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Montemor-o-Velho

Encontro online “Cenários para uma Educação de Futuro”

No mês em que se comemora os 50 anos de liberdade em Portugal, incluindo a liberdade na Educação em Portugal, a Faculdade de Educação e Psicologia, da Universidade Católica Portuguesa no Porto, realiza o primeiro encontro “Cenários para uma Educação de Futuro”, dedicado ao tema “Os Desafios do Sistema de Educação e Formação”, que se realizará no próximo dia 17 de abril de 2024, das 18h às 19:30, em formato online.

“O primeiro encontro ‘Cenários para uma Educação de Futuro’ procura dar continuidade a diversas iniciativas para pensar e praticar uma educação ao serviço do desenvolvimento humano,” refere Diana Soares, coordenadora do Católica Learning Innovation Lab (CLIL) e docente da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa, em nome de toda a comissão organizadora deste evento. Estão confirmadas as presenças de Mariana Carvalho (Presidente da CONFAP – Confederação Nacional das Associações de Pais), de José Teixeira (CEO do DST Group), de José Matias Alves (Professor da Universidade Católica Portuguesa), e de David Rodrigues (Conselheiro do Conselho Nacional de Educação). A moderação estará a cargo da jornalista Cynthia Valente.

Após 50 anos do 25 de abril, a educação em Portugal passou por significativas transformações e avanços. O acesso à educação tornou-se mais inclusivo, com a expansão do ensino obrigatório e o aumento da oferta do ensino superior. Várias políticas educacionais têm sido implementadas de forma a promover a qualidade e a equidade no sistema educativo, incluindo investimentos em infraestrutura, formação e capacitação de professores, a flexibilização dos currículos, mais responsivos às necessidades do século XXI. No entanto, vários desafios persistem, como a necessidade contínua de melhorar as condições das escolas e demais instituições de ensino, a inclusão efetiva de todos os estudantes e a igualdade de oportunidades de sucesso, o desenvolvimento integral de cada estudante, a flexibilização de percursos formativos e da transição mais fluida dentro do sistema educativo e deste para o mercado de trabalho.

Dia 17 de abril, pelas 18h, em formato online, a Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica no Porto, juntará quatro convidados muito especiais numa mesa-redonda, representantes por excelência, dos vários sectores que impactam a educação e a formação em Portugal.

Médicos de Família são o garante do SNS refere a FNAM

Instituições que integram Médicos de Família preocupadas com o futuro do funcionamento dos CSP e do SNS

Em comunicado refere que, a Federação Nacional dos Médicos (FNAM), a Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) e a Associação Nacional das USF (USF-AN), estiveram reunidas para discutir a preocupação comum sobre o futuro do Serviço Nacional de Saúde (SNS), no que concerne ao funcionamento dos Centros de Saúde, desde a entrada em vigor, a 01 de janeiro de 2024, da nova legislação que rege as Unidades de Saúde Familiares (USF) e as Unidades Locais de Saúde (ULS).

Esta legislação levou à difusão das USF em todo o país, no entanto estas diferem bastante das que já existiam no terreno desde 2006, nomeadamente, no que respeita à metodologia associada ao cálculo dos suplementos remuneratórios que deixa os médicos desconfortáveis na sua prática clínica, uma vez que coloca em causa a qualidade dos cuidados prestados, bem como a independência técnico-científica dos profissionais, conflituando com princípios éticos e de justiça social.

A métrica que define os incentivos financeiros denomina-se Índice de Desempenho da Equipa (IDE), e passou a incluir indicadores de prescrição medicamentosa e de exames complementares de diagnóstico, dois atos clínicos nobres da profissão médica.

Para além disso, as listas de utentes dos médicos de família que já se encontram sobredimensionadas, poderão crescer ainda mais, após a aplicação do Índice de Complexidade do utente (ICU), criado pelo anterior governo.

Este instrumento, ética e socialmente questionável, considera que existem utentes que pesam menos de um ou até mesmo “zero utente” na lista do médico de família, recorrendo a características como o género, a nacionalidade, a condição económica, cuja construção está ferida de humanidade.

