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Saúde

Guarda- Estão a decorrer rastreios às infeções por VIH, VHB, VHC e Sífilis

A cidade da Guarda recebe no próximo dia 18, rastreios às infeções por VIH, VHB, VHC e Sífilisa, numa organização da  Fundação Portuguesa ‘A Comunidade Contra a SIDA’ inseridos na Semana Europeia do Teste. O rastreio decorre no próximo dia 18 de maio, entre as 10h00 e as 17h30, no Consultório Solidário, no Quarteirão Associativo, situado no Largo do Torreão.

A Fundação disponibiliza a realização de rastreios gratuitos, anónimos e confidenciais, junto da Comunidade, através de uma equipa multidisciplinar (enfermeira e psicóloga) que cumprirá todas as normas de segurança exigidas nesta fase de Pandemia por COVID 19.

Para além dos testes rápidos, a Fundação oferece uma adequada referenciação, aconselhamento e consulta para a prevenção – PrEP e PPE, como também a distribuição de materiais preventivos e informativos.

As hepatites virais e as IST e partilhar experiências em tempos de COVID-19. Portugal junta-se pelo oitavo ano ao resto da Europa para participar na Semana Europeia do Teste do VIH-Hepatites com o objetivo de aumentar os esforços de testar e promover a sensibilização para os benefícios do rastreio do VIH e a encorajar que mais pessoas saibam o seu estatuto serológico para as hepatites virais B e C.»

Artigo de Opinião de Sara Morais —– A NOMOFOBIA  II

Continuando o artigo de opinião anterior, não há dúvida que a tecnologia é atualmente um eixo central e indispensável na vida das pessoas. Tanto a comunicação como a acessibilidade a qualquer dado ou informação, nunca foi tão fácil ou tão rápido como agora. Esta universalização à distância de um Click veio abrir vários caminhos, por exemplo em plena pandemia permite promover laços de empatia e de sociabilização através das várias redes sociais ou apps, ou até mesmo as vídeo chamadas que encurtam o distanciamento social do qual se vive em plena pandemia; facilitar a divulgação e a dinamização de serviços e compras, mas também impor vários desafios naquilo que diz respeito à utilização das várias tecnologias de forma consciente e saudável.

A vulgarização e a exposição aos vários estímulos tecnológicos promovem o frágil equilíbrio entre uma utilização consciente e a adição, o que levou à denominação da Nomofobia. A esta fobia da era moderna, caracteristicamente relacionada aos comportamentos de dependência e de compulsividade conexos ao uso da tecnologia, estão associadas várias perturbações como ansiedade e a síndrome do pânico, e por sua vez somatizações como sudorese, falta de ar, dor no peito, tremores e sensação de impotência. Este medo irreal de permanecer incomunicável / desconectado, é vulgarmente desvalorizado como uma “modernice” dos tempos vigentes. No entanto, se o leitor fizer uma introspeção sobre o uso da tecnologia no seu quotidiano, verá que de alguma forma se encontra conectado a esta realidade.

São vários os sinais de alerta que permitem identificar a Nomofobia, a incapacidade de desligar o smartphone, ou a verificação constante e obsessiva do aparelho para confirmar e-mails ou mensagens, ou o simples passar persistente pelo feed das redes sociais ou sentir maior irritabilidade ao estar em locais sem conexão wi-fi; são apenas alguns dos mais corriqueiros que nos permitem tomar consciência do perigo do vício.

Porém, o mais importante nesta perturbação compulsiva é identificar o grau de dependência e de desconforto associado à ideia de estar desconectado ou ausente do mundo virtual e como isso condiciona o dia-a-dia.

Veja na próxima edição as dicas em como controlar a nomofobia, assim como os efeitos químicos e comportamentais da utilização das novas tecnologias.

Sara Morais

Hipnoterapeuta

Município de Nelas sem casos ativos de Covid-19

Segundo indicação da Autoridade de Saúde Pública concelhia competente, não existe atualmente em todo o Município de Nelas qualquer caso ativo de Covid-19, encontrando-se assim todos os anteriores casos já curados.

Alerta no entanto a mesma entidade que, considerando a realidade existente em Concelhos vizinhos, ainda com números elevados de casos ativos e a situação de calamidade ainda vigente, que todas as preocupações cuidados e obrigações por parte de cada um e de todos devem manter-se, devendo continuar a ser cumpridas todas as instruções e normas de segurança impostas pela Direcção-Geral de Saúde, cumprindo rigorosamente todas as medidas de autoproteção e evitando comportamentos de risco.

