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JSD Guarda lança comunicado sobre o Hospital da Guarda estar cheio

NeA imagem pode conter: 3 pessoas, texto que diz "COMUNICADO ANO NOVO, TUDO NA MESMA FOI NISTO QUE VOTOU? $ JSD f DISTRITAL GUARDA"ste arranque de ano, a JSD Guarda, pelo voz do seu líder , Luís Soares, veio reagir em comunicado, à questão de o Hospital da Guarda estar cheio, referindo assim:”Na passada quarta-feira, foi transmitido um vídeo num canal de televisão nacional em que observamos 𝐏𝐄𝐒𝐒𝐎𝐀𝐒 𝐚𝐦𝐨𝐧𝐭𝐨𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐩𝐞𝐥𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐫𝐫𝐞𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬, 𝐬𝐞𝐦 𝐚𝐬 𝐦𝐢́𝐧𝐢𝐦𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐝𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐡𝐮𝐦𝐚𝐧𝐨. Não foi gravado na Venezuela, não foi gravado na Somália, não foi gravado num qualquer país de terceiro mundo, foi gravado no Hospital da Guarda!
Este vídeo devia envergonhar-nos a todos! Quem olha estas imagens e fica indiferente, ou não tem coração ou pertence ao Conselho de Administração da ULS (ou ambos).
Poderíamos dizer que a culpa foi da pandemia, mas qualquer pessoa que, por algum infortúnio, se tenha deslocado às urgências nos últimos anos, pode comprovar que o problema não é de agora.
Este problema tem alguns anos e foi chutado para canto enquanto o nosso hospital serviu só e apenas como palco de guerrinhas políticas e não para cuidar dos nossos doentes. Assim se foram perdendo especialidades e especialistas e hoje temos um hospital esquecido, numa cidade esquecida, numa região esquecida (exceto em período eleitoral, em que somos abundantemente insuflados por promessas que nunca passam de promessas). Com a pandemia apenas se agravaram problemas que não foram resolvidos por falta de coragem. O 𝐠𝐨𝐯𝐞𝐫𝐧𝐨 𝐞𝐬𝐪𝐮𝐞𝐜𝐞𝐮-𝐬𝐞 𝐝𝐚 𝐆𝐮𝐚𝐫𝐝𝐚 𝐞 𝐝𝐚 𝐬𝐚𝐮́𝐝𝐞 𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐩𝐨𝐫 𝐜𝐚́ 𝐯𝐢𝐯𝐞.
𝐎𝐧𝐝𝐞 𝐚𝐧𝐝𝐚 𝐚𝐟𝐢𝐧𝐚𝐥 𝐞𝐬𝐭𝐞 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝐀𝐝𝐦𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨? Será que passaram naqueles corredores e viram aquilo que nós vimos no vídeo? Se nós não conseguimos ficar indiferentes a esta situação, como é que o Conselho de Administração consegue continuar inerte? A última aparição deste novo CA serviu apenas para se vangloriar da entrada de 55 novos médicos internos. Importa, no entanto, referir que estes em nada servem para resolver estes problemas, uma vez que todos estes recém-formados médicos se encontram no ano comum, não tendo por isso autonomia clínica para passar uma receita, muito menos para tomar conta de uma especialidade.
É notória a falta de médicos, enfermeiros e auxiliares de saúde na ULS. Os nossos profissionais de saúde estão sem forças e mesmo assim ainda continuam a lutar contra esta pandemia, defendendo todos os doentes, até aqueles que são doentes não-Covid que o Estado insiste em esquecer.
Um dos “políticos” deste Conselho de Administração sempre reiterou, ao longo do último ano, que seria o garante da estabilidade política na Guarda. 2020 realmente foi um ano estranho! No entanto, esse “𝐡𝐚́𝐛𝐢𝐥 𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐚́𝐯𝐞𝐥” político teve agora a sua oportunidade de ouro para se mostrar capaz. Naturalmente, não nos surpreendem os constantes rasgos de incompetência e inabilidade. Agora, esse tal político, que, aparentemente, deixa a política para se dedicar à saúde, pode acrescentar num currículo já tão preenchido que fez parte dos tempos mais instáveis na ULS nos últimos anos. 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐢𝐫𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐞 𝐄𝐬𝐭𝐚𝐛𝐢𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐬𝐚̃𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐨 𝐬𝐚𝐧𝐠𝐮𝐞 𝐞 𝐨 𝐚𝐫: 𝐧𝐮𝐧𝐜𝐚 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐦 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐫 𝐣𝐮𝐧𝐭𝐨𝐬, 𝐞𝐦 𝐝𝐞𝐭𝐫𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐩𝐚𝐭𝐨𝐥𝐨𝐠𝐢𝐚.
De resto, o Governo continua a trabalhar do mesmo modo que em todo o seu mandato.
Também esta semana, a Ministra do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social revelou que existem 788 lares em situação irregular na lista do programa de vacinação. Este é mais um dos setores onde se assiste à total inoperância e desnorte do Governo, que, mesmo em tempos de pandemia e com conhecimento atempado das condições destes locais, não atuou de forma a garantir condições dignas a quem já trabalhou para o País, desburocratizando a legalização daqueles que oferecem as condições exigíveis por lei e encerrando os que não as oferecem. O Governo optou por não se preocupar em criar oferta legal para poder poupar dinheiro à Segurança Social, ao não pagar as contribuições por utente.
A Ministra da Coesão Territorial, 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐮𝐫𝐩𝐫𝐞𝐞𝐧𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐮𝐚 𝐞𝐦 𝐟𝐮𝐧𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬, continua a mostrar a sua essência, inviabilizando a descida das portagens em tempo útil de salvar empresas e empregos e de aumentar o rendimento disponível das famílias quando ele mais é necessário, ao enviar para o Tribunal Constitucional os descontos propostos pelo PSD. Vivemos num país cada vez mais desigual com um Governo que tudo faz para agravar o crescimento das assimetrias.
Numa semana cheia de tristes acontecimentos, ouvimos um Primeiro Ministro acusar de traição quem apenas se opõe à mentira, fazendo jus à já badalada frase “Quem se mete com o PS, leva”. Esperemos que na Guarda haja coragem de enfrentar realmente os problemas e não de acusar de traição quem realmente se preocupa com o estado da nossa terra”.