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Projetos portugueses de economia cívica foram apresentados em Lisboa

Realizou-se na  manhã de quarta-feira, dia 6 deMinistra Presidencia e Modernização Administrativa julho, no Museu do Oriente (Lisboa) a apresentação pública dos 7 Projetos-bandeira que estão a ser elaborados pelas Comunidades para a Economia Cívica em Penela, Miranda do Corvo, Idanha-a-Nova, Vila Velha de Ródão, Gouveia, Fundão e Lousã. A apresentação, que teve como objetivo de dar a conhecer, a uma Assembleia de potenciais investidores privados e públicos, os valores de investimento e de retorno económico e social de cada um destes projetos, foi aberta por Maria Manuel Leitão, Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, e contou ainda com a presença do Dr. Tiago Ravara Marques – Diretor do BPI, dos sete Presidentes das Câmaras Municipais acima referidas, de Gianluca Misuraca – da Comissão Europeia e Filippo Addarii – CEO da Plus Value e especialista internacional na área da economia cívica, entre outros.

Maria do Carmo Marques Pinto_CEO IECA apresentação foi aberta por Maria Manuel Leitão, Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, que referiu que “isto é aquilo que me dá esperança no país, não apenas como membro do governo mas como cidadã”, adiantando que “é isto que tornará o país sustentável no futuro, mais equilibrado do ponto de vista social e territorial”.

Os sete projetos bandeira já definidos vão agora passar por um período de cinco anos, em que cada comunidade terá de cumprir e apresentar objetivos, podendo todos os portugueses contribuir com sugestões para melhor se alcançarem os resultados esperados. De acordo com Maria do Carmo Mendes Pinto, presidente executiva da Associação Iniciativa para a Economia Cívica, “o grande objetivo destes projetos é que os cidadãos participem não só na identificação dos problemas societais das suas regiões, mas também na sua resolução”. Para isso, foi criada uma Plataforma de monitorização e avaliação dos impactos dos Projetos-bandeira IEC, onde se poderá acompanhar o desenvolvimento de cada projeto.

Os sete projetos-bandeira em números

o    1% da população população portuguesa

o    7 Comunidades para a Economia Cívica

o    7 municípios

o    Mais de 160 entidades públicas e privadas

o  Total de 72 freguesias

o  cerca de 97 mil habitantes.

 

Os sete projetos-bandeira estão a ser elaborados em:

  1. Penela: projeto de Saúde Inteligente e Preventiva, cujos objetivos passam pela melhoria da qualidade de vida relacionada a saúde da população local, pela melhoria do perfil nutricional, níveis de atividade física e adesão à terapêutica, pela promoção da prática regular de exercício físico, pela redução do tabagismo, do alcoolismo e de níveis de ansiedade e sintomas depressivos, pela criação de cuidados de Saúde de proximidade e pela dinamização da participação ativa da Comunidade Educativa no modelo escolar;
  2. Miranda do Corvo: projeto da Família Pública, reforçando a participação cívica, a capacidade de gestão dos recursos e ativos locais, a solidariedade intergeracional e a consequente resolução dos problemas e desafios societais mais graves da comunidade;
  3. Lousã: projeto de Território inclusivo, promovendo a criação e o fortalecimento de novas sinergias com maior corresponsabilização entre os agentes públicos e privados, a concretização de um Plano de Ação com soluções integradas para todos, a implementação de soluções de inclusão, em projetos e infraestruturas públicas e privadas já existentes e o aumento da qualidade de vida e da satisfação a residentes e visitantes;
  4. Fundão: projeto de TICs e Inovação Social, com vista à potencialização da economia endógena, à criação de novos produtos e serviços TICs para melhorar respostas a problemas e desafios societais e ao povoamento do território;
  5. Gouveia: projeto de HUB Criativo, que visa estimular a criatividade, atrair e fixar jovens, atrair lusodescendentes, transferir conhecimento e experiência, valorizar os produtos e saberes tradicionais, potenciar os negócios locais e contribuir para a criação de novos negócios;
  6. Vila Velha de Ródão: projeto de criação de uma Plataforma de Promoção Digital da Economia Endógena que agregue os empresários, artesãos e produtores agrícolas locais, e valorize e comercialize de forma integrada o lifestyle e a qualidade dos produtos e serviços da economia local, promovendo a inclusão de pequenos produtores, desempregados ou jovens à procura do primeiro emprego;
  7. Idanha-a-Nova: projeto de Idanha@SocialLAB, que visa o repovoamento do território, a implementação de novos modelos de gestão, a reestruturação e simplificação de processos, a potencialização das atividades desenvolvidas no município e a capacitação da população.

Por:AB

 

 

 

 

 

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