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Religião

“Operação Peregrinação Segura” – GNR garante segurança das Celebrações da Peregrinação Internacional Aniversária

A Guarda Nacional Republicana, está a realizar uma operação de segurança em todo o território nacional com maior incidência em Fátima e nas suas principais vias de acesso, de modo a garantir a segurança durante o deslocamento dos peregrinos, assim como o controlo do tráfego rodoviário e a tranquilidade pública no Santuário e zona envolvente, durante a realização das celebrações religiosas de 12 e 13 de maio.

As celebrações deverão ocorrer de acordo com as regras estabelecidas, ao abrigo da legislação em vigor e segundo as orientações da Direção-Geral da Saúde, pelo que, a Guarda Nacional Republicana informa:

·         o acesso aos parques de estacionamento em Fátima estará condicionado à lotação máxima no interior do Recinto de Oração;

·         devem-se evitar os ajuntamentos e cumprir as regras de distanciamento físico, do uso obrigatório de máscara e a higienização das mãos;

·         apela-se à consciência dos cidadãos para a importância do cumprimento das regras e das indicações das autoridades;

·         O Recinto da Oração irá estar restrito a 7.500 peregrinos.

 

Apesar do Recinto de Oração estar restrito a 7.500 peregrinos, a GNR aconselha àqueles que, ainda assim, se desloquem a pé:

·         Não andar na estrada, mas sim pela berma contrária ao sentido do trânsito e em fila;

·         Não andar em locais onde seja proibida a circulação de peões;

·         Usar sempre, quer de dia quer de noite, coletes refletores;

·         Não andar sozinho(a) durante a noite;

·         Sinalizar o início e fim dos grupos e se for preciso reunir o grupo, fazê-lo sempre fora da estrada;

·         Não usar auscultadores;

·         Tomar especiais cuidados ao atravessar as vias;

·         Cumprir as regras sanitárias em vigor, bem como o uso de máscara e distâncias de segurança.

Algumas remodelações em Vila Mendo de Tavares

Em Vila Mendo de Tavares, vão-se realizando algumas remodelações por toda a localidade.

Assim, foi restaurado o Altar Principal no interior da capela de São Domingos Gusmão e remodelado o Oratório de Nossa Senhora de Fátima à entrada da povoação e sua área envolvente.

Deste modo, são estas pequenas obras que também engrandecem as freguesias.

Avisos e Liturgia do Domingo V de Páscoa – ano B

O texto do evangelho deste Domingo recorda-nos que se o ramo não estiver unido à videira não recebe dele a vida, não pode dar fruto. É mais que evidente que temos necessidade de viver unidos a Jesus, a verdadeira videira. Sem Ele, a nossa vida será estéril, vazia, sem sentido, sem horizontes…

Como fazer a descoberta de nós próprios? Na relação com os outros. A nossa vida tem sentido graças à família, aos amigos, àquelas pessoas que nos abordam, às nossas motivações, aos nossos projectos e ambições salutares. Podemos afirmar que estamos enxertados numa vida em relação, em caminho, com muitas potencialidades e limitações. Tudo o que partilhamos, em espírito e verdade, com as pessoas que nos acompanharam ou acompanham, amando-nos, é comunhão fraternal e vida frutífera. Precisamos uns dos outros e completamo-nos uns aos outros. Sendo assim, como me relaciono com os outros? Sou afável, delicado, paciente, dedicado, prestável? Ou sou carrancudo, indiferente, grosseiro? Quando é que me sinto mais unido às pessoas que me rodeiam nas diversas circunstâncias da minha vida?

O profeta Isaías cantava o amor apaixonado de Deus pelo seu povo. É belíssimo o seu cântico da vinha (5,1-7): “Sobre uma fértil colina, o meu amigo possuía uma vinha. Cavou-a, tirou-lhe as pedras, e plantou-a de bacelo escolhido (boas cepas)”. Trata-se de uma vinha cultivada com esmero e amada. “Depois esperou que lhe desse boas uvas, mas ela só produziu agraços”. “A vinha do Senhor do universo é a casa de Israel; os homens de Judá são a sua cepa predilecta. Esperou deles a justiça, e eis que só há injustiça; esperou a rectidão e eis que só há lamentações”. Apesar da instabilidade humana, Deus continua a amar. E do coração da humanidade surgirá a verdadeira vide que nos dará vida: Jesus Cristo.

