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Convivio festa da tomada de posse do novo executivo em Fornos de Algodres

Uma  noite fresca  que depois de vencerem as eleições , um grupo
alargado de mulheres da localidade de Fornos de Algodres deram a conhecer ao
novo presidente da câmara, Dr Manuel Fonseca, que a seguir á tomada de posse
iriam organizar um jantar convívio, em jeito de agradecer a todos o feito
alcançado e assim teve lugar no mercado municipal, uma vez que com a incerteza
do tempo e a chuva que caiu durante o dia,, o local anteriormente definido, o largo do mercado,
não oferecia condições para isso, e assim com uma boa moldura humana , um
numero bastante significativo de pessoas.

 O grupo de mulheres foi nos dizendo
que foi pena estar a chover porque no largo do mercado era mais aberto o espaço , mas
sentiram que a missão foi cumprida, prometeram e fizeram  e muitas pessoas colaboraram .
Onde claro não faltou um baile animado na
reta final do convívio.

Vindimas adventure bike em Fornos de Algodres

Passeio de BTT em Fornos de Algodres
Vindimas adventure bike
Decorreu na  assim
sob a organização do Escapactiva da localidade de Fornos de Algodres , um
passeio de BTT designado, Vindimas adventure Bike, onde participaram cerca de três
dezenas de participantes, que percorreram os trilhos do concelho de Fornos de Algodres.

Assim os participantes tinham duas modalidades 25km e os
mais resistentes os 45km, assim em prova estiveram alguns ciclistas que assim
tiveram presentes no fim-de-semana em duas provas, pois o grau de dificuldade
era médio e ainda assim todos os ciclistas procuraram chegar ao fim, num dia
que fez varias caras e a chuva á mistura em alguns troços.
A terceira parte era o almoço convívio em que todos
confraternizaram e vai daí estavam satisfeitos e quanto á organização vai
tentar ter mais gente na próxima edição.
20/10/13 
                                                                              António Pacheco

Engenheiro Fernando Sebastião empossado Presidente do Instituto Politécnico de Viseu

Engenheiro Fernando Sebastião empossado

Presidente do Instituto Politécnico de Viseu
A Aula Magna do IPV
acolheu no dia 13 de setembro a cerimónia solene de tomada de posse do
reeleito presidente do Instituto Politécnico de Viseu, engenheiro
Fernando Sebastião.