Assim, se o Índice de complexidade do utente (ICU) vier a ser aplicado, a acessibilidade ao médico de família irá agravar-se.

Por fim, a entrada em vigor das Unidades Locais de Saúde (ULS), que foram implementadas sem qualquer visão estratégica, comprometem a autonomia das USF, colocando em risco os cuidados preventivos, em detrimento de uma visão hospitalocêntrica, centrada na doença.

A FNAM considera premente a revogação imediata do IDE e o ICU propostos e apela à manutenção da autonomia dos Cuidados de Saúde Primários, estando disponível para discutir, conjuntamente, novas soluções que dignifiquem o SNS.

Balanço da Campanha “Cinto-me Vivo”

A Campanha de Segurança Rodoviária “Cinto-me vivo”, da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP), decorreu entre os dias 5 e 11 abril e teve como objetivo alertar condutores e passageiros para a importância de utilizarem sempre, e de forma correta, os dispositivos de segurança.

Esta campanha contou, uma vez mais, com a participação dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira na realização de ações de sensibilização, completando o trabalho de fiscalização que tem sido realizado pelos comandos Regionais da PSP.

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2024, a campanha foi divulgada nos meios digitais, nos Painéis de Mensagem Variável e através de cinco ações de sensibilização da ANSR, realizadas em simultâneo com as operações de fiscalização levadas a cabo pela GNR e pela PSP, em Albergaria-a-Velha, Leiria, Santarém, Setúbal e Viseu. Idênticas ações ocorreram nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

Na campanha “Cinto-me vivo” foram sensibilizados 671 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

  • Utilize sempre uma cadeirinha homologada, devidamente instalada, e adaptada à altura e peso da criança;
  • Utilize sempre o cinto de segurança, em todos os lugares do veículo, e em todos os percursos, mesmo nos de curta distância;
  • Utilize o capacete de modelo aprovado, devidamente ajustado e apertado.

Durante as operações das Forças de Segurança no âmbito desta campanha, realizadas entre os dias 5 e 11 de abril, foram fiscalizados em controlo de velocidade por radar 4,5 milhões de veículos, 4,3 milhões dos quais pelo SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de Velocidade, da responsabilidade da ANSR.

Em termos de fiscalização presencial, as Forças de Segurança procederam à fiscalização de 59,6 mil veículos. Do total de 4,5 milhões de veículos fiscalizados durante a campanha, registaram-se 29,5 mil infrações.

Nesta campanha, registou-se um total de 2.543 acidentes, de que resultaram 6 vítimas mortais, 47 feridos graves e 750 feridos leves.

Relativamente ao período homólogo de 2023, verificaram-se menos 44 acidentes, menos 10 vítimas mortais, menos 9 feridos graves e menos 54 feridos leves.

As 6 vítimas mortais, 4 do género masculino e 2 do género feminino, tinham idades compreendidas entre os 46 e os 75 anos.

Os acidentes com vítimas mortais ocorreram nos distritos de Bragança, Porto (2), Castelo Branco e Lisboa.

Estes acidentes consistiram em 2 colisões (envolvendo 2 veículos ligeiros, 1 motociclo e 1 veículo agrícola) e 3 despistes (envolvendo 2 veículos ligeiros e 1 motociclo).

Os acidentes acima descritos ocorreram em 2 arruamentos, 1 autoestrada, 1 estrada nacional e 1 via de outro tipo.

Esta foi a quarta das 12 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas no âmbito do PNF de 2024. Até ao final do ano serão realizadas mais oito campanhas, uma por mês, com ações de sensibilização e de fiscalização.

As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas pela ANSR, GNR e PSP, desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos.

O PNF de 2023 consagrou como prioritários os temas: Velocidade, Álcool, Acessórios de segurança e Telemóvel. Relativamente a 2024, para além dos quatro temas acima referidos, foi ainda adicionado um novo capítulo sobre a fiscalização dos veículos de duas rodas a motor.