Em oposição à “vinha estéril” Jesus afirma no evangelho: “Eu sou a verdadeira vide e meu Pai é o agricultor”. É com esta força robusta e proactiva que Jesus se apresenta e também nos apresenta como seus “ramos”, cuidados zelosamente pelo “lavrador” sublime: Deus Pai. Ele cuida amorosamente de todos nós. A comunhão, em espírito e verdade, com Jesus ressuscitado, pode saciar-nos a vida: “Deus permanece em nós” onde quer que estejamos, para que tenhamos vida e produzamos bom fruto. Sem Ele, onde estaríamos? Que poderíamos fazer? Aquilo que, aos nossos olhos, é impossível ou difícil, para Deus é possível. O Pai-lavrador cuida de nós; se for necessário, poda-nos; com a vida pascal, enxerta-nos para que possamos dar fruto em abundância e de qualidade. Assim podemos afirmar: graças à “poda divina” cortam-se os ramos inúteis e as folhas secas e assegura-se a produção frutífera. Isto também vale para a nossa vida.

Mas, que frutos têm de dar os cristãos e as comunidades cristãs? A primeira leitura deste domingo diz-nos que a “Igreja gozava de paz por toda a Judeia, Galileia e Samaria, edificando-se e vivendo no temor do Senhor e ia crescendo com a assistência do Espírito Santo”. As comunidades iam tomando forma através de um espírito de acolhimento, de convivência, de presença, de abertura e de entusiasmo para originar outras comunidades. Viviam unidos a Cristo-Videira: viver na presença do Senhor e sentir a proximidade Dele é o terreno ideal para dar fruto. Mas qual é o fruto que devemos dar? A resposta encontramos em S. João, na segunda leitura: “Não amemos com palavras e com a língua, mas com obras e em verdade”. Se amarmos, com obras e em verdade, podemos ter a certeza de que Deus está connosco.

Elo de Comunhão 02-05-2021

LEITURA ESPIRITUAL

«Aprouve [a Deus] que nele [em Cristo] habitasse toda a plenitude» (Col 1,19); Ele está adornado de todos os dons que acompanham a união hipostática; porquanto nele habita o Espírito Santo com tal plenitude de graças, que não se pode conceber maior. A Ele foi dado poder sobre a carne (cf Jo 17,2); Dele provém ao corpo da Igreja toda a luz que ilumina divinamente os féis, e toda a graça com que se fazem santos como Ele é santo.

É ele que infunde nos féis a luz da fé; Ele que aos pastores e doutores, e sobre todos ao seu vigário na Terra, enriquece divinamente com os dons sobrenaturais de ciência, entendimento e sabedoria, para que conservem fielmente o tesouro da fé, o defendam corajosamente, piedosa e diligentemente o expliquem e valorizem; é Ele enfim o que, invisível, preside e dirige os concílios da Igreja.

Cristo é o autor e o operador da santidade, já que nenhum acto salutar pode haver que dele não derive como fonte soberana: «Sem Mim nada podeis fazer» (Jo 15,5). Se nos sentimos movidos à dor e contrição dos pecados cometidos, se com temor e esperança filial nos convertemos a Deus, é sempre a sua graça que nos comove. A graça e a glória brotam da sua inexaurível plenitude.

E quando, com rito externo, se ministram os sacramentos da Igreja, é Ele que opera o efeito correspondente nas almas. É Ele também que, nutrindo os fiéis com a própria carne e o próprio sangue, serena os movimentos desordenados das paixões; é Ele que aumenta as graças e prepara a futura glória das almas e dos corpos.

Cristo faz que a Igreja viva da sua vida sobrenatural, penetra com a sua divina virtude todo o corpo e cada um dos membros, segundo o lugar que ocupa no corpo, nutre-o e sustenta-o do mesmo modo que a videira sustenta e torna frutíferas as vides aderentes à cepa (cf Jo 15,4-6). (Pio XII, 1876-1958, papa, Encíclica «Mystici Corporis», 47-53).

 

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Ano B - Tempo Pascal - 5º Domingo - Boletim Dominical II

Avisos e Liturgia do Tempo Pascal- 3ºDomingo- ano B

DOMINGO III de PÁSCOA – ano B

Como aconteceu no Domingo passado, contemplamos mais uma aparição de Jesus ressuscitado aos seus discípulos. Para eles, não foi fácil compreender a experiência de fé em Jesus ressuscitado. Estas manifestações gloriosas foram decisivas para uma fé viva e para assumirem a missão de serem arautos da mesma.

Na nossa vida, há tantas situações e acontecimentos que consistem em processos e etapas a percorrer, podendo, até, revelarem sentimentos e experiências contrapostas, de alegria ou de tristeza, de paz ou de ansiedade, de decepção ou de ilusão, de abatimento ou de esperança. Além disso, também há tantos momentos de relação e de convívio, como encontros para dialogar e debater questões políticas, sociais, éticas, artísticas, económicas e até religiosas. Mas, atenção, uma coisa é partilhar experiências vividas, e outra é partilhar ideias ou dialogar e debater questões políticas, de futebol e de religião.