Situação de calamidade em Portugal até 31 de maio

Foi renovada a situação de calamidade em Portugal para combater a epidemia de covid-19 até ao dia 31 de maio.

Deste modo, o País está em posição de avançar e novas regras surgem a partir da próxima semana.:

-A prática de todas as modalidades desportivas passa a estar permitida, bem como e para todas a atividade física ao ar livre;
-Os ginásios podem funcionar com aulas de grupo, observando as regras de segurança e higiene;
-A lotação para casamentos e batizados passa a estar limitada a 50% do espaço.
-As instalações desportivas onde ocorra prestação de serviços passam a encerrar às 22h30.
Vai ser permitido o funcionamento:

-Da atividade dos equipamentos itinerantes de diversão;
-Dos parques de diversão infantil de natureza privada ainda que na dependência de autorização da DGS;
-Dos parques aquáticos

 

A Percepção de Distância Interpessoal e o Distanciamento Social na Pandemia do SARS-CoV-2

A Proxémia, ou o estudo científico do uso humano do espaço, tem vindo a receber a atenção de investigadores das ciências cognitivas, revelando vários dos factores que afectam a natural regulação das distâncias interpessoais. Estas pesquisas revelam desafios e sugerem respostas à recomendação de distanciamento social.

Após encontrar o produto que procurava, num qualquer estabelecimento comercial, o(a) leitor(a) ocupa o seu lugar na fila para a caixa para pagar. Enquanto espera a sua vez, olha para o chão e apercebe-se de marcações, com fita adesiva colorida, que assinalam distâncias de 1,5 metros que deverão ser mantidas entre os clientes, como parte das medidas de prevenção para a propagação do vírus SARS-CoV-2. Por lapso da sua parte, está mais próximo(a) do cliente à sua frente do que o recomendado e, por isso, dá um passo atrás, guiando-se pelas marcações no chão.

A situação acima descrita, que provavelmente lhe aconteceu pelo menos algumas vezes no último ano, traduz um dos desafios colocados à manutenção do distanciamento social no ainda actual contexto pandémico – a distância recomendada de 1,5 a 2 metros contraria os nossos comportamentos proxémicos naturais, de acordo com um artigo revisto por pares e publicado em Novembro de 2020 na revista científica Human Factors. Este artigo, redigido por Robin Welsch e Heiko Hecht, que nos últimos anos têm desenvolvido vários estudos acerca da percepção de distâncias interpessoais, elenca factores conhecidos e documentados na literatura da especialidade que poderão conspirar para a manutenção do distanciamento social recomendado.

A noção de distância interpessoal, e o termo proxémia (termo usado para descrever o estudo do uso humano do espaço), encontram a sua origem nos estudos de Edward Hall, antropólogo que, com base em observações naturalistas, distingue quatro regiões circulares, definindo áreas à nossa volta e naturalmente adoptadas por nós no âmbito de interacções sociais: Espaço Intímo (até cerca de 50 cm), reservado para interacções íntimas ou familiares; Espaço Pessoal (até cerca de 80 cm), dentro do qual permitimos a entrada confortável de amigos próximos; Espaço Social (cerca de 1 metro), adoptado para interacções confortáveis com estranhos; e Espaço Público (acima de 1 metro), reservado para o público em geral. A regulação, adopção e manutenção destas distâncias manifesta processos psicológicos, sociais e culturais relativamente automáticos (isto é, não requerem um esforço consciente e podem ser previstos 600 a 800 milissegundos antes da interacção), sendo que os valores adoptados não são rígidos – nalguns casos toleramos relativamente bem intrusões no espaço pessoal em contextos sobrelotados (e.g., num transporte público), conquanto seja algo temporário; há também flutuações interculturais, especialmente no que se refere ao espaço social, com estimativas entre os cerca de 70 cm, na Argentina, até cerca de 130 cm, na Roménia (para uma amostra portuguesa, a estimativa situa-se nos 110 cm).