Das quatro campanhas que decorreram este ano, foram realizadas 16 ações, durante as quais mais de 1.805 pessoas foram sensibilizadas presencialmente. Quanto a ações de fiscalização, o número de condutores fiscalizados presencialmente foi de 211,8 mil, enquanto cerca de 13,0 milhões de veículos foram fiscalizados por radar.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

Preço das casas em Portugal subiu 1,9% no primeiro trimestre

Os preços das casas em Portugal subiram 1,9% no primeiro trimestre do ano face ao trimestre anterior. Segundo o índice de preços do idealista, comprar casa tinha um custo de 2.610 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de março deste ano, tendo em conta o valor mediano. É um cenário visível em quase todo o território português, já que as casas ficaram mais caras em 13 capitais de distrito, entre janeiro e março, com Vila Real a liderar as subidas (8,7%). Os preços das casas subiram em Lisboa (2,4%) e no Porto (2,7%) neste período. Já em relação à variação anual os preços das casas em Portugal subiram 6,4%.

Cidades capitais de distrito

No primeiro trimestre, os preços das casas subiram em 13 capitais de distrito, com Vila Real (8,7%), Castelo Branco (3,8%), Évora (3,8%), Viseu (3,6%), Leiria (2,9%), Porto (2,7%), Lisboa (2,4%), Coimbra (2,3%), Funchal (2,2%), Setúbal (1,8%), Braga (1,8%), Santarém (1,2%) e Faro (1%). Em Bragança (0%), Aveiro (0%) e Viana do Castelo (-0,2%) os preços mantiveram-se estáveis nesse período.

Por outro lado, os preços desceram em Beja (-5,1%), Ponta Delgada (-4,6%), Guarda (-4,2%) e Portalegre (-1,8%).

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro comprar casa: 5.569 euros por metro quadrado (euros/m2). Porto (3.546 euros/m2) e Funchal (3.260 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Seguem-se Faro (2.926 euros/m2), Aveiro (2.496 euros/m2), Setúbal (2.300 euros/m2), Évora (2.088 euros/m2), Viana do Castelo (1.885 euros/m2), Coimbra (1.867 euros/m2), Braga (1.794 euros/m2), Ponta Delgada (1.788 euros/m2), Leiria (1.455 euros/m2), Viseu (1.453 euros/m2) e Vila Real (1.257 euros/m2).

Já as cidades mais económicas são Guarda (773 euros/m2), Portalegre (800 euros/m2), Castelo Branco (896 euros/m2), Beja (908 euros/m2), Bragança (931 euros/m2) e Santarém (1.199 euros/m2).

Distritos/Ilhas

Analisando por distritos e ilhas, as maiores subidas de preços tiveram lugar em Vila Real (3,3%), Leiria (3%), Lisboa (2,9%), ilha da Madeira (2,7%), Porto (2,6%), Viseu (2,5%), Faro (2,1%), ilha Terceira (1,8%), Beja (1,6%), Coimbra (1,3%), Braga (1,3%), Aveiro (1,2%), Setúbal (1,1%), ilha do Pico (0,9%), ilha do Faial (0,9%), ilha de Porto Santo (0,9%), Santarém (0,8%), ilha de Santa Maria (0,6%), Bragança (0,6%) e Guarda (0,6%).

Por outro lado, os preços desceram na ilha de São Jorge (-4,1%), Castelo Branco (-4%), Évora (-3,6%) e Viana do Castelo (-1,4%). Já em Portalegre (-0,5%) e ilha de São Miguel (-0,4%) os preços mantiveram-se estáveis.

