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aBEIRAr foi apresentada num palco natural

Teve lugar no Covão D’Ametade , a apresentação pública de aBEIRAr : Parceria de Ciência Cidadã para a Valorização do Território, uma iniciativa da Rede Intermunicipal de Bibliotecas das Beiras e Serra da Estrela (RIBBSE), apadrinhada pela CIMBSE e em parceria com o Geopark Estrela, UBI e Plataforma da Ciência Aberta do Município de Figueira Castelo Rodrigo.
Face a isso, a Mesa de oradores foi composta por :Presidente da Câmara de Manteigas, Esmeraldo Carvalhinho,  RIBBSE – Catarina Santos, Plataforma de Ciência Aberta de Figueira de Castelo Rodrigo – Maria Vicente, Estrela Geopark – Emanuel Castro, UBI – Vice – Reitor José Marques e o Presidente da CIMBSE, Dr. Luís Tadeu.
É uma parceria de ciência cidadã que tem como missão potenciar o envolvimento e a participação cívica com a ciência, promover o diálogo entre cientistas e cidadãos e despertar o interesse da comunidade na construção de conhecimento e valorização do território.
Este evento vai decorrer de maio a outubro do ano em curso, irá realizar-se em todos os Municípios que compõem a RIBBSE e desenvolve-se sobre os temas: a Água, o Céu e a Rocha.

Nova Rede Itinerante Cultural do Interior une 7 municípios 

Uma nova Rede Cultural do Interior leva dezenas de espetáculos, a partir de junho, a 7 municípios, com a coordenação da  Companhia de Teatro ASTA, rede itinerante de intervenção cultural para levar dezenas de espetáculos a territórios de baixa densidade.

Será entre castelos, anfiteatros ao ar livre, jardins, escadarias, teatros, praças e largos em Belmonte, Covilhã, Fornos de Algodres, Fundão, Gouveia, Manteigas e Seia que a companhia profissional da Covilhã – ASTA, juntamente com estes 7 municípios, leva à cena dezenas de espetáculos de dança, teatro e artes circenses. Paralelamente será ainda criada uma Rede Interior Virtual de visitação itinerante aos espaços patrimoniais dos 7 Municípios através de visitas com recurso à realidade aumentada.

Esta “Rede Interior” tem como objetivo desenvolver uma programação artística e cultural integrada no território constituído pelos Municípios de Belmonte, Covilhã, Fornos de Algodres, Fundão, Gouveia, Manteigas e Seia, com o intuito de promover e valorizar o património histórico-cultural e sensibilizar a comunidade a participar ativamente na afirmação destes territórios.

Com a coordenação da ASTA – Teatro e Outras Artes, as comunidades locais são convidadas a participar nesta Rede Cultural do Interior. As apresentações de teatro, dança e circo contemporâneo terão lugar em dois dias consecutivos por forma a contribuir para a oferta, animação cultural da região, o aumento dos fluxos turísticos e, consequente, tempo de permanência de quem visita os territórios.

Os projetos artísticos vão ao encontro da identidade, a cultura e a história do território “Rede Interior”, demonstrando o que une e o que diferencia os 7 Municípios desta rede cultural. Ao longo de 18 meses, serão apresentados 14 espetáculos, itinerantes e propagadores da identidade, do património natural e cultural do território, catalisadores da participação da comunidade local.

Esta é uma Rede Cultural diferenciadora não só pelo cariz itinerante dos espetáculos na criação de iniciativas culturais fortemente ligadas ao território, mas também pelo seu cariz social de apoio e capacitação dos agentes de cultura locais, que há muito se debatem com os constrangimentos da crise pandémica.

A dinamização destas iniciativas culturais está intimamente relacionada com os ativos patrimoniais distintivos do território, contribuindo para a formulação e implementação de iniciativas vocacionadas para a conservação e proteção do património, mas também constituem um veículo para a promoção da região e para a diferenciação desta, num contexto de competitividade territorial.

