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Tag Archives: ad fornos de algodres

AF Guarda- V.F. Naves- AD Fornos de Algodres-1-2

O Estádio do Picoto a receber mais uma ronda relativa ao distrital maior da AF Guarda, com os vilafranquenses a defrontar os fornenses, onde o triunfo sorriu aos visitantes.

Uma fase inicial muito entusiasta para ambas as equipas, que procuraram o ataque, mas foi a turma fornense a abrir o ativo por volta do minuto 15, por intermédio de Baldé.

Uma reação dos locais  surgiu , mas seriam os fornenses novamente a marcar e desta forma por Marcelo ao minuto 34.

Destacava -se a manobra atacante visitante com Bruno Costa a conduzir as operações, mas o técnico local Zé Carvalho, tenta alterar algo e coloca novos jogadores em campo , as oportunidades vão surgindo e a defensiva fornense a responder positivo.

Muita luta pela posse de bola

Na segunda parte, foram duas equipas muito ativas, muita luta pela posse de bola e algumas ocasiões de golo iminente para ambas, mas perto do fim os fornenses ficam reduzidos a 10 e os vilafranquenses marcam e reduzem por intermédio de Zezito e assim ficou até ao fim com o triunfo a sorrir aos fornenses que conquistaram três pontos frente a uma excelente equipa de decerto vai ficar nos lugares do meio da tabela para cima. Arbitragem regular.

AF Guarda- AD Fornos de Algodres – SC Sabugal-3-1

Tarde de algum sol, com os fornenses a receber a turma do Sabugal, com uma moldura humana considerável no Municipal da serra da Esgalhada, com o triunfo a sorrir aos locais por três bolas a uma.

Até iniciou melhor no ataque o Sabugal com Bruno a criar um lance de perigo com Nuno Marçal a defender, mas o fornenses estavam motivados para vencer e vai daí, aos 20´, Yuri a colocar a bola na área e Bruno Costa a obrigar Rafael a defesa apertada. Pouco depois, nova investida dos fornenses e novamente Yuri a cruzar para Bruno Costa abrir o ativo, aos 25´, era um período forte dos pupilos de Hugo Pereira.

Houve alguma reação do Sabugal com Samuel a tentar a sua sorte, mas aos 29´, novo lance pela direita de Yuri, sem dúvida, um dos melhores em campo, a cruzar para Pedro Correia surgir na hora certa a finalizar para o segundo da sua equipa.

Novos lances de ataque surgiram , num deles, Amorim a obrigar Rafael a defesa apertada, mas até à pausa, o resultado não mexia, mas eis que antes do apito, Guilherme faz falta e vê segundo amarelo e consequente expulsão, para desagrado dos raianos o seu técnico Rodrigo acaba por ser expulso também.

Maior equilibrio

A segunda parte trouxe um futebol com alguns lances de ataque e um duelo entre Luís Gaspar, Bruno Costa e o keeper Rafael que defendeu bastante para evitar males maiores.

Por sua vez o Sabugal a reduzir por volta dos 59´, numa investida forte de ataque e fez um bom golo, mas em resposta Bruno Costa, minutos depois, volta a marcar , após nova arrancada de Yuri a colocar novamente no dianteiro e este a bisar na partida.

Desta forma, um triunfo que é justo para os fornenses que podiam ter marcado mais , mas fica a boa prestação dos raianos que possui jovens valores que vão certamente dar frutos a breve prazo.

Nos fornenses, destaque para Yuri a rubricar muitas assistências e a revelar-se um lateral com muita qualidade, onde nesta equipa, para já Bruno Costa vai sendo o matador desta equipa. Realce para o público que começa já a surgir em bom número para assistir aos jogos.Arbitragem regular.

AF Guarda- Foz Côa-AD Fornos de Algodres-2-1

O Municipal de Foz Côa acolheu mais uma ronda do distrital maior do futebol da Guarda, com duas velhas equipas conhecidas com grande historial entre si.

