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Alto Mondego- Rui Mimoso apresenta Slackline aos jovens

O slackline é uma das modalidades integradas no projeto do Alto Mondego, deste modo, Rui Mimoso está em Fornos de Algodres no sentido de várias demonstrações e campeonatos já realizados, cujo objetivo será poder ter a oportunidade de formar novos slackliners.

Assim , no Centro Cultural Dr.António Menano , o slackliner procurou sensibilizar todos os presentes sobre a modalidade , para no Mercado Municipal realizar demonstrações e tentar que estes jovens tentassem também a sua sorte.

Alto Mondego Rede Cultural regressa para animar as comunidades

Decorreu na manhã de sábado (22 de maio), a apresentação da segunda edição do Projeto” Alto Mondego- Rede Cultural”, no auditório Multiusos de Nelas. É composto pelos municípios de Fornos de Algodres, Nelas, Mangualde e Gouveia. O projeto contará com uma programação cultural diversificada e que tem como objetivo dinamizar os territórios com eventos culturais criados por associações culturais locais, com o intuito de impulsionar a economia local, mas também promover as artes e as criações artísticas no território, projetar a sua imagem e a região e ainda exponenciar novos fluxos turísticos de forma a contribuir para a valorização da autenticidade dos produtos culturais e patrimoniais endógenos.

Serão 24 espetáculos de várias artes performativas e 8 murais de arte urbana que acontecerão até setembro de 2022, recriados nos vários espaços emblemáticos dos quatro municípios, será um investimento de cerca de 300 mil euros.

Vão ser desenvolvidas 4 ações de capacitação artística com as diversas associações culturais, através da cooperação entre estas e capacitadores das seguinte áreas : slackline, arte urbana, música e dança.

As sessões de capacitação de slackline (corda bamba) e arte urbana decorrerão entre junho e agosto deste ano. As sessões de slackline serão orientadas pelo profissional Rui Mimoso, campeão nacional de slackline.

O slackline é um desporto que consiste prática de equilíbrio sobre uma linha dinâmica, esticada entre dois pontos fixos. O praticante pode caminhar sobre ela ou fazer manobras e truques, dinâmicos ou estáticos.

No que toca à área Arte Urbana , vão ser criados 4 murais, um em cada Município, resultado do trabalho entre as associações, a comunidade e o artista plástico Desy.

Por sua vez ,  as seesões na área da música acontecem em 2022, entre os meses de janeiro e maio. Entram em cena Bitocas e Artur Fernandes, que juntamente com as associações locais irão apresentar 8 espetáculos pelo território do Alto Mondego’ Rede Cultural.

Por fim, na área da dança, decorre entre maio e setembro de 2022, onde Marta Silva, irá trabalhar juntamente com as associações locais nos variados temas que abrangem a dança (movimento, corpo) e que resulta em 8 espetáculos artísticos itinerantes.

As intervenções dos quatro presidentes serviram para explicar um pouco mais este projeto.

Borges da Silva (Nelas) referiu:” É um gosto continuar a partilhar esta experiência da Rede Cultural do Alto Mondego em mais uma iniciativa, mais uma candidatura, mais um projeto, projeto esse complementado com uma série de ações, que consiste em dinamizar e promover o património cultural e rapidamente também regressar à possibilidade das populações acederem à cultura e acho que conseguiram e felicito-os aqui por isso, deixando também aqui um cumprimento aos animadores e aos profissionais que mobilizaram  para estas ações quer as ações artísticas, do ponto de vista artístico, quer do ponto de vista de artes e cultura do Alto Mondego”.

Por sua vez, Elísio Oliveira (Mangualde)salientou a: importância deste projeto Alto Mondego, como disse o presidente de Nelas, um rio nos une, mas também nos podia separar.

Um rio une ou separa, mas quando se fazem pontes, a separação torna-se união e nós estamos aqui os quatro municípios unidos em torno do Alto Mondego. A cultura é importante para desenvolver a vida das pessoas para desenvolver a economia, valorizar o território para fixar e atrair pessoas e essa é a grande luta, é a grande batalha, é a luta da democracia e da demografia e da fixação de pessoas. Sem pessoas tudo o resto vai desertificando, as casas vão-se despovoando, os territórios vão-se abandonando e a cultura pode ser uma âncora e um instrumento importante para dar qualidade de vida material e imaterial aos territórios e às pessoas que neles habitam”.

