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Estrela Music Summer Camp traz jovens músicos e concertos à Guarda

A Guarda recebe em 2022 o Estrela Music Summer Camp, um dos mais cativantes campos de férias musicais em Portugal, decorrerá na cidade mais alta, entre 21 e 27 de agosto com a participação de perto de 70 jovens estudantes de música, numa ação do Município da Guarda com a Orquestra Filarmónica Portuguesa e com o apoio do Conservatório de Música de S. José da Guarda.

Sob a “batuta” do maestro Osvaldo Ferreira, Diretor Artístico da Orquestra Filarmónica Portuguesa, e dinamizador da Orquestra Académica, com residências artísticas no Teatro Municipal da Guarda, este “Acampamento Musical” conta com um conjunto de reputados professores dos mais variados instrumentos de orquestra, dezenas de jovens músicos portugueses e estrangeiros que terão aqui a oportunidade de crescer enquanto instrumentistas e artistas, durante uma semana repleta de ensaios, concertos e masterclasses.

As aulas vão decorrer durante o dia no Conservatório de Música de S. José da Guarda e a sua estadia será nas instalações do Centro Apostólico.

Os concertos vão ser abertos ao público e acontecem todos às 21h30 em três palcos diferentes da cidade. A saber: nos dias 22 e 23 de agosto no Anfiteatro da BMEL; dias 25 e 26 de agosto nas escadarias da Sé e no dia 27 de agosto no interior da Catedral.

Trata-se também de uma excelente oportunidade de divulgação do nosso território, nomeadamente a gastronomia e os patrimónios natural, cultural e edificado, com os participantes a desfrutar dos espaços e a usufruir do encontro e partilha com outros músicos das mais variadas origens. O grupo irá participar em várias atividades que lhe permitirão conhecer melhor a cidade e a região.

Cientistas estudam novos planos de emergência para proteção das populações em risco em caso de incêndio

No âmbito do programa “Cultura, Ciência e Tecnologia na Imprensa”, promovido pela Associação Portuguesa de Imprensa.

Em caso de incêndio florestal, é altamente complexa a missão de decidir quando e como retirar as pessoas em risco, pois implica múltiplos fatores. Para ajudar as entidades competentes, uma equipa da Universidade de Coimbra (UC), em colaboração com a Escola Nacional de Bombeiros (ENB) e o Centro de Inovação e Competências da Floresta (SERQ), está a estudar novos planos de emergência para as comunidades, considerando os mais diversos cenários. Trata-se do projeto “EVACUAR FLORESTA – Decisões e Planos de Evacuação em Cenários de Incêndio Florestal”, que tem como objetivo principal criar um sistema de apoio à tomada de decisão, «para a proteção da comunidade em risco em caso de incêndio rural e ainda mitigar problemas no contexto de uma evacuação. Para os incêndios urbanos já existem planos de evacuação desenvolvidos, mas o mesmo não acontece nos incêndios florestais», diz Aldina Santiago, coordenadora do estudo e docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).

Atualmente, fundamenta, o que existe para o suporte à tomada de decisão «é muito reduzido em termos técnicos e científicos e depende em muito da sensibilidade do comandante no teatro das operações. Muitas das vezes, esta escolha é criticada, ou porque é feita de forma muito antecipada ou porque é feita de forma tardia». Assim, o resultado final do projeto, que conta com 270 mil euros de financiamento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), é apoiar as entidades governamentais e locais «na proteção das pessoas envolvidas, criando indicações específicas sobre a forma e mecanismos a utilizar para proteger e tornar mais resiliente cada uma das comunidades, face às suas particularidades e desenvolvimento do incêndio. A proteção das pessoas de uma determinada comunidade tem de ser pensada e discutida muito antes dos incêndios; as possíveis soluções têm de estar acauteladas através de planos de emergência e evacuação; a evacuação parcial ou, em casos extremos, total é uma dessas soluções, mas não é a única».

Numa primeira fase do projeto, iniciado há um ano e que se estende até 2023, os cientistas focaram-se na caracterização e estudo do que já existe no que respeita a estratégias associadas à proteção das pessoas em cenário de incêndio rural, não só em Portugal, mas também em outros países que são fustigados pelos fogos florestais, como, por exemplo, Espanha, Itália, Grécia, Austrália e EUA (Califórnia).