Nesta partida a sorte foi dos donos da casa que abriram o ativo muito cedo com Diogo Domingues a finalizar de forma certeira. Os visitantes tentaram a sua sorte e reagiram , mas a turma da casa estava determinada a vencer e vai daí novo golo surge aos 15´, com Telmo a conseguir emendar de forma certeira.

Os pupilos de Hugo Pereira pressionaram no sentido de reduzir e aos ´41´, eis que M.Baldé consegue finalizar antes do intervalo.

Para a segunda parte, muitas alterações de ambos os lados, alguns lances de perigo iminente mas o triunfo era dos homens do Côa, que tiveram pela primeira vez no banco o novo técnico, José Pedro.

50 anos ADFA- Campeões Distritais AF Guarda Seniores-1993-94

Nesta edição, apresentamos aqui um filme da temporada de 1993/94, que foi um ano de ouro, inesquecível na história do clube e da região. Dizemos isto, porque depois do grande jejum de conquistas, esse ano foi especial para todos os fornenses.

Com um arranque em ziguezague, dado que, estava difícil surgir um elenco diretivo, mas eis que a pouco tempo do términus das inscrições, surge um grupo de amigos liderado por António José Moreira (Tó-Zé) que reuniu as condições e assumiu o clube ficando como técnico Carlos Pacheco, um  ex- atleta deste clube.

Quanto ao plantel, alguns jogadores despontavam por aqui mas era preciso alguém que trouxesse mais-valia e neste caso veio da zona da Póvoa do Varzim, Agostinho e Castro que já defendiam as cores do clube, aliás foi com a vinda deles que o clube, anteriormente se tinha salvo numa época da descida de divisão, mas nesta temporada trouxeram com eles alguns jovens jogadores que procuravam singrar no futebol.

Desta forma, o plantel era bastante coeso, deixamos aqui o onze tipo:

 Carlitos, Tó Lopes, Fernando Jorge, Agostinho e Mário Jorge, João Pacheco (Pote), Dinis, Sérgio, Zé da Rita, Valdo e Castro.

Neste onze, salientava-se o forte poderio atacante de Castro como finalizador nato e de Valdo que tinha na sua velocidade a arma mais forte.

O Plantel campeão foi composto da seguinte forma:

Guarda-redes- Carlitos e Nando Pacheco.

Defesa- Tó Lopes, Fernando Jorge, Agostinho e Mário Jorge, João Pacheco (Pote), Carlos Manuel, Nené, Rui Pacheco, João Amaral e João.

Médios- Dinis, Sérgio, Zé da Rita, Toninho Águas, Nando Pompeu e Amaral.

Avançados: Valdo, Castro, Luís Alves, Paulo e Alexandre Freitas.

Treinadores: Carlos Pacheco (1ªfase) e Manuel Duarte (2ªfase).

J V E D PTS
1º AD Fornos de Algodres 30 16 9 5 71
2º GD Foz Côa 30 15 10 5 70
3º UD Pinhelenses 30 15 10 5 70
4º AD S.Romão 30 14 11 5 69
5º SC Sabugal 30 14 9 7 67
6º AD Manteigas 30 11 9 10 61
7º CRC Souropires 30 13 5 12 61
8º SC Vilar Formoso 30 11 8 11 60
9º ADRC Aguiar da Beira 30 10 9 11 59
10º Mileu-Guarda SC 30 11 5 14 57
11º CF Vilanovenses 30 8 9 13 55
12º GC Figueirense 30 8 9 13 55
13º SC Mêda 30 8 8 14 54
14º UFC Arcozelo 30 6 11 13 53
15º GDR Vale de Azares 30 6 10 14 52
16º ACD Castanheira 30 6 4 20 42

 

Foi uma temporada muito difícil, dado que, a fase inicial foi dura,  mas eis que, o rumo ao título começou a desenhar-se fortemente, desde o grande triunfo frente à UD Pinhelenses no velhinho Astolfo da Costa, com Valdo a ser o grande herói da partida.

