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Federação Distrital da JS Guarda opõe-se a fecho do balcão da CGD em Almeida

12974452_1045989572106727_2686053591205899329_n-300x167 A Federação Distrital da Guarda da Juventude Socialista, em comunicado,  considera inaceitável o fecho do balcão da Caixa Geral de Depósitos, localizado em Almeida, considerando tratar-se de uma decisão irrefletida e injustificável.

O Secretariado da Federação Distrital da Guarda da Juventude Socialista opõe-se a um possível fecho do balcão da Caixa Geral de Depósitos (CGD) na vila de Almeida, incluída no grupo de 180 balcões que a Administração da CGD prevê encerrar em todo o país. A redução de serviços da CGD contribuirá para dificultar a atividade económica e, por consequência, irá agravar as já enormes desigualdades territoriais, nos mais diversos domínios, da nossa região e concretamente no concelho de Almeida.

A presença deste balcão em Almeida assume um papel fundamental na vida quotidiana da população deste concelho, nas suas atividades profissionais e económicas, sendo que a confirmar-se o seu encerramento, numa sede de um concelho onde reside um grande número de população idosa (cerca de 40% da população têm mais de 65 anos de idade, segundo os censos de 2011), com dificuldades de mobilidade associadas e onde a rede de transportes públicos é deficitária, só irá contribuir para acentuar as tão grandes desigualdades territoriais já existentes e culminará num acrescento de mais uma peça para o já enorme puzzle da interioridade da nossa região.

A Federação Distrital da JS Guarda considera inaceitável que um banco público, onde já este ano o Estado concluiu uma primeira fase da recapitalização com um reforço do capital social, precise, peça e receba o apoio dos contribuintes com uma mão, ao mesmo tempo que lhes retira serviços com a outra.

Consideramos, de igual forma, que com esta medida a CGD presta um mau exemplo ao país. Ao mesmo tempo que o governo prioriza a valorização dos territórios de baixa densidade populacional, a CGD desiste desses territórios e fecha a porta, deles deslocalizando postos de trabalho e promovendo uma política de desincentivo ao investimento na região, numa autêntica demonstração de insensibilidade social.

Estamos convictos de que é imperativo que a Administração da CGD saiba balançar as suas obrigações mantendo uma preocupação com os seus acionistas: todos os cidadãos.

Por:FDGJS

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