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PS Guarda reage em comunicado sobre as declarações injuriosas da JSD Guarda

Em comunicado , Alexandre Lote, Presidente da Federação Socialista do Distrito da Guarda enaltece que  está à espera que o candidato do PSD Gustavo Duarte se desmarque das declarações injuriosas por parte da JSD da distrital da Guarda, referindo que:”Assistimos, esta semana, a um momento lamentável numa campanha eleitoral em que, continuamente, se tem vindo a apelar à união e à unidade em torno dos grandes projetos e das grandes medidas que importa concretizar pelo futuro do distrito da Guarda.

Desde o início desta caminhada, rumo às Eleições Legislativas do próximo dia 30 de janeiro, que os candidatos do Partido Socialista têm feito um forte apelo ao diálogo e à necessidade de encontrar as melhores estratégias de convergência entre todos, por entenderem que, só assim, se conseguirão defender os superiores interesses daqueles que fazem e querem fazer da Guarda uma opção para trabalhar e para viver.

O Partido Socialista disputa estas eleições e organiza a sua campanha com toda a humildade democrática, ouvindo as pessoas, procurando apresentar as melhores ideias e, acima de tudo, procurando, também, elevar o debate político, contribuindo, assim, para melhorar a qualidade da nossa Democracia.

O ataque pessoal dirigido pela JSD Distrital ao 2o candidato da Lista do Partido Socialista, António Monteirinho, representa a antítese de tudo quanto se deve fazer para elevar o debate político e para defender as causas da Democracia. O facto de se tratar de uma estrutura de juventude partidária não pode nem deve ser desculpa para que Gustavo Duarte e o PSD da Guarda desvalorizem e se remetam ao silêncio, como fizeram até aqui. Mais, ainda,quando o líder da JSD Distrital, Luís Soares, integra a Lista do PSD da Guarda às próximas Eleições Legislativas.

É verdade que o atual líder do PSD não é quem Luís Soares acredita ser o melhor candidato do seu Partido para o cargo de Primeiro-Ministro, pois apoiou Paulo Rangel. Mas isso não pode ser desculpa para utilizar esta campanha como forma de expiar a sua frustração.

Continuamos, por isso, a aguardar que o candidato Gustavo Duarte esclareça se o uso de expressões “rascas, sabujos e iletrados” são aceitáveis no debate político. Aparentemente, vive bem com isso. Nós não.

Bem sabemos, do nervosismo e da insegurança que paira sobre a estrutura da candidatura do PSD da Guarda liderada por Gustavo Duarte, seja pelas divisões internas do Partido, bem patentes na dificuldade de mobilização, que é evidente para todos, seja para disfarçar a má prestação dos seus candidatos nos debates e na manifesta falta de apoio nas ruas e junto das forças vivas da Guarda.

O que não podemos aceitar é que esse nervosismo e essa insegurança sejam desculpa para permitir uma intervenção política de tão baixo nível”.

Guarda – Dirigentes de Os Verdes participaram em iniciativa pela Biodiversidade

Esta semana, Miguel Martins e Ana Sofia Cabeleira, membros da Comissão Executiva Nacional do PEV (Partido Ecologista Os Verdes), estiveram na Guarda, junto às Escolas Secundárias da Sé e da Afonso de Albuquerque, para alertar a população, em particular a comunidade estudantil, para a perda de biodiversidade, numa iniciativa promovida por Os Verdes, no âmbito das eleições legislativas de 30 de Janeiro. Esta ação contou com a participação do primeiro candidato da CDU pelo Círculo Eleitoral da Guarda, André Santos.

Nesta ação foram distribuídas sementes biológicas melíferas para sensibilizar a comunidade estudantil para a importância de preservar a nossa flora autóctone, sementes que funcionam como atração e habitat para os polonizadores travando o seu declínio, como é o caso das abelhas.

Nesta legislatura por intermédio dos deputados de Os Verdes foi aprovada no Parlamento a Resolução da Assembleia da República n.º 336/2021, que recomenda ao Governo medidas para a preservação e conservação dos polinizadores e dos seus habitats em território nacional:

1- Desenvolva um conjunto de medidas promotoras da preservação e conservação dos polinizadores, e dos seus habitats, em território nacional.

2 — Estude a distribuição dos polinizadores, necessidades de conservação dos habitats e identificação de potenciais ameaças à sua sobrevivência, dando continuidade e promovendo a investigação científica sobre a distribuição dos polinizadores em Portugal e a avaliação do estado de conservação das espécies.