Agora todos os jogos foram difíceis, mas alguns ficam sempre mais marcados, o Foz Côa era o grande candidato nessa temporada e digamos que a grande final aconteceu no mítico Estádio Dr. Moreira da Cruz, frente à turma do Foz Côa.

Nesta temporada, participaram 16 equipas, AD Fornos de Algodres, Foz Côa,Pinhelenses, S.Romão, Sabugal, Manteigas, Souropires, Vilar Formoso, Aguiar da Beira, Mileu-Guarda, Os Vilanovenses, Figueirense, Mêda, Arcozelo, Vale de Azares e Castanheira

Tarde alucinante de grandes emoções


Podemos dizer que, foi uma tarde de domingo alucinante, largas centenas de pessoas fornenses e dos concelhos limítrofes vieram para assistir a esta grande final, enchendo por completo o estádio, nunca nada assim tinha sido visto naquele local.

Antes do apito inicial do trio de arbitragem que foi requisitado a uma associação neutra a pedido dos clubes, grande festa se fazia nas bancadas, onde nem a chuva fazia parar essa euforia, com todos trajados a rigor, com camisolas, bandeiras e cachecóis.

O Foz Côa tinha vantagem pontual de um ponto sobre o Fornos, que jogava em casa e tinha uma enorme plateia a puxar pela formação fornense, que tinha feito estágio no Hotel em Celorico, uma oferta feita ao grupo de trabalho, que serviu para concentrar mais a equipa e fazer história.

  A euforia da massa adepta era grande, pois este encontro parecia de Primeira Liga, as bancadas estavam coloridas de verde e amarelo, com o fumo a colorir a entrada das equipas, a saudação e o cumprimento dos capitães que para os fornenses era importante jogar a 1ªparte para baixo e depois a segunda metade para cima, para a zona da entrada principal, era uma situação que os adeptos mais supersticiosos diziam ao ver a escolha de campo, “malta já ganhámos”, desde crianças, jovens e adultos de diversas idades todos estavam ali a puxar pelos fornenses.

Os homens do Côa também traziam público, que ficou por sua vez nas traseiras do banco de suplentes da sua equipa. Nesta temporada, o plantel do Foz Côa era recheado de ótimos jogadores, assim: Brandão, Torres, Casal, Pimenta, Tó Ramos, Mirandinha, Zé Carlos, Vério, Valdemar, Tueba, Henrique, Matroca, Raimundo, entre outros.

Os visitantes entram melhor e vai daí criaram calafrios à defensiva fornense, mas eis que numa disputa de bola um dos avançados do Foz Côa, quiçá uma das pedras basilares se lesiona e obriga a nova estratégia, mas o equilíbrio era grande e a luta a meio campo também era forte, mas eis que surge uma contrariedade, os fornenses ficam reduzidos a dez unidades.

Mas a vontade de vencer era grande e eis que num lance de qualidade, Castro num grande golpe de cabeça, abre o ativo para grande alegria de toda a falange de apoio fornense.

  A vitória não fugiu aos fornenses que fizeram grande festa com a evasão de campo de toda a gente e os jogadores, técnicos e dirigentes a festejarem fortemente, dado que, era fantástico, o Fornos ser novamente campeão, tinham passado muitos anos de jejum e estes jogadores que lutaram imenso, tinham conquistado o sonho de levantar a taça.

Pelas ruas, imensos carros, com largas centenas de pessoas a festejar noite dentro, a festa era total de um sonho que escapava há muitos anos, ou melhor era o coroar de êxito do trabalho efetuado no clube ao longo dos anos. Foi um triunfo do povo, dado que, era uma equipa que sempre entrou dentro das quatro linhas com garra de vencer.

Em suma, um título muito saboroso que valeu o regresso aos Nacionais da 3ªdivisão de futebol. A AD Fornos de Algodres mostrava a sua raça, fora e dentro de portas.