De referir que o ranking dos distritos mais caros para comprar casa é liderado por Lisboa (4.008 euros/m2), seguido por Faro (3.321 euros/m2), ilha da Madeira (2.965 euros/m2), Porto (2.581 euros/m2), Setúbal (2.472 euros/m2), ilha de Porto Santo (2.273 euros/m2), Aveiro (1.687 euros/m2), ilha de São Miguel (1.629 euros/m2), Leiria (1.604 euros/m2), Braga (1.520 euros/m2), Viana do Castelo (1.437 euros/m2), ilha de Santa Maria (1.413 euros/m2), Coimbra (1.410 euros/m2), ilha do Pico (1.374 euros/m2), ilha do Faial (1.314 euros/m2), Évora (1.273 euros/m2), ilha de São Jorge (1.218 euros/m2), ilha Terceira (1.173 euros/m2) e Santarém (1.135 euros/m2).

Os preços mais económicos encontram-se na Guarda (708 euros/m2), Portalegre (717 euros/m2), Castelo Branco (832 euros/m2), Bragança (877 euros/m2), Vila Real (972 euros/m2) e Beja (1.071 euros/m2).

Regiões

Durante o primeiro trimestre de 2024, os preços das casas apenas desceram no Alentejo (-1,5%). Por outro lado, os preços subiram na Região Autónoma da Madeira (2,7%), seguida pelo Norte (2,6%), Área Metropolitana de Lisboa (2,6%), Centro (2,3%) e Algarve (2,1%). Na Região Autónoma dos Açores (0,3%) os preços menos mantiveram-se estáveis durante este período.

A Área Metropolitana de Lisboa, com 3.632 euros/m2, continua a ser a região mais cara para adquirir habitação, seguida pelo Algarve (3.321 euros/m2), Região Autónoma da Madeira (2.954 euros/m2) e Norte (2.159 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (1.431 euros/m2), a Região Autónoma dos Açores (1.443 euros/m2) e o Alentejo (1.502 euros/m2) que são as regiões mais baratas para comprar casa.

Por:Idealista

Operação “Páscoa 2024” – Dados Provisórios

No dia 28 de março de 2024, entre as 00h00 e as 23h59, durante o período de fiscalização e patrulhamento intensivo da Operação “Páscoa 2024”, a Guarda Nacional Republicana (GNR) registou os seguintes dados operacionais, em resultado das ações desencadeadas pelos militares dos Comandos Territoriais e da Unidade Nacional de Trânsito que, diariamente, estão empenhados no patrulhamento rodoviário e na prestação de auxílio aos condutores, para que estes cheguem aos seus locais de destino em segurança:

– 4910 condutores fiscalizados, dos quais, 25 conduziam com excesso de álcool e, destes, 10 foram detidos por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l. Foram ainda detidas 6 pessoas por conduzirem sem habilitação legal;

– Das 855 contraordenações rodoviárias detetadas, destacam-se:

128 por excesso de velocidade;
148 por falta de inspeção periódica obrigatória;
31 por anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;
36 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
21 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
44 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

Neste período, a GNR registou 270 acidentes rodoviários, de onde resultaram 1 vítima mortal, 3 feridos graves e 76 feridos leves.

Relativamente aos acidentes que envolveram vítimas mortais registadas pela GNR, informa-se o seguinte:

– Dia 28 de março, pelas 21H56, na auto estrada (AE) 16, km 1,100 sentido Cascais – Sintra, ocorreu uma colisão entre dois veículos, do qual resultou um vítima mortal, um mulher de 26 anos;

 

A Guarda aconselha a uma condução atenta, cautelosa e defensiva, para que o período festivo seja passado em segurança.

Para um deslocamento em segurança nesta época festiva, a GNR aconselha, em especial:

Adequar a velocidade às condições meteorológicas, ao estado da via e ao volume de tráfego rodoviário;
Evitar manobras que possam resultar em embaraço para o trânsito ou que, de alguma forma, possam originar acidentes.

A GNR terá especial preocupação com os comportamentos de risco dos condutores, sobretudo os que ponham em causa a sua segurança e a de terceiros. Assim, os militares da Guarda estarão particularmente atentos:

A manobras perigosas;
À condução sob a influência do álcool e substâncias psicotrópicas;
Ao excesso de velocidade;
À correta sinalização e execução de manobras de ultrapassagem, de mudança de direção e de cedência de passagem;
À utilização indevida do telemóvel;
À incorreta ou não utilização do cinto de segurança e/ou dos sistemas de retenção para crianças;
Às condições de segurança dos veículos.

