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Mêda

AF Guarda — Resultados e Classificação do Campeonato Distrital da 2ª Divisão– 10ªjornada

10ªjornada

ARD Nespereira – SC Mêda- 0-4
CF Os Vilanovenses –  Vilar Formoso- 2-1
Paços Serra – S. Romão- 1-1
Manteigas – GC Figueirense- 3-4
Classificação:
1º- Os Vilanovenses- 24pts (8 jogos)
2º- São Romão- 20pts (10 jogos)
3º- Sc Mêda- 19pts (9 jogos)
4º- Vilar Formoso- 10pts (9 jogos)
5º- GC Figueirense- 9pts (9 jogos)
6º- Paços Serra- 8pts( 7 jogos)
7º- Manteigas- 7pts (10 jogos)
8º- Nespereira- 7pts (10 jogos)

As 20 qualidades de um grande líder

Segundo a Adecco Portugal estas 20 qualidades de liderança são as mais comuns que, desejavelmente, um profissional à frente de uma organização e equipas deverá ter. Se é uma pessoa que ambiciona liderar com eficácia e inspirar os outros, é suposto ter sólidas competências técnicas. Mas hoje em dia, não é suficiente: na hora de escolher um líder, são as soft skills que permitem a uma organização diferenciar um bom técnico de um grande líder. 

1. RESPONSABILIDADE

É importante que os líderes se responsabilizem a si próprios e às suas equipas pelo trabalho de cada um. A propriedade é uma peça-chave da liderança. Alguém da equipa errou? Procure saber o porquê, rever o processo que conduziu ao erro e evitar que ocorra novamente. Corrigir responsavelmente e aprender faz parte da responsabilidade.

2. ESCUTA ATIVA 

Os líderes recebem frequentemente feedback dos membros da equipa: percebe realmente o que lhe estão a dizer? Entende o que estão a tentar transmitir, mas que não conseguem expressar objetivamente? Aprenda a fazer as perguntas certas para encontrar informações úteis e objetivas que lhe permita resolver questões e ajudar a sua equipa.

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ANAM reforça presença no distrito da Guarda com novos associados  

Para a Associação Nacional de Assembleias Municipais (ANAM) os últimos dois anos foram marcados por um acentuado crescimento que se fez notar não só pelo número de novos associados, como também a nível do número de consultas de assessoria jurídica e pedidos de pareceres. Albino Almeida, presidente da ANAM, considera que “este crescimento é revelador de todo um trabalho que se tem desenvolvido em torno da dignificação das Assembleias Municipais, pela melhoria da democracia no poder local e pela elevação do poder democrático em Portugal”.

Avaliando os últimos dois anos, fortemente marcados pela pandemia e por constrangimentos sociais, económicos e até políticos, o dirigente da associação que já conta com mais de 173 associados, nos 18 distritos do continente e nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, acredita  que “os últimos tempos foram muito importantes para reforçar o papel das  Assembleias Municipais que, como órgão deliberativo do município, tiveram um importante papel na apreciação das grandes linhas da política municipal, como seja o orçamento anual ou o plano de atividades das autarquias que foram apreciados pelas respetivas Assembleias Municipais à luz  de uma realidade até então desconhecida”.

 Albino Almeida, também presidente de uma Assembleia Municipal, relembra que “as Assembleias Municipais são um órgão deliberativo do município, constituído não só por representantes das diferentes forças eleitas, mas também pelos Presidentes de Junta que desempenharam um papel determinante nas fases mais críticas da pandemia. Foram estes autarcas que estiveram mais próximos das populações, sentiram as suas angústias e problemas e, muitas vezes, solucionaram pequenos aspetos como a distribuição de máscaras e álcool gel, a sinalização das famílias mais vulneráveis e alunos que necessitaram de equipamento informático e acesso à Internet. Estes e outros aspetos que pesaram na apreciação das medidas e orçamentos aprovados em Assembleia Municipal”.

 Para a ANAM não há duvida que o papel das Assembleias Municipais foi preponderante na gestão autárquica da pandemia. “Nos últimos dois anos, não só registámos um elevado número de adesões de novos associados como tivemos de reforçar a estrutura de apoio para dar resposta ao elevado número de consultas, pedidos e pareces que conferiram uma maior segurança aos procedimentos e atos praticados, tendo em conta que cabe às Assembleias Municipais assegurar o cumprimento das leis e a regularidade das deliberações tomadas nas reuniões.”

Apesar do poder reconhecido às Assembleias Municipais, Albino Almeida defende: “é fundamental que o Governo reconheça e promova o fortalecimento dos poderes deliberativos, de acompanhamento e de fiscalização das assembleias municipais. Estamos a falar de algo que não implica esperar por alterações legislativas, na medida em que esse reforço poderá resultar de uma maior aplicação das leis já existentes”.