AF Guarda- AD Fornos de Algodres- GD Trancoso-0-1

Numa tarde algo cinzenta, teve lugar mais uma ronda do Distrital de Seniores da AF Guarda, com a turma do Fornos de Algodres a sair derrotado perante o GD Trancoso, pela margem mínima, mas se tivesse sido uma igualdade  era aceitável pelo trabalho desenvolvido pela turma fornense.

Não foi uma partida muito bem jogada em todo tempo , mas com bons lances desenhados, note-se que as equipas só agora estão a assimilar os esquemas táticos e a adquirir a forma ideal, uma vez que tiveram um grande tempo de paragem.

O Trancoso teve mais posse de bola na primeira parte, já os lances de perigo iminente não foram muitos de parte a parte.

Agora aos 37´, surge uma grande penalidade para os visitantes, onde Zezito converteu de forma certeira, abrindo o ativo.

Os fornenses tentaram chegar ao empate mas a finalização não saia bem.

Fornenses mais acutilantes

Após o reatamento, algumas mexidas naturais e o Fornos veio um pouco mais pressionante e teve algumas oportunidades para chegar ao golo mas a pontaria não foi a melhor.

Por sua vez , o Trancoso foi modificando o seu esquema e passou a jogar em ataque rápido, mas as defesas foram resolvendo.

Em suma, as equipas foram mostrando qualidade e o Trancoso segurou a vantagem e consolidou a liderança, já o Fornos apresenta um bom leque de jogadores que estão a crescer dia para dia em termos de qualidade, mas faltará afinar algo na finalização.

Arbitragem positiva.

 

 

 

AF Guarda- Trancoso mantém liderança e Fornos chega ao segundo lugar

Trancoso-Fornos-0-0

Esta quarta-feira, o Municipal Dr. Fernando Lopes acolheu o encontro relativo à 8ªronda do Distrital de Seniores da AF Guarda, com Trancoso e Fornos de Algodres a empatarem a zero bolas.

Assim perante este resultado, o Trancoso comanda esta série com 11 pontos e depois o Fornos de Algodres sobe à segunda posição, juntamente com Gouveia e Vila Franca das Naves com 9 pontos.

Foto de arquivo

50 anos- AD Fornos de Algodres – Estreia no Distrital da AF Guarda-1971/72

A Associação Desportiva de Fornos de Algodres nasceu no ano 1970, mas a competição oficial apenas surgiu na temporada 1971/72, apesar da sua filiação na Associação de Futebol da Guarda, ter acontecido no ano anterior, mas a decisão de alguns clubes não foi favorável à entrada em competição da AD Fornos de Algodres na temporada 1970/71, fez com que alguns atletas rumassem a Celorico, Mangualde e Trancoso.

Ainda assim registe-se que naquela altura todas as aldeias ao domingo se reuniam e jogavam amigavelmente. Ler Mais »

AD Fornos de Algodres em grande – 2009/10

Uma época que teve início numa Assembleia Geral em que João Santos se prontificou a liderar os destinos do clube depois de Bruno Faustino ter efetuado uma temporada difícil, dado que, assegurou a manutenção na derradeira partida.

O novo presidente vinha dos Estados Unidos, onde já tinha tido experiências no mundo do futebol, era oriundo da localidade do Ramirão e queria ajudar o clube e manter a equipa na 3ªdivisão. Era notória alguma inexperiência, mas reuniu-se com algumas pessoas e organizou uma direção onde surgiram alguns elementos com experiência do mundo do futebol.

Um vice-presidente muito ativo e um diretor desportivo que era um profundo conhecedor do futebol fornense José Cunha, para tal contrataram Nando Pompeu para treinar a equipa que teve como adjunto Pedro Azevedo.

Deste modo, um plantel que teve algumas saídas e entradas em relação ao da temporada anterior, assim na baliza esteve Cobra, Buffon, Ruben e Inácio, depois no eixo defensivo estiveram Alex, Valério, Sérgio, Abadito, Fábio Matos, Fábio Nascimento, Afees e Elias.