O ato académico
decorreu no seguimento da eleição do dia 4 de junho no seio do Conselho
Geral da instituição, órgão soberano do Politécnico de Viseu, que
reconduziu, por unanimidade, o engenheiro Fernando Sebastião como
Presidente do IPV para o quadriénio 2013/2017. O ato eleitoral foi
homologado pelo Secretário de Estado do Ensino Superior a 4 de julho do
ano em curso. Relembre-se que o engenheiro Fernando Sebastião havia já
sido eleito pela primeira vez como presidente do IPV no dia 30 de julho
de 2008, sendo mais tarde reeleito a 16 de julho de 2009, de acordo com o
novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), Lei
nº 62/2007 de 10 de setembro.
O engenheiro Fernando
Sebastião, professor coordenador de nomeação definitiva da Escola
Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu do IPV, foi empossado perante
uma plateia de cerca de 400 convidados, entre os quais o Ministro da
Educação e Ciência, professor doutor Nuno Crato, presidente da Câmara
Municipal de Viseu, Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas,
deputados da Assembleia da República, presidentes das câmaras municipais
de Tondela e Vouzela, Ministra Conselheira da Embaixada de Angola,
representante da Embaixada de Moçambique, presidente do CCISP,
presidentes e vice-presidentes de diversos institutos politécnicos do
país, presidente do Centro Regional das Beiras da Universidade Católica,
presidente e vices da CCDRC, presidente da CIM Dão Lafões, vereadores
dos municípios de Viseu e Lamego, Inspetor Geral de Educação e Ciência,
deputados da Assembleia Municipal, presidentes de juntas de freguesia,
candidatos autárquicos, entidades civis e militares, bem como
representantes dos órgãos de comunicação social.
Do público
interno, estiveram presentes os membros do Conselho Geral,
vice-presidentes, administrador e provedora do estudante, todos os
presidentes das escolas superiores e representantes dos seus diversos
órgãos, presidente da ADIV, professores, alunos e funcionários do IPV.
A mesa de honra contou
com a presença do professor doutor Nuno Crato, Ministro da Educação e
Ciência, engenheiro Fernando Sebastião, presidente do Instituto
Politécnico de Viseu, professor Joaquim Mourato, presidente do Conselho
Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) e do dr. João
Rebelo Cotta, presidente do Conselho Geral do Instituto Politécnico de
Viseu.
A cerimónia teve o seu início com um sublime momento
musical com a performance da soprano Cristina Aguiar, professora da
Escola Superior de Educação de Viseu, acompanhada ao piano pela
professora Ala, docente do Conservatório de Música Azeredo Perdigão.
Depois de
oficialmente aberta a sessão, foi conferida posse ao reeleito presidente
do Instituto Politécnico de Viseu, engenheiro Fernando Sebastião, pelo
presidente do Conselho Geral do IPV, dr. João Cotta. Um ato muito
ovacionado, de pé, por todos os presentes.
De seguida, o
presidente do Politécnico de Viseu assinou os despachos de nomeação dos
vice-presidentes da instituição, que tomaram posse de imediato. Assim,
foram empossados na qualidade de vice-presidentes do Instituto (função
que também exerceram no mandato anterior) a professora doutora Maria
Paula Carvalho, professora coordenadora da Escola Superior de Educação
de Viseu, professor doutor Pedro Rodrigues, professor adjunto da Escola
Superior Agrária de Viseu e professor José dos Santos Costa, professor
coordenador da Escola Superior de Saúde de Viseu.
No início das
intervenções, usou da palavra o presidente do Conselho Geral do
Instituto, que centrou a sua intervenção na extrema relevância que o IPV
tem para a região de Viseu e para o seu desenvolvimento sustentado.
Para o dr. João Cotta, e fundamentando a sua afirmação na opinião
generalizada dos empresários, “o Instituto Politécnico é a instituição
mais importante para o desenvolvimento do distrito e região de Viseu”.
Nas palavras do presidente do Conselho Geral, a instituição “é mais
importante que qualquer rede viária”, enfatizando ainda “a plena
aceitação dos diplomados do IPV no mercado, ocupando lugares de destaque
nas empresas e serviços da região”. Para o futuro apontou “o caminho da
excelência” como único trilho a seguir. Concluiu a sua intervenção
propondo ao Ministro da Educação e Ciência que os “institutos
politécnicos passem a designar-se como universidades de ciências
aplicadas”.
Seguidamente, o
presidente do CCISP, professor Joaquim Mourato, abordou a importância,
cada vez mais acentuada, do ensino politécnico para o desenvolvimento de
Portugal, aludindo à realidade europeia onde em alguns países “o ensino
politécnico tem uma relevância determinante para o desenvolvimento
sustentável das nações”. O impacto socioeconómico dos institutos
politécnicos portugueses nas regiões nas quais estão inseridos e as
virtualidades, bem como as dificuldades que a conjuntura atual propicia,
do ensino politécnico, foram outras das temáticas centrais abordadas.
No seu discurso de posse, o reeleito presidente do
Instituto Politécnico de Viseu, engenheiro Fernando Sebastião,
apresentou as linhas programáticas para os próximos quatro anos de
mandato. Após os cumprimentos aos convidados e a referência ao presente
da instituição, o presidente focou a sua comunicação nos novos desafios
que se deparam às instituições de ensino superior em geral, e ao IPV em
particular, muito pela realidade da conjuntura económico-financeira que o