Luís Tadeu(Gouveia) enalteceu que: “é um programa que nos une com o território e com as entidades  que incluem  o território que fazem cultura e que nesta altura estão a passar uma fase muito complicada , fruto da pandemia , obrigando a parar as suas iniciativas, que é sempre depois  complicado  muitas vezes recomeçar e voltar a motivar as pessoas.

 Assim com este nosso projeto não é só dizer a essas associações culturais do nosso território, que estamos com elas, confiamos nelas , que acreditamos no seu trabalho e que juntamente com todos aqueles que agora vêm de fora  enriquecer e engrandecer também o seu trabalho , que queremos que elas continuem  e confiamos que elas continuam a ser agentes importantes no  território para precisamente prolongar e salvaguardar a cultura mas também para lhe dar novas roupagens porque os tempos mudam, os tempos evoluem e portanto há que também que termos noção e atenção a isso não perdendo o espírito daquilo que são as nossas associações mas  envolver todos aqueles que nelas colaboram, que nelas participam sejam nas bandas filarmónicas, seja nos ranchos folclóricos ,seja  nos grupos de teatro que temos ,nos grupos de dança que temos enfim todos”.

 Manuel Fonseca (Fornos de Algodres) agradeceu de forma especial à comunicação social , uma vez que têm aqui um papel importante na divulgação deste projeto. Muitas das vezes senão forem  os OCS,  o que acontece é que os nossos projetos não são focados , não são difundidos da melhor forma, logo é um prazer que os OCS estejam presentes e como sempre vão fazer um bom trabalho  no sentido de darem a conhecer este projeto . Desde o princípio, no nosso município, entendemos que era o projeto que tínhamos de agarrar com alma e coração naturalmente que há outros projetos que correm paralelamente em cada uma das outras comunidades, mas este é um projeto como disse tinha uma identidade própria.

Este ano em termos deste projeto entendeu-se que devíamos também alargar a outras competências relativas não só à dança, não só ao teatro e foi por isso que decidimos também agarrar outras capacitações neste caso especificamente na questão do Slackline e também na Arte Urbana. Relativamente à 1ªquestão está aqui o Rui Mimoso que é de Fornos de Algodres também tenho que realçar que é um excelente player nesta matéria é dos primeiros que existe no país e naturalmente também estas áreas é importante também trazer os mais jovens, às vezes os jovens têm outro tipo de motivações e tendo outro tipo de motivações é importante que estes jovens possam ter outras competências, conclui o autarca fornense.

Por fim, cada um dos capacitadores apresentaram as suas atividades, seguindo-se uma pequena demonstração do Slackline pelo atleta Rui Mimoso, pelos jovens convidados e demais entidades que quiseram experimentar.

Este projeto “Alto Mondego Rede Cultural” é cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

 

Alto Mondego- Rede Cultural apresentado dia 22 em Nelas

 Iniciativa “Alto”, coordenada artisticamente pela Contracanto Associação Cultural, no âmbito do projeto do Alto Mondego’ rede cultural, enquanto proposta de programação cultural em rede no território composto pelos Municípios de Gouveia, Nelas, Fornos de Algodres e Mangualde, que tinha sido adiada em 2020 devido à pandemia Covid-19, será retomada no próximo ano, em 2022.
O Alto Mondego’ rede cultural é um projeto cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.
que vai ser apresentado no próximo sábado, durante a manhã no auditório Multiusos de Nelas.

Orquestra Alto Mondego atua em Mangualde

Um Projeto Inovador de Programação Cultural em Rede promovido pelos Municípios de Gouveia, Nelas, Mangualde e Fornos de Algodres que está a ser realizado no âmbito da concretização de uma candidatura ao Portugal 2020, e que agora inicia a apresentação dos resultados da implementação da sua primeira atividade desenvolvida em parceria com a OCP-Orquestra de Câmara Portuguesa e com os Músicos das Bandas Filarmónicas de todos os Concelhos envolvidos.

Vai ter lugar em Mangualde, no Largo Dr. Couto, na noite de domingo, pelas 21h30.

Quinta do Quinto, alojamento no vale do Mondego

  O Turismo é uma das grandes apostas da nossa região, numa das nossas viagens, fomos ao encontro de um alojamento local, a Quinta do Quinto, situada no concelho da Guarda, mais concretamente na localidade de Cavadoude, inserida no Vale Glaciar do rio Mondego.