No setor intermédio marcaram presença Rui Lage, Pedro´s, Bruno Costa, Luisinho, Salcedas, Lote e Antero. Por sua vez o ataque esteve entregue a Nené, Bruno Filipe, Filipe, Titá e Cardoso.

Um plantel muito coeso, com elementos muitos experientes e com jovens promissores, face a isso foi uma temporada fantástica para a turma fornense.

A temporada iniciou com a Taça de Portugal, na visita a Montalegre e a vitória por duas bolas a zero, com Nené e Bruno Costa a marcarem, depois na ronda inicial do campeonato em Alcains, um triunfo por duas bolas a uma.

Depois deu-se o afastamento da Taça de Portugal frente ao Valenciano por 3-2, mas numa partida com erros de arbitragem para os fornenses.

O Campeonato regressou com a receção ao Mangualde e a vitória pela margem mínima com golo de Pedro´s de grande penalidade, mas viria nova derrota com o Anadia uma das equipas mais fortes desta série, por 2-0.

Seguiu-se novo triunfo em casa diante do Tocha por duas bolas a zero, depois a viagem ao Vigor e Mocidade, com a vitória que lhe permitiu chegar à liderança da prova, com golo de Cardoso.

Mas uma série menos boa se seguiu com empates e derrotas frente a BC.Branco, Sourense, Sp.Pombal, Gândara e Penamacorense, o soco na crise aconteceu frente ao Nelas na derradeira ronda da 1ªvolta da fase inicial, com goleada por 5-0, com golos de Salcedas(2), Filipe(2)e Titá, terminando em 5ºlugar.

 

Ataque muito forte

A segunda volta, trouxe nova goleada frente ao Alcains, por 4-1, com Titá a bisar, Bruno Costa e Nené, depois a deslocação a Mangualde com novo triunfo por duas bolas a uma e Filipe a bisar. Depois novo empate, mas num grande encontro de futebol frente ao candidato Anadia, com Rui Lage e Cardoso a marcarem, mas a igualdade a duas bolas foi o resultado.

Seguiu-se nova deslocação difícil, neste caso à Tocha com a partida a ser decidida na compensação com Filipe a marcar ao cair do pano.

Com a receção ao Vigor, novo triunfo pela margem mínima e subida à liderança da série, valeu o golo de Cardoso. A deslocação a Castelo Branco traduziu-se numa igualdade a uma bola com Sérgio a marcar, mas o Sourense veio a Fornos surpreender e venceu pela margem mínima e a deslocação ao Pombal não foi nada feliz e nova derrota por duas bolas a uma.

Nova recuperação, com o Gândara num triunfo por 3-0, com golos de Filipe, Sérgio e Luisinho.

A onda de vitórias manteve-se frente ao Penamacorense, com Luisinho a bisar e Filipe e Alex a marcar e depois na derradeira ronda da 1ªfase, mais uma vitória frente ao Nelas por três bolas a uma.

Uma grande fase final, mas começou mal, com empate a zero com Pombal e a derrota frente ao Sourense a repetir o feito da 1ªfase, depois foi a nova derrota perante o Gândara por 2-1.

O empate a duas bolas foi frente ao Mangualde, para vencer depois o Anadia por 2-1, numa das melhores assistências a nível de público.

As vitórias regressaram frente ao Pombal por 2-0, por sua vez a deslocação a Soure foi positiva e os três pontos dados por Luisinho, mas o Gândara voltou a surpreender com novo triunfo agora por 3-1.

Fornenses lutaram até ao derradeiro segundo em Anadia

Deste modo, valeu o triunfo frente ao Mangualde por 3-1 com golos de Pedro´s , Titá e Bruno Costa, para  derradeira ronda decorrer em Anadia , num grande encontro de futebol, com os fornenses a morrer na praia, com  empate a ser madrasto para os muitos fornenses que foram puxar pela equipa.

