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Tag Archives: arrendamento

Valores das casas para arrendar desce 0,6% em fevereiro

Os preços das casas para arrendar em Portugal desceram 0,6% em fevereiro, fixando-se em 11,1 euros por metro quadrado (m2). Em relação à variação trimestral, a descida foi de 0,9%, segundo o índice de preços do idealista. Em termos anuais, ou seja, face a fevereiro do ano passado, a descida foi de 3%.

 Segundo o relatório por regiões ,durante o mês de fevereiro, os preços das casas para arrendar desceram na Área Metropolitana de Lisboa (-1%), na Região Autónoma da Madeira (-0,4%) e na Região Autónoma dos Açores (-0,1%). Por outro lado, foi no Alentejo onde se assistiu a uma maior subida dos preços, sendo a subida de 4,1%, seguida pelo Centro (1%) e Algarve (0,9%). No Norte os preços mantiveram-se estáveis.

A Área Metropolitana de Lisboa, com 12,7 euros por m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Norte (9,3 euros por m2), Algarve (9,1 euros por m2), e Região Autónoma da Madeira (8,3 euros por m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (6,4 euros por m2), o Alentejo (6,8 euros por m2) e a Região Autónoma dos Açores (7,5 euros por m2) que são as regiões mais baratas.

 Distritos/Ilhas

Dos distritos analisados, os maiores aumentos em fevereiro tiveram lugar em Santarém (4%), Viana do Castelo (2,2%) e Leiria (1,7%). Seguem-se na lista Viseu (1,2%), Coimbra (1,1%), Faro (0,9%), Porto (0,7%), Setúbal (0,3%) e Ilha de São Miguel (0.2%).

No sentido contrário, desceram em Braga (-3,7%), Castelo Branco (-3,3%), Lisboa (-0,9%), Aveiro (-0,7%) e Ilha da Madeira (-0,4%).

De referir que o ranking dos distritos mais caros para arrendar casa é Lisboa (13 euros por m2), seguido pelo Porto (10 euros por m2), Faro (9,1 euros por m2), Setúbal (8,5 euros por m2) e Ilha da Madeira (8,3 euros por m2). Arrendar casa na Ilha de São Miguel custa 7,9 euros por m2, em Aveiro 7,2 euros por m2, Coimbra 6,9 euros por m2 e Braga 6 euros por m2.

Os preços mais económicos encontram-se em Castelo Branco (4,8 euros por m2), Viseu (4,9 euros por m2), Santarém (5,1 euros por m2), Viana do Castelo (5,4 euros por m2) e Leiria (5,9 euros por m2).

Cidades capitais de distrito

O preço de arrendamento desceu em 6 capitais de distrito, com Aveiro (-5,9%) e o Funchal (-2%) a liderar a lista. A acompanhar esta descida de preços seguem-se Ponta Delgada e Leiria (-1,7% em ambas as cidades), Braga (-1,5%) e Lisboa (-0,5%).

Por outro lado, os preços aumentaram em Castelo Branco (5,5%), Viana do Castelo (5,1%), Viseu (3,2%), Faro (2,8%), Setúbal (1,9%), Santarém (1,6%), Coimbra (1,5%) e Porto (0,8%).

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 13,6 euros por m2. Porto (10,7 euros por m2) e Funchal (8,5 euros por m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Já as cidades mais económicas são Castelo Branco (4,7 euros por m2), Viseu (4,9 euros por m2) e Santarém (5,1 euros por m2).

Índice de preços imobiliários do idealista

Para a realização do índice de preços imobiliários do idealista, são analisados ​​os preços de oferta (com base nos metros quadrados construídos) publicados pelos anunciantes do idealista. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.

Incluímos ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartamos todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.

Por :Idealista

Venda de Imobiliário na Guarda Sofre, Arrendamento Anima

O mercado imobiliário nacional é ocasionalmente marcado por assimetrias profundas. Por um lado, observamos os grandes centros urbanos a marcarem manchetes pelos preços-recorde mês após mês, enquanto o interior do país tende a seguir no sentido inverso.

2020 foi um ano igualmente ímpar para o desempenho do imobiliário em Portugal. Os números revelam uma resiliência impressionante que segurou os preços durante alguns dos momentos mais desafiantes para a economia nacional.

Nesse sentido, 2021 deverá ainda assistir a uma quantidade de desafios cujo efeito é extremamente difícil de antecipar. Se a tendência verificada se mantiver, existem alguns motivos para otimismo.

Guarda – Mercado de Venda

O interior do país está acostumado a este termo, uma vez que elas são notórias em inúmeras áreas do quotidiano.Também no que toca ao mercado imobiliário, estão patentes nos mais recentes dados do barómetro mensal da Imovirtual. No segmento da venda, o ano de 2020 não foi de todo animador para a Guarda, com os preços a afundarem -14%. Se em dezembro de 2019 o preço médio de venda no distrito era de €130.503, volvido um ano situa-se em €112.222.

A nota positiva neste campo é referente aos números do período entre novembro e dezembro de 2020. Neste ponto temporal em particular, os preços mantiveram-se precisamente iguais no valor anteriormente mencionado (€112.222). Se tal significa que atingimos o ponto mais baixo de venda, resta aguardar por dados indicativos nas próximas semanas, mas existem motivos para crer que sim.

Guarda – Arrendamento

 Havíamos deixado claro que o conceito se aplica a nível nacional quando falamos de imobiliário e de igual forma no que distingue distritos do interior daqueles do litoral.

No segmento do arrendamento, a Guarda observa um crescimento notável em relação aos preços praticados, tendo dezembro de 2019 revelado um preço médio de arrendamento de €300. O mesmo valor era em novembro de 2020 de €364. Porém, é precisamente no curto espaço de tempo observado entre novembro e dezembro de 2020 que o desempenho mais impressiona. Um crescimento de 10.4% tem lugar num único mês, colocando o preço médio do arrendamento na Guarda em €402.

Se motivos existem para assistirmos a uma manutenção (e inclusive aumento) de preços no mercado de venda, costumam surgir após o aumento da procura no mercado de arrendamento. Um aumento dos valores praticados no arrendamento na ordem dos 34% entre dezembro de 2019 e dezembro de 2020 são seguramente motivos para ficarmos atentos.

O Que Reserva o Futuro?

O mercado imobiliário assiste com frequência a oscilações consideráveis, ainda que no panorama global, o desempenho nacional se mantenha positivo há anos a fio.

No que toca a distritos de interior como a Guarda, a qualidade de vida que aqui se encontra juntamente com preços baixos no imobiliário poderão ser argumentos mais que suficientes para obrigar o mercado de venda a crescer a curto prazo.

Num ano atípico em que conceitos como o teletrabalho e uma procura anormal por destinos turísticos no interior acabaram por ditar tendências, só o evoluir dos próximos meses poderá revelar se a tendência de preços se irá manter ou alterar por completo.