país atravessa “reassumo funções como presidente do Instituto
Politécnico de Viseu num momento particularmente difícil, num contexto
de grave crise económica que se reflete no défice e dívida pública do
Estado Português, na elevada taxa de desemprego e na redução do
rendimento das famílias e das empresas. Esta situação tem, naturalmente,
implicações no Instituto, refletindo-se na redução do seu financiamento
e nas dificuldades acrescidas dos estudantes no acesso e no
prosseguimento de estudos no ensino superior”. Para o presidente do IPV
“em períodos de crise, o imobilismo é a pior estratégia a ser seguida
por qualquer organização. A flexibilidade e a adaptação ao contexto
envolvente são, por isso, condições essenciais à sobrevivência e ao
sucesso da nossa instituição”. Sobre o Instituto a que preside, quer
pela diversidade da oferta formativa que oferece, quer pelo
desenvolvimento de projetos de investigação aplicada e da ligação que
tem vindo a ser efetivada com o tecido empresarial e demais organizações
públicas e privadas, considera-a inequivocamente como “um pilar
estruturante do desenvolvimento da região, na medida em que cria
condições para a inovação e reforço da competitividade das empresas e
modernização das demais instituições”. Afirmou ainda que “não se pode
deixar de realçar a importância do Politécnico, dado o número de
empregos gerados e fixação na cidade de 6 000 estudantes, pelo impacto
que tem ao nível do comércio e demais atividades económicas locais e
pela animação que trazem à cidade. Julgo ser fácil de constatar que ao
aumento populacional que tem vindo a verificar-se na cidade de Viseu não
é alheia a existência do IPV”. O elevado impacto económico regional do
Instituto, recentemente quantificado em estudo elaborado pelo
CI&DETS, Centro de Investigação do Politécnico de Viseu, foi outro
tema de destaque na intervenção do engenheiro Fernando Sebastião,
realçando que “cada euro despendido pelo Estado gera um nível de
atividade económica de 5 euros. O Orçamento de Estado relativo ao IPV,
no corrente ano, é da ordem dos 15 milhões de euros sendo o seu impacto
direto e indireto de 70 milhões, valor que corresponde a 5 % do PIB da
região. Para além disso, o IPV gera, de forma direta e indireta, 3300
empregos que correspondem a 6 % da população ativa de Viseu e de
Lamego”.
As linhas
estratégicas para o novo mandato assentam na qualificação do corpo
docente, através da atribuição de 150 bolsas de doutoramento, operada no
anterior mandato da presidência, sendo que “a curto prazo, o Instituto
poderá contar com cerca de 300 professores doutorados, mais de 70% do
seu corpo docente, situação que reforça a sua capacidade científica e,
em consequência, a qualidade da formação ministrada, a investigação e a
transferência de conhecimento”, bem como no empreendedorismo, que tem
vindo a ser incrementado, evidenciado na recente construção do CITTEC –
Viseu, que integra uma unidade incubadora de empresas, na investigação e
no reforço de parcerias e ligação com a comunidade envolvente. Concluiu
a sua intervenção resumindo os cenários presente e futuro da
instituição “no atual contexto, estando fora de questão qualquer
possibilidade de crescimento, a estratégia do IPV passa pela
consolidação e melhoria contínua da qualidade de formação, investigação e
dos serviços que presta, com a consciência de que o reconhecimento da
relevância do IPV tem sido e continuará a ser, no futuro, um fator
essencial para a captação de mais e melhores estudantes”.
No encerramento dos
discursos, o Ministro da Educação e Ciência, professor doutor Nuno
Crato, começou por saudar o reeleito presidente do Instituto,
cumprimentando-o ainda pela grande ovação que a plateia lhe
proporcionou, demonstrativa “da estima e apreço que tem pelo seu
presidente”. Para o ministro “é de lideranças fortes, mas partilhadas,
que precisamos nos nossos politécnicos”. Para o professor Nuno Crato “os
politécnicos são parte da solução dos problemas do país e estão a
responder bem aos problemas que atualmente vivemos”. Com uma intervenção
muito centrada nos jovens, referiu ainda que “quanto melhor preparados
estiverem, com maiores habilitações e qualificações, melhor será o seu
futuro”. Concluiu a sua intervenção incentivando os jovens a
prosseguirem os seus estudos e exortando o Politécnico de Viseu a uma
crescente proximidade às empresas e ao tecido produtivo.
Antes das
inaugurações previstas no programa, tempo ainda para mais um momento
mágico de performance musical, de novo a cargo da soprano Cristina
Aguiar, acompanhada ao piano pela professora Ala.
Após a sessão solene, o programa contemplou ainda a
inauguração do novo Pavilhão Polidesportivo do IPV e do CITTEC – Viseu
(Centro de Inovação e Transferência de Tecnologia do Instituto
Politécnico de Viseu), que inclui a nova unidade incubadora de empresas.
Estas novas valências da instituição, com um custo
total de dois milhões de euros, tiveram um financiamento da
Administração Central de duzentos mil euros, tendo o restante sido
obtido através de receitas próprias do Instituto Politécnico de Viseu. A
aquisição do mobiliário, no valor de cinquenta mil euros, foi
assegurada pela ADIV, unidade interface do IPV. O novo edifício fica
localizado dentro do campus politécnico.
No final da cerimónia, os participantes desfrutaram de um Dão de Honra.

