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Tag Archives: Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres

Aulas regressam em Fornos de Algodres

As aulas estão de regresso ao Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres (AEFA) face a isso em comunicado este agrupamento informa que:

– as aulas terão início no dia 17 de setembro para todos os níveis de ensino e em todas as escolas e jardins-de-infância do agrupamento;

– o horário de início das atividades letivas é:

  • Jardins-de-infância e escolas básicas – 09:00 h;
  • Escola Básica e Secundária – 08:50 h.

– As atividades iniciar-se-ão com apresentações no primeiro tempo e de acordo com o horário nos restantes;

– Os horários das turmas da escola sede já estão disponíveis para consulta na escola e nos GIAE online;

– os alunos do 5º ano, serão recebidos à entrada da escola sede pelos respetivos diretores de turma no dia 17/09 às 08:50 h. Os encarregados de educação acompanham os alunos, caso o pretendam, até junto do diretor de turma;

– os alunos dos outros anos de escolaridade deverão dirigir-se às salas das respetivas turmas;

– está disponível na página do agrupamento (www.ae-fa.pt) documento “organização e funcionamento das atividades letivas e formativas” onde está programado o funcionamento das atividades nos diferentes espaços do AEFA.

Artigo de reportagem:”Usa a tua influência para dizer não à violência”

Usa a tua influência para dizer não à violência:

Deputados de Fornos de Algodres no Parlamento dos Jovens

Foi durante o mês de outubro de 2019 que os alunos da Escola Básica e Secundária de Fornos de Algodres receberam a boa notícia de que a nossa escola estava inscrita mais um ano na iniciativa do Parlamento de Jovens, tendo esta edição como mote “Violência Doméstica e no Namoro: como garantir o respeito e a igualdade?”.

Empenho foi uma característica que nunca faltou às nossas e aos nossos alunos, tendo estes elaborado 3 listas para concorrer à Sessão Escolar, sessão esta que é o primeiro passo para uma futura participação na Sessão Distrital.

Depois de muitas semanas de reflexão, debate, e um certo companheirismo (até porque, ao fim do dia, estamos todos a lutar pelo mesmo objetivo) foram eleitos os deputados para a Sessão Escolar, tendo a lista vencedora recolhido 56,9% dos votos. Nessa mesma sessão decidiu-se não só quem seriam os deputados a representar a nossa escola na Sessão Distrital como também qual seria o projeto de recomendação a levar para essa sessão.

O projeto de recomendação aprovado foi o seguinte:

      1.Alteração do Código de Processo Penal, de forma a que as vítimas de violência doméstica possam prestar declarações para memória futura no âmbito dos vários inquéritos.

2. Reestruturação/melhoria das unidades especializadas/mecanismos de cada NUTS III, de forma a ser possível uma resposta mais efetiva e rápida aos casos de violência doméstica.

3.Visitas regulares de psicólogos a infantários e escolas do 1º ciclo, para monitorizar o comportamento infantil e alertar para possíveis situações de violência doméstica.

Estava então tudo a postos para a próxima fase: a Sessão Distrital. No entanto, uns dias antes dessa mesma, no dia 11 de março de 2020, recebemos a triste notícia que esta mesma seria adiada devido à pandemia da COVID-19. Sabíamos no entanto que melhores dias iriam vir e que iria “ficar tudo bem”, nunca perdendo a esperança que tínhamos de participar nesta sessão distrital que era cada vez mais importante devido ao seu mote. Enquanto muitos de nós estávamos isolados em casa numa narrativa de estarmos “seguros” havia imensas vítimas confinadas com o seu agressor, tornando a sua casa tudo menos segura, relembrando nos assim, mais uma vez, do flagelo que a violência doméstica ainda representa no nosso país.

A Sessão Distrital viria então a ser realizada no dia 23 de março de 2021 através de videoconferência. Contou com a presença de deputados de 12 escolas diferentes do distrito da Guarda e ainda com a presença do sr. deputado Santinho Pacheco, eleito pelo Círculo Eleitoral da Guarda.