Fomos conversar com Luís Amaral que nos deu a conhecer este projeto.

A Quinta do Quinto foi uma aposta importante?

Sim, uma aposta importante, foi durante muitos anos, o meu avô aqui trabalhou na parte agrícola onde empregou muita gente e infelizmente a evolução dos tempos não o permitiu e nós decidimos abraçar este projeto, a casa é muito bonita e fomos remodelando aos poucos para turismo habitação, onde as pessoas de fora gostavam muito da casa e foi daí que surgiu a aposta.

Começamos há cerca de um ano, o feedback é muito positivo e vai sendo o que nos motiva a continuar.

Apesar de ser um projeto de família, tem de haver muito gosto pela área?

Sim muito gosto, no fundo estou aqui desde as 7 da manhã até à meia -noite, constantemente quando há pessoas e se não houver gosto é complicado manter este ritmo.

Atualmente é uma casa que tem muita história, no antigamente foi pertença do Clero, do séc. XVII, as pessoas ficam encantadas, e depois toda a envolvência inserida no Vale Glaciar, as montanhas, existe um microclima no verão e no inverno, a fauna e a flora também é muito diversificada, mas sobretudo é um local calmo, dado que as pessoas vêm para descansar, relaxar.

Estes projetos começam a surgir, agora existe o alojamento local, no futuro a vertente agrícola pode surgir novamente?

O nosso objetivo é continuar desenvolver a quinta, este foi o primeiro parâmetro definido, no sentido de divulgar a quinta e na segunda fase, tentar transformar este espaço numa quinta pedagógica, com hortas, aproveitar o nosso olival, temos oliveiras com muitos anos, com animais, isto é transformar num “Resort Rural”.

O turista procura locais calmos?

Sim cada vez mais, hoje em dia, alguns visitantes dizem: “Foi uma noite tranquila”, é importante, dado que, os turistas gostam da tranquilidade, cada vez mais temos de aproveitar estes espaços, as zonas começam a ficar desertificadas.

Agora estes projetos no futuro, podem trazer fixação de pessoas, senão vejamos, quando pensamos em fazer alguma coisa, temos de pensar na comunidade, esta é uma zona bonita e aqui à volta também existem outras quintas com bastantes turistas, logo é bom para a zona.

Que apoios se podem ter neste tipo de projeto?

Existem vários apoios, nós fomos fazendo com capital próprio, os meus pais foram desenvolvendo essa parte, agora existem alguns apoios, no Portugal 2020, Centro 2020, alguns apoios comunitários que vamos aproveitar para desenvolver a segunda parte deste projeto.

Os jovens cada vez mais abraçam estes projetos?

Sim, aliás as pessoas ao verem um jovem, tem dado um aval positivo e no final dão força, é sinal que aprovam, gostam de verem os jovens envolvidos.

Agora o mercado está saturado, decidi avançar, mas nestes projetos é preciso ter muito gosto, porque se passam muitas horas.

A zona do Vale do Mondego tem grande potencial?

Sim, as pessoas começam a conhecer, é uma zona pouco divulgada, aliás os turistas estrangeiros afirmam que gostavam de conhecer mais Portugal, mas precisa de mais divulgação.

Agora vamos estar esperançados, com o projeto que a Câmara da Guarda tem para esta zona, os Passadiços do Mondego que podem ser uma alavanca de grande atração de turistas a esta zona, podendo surgir algo mais no campo da restauração e outros setores.

É necessário um desenvolvimento do comércio local.

Em 2017 estiveram na FIT, agora o balanço deste ano foi positivo?

Foi uma aposta positiva, no sentido de nos dar a conhecer, é um certame de renome ibérico, agora no futuro, a participação noutras feiras poderá ser uma ideia a reter em conta.

O balanço deste primeiro ano é muito positivo, tivemos muitos visitantes.

Alto Mondego, Rede cultural apresentado na Fundação Lapa do Lobo

Decorreu na passada sexta -feira, a apresentação do projeto Alto Mondego rede cultural, no auditório da Fundação Lapa do Lobo.

Marcaram presença os Presidentes de Câmara de Gouveia, Luis Tadeu ;Nelas, José Borges da Silva; Fornos de Algodres, Manuel Fonseca e Mangualde, João Azevedo.

Este projeto, tem como objeto, a promoção do desenvolvimento local e regional, e a dinamização do património cultural de forma integrada, mobilizando as vertentes económicas, social, cultural e ambiental.