Perfil do Presidente do Instituto Politécnico de Viseu

Natural de Mortágua, onde nasceu em 20/02/1958, Fernando Lopes Rodrigues Sebastião
reside atualmente em Viseu. Professor coordenador de nomeação
definitiva da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu iniciou as
suas funções na ESTGV em agosto de 1988.
Licenciado em Engenharia Eletrotécnica pela
Universidade de Coimbra, concluiu Mestrado em “Políticas e Gestão do
Ensino Superior”, na Universidade de Aveiro.
Dos muitos cargos exercidos, relevem-se os 10 anos de
presidência da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu, de 1995
a 2005. De igual modo, é ainda de realçar o cargo que desempenhou como
vogal da Comissão Instaladora da ESTGV, no arco temporal compreendido
entre 1988 e 1995, ano em que se tornou o primeiro presidente eleito
desta escola superior do IPV.
É Presidente do Instituto Politécnico de Viseu desde 15 de setembro de 2008.
Esta nova eleição, reconduziu o engenheiro Fernando
Sebastião à liderança do Politécnico de Viseu para exercer um novo
mandato para o quadriénio 2013/2017.

Perfil dos vice-presidente do Instituto Politécnico de Viseu

Maria Paula Martins de Oliveira Carvalho
é professora coordenadora da Escola Superior de Educação do IPV, onde
pertence à Área Científica de Ciências da Natureza desde 1983. Como
funções dirigentes destaque-se o facto de ter sido presidente da
Comissão Instaladora da ESEV, de 1992 a 1996, e presidente do Conselho
Científico da mesma Escola, de 1996 a 1998. É licenciada em Física, Ramo
Educacional, pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e
doutorada em Educação em Ciências, pela Universidade de Londres – King’s
College London.
Pedro Rodrigues
é professor adjunto da Escola Superior Agrária do IPV, na área de
Engenharia Rural. Entre julho de 2000 e janeiro de 2006 exerceu o cargo
de presidente do Conselho Diretivo da ESAV. É licenciado em Engenharia
Agronómica, Ramo de Engenharia Rural, pelo Instituto Superior de
Agronomia da Universidade de Lisboa, mestre em Engenharia da Rega e dos
Recursos Agrícolas, pelo Instituto Superior de Agronomia da Universidade
de Lisboa e doutorado em Engenharia dos Biossistemas, pela Universidade
de Lisboa.
José dos Santos Costa
é Professor Coordenador da Escola Superior de Saúde do IPV, pertencendo
à Área Científica Médico-Cirúrgica. Como funções dirigentes exercidas
relevem-se as de Presidente do Conselho Científico, de 2003 a 2005, e de
Vice-Presidente do Conselho Diretivo da mesma Escola, de 2005 a 2008. É
licenciado e Especialista em Enfermagem Médico-Cirúrgica e em Medicina
Dentária, pela Universidade Católica do Porto/Centro Regional das Beiras
e Mestre em Ciências de Enfermagem, pelo Instituto de Ciências
Biomédicas Abel Salazar, Universidade do Porto.
fonte:IPViseu

Fornos de Algodres recebe jogos da amizade

Os XIV Jogos da Amizade realizam-se este ano em Fornos de Algodres, nos dias 20, 21 e 22 de Setembro, com a participação de equipes de Voleibol e Ténis de mesa de vários pontos do País ( Viseu, Aveiro, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Porto e Vila Real ).

Dia 21 realiza-se um passeio de clássicos entre Viseu e Fornos de Algodres e as viaturas
estarão expostas em frente ao Município.

RTP em Celorico da Beira

A tarde deste sábado foi de grande festa , pois em Celorico da Beira, num dos jardins da vila, capital do queijo da serra, acolheu p programa, “Aqui em Portugal”, apresentado por Sónia Araújo e Helder Reis, assim para além dos muitos artistas que passaram em palco, também foi dado a conhecer todas as maravilhas que este concelho celoricense possui e também muito publico que compareceu em massa,
uns mais curiosos, outros para aparecer na TV, outros para se divertir e onde também houve diversas barraquinhas com diversas atrações.