A intercomunicação é franca e enriquecedora quando a experiência pessoal se mistura com os sentimentos e as convicções. A vida continua, apesar de muitas ideias e previsões. Então, podemos afirmar claramente o seguinte: comunicar ideias não é a mesma coisa que dar testemunho. Facilmente damos conta que se alguém nos fala a partir da sua experiência de vida procura fazê-lo numa atitude humilde de partilha, sem a preocupação de convencer ou de impor. Bem sabemos que o descrédito de muitas ideologias e crenças brota da incoerência da vida das pessoas, dos grupos, partidos ou instituições que as defendem e promovem. Hoje, somos mais sensíveis e receptivos aos testemunhos pessoais do que às doutrinas.

Nestes Domingos do Tempo Pascal, os textos bíblicos descrevem-nos as experiências vividas pelos discípulos de Jesus e pelas primeiras comunidades cristãs, e como todos pregavam e partilhavam a alegria e a densidade dessas experiências. Isto provocou a rápida expansão da mensagem de Jesus e sobre Jesus, apesar das dificuldades e das perseguições. Esta mensagem era mais do que uma doutrina ou uma teoria; era, realmente, uma proposta de uma nova maneira de encarar e de interpretar os acontecimentos e a vida.

Neste Domingo, o texto do evangelho de S. Lucas fala-nos de dois discípulos, decepcionados e tristes, que regressam a casa depois dos acontecimentos vividos que culminaram com a crucifixão e a sepultura do Mestre e Messias, em quem tinham confiado. No caminho, tiveram uma experiência misteriosa de encontro com Jesus, que lhes abriu os olhos. Começaram a interpretar os acontecimentos de outra forma e recuperaram a esperança perdida, e Jesus aceitou a hospitalidade e a mesa de ambos. Não guardaram para si esta vivência. Regressaram imediatamente a Jerusalém para junto dos seus companheiros, que permaneciam trancados em casa. Então, “os discípulos de Emaús contaram o que tinha acontecido no caminho e como tinham reconhecido Jesus ao partir do pão”. Enquanto estavam a contar isto, “Jesus apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: ‘A paz esteja convosco’. A primeira reacção foi de susto: só podia ser um espírito. Mas o Ressuscitado insistiu: “Porque estais perturbados? Sou Eu mesmo”. A segunda reacção foi a insegurança de acreditar de imediato, “apesar da sua alegria e admiração”; até que, finalmente, a paz, o júbilo, a confiança acabam por se impor.

Por fim, os discípulos receberam a missão de não reservar para eles esta nova experiência: “Assim está escrito que o Messias havia de sofrer e de ressuscitar dos mortos ao terceiro dia…Vós sois testemunhas de todas estas coisas”. Este testemunho é sublime e expressivo na primeira carta de S. João (1Jo 2,1-5a): “E nós sabemos que O conhecemos, se guardamos os seus mandamentos”. Sabemos que os seus mandamentos se concentram num só: “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei”. Esta é a garantia da verdade de um testemunho.

Elo de Comunhão 18-04-2021

LEITURA ESPIRITUAL

Quando Jesus apareceu aos apóstolos, estando fechadas as portas, e veio pôr-Se ao meio deles, eles ficaram dominados pelo espanto e cheios de medo, julgando ver um fantasma (Jo 20,9; Lc 24,37). Mas, quando soprou sobre eles dizendo: «Recebei o Espírito Santo» (Jo 20,22), e mais tarde, quando lhes enviou do céu esse mesmo Espírito como novo dom, esse dom foi uma prova indubitável da sua ressurreição e da sua nova vida. Com efeito, é o Espírito que dá testemunho no coração dos santos, e em seguida pela sua boca, de que Cristo é a verdade, a verdadeira ressurreição e a vida. É por isso que os apóstolos, que inicialmente tinham duvidado, mesmo à vista do seu corpo vivo, «davam testemunho da ressurreição com grande poder» (Act 4, 33) depois de terem experimentado esse Espírito que dá a vida. É-nos muito mais proveitoso acolher Jesus no coração do que vê-Lo com os olhos e ouvi-Lo falar. A acção do Espírito Santo sobre os nossos sentidos interiores é muito mais poderosa do que a impressão dos objectos materiais sobre os nossos sentidos exteriores.

Muito bem, irmãos, qual é o testemunho que a alegria do vosso coração presta ao vosso amor por Cristo? Quando hoje, na Igreja, tantos mensageiros proclamam a ressurreição, o vosso coração exulta e exclama: «Jesus, o meu Deus, está vivo; eles anunciaram-no! Perante esta boa nova, o meu espírito desalentado, tíbio e entorpecido pela dor, recuperou a vida. A voz que proclama esta boa nova desperta da morte os mais culpados.» Irmão, o sinal que te permitirá reconhecer que o teu espírito recuperou a vida em Cristo é se ele disser: «Se Jesus está vivo, tanto me basta!» Oh, palavra de fé e bem, digna dos amigos de Jesus! «Se Jesus está vivo, tanto me basta!» (Beato Guerric de Igny, c. 1080-1157, abade cisterciense, I Sermão para a ressurreição do Senhor, 4).