Uma grande prestação do Fornos de Algodres bem orientado por Nando Pompeu que viu a sua equipa ser repescada para participar na 2ªdivisão. Sérgio, Pedro´s foram os mais regulares com 31 jogos completos e Rui Lage jogou 30 e 1 incompleto, a nível de marcadores, Filipe foi o melhor marcador da equipa com 12 golos seguido de Titá e Bruno Costa com 8 golos.

Recentemente, faleceu o ex. presidente João Santos, vítima de doença prolongada, aqui fica uma homenagem ao ex. líder da Associação Desportiva de Fornos de Algodres.

 

III Série D 2009/2010

 

# Equipa J P
1 Anadia 32 40
2 Pombal 32 37
3 Fornos de Algodres 32 36
4 Gândara 32 34
5 Sourense 32 31
6 Mangualde 32 24
  Fase Manutenção    
7 Tocha 32 38
8 Benfica C. Branco 32 33
9 Vigor da Mocidade 32 33
10 Penamacorense 32 20
11 Alcains 32 10
12 Nelas 32 7

 

50 anos da ADFA—Caminhada na 3ªdivisão nacional (1994/95)

Após ter conquistado o título distrital em maio de 1994, era hora de preparar a nova temporada no Nacional da 3ª divisão, para tal algumas alterações foram efetuadas no seio do clube a muitos níveis.

A direção passou a ser um grupo agora coeso, liderado por Delfim Paulo Nunes, um homem com grande experiência no campo do associativismo, ladeou-se com um leque de pessoas muito ativas, como João Gomes, João Paulo, José Sobral, António Silva (Pechincha), Luís Lagarto, Cunha entre outros, que procuraram enfrentar um grande desafio, alcançar a manutenção nos Nacionais, objetivo difícil para as equipas do distrito dado que tinham descido anteriormente, Celoricenses, UD Seia e CD Gouveia, face a isso a missão era mais complicada, uma vez que as deslocações eram grandes e poucos clubes havia perto, Lus.Vildemoinhos, Belmonte , Penalva do Castelo, Nelas, Tourizense e Sp.Covilhã.

Agora a realidade era outra, uma vez que o plantel tinha de ter jogadores com alguma experiência e assistiu-se a uma debandada de alguns jogadores campeões para equipas da região, mas também o treinador era novo, Carlos Marques (Mourilhe), um homem com larga experiência como jogador e treinador e aliás tinha noutras andanças representado o clube na década de 80.

Direção e técnico formaram o plantel, alguns ficaram da temporada anterior, casos de: Carlitos, Pote, Valdo, Nen, Nando Pompeu, João Amaral, Fernando Jorge e Mário Jorge.

Chegaram alguns reforços da região: Calton (ex Sporting), mas tinha estado no GD Mangualde, Hilário, Martinho, Rui Ascensão, Gastão, Brás, Zé Miguel, Geraldo, Luís Patrício, José António, Luís Miguel, Zé Luís, Eusébio, Mota, Vítor e Rocha.

Triunfo em Rio Maior com casa cheia de fornenses

Foi um arranque complicado dado que, na ronda inicial a deslocação a Penalva do Castelo não correu bem, derrotados por 3-0, mas a chama reacendeu, numa deslocação inesquecível a Rio Maior a contar para a Taça de Portugal, com um triunfo de 2-1 com Hilário e Calton, a rubricarem os golos fornenses. Foi uma tarde que a comunidade acompanhou em massa a equipa juntando-se aos fornenses lisboetas que coloriram bem as bancadas de verde e amarelo.

O Campeonato ia correndo com triunfos e desaires, já na Taça de Portugal, os fornenses venceram o Alcanenense, por 2-0, mas viria a ser repetido por protesto dos visitantes e depois seria a derrota de 3-0.

A luta pela manutenção era forte e as derrotas acumulavam-se frente a adversários mais poderosos, mas eis que a receção ao UD Belmonte foi positiva e um triunfo por 5-2.