Sobre a valorização dos deputados municipais, que já levou a ANAM a criar no ano passado um centro de valorização dos eleitos locais, o dirigente acredita que é cada vez mais importante valorizar a diversidade de profissões e de competências que muitas vezes caraterizam aqueles que são eleitos localmente. “Não queremos mais deputados que votem com exíguo conhecimento técnico ou que votem só por alinhamento partidário”, acrescenta.

O presidente da associação fundada em 2016 e estabelecida formalmente em 2018, que representa atualmente 173 das 308 Assembleias Municipais do país mostra-se convicto que “está criado o caminho para criar uma forte estrutura nacional que espera que saia reforçada no final de 2022, ultrapassando largamente os 200 associados.

“Programa para edifícios mais sustentáveis com reforço de 15 milhões

O Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis foi reforçado em 15 milhões de euros, para um total de 60 milhões financiados pelo Fundo Ambiental.”

O referido programa abriu a 21 de junho de 2021 na plataforma do Fundo Ambiental com uma dotação inicial de 30 milhões de euros, provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência. Esta verba foi reforçada a 26 de novembro com outros 15 milhões.
O Plano de Recuperação e Resiliência conta com um total de 135 milhões de euros para aplicar, até 2025, na eficiência energética dos edifícios.

O montante já financiado corresponde ao apoio a 16.148 candidaturas, o que envolve um apoio global de 26,8 milhões de euros, de um total de 56.552 candidaturas submetidas.

As tipologias que reúnem mais candidaturas são as referentes a painéis fotovoltaicos (38,5%), janelas mais eficientes (34,5%) e bombas de calor (27%). Por regiões, Lisboa lidera as candidaturas (22,3%), seguida do Porto (11,7%), Setúbal (9%) e Braga (9%).

AF Guarda- Resultados da 9ªjornada do Campeonato Distrital da 2ªDivisão

CF Os Vilanovenses – S. Romão- 2-0
SC Mêda – Paços Serra- 2-1
Vilar Formoso –  Manteigas- 4-0
GC Figueirense – ARD Nespereira- 4-1
Classificação:
1º- CF Os Vilanovenses- 21
2º- S. Romão- 19
3º-SC Mêda – 16
4º- Vilar Formoso-10
5º- Manteigas – 7
6º- ARD Nespereira- 7
7º- Paços Serra – 7
8º- GC Figueirense – 6

SC Mêda avançou com Protesto do Jogo frente ao S.Romão

Face ao encontro do pretérito domingo, a Direção do Sporting Clube de Mêda vem em comunicado informar:” todos os sócios, adeptos e simpatizantes, que avançou com o Protesto do Jogo do passado domingo frente à ADS Romão a contar para o campeonato da 2ª divisão distrital de seniores por não cumprimentos regulamentares da equipa de arbitragem e do Conselho de Arbitragem da AF Guarda na sequência da falta de um elemento de arbitragem.

Os regulamentos preveem que: “Se faltar apenas um árbitro assistente, escolherá por sorteio, qual o Clube a cujo delegado caberá o encargo de recrutar um substituto. “Estranhamente não houve sorteio e a escolha coube à equipa da casa por indicação do Conselho de Arbitragem da AF Guarda como consta no relatório do árbitro.

“…Por indicação do conselho de arbitragem, o próximo passo a seguir seria a equipa da casa a escolher um elemento para completar a equipa de arbitragem, para dar prosseguimento á realização do jogo.”

Não pretendemos ganhar na secretaria e solicitamos a repetição do jogo para bem da verdade desportiva. Um jogo tão importante como o ocorrido no fim de semana passado é inadmissível ser o único jogo sem equipa de arbitragem completa”.

Diversas empresas do território CIMBSE rubricam contratos de apoio

O grande palco do TMG na cidade da Guarda acolheu a assinatura de diversas empresas da Comunidade Beiras e Serra da Estrela  de contratos de financiamento da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE), que a Guarda integra, no âmbito do Programa de Apoio à Produção Nacional (PAPN).
Uma  sessão  presidida pela ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, que contou com a presença da Secretária de Estado da Valorização do Interior Isabel Ferreira, a Presidente da CCDRC/Centro, Isabel Damasceno, o Presidente da Comunidade Intermunicipal Luís Tadeu, o Presidente da Câmara Municipal da Guarda Sérgio Costa e representantes de candidaturas aprovadas no PAPN, que assinaram contratos de financiamento com a Autoridade de Gestão do Programa Operacional Centro 2020.