 

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Ano B - Tempo Pascal - 3º Domingo - Boletim Dominical II

Avisos e Liturgia do Domingo II de Páscoa – ano B

a)Este domingo (a Oitava da Páscoa) acentua uma ideia que deverá estar presente na celebração eucarística: a ressurreição de Cristo afeta-nos sempre: “Oito dias depois”, o Senhor torna-se presente; aqueles que não estiveram antes podem fazer a mesma experiência que fizeram, oito dias antes, os que estavam reunidos. O “hoje” de Deus é sempre novo em cada dia. A celebração da ressurreição é nova em cada domingo. Assim, nesta celebração temos uma excelente ocasião para fazer uma catequese sobre o domingo. Oito dias depois do domingo da ressurreição, a comunidade reunida dos apóstolos e dos discípulos experimenta novamente a presença do Ressuscitado como tinha acontecido uma semana antes. Os nossos domingos vêm daqui. A partir de então, esta experiência faz-se em cada domingo. Cada domingo do ano é como aquele segundo domingo, no qual se faz a mesma experiência do primeiro: Jesus torna-se presente e fala-nos. Se fazemos esta catequese, não valerá a pena insistir muito na importância de “ir à missa”, mas ajudar a comunidade reunida (que é aquela que “vai à missa” aos domingos”), a valorizar e a viver mais profundamente esta experiência. Para tal, é necessário ter bem presente a realidade concreta das pessoas (o pastor bem as conhece) para lhes fazer notar o crescimento que advém da experiência da fé e da celebração desta fé em Jesus Cristo morto e ressuscitado.

 

b)A leitura dos Atos dos Apóstolos, juntamente com a experiência narrada pelo evangelista João, dá-nos um outro aspeto reflexivo deste domingo: os crentes têm um só coração e uma só alma. A Igreja que Deus nos dá na morte e ressurreição de Jesus Cristo é esta. Também hoje e aqui. É uma Igreja que ainda temos de descobrir, de acolher e de receber. É uma Igreja que permite experimentar o mesmo que Tomé e que, com ele, nos oferece a possibilidade de dizer: “Meu Senhor e meu Deus!”, ao reconhecer o Ressuscitado. A primeira leitura mostra-nos que a experiência pascal afeta a vida das pessoas: “tudo entre eles era comum”. A segunda leitura afirma-nos o mesmo por outras palavras: “quem ama Aquele que gerou ama também Aquele que nasceu d’Ele”. Confessar que se viu o Senhor está ligado a uma vida tocada por aquele que se viu, quando veio ao nosso encontro. Quando tal não acontece, quem sabe, a confissão da fé poderá estar a perder o seu conteúdo.

 

c)Para manter o clima jubiloso da grande festa da Páscoa e valorizar o domingo da oitava, não podemos esquecer alguns elementos: flores e cânticos, aleluia vibrante, o canto da glória, cor branca… Além disso, é muito importante a atitude daqueles que exercem os diversos ministérios na celebração. Todos terão de viver a alegria da Páscoa para a poder transmitir, não só com as suas intervenções, mas também com a sua presença, com a sua maneira de “estar”. Este conjunto de pessoas viva e exerça os seus ministérios com a consciência de que são uma equipa ao serviço da comunidade e não um conjunto de individualidades. Assim, as reuniões de preparação da liturgia tenham um conteúdo não só prático, mas que sejam uma ocasião para aprofundar o sentido que têm os serviços na Igreja e para conhecer a comunidade que servimos, ou seja, conhecer o contexto social da comunidade que se reúne para celebrar.

Elo de Comunhão

d)Entre as coisas a preparar está, evidentemente, a homilia. Quem faz a homilia parte da própria leitura da Palavra de Deus como também da realidade concreta da comunidade. Se é possível, é sempre gratificante uma reflexão com outras pessoas que podem contribuir, chamando a atenção para alguns aspetos da vida concreta e que podem ser iluminados com a Palavra da Vida. Hoje, por exemplo, a segunda leitura afirma: “Esta é a vitória que venceu o mundo: a nossa fé”. Com a fé em Cristo Ressuscitado, viveremos com mais confiança. Pistas possíveis para a homilia deste domingo podem ser algumas das coisas acima referidas a propósito da celebração dominical, ou da Igreja, ou a importância do encontro comunitário em nome do Ressuscitado… ou também esta convicção da carta de S. João na segunda leitura.

SDPL Viseu

 

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Ano B - Tempo Pascal - 2º Domingo - Boletim Dominical II

Pinhel- Paróquia de Souropires recebe apoio financeiro para obras por parte do Município

 

Teve lugar recentemente , a assinatura de um protocolo de apoio que visa a realização de obras de conservação e restauro na Igreja Matriz de Souropires.