Seguiram-se jogos positivos, com 3 triunfos e 2 desaires que colocaram a equipa a salvo na 13ª ronda, no virar do ano civil, a alcançar a sexta posição após vencer na Mealhada por 2-1.

Depois o arranque do ano 95, não foi tão produtivo, dado que, em oito embates apenas 3 pontos, com o início de março, chegava a vitória frente ao Anadia pela margem mínima.

A fase inconstante manteve-se, alguns pontos em casa e desaires fora de portas, mas a reta final foi decisiva com o triunfo folgado por 4-1 frente ao Estarreja, um adversário direto.

Um momento de alívio

Aqui uma partida muito bem disputada, com os fornenses a mostrar muito empenho em arrecadar os três pontos e face a isso, Calton (22´) e Vítor (44´) colocam a sua equipa com vantagem de duas bolas sem resposta ao intervalo.

Na segunda parte, Zé Luís volta a chegar ao terceiro golo e pouco ou nada os visitantes faziam, só mesmo aos 76´, Luís Pedro fez o tento de honra para o Estarreja, mas os pupilos de Mourilhe ainda marcaram mais uma vez para grande festa no velhinho Municipal Dr. Moreira da Cruz, com Mota, aos 89´a fechar a contagem num grande triunfo fornense.

Seguiram-se quatro embates e apenas uma derrota frente ao Argus por duas bolas a zero, mas ficaram triunfos importantes (Mealhada e S.João Ver) e depois era hora de receber o líder Cucujães, onde já tinha subido, mas ainda assim veio com muito público para puxar pela equipa num bom jogo entre duas equipas que dividiram os pontos, com igualdade a duas bolas e a manutenção a ficar assegurada e a festa era grande no Municipal Dr. Moreira da Cruz.

A derradeira ronda serviu de passeio à serra da Estrela e rodar jogadores mas terminaria numa derrota de 5-0.

Em suma, uma temporada difícil, com a inexperiência a acontecer mas a turma de Carlos Marques foi forte e a sua direção foi muito destemida e acreditou sempre assim como a massa adepta que acompanhou sempre formação fornense para todo o lado. Onde o Fornos jogava era sempre uma festa para a equipa da casa, as receitas aumentavam.

Uma nota de destaque para a massa associativa que acompanhava o clube em casa e fora em grande escala, iniciou aqui a afirmação na 3ªdivisão nacional.

Nesta temporada em 34 jogos, 11 vitórias, 8 empates e 15 derrotas, marcou 48 golos e sofreu 56 golos.

Aqui fica respetiva classificação final na temporada 1994/95.

P J V E D GM GS DG
1 At. Cucujães 78 34 24 6 4 64 22 +42
2 SC Covilhã 73 34 22 7 5 62 22 +40
3 Arrifanense 69 34 20 9 5 58 22 +36
4 Penalva Castelo 57 34 16 9 9 52 32 +20
5 Avanca 56 34 16 8 10 72 61 +11
6 Anadia FC 48 34 12 12 10 51 37 +14
7 S. João Ver 48 34 13 9 12 50 47 +3
8 Oliv. Bairro 44 34 11 11 12 32 41 -9
9 Marialvas 43 34 11 10 13 27 37 -10
10 Tourizense 42 34 11 9 14 42 46 -4
11 Fornos de Algodres 41 34 11 8 15 48 56 -8
12 Estarreja 40 34 10 10 14 32 36 -4
13 Nelas 40 34 11 7 16 33 40 -7
14 Lusitano Vildemoinhos 36 34 9 9 16 35 47 -12
15 Argus 35 34 7 14 13 38 51 -13
16 UD Belmonte 33 34 10 3 21 36 74 -38
17 Mortágua FC 30 34 7 9 18 22 58 -36
18 Mealhada 27 34 7 6 21 38 63 -25

 

AD Fornos de Algodres na Taça de Portugal-Época 80/81

Medideira tremeu com os fornenses

Recuamos à temporada de 1980/81, com a AD Fornos de Algodres a mostrar o seu valor na 3ªDivisão Nacional e na Taça de Portugal, onde fez tremer o Amora, uma equipa a militar na época na 1ªDivisão Nacional.