No período de 5 dias que antecede os espetáculos em cada Município, serão dinamizadas sessões teatrais abertas a todos; pessoas com problemas de inclusão social, desempregados, idosos e minorias étnicas. Será incentivada a participação direta da comunidade de forma a alavancar os laços sociais e comunitários que foram afetados com o isolamento social.

Em todos os locais serão aplicados os princípios legais e as diretrizes da Direção-Geral de Saúde (DGS) referentes aos espetáculos de natureza artística nomeadamente, distanciamento físico, higienização das mãos com postos móveis, utilização de máscara e controlo de lotação.

Rede Interior Virtual com realidade aumentada

Além desta Rede de Artes Performativas será ainda criada uma Rede Interior Virtual de visitação itinerante aos espaços patrimoniais dos 7 Municípios através de visitas com recurso à realidade aumentada. O objetivo será acrescentar uma valorização turística dos territórios da rede, oferecendo uma atividade alternativa às tradicionais formas de apresentação das visitas guiadas e encenadas, realizadas de forma presencial,
permitindo ao turista a visita ao território de uma forma autónoma e “fora de horas”, o que torna a ação mais aliciante tendo em conta o atual contexto de pandemia e os aspetos de saúde pública.

O Projeto Rede Interior tem como entidade líder executora a ASTA – Teatro e Outras Artes, e como entidades parceiras não executoras, os Municípios de Belmonte, Covilhã, Fornos de Algodres, Fundão, Gouveia, Manteigas e Seia. Projeto cofinanciado pelo Centro2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Autárquicas 21- PSD- Mª Joaquina Domingues candidata em Fornos de Algodres

Foram apresentados pelo secretário-geral do PSD , José Silvano, mais alguns candidatos às autárquicas 21, onde se destaca Maria Joaquina Domingues em Fornos de Algodres, recorde-se que já tinha sido candidata em 2017 e volta agora a merecer a confiança do partido para enfrentar Manuel Fonseca do PS.

Depois destacamos mais alguns candidatos desta região:

Aguiar da Beira- Fernando Andrade (ex presidente de câmara)

Mêda- João Mourato (ex presidente de câmara)

Mangualde – Joaquim Patrício

Nelas- Joaquim Amaral

Penalva do Castelo – Pedro Monteiro

Seia- Luís Caetano

 

 

 

 

Diocese da Guarda-Vamos celebrar a Páscoa, mensagem de D.Manuel Felício

A Páscoa é a Festa das festas, porque celebra a Vida em plenitude inaugurada pela Ressurreição de Cristo.

Ora, a celebração do grande Mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo envolve para nós o compromisso de lhe ajustarmos, o mais possível, as nossas vidas.

Por isso, ao longo de toda a Quaresma, procurámos acolher o convite à conversão que a Palavra de Deus nos faz e responder-lhe, sobretudo através do Sacramento da Reconciliação, renovando, assim, a relação de amor e compromisso com o mesmo Deus, própria de todos os baptizados.

A oração mais intensa, o jejum e a partilha fraterna, juntamente com a revisão da nossa vida pessoal diante da Palavra de Deus foram o caminho que procurámos percorrer, ao longo de toda a Quaresma. Agora temos pela frente as celebrações mais significativas e importantes de todo o ano, a começar pelo Domingo de Ramos, continuando na Semana Santa, com o Tríduo Pascal e a Páscoa da Ressurreição.

No ano passado, estivemos impedidos de viver estas celebrações em assembleia. Graças a Deus que este ano já temos essa possibilidade, embora com consciência das necessárias restrições e a obrigação de cumprirmos as regras que já conhecemos.

Vamos, assim, reviver a entrada solene de Jesus em Jerusalém, aclamado pela multidão como sendo o Messias esperado. Nesse mesmo dia, Domingo de Ramos, a leitura da Paixão dá-nos a entender que Messias era aquele, que a multidão aclamava, mas poucos dias depois já para ele pedia a morte na cruz.

