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Tag Archives: Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres

Dia Mundial dos Oceanos celebrado no AEFA

Os oceanos, são fonte de VIDA na Terra.
Os oceanos estão a morrer por sobrepesca, poluição, acidificação, aumento da temperatura média, desoxigenação e, consequentemente, perda de biodiversidade…
Pensar que “o mar está longe, não nos afeta, não o prejudicamos ou nada podemos fazer para o proteger”, é um ERRO, tão grande como o cometido pelas indústrias de pesca que exploram recursos finitos, ou tantas outras formas de poluição ambiental que matam tantas e diversificadas formas de vida…
Não, o mar não está longe! Ele começa aqui, na nossa cozinha, nos lavabos,… nos sumidouros/sarjetas das ruas e estradas que percorremos!…
Porque é necessário ALERTAR e ACORDAR as nossa sonolentas consciências, a Escola Básica e Secundária do AEFA, iniciou a campanha “O Mar começa aqui!”…
Lembre-se disto, quando lançar lixo no chão, descarregar o autoclismo, ou escorrer a lata de atum no lava-loiça da cozinha…

Participação positiva do AEFA no Regional de Badminton

Recentemente teve lugar o Campeonato Regional de Badminton realizado na cidade de Castelo Branco, com a participação do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres com os jogadores Carolina Valado, no escalão de Iniciados, João Silva, no escalão de Juvenis e pela árbitro Laura Olival. Foi assim uma participação positiva do AEFA. A competição contou com a participação de jogadores dos distritos da Guarda, Viseu, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra e Leiria. Mais um patamar escalado no Desporto Escolar!

Fornense Rodrigo Sousa recebeu Menção Honrosa no Concurso Nacional de Leitura

Depois de ter ultrapassado diversas fases, no Concurso Nacional de Leitura, participaram cerca de 7500 alunos de todos os ciclos de ensino, de todo País, na vertente de leitura e escrita. Assim o dia da grande final, foi neste passado sábado, no Inatel da Caparica, com 220 finalistas presentes.
Fornos de Algodres estava representado através do aluno Rodrigo Sousa, do AEFA, que mostrou todo seu empenho e qualidade na leitura e acabou por receber uma menção honrosa, na categoria do Ensino Secundário.
Este aluno fornense, ainda é na escola o presidente da Associação de Estudantes e está no 12ºano.
Segundo reação do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres, referem que:”É com orgulho que que anunciamos que o Rodrigo Sousa obteve uma menção honrosa na categoria Ensino Secundário.
Parabéns Rodrigo! que continues a defender a importância da leitura, a qual, certamente, irá catapultar-te para outros palcos”.
No final o aluno estava super contente com o feito alcançado e orgulhoso de ter representado a sua escola.
Na categoria do Ensino secundário, destaque para Bruno Oliveira de Resende que também obteve uma menção honrosa.
Foto: AEFA

Bandeira Verde Eco-Escolas 2021/2022 por todas as escolas do AEFA

Foi hasteada a Bandeira Verde Eco-Escolas 2021/2022 nas três escolas do Agrupamento Escolar de Fornos de Algodres (Escola Secundária e Básica de Fornos de Algodres e Básica de Figueiró da Granja), nesta sexta-feira. Antes de hastear a bandeira, os alunos do Secundário realizaram uma acção de Plogging, uma prática desportiva que consiste em munir-se de um saco (mochila ou saco do lixo) para“apanhar” lixo fazendo pequenas passadas como para o jogging e que tem como lema “Um corpo são num ambiente são.”

O projeto Eco-Escolas é um programa internacional da “Foundation for Environmental Education”, desenvolvido em Portugal desde 1996 pela ABAE (Associação Bandeira Azul da Europa) e que pretende encorajar ações e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pelas escolas, no âmbito da Educação Ambiental para a Sustentabilidade.

Neste dia Mundial do Meio Ambiente se comemora, com a temática Uma Só Terra”, e o qual não podíamos deixar passar, voltamos a vincar a importância da consciencialização da temática, na protecção ambiental do nosso território, como alavanca de identidade, singularidade e desenvolvimento futuro. É um trabalho que continuaremos, assumidamente, a aprofundar, junto de toda a comunidade e, particularmente, junto dos nossos jovens, porque deles é o futuro do nosso território.

O Municipio Fornense deixa um agradecimento a todos os coordenadores do Projeto Eco-Escolas, bem como à Direção do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres.

Este dia comemorativo e a respetiva ação contribuem diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) n.º 13, 15 e 17, e e está inserida no Projeto Ambiental “Educa +” (P12) do Programa Municipal de Educação Ambiental (PM6) da Estratégia Municipal Ambiental 2022-2025, aprovada em Assembleia Municipal no dia 30/12/2021.

Concentração de Badminton do escalão de Infantis no AEFA

Teve lugar no Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres a Concentração de Badminton do escalão de Infantis da modalidade de Badminton.
Uma atividade que teve a participação dos alunos da Escola Abranches Ferrão e da Escola Básica de Vila Nova de Tazem. Deste modo, todos os jogadores que fizeram parte da comitiva fornense, o agrupamento felicita-os pelo empenho, colaboração e fair play.