3 — Identifique as ameaças e causas prováveis de declínio ou vulnerabilidade dos polinizadores em Portugal, em particular das abelhas selvagens.

4 — Crie habitats favoráveis aos polinizadores, procedendo à identificação, em território nacional, de habitats com relevância para a sua conservação, com particular incidência sobre áreas classificadas Rede Natura 2000, áreas abrangidas pela Diretiva Habitats.

5 — Tome medidas de conservação dos polinizadores no âmbito da gestão de infraestruturas verdes em áreas rurais e urbanas, assim como em áreas alvo de restauro ecológico.

6 — Elabore uma listagem de espécies e variedades vegetais, ricas em pólen e néctar, privilegiando espécies autóctones na criação e promoção de habitats atrativos para os polinizadores.

7 — Desenvolva orientações dirigidas às autarquias para a criação de condições favoráveis aos habitats naturais e seminaturais para polinizadores em áreas urbanas e periurbanas (ilhas de biodiversidade, hotéis para insetos).

8 — Investigue e promova práticas agrícolas e apícolas sustentáveis e promotoras da conservação dos polinizadores, elaborando um manual de boas práticas para a promoção dos polinizadores selvagens e incentivando a investigação sobre práticas e métodos apícolas que melhor contribuam para a preservação e conservação destas espécies, de forma a travar a perda de diversidade genética.

9 — Fomente ações de formação e informação dirigidas aos produtores agrícolas, sensibilizando para os benefícios económicos e ecológicos da polinização, bem como de práticas agrícolas mais sustentáveis na defesa dos insetos polinizadores silvestres e domésticos.

10 — Favoreça a produção apícola ecológica, orgânica ou biológica, sensibilizando para a sua relevância na salvaguarda dos polinizadores silvestres.

11 — Desenvolva campanhas dirigidas aos produtores apícolas para promoção do uso da abelha autóctone, Apis mellifera iberiensis, suas variedades e ecótipos locais, divulgando as vantagens em termos de resiliência e adaptação, na produção apícola e na conservação da sua diversidade genética.

12 — Promova ações de investigação, prevenção, controlo e erradicação de espécies exóticas invasoras, bem como de combate às doenças que ameaçam a sobrevivência das espécies.

13 — Reduza a exposição e a diminuição da mortalidade dos polinizadores devido à utilização de produtos fitofarmacêuticos (PFF), promovendo junto de agricultores e silvicultores a adoção de práticas que permitam reduzir e limitar consideravelmente o seu uso e sensibilizando para os riscos da aplicação de PFF em períodos de floração, sobretudo na proximidade de habitats sensíveis para a conservação ou na proximidade de colmeias.

14 — Crie orientações dirigidas às autarquias no sentido de restringir a utilização de PFF em áreas urbanas que alberguem habitats naturais e seminaturais de polinizadores, esclarecendo sobre alternativas e envolvendo os cidadãos na conservação dos polinizadores através de campanhas e programas de informação e sensibilização.

Cerca de 316 mil eleitores vão exercer voto antecipado

O número total de cidadãos eleitores que se inscreveram para votar no voto antecipado em mobilidade é de 315.785.

Recorda-se que os eleitores que tenham feito a sua inscrição no voto antecipado em mobilidade podem sempre votar no dia 30, caso não exerçam o seu direito de voto no dia 23.

O Ministério da Administração Interna reforça o apelo a todos para o rigoroso cumprimento das normas de segurança sanitária durante o exercício de voto, nomeadamente: utilização de caneta própria; utilização de máscara; distanciamento social e higienização das mãos.

ANAM reforça presença no distrito da Guarda com novos associados  

Para a Associação Nacional de Assembleias Municipais (ANAM) os últimos dois anos foram marcados por um acentuado crescimento que se fez notar não só pelo número de novos associados, como também a nível do número de consultas de assessoria jurídica e pedidos de pareceres. Albino Almeida, presidente da ANAM, considera que “este crescimento é revelador de todo um trabalho que se tem desenvolvido em torno da dignificação das Assembleias Municipais, pela melhoria da democracia no poder local e pela elevação do poder democrático em Portugal”.