Na Quinta-Feira Santa, depois de, da parte da manhã, celebrarmos com os nossos Padres, o grande dom do Sacerdócio, comemoramos, ao fim da tarde, a Instituição da Eucaristia e do mesmo Sacerdócio, na Última Ceia e também o Testamento do Mandamento Novo.

A Sexta-Feira Santa é dia de silêncio e contemplação diante do Mistério da Paixão e Morte de Jesus. Esse silêncio e essa contemplação continuam durante todo dia de Sábado Santo, até à Vigília Pascal, em que cantamos o Aleluia da Ressurreição, depois de escutarmos a Palavra de Deus e renovarmos as promessas do nosso Baptismo.

A Páscoa convida-nos, assim, a contemplar, por um lado, a beleza da Vida plena inaugurada pela Ressurreição de Cristo e, por outro lado, o percurso que temos de fazer para que toda a nossa existência seja presença e espelho dessa Vida plena.

Não vamos ter, ainda este ano, possibilidade de celebrar a Páscoa também com as tradicionais procissões e outras manifestações públicas comemorativas dos acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo e suas implicações na vida pessoal e social das pessoas. Por isso, não haverá a Procissão de Enterro do Senhor, nem os tradicionais cantares dos Martírios do Senhor ou outras tradições populares, como é o amentar das almas. Nem haverá a Procissão do Aleluia, na manhã do Domingo de Páscoa, como também não estão autorizadas as visitas pascais, com o beijar da Cruz, de porta em porta. Porém, longe de impedirem ou dificultarem a celebração do Mistério Pascal, essas ausências queremos que sejam oportunidade renovada para concentrarmos mais a nossa atenção e contemplação no Mistério que celebramos.

Contamos com a Graça de Deus e com o exemplo e intercessão de Maria Santíssima e de todos os Santos, este ano em particular com S. José, que é para nós modelo de silêncio e de contemplação, de vigilância e dedicação à grande causa que Deus lhe confiou – ser guardião de Jesus e da Sagrada Família.

 

Aldeias de Montanha: Homenagem às queijeiras

As Queijeiras da Serra da Estrela são responsáveis por um dos produtos mais genuínos e tradicionais da região, o Queijo Serra da Estrela, um queijo reconhecido nacional e internacionalmente pela sua excelência. Chegou o momento de homenagear estas Mulheres, com a criação de uma capa exclusiva noutro dos materiais nobres do território, o burel. O lançamento e apresentação do Projeto será feito num evento em live streaming a partir de uma Aldeia de Montanha da Serra da Estrela via Redes Sociais das Aldeias de Montanha, sábado dia 27 de março, às 16.30h, e contará com a presença de todas as Mulheres que lideram este projeto.

Este projeto, promovido pela ADIRAM – Associação de Desenvolvimento Integrado da Rede de Aldeias de Montanha, tem o propósito muito claro de ser um fator transformador nas vidas das Queijeiras. Empoderar, dar presença e voz a mulheres que, como tantas outras, por vezes são as heroínas “invisíveis” da nossa sociedade e da nossa cultura. Este sábado, dia 27 de março, via redes sociais das Aldeias de Montanha será apresentada uma peça de design único em burel, de produção local, que irá celebrar o saber ancestral destas mulheres. Tradição e modernidade tomam assim forma numa capa cujos lucros das vendas revertem para a capacitação das Queijeiras, dotando-as de ferramentas para a gestão da sua vida pessoal e profissional. O projeto tem como objetivo impactar numa primeira fase, 40 Queijeiras dos 9 concelhos da Serra da Estrela, mas o intuito é escalar para um universo mais abrangente. Aderiram já ao Projeto 22 Queijeiras dos Concelhos de Seia, Oliveira do Hospital, Gouveia, Guarda, Celorico da Beira e Fornos de Algodres.