São este tipo de programas que dinamizam os concelhos do interior deste nosso Portugal cada vez mais desertificado.

txto e fotos:António Pacheco

Conversa com Alexandre Lote, Coordenador da JS Fornos

Fomos conversar com o líder da JS Fornos, Alexandre Lote
 
Magazine serrano-Que balanço faz sobre a sua liderança na JS desta localidade neste período?
Alexandre  Lote-Na JS de Fornos de Algodres os balanços centrar-se-ão sempre no trabalho da estrutura e não, no trabalho desta ou daquela liderança. Aquilo que posso dizer hoje, é que tem sido um enorme orgulho liderar um projeto, que nasceu com seis jovens e que rapidamente atingiu a centena de militantes. Definimos sempre de modo claro que, de pouco interessava o tamanho da estrutura, se os resultados práticos da sua dimensão não se traduzissem na elaboração de momentos de reflexão e propostas concretas para o concelho. Este objetivo tem sido amplamente alcançado ao longo destes dois anos e meio, conforme o comprova as inúmeras iniciativas que promovemos nas mais variadas áreas, desde o Comércio Local, Empreendedorismo, Agricultura, até ao Desporto e Apoio Social. Relativamente a iniciativas de Apoio Social, recordamos com orgulho o reconhecimento da imprensa regional e nacional, pelo Programa de Comparticipação das Vacinas Prevenar e Synflorix lançado em Agosto
de 2010, para todas as crianças com menos de dois anos de idade no nosso concelho. Comprovámos ao longo de todo este tempo, as imensas qualidade da nossa juventude, que têm obrigatoriamente, repito obrigatoriamente, ser
colocadas ao serviço do nosso concelho, sob pena de perdemos o maior ativo para inverter o rumo de decadência que vive Fornos de Algodres.
 MS– Ser Líder da Juventude Socialista é um desafio que requer muita ação porque estamos a meio ano das
autarquias 13!?
AL-Ser líder da JS de Fornos de Algodres requer muita atenção, tão e somente porque torna essencial disponibilizar diariamente as minhas capacidades ao serviço de um concelho que tem tudo para ser diferente daquele que hoje conhecemos. Na sua pergunta pode estar implícita, uma forma de olhar para as juventudes partidárias como estruturas criadas a alguns meses de eleições, com o único intuito de ser parte de “máquinas partidárias” que procuram alcançar resultados eleitorais. Desde cedo contrariámos e tornámos impossível a atribuição desse rótulo, através da dinâmica demonstrada pela própria estrutura. Não queremos ser unicamente atores relativamente à construção do futuro para o nosso concelho. Todas as estruturas da Juventude Socialista e do Partido Socialista,
qualquer que seja a sua dimensão territorial, sabem que, no concelho de Fornos de Algodres há uma juventude ativa, com capacidade organizativa e ideias para lutar pelas suas gentes e território, independentemente do calendário
eleitoral.
 MS-A juventude de hoje são os homens de amanhã, que conselhos a dar a estes jovens de hoje?
AL-Mais do que conselhos os jovens precisam que lhes seja devolvida a esperança. Devolver a esperança, criando condições para que a geração mais capaz, a mais bem preparada, retire o peso da precariedade e do desemprego de cima dos seus ombros e horizontes. Devolver a esperança, dando espaço e fomentando a participação dos jovens na vida da sua comunidade, qualquer que seja a via utilizada. Devolver a esperança, responsabilizando também a juventude por decisões com impacto direto na vida das suas populações. Devolver a esperança, criando condições para que todos os jovens tenham elevada probabilidade de alcançar o projeto de vida com que sonharam. Em suma, a grande maioria dos conselhos que hoje são dados, derivam da percepção errada, de que a juventude está desmotivada, porque prefere ficar sentada a criticar do que erguer-se e partir à procura de soluções. Percepção errada porque, a partir do momento em que os jovens voltarem a ver a luz ao fundo do túnel, seja a nível nacional ou
