No âmbito da greve convocada por parte do Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI), a CP – Comboios de Portugal entende ser necessário esclarecer as questões levantadas e reforçar o compromisso com os seus trabalhadores e passageiros.
A CP reconhece o direito à greve, um direito constitucional, mas lamenta que esta tenha sido anunciada com base em argumentos que não refletem a realidade dos factos.
O Conselho de Administração da CP nega, de forma categórica, que exista qualquer circulação de comboios que coloque em causa a segurança dos seus trabalhadores e dos seus clientes. Todas as intervenções de manutenção do material circulante são escrupulosamente executadas pela empresa e todos os planos de inspeção são cumpridos de acordo com o Manual de Manutenção. A CP conta com equipas de manutenção competentes, empenhadas e comprometidas com a segurança dos clientes e de todos os trabalhadores.
A CP reconhece que o desafio de reforçar os seus recursos humanos é permanente, obrigando à realização de recrutamentos sucessivos, bem como dos respetivos cursos de formação. Em 2025 foram contratados 28 operadores de revisão e venda, estando previsto o reforço de mais 21 elementos já no decorrer do mês de novembro.
No que às escalas de serviço dos operadores de revisão e venda diz respeito, a CP afirma que o acordo existente se encontra integralmente cumprido, tendo os ajustes reivindicados sido implementados em maio de 2025.
A CP continua empenhada em melhorar as condições de trabalho e o serviço prestado aos seus clientes e mantém-se disponível para dialogar com todas as organizações sindicais para garantir soluções que beneficiem os seus trabalhadores e os seus clientes, reitera o Conselho de Administração da empresa.
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As candidaturas são representadas por pessoas. Por isso, erros, dúvidas, juízos de valor e até ataques de caráter podem surgir a qualquer momento. Uns serão fruto de distração; outros, infelizmente, do hábito enraizado de recorrer à chamada “chico-espertice”, usada tantas vezes como arma política para alimentar o populismo e conquistar votos.
Em comunicado, a candidatura de Alexandre Lote do PS, referiu que: “Teve lugar, ao final de tarde desta terça-feira, uma reunião de trabalho com os candidatos às Juntas de Freguesia, na temática de saber ouvir para melhor decidir e sob o lema juntos construímos o futuro! Continuam o caminho de proximidade, diálogo e compromisso.
A União de Sindicatos da Guarda/CGTP-IN em comunicado, refere que: “com a apresentação do novo programa de governo, a discutir no próximo dia 18 de Junho de 2025 na Assembleia da República, entende que devemos , enquanto utentes do SNS no distrito da Guarda exigir aos deputados na Assembleia da República que apostem intransigente por mais Investimento nos Cuidados Primários e Reabertura de Extensões de Saúde e fortalecimento da rede pública hospitalar para responder às necessidades dos utentes.
Depois do PSD Fornos de Algodres ter lançado um comunicado, a Concelhia do Partido Socialista reagiu e lançou um comunicado referindo:”Em resposta à acusação formal que envolve um ex-autarca do nosso concelho e os crimes graves na sua base, de fraude na obtenção de subsídio, burla