A simplicidade serve de mote para todo o conceito criativo, para o corte, os acabamentos e para o nome. Esta capa icónica e única na sua essência chama-se simplesmente “Queijeira” e foi criada pela designer Sandra Pinho da Fauna Creative Labs. A inspiração partiu da forma simples do queijo e é produzida na Burel Factory, em Manteigas, empresa liderada por uma mulher, Isabel Costa. A beleza natural do burel fica em evidência, em três versões diferentes: uma capa mais curta e prática, uma capa mais comprida que é um statement de estilo e uma Queijeirinha para as crianças.

storytelling é um componente muito forte desta capa, já que paralelamente foi criada uma narrativa que nos liga sempre ao propósito de enaltecer e capacitar estas Mulheres, construindo um universo onde o saber-fazer das Queijeiras e a nobreza das matérias-primas naturais tão identitárias do território da Serra da Estrela e das Aldeias de Montanha – do burel, das ovelhas, do leite, do cardo – estão em permanente destaque.

Da consciência à capacitação – um projeto de e para Mulheres!

Esta iniciativa pressupõe a realização de um curso de formação em soft skills e partilha de conhecimento para o empoderamento pessoal e profissional destas mulheres, através de uma parceria com a Rita Pelica Chief Energy Officer & Founder ONYOU , de forma a capacitar este grupo com uma série de ferramentas atuais, passando pela criação de modelos de negócio, construção de uma rede de networking, desenvolver uma personal brand ou trabalhar a comunicação dentro e fora das redes sociais – num módulo apresentado pela jornalista Fernanda Freitas.

Ainda no âmbito do projeto e numa colaboração com a jornalista Ana Rita Ramos, da Have a Nice Day, serão reunidas num livro as histórias, as tradições, os testemunhos e os saberes das Queijeiras. Pretende-se a valorização de uma arte, tão bem preservada ao longo dos séculos, mas também de valorização do capital humano. Quem são estas mulheres? Que ligação têm a esta arte ancestral? É o que propomos descobrir ao folhear as páginas de um livro que terá tanto de simples como de belo, e cuja apresentação terá lugar no início do outono.

A nível da comunicação o projeto conta com o apoio de mais uma mulher, a designer de comunicação Ana Melo, doutoranda da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa com uma investigação sobre o papel do design na valorização e reinvenção dos territórios do interior.

O website Queijeiras, que vai estar disponível a 27 de março, dará a conhecer todas as Queijeiras envolvidas no projeto e será um dos locais de venda da capa. A qual também estará disponível na loja online da Burel Factory e outros locais que, entretanto, venham a ser selecionados. Ainda neste portal constará o repositório e todo o storytelling do projeto, dando destaque aos parceiros e personalidades que o divulguem, notícias publicadas e resultados alcançados

Foto: créditos: ©KITATO

Estrela Geopark promove o trabalho em rede com outros Geoparques Mundiais da UNESCO europeus com o Projeto Building Bridges

O Estrela Geopark Mundial da UNESCO (UGGp), em articulação com o Gea Norvegica UGGp, da Noruega, e o Katla UGGp, da Islândia, arranca com o projeto “Building Bridges –Partilha de boas práticas entre Geoparques Mundiais da UNESCO”, financiado pelo Fundo de Relações Bilaterais dos EEA Grants. Assente nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, em especial no ODS 17, “promover parcerias globais pelo desenvolvimento sustentável”, a iniciativa tem o objetivo de formalizar relações e uma atuação mais próxima entre geoparques que integram a rede europeia, e assim fomentar o desenvolvimento e partilha de ferramentas e abordagens inovadoras em prol do desenvolvimento sustentável dos territórios e comunidades.

O projeto consistirá em intercâmbios e seminários conjuntos entre as equipas técnicas dos três geoparques para a partilha de conhecimentos e experiências nas várias áreas de atuação intrínsecas na missão de qualquer Geoparque Mundial da UNESCO, como a Conservação do Património Geológico, a Educação e o Desenvolvimento Comunitário, por exemplo. Além disso, os parceiros terão a oportunidade de promover, em terras estrangeiras, o património do seu território e a sua atuação com a exposição “Rochas com História”, que ocorrerá simultaneamente nos três países.