Nesses estudos, os cientistas observaram que «se antigamente a política era “ficar em casa e esperar”, atualmente começa a optar-se por evacuações preventivas. Portugal começa também a seguir esta estratégia, ou seja, nos últimos anos, a estratégia de proteção tem vindo a alterar, em resultado do paradigma dos incêndios atuais (incêndios de grandes proporções e que facilmente se propagam à interface urbano-floresta)», indica Aldina Santiago.

A equipa tem, também, efetuado trabalho de campo junto das comunidades escolhidas para casos de estudo, nos concelhos da Lousã e Sertã. No caso do município da Lousã, foram escolhidas as localidades de Cerdeira e Cabanões. Segundo a coordenadora do projeto, estas escolhas não foram «aleatórias, foram consideradas as suas especificidades. Cabanões é uma localidade isolada, de difícil acesso, com uma população reduzida (menos de 25 pessoas), envelhecida e com algumas limitações de mobilidade; já a Cerdeira, é uma localidade com componente turística significativa, com uma população muito variável, tanto ao longo da semana, como ao longo do ano. É difícil saber quantas e onde as pessoas estão nesta localidade e na sua envolvente; esta incerteza é sem dúvida um dos fatores que dificulta a proteção destas pessoas em caso de incêndio».

Em paralelo, com recurso a métodos numéricos avançados, a equipa está a trabalhar em modelos que permitem simular a propagação do incêndio e a evacuação das pessoas. «Estas simulações estão a ser calibradas com dados de incêndios reportados na literatura, mas esperamos vir brevemente a simular os incêndios ocorridos nas últimas semanas em Portugal. Cruzando resultados, conseguimos estudar o impacto de possíveis soluções, possíveis alternativas para proteção», esclarece Aldina Santiago.

Os sistemas de modelação e simulação de evacuação «são ferramentas essenciais para planeamento e tomada de decisão. Durante a evacuação e o incêndio, o comportamento das pessoas também é um fator determinante; o que as pessoas

fazem, e quando o fazem, depende muito da distribuição no espácio-temporal dos eventos num cenário de catástrofe, sendo a educação da população para esta temática igualmente determinante para o sucesso deste processo», conclui.

 

 

Cristina Pinto

Assessora de Imprensa – Universidade de Coimbra – Faculdade de Ciências e Tecnologia

 

GNR-Operação “ROADPOL – SPEED” na estrada

A Guarda Nacional Republicana (GNR), realiza entre os dias 8 e 14 de agosto realiza uma operação de fiscalização rodoviária direcionada para controlo de velocidade, em todo o território nacional continental, orientando as ações de fiscalização para as vias mais críticas à sua responsabilidade e onde se verifique uma maior sinistralidade e infração aos limites de velocidade. Com esta ação, pretende-se também sensibilizar a sociedade, para a importância da adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores, tendo em vista a promoção da segurança rodoviária e a salvaguarda de vidas humanas.

A RoadPol é uma organização que foi estabelecida pelas polícias de trânsito da Europa, com a finalidade de melhorar a segurança rodoviária e a aplicação da lei nas estradas. Estas operações, de âmbito europeu, têm como principal finalidade a criação de um ambiente rodoviário mais seguro através de uma intervenção simultânea sobre as principais causas de acidentes, procurando desta forma influenciar positivamente os condutores, levando-os a adotarem comportamentos que privilegiem uma condução segura em detrimento de comportamentos de risco, como o excesso de velocidade.

Em 2021 a GNR registou um total de 69.186 acidentes de viação, sendo que destes, pelo menos, 3.564 acidentes tiveram como a sua principal causa a velocidade excessiva ou o excesso de velocidade. Relativamente à fiscalização da velocidade foram no ano transato registadas 142.721 infrações.

10º Open de Ténis Aguiar da Beira no dia 13 de agosto

Está agendado para o dia 13 de agosto, o 10º Open de ténis organizado pelo Município de Aguiar da Beira, este evento decorre nos campos de ténis do complexo desportivo das 10h às 21h.