Estiveram presentes, o Presidente da Câmara Municipal de Pinhel, Rui Ventura, e o Pároco de Souropires, Padre António Freire, que assinaram o respetivo protocolo.
Recorde-se que este apoio, no valor de cerca de 48 mil euros, já tinha sido aprovado pelo Executivo Municipal, por unanimidade, na reunião realizada a 4 de março.

 

Avisos e Liturgia do Domingo de Páscoa- Ano B

  1. a)         Este é um Domingo muito importante. Todavia, é um dia em que não é fácil pôr todos os recursos habituais a funcionar. Nestes dias, muitas pessoas (também os leitores, cantores e organistas) saem das suas comunidades para descansar um pouco ou para estar com as suas famílias, etc. Aqueles que ficam na paróquia terão que fazer um esforço acrescido por causa das celebrações da Semana Santa. Mas, nada disto deverá ser um problema. Com a simplicidade, faz-se dignidade e solenidade, tendo a consciência de que a celebração é para receber o dom de Deus. Assim, poder-se-á fazer um acolhimento às pessoas que chegam para a celebração. Em muitos locais já é habitual, mas neste dia deveria ser feito com mais “carinho”: desejar “Páscoa Feliz” à porta da Igreja e, assim, ir criando um ambiente familiar que ajude a viver uma celebração que é a mais importante. Para ilustrar este acolhimento, poderá estar afixado um cartaz a felicitar todos nesta quadra pascal (poderá já estar na Vigília Pascal), sendo complemento da ornamentação interior em que as flores se devem destacar.

Elo de Comunhão 04-04-2021

  1. b)         Este Domingo terá que fazer parte da preparação do conjunto da Semana Santa. É normal que dediquemos mais esforços às celebrações que são “diferentes” das habituais, como a de sexta-feira e da Vigília, mas temos que evitar cair na tentação de pensar que o domingo, por a celebração ser uma missa “normal”, não será necessário prepará-la. Se a preparamos ao mesmo tempo que o Tríduo Pascal, saberemos previamente com quem contaremos, o que nos ajudará a ser realistas e a não ter que improvisar. Sobre a ornamentação e ambientação festivas, tudo estará já preparado para a Vigília: as flores junto ao altar, ao ambão, à pia baptismal. O círio pascal, colocado junto ao ambão, poderá ter também uma ornamentação floral. Os paramentos serão de cor branca. Os cânticos deverão ser adequados ao Tempo Pascal, tendo em conta as possibilidades e o esforço acrescido que os cantores fazem nestes dias. O rito de aspersão da água benta terá que ser preparado, pois ele nos recordará o baptismo que recebemos, através de um cântico que o acompanhe. O canto da Glória deveria ser muito solene. A profissão de fé baptismal aparecerá com grande destaque, conscientes de que renovamos aquela fé pela qual Deus transformou a nossa vida, convertendo-nos em homens e mulheres novas. A oração eucarística bem proclamada e, se possível, a comunhão sob as duas espécies aos fiéis, dando um grande acento a esta parte central da celebração.
  1. c)         Ao preparar a celebração deste dia, devemos escolher os textos da segunda leitura, porque para ela temos duas opções, e o texto do evangelho. Esta é outra razão que leva a ter que preparar com tempo esta celebração e a não cair na improvisação no ambão. Para a segunda leitura temos dois textos paulinos, um da Carta aos Colossenses e outro da 1ª Carta aos Coríntios. Nestas leituras Paulo fala-nos das consequências da ressurreição de Cristo: a nova vida já não é como dantes. Acerca do texto evangélico, temos diversas possibilidades. Há um evangelho de S. João proposto para a missa do dia, mas também se pode proclamar o da Vigília Pascal. Se se trata da missa vespertina do Domingo de Páscoa, existe ainda uma terceira opção que é o evangelho dos discípulos de Emaús. Qualquer que seja a opção a tomar, o texto escolhido tem de ser proclamado com alegria, porque é a boa nova da ressurreição de Jesus, que tudo transforma naqueles que acreditam Nele. Para a primeira leitura e salmo não é preciso fazer opções. É um texto dos Actos dos Apóstolos que iremos lendo durante o Tempo Pascal, no qual veremos como Pedro anuncia a Boa Nova, e o salmo 117, tão apropriado para este (e também para os outros) domingo, com o refrão: “Eis o dia que fez o Senhor; nele exultemos e nos alegremos”.

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Ano B - Tempo Pascal - Páscoa do Senhor - Boletim Dominical II

 

“Quadragésima” celebra a Semana Santa exibindo criações todos os dias

Face ao contexto de Pandemia que vivemos, o qual impossibilita a realização das diversas iniciativas ligadas à Quaresma e Semana Santa, a Quadragésima lançou o site do projeto, em www.quadragesima.pt. Onde é possível aceder aos cânticos, rituais e costumes do sagrado nas beiras, às criações artísticas, aos itinerários pelos lugares da fé na região, nomeadamente pelos cinco Municípios que integram o projeto (Belmonte, Covilhã, Fundão, Guarda e Sabugal) e também a uma área dedicada à cultura e histórias da Quaresma.