Assim como a equipa de arbitragem, constituída por alunos das turmas 8º A, 8º B e 9º A, que se voluntariou para desempenhar essa importante função, numa vertente formativa, auxiliando os colegas mais novos a entender e crescer na modalidade, atuou de forma positiva.

Um bom momento desta modalidade, aproveitado pelo alunos .

Conversa com Rodrigo Sousa (Ass.Estudantes do AEFA)

                                                                                     “Dar voz às inquietações da comunidade escolar”

Alguns meses depois da tomada de posse da nova Associação de Estudantes, fomos conversar com o Presidente da Direção, Rodrigo Sousa do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres e nos revelou, o que o levou a candidatar-se e projetos no futuro para este ano.

Magazine Serrano (MS)- Recentemente foi eleito presidente da AE da Escola, o que o levou a abraçar esta causa?

Rodrigo Sousa (RS)-Primeiramente, obrigado por esta oportunidade, temos grande estima pela comunicação local e reconhecemos a sua importância nas localidades. O processo desta candidatura foi muito espontâneo: ao longo dos últimos anos, tenho vindo a desenvolver um carinho especial não só pela escola pública, escola pública essa que é um fator de união para tantos nós, como também pelo nosso Agrupamento em específico. Foi com este carinho em mente que comecei a refletir sobre este ano, que será o meu último a estudar no AEFA, e facilmente me apercebi que era não só a última, como a perfeita, oportunidade para tentar dar (ainda mais) um pouco de mim a uma comunidade escolar que já me deu tantas coisas boas. Surge assim a ideia de uma candidatura à Associação de Estudantes, apesar de saber que não era um processo fácil: para além de toda a campanha eleitoral havia também outra dificuldade, o desaparecimento do sentimento de associativismo na nossa comunidade. Foi a olhar para o passado, nomeadamente para como as Associações de Estudantes nos anos 60 foram tão importantes para a resistência à ditadura e para a construção da democracia portuguesa, que me apercebi do papel único que estas Associações podem ter e foi com esse sentimento de resistência que nos candidatámos. Não queríamos ser apenas mais uma Associação de Estudantes, queríamos ser a Associação: de, e para os estudantes. Uma Associação que representasse realmente todas e todos os alunos e que levantasse as bandeiras que estes tanto queriam ver debatidas e resolvidas, de uma forma irreverente, sem medos, e sempre com a inconformação que tão bem caracteriza a nossa geração.

 

MS- Que projetos já concretizaram e têm em agenda para colocar em prática?

 RS-Após tomarmos posse em dezembro decidimos realizar uma campanha solidária de Natal, na qual recolhemos bens alimentares para as famílias carenciadas do nosso concelho, tendo essa campanha uma excelente adesão que culminou em mais de 20 caixas de alimentos entregues ao Minimercado Solidário “Fornos tem, Fornos dá!”. Após isso decidimos dinamizar atividades relacionadas a saúde mental no espaço escolar, uma preocupação muito grande nossa após os sucessivos confinamentos que tiveram efeitos desastrosos no nosso bem-estar. Começamos essas atividades com um inquérito sobre como os estudantes se sentiam, inquérito esse que nos dados alarmantes sobre o estado psicológico da nossa comunidade escolar, dando assim início a uma campanha chamada “#NãoFicouTudoBem”. Essa campanha irá contar não só com rodas de conversas, como a que tivemos no passado dia 12 de março, como irá ser também uma campanha de luta pelo reforço dos serviços de Psicologia Escolar e outras condições que impactam diariamente a vida de centenas de estudantes.

Nos próximos meses iremos também promover outras atividades de outras temáticas, como por exemplo sessões sobre a igualdade de género, promover apoio aos alunos no processo de estudo para os exames, tentar ajudar de alguma forma os alunos do 9º ano no processo de escolha de curso e trazer alunos já com experiência universitária à escola de modo a ajudar a guiar as alunas e os alunos do ensino secundário. Estamos também a planear atividades sobre desporto e tenho a certeza que mais surgirão durante as próximas semanas (e algumas já surgiram, mas ainda são surpresa!).

 

MS- Apresente-nos uma vantagem e uma desvantagem da AE na escola?

RS-Acho que a maior vantagem desta nova AE é a cultura democrática e social que estamos a trazer para este espaço, cultura essa que era muitas vezes ignorada. Se houve algo que estes últimos anos nos mostraram é que a união é a única forma de construirmos um futuro para todas e todos e é com esse mote que avançamos para a nossa atividade enquanto Associação. Nunca nos esquecemos que representamos todas e todos os alunos e que, apesar das divergências na altura da campanha, estamos cá sempre para quem precisar de nós – sem sectarismos. Para além disso, temos plena consciência da importância que temos não só na comunidade escolar como fora dela, principalmente na comunidade local e na aproximação dos encarregados de educação e dos fornenses ao nosso espírito académico e estudantil, e queremos também dinamizar atividades nesse sentido. Diria que a nossa desvantagem é mesmo não conseguirmos realizar todas as atividades que por vezes pensamos em realizar graças a fatores externos a nós, como por exemplo a carga letiva que ainda nos sobrecarrega, levando ao bloqueio de alguns processos, e por vezes até mesmo a nossa localização geográfica.