Toda a informação relativamente aos congestionamentos de trânsito e alternativas, deverão contactar o Centro Integrado Nacional de Gestão Operacional da GNR, 24 horas por dia, através do contacto 213 217 000.

Operação “Páscoa 2024” na estrada

A Guarda Nacional Republicana, desenvolve a “Operação Páscoa 2024”, até ao dia 1 de abril, em todo em o território continental, através da intensificação do patrulhamento e da realização de ações de sensibilização e fiscalização, com o objetivo de combater a criminalidade, contribuir para a redução da sinistralidade rodoviária, regularizar o trânsito e apoiar todos os cidadãos, proporcionando-lhes as festividades da Páscoa e as respetivas deslocações, em segurança.

Tradicionalmente, esta época carateriza-se pela reunião das famílias nas suas regiões de origem e, por corresponder ao período de férias escolares, prevê-se consequentemente um aumento significativo do tráfego rodoviário nas estradas portuguesas. Neste sentido a Guarda, através dos militares dos Comandos Territoriais e dos Destacamentos de Trânsito, irá ter em curso a operação “Páscoa 2024” que visa a segurança e a proteção das pessoas, pelo que vai além da fiscalização rodoviária sendo o esforço também orientado para os locais de festividades, suas imediações, zonas residenciais e comerciais, bem como para as vias de circulação rodoviárias mais críticas.

O período de fiscalização de maior esforço de patrulhamento rodoviário, nas vias mais críticas, será entre o início do dia 28 de março e o dia 1 de abril, período que se prevê maior volume de tráfego.

A Guarda aconselha a uma condução atenta, cautelosa e defensiva, para que o período festivo seja passado em segurança.

Para um deslocamento em segurança nesta época festiva, a GNR aconselha, em especial:

Adequar a velocidade às condições meteorológicas, ao estado da via e ao volume de tráfego rodoviário;
Evitar manobras que possam resultar em embaraço para o trânsito ou que, de alguma forma, possam originar acidentes, mantendo uma condução atenta e defensiva.

A GNR terá especial preocupação com os comportamentos de risco dos condutores, sobretudo os que ponham em causa a sua segurança e a de terceiros. Assim, os militares da Guarda estarão particularmente atentos:

A manobras perigosas;
À condução sob a influência do álcool e substâncias psicotrópicas;
Ao excesso de velocidade;
À correta sinalização e execução de manobras de ultrapassagem, de mudança de direção e de cedência de passagem;
À utilização indevida do telemóvel;
À incorreta ou não utilização do cinto de segurança e/ou dos sistemas de retenção para crianças;
Às condições de segurança dos veículos.

Toda a informação relativamente aos congestionamentos de trânsito e alternativas, deverão contactar o Centro Integrado Nacional de Gestão Operacional da GNR, 24 horas por dia, através do contacto 213 217 000.

 

Balanço da Operação “NETWORK V

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) e a Guarda Nacional Republicana (GNR), no âmbito do planeamento conjunto de 2024, realizaram em 21 de março de 2024, uma Ação Nacional Conjunta, denominada Operação “NETWORK V”, nas vertentes tributária e aduaneira, através de ações de fiscalização e controlo intensivo de mercadorias em circulação, nos principais eixos da rede viária nacional.

Foram estabelecidos como alvos preferenciais da operação, os veículos de mercadorias em geral e os veículos automóveis ligeiros, visando nomeadamente o controlo dos documentos de transporte e faturação, de mercadorias sujeitas a Impostos Especiais sobre o Consumo (IEC), designadamente, Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Produtos Energéticos (ISP), Imposto sobre o Tabaco (IT) e Imposto sobre o Álcool e Bebidas Alcoólicas (IABA) e IVA, bem como a regular condição dos veículos de matrícula estrangeira em circulação no território nacional.