Avaliando os últimos dois anos, fortemente marcados pela pandemia e por constrangimentos sociais, económicos e até políticos, o dirigente da associação que já conta com mais de 173 associados, nos 18 distritos do continente e nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, acredita  que “os últimos tempos foram muito importantes para reforçar o papel das  Assembleias Municipais que, como órgão deliberativo do município, tiveram um importante papel na apreciação das grandes linhas da política municipal, como seja o orçamento anual ou o plano de atividades das autarquias que foram apreciados pelas respetivas Assembleias Municipais à luz  de uma realidade até então desconhecida”.

 Albino Almeida, também presidente de uma Assembleia Municipal, relembra que “as Assembleias Municipais são um órgão deliberativo do município, constituído não só por representantes das diferentes forças eleitas, mas também pelos Presidentes de Junta que desempenharam um papel determinante nas fases mais críticas da pandemia. Foram estes autarcas que estiveram mais próximos das populações, sentiram as suas angústias e problemas e, muitas vezes, solucionaram pequenos aspetos como a distribuição de máscaras e álcool gel, a sinalização das famílias mais vulneráveis e alunos que necessitaram de equipamento informático e acesso à Internet. Estes e outros aspetos que pesaram na apreciação das medidas e orçamentos aprovados em Assembleia Municipal”.

 Para a ANAM não há duvida que o papel das Assembleias Municipais foi preponderante na gestão autárquica da pandemia. “Nos últimos dois anos, não só registámos um elevado número de adesões de novos associados como tivemos de reforçar a estrutura de apoio para dar resposta ao elevado número de consultas, pedidos e pareces que conferiram uma maior segurança aos procedimentos e atos praticados, tendo em conta que cabe às Assembleias Municipais assegurar o cumprimento das leis e a regularidade das deliberações tomadas nas reuniões.”

Apesar do poder reconhecido às Assembleias Municipais, Albino Almeida defende: “é fundamental que o Governo reconheça e promova o fortalecimento dos poderes deliberativos, de acompanhamento e de fiscalização das assembleias municipais. Estamos a falar de algo que não implica esperar por alterações legislativas, na medida em que esse reforço poderá resultar de uma maior aplicação das leis já existentes”.

Sobre a valorização dos deputados municipais, que já levou a ANAM a criar no ano passado um centro de valorização dos eleitos locais, o dirigente acredita que é cada vez mais importante valorizar a diversidade de profissões e de competências que muitas vezes caraterizam aqueles que são eleitos localmente. “Não queremos mais deputados que votem com exíguo conhecimento técnico ou que votem só por alinhamento partidário”, acrescenta.

O presidente da associação fundada em 2016 e estabelecida formalmente em 2018, que representa atualmente 173 das 308 Assembleias Municipais do país mostra-se convicto que “está criado o caminho para criar uma forte estrutura nacional que espera que saia reforçada no final de 2022, ultrapassando largamente os 200 associados.

Gouveia- Pedido para voto antecipado em curso

 O Município de Gouveia refere em comunicado que os eleitores em confinamento obrigatório ou internados em estruturas residenciais devido à COVID-19 que desejem exercer o direito de voto antecipado para a eleição da Assembleia da República deverão fazer o pedido entre 20 e 23 de janeiro, desde que recenseados no concelho onde se encontrem a cumprir o confinamento.

A intenção de voto antecipado poderá ser manifestada pela plataforma da administração da Secretaria – Geral do Ministério da Administração Interna, onde deverá fornecer os seus dados pessoais.

Alternativamente, poderá pedir o voto antecipado na Junta de Freguesia onde estiver recenseado, através de outra pessoa que apresente a declaração assinada por si, levando a cópia do seu documento de identificação.

Entre os dias 25 e 26 de janeiro, em data e hora previamente comunicadas, o Presidente da Câmara, ou funcionário municipal que o substitua, irá ao local onde estiver confinado, recolhendo o seu voto em segurança.

De modo a poder ser identificado, deverá apresentar o seu CC ou BI.

Consulte os modelos dos requerimentos

Legislativas 22-Iniciativa Liberal Viseu em Mangualde

No próximo dia 27 de janeiro, a Iniciativa Liberal Viseu estará numa
ação de campanha em Mangualde, com a seguinte agenda:
– 10h00: encontro no Largo do Rossio, onde estaremos disponíveis para
eventuais entrevistas se forem de vosso interesse editorial – que muito
nos honraria
– 10h30: presença na Feira de Mangualde
– 11h30: passagem pelo Centro Histórico de Mangualde

Candidatura do BE passou por Fornos de Algodres e Celorico da Beira em visita à EN 16

Recentemente a candidatura do Bloco de Esquerda ao círculo eleitoral da Guarda deslocou-se à N16 entre Fornos de Algodres e Celorico da Beira, acompanhada da deputada Isabel Pires. Constatou-se que a estrada se encontra bastante danificada, não sendo por isso segura para quem a utiliza. 