 

MS- Este momento com a conversa com Rute Figuinha, foi muito interessante e o tema da depressão dá muito pra fazer que iniciativas se seguem sobre este tema?

 RS-Tenho a dizer que essa conversa foi uma sessão que me enche de orgulho enquanto Presidente da Direção da Associação, por diversos motivos. Não tenho ordem preferencial dos motivos, mas gostaria de realçar o facto de termos contado não só com a presença de tantos alunos como também de tantos encarregados de educação, algo que por vezes é difícil e que é algo que a AE juntamente com a APEE quer promover. Termos o auditório cheio foi ainda mais importante devido à temática em questão: saúde mental e depressão nos adolescentes. O grande testemunho da Rute foi essencial para esta sessão e estamos muito gratos pela sua presença e pela sua partilha tão pessoal. Sabemos no entanto que esta temática não se resolve apenas com uma sessão deste tipo: precisamos de ainda mais consciencialização sobre o tema não só na comunidade escolar, como fora dela, para que a saúde mental não continue a ser um tabu e para que todos os que estão a passar por fases mais difíceis psicologicamente se sintam confortáveis em pedir ajuda, se assim o entenderem. Não menos importante, precisamos também de continuar a lutar por melhores condições de acompanhamento psicológico para as nossas alunas e alunos, acompanhamento esse que não acontecendo no SNS deveria acontecer nos espaços escolares de modo a garantirmos a equidade e o acesso geral a estes serviços para que ninguém fique para trás. Se somos a geração mais qualificada de sempre, não deveríamos ser a geração mais fragilizada de sempre.

 

MS- Que podem os estudantes esperar desta Associação de Estudantes?

RS-Tal como transmitimos durante a nossa campanha eleitoral, os estudantes podem esperar desta Associação uma Associação interventiva, que estará sempre de lado a lado com os estudantes e pronta a defender os seus interesses. Não nos candidatámos a este órgão apenas para ficarmos encerrados na nossa sala-sede, muito pelo contrário: queremos estar em todo o lado, fora ou dentro da escola, sempre a dar voz às inquietações da comunidade escolar de modo a proporcionar um local de ensino onde todas e todos possam ser quem realmente são, sem qualquer tipo de opressão. Apenas assim seremos realmente uma Associação de, e para os estudantes.

MS- Que mensagem deixa a toda a comunidade estudante e comunidade em geral?

RS-Primeiramente, gostava de agradecer mais uma vez à comunidade escolar pela confiança depositada no nosso projeto para a Associação de Estudantes. Reforçava mais uma vez de que a Associação estará cá sempre para responder aos anseios das e dos estudantes de modo a conseguirmos criar um espaço escolar realmente representativo de quem nós somos. É um orgulho encabeçar este projeto coletivo e carrego com grande responsabilidade, mas também com grande carinho este cargo e iremos fazer o nosso melhor para que todos se sintam representados nesta casa-comum que é a nossa escola. Já para a comunidade local, gostava de referir que poderão contar sempre com o nosso espírito académico inconformado, mas construtivo para fazer não só da nossa escola, mas também da nossa vila, um espaço mais agradável para todas e todos de modo a conseguirmos dinamizar a nossa localidade. Sempre que precisarem de nós, estaremos a uma mensagem ou a um contacto de distância.

Dia Internacional do Livro Infantil assinalado na Biblioteca MTMG em Fornos de Algodres

O Dia Internacional do Livro Infantil é celebrado anualmente no dia 2 de abril, aniversário do autor e poeta dinamarquês Hans Christian Andersen. O objetivo do dia é reconhecer o poder da leitura e o papel dos livros no desenvolvimento e educação das crianças.
Para assinalar esta data, a Biblioteca Municipal Maria Teresa Maia Gonzalez, foi às escolas ver o que os alunos do 1.º Ciclo do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres andam a ler. Cada criança apresentou o livro e em conjunto construiram um livro gigante de histórias.
Assim deixaram uma mensagem de incentivo à leitura, que começa de tenra idade e um marcador de páginas muito criativo.

Fornos de Algodres- Apresentação da peça de teatro “SOS Terra”

Vai decorrer, no próximo dia 7 de abril, no auditório da escola sede do AEFA, a apresentação da peça de teatro “SOS Terra”. Esta apresentação tem como público-alvo os alunos do segundo e terceiro ciclos e foi preparada ao longo do segundo período pelos alunos da turma B do oitavo ano, no âmbito do projeto ReciclARTE – Teatro, dinamizado pela ASTA – teatro e outras artes, entidade de criação e programação artística. Este projeto incide num misto de formação e criação, com vista a uma apresentação de artes performativas, usando e sensibilizando os alunos para a importância da reciclagem, da sustentabilidade ambiental, promovendo uma consciência de cidadania ativa.