Num primeiro momento da sessão os deputados tiveram a oportunidade de questionar o sr. Deputado Santinho Pacheco sobre as preocupações que estes tinham sobre o tema, tendo a pergunta do círculo eleitoral de Fornos de Algodres recaído sobre quais se existia qualquer tipo de medidas legislativa dos diversos partidos representados na Assembleia da República que pretendesse encarar com seriedade a complexidade do crescimento da violência doméstica nos sucessivos períodos de confinamento.

Após esse período de perguntas, os deputados tiveram a oportunidade de defender os seus projetos de recomendação aprovados nas Sessões Escolares, seguida de uma votação para definirmos qual seria o projeto de recomendação em base para a seguinte fase de trabalhos. O projeto vencedor acabou por ser o projeto da Escola Secundária Gonçalo Anes Bandarra, tendo este sido utilizado como base para a elaboração do nosso projeto de recomendação distrital. A seguir a uma pausa para almoços tivemos a oportunidade de realizar propostas de alteração ao projeto base, através de propostas de aditamento ou de eliminação.

Após as sucessivas propostas apresentadas, realizou-se então uma votação acerca dessas mesmas, chegando assim a um consenso final acerca sobre como deveria ser formulado o projeto de recomendação do círculo eleitoral da Guarda. Este mesmo acabou por ficar com as seguintes medidas:

 

  1. Desenvolver ações de sensibilização e formação em contexto escolar, laboral, familiar e social.
  2. Assegurar que as instituições envolvidas forneçam proteção permanente e efetiva às vítimas.
  3. Criar/promover mecanismos de integração social da vítima e do agressor.
  4. Promover um programa educacional que dissemine os valores éticos do respeito e da igualdade e uma cultura de não violência nas escolas, ministrado, com caráter obrigatório, desde o pré-escolar até ao ensino secundário. Criar grupos de foco nas escolas – acompanhados por equipas multidisciplinares, constituídas por um assistente social, um educador social, um psicólogo e um animador sociocultural, por agrupamento escolar – com o objetivo de criar debates, utilizar modelos de referência de histórias de sucesso e acompanhar e sinalizar jovens em contexto de violência doméstica. O público-alvo destas sessões obrigatórias seriam alunos, professores, comunidade educativa e encarregados de educação.
  5. Alteração da legislação existente referente à violência doméstica e no namoro, para que os crimes tenham um tratamento igualitário aos crimes ocorridos fora deste âmbito, uma vez que a legislação deixa implícita uma certa desculpabilização de todos crimes em contexto de violência doméstica. Devem, ainda, ser valorizadas todas as provas fidedignas e inequívocas obtidas pelas vítimas de violência doméstica e ou no namoro, como forma de prova em contexto de julgamento.

 

Por fim, mas não menos importante, elegeu-se também os deputados que iriam representar o nosso distrito na Sessão Nacional. Apesar de não terem conseguido levar o seu projeto de recomendação avante, a Escola Básica e Secundária de Fornos de Algodres captou a atenção tendo esta sido eleita para a Sessão Nacional juntamente com a Escola Secundária Gonçalo Anes Bandarra e a Escola Básica e Secundária Tenente Coronel Adão Carrapatoso. Foi também eleito como porta-voz do Círculo Eleitoral o deputado Rodrigo Sousa, da Escola Básica e Secundária de Fornos de Algodres.

No entanto, as surpresas nesta edição do Parlamento dos Jovens não terminaram na sessão distrital.

Infelizmente no dia 23 de abril recebemos a notícia de que as sessões nacionais não iriam ocorrer de forma presencial mas sim de forma online. Havia também uma mudança no formato do desenvolvimento desta mesma: em vez do típico formato de 2 dias, esta seria realizada em apenas um dia – no dia 25 de maio de 2021. Para tal, todos os deputados tiveram que votar previamente em 10 medidas de modo a selecionarmos 30 medidas para a discussão plenária final. Apesar de esta discussão não ser realizada na tão solene Sala das Sessões, os nossos deputados sabiam que esse facto não reduzia a importância do debate, tendo estes estado muito empenhados nas suas funções. A recomendação final aprovada foi a seguinte:

 

