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Programa ‘Bora Jovens em marcha com mais de 140 jovens

O programa ‘Bora Jovens nasce com o objetivo de capacitar 70 jovens de vários pontos do país – atualmente conta com jovens de Loures, Lisboa, Almada, Setúbal, Guarda, Faro e Porto – durante os primeiros seis meses de 2021, com as ferramentas necessárias para lhes garantir mais oportunidades de emprego e um percurso profissional de sucesso. E mesmo tendo que se adaptar a um formato online devido à Covid-19, o que acresceu um desafio ao estabelecimento de uma relação com os jovens e mesmo com as empresas parceiras, o programa já conseguiu ultrapassar a meta inicialmente definida: a ONG está já a acompanhar 146 jovens, entre os quais 82 rapazes e 64 raparigas. Este programa é destinado a jovens entre os 18 e os 25 anos, em risco de exclusão social, desocupados ou integrados em estabelecimentos de ensino regular ou escolas profissionais. Têm como principal propósito a integração no mercado de trabalho, após passarem por um processo de capacitação de 15 sessões centradas no treino de competências, como as soft skills, e acompanhamento individual.

Num momento em que o desemprego jovem continua a ser elevado – segundo os dados do IEFP, em maio registavam 29.652 jovens desempregados com menos de 25 anos, cerca de 10% do total de pessoas desempregadas inscritas neste organismo – foi muito importante unir forças para mudar as vidas, sobretudo, daqueles que estão em risco de exclusão social e que, desde logo, se vêm mais limitados a entrar no mercado de trabalho pela vulnerabilidade social em que se encontram, e por nem sempre disporem de meios tecnológicos para concorrerem a empregos através do canal digital, por exemplo. Razão pela qual a Coca-Cola decidiu implementar este projeto em Portugal dando-lhe também continuidade na própria rede e estrutura – “Além de abrirmos as portas do mercado de trabalho de uma grande rede de clientes e parceiros, integrámos alguns destes jovens na nossa fábrica em Azeitão, por acreditarmos no seu potencial”, avança Márcio Cruz, Head of Public Affairs, Communication and Sustainability.

Através da Ajuda em Ação os jovens continuam a ser acompanhados até que estes sejam autónomos e parte ativa e fundamental na sociedade em que estão inseridos. Devido ao sucesso do ‘Bora jovens até ao momento, o programa pretende apoiar ainda mais jovens em vários pontos do país e contar com a participação de mais empresas parceiras para continuar a sua missão de construir um futuro mais digno para os jovens em situação de maior vulnerabilidade social.

Os jovens que nos são encaminhados vêm de meios socioeconómicos frágeis e apresentam baixas competências pessoais e sociais. Manifestam muita necessidade em ser ouvidos e de acolhermos as suas vulnerabilidades emocionais”, conta a Técnica de Intervenção Social do projeto, Rosário Alvarenga. Contudo, “têm conseguido receber os desafios que lhes têm chegado”, acrescenta Mário Baudoiun, Diretor de Programas da Ajuda em Ação. E as histórias de sucesso começam a surgir. Histórias como a de uma jovem santomense de 23 anos que vive em Loures com a sua avó e uma prima e se recusou a desistir desta oportunidade, mesmo quando se deparou com um problema de saúde, e que graças à sua perseverança já não está desempregada e conseguiu integrar o seu filho num infantário. Outra história marcante é a de uma jovem de 20 anos que mesmo sem acesso a eletricidade em casa e, logo sem internet, se conseguiu mobilizar para assistir às sessões de formação online e hoje trabalha e consegue garantir os bens essenciais para o seu dia a dia.

Bombeiros de Fornos de Algodres vão receber apoio do Município da Guarda

Foi deliberado pelo município da Guarda , na habitual reunião do executivo,  atribuir um apoio de 7.500 euros aos bombeiros de Fornos de Algodres, para compra de uma viatura que substitua a que ardeu durante o combate a um fogo no concelho.

A viatura de combate a fogos florestais da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres (AHBVFA) ardeu no dia 02 de julho, no combate a um incêndio que deflagrou na freguesia de Arrifana, no concelho da Guarda.