concelhio, a dinâmica da juventude será aquilo com que todos sonham, mas todos consideram impossível alcançar.
MS- Que objetivos tem já delineados para mobilizar os jovens de hoje?
AL-A mobilização dos jovens de hoje, só pode ser feita através de uma política de proximidade, projetos e pessoas com as quais os mesmos se identifiquem. Sem qualquer um destes pressupostos, será impossível credibilizar a política e mobilizar uma juventude ávida por participar, mas desconfiada relativamente ao efeito da sua participação. Quanto
a projetos, podemos desde já avançar que o Orçamento Participativo Jovem será um pilar do programa eleitoral do Partido Socialista à Câmara Municipal de Fornos de Algodres. Esta será uma conquista não para a JS de Fornos de
Algodres, mas para todos os jovens deste concelho que anseiam ter voz na definição do futuro da sua comunidade.
MS- Ao longo deste tempo tem organizado alguns eventos com jovens, que balanço? Que evento vai surgir de
imediato?
AL-O balanço dos eventos que realizámos não podia ser mais positivo. Ao longo destes dois anos e meio, utilizámos estes momentos, como os alicerces de uma casa (concelho diferente para melhor) que queríamos e queremos ajudar a construir. Para além da forte participação com que sempre contámos, conseguimos colocar os fornenses a pensar o concelho de modo aberto, descomplexado, interessado e interessante. As propostas ou ideias de que deles saíram são um ativo que utilizaremos na apresentação do nosso manifesto eleitoral.
Quanto a iniciativas propriamente ditas, realizaremos no próximo dia 17 de Maio, uma Conferência direcionada a
dar resposta à implementação de projetos no nosso concelho.
MS- As autarquias estão à porta,depois de três mandatos de José Miranda, surgem caras novas, no PS, Manuel
Fonseca é o candidato. Como define o candidato?
AL-Definir o candidato do PS, Dr. Manuel Fonseca é falar em primeiro lugar de um Fornense que gosta verdadeiramente da sua terra e das suas gentes.
Falar em Manuel Fonseca é falar num dos mais prestigiados economistas do Distrito da Guarda, o que será certamente uma enorme mais-valia, na gestão de um dos municípios com maiores dificuldades financeiras de todo o País.
Falar em Manuel Fonseca é falar em alguém, que não chegou só agora à política em Fornos de Algodres. O Dr. Manuel
Fonseca é deputado municipal desde 1989, tendo desenvolvido desde bem cedo portanto, a sua atividade cívica e política no nosso concelho.
Falar em Manuel Fonseca é falar num militante do Partido Socialista, que sempre foi fiel aos seus valores e
princípios.
Falar em Manuel Fonseca, é falar num fornense com passagens pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fornos, Banda Filarmónica de Fornos de Algodres, Caixa de Crédito Agrícola Mútuo, Clube Desportivo e Cultural “Os Beirões”, Associação Desportiva de Fornos de Algodres e Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Fornos.
Em suma, falar do candidato Manuel Fonseca é falar verdadeiramente em Fornos de Algodres, seja no passado, no
presente ou no futuro!
MS- Como vai contrapor as ideias que a JSD vai lançando aos jovens?