A Quaresma culmina na Semana Santa e Páscoa, o momento alto e paroxístico deste período, que finalmente revela todo o significado da vida e morte de Jesus. Acompanhando a solenidade do momento, a programação da Quadragésima, irá repetir, todos os dias, as criações que exibiu desde o início da sua programação, a saber: Encomendação das Almas e Passione; Martírios e Attendite et Videte; Canto da Verónica e Verónica, a sexta estação; Paixão do Campo e Renascer; Maria, mãe dolorosa, e Martyrio; e, finalmente, no fim de semana da Páscoa, em estreia, o Enterro do Senhor e La Conversione di un Cavallo.

‘La Conversione di un Cavallo’, pela Compagnia Ludovica Rambelli, é um espetáculo de enorme impacto visual composto por 23 quadros vivos a partir da obra de Caravaggio, que reproduzem a poética do pintor. A impecável precisão iconográfica, em conjunto com a força expressiva das faces e dos corpos dos intérpretes, são o imponente caráter distintivo deste espetáculo.

É na penumbra que ecoam os passos daqueles que acompanham a marcha para a última morada terrena do corpo de Jesus. ‘O Enterro do Senhor’ é das procissões que se reveste de maior solenidade fúnebre. As luzes das ruas são apagadas e, iluminado penas pelas tochas, o esquife transportando a imagem de Cristo é acompanhado ao som das matracas, do cântico da Verónica e das marchas fúnebres.

Organizada pelos Municípios de Belmonte, Covilhã, Fundão, Guarda e Sabugal, a ‘Quadragésima’ é um projeto em rede de promoção das manifestações da cultura imaterial beirã ligadas ao período da Quaresma.

Diocese da Guarda-Vamos celebrar a Páscoa, mensagem de D.Manuel Felício

A Páscoa é a Festa das festas, porque celebra a Vida em plenitude inaugurada pela Ressurreição de Cristo.

Ora, a celebração do grande Mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo envolve para nós o compromisso de lhe ajustarmos, o mais possível, as nossas vidas.

Por isso, ao longo de toda a Quaresma, procurámos acolher o convite à conversão que a Palavra de Deus nos faz e responder-lhe, sobretudo através do Sacramento da Reconciliação, renovando, assim, a relação de amor e compromisso com o mesmo Deus, própria de todos os baptizados.

A oração mais intensa, o jejum e a partilha fraterna, juntamente com a revisão da nossa vida pessoal diante da Palavra de Deus foram o caminho que procurámos percorrer, ao longo de toda a Quaresma. Agora temos pela frente as celebrações mais significativas e importantes de todo o ano, a começar pelo Domingo de Ramos, continuando na Semana Santa, com o Tríduo Pascal e a Páscoa da Ressurreição.

No ano passado, estivemos impedidos de viver estas celebrações em assembleia. Graças a Deus que este ano já temos essa possibilidade, embora com consciência das necessárias restrições e a obrigação de cumprirmos as regras que já conhecemos.

Vamos, assim, reviver a entrada solene de Jesus em Jerusalém, aclamado pela multidão como sendo o Messias esperado. Nesse mesmo dia, Domingo de Ramos, a leitura da Paixão dá-nos a entender que Messias era aquele, que a multidão aclamava, mas poucos dias depois já para ele pedia a morte na cruz.

Na Quinta-Feira Santa, depois de, da parte da manhã, celebrarmos com os nossos Padres, o grande dom do Sacerdócio, comemoramos, ao fim da tarde, a Instituição da Eucaristia e do mesmo Sacerdócio, na Última Ceia e também o Testamento do Mandamento Novo.

A Sexta-Feira Santa é dia de silêncio e contemplação diante do Mistério da Paixão e Morte de Jesus. Esse silêncio e essa contemplação continuam durante todo dia de Sábado Santo, até à Vigília Pascal, em que cantamos o Aleluia da Ressurreição, depois de escutarmos a Palavra de Deus e renovarmos as promessas do nosso Baptismo.

A Páscoa convida-nos, assim, a contemplar, por um lado, a beleza da Vida plena inaugurada pela Ressurreição de Cristo e, por outro lado, o percurso que temos de fazer para que toda a nossa existência seja presença e espelho dessa Vida plena.

