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Federações da Juventude Socialista de Castelo Branco e Guarda saúdam abolição das portagens

Em Comunicado, as Federações Distritais da Juventude Socialista de Castelo Branco e da Guarda congratulam-se com a decisão da Assembleia da República, por iniciativa política do Grupo Parlamentar do Partido Socialista, de abolir as portagens nas antigas SCUT.

Trata-se de um compromisso que foi amplamente reiterado pelo Secretário-Geral do PS, Pedro Nuno Santos, em campanha eleitoral, junto dos territórios e das populações, e que agora é cumprido logo no primeiro mês de mandato na liderança da oposição ao Governo.

Esta é uma reivindicação histórica das diferentes estruturas da Juventude Socialista e que repõe a justiça junto destas regiões, condenadas ao uso de automóvel por
insuficiência do transporte público, e que ao longo dos últimos anos foram severamente prejudicadas na sua coesão social e dinamismo económico.

Este foi um longo caminho de palavra honrada, após vários anos onde o PS se comprometeu a reduzir o valor das portagens, introduzidas por imposição do PSD em
2011, e que agora culmina nas justas aspirações das pessoas e das empresas.

Recordamos que, desde 2015, o PS reduziu em 65% os valores praticados à data da sua introdução, diminuindo ano após ano, legislatura após legislatura, este peso para quem
estuda, vive e trabalha nestas regiões da Interioridade.
Não podemos apregoar coesão territorial, mais vivacidade no território e condições de
atração e retenção de pessoas, sem valorizar as infraestruturas já existentes, colocando-as livremente ao serviço das pessoas. As autoestradas representam essa oportunidade de desencravamento que importam valorizar.

A vitória que se consuma com esta decisão é de todos aqueles que nunca desistiram e foram voz ativa em cada distrito, em cada concelho, lutando ao lado das populações para eliminar esta barreira. Congratulamos por isso todos os agentes políticos ao serviço das nossas regiões, condenando de forma veemente a postura do Governo PSD e dos seus deputados eleitos por estes distritos pela forma vil como votaram contra esta proposta, demonstrando como estão contra o desenvolvimento e o progresso do Interior e acima de tudo contra as pessoas que o habitam.

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