Apesar de prever ações presenciais e viagens internacionais, o projeto será adaptado, na sua execução e calendarização, tendo em conta as contingências necessárias para o controle da pandemia.

Os parceiros:

O Gea Norvegica UGGp, foi o primeiro geoparque da Escandinávia a integrar a rede mundial de geoparques, em 2006. Traz para a iniciativa a valiosa experiência de 15 anos como um geoparque e a sua sólida atuação nas áreas da Educação para o Património Geológico e no Envolvimento Comunitário.

O Katla UGGp integra a rede mundial de geoparques desde 2011, promovendo o seu património geológico de origem vulcânica. Nos dez anos de atuação, destaca-se pelo eficiente trabalho na promoção do Turismo Sustentável e na valorização dos Produtos Locais, além da atuação na área dos Riscos Naturais.

O Estrela UGGp, apesar de se apresentar como o mais recente Geoparque Mundial da UNESCO entre os três, oficializado em julho de 2020, lidera esta iniciativa. Contribui com já reconhecida experiência nas áreas da Conservação do Património Geológico, da Educação e da Ação Climática.

EEA Grants, o financiador:

Através do Acordo sobre o Espaço Económico Europeu (EEE), a Islândia, o Liechtenstein e a Noruega são parceiros no mercado interno com os Estados-Membros da União Europeia. Como forma de promover um contínuo e equilibrado reforço das relações económicas e comerciais, as partes do Acordo do EEE estabeleceram um Mecanismo Financeiro plurianual, conhecido como EEA Grants.

Os EEA Grants têm como objetivos reduzir as disparidades sociais e económicas na Europa e reforçar as relações bilaterais entre estes três países e os países beneficiários. Para o período 2014-2021, foi acordada uma contribuição total de 2,8 mil milhões de euros para 15 países beneficiários. Portugal beneficiará de uma verba de 102,7 milhões de euros.

 

Artigo da equipa técnica do Geopark  Estrela

Projeto do Estrela Geopark foi um dos 10 vencedores no Programa Tradições da EDP

O Programa Tradições é uma iniciativa, financiada pela EDP, que apoia e acompanha projetos que tenham como objetivo valorizar tradições, regionais ou locais, dos municípios onde a EDP possui centros produtores. Atualmente abrange 81 municípios, que correspondem às áreas em que intervêm os seis centros de produção elétrica da EDP Produção: Cávado Lima, Douro, Lares, Ribatejo, Tejo Mondego e Sines. Este programa pretende valorizar e afirmar a identidade das comunidades, através do apoio às tradições mais genuínas da cultura popular, financiando projetos que visem a recuperarão de costumes em vias de desaparecimento e a transmissão de conhecimentos sobre as tradições de geração em geração, promovendo a valorização da autoestima das populações e a preservação deste património cultural.

No biénio 20/21 realizou-se a 4ª Edição deste programa, à qual se candidataram 68 projetos nas mais diversas áreas, desde o artesanato à gastronomia, passando por cantares, crenças, folclore, entre outros. Destes foram selecionados 10 projetos, não só pela sua relevância histórica e social para as comunidades, mas também pelo impacto que podem ter na criação de emprego, na dinamização da economia local e na própria sustentabilidade das regiões. O projeto Memórias e Tradições do Estrela Geopark Mundial da UNESCO”, promovido pelo Estrela Geopark, foi um dos 10 vencedores da 4ªEdição do Programa Tradições e tem como objetivo promover a preservação e valorização das memórias e das tradições que fazem parte da identidade da Serra da Estrela, contribuindo para a recuperação de práticas ancestrais em desaparecimento e para a sua divulgação não só no território do Estrela Geopark, junto das populações locais, mas também junto de quem visita a Serra da Estrela.