Das 122 candidaturas ao aviso de concurso n.º CENTRO-D7-2021-12 publicado em fevereiro de 2021 pela Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela no âmbito do Programa de Apoio à Produção Nacional (PAPN), foram aprovadas 61 candidaturas, que totalizam um investimento elegível total de 9.074.310,00€ ao qual está associado um financiamento (fundo europeu FEDER) no montante de 5.133.835,00€, distribuído pelas empresas ligadas ao setor do Turismo no montante de 816.796,00€ e o restante pelas empresas ligadas ao setor da Indústria de transformação/extração no montante de 4.317.039,00€.

Estas empresas vão investir, na expansão das suas instalações, aquisição de novos equipamentos, diversificação da produção, redução de custos com energia e modernização de processos e serviços prestados.

Estas empresas operam sobretudo nos setores na CAE REV 3: Indústrias extrativas; Indústrias transformadoras; Turismo: Estabelecimentos hoteleiros, turismo no espaço rural, parques de campismo e de caravanismo, restauração e organização de atividades de animação turística.

Sérgio Costa, Presidente da Câmara da Guarda, abriu a sessão e referiu que o PAPN é um estímulo à Produção Nacional e um poderoso investimento público, reforçando que são medidas como esta que diferenciam os territórios do interior, contribuindo para uma economia mais sustentável. Salientou a importância do PAPN como instrumento de apoio direto ao investimento empresarial produtivo. Referindo, como autarca, a importância das micro e pequenas empresas para a economia local, uma vez que «dão sangue e vida económica ao nosso território». Reforçou ainda a ideia «de voltar à discussão da regionalização como fator de diferenciação e desenvolvimento territorial», como já referiu noutras ocasiões. E concluiu que «o Porto Seco da Guarda será uma realidade que trará desenvolvimento a todo o Distrito da Guarda e ao Interior». O PAPN é uma iniciativa do ministério da Coesão Territorial.

Luís Tadeu, Presidente do Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela assumiu que as micro e pequenas empresas candidatas são prova da sua existência e integração na sociedade e contribuem para uma melhor e maior dinâmica da Comunidade Intermunicipal.

Salientou ainda a importância dos próximos avisos serem alargados a outras áreas, e mostra-se disponível para colaborar na operacionalização de avisos que vão de encontro às necessidades das empresas do território.

Nas palavras de Isabel Damasceno, Presidente da CCDRC/CENTRO 2020, este projeto tratou-se de uma força conjunta e concertada, usando diversos instrumentos virados para o território com características diferenciadoras, nomeadamente SI2E, + COESO emprego e agora o PAPN.

A cerimónia encerrou com o discurso da Ministra da Coesão Territorial Ana Abrunhosa que ressalvou que esta medida é “um exemplo de coesão territorial, tratar diferente o que é diferente”.

AF Guarda- Resultados do Campeonato Distrital da 2ª Divisão– 8ªjornada

Decorreu a ronda 8 da 2ªdivisão distrital da AF Guarda, com os Vilanovenses a golearem em Manteigas, mas o S.Romão também lidera apesar dos homens de Rodrigo Fonseca terem menos duas partidas, também venceram o SC Mêda.
Jornada 8
ARD Nespereira – Vilar Formoso-0-1
Manteigas – Os Vilanovenses-0-6
S. Romão – SC Mêda-1-0
Paços Serra – GC Figueirense (30 jan.- 15:00)
Lidera: S.Romão com 19 pts, seguido de Os Vilanovenses com 18 pts

Paulo Amaral reeleito na Federação dos Bombeiros do Distrito da Guarda

No final de dezembro decorreram as eleições para a Federação dos Bombeiros do Distrito da Guarda, onde Paulo Amaral se recandidatou e foi novamente eleito para o triénio 22/25, assim acompanham o medense, para liderar a Assembleia geral , Gil Barreiros e no conselho Fiscal será presidido por Alcino Morgado.

Depois na direção, para além de Paulo Amaral será vice presidente, Carlos Gonçalves (Guarda)e Fernando Rodrigues (Fornos), Frederico Sena (Celorico), depois o tesoureiro será Rui Monteiro (Soito), o Secretário administrativo é Carlos Pina (Gouveia) e o Secretário Tecnico será o Comandante José António (Fornos).

Para finalizar, como conselheiros nacionais serão João Sousa, Carlos Gonçalves e o Comandante José António.

Artigo:Preço das casas em Portugal subiu 8,3% em 2021

Os preços das casas em Portugal subiram 8,3% em 2021, considerando os dados de dezembro de 2021 e o mesmo mês de 2020. Segundo o índice de preços do idealista, no final do mês de dezembro de 2021, comprar casa tinha um custo de 2.325 euros por metro quadrado (euros/m2), tendo em conta o valor mediano. Já em relação à variação trimestral, a subida foi de 2,6%.