Note-se, contudo, que a amplitude do Espaço Social, dentro do qual interagimos confortavelmente com um desconhecido, é consideravelmente menor que o distanciamento social recomendado. Estudos sobre proxémia e algumas investigações conduzidas durante a pandemia do vírus SARS-CoV-2 fornecem algumas indicações acerca dos factores que conspiram para a manutenção do distanciamento social e possíveis consequências resultantes do mesmo. Por exemplo, o desconforto experienciado na interacção com um desconhecido (e.g., quando pedimos indicações a um transeunte) aumenta rapidamente quando esta é feita a menos de 1 metro; quando a distância interpessoal é superior a cerca de 1 metro, o desconforto aumenta igualmente, ainda que mais lentamente. Quanto a interacção é feita a uma distância de 2 metros, o desconforto é equiparável aquele experienciado a cerca de meio metro. Sinais sociais, como o sejam as expressões faciais, o tom de voz e qualidade da comunicação, sofrem alterações concordantes quando interagimos com alguém a uma distância anormalmente longa: tendemos a exagerar, involuntariamente, expressões faciais, a modular a voz para uma tonalidade mais intensa e as frases são mais curtas e com menos palavras. Por outro lado, tendemos a adoptar distâncias sociais cerca de 13 cm maiores quando interagimos com pessoas com uma face zangada, em comparação com uma face alegre. Curiosamente, um estudo recente sugere que em interacções com pessoas com máscara cirúrgica tendemos a adoptar distâncias sociais cerca de 20 cm mais curtas, o que significaria que o uso de máscaras, como forma adicional de combate a pandemia, pode interagir com o distanciamento social, tido como uma das principais formas de diminuição da propagação do vírus.

A proxémia e o estudo dos factores que regulam a adopção automática de distâncias interpessoais, mais que explicar os eventuais lapsos na manutenção do distanciamento social durante a pandemia, oferece um conjunto de conhecimentos que podem e devem ser usados estrategicamente para antecipar e gerir desvios às recomendações oficiais. Por exemplo, sabemos que a distância interpessoal naturalmente adoptada varia inversamente com o tamanho percebido da divisão ou sala em que nos encontramos. Isto é, numa sala comparativamente menor, tendemos a adoptar uma distância interpessoal relativamente maior. Por outro lado, estudos sobre percepção visual têm consistentemente revelado que salas ou espaços mais profusamente iluminados, com paredes mais claras ou tectos mais altos aparentam ser mais amplas e espaçosas. Estes dados sugerem que a sinalética, sob a forma de cartazes e marcas no chão para guiar a regulação do distanciamento social, deverá ser mais saliente e frequente em espaços com essas características.

Nuno de Sá Teixeira

 

Nuno Alexandre de Sá Teixeira formou-se em Psicologia pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, e doutorou-se em Psicologia Experimental pela mesma instituição. Trabalhou como investigador doutorado no Departamento de Psicologia Experimental Geral da Universidade Johannes-Gutenberg, Mainz, Alemanha, no Instituto de Psicologia Cognitiva da Universidade de Coimbra e no Centro de Biomedicina Espacial da Universidade de Roma ‘Tor Vergata’, Itália. É actualmente Professor Auxiliar Convidado no Departamento de Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro. Os seus trabalhos científicos têm-se centrado no estudo da forma como variáveis físicas (em particular, a gravidade) são instanciadas pelo cérebro, como “modelos internos”, para suportar funções perceptivas e motoras na interacção com o mundo. Assim, os seus interesses partem da charneira entre áreas temáticas como a Psicologia da Percepção, Psicofísica e Neurociências.

 

 

Aguiar da Beira vai reciclar no Planalto Beirão

Teve lugar em Aguiar da Beira, a oficialização do ato , no Auditório Municipal, isto é, Aguiar da Beira vai reciclar com o Planalto Beirão.
Para facilitar a reciclagem, o Planalto Beirão vai oferecer miniecopontos domésticos que passarão a fazer parte do seu dia a dia e a tornar a separação de resíduos de papel/cartão, plástico/metal e vidro ainda mais simples. Sempre que depositar os resíduos separados no ecoponto, estará a preservar recursos naturais e a contribuir para um Planalto Beirão mais sustentável e solidário pois, por cada tonelada de resíduos separada, será atribuído um valor financeiro que reverterá a favor de uma Instituição de Solidariedade Social.
Foto: MAB

Novos trilhos em Vila-Chã Aldeia Trail de Portugal

Aos poucos os trilhos vão surgindo na zona de Vila Chã, desta vez, mais um dos trilhos e segmentos mais “apetitosos” de Vila Chã, independentemente do tempo que passar e das adversidades existentes, com o nome “Kamikaze”.