  1. Criação, por concelho, de uma comissão de prevenção e de combate à violência doméstica e no namoro: cada comissão seria constituída por uma equipa multidisciplinar, com técnicos devidamente habilitados, médicos, psicólogos/psiquiatras, técnicos de serviço social, juristas, autoridades policiais, e ainda a possibilidade de incluir ex-vítimas e ex-agressores. Cada comissão faria o diagnóstico das situações, assistência às vítimas e acompanhamento terapêutico das vítimas e agressores.
  2. Alteração da lei vigente, artigo o, ponto 3, alínea b), do Código Penal, relativa à pena de prisão, em caso de morte por violência doméstica, equiparando-a à de um homicídio qualificado (12 a 25 anos), assim como a inclusão de um período de reabilitação do agressor, durante e após o cumprimento da pena.
  1. Abolir a pena suspensa para os casos de violência doméstica, visando a segurança das vítimas.
  2. Obrigatoriedade de ser providenciada na lei uma avaliação psicológica formal à vítima e, em especial, às crianças menores de idade e a cargo da própria, para despiste de eventuais problemas do foro psicológico. Na sequência desta denúncia, deve ser obrigatório o tratamento judicial prioritário, ou seja, o agressor deverá ser, de imediato, afastado da vítima e presente ao juiz, em um prazo máximo de 48 horas, para aplicação de medida de coação. A vítima deverá ser imediatamente avaliada física e
  3. Criação de uma rede de apoio psicológico mais eficaz, através do reforço do acesso à saúde mental no SNS, fortalecido por parcerias público-privadas, de forma a restaurar a estabilidade mental e emocional das vítimas.
  4. Garantia da reintegração das vítimas colaterais menores e dos agressores na sociedade, através de: a) apoio escolar, transporte, entre outros, através de parcerias público-privadas (vítimas colaterais menores); b) reajuste do PAVD, de forma a assegurar a obrigatoriedade da frequência por todos os agressores com pena igual ou superior a 18 meses (de ambos os sexos). A componente de acompanhamento terapêutico/psicológico após o cumprimento da pena deverá ser igualmente obrigatória (agressores).
  5. Promover uma reforma de âmbito judicial que dê prioridade à desburocratização dos processos judiciais relativos aos casos de violência doméstica e no namoro, dada a urgência da sua resolução e agilização mais eficaz, no sentido de haver uma maior articulação e um maior controlo entre os organismos do Estado, organizações governamentais e não governamentais, equipas multidisciplinares e sociedade civil.
  6. Alteração da Lei n.o 112/2009, artigo 38.o, ponto 1, com vista a promover a obrigatoriedade de realização de consultas de psiquiatria ou psicologia durante um determinado período de tempo para os agressores condenados.
  7. Reformar o currículo escolar: a) 1.o Ciclo – Incluir o tema da equidade de género de um modo interdisciplinar. b) 2.o Ciclo – Clarificar a questão da equidade de género e introduzir o conceito de violência no namoro. c) 3.o Ciclo – Alertar e informar os alunos acerca das consequências que a falta de conhecimento sobre como reconhecer um problema pode ter para a vítima. d) Secundário – Promover uma abordagem mais direta da temática, sensibilizando os alunos através de casos reais.
  8. Integração do tema de Violência Doméstica e no Namoro nos projetos de domínio de autonomia curricular, no âmbito da Flexibilidade Curricular, e na disciplina de Educação para a Cidadania, de modo a instruir os alunos, prevenindo situações futuras e desencorajando atitudes agressivas.
  9. Promoção de instrumentos legais e sociais de integração das vítimas (proteção, habitação e emprego) e dos agressores (reabilitação, acompanhamento psicológico e inserção na vida ativa).
  10. Reforçar o apoio psicológico ao agressor nas instituições médico-judiciais, com comparência obrigatória deste, durante o período posterior ao cumprimento da pena estipulada pelo tribunal; em termos escolares, definir medidas disciplinares que visem o acompanhamento psicológico do jovem agressor, tendo em vista a sua integração no meio escolar.
  1. Avaliação de primeira análise obrigatória aos menores que passam por situações de violência doméstica.
  2. Aposta na melhoria da formação de agentes especializados em processos de resolução de casos de violência doméstica e no namoro, bem como a criação de gabinetes multidisciplinares em todas as capitais de distrito (à escolha da vítima), que disponham de advogados e assistentes sociais que agilizem os processos de comunicação entre as entidades.
  3. Implementação, nas escolas, de pequenos workshops sobre estratégias de coping (mecanismos comportamentais e emocionais) para os jovens lidarem com a violência; campanhas de sensibilização/palestras; promoção de aulas de autodefesa, no âmbito da disciplina de Educação Física, ou, na impossibilidade, na disciplina de Cidadania, e criação de linhas de apoio em todas as escolas para onde qualquer elemento da comunidade escolar possa ligar em caso de necessidade.
  4. Desenvolvimento, ao nível municipal, de protocolos com IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social) e/ou criação de outras associações de apoio ao idoso, constituídas por um centro de dia que disponibilizaria, também, auxílio domiciliário, de baixo custo ou, se possível, gratuito, que juntasse profissionais e cidadãos, alguns em regime de voluntariado, como forma de combate ao abandono de pessoas da a idade, tantas vezes vítimas de negligência doméstica.
  5. Criar programas de reintegração da vítima e do agressor, que assegurem o acompanhamento de ambos por equipas de apoio psicológico.