Na sequência da ocorrência, o município da Guarda, presidido por Sérgio Costa (Movimento Pela Guarda), aprovou ontem, por unanimidade, a atribuição de um apoio no valor de 7.500 euros “para ajudar à aquisição de uma outra viatura” de que a corporação necessita para a sua atividade operacional.

No final da reunião quinzenal do executivo, o autarca adiantou que as juntas de Freguesia do concelho que foram atingidas pelo incêndio também estão a fazer diligências no sentido de atribuírem à corporação de Fornos de Algodres “um apoio extraordinário” para o mesmo fim.

Em suma, um gesto nobre deste Município egitaniense.

Governo aumenta apoio aos produtores de ovelha típica da Serra da Estrela

O Governo vai aumentar o apoio aos produtores de ovelhas típicas da Serra da Estrela em cerca de 60 euros por cabeça, para 160 euros, para estimular a produção de queijo, anunciou neste sábado a ministra da Agricultura, em Oliveira de Hospital, segundo a Lusa.

Vamos criar condições para financiar, pela primeira vez, a aquisição desta raça autóctone, da raça bordaleira da Serra da Estrela. Vamos aumentar o apoio em cerca de 60 euros por cabeça. De 100 euros, vão receber, os nossos agricultores, 160 euros”, disse Maria do Céu Antunes aos jornalistas, na abertura da Feira do Queijo de Oliveira do Hospital, no distrito de Coimbra, que regressou ao formato presencial após dois anos de realização ‘online’ por causa da pandemia.

Segundo a governante, a medida visa “estimular, efetivamente, a produção de queijo da Serra [da Estrela]”, que é considerado “um grande ativo” do território, e “acrescentar valor à economia de regiões” como aquela onde o queijo é produzido.

A região demarcada de produção do queijo Serra da Estrela abrange os municípios de Carregal do Sal, Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Gouveia, Mangualde, Manteigas, Nelas, Oliveira do Hospital, Penalva do Castelo, Seia, Aguiar da Beira, Arganil, Covilhã, Guarda, Tábua, Tondela, Trancoso e Viseu.

Nas declarações, a ministra da Agricultura também referiu que, após dois meses de “seca severa e intensa”, com a chuva que tem caído e continuará nos próximos dias, de acordo com as previsões, será possível recuperar as culturas de primavera e de verão.

Por outro lado, com a crise provocada pela guerra entre a Rússia e a Ucrânia, o Governo vai acompanhar a situação para ter os instrumentos necessários para ajudar o setor, como já foi feito em relação à energia e aos combustíveis.

“Vamos conseguir ter, a todo o tempo, as medidas necessárias e suficientes para também podermos apoiar os agricultores”, disse.

Maria do Céu Antunes adiantou que nesta segunda-feira terá uma reunião com as confederações do setor.

“Para poder não só apresentar aquilo que já hoje podemos fazer com segurança, mas também para podermos discutir com o setor outras medidas que a todo o tempo possamos fazer, até porque, dia 21 de março, temos Conselho de Ministros de Agricultura da Europa (…). É nossa expectativa que a Comissão Europeia possa trazer medidas concretas para podermos continuar a apoiar as medidas de estabilização do mercado”, adiantou.

Referiu que se tem verificado um aumento de custos dos fertilizantes agrícolas, da energia, dos lubrificantes e das rações para os animais e que “a perspetiva é que aumentem mais”.

No entanto, indicou que a Comissão Europeia propõe-se utilizar a reserva de crise e os instrumentos regulatórios para fazer a regulação de mercado e as aquisições conjuntas para evitar a rutura de ‘stocks’ e regular preços.

A ministra da Agricultura também reafirmou que, devido ao atual conflito militar entre a Rússia e a Ucrânia, não haverá racionamento de alimentos no país e a situação está a ser acompanhada e monitorizada.

“Mas também quero dizer aos portugueses e às portuguesas que nós saímos de um ano particularmente bom em Portugal, onde fomos recorde na produção de azeite. E, portanto, estamos numa situação confortável na produção de óleos alimentares”, indicou.