O Bloco de Esquerda propõe que exista um plano de requalificação para toda a N16, em cooperação com os municípios envolvidos, tendo em conta o seu uso diário por parte das populações. Defendemos:

  • A coesão territorial: há populações que precisam da N16 e esta tem que estar em condições para uma circulação segura;

  • A mobilidade: é necessário investir na requalificação das vias rodoviárias e desenvolver uma rede de transportes coletivos municipais e intermunicipais. 

Legislativas 22- Quinze partidos para três lugares no Distrito da Guarda

No distrito da Guarda são eleitos , desde as eleições de 2019, três deputados à Assembleia da República (AR) e, atualmente, o PS tem dois eleitos e o PSD um, mas neste ato eleitoral são: quinze partidos pelo círculo eleitoral da Guarda, com PSD, CDS-PP e BE a apresentarem novos cabeças-de-lista e o PS, a CDU e o Chega a manterem os candidatos de 2019.

O PS mantém a atual ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho (jurista, 49 anos), como cabeça-de-lista e o PSD, que no anterior ato eleitoral recandidatou Carlos Peixoto, candidata pela primeira vez o empresário Gustavo Duarte (64 anos), ex-presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa.

O CDS-PP candidata, também pela primeira vez, o empresário do concelho de Seia João Amaral (61 anos) e o BE escolheu Pedro Cardoso (41 anos), trabalhador independente, para liderar a lista.

A CDU (PCP-PEV) recandidata o arqueólogo André Santos (45 anos) e o Chega voltou a escolher o empresário José Marques (46 anos), para número um.

A lista do Movimento Alternativa Socialista (MAS) é liderada pelo professor Sílvio Miguel (57 anos), o Pessoas – Animais – Natureza (PAN) candidata a técnica superior de educação social Beatriz Ferraz (26 anos) e o Volt Portugal (VP) o mediador de seguros Jorge Santos (33 anos).

António Andrade (aposentado, 68 anos) é o cabeça-de-lista do Partido Trabalhista Português (PTP), Ângelo dos Santos (26 anos, assistente administrativo) é o candidato do Iniciativa Liberal (IL) e a enfermeira especialista Margarida Bento (58 anos) lidera a lista do Livre (L).

A lista do Partido da Terra (MPT) é encabeçada por Mário Gomes (reformado, 62 anos), a do Reagir Incluir Reciclar (RIR) por Ana Rodrigues (vigilante, 40 anos) e a candidatura do Ergue-te (E) por Otília Fernandes (técnica administrativa, 48 anos).

Em 2019 concorreram 19 partidos pelo círculo eleitoral da Guarda e o PS foi a força partidária mais votada, com 37,55% dos votos, enquanto o PSD obteve 34,37%.

O PS ganhou em 10 concelhos (Almeida, Fornos de Algodres, Figueira de Castelo Rodrigo, Gouveia, Guarda, Manteigas, Trancoso, Sabugal, Seia e Vila Nova de Foz Côa) e o PSD em quatro (Aguiar da Beira, Pinhel, Celorico da Beira e Mêda).

O BE manteve-se como a terceira força política mais votada, com 7,81% dos votos, seguindo-se, em quarto, o CDS-PP, com 4,99%, e, em quinto lugar, o PCP-PEV, com 2,99% dos votos.

No distrito da Guarda, onde a abstenção foi de 49,42%, estavam inscritos 151.535 eleitores e votaram 76.649.

O círculo eleitoral da Guarda, por se situar no interior do país, continua a debater-se com a falta de população.

Segundo os resultados dos Censos de 2021 o distrito, com 14 municípios, contabiliza 142.998 residentes, quando em 2011 possuía 160.939, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Dados da Comissão Nacional de Eleições (CNE) indicam que em 1975 (Constituinte) a Guarda elegia seis representantes para a AR, tendo passado para cinco em 1979 (eleição intercalar), para quatro em 1991 e para três em 2019.

Desde as eleições legislativas de 1987 que o círculo eleitoral da Guarda apenas elege deputados do PS e do PSD, tendo igualado o número de eleitos (2-2) nos atos eleitorais de 1995, 1999, 2002, 2005, 2009 e 2015.

fonte:Lusa