Na Ação Nacional Conjunta da parte da AT participaram 18 Direções de Finanças, nove Alfândegas e sete Delegações Aduaneiras, coordenadas pelos serviços centrais da Inspeção Tributária e Aduaneira, num total de 451 inspetores da AT, da parte da GNR participaram 20 Comandos Territoriais de todos os distritos e das regiões autónomas dos Açores e Madeira e a Unidade de Acção Fiscal, num total de 675 militares da Guarda.

Como resultados da operação destaca-se:

O controlo de 8 237 veículos;
A detenção de seis pessoas por condução sem habilitação legal;
A elaboração de um auto de notícia por crime de posse de produto estupefaciente;
O levantamento de 451 autos de notícia por infrações fiscais e aduaneiras pela AT e GNR e de 555 autos de notícia por infrações diversas por parte da GNR, designadamente à legislação rodoviária e condições do trabalho;
A apreensão de:

46 veículos automóveis que circulavam de forma irregular;
22,56 doses de haxixe.

 

Cientes do seu efeito dissuasor e preventivo, a Autoridade Tributária e Aduaneira e a Guarda Nacional Republicana, irão prosseguir e intensificar este tipo de ações, no âmbito do combate à economia paralela e às práticas de Fraude e Evasão Fiscais.

O estacionamento é a principal preocupação dos portugueses para a mobilidade das cidades

55,3% dos portugueses considera que a falta de estacionamento é o maior problema de mobilidade das suas cidades, seguindo-se o excesso de tráfego (47,3%) e a escassez de transportes públicos (42%), de acordo com os resultados do Relatório de hábitos de mobilidade e estacionamento em Portugal elaborado pela aplicação de estacionamento EasyPark.

Principais problemas de mobilidade

Cerca de 60% dos condutores entrevistados acredita que o estacionamento regulado é benéfico para a sua cidade, ou seja, que o estacionamento à superfície pago é uma mais-valia visto que ajuda a melhorar o fluxo de circulação e o tráfego nas cidades. De facto, estes valores são ainda mais relevantes nas faixas etárias acima dos 55 anos em que mais de 70% dos condutores respondeu afirmativamente. Ainda assim, nas idades entre os 25 e os 54 anos, os valores apresentam-se acima dos 50% de respostas afirmativas.

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“Tal como ocorre com zonas de baixas emissões que estão a surgir em Portugal, os condutores portugueses começam a perceber que uma correta gestão do estacionamento tem uma incidência positiva na mobilidade geral das cidades” afirma Jennifer Amador Tavares de Sousa, Diretora para Portugal do EasyPark Group. “Em todas as zonas urbanas existe uma desproporção entre a oferta e a procura de estacionamento o que é uma preocupação para os condutores quando se deslocam às cidades, assim como para os administradores que precisam encontrar soluções para esta problemática. As aplicações de estacionamento, ajudam a equilibrar a oferta e a procura para que que haja menos carros a circular e a procurar lugar de estacionamento, o que representa um contributo para a melhoria destes sintomas de pressão sobre os condutores e as cidades”, adiciona.

Deste relatório depreende-se, ainda, que os portugueses são condutores preocupados com a mobilidade das suas cidades, sobretudo no que diz respeito às necessidades de estacionamento e o complemento que os transportes públicos podem trazer à circulação nos espaços urbanos. Estas preocupações são importantes para a construção de um ecossistema de estacionamento mais equilibrado e eficiente.

De um modo geral, esta pressão da circulação nos grandes meios urbanos é sintoma e preocupação quer dos habitantes, quer das autoridades e das entidades envolvidas nos processos de desenvolvimento do ecossistema de estacionamento.

“Sabemos o quão importante é dispor destas informações para todos os envolvidos no compromisso de tornar as cidades mais habitáveis e com um ecossistema de estacionamento agradável e eficiente”, diz Jennifer de Sousa. “Quando questionamos os condutores sobre as suas preocupações é porque estamos totalmente envolvidos em tornar os meios urbanos mais atrativos para viver e somos conscientes que a tecnologia está ao serviço dos condutores para que tenham uma vida mais simplificada e móvel.”, conclui.