Fonte:ASR // CSJ/Lusa

União das Misericórdias Portuguesas (UMP) apelou às Santas Casas

A União das Misericórdias Portuguesas (UMP) apelou às Santas Casas de todo o país para acolherem cidadãos da Ucrânia, no seguimento da invasão da Rússia a este país.

Este apelo humanitário decorre no âmbito do desafio lançado pelo Governo às Misericórdias, para se mobilizarem para esta operação de emergência, no que respeita ao acolhimento e apoio a cidadãos ucranianos que pretendam refugiar-se em Portugal.

Para dar resposta à crise humanitária na Ucrânia, as Misericórdias Portuguesas, que reúnam condições, poderão disponibilizar alojamento temporário e postos de trabalho para cidadãos ucranianos, especialmente para os que têm vindo a abandonar o país, devido à invasão russa.

Para Manuel de Lemos, Presidente da UMP, a mobilização das Santas Casas faz parte da missão e compromisso das Misericórdias, reforçando que “a nossa história já comprovou a força das Misericórdias na ajuda humanitária e em tempos de emergente incerteza social. A mobilização de todos é, acima de tudo, a nossa obrigação”.

O desafio de apoio humanitário das Misericórdias foi lançado pela Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, à UMP num momento em que a “Europa e o mundo vivem momentos difíceis e de severa complexidade com o aparente início de uma guerra que inevitavelmente pode provocar muitas mortes e também a inevitável deslocação de milhares de pessoas para fora dos seus territórios”. Perante este cenário, a resposta foi imediata, conforme revela Manuel de Lemos: “Tendo bem presente a nossa natureza e missão, respondemos afirmativamente, sem hesitar, ao desafio”.

Fornos de Algodres – Produtores de gado do concelho podem vir a ter apoio do Município

O Município de Fornos de Algodres, no distrito da Guarda, está disponível para auxiliar os produtores de gado do concelho que tenham dificuldades em alimentar os animais devido aos efeitos da seca, disse o seu presidente. O concelho de Fornos de Algodres, onde existe um grande efetivo de ovinos, integra a Região Demarcada de Produção de Queijo Serra da Estrela.

Assim o Presidente da Câmara, Manuel Fonseca referiu à agência Lusa que a Câmara Municipal de Fornos de Algodres ainda não recebeu pedidos de ajuda por parte dos produtores pecuários do concelho, mas, se tal se verificar, como já aconteceu no passado, está disponível para ajudar os agricultores, “com a entrega de forragens” para alimentação dos animais.

O presidente da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM-BSE), Luís Tadeu, alertou, na quinta-feira, que a seca está a afetar a atividade agropecuária e alguns produtores estão a vender os animais, sobretudo ovelhas, por falta de alimento. Luís Tadeu, que é também o presidente da Câmara Municipal de Gouveia, disse à Lusa que a situação relatada está a acontecer no seu concelho.

“Não conheço [que ocorra] noutros, mas depreendo que, se no meu está a acontecer, que é muito provável que também esteja a acontecer noutros concelhos do território da Comunidade Intermunicipal”, disse.

A redução do número de ovelhas “pode traduzir-se numa diminuição da produção de queijo”, considerou o responsável, porque os animais vendidos, “uns serão para continuar a produzir ainda leite, outros poderão ser para abate, o que vai traduzir-se numa redução do efetivo” e “uma perda para o território”.

Ainda não me foi relatada qualquer situação [de venda de animais], mas parece-me que, se nós continuarmos com esta seca, vamos ter graves dificuldades”, disse o presidente da Câmara Municipal de Fornos de Algodres, que faz parte da área da CIM-BSE.

Manuel Fonseca reconhece, no entanto, que “começa a haver graves dificuldades para os produtores de gado, porque não há água e não havendo pastagens, não há possibilidade de manter as várias cabeças de gado”.

