo oferece uma luz de esperança, uma nova forma de estar na vida,
com a promessa de cura e renovação para todos aqueles que procuram uma vida mais plena, saudável e um bem-estar duradouro.

Autora Vera Antunes – Técnica Superior na Universidade da Beira Interior Investigadora nas áreas da Comunicação Estratégica e Termalismo | LabCom
Sócia da GIROHC

Finalistas dos Prémios AHRESP conhecidos

Já são conhecidos os finalistas dos Prémios AHRESP que distinguem o melhor que se faz em Portugal, e além-fronteiras, na Restauração, Alojamento e Promoção Turística.

A iniciativa da responsabilidade da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal visa premiar os projetos, as empresas e os profissionais que mais se distinguem nas categorias definidas, partilhando assim as melhores práticas com todos os atores do canal HORECA. Ler Mais »

GNR – Operação “Moto” na estrada

A Guarda Nacional Republicana (GNR), entre hoje, 24 de abril e até ao dia 28 de abril, realiza uma operação de patrulhamento e fiscalização rodoviária, nas vias rodoviárias da sua área de responsabilidade, em especial, no que se refere à circulação de veículos a motor de duas rodas, com o objetivo de contribuir para a redução da sinistralidade rodoviária grave, garantir a fluidez do tráfego e apoiar todos os utentes das vias.

A realização de eventos de grande dimensão ou projeção mediática internacional implica a adoção de medidas especiais de segurança. Os espetáculos motorizados, pela sua dimensão e exposição mediática, constituem-se como eventos que geram um grande afluxo e concentração de espectadores, causando um aumento de relevo da normal circulação rodoviária, em especial nos principais eixos rodoviários de acesso às zonas de espetáculo. Entre 26 e 28 de abril decorre o “Moto GP Jerez 2024”, em Jerez de la Frontera, Cádiz, Espanha, prevendo-se um aumento significativo do volume de tráfego de veículos de duas rodas a motor nos principais eixos rodoviários de acesso à fronteira com Espanha. Os condutores dos veículos de duas rodas a motor podem ser considerados como um grupo de risco pelo facto das consequências dos acidentes serem normalmente mais graves, tendo em conta a menor capacidade de proteção, em caso de colisão ou despiste.

Importa, orientar o patrulhamento para as vias com maior intensidade de tráfego, com particular incidência para os troços mais propensos à ocorrência de acidentes e períodos mais críticos. Haverá intensificação das as ações de patrulhamento e fiscalização rodoviária, nos períodos e locais de concentração de condutores de veículos de duas rodas a motor, e nos principais eixos rodoviários nacionais, em especial nos acessos à fronteira com Espanha, para garantir a fluidez do tráfego rodoviário e o apoio aos utentes das vias, proporcionando-lhes uma deslocação em segurança, com o objetivo de prevenir a sinistralidade rodoviária.