Deste modo, nesta temporada, o Nacional da 3ªDivisão não correu tão bem, mas na Taça de Portugal o brilho foi grande, defrontando grandes equipas nacionais.

Assim, na ronda inaugural da prova rainha, 1/128 finais, a turma fornense defrontou o Sp. Covilhã, com o desaire a surgir e face a isso, numa partida em que os leões da serra foram mais fortes, mas os fornenses pela boa réplica que mostraram na verdade mereciam ter chegado ao prolongamento.

Para os leões da serra, marcaram aos 24´e 29´, digamos que foi repentino e na segunda parte, a turma fornense foi mais forte e Paulo Menano a reduzir aos 80´.

Seguiu-se uma repescagem na prova rainha, com a turma fornense a receber o Niza e Benfica e aqui o Estádio Dr. Moreira da Cruz foi talismã, dado que, aconteceu um triunfo por duas bolas a uma.

Seguiu-se nova ronda e desta vez, em sorteio calhou, o Amora FC, uma equipa da 1ªDivisão Nacional, orientado por Mourinho, pai de José Mourinho, com jogadores que seguiram para carreiras de destaque nos grandes portugueses, ora ia ser “David contra Golias”, mas os fornenses não se intimidaram.

O Nacional da 3ªDivisão não corria da melhor maneira, pois o plantel tinha sofrido algumas saídas em relação à temporada anterior.

Os fornenses rumaram ao sul com vontade de vencer, pois a taça era boa oportunidade de estes jogadores mostrarem o seu valor, muitos foram os fornenses residentes na área de Lisboa se deslocaram à Medideira para ver a sua equipa e se juntarem à claque que foi da Serra da Estrela.

Uma partida jogada no campo da Medideira, com Augusto Bailão da AF Lisboa, auxiliado por Raúl Ferreira e Carlos Jesus.

Por sua vez, o Amora apresentou: Torres, Hélder, Figueiredo, José Mendes, Peixoto, Pinto, Francisco Mário (Cruz, 76´), Arnaldo(c), Pereirinha (Coutinho, 62´), Jorge Silva e Diamantino.

Treinador: Félix Mourinho

AD Fornos de Algodres: Sobral, M.Duarte, Toninho, Cunha, Mourilhe, Verdelhos, José António, Puskas(Pinto,62´), Paulo Menano, Alfredo e Paquete(Matias, 80´).

Treinador: Bento Couceiro

Golos: Puskas, 10´; Jorge Silva,30´; Paulo Menano,57´; Figueiredo, 60´; Jorge Silva, 73´; Coutinho, 75´;

Duas vezes na frente e reta final a decair

Uma entrada forte dos serranos, com o Amora a dar um pouco de espaço, pois pensou ser fácil, mas os fornenses, abriram o ativo aos 10´com Puskas a iniciar o sonho que quase era realidade, na verdade, o Fornos teve bons momentos de futebol.

Jorge Silva a mostrar a qualidade e assim a empatar a partida, mas os visitantes não baixaram os braços e mostraram empenho, levando a igualdade para a segunda parte.

Após o reatamento, os fornenses voltaram à carga, com o segundo golo a surgir por Paulo Menano, aos 57´, voltando a passar para frente do marcador.

O Amora a reagir de imediato, com a igualdade aos 60´por Figueiredo, os fornenses tentaram equilibrar, mas na verdade, foram os locais a ampliar.

Chegaram mais dois golos para os visitantes, com Jorge Silva e Coutinho a fechar a conta, onde o Fornos deu a sua réplica mostrando mais valor.

Em suma, um bom árbitro, numa partida onde a turma fornense mostrou trabalho e empenho, com a meia surpresa a acontecer, dado que, a turma fornense conseguiu enervar o Amora.