Regiões

Em 2021, os preços das casas subiram em todas as regiões. A Região Autónoma da Madeira lidera a lista apresentando uma subida na ordem dos 13,6%, sendo a maior subida a nível nacional. Seguem-se a Área Metropolitana de Lisboa (10,9%), o Algarve (9,9%), o Alentejo (8,3%), o Centro (7,4%), o Norte (5,2%) e a Região Autónoma dos Açores (4,8%).

A Área Metropolitana de Lisboa, com 3.346 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (2.602 euros/m2), Norte (1.929 euros/m2) e Região Autónoma da Madeira (1.905 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se a Região Autónoma dos Açores (1.047 euros/m2), o Alentejo (1.109 euros/m2) e o Centro (1.187 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

 

Distritos/Ilhas

Dos distritos analisados, as maiores subidas tiveram lugar em Évora (19,4%), Braga (16%), Setúbal (15%), Ilha da Madeira (13,6%), Aveiro (11,5%), Lisboa (11,3%), Leiria (10,4%) e Beja (10,2%). Seguem-se na lista Faro (9,9%), Ilha do Pico (9,4%), Ilha do Faial (8,4%), Porto (6,1%), Castelo Branco (5,9%) e Santarém (5,7%). As subidas menos acentuadas foram na Guarda (5,2%), Vila Real (4,2%), Viana do Castelo (4,2%), Ilha da Terceira (4,1%), Ilha de São Miguel (2,9%), Ilha de Porto Santo (2,5%) e Coimbra (1%).

Em sentido contrário, desceram em Portalegre (-5,8%) e Viseu (-0,2%).

De referir que o ranking dos distritos mais caros para comprar casa é liderado por Lisboa (3.725 euros/m2), seguida por Faro (2.602 euros/m2), Porto (2.271 euros/m2), Setúbal (1.944 euros/m2) e Ilha da Madeira (1.917 euros/m2). Comprar casa em Aveiro custa 1.398 euros/m2, no Porto Santo 1.381 euros/m2, Leiria 1.255 euros/m2, Braga 1.248 euros/m2 e Coimbra 1.228 euros/m2.

Os preços mais económicos encontram-se em Portalegre (607 euros/m2), Guarda (661 euros/m2), Castelo Branco (736 euros/m2), Bragança (761 euros/m2), Santarém (842 euros/m2) e Beja (856 euros/m2).

 Cidades capitais de distrito

Os preços das casas aumentaram em 15 capitais de distrito, com Aveiro (22,8%), Setúbal (17,1%) e Braga (13,2%) a liderarem a lista. Seguem-se Leiria (11,9%), Viana do Castelo (10,9%), Faro (9,5%), Funchal (8,9%), Viseu (8,8%), Évora (7,3%), Lisboa (6,7%), Santarém (6,3%), Beja (4,7%) e Portalegre (3,8%). Já no Porto a subida foi de 2,2% e em Castelo Branco de 0,8%. Em Beja os preços mantiveram-se estáveis em 2021.

Por outro lado, os preços desceram em apenas em quatro capitais de distrito, sendo a maior descida em Vila Real (-5,3%). Seguem-se Ponta Delgada (-4,1%), Coimbra (-3,7%) e Bragança (-0,5%).

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro comprar casa: 4.992 euros/m2. Porto (3.014 euros/m2) e Faro (2.184 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Já as cidades mais económicas são Portalegre (680 euros/m2), Guarda (749 euros/m2) e Bragança (768 euros/m2).

O índice de preços imobiliários do idealista

A partir do relatório referente ao primeiro trimestre de 2019, a metodologia de elaboração deste estudo foi atualizada. Após a incorporação do idealista/data no grupo idealista, foram introduzidas novas fórmulas de cálculo que contribuem para uma maior precisão na análise da evolução dos preços, particularmente em pequenas zonas. Ainda assim, a amostra na Ilha das Flores (Açores) não foi contemplada no estudo, por não ter sido considerada representativa nas datas em análise.

Por recomendação da equipa estatística do idealista/data, a fórmula para encontrar o preço médio foi atualizada: além de eliminar anúncios atípicos e com preços fora do mercado, calculamos o valor mediano em vez do valor médio. Com esta mudança, além de tornar o estudo mais próximo da realidade do mercado, homologamos a nossa metodologia com as que se aplicam em outros países para a obtenção de dados imobiliários.

Incluímos ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartamos todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O relatório continua a ter como base os preços de oferta publicados pelos anunciantes do idealista.