Seca se continuar pode prejudicar o abastecimento de água

O autarca de Fornos de Algodres também está preocupado com as consequências que a seca poderá ter ao nível do abastecimento de água às populações. “[O abastecimento] é uma responsabilidade da empresa de distribuição de águas no concelho de Fornos de Algodres, mas também nos preocupa, porque estamos a ser fornecidos pelo rio Mondego e nós verificamos que o caudal está a baixar”, referiu.

De acordo com Manuel Fonseca, “a empresa das águas já se encontra a preparar algum plano de contingência e o município estará com a empresa para ajudar no processo”.

Mais de metade do território de Portugal continental (57,7%) estava no final de dezembro em situação de seca fraca, tendo-se registado uma ligeira diminuição na classe de seca severa e um aumento na seca moderada, segundo dados do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Na terça-feira, o Governo restringiu o uso de várias barragens para produção de eletricidade e para rega agrícola devido à seca em Portugal continental, revelou o ministro do Ambiente e Ação Climática.

Fonte:Lusa

Região Centro conta com 18,4 milhões de euros para a programação cultural em rede

Foram aprovadas 65 candidaturas pelo Programa Operacional Centro 2020 para a programação cultural em rede, que representam um investimento total de 19,2 milhões de euros e uma comparticipação de fundos europeus de 18,4 milhões de euros. O montante total já aprovado representa um reforço de 6,7 milhões de euros face à dotação inicial do aviso de concurso (11,7 milhões de euros).

Estes projetos são uma resposta para a retoma e manutenção das atividades culturais e artísticas, tendo em conta os prejuízos decorrentes da suspensão total ou parcial de atividade no contexto da pandemia COVID-19.

Por sua vez, Isabel Damasceno, (CCDRC), referiu que: “este conjunto de aprovações representa um esforço significativo do Programa Regional do Centro, financiando a 100% a realização de eventos e iniciativas culturais. É mais um contributo para que os diversos agentes culturais da região possam ultrapassar os fortes constrangimentos decorrentes da pandemia”.

Os apoios concedidos destinam-se a investimentos que visem promover a dinamização, promoção e desenvolvimento do património cultural, enquanto instrumento de diferenciação e competitividade dos territórios, designadamente através da sua qualificação e valorização turística. O objetivo é aumentar a atratividade das regiões e a sua dinamização económica, mas também garantir o acesso à cultura para todos os cidadãos e criar novos públicos.

São beneficiários destes apoios os municípios (em rede ou parceria), as comunidades intermunicipais, entidades privadas sem fins lucrativos e agentes culturais.

Assim, a CIM Viseu, Dão e Lafões com a Programação Cultural em Rede; Município de Seia com o Festival Cultural da Serra da Estrela; o Município de Mangualde com o Cultura do Dão.

Freguesias de Pinhel apoiadas com 20 mil euros por ano pelo Município

Dando continuidade ao apoio direto às Freguesias, através da atribuição de uma verba anual de 20 mil euros, o Presidente da Câmara Municipal de Pinhel, Rui Ventura, chamou os autarcas de Freguesia aos Paços do Concelho a fim de procederem à assinatura do documento que oficializa a transferência destinada ao ano de 2021.
Recorde-se que este apoio já foi dado em 2020, mantendo-se no ano em curso a intenção de ajudar as Freguesias a fazer face às despesas de rotina e de funcionamento com que se deparam.
A par desta verba, as Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2021 incluem intervenções a realizar em diversas freguesias, no âmbito das competências da Câmara Municipal de Pinhel, com destaque para o investimento previsto para a melhoria das vias de comunicação em todo concelho, a rondar os 800 mil euros, bem como a resolução dos problemas de saneamento que persistem em algumas localidades.

Nova Plataforma de Ação Social online já está ativa em Mangualde

                                               MANGUALDE INOVA ATENDIMENTO

Foi desenvolvido pela Câmara Municipal de Mangualde mais um instrumento de ajuda ao munícipe, inteiramente online como forma de evitar a propagação do vírus, não havendo necessidade de deslocação ao local, para tratar de assuntos relativos à ação social.