Tendo em consideração que a identidade da Estrela está muito associada às práticas pastoris, à transumância e aos produtos que foram emergindo em torno destas atividades tradicionais, que têm vindo a diminuir progressivamente ao longo do tempo, todas as memórias e tradições que lhes estão associadas correm o risco de se perderem. Neste contexto, no âmbito do projeto Memórias e Tradições do Estrela Geopark Mundial da UNESCO”, serão dinamizadas várias ações pedagógicas e de divulgação deste património cultural, tais como workshops e sessões intergeracionais de partilha da sabedoria popular, direcionados para diferentes públicos, colocando em contacto diferentes gerações, nos quais se dará particular destaque a três importantes tradições do território: a Transumância, a produção do Cobertor de Papa e a produção do Burel. Estas iniciativas contribuirão para perpetuar o saber pelas gerações mais novas, valorizando produtos e tradições singulares, promovendo sentimentos de pertença e de identificação quer com os costumes da cultura popular, quer com a identidade deste território. Será também desenvolvida uma exposição itinerante, que circulará pelas escolas dos diferentes municípios, de modo a divulgar as tradições do Estrela Geopark junto dos grupos mais jovens da população residente. Futuramente, para dar continuidade a este projeto, a Associação Geopark Estrela pretende desenvolver uma plataforma Open Science digital, intitulada “Portal da Memória do Estrela Geopark”. Esta plataforma permitirá a recolha e partilha de tradições e memórias, constituindo um importante projeto de “ciência cidadã” e de “Ciência Aberta”, e funcionará como um grande acervo de informação sobre a Serra da Estrela, que ao ser divulgado contribuirá para salvaguarda ativa deste património.

AF Guarda- Campeonatos devem retomar no final de abril

A AF Guarda reuniu, via zoom, recentemente com os clubes filiados deste organismo que participam no Distrital de Seniores de Futebol, no sentido de analisar a atual situação e ver como vai ser o futuro da competição.

A retoma das competições (Futebol e Futsal) foi debatida durante alguns momentos e foi concluído por maioria que a competição devia ser concluída, para tal está prevista a retoma à competição no fim de abril.

Por sua vez, o apoio financeiro aos clubes foi também debatido, onde aqui os clubes se mostraram desagradados com o fraco apoio que tem sido dado por parte da FPF, uma vez que, os clubes perderam todas as receitas.

Deste modo, a própria AF Guarda mostrou-se disponível para interceder junto da FPF que os apoios são insuficientes para os clubes.

AF Guarda- Campeonato pode regressar no fim de abril

Uma vez que a pandemia vai dando tréguas e as restantes associações vão tomando decisões sobre a retoma das competições distritais, face a isso, a AF Guarda também está a pensar em regressar com a atividade desportiva e vai reunir em breve com os clubes no sentido de verificar uma solução para acabar a temporada da melhor forma.

Pelo que apurámos , tudo aponta que o distrital de seniores arranque no final de abril se os clubes assim o aprovarem, mas também pode passar pode realizar uma prova alternativa para apuramento do campeão.

Na próxima semana, iremos ter novidades e talvez já uma solução para o futebol do distrito da Guarda.

Censos 2021 estão a chegar à sua caixa de correio

Os censos 2021 estão aí a chegar, por isso esteja atento que a partir do próximo dia 5 de abril irá receber na sua caixa do correio uma carta do Instituto Nacional de Estatística (INE) com os códigos necessários para poder responder aos CENSOS 2021 através da Internet. Caso tenha condições para o fazer, responda depois, a partir de 19 de abril e até 3 de maio em censos2021.ine.pt

Caso tenha dificuldades em ter acesso à internet, peça ajuda a um familiar, ou dirija-se à sua junta de freguesia, pode ainda aguardar pela visita de um recenseador ou ligar para a linha de apoio: 210 54 20 21.

Os Censos são a contagem e a caracterização da população e do parque habitacional que decorre de 10 em 10 anos. A informação censitária é determinante para o conhecimento do país. O INE conta com a sua colaboração. Responda pela Internet. A resposta é fácil, segura e rápida para toda a população.