Com esta atividade o Município pretende oferecer aos aficionados da modalidade um dia de convívio em contexto desportivo, bem como a promoção e divulgação deste desporto.

O evento é aberto a toda a população com mais de 14 anos e a inscrição é gratuita.

O sorteio será realizado dia 11 de agosto e comunicado aos jogadores os horários e respetivos jogos.

Para inscrições e/ou mais informações: https://www.cm-aguiardabeira.pt/

Escuteiros de Fornos de Algodres fazem balanço positivo do Acanac

O Agrupamento de Escuteiros de Fornos de Algodres participou pela 1ªvez num ACANAC, com balanço muito positivo.
O Agrupamento fez-se representar por um contingente de 45 elementos (9 dirigentes com a função de acompanhar os escuteiros e de staff; 36 escuteiros das I, II e III secções).
“Foram dias de grande aventura, mas acima de tudo de superação perante todas as dificuldades que foram aparecendo. Uma atividade que jamais será esquecida por todos nós!”, refere fonte do Agrupamento de escuteiros.
Salientam ainda o apoio do Município de Fornos de Algodres, do CLDS 4G Servir Fornos de Algodres, da Vila-Chã Aldeia Trail de Portugal e da Comissão Permanente de Pais do Agrupamento que sempre esteve participativa, disponível e incansável nas ações de angariação de fundos) e demais pessoas que colaboraram nestes dias.
Em suma, foi uma atividade importante onde todos vêm orgulhosos desta semana.
Foto:EFA

Inaugurados WC´s públicos na localidade de Pala-Pinhel

Na tarde deste domingo, na Freguesia de Pala, o momento foi festivo, dado que, foi com bastante esforço que foram construídos os WC´s públicos desta localidade.

Assim marcou presença, Rui Ventura , Presidente do Município de Pinhel, que descerrou a placa juntamente com o presidente da Freguesia e ainda estiveram presentes convidados e comunidade em geral.

Pode ser uma obra simples mas com significado, dado que, os visitantes e toda a comunidade têm um local público para usufruir.

fotos:MP

GNR- Atividade operacional diária nesta semana

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de operações, em todo o território nacional, entre os dias 29 de julho e 4 de agosto, que visaram, não só, a prevenção e o combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária, como também a fiscalização de diversas matérias de âmbito contraordenacional, registando-se os seguintes dados operacionais provisórios:

 

  1. Detenções: 552 detidos em flagrante delito, destacando-se:
  • 211 por condução sob o efeito do álcool;
  • 111 por condução sem habilitação legal;
  • 58 por tráfico de estupefacientes;
  • 19 por furto e roubo;
  • 17 por posse ilegal de armas e arma proibida;
  • Nove por violência doméstica;
  • Quatro por incêndio florestal.

 

  1. Apreensões:
  • 7 499,88 doses de haxixe;
  • 1 887 selos de LSD;
  • 1 306,95 doses de cocaína;
  • 928,8 doses de heroína;
  • 764,884 doses de liamba;
  • 18 comprimidos de MDMA;
  • Oito doses de óleo de canábis;
  • 28 armas de fogo;
  • 14 armas brancas ou proibidas;
  • 446 munições;
  • 15 viaturas.

 

  1. Trânsito:

Fiscalização: 7 628 infrações detetadas, destacando-se:

  • 1 720 excessos de velocidade;
  • 494 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei;
  • 471  por falta de inspeção periódica obrigatória;
  • 315 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
  • 234 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;
  • 225 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
  • 210 por falta de seguro de responsabilidade civil;
  • 171 relacionadas com tacógrafos.

 

Ac.Viseu empata no Seixal perante Benfica B a uma bola

Ao fim da tarde deste sábado, o Ac.Viseu foi ao Seixal defrontar o Benfica B e entrou muito bem no jogo e mostrou qualidade, uma primeira parte sem golos mas equilibrada, depois logo a abrir o segundo período , um golo para os viseenses por André filho.

O Benfica B veio à procura do empate e os viseenses não conseguiram aguentar e Henrique Pereira empatou ao cair do pano e resultou numa igualdade a uma bola.

fotos:AVFC

Estudo-Alterações climáticas na reciclagem de detritos vegetais em ribeiros.