No âmbito do projeto Modernização Administrativa na Região Viseu Dão Lafões — Um modelo, catorze municípios”, foi desenvolvida a Plataforma de Ação Social (PAS). É uma ferramenta de incorporação de informação de cariz social, de suporte à gestão operacional, monitorização de casos e de apoio à tomada de decisão na atribuição de apoios sociais, permitindo, a racionalização dos recursos existentes bem como o acompanhamento de situações complexas ou de emergência social.

Enquadrado na Lei-quadro 50/2018 de 16 de agosto, da transferência de competências para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais no domínio da ação social, a PAS — Plataforma de Ação Social, torna-se um instrumento essencial no apoio ao desenvolvimento da ação social e concretização das políticas locais deste cariz.

Para efetuar o pedido de atendimento social online basta aceder à seguinte ligação:  https://pas.cmmangualde.pt/

Após a sua marcação deverá aguardar o contacto dos serviços com a confirmação.

Caso tenha dificuldades a efetuar o pedido de atendimento social online, não hesite em contactar através do número telefónico: 232 619 880.

Celorico da Beira apoia o comércio local com mais de 50 mil euros

No sentido de combater os efeitos negativos causados pela pandemia, e responder no imediato às dificuldades que o pequeno comércio local está a atravessar resultantes das sucessivas declarações de Estado de Emergência e consequentes confinamentos (agravados em meados de janeiro deste ano), a Câmara Municipal de Celorico da Beira entende que é importante avançar com a execução de um Fundo Municipal de Apoio à Economia Local e para o efeito está a estruturar um plano de intervenção.
O documento que brevemente será deliberado pelo Executivo Municipal em reunião, prevê critérios de elegibilidade para os apoios e irá alavancar-se a partir do Fundo covid-19 previsto em orçamento municipal para 2021 aprovado em Assembleia Municipal.
O Fundo Municipal de Apoio à Economia Local prevê um apoio financeiro ao pequeno comércio, com sede no concelho de Celorico da Beira, nomeadamente os que por imposição legal foram obrigados a encerrar a sua atividade em virtude dos sucessivos confinamentos.
Trata-se de um apoio de “reforço da tesouraria do pequeno comércio”, que terá em consideração outros apoios já em execução para o mesmo efeito. É público que há estabelecimentos comerciais que já são apoiados com isenções de taxas, isenção da fatura de água e saneamento e rendas, e esta nova medida pretende-se que seja criteriosa e justa.
A dotação global da medida proposta é de 50.000€, podendo ser reforçada caso as circunstâncias assim o justifiquem, face à evolução da pandemia.

Portáteis e routers distribuídos pelo Município de Celorico da Beira aos alunos

Foi feito um investimento de cerca de 15 mil euros , pelo Município de Celorico da Beira , em portáteis e routers para distribuir pelos alunos do concelho e garantir aos mais carenciados o necessário para acompanhar o programa de ensino à distância definido pelo Governo.

Nesta fase, o Município distribuiu 22 portáteis aos alunos considerados prioritários em função dos critérios da ação social escolar, informação oficial que permite priorizar as famílias e está devidamente validada pela Direção do Agrupamento de Escolas de Celorico da Beira. Nesta medida de apoio são distribuídos, também, 20 routers de acesso à internet.

Todos os portáteis e routers são disponibilizados em regime de empréstimo pelo que se apela a todos os alunos e famílias para o dever de conservação dos equipamentos. Esta medida de apoio suportada pela Autarquia responde a uma necessidade que a Direção do Agrupamento identificou, e de modo imediato tenta suprimir o atraso da distribuição dos prometidos computadores que o Ministério da Educação anunciou em abril de 2020, ajuda 

governamental que está prevista para alunos carenciados de todos os níveis de ensino do concelho” – explicou Carlos Ascensão.

De acordo com o autarca, “o E@D pode gerar injustiças baseadas na condição socioeconómica, são as famílias mais carenciadas que sentem maiores dificuldades para investir em equipamentos para os filhos acompanharem o ensino em casa, portanto, é por estes agregados que devemos começar a distribuir a ajuda e combater os fatores de exclusão e desigualdade no acesso universal ao serviço educativo” .