Não vamos ter, ainda este ano, possibilidade de celebrar a Páscoa também com as tradicionais procissões e outras manifestações públicas comemorativas dos acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo e suas implicações na vida pessoal e social das pessoas. Por isso, não haverá a Procissão de Enterro do Senhor, nem os tradicionais cantares dos Martírios do Senhor ou outras tradições populares, como é o amentar das almas. Nem haverá a Procissão do Aleluia, na manhã do Domingo de Páscoa, como também não estão autorizadas as visitas pascais, com o beijar da Cruz, de porta em porta. Porém, longe de impedirem ou dificultarem a celebração do Mistério Pascal, essas ausências queremos que sejam oportunidade renovada para concentrarmos mais a nossa atenção e contemplação no Mistério que celebramos.

Contamos com a Graça de Deus e com o exemplo e intercessão de Maria Santíssima e de todos os Santos, este ano em particular com S. José, que é para nós modelo de silêncio e de contemplação, de vigilância e dedicação à grande causa que Deus lhe confiou – ser guardião de Jesus e da Sagrada Família.

 

Diocese de Viseu avança com orientações para a Semana Santa

Pregamos Cristo Crucificado

diocese viseu

D.António Luciano, Bispo da Diocese de Viseu, apresenta as diretrizes para a Semana Santa que está a chegar.