No âmbito do programa “Cultura, Ciência e Tecnologia na Imprensa”, promovido pela Associação Portuguesa de Imprensa.

Estudo internacional alerta para o impacto das alterações climáticas na reciclagem de detritos vegetais em ribeiros.

O eventual desaparecimento dos pequenos animais que vivem associados às areias, pedras e plantas aquáticas dos ribeiros, em resultado de alterações ambientais induzidas pelas atividades humanas ou alterações climáticas, terá um grande impacto na decomposição das folhadas, com efeitos nos ciclos dos nutrientes e do carbono.

O alerta é de um estudo internacional, no qual participou Verónica Ferreira, investigadora do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente (MARE) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), que avaliou os efeitos dos invertebrados na decomposição de detritos vegetais em ribeiros a nível global.

Neste estudo, publicado na Biological Reviews, uma equipa de 13 investigadores de 7 países, liderada por Kay Yue e Fuzhong Wu (Fujian Normal University, China), efetuou uma meta-análise para avaliar quais os fatores que controlam o papel dos invertebrados no processo de decomposição de detritos vegetais em ribeiros. A técnica utilizada – meta-análise – permite a «integração de evidência científica publicada para abordar questões a larga escala e até mesmo novas questões que ainda não tenham sido abordadas empiricamente», explica Verónica Ferreira. Foram considerados 141 estudos que cumpriam critérios específicos, que contribuíram com 2707 observações em ribeiros não poluídos distribuídos principalmente pela América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia Oriental e Oceânia.

Sobre a importância de estudar estes processos, a investigadora da FCTUC realça que os ribeiros, que constituem a maioria das linhas de água numa bacia hidrográfica, «recebem grande quantidade de detritos vegetais produzidos pela vegetação circundante e são estes detritos que vão sustentar em grande parte as cadeias alimentares nestes ecossistemas e também a jusante, incluindo grandes rios e zonas costeiras».

A decomposição de detritos vegetais, prossegue, é assim um «processo fundamental em ribeiros porque sustenta as cadeias alimentares aquáticas e é parte integrante dos ciclos de nutrientes e de carbono a nível global. É especialmente importante compreender quem são os organismos intervenientes neste processo e como é que estes organismos reagem a alterações ambientais, porque alterações na decomposição de detritos vegetais têm implicações nas cadeias alimentares e nos ciclos de nutrientes e de carbono».

Neste estudo, verificou-se que, a nível global, a presença de invertebrados estimula a decomposição de folhadas em média em 74%, sendo o efeito mais forte quanto maior a densidade, biomassa e diversidade de invertebrados. Este resultado sugere que o eventual desaparecimento dos invertebrados dos ribeiros, em resultado de alterações ambientais induzidas pelas atividades humanas ou alterações climáticas, terá um grande impacto na decomposição das folhadas, com efeitos nos ciclos dos nutrientes e do carbono.

Mas a maior surpresa para os investigadores foi o facto de verificarem que o papel dos invertebrados na decomposição de folhadas é maior na fase inicial do que nas fases intermédias ou avançadas do processo de decomposição, ao contrário do que se pensava até agora. «Isto é surpreendente porque tem sido demonstrado que os invertebrados trituradores preferem consumir folhada que já foi colonizada pelos decompositores microbianos que enriquecem a folhada em nutrientes e a tornam mais palatável. No entanto, o maior papel dos invertebrados durante a fase inicial do processo sugere que os invertebrados podem estar menos dependentes da pré-colonização microbiana da folhada do que se pensava», afirma Verónica Ferreira.

O estudo mostrou ainda que, à escala global, «caraterísticas ambientais, como acidez da água, concentração de oxigénio e temperatura, e caraterísticas da folha são igualmente importantes para regular o papel dos invertebrados na decomposição».

Face aos resultados obtidos, os investigadores destacam a importância de se considerar os invertebrados em modelos globais de decomposição de detritos vegetais em ribeiros, para melhor descrever e antecipar os fluxos de carbono a nível global.

Foto:DR

Cristina Pinto

Assessora de Imprensa – Universidade de Coimbra – Faculdade de Ciências e Tecnologia