 

Apesar de todas as adversidades, esta foi sem dúvida uma edição pertinente do Parlamento dos Jovens. Esperamos assim termos usado todos de forma positiva a nossa influência contra a violência, de modo a desmantelar o perigo que é a violência doméstica e no namoro. Gostaria de dedicar ainda as últimas palavras desta reportagem às 6 vítimas de homicídio por violência doméstica, todas essas no 1º trimestre de 2021.

Que a luta continue, de modo a que um dia paremos de ter que observar esses números.

Henrique Quelhas

Projeto Erasmus+ “CLIL in VET” no Agrupamento de Escolas em Fornos

Com o interregno de aulas, as escolas vão trabalhando noutros setores e assim no âmbito do Projeto Erasmus+ “CLIL in VET” o  Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres  recebeu professores dos países parceiros (Eslováquia, Eslovénia, Itália, Lituânia e Turquia).
Esta é uma atividade está a ser dinamizada em formato híbrido (em modo presencial e online).
Pode-se dizer que a escola está sempre em movimento e em aprendizagem todo ano.

Fornos de Algodres-Prémios entregues no concurso “Uma Aventura Literária”

Decorreu o concurso “Uma Aventura Literária” na categoria do desenho, com a  participação das crianças dos jardins-de-infância do AEFA .
Deste modo, foram três crianças que ganharam um diploma de Menção Honrosa e um livro,  o Pedro Alves do J.I. da Muxagata; a Matilde Monteiro do J.I. de Figueiró da Granja e a Carolina Cavalcante da turma 3C do J.I. de Fornos de Algodres.
Desta forma, a finalidade deste concurso era fazer um desenho a preto e branco relacionado com a história lida.

III Feira de Educação e Emprego teve sucesso na Escola

A  III Feira de Educação e Emprego em Fornos de Algodres, realizou-se com a finalidade da divulgação da oferta formativa das universidades/instituições, possibilitando uma abordagem fortemente representativa da diversidade de soluções ao nível da educação, formação e emprego.
Pretendemos, com esta iniciativa disseminar e promover a visão para a educação no futuro próximo, nos domínios do ensino e da aprendizagem, bem como, nos aspetos de inovação pedagógica e didática“, destacou o CLDS 4G Servir Fornos.
Por sua vez, as atividades decorreram no espaço exterior do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres e, estas, foram pensadas para que existisse uma forte interação e concreta participação/ação dos alunos nas mesmas.
Durante a tarde, foram realizadas 3 sessões motivacionais com António Manuel Ribeiro, para todos os alunos do 3º ciclo e Ensino Secundário.

Alunos fornenses presentes na Sessão Nacional do Parlamento dos Jovens

Aconteceu ,na Escola Grão Vasco, em Viseu, a Sessão Nacional do Parlamento dos Jovens , deste modo, marcaram presença alunos do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres.