A todas as pessoas de boa vontade:
1. Ser sujeito da própria história da fé ou construtor de um mundo novo e melhor é sempre uma profunda aspiração do homem e da sua realização no plano da salvação. Neste contexto o cristão é o homem da confiança e da esperança. Vivemos um tempo das igrejas vazias (Tomás Halík), e agora voltamos de novo à celebração comunitária e presencial da Eucaristia.
Afirmava Tomás Halík no Domingo de Ramos de 2020: “Não consigo afastar a ideia de que as igrejas vazias e fechadas nesta Páscoa são um sinal de alerta profético. Isso poderá acontecer em breve com a Igreja, se não passar por uma transformação profunda, pela morte e ressurreição, se não tiver coragem de deixar morrer muitas coisas, para que o novo possa surgir renovado para a vida” (O Tempo das Igrejas vazias, p. 73,74).
O Cristianismo e a Igreja nasceram da Páscoa de Jesus Cristo, acontecimento central e fundante da fé em Cristo, Crucificado e Ressuscitado.
Cristo entregou-se à morte na Cruz, assumindo no sofrimento e na morte a sua vitória. Esta foi a hora do Crucificado, em que glorificou o Pai e salvou a humanidade. A fé leva-nos sempre a buscar o próprio Deus, que no caminho quaresmal nos convida à conversão interior e à reconciliação com os irmãos. A Igreja, Mãe e Educadora na fé, deseja que todos os batizados façam este caminho pessoal e comunitário “de arrependimento dos seus pecados, pedindo a Deus o dom do perdão, com um coração sincero, e a procurar o dom da reconciliação com Deus e com os irmãos. O sinal da reconciliação faça crescer os cristãos na comunhão e na unidade. Queremos uma Igreja reconciliada e reconciliadora, que anuncia ao mundo de hoje o Evangelho da misericórdia” (Carta do Bispo de Viseu aos Sacerdotes, Diáconos e Consagrados, 19/03/2021).
Jesus, o Crucificado, é o nosso caminho para a Páscoa, a fortaleza da nossa fraqueza e a esperança da nossa ressurreição. Sabemos que “Deus ama o pecador, mas rejeita os seus pecados e acolhe-o, arrependido de braços abertos (cf. Lc 15, 20). Que todos, ao longo desta Quaresma, em tempo de pandemia, experimentemos a grandeza da conversão e da reconciliação, quer através do Sacramento da Reconciliação, quer através de um ato pessoal de arrependimento e de mudança interior para encontrar a vida nova.
2. A Quaresma, na reta final, convida-nos à celebração do Domingo de Ramos, pórtico da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém e da celebração do Mistério da Sua Paixão e Morte, dom gratuito da salvação oferecido à humanidade.
O Mistério da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, que celebramos no Domingo de Ramos, é fundamental para a nossa fé cristã. Celebramos a entrada solene de Jesus em Jerusalém, como Rei e Senhor da história e da humanidade, montado numa jumentinha e aclamado pela multidão: “Bendito o que vem em nome do Senhor! Hossana nas alturas!”
A celebração e a bênção dos ramos realizam-se dentro das Igrejas, procurando cada um levar o seu ramo para ser benzido. Não devemos partilhar os ramos, por causa da pandemia. Como cristãos, abramos o nosso coração à contemplação de Jesus na Cruz, o Crucificado, que foi elevado para atrair a todos no caminho para a Páscoa. Como ensina São Paulo, os cristãos “pregamos Cristo Crucificado”, e esta é a missão de todos os batizados.
O peditório desta celebração, a Renúncia Quaresmal, este ano destina-se à Diocese de Pemba, Moçambique e a prover as necessidades da Diocese de Viseu. Em tempos de pobreza e vulnerabilidade sejamos generosos.
Coloque cada família uma cruz à entrada da sua casa.
3. A Semana Santa inicia o mistério da nossa salvação. Por isso os sacerdotes, os diáconos, os consagrados e os leigos celebram a Missa Crismal, presidida pelo Bispo da Diocese, na manhã de Quinta-feira Santa, na qual os sacerdotes se reúnem em presbitério e celebram o jubileu da ordenação os que têm 25, 60 e 70 anos de sacerdócio. Todos juntos, renovam as promessas sacerdotais, e benzem-se os Óleos dos Catecúmenos e dos Enfermos, e faz-se a consagração do Santo Crisma.
O Tríduo Pascal inicia-se com a Eucaristia vespertina da Ceia do Senhor, de acordo com o ritual, e, este ano, sem a realização do gesto do lava-pés. Esta celebração evoca a Instituição da Eucaristia, onde Jesus no banquete se dá em alimento: “Ó Sagrado Banquete em que se recebe Cristo e se comemora a Sua Paixão, em que alma se enche de Cristo e nos é dado o penhor da futura glória”.
Jesus celebra a última ceia com os seus discípulos e entrega-lhes o Pão e o Vinho como alimento para fazerem sempre isto em sua memória. “A liberdade que Jesus nos dá, o mundo não a pode dar. Jesus é o caminho rumo à liberdade, a verdade que nos torna livres e a vida que liberta do medo, do pecado e da morte. Quando, juntos, celebramos a Eucaristia, a Ceia do Senhor, abrimo-nos nós mesmos, as nossa vidas, as nossa comunidades e todo o mundo a Cristo libertador” (Tomás Halík, Via Crucis, Paulinas, p. 6). A partilha desta Eucaristia é para ajudar os pobres, porque celebramos o Dia do Mandamento Novo do Amor.
A celebração de Sexta-Feira Santa faz memória da Paixão e Morte de Jesus. “No rito da adoração da Cruz, apenas o sacerdote fará o gesto habitual de adoração”.
Façamos em nossas casas um altar com Jesus Crucificado, diante do qual dediquemos um tempo de oração pessoal e familiar. Meditemos no mistério da cruz e do crucificado e escutemos a oração de Jesus: “Meu Deus, porque me abandonastes”. No abandono, na dor, no sofrimento, “Jesus entrega o seu espírito” ao Pai e experimenta o mistério da morte. “Mas Deus não está morto, não dorme. Nas noites escuras da ocultação de Deus, é preciso viver uma tríplice paciência: na fé, na esperança e no amor” (Tomás Halík, p. 10 e 11).
O peditório deste dia é para os Lugares Santos; sejamos generosos com os cristãos da Terra Santa.
O Sábado Santo é um dia de silêncio, de luto, de oração, de solidão e de repouso. Transformemos as perguntas e dúvidas em oração. “Deus não deixa que a pergunta do seu Filho fique sem resposta: a sua resposta é a luz da manhã de Páscoa” (Tomás Halík, p. 24).
A Vigília Pascal é a “Mãe de todas as Vigílias”. Realiza-se no interior da Igreja, e nela celebramos a vida nova, que em Cristo Ressuscitado foi oferecida à humanidade, vencendo o pecado e a morte. A bênção do lume novo, o cântico do Precónio Pascal, a escuta da Palavra de Deus, o cântico solene do Aleluia, o Evangelho da ressurreição, a oração, a bênção da água e a renovação solene das promessas do Batismo são momentos para celebrarmos o anúncio solene de Cristo Ressuscitado.
O Domingo da Ressurreição, Páscoa do Senhor, centro da espiritualidade cristã, celebra-se dentro da Igreja. Não se realiza a procissão da Ressurreição com Jesus na Eucaristia. Viva-se festivamente a Páscoa, tocando solenemente os sinos. Convido todos os cristãos a colocar uma cruz enfeitada na porta das suas casas ou janelas e a dar destaque ao estandarte de Cristo Ressuscitado.
Vivamos este dia no cumprimento das normas da DGS e das orientações da CEP, que proíbe “as procissões e outras expressões da piedade popular, como as “visitas pascais” e a “saída simbólica de cruzes, de modo a evitar riscos para a saúde pública” (CEP, 11 de março de 2021).
É preciso saber obedecer às orientações. Faço um apelo a todo o povo de Deus para que saiba ser responsável, evitando aglomerações de pessoas nos exteriores das igrejas.
Saibamos todos contribuir para as necessidades da Igreja e para a sustentação do clero, quer seja pela partilha da côngrua, quer pela oferta do folar. Que todos experimentem a Vida Nova em Cristo. Caminhemos juntos, com Cristo Ressuscitado, pelas estradas de Emaús, ao encontro dos irmãos.
Que a Senhora da Alegria e São José encham de gozo espiritual as nossas vidas, enfeitadas com a beleza das flores brancas da Páscoa.
“Desejo a todos Santas Festas de Páscoa em Cristo Ressuscitado. Aleluia! Aleluia!!