AL-O que nos move não é contrariar ideias que outras juventudes partidárias possam apresentar, mas sim, contrariar o rumo que o concelho teima em seguir. Durante estes dois anos e meio, sempre tivemos agenda própria, nunca andámos a reboque de ninguém, e fomos com toda a certeza, uma juventude atenta, reivindicativa, humanista,
solidária, exigente e apostada na criação de um projeto de mudança para o nosso concelho.

Concelhia da Guarda do PSD em remodelação

A comissão política concelhia do PSD da Guarda
deliberou ontem à noite, com duas abstenções, demitir-se como forma de
protesto contra a escolha de Álvaro Amaro para candidato à Câmara.

A secção liderada por Manuel Rodrigues voltou a
reafirmar que o presidente da concelhia foi o nome proposto, por
unanimidade, à Distrital, que não o validou, e que não apoia outro
cabeça-de-lista «de fora do concelho».

É mais um problema para a Distrital, depois de,
na Mêda, a concelhia local ter anunciado que não vai fazer campanha com
Paulo Amaral, também escolhido pela Comissão Política Distrital. Além
disso, vários militantes ameaçam que vão desfiliar-se, nomeadamente o
histórico João Mourato, antigo presidente de Câmara.

fonte:o interior

Marcelo Gutierrez vence Gouveia International Downhill 2013

 
 
O
espanhol Marcelo Gutierrez foi o grande vencedor do Gouveia
International Downhill 2013. O atleta da Giant Fatory Team foi o mais
rápido na nova pista de downhill de Gouveia com o tempo de 3:32.418. O
português mais rápido foi Cláudio Loureiro com 3:39 que ocupou o oito
lugar da geral e Emanuel Pombo, o campeão nacional de downhill, ficou no
10º lugar. A elite feminina foi ganha pela suiça Miriam Ruchti da
equipa SC Intense com o tempo de 4:37m.

O
Gouveia International Downhill 2013 marcou uma nova etapa do evento em
Gouveia. A abertura de uma nova pista de downhill na encosta do
Farvão/Escola Apostólica Cristo Rei (seminário) veio aumentar a oferta
de pistas para a prática da modalidade. A pista da encosta do Farvão
revela um percurso onde a capacidade técnica dos atletas é colocada à
prova desenvolvendo uma oferta complementar à pista implementada nas
edições anteriores na encosta do parque ecológico.
O
evento ficou marcado pelo mau tempo. A muita chuva que pontuou o
fim-de-semana, principalmente no domingo complicou a vida aos atletas,
que ainda assim reconheceram a capacidade da nova pista e os desafios
técnicos ao longo da descida. A pista concebida com cerca de 2 km liga o
Alto do Tovio à Escola Apostólica Cristo Rei onde esteve localizada a
meta e as áreas de apoio ao evento.
O
Gouveia International Downhill marcou, mais uma vez, a época desportiva
do downhill em Portugal. Sendo a única prova nacional com a categoria
UCI 1 a presença de equipas internacional do ranking UCI (Giant Fatory
Team/ Chainreactioncycles/ Team Madison) revela o impacto da prova de
Gouveia onde a forte presença de atletas internacionais é uma constante.
fonte:Municipio de Gouveia

II Passeio TT dos BVFornos de Algodres

Teve lugar neste sábado o II Passeio TT dos BVFA, que assim percorreu os trilhos deste concelho de Fornos de Algodres, assim participaram cerca de quatro dezenas de jipes e uma dezena de motos.
A chuva deu tréguas e assim a prova foi mais colorida, onde o ponto alto teve lugar no parque de merendas em Infias, onde teve lugar a pista de obstáculos naturais, pois, os intervenientes tinham de ser bastante astutos para poder passar tais obstáculos, onde o publico também nesta fase era muito para ver a perícia dos condutores que procuravam ao máximo caprichar na condução.
Foi assim um dia diferente de todo terreno para esta gente que gosta de adrenalina elevada.

No final a organização estava satisfeita com o evento.

txto e fotos: António Pacheco

Chegou a Primavera

A primavera (AO 1945: Primavera) é a estação do ano que se segue ao Inverno e precede o Verão. É tipicamente associada ao reflorescimento da flora e da fauna terrestres.

A Primavera do hemisfério norte é chamada de “Primavera boreal”, e a
do hemisfério sul é chamada de “Primavera austral”. A “Primavera boreal”
tem início, no Hemisfério Norte,começa em 21 de Março e termina em 21 de Junho. A “Primavera austral” tem início, no Hemisfério Sul, a 22 de Setembro e termina a 21 de Dezembro.

Primavera.

Do ponto de vista da Astronomia, a primavera do hemisfério sul inicia-se no equinócio de Setembro e termina no solstício de Dezembro, no caso do hemisfério norte inicia-se no equinócio de Março e termina no solstício de Junho.

Como se constata, no dia do equinócio
o dia e a noite têm a mesma duração. A cada dia que passa, o dia
aumenta e a noite vai encurtando um pouco, aumentando, assim, a
insolação do hemisfério respectivo.

Estas divisões das estações por equinócios e solstícios poderão ser
fonte de equívocos, mas deve-se levar em conta a influência dos oceanos
na temperatura média das estações. Na Primavera do hemisfério sul, os
oceanos meridionais ainda estão frios e vão aos poucos aquecendo,
fazendo a Primavera ter temperaturas amenas ao longo desta estação.
fonte:Wikipedia