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Confirmação da Fé para jovens em Fornos de Algodres

crisma em Fornos Ao final da tarde deste domingo, 10 de abril, o Senhor Bispo deslocou-se a Fornos de Algodres para presidir à Eucaristia e confirmar na fé 42 jovens oriundos das paróquias que compõem esta Unidade Pastoral. A igreja matriz de Fornos de Algodres foi pequena para acolher todos os que ali acorreram para testemunhar o compromisso que estes jovens quiseram assumir com Jesus Cristo. O Senhor Bispo convidou todos os presentes a, individualmente ou em grupo, estudarem a nova Exortação Apostólica “A Alegria do Amor”, a defenderem a vida humana das políticas de morte e a rezarem pelas vocações, não só nesta semana a elas dedicada, mas sempre. O D. Ilídio agradeceu à comunidade de Fornos de Algodres o carinho que deram ao Seminário Menor enquanto esteve sediado na vila e desafiou os jovens presentes a colocarem a possibilidade de virem a consagrarem-se a Cristo, quer pelo sacerdócio quer pela vida religiosa. Além do pároccrisma em Fornos1o, Pe. Jorge Luís, e do Diácono Carlos Rodrigues, concelebraram o Cónego Miguel de Abreu (colaborador assíduo nestas comunidades) e o arcipreste, Pe. Nuno Azevedo.

Por:B.V.P.P-facebook

Fornos de Algodres Capital da Urtiga

Nesta terra não se mandam as urtigas para as urtigas

  A regra impera em Fornos de Algodres. Com poucos recursos, o concelho
aposta na utilização da planta como matéria-prima de novos produtos. Por
exemplo, sabonetes e de papel.

  A Câmara de Fornos de Algodres,
distrito da Guarda, aposta numa planta com má fama – a urtiga – para
ajudar a reanimar a economia local.

  Fornos de Algodres é o
município mais endividado do país e é também afetado pelo
despovoamento. Todas as soluções são pensadas na vila que recebeu,
recentemente, o anúncio do encerramento do serviço de Finanças e do
tribunal.

  A utilização das urtigas na alimentação é ancestral e
até já motivou a constituição no concelho, em 2009, a Confraria da
Urtiga, mas as plantas, que nascem livremente nos campos, podem
constituir matéria-prima de vários produtos.

  O presidente da
autarquia, António Fonseca, diz que “o produto está a ser trabalhado em
várias áreas”, servindo já hoje para a feitura de “enchidos e de sopas
tradicionais”. Mas o autarca quer mais: “Falta dar o salto”.

“Estamos
a pensar em criar uma incubadora de empresas, com fundos comunitários,
e, se houver um projeto ligado às urtigas, estaremos cá para o
acarinhar”, revela.

  O “salto” terá de passar por novos produtos
e, assim, no fim-de-semana, decorrem em Fornos de Algodres dois
“workshops”: um sobre produção de sabonetes de urtiga e outro incide na
produção artesanal de papel de urtiga. A iniciativa é da Confraria de
Urtiga e da União de Freguesias de Juncais, Vila Ruiva e Vila Soeiro do
Chão e, para Maio, anuncia-se a primeira “Rota da Urtiga”.

Uma boa ideia de negócio
 Ana
Martins é uma das promotoras destes “workshops”. Trabalhou quase 20
anos numa fábrica de papel, em Vouzela, e agora, aos 55 anos, está
preparada para ensinar a fazer papel de urtiga. Garante que é uma boa
ideia de negócio porque “a maioria dos papéis feito a partir de plantas
tem uma durabilidade muito longa. Alguns chegam aos mil anos”.

 Ana
conta que, numa experiência de trabalho que viveu em Moçambique, fez
papel dos desperdícios de cana-de-açúcar. “Um papel de muito boa
qualidade, que gerou dinheiro para a população que o produziu”.

  Papel
de urtiga, sabonetes de urtigas, aprender a fazer este fim de semana em
Fornos de Algodres. Se der fome, qualquer restaurante da vila terá um
esparregado ou salada de urtigas. Não tem que causar dor ou ardor na
boca: depois de cozinhada, a urtiga é bastante suave e deliciosa. Queijo
da serra com urtigas é já um ex-libris da vila.

fonte:Liliana Carona/RR

REN leva gás natural a Gouveia, Fornos de Algodres e Celorico da Beira

A REN – Redes Energéticas Nacionais
anunciou hoje que concluiu a primeira fase do terceiro gasoduto de
interligação entre Portugal e Espanha, que permitirá aos concelhos de
Gouveia, Fornos de Algodres e Celorico da Beira o acesso ao gás natural.

Em causa está a primeira fase da terceira interligação a Espanha
(Zamora) do gasoduto que liga Mangualde, Celorico e Guarda, que
representa um investimento de cerca de 40 milhões de euros e que
“permite desde já o acesso ao gás natural por parte dos concelhos de
Gouveia, Fornos de Algodres e Celorico da Beira”, refere a REN em
comunicado.

Ao mesmo tempo, este projeto “reforça a segurança do abastecimento do
país, ao fechar em anel os gasodutos Monforte – Guarda e Cantanhede –
Mangualde”, segundo a mesma fonte.

A segunda fase deste gasoduto, que passa por cinco concelhos e 23
freguesias, ligará a rede portuguesa à espanhola através de Zamora,
reforçando a integração de Portugal na rede transeuropeia de gás.

O presidente executivo da REN, Rui Cartaxo, afirma, citado no
comunicado, que a “terceira interligação a Espanha é uma etapa
importante da criação do mercado ibérico de gás natural”.

Como medida de compensação para a concretização deste projeto, a REN
plantou cerca de 28000 árvores (azinheiras, carvalhos e freixos), numa
área de 25 hectares, na zona do Parque Natural da Serra da Estrela,
entre outras ações.

Atualmente, Portugal tem duas portas de entrada de gás – o terminal de
Sines e o gasoduto que vai até Campo Maior, onde se faz a ligação a
Espanha e ao gasoduto Magrebe Europa.
fonte:Lusa