Por:EasyPark Group

Preços das casas para arrendar em Portugal sobem 1,8% em janeiro

Os preços das casas para arrendar em Portugal subiram 1,8% em janeiro face ao mês anterior. Segundo o índice de preços do idealista, arrendar casa tinha um custo de 15,8 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de janeiro deste ano, tendo em conta o valor mediano. Já em relação à variação trimestral, a subida foi de 3% e a anual de 20,4%.

Cidades capitais de distrito

O preço de arrendamento em janeiro subiu em seis capitais de distrito, com Leiria (4,3%) a liderar a lista. Seguem-se Faro (4%), Santarém (3,8%), Coimbra (3%), Lisboa (1,9%) e Setúbal (1,3%). Por outro lado, os preços desceram em Évora (-6,9%) e Aveiro (-2,8%). Já no Porto (0,3%) e no Funchal (-0,1%) preços mantiveram-se estáveis nesse período.

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 21,4 euros/m2. Porto (16,9 euros/m2) e Funchal (14,5 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Seguem-se Faro (12,9 euros/m2), Setúbal (11,8 euros/m2), Aveiro (11 euros/m2), Coimbra (11 euros/m2).

Já as cidades mais económicas são Santarém (7,7 euros/m2), Leiria (8,4 euros/m2) e Évora (10,7 euros/m2),

Distritos/Ilhas

Dos 18 distritos e ilhas analisados, os preços em janeiro subiram em Portalegre (8,2%), ilha da Madeira (6,2%), Braga (5%), Santarém (4,2%), Leiria (3,1%), Lisboa (2,3%), Coimbra (1,5%) e Setúbal (0,9%). Já no Porto (0,2%) Évora, Faro e Viseu (0% nos três distritos) os preços mantiveram-se estáveis nesse período.

Por outro lado, os preços descem em Castelo Branco (-5,1%), ilha de São Miguel (-4,9%), Beja (-3,1%), Vila Real (-3%), Aveiro (-2,2%) e Viana do Castelo (-1,8%).

De referir que o ranking dos distritos mais caros para arrendar casa é liderado por Lisboa (19,6 euros/m2), seguido pelo Porto (15,1 euros/m2), ilha da Madeira (14,3 euros/m2), Faro (13,2 euros/m2), Setúbal (12,6 euros/m2), Évora (10,3 euros/m2), Coimbra (9,9 euros/m2), Leiria (9,5 euros/m2), Aveiro (9,1 euros/m2), Braga (9 euros/m2), Beja (8,7 euros/m2) e ilha de São Miguel (8,7 euros/m2).

Os preços mais económicos encontram-se em Vila Real (6 euros/m2), Portalegre (6,6 euros/m2), Castelo Branco (7,1 euros/m2), Viseu (7,4 euros/m2), Santarém (7,6 euros/m2) e Viana do Castelo (8 euros/m2).

Regiões

Durante o mês de janeiro, os preços das casas para arrendar subiram na Região Autónoma da Madeira (4,8%), Área Metropolitana de Lisboa (2,3%), Alentejo (0,9%), Centro (0,7%) e Norte (0,7%). Em sentido contrário, apenas desceram na Região Autónoma dos Açores (-4,6%). Já no Algarve (0%), os preços mantiveram-se estáveis.