Aqui fica o desafio deste clube aos visitantes para ficarem a conhecer este e outros trilhos nesta localidade.

Recolha de sangue da Guarda com três dezenas de voluntários

Teve lugar mais uma sessão de recolha de sangue da Guarda nesta semana, na Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto do Instituto Politécnico da Guarda, com 35 dadores, foi feita colheita a 30 voluntários e 5 ficaram suspensos.
A próxima recolha deste mês está agendada para o próximo dia 17 de maio. Será efetuada, como habitualmente, por uma equipa de profissionais do Instituto Português do Sangue e Transplantação, fará a recolha das 10h às 19h com intervalo para almoço entre as 13h e as 14h 30min.
A ULS da Guarda e o Instituto Politécnico Guarda juntamente com a equipa multidisciplinar do Instituto Português do Sangue e Transplantação apelam à importância social desta ação solidária e conta com a ajuda de voluntários para a dádiva de sangue.

CIM Viseu Dão Lafões fez candidatura para aquisição de doze Unidades Móveis de Saúde

Foi recentemente submetida uma candidatura pela Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, ao Programa Operacional Centro 2020, para a aquisição de doze Unidades Móveis de Saúde.

Desenvolvida no âmbito do projeto de implementação de Unidades Móveis de Saúde na Região Viseu Dão Lafões, esta candidatura, com um valor global de aproximadamente meio milhão de euros, prevê a aquisição de doze viaturas ligeiras adaptadas a unidades móveis de prestação de cuidados de saúde às populações.

Este projeto intermunicipal, que conta com a parceria da Administração Regional de Saúde do Centro (ARS Centro), enquadra-se, na Estratégia Nacional e Regional para o Desenvolvimento dos Cuidados de Saúde Primários e visa promover a prestação de cuidados de saúde domiciliários a pessoas em situação de dependência funcional, doença crónica ou em processo de convalescença, cuja situação não permita a deslocação de forma autónoma.

Atendendo às cada vez mais prementes questões ambientais, as doze Unidades Móveis de Saúde serão elétricas contribuindo, assim, para a redução da pegada de carbono no território.  

De acordo com o Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, Rogério Mota Abrantes, “Esta aposta da CIM será uma mais-valia para o território, na medida em que irá aproximar os cuidados de saúde primários a todos os cidadãos, garantindo que as populações, independentemente da sua latitude geográfica ou dificuldades ao nível da mobilidade, tenham acesso pleno a serviços de saúde de qualidade e de proximidade”. 

Com esta iniciativa, estamos a reforçar os serviços de saúde domiciliários e de apoio social, numa lógica de maior proximidade e qualidade, sobretudo junto da população mais idosa, que, deste modo, poderá deixar de recorrer com tanta frequência aos Centros de Saúde, para atos médicos simples e de rotina”, concluiu o Presidente da CIM.

Caminhada Virtual Solidária do Dia da Mãe apoiou o Centro de Apoio à Vida “NAS(C)ER”

Desporto e solidariedade juntos!!!

Decorreu a Caminhada Virtual Solidária do Dia da Mãe organizada pelo Clube Recreativo de Vila Chã, neste fim de semana, com a participação de cerca de 800 inscritos que realizaram a sua prova , em modo de caminhada ou corrida, em qualquer parte do País. Desta vez , apoiaram o Centro de Apoio à Vida “NAS(C)ER” que surgiu em 2004, entregando a esta instituição, 375,45 euros.

Da parte do Centro de Apoio, já veio o agradecimento :”Um grande bem-haja aos nossos amigos/as do Clube Recreativo de Vila Chã por esta iniciativa solidária com o Centro de Apoio à Vida “NAS(C)ER”! Agradecemo-vos de coração cheio!!! A nossa porta ficará sempre aberta para vos receber! Bem-haja também a todos/as aqueles que participaram na atividade! E, a todas as Mães, um abraço ternurento“.

Foi assim mais um gesto solidário por parte do Clube Recreativo de Vila Chã, que assim quis assinalar o Dia da Mãe e nada melhor que ajudar uma instituição que apoia as mães.