Desta feita , a comitiva fornense foi composta pelos deputados Anaís Sá do Cabo e Duarte Nunes, assim como, a jornalista Matilde Fonseca, os quais participaram nos trabalhos com muito empenho.
Foto: AEFA

Bandeira Verde Eco-Escolas hasteada em Fornos de Algodres

Recentemente, na Escola Secundária e Básica de Fornos de Algodres foi hasteada a Bandeira Verde Eco-Escolas 2019/2020 , numa cerimónia, que contou com a presença do Vereador da Câmara Municipal, Bruno Costa, teve como objetivo reconhecer o trabalho de todos os que contribuíram para tornar mais sustentável o dia-a-dia da escola e da comunidade do Concelho de Fornos de Algodres.

Com a presença de muitos alunos e professores e, numa cerimónia onde as Coordenadoras do Projeto, Prof. Fernanda Cunha e Prof. Ana Nunes, distinguiram os parceiros pele empenho e dedicação em prol do projeto Eco-Escolas, foram ainda entregues para a campanha “Papel por Alimentos” – coordenado pela Juventude Mariana Vicentina – muitos quilogramas de papel. Esta ação promovida pela Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares, teve como objetivo a recolha de papel (escola e comunidade) e será entregue ao Banco Alimentar através da RESISTRELA, sendo, depois, o seu valor convertido em produtos alimentares que serão distribuídos pelas pessoas mais carenciadas.

A cerimónia contou com a presença dos parceiros Eco-Escolas, o  Vereador da Câmara Municipal de Fornos de Algodres, Bruno Costa, o novo órgão de Gestão do Agrupamento de Escolas de Fornos e Algodres, as Coordenadoras do Programa Eco Escolas, Prof. Fernanda Cunha e Prof. Ana Nunes, o Representante da Associação de Pais e Encarregados de Educação do AEFA, Eduardo Santos, o responsável pela Educação Ambiental do AEFA, Hugo Sousa, o representante do Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres, André Pereira, professores e muitos alunos.

Realçamos que o projeto Eco-Escolas é um programa internacional da “Foundation for Environmental Education”, desenvolvido em Portugal desde 1996 pela ABAE (Associação Bandeira Azul da Europa) e que pretende encorajar ações e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pelas escolas, no âmbito da Educação Ambiental para a Sustentabilidade.

Teatro “Uma Viagem com Sophia” para jovens em Fornos de Algodres

A equipa do CLDS 4G Servir Fornos de Algodres, tendo como entidade coordenadora a ISCMFA e, em parceria com o Agrupamento de Escolas, está a organizar, no dia 14 de junho, pelas 14h30 no Auditório da APS, um teatro denominado de “Uma Viagem com Sophia”.
Este espetáculo está inserido nas atividades das Jornadas das Línguas e Literaturas e Semana da Leitura e é destinado ao público escolar do 5º e 6º ano do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres.

Fornos de Algodres – Marco Fernandes tomou posse como novo diretor do AEFA

Na tarde, desta segunda-feira, o auditório da Escola sede do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres, acolheu a tomada de posse do novo Diretor deste Agrupamento de Escolas, para o quadriénio 2021/25.

Estiveram presentes, professores e pessoal docente, assim como Joaquina Domingues, Presidente do Conselho Geral do AEFA, Artur Oliveira, anterior diretor e Manuel Fonseca, Presidente do Município de Fornos de Algodres.

Recorde-se que, vem substituir Artur Oliveira que ao longo de muitos anos este a liderar este Agrupamento, que ao longo deste ano sofreu remodelações.

A hora foi de agradecer pelo trabalho feito pelo anterior diretor e assim olhar para o futuro com vontade de triunfar. Marco Fernandes, professor e adjunto do diretor deste Agrupamento vai agora liderar, numa fase de pandemia onde as incertezas do futuro reinam, mas com o lema de atrair mais alunos para este Agrupamento.

Alunos do AEFA realizaram Prova de Orientação na vila fornense

No âmbito do projeto prático da Prova de Aptidão Profissional (PAP) do aluno Leandro Oliveira, foi realizada uma prova de Orientação pela Vila de Fornos de Algodres, evento onde participaram várias turmas do ensino secundário da escola sede do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres.
Este evento contou com o apoio do CLDS 4G Servir Fornos de Algodres , é o primeiro entre muitos que irão ser dinamizados, nas próximas semanas, pelos alunos do Curso Profissional de Técnico de Desporto.
Foto:AEFA