A Área Metropolitana de Lisboa, com 18,8 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pela Região Autónoma da Madeira (14,3 euros/m2), Norte (13,8 euros/m2) e Algarve (13,2 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se a Região Autónoma dos Açores (8,5 euros/m2), o Centro (9 euros/m2) e o Alentejo (9,8 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

Por Idealista

MAI apresenta Esclarecimento sobre os investimentos nas Forças de Segurança

Consideradas várias informações vindas a público, que carecem de informação rigorosa,
esclarecem-se os seguintes factos:
1 – Valorização das condições remuneratórias
O orçamento para remunerações nas Forças de Segurança (FS) aumentou 32,6% – mais 426
milhões de euros (M€) – entre 2015 e 2024.
Em 2023, houve um aumento de 2 níveis remuneratórios para o 1.º escalão dos profissionais
da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP) – em vez de
apenas 1, como para os restantes funcionários da Administração Pública.
Esse aumento implicou o correspondente acréscimo na componente variável do suplemento de
risco, que é de 20% do salário base.
Quanto à componente fixa do suplemento de risco, em 2021 procedeu-se ao aumento de 31€
para 100€, correspondendo a um investimento anual permanente superior a 50M€.
Entre 2022 e 2026, ficou também definido um aumento médio de 20% nos salários e abonos:
29% para Guardas/Agentes, 16% para Sargentos/Chefes e 14% para Oficiais.
Procedeu-se ainda ao pagamento de 114 M€, em retroativos por suplementos remuneratórios
não pagos em período de férias entre 2010 e 2018.
Este ano, vão ser ainda investidos cerca de 51 M€ em promoções, progressões, graduações e
ingressos na GNR e PSP.

2 – Lei de investimentos em Infraestruturas e Equipamentos

Os investimentos realizados nas FS desde 2015 abrangeram diversas áreas, inscritas desde
2017 num diploma renovável a cada 5 anos e que ascendem a 607 M€ – 25% dos quais já em
execução – no atual quinquénio.
Foram 7 as medidas identificadas nessa lei: quartéis e esquadras, viaturas, armamento,
tecnologias de informação e comunicação, equipamentos de proteção individual, equipamentos
para funções especializadas e equipamentos de apoio à atividade operacional.
Em infraestruturas, o MAI já tem comprometidos cerca de 150M€ dos 607M€ de investimento
para edifícios e equipamentos das FS até 2026.
Desses cerca de 150M€, 98,5M€ (c/ IVA) estão a pagamento (2023/24):
– 52M€ para quartéis e esquadras;
– 24,4M€ para viaturas;
– 15,6M€ em Tecnologias de Informação;
– 4,1M€ em Equipamentos (proteção individual, funções especializadas e apoio à atividade
operacional);
– 2,2M€ em Armamento.
No caso dos edifícios, o MAI inaugurou 8 instalações policiais onde se investiram 8,7M€ e tem
10 com obras em execução por 15,9 M€.
Em fase de lançamento – com projetos feitos e contratos assinados entre a Secretaria Geral do
MAI (SGMAI) e diferentes Câmaras Municipais – estão outros 31 quartéis da GNR e esquadras
da PSP no valor de 44,6M€.
Há ainda 51 projetos de execução para lançamento de concursos pela SGMAI ou para
assinatura de contratos interadministrativos com Câmaras Municipais, que depois realizarão os
concursos.
Em matéria de viaturas, desde 2017 que as FS já receberam 2.088 viaturas e está a decorrer
um concurso para aquisição de pelo menos mais 789 viaturas para entregar este ano e em 2025,
no valor de 34M€ (mais IVA).
Acresce que, em setembro de 2023, foram assinados contratos para reparações de viaturas no
valor de 7 M€ na PSP.
3 – Alojamentos, habitação e condições de vida
Ao nível dos alojamentos, já foram executados cerca de 6M€ dos 40M€ previstos no Plano de
Recuperação e Resiliência (PRR) para construção e reabilitação de habitações destinadas aos
profissionais da GNR e da PSP.
O MAI assinou ainda protocolos com 6 autarquias e 6 instituições de ensino superior para
atribuição de direitos sociais a guardas e polícias, cedência de terrenos, construção e
requalificação de dezenas de habitações.
Registe-se ainda, no âmbito do PRR, que há 40M€ destinados à Proteção Civil (SIRESP, viaturas
de combate a incêndios) e outros 10M€ para, entre outras medidas, ampliar a capacidade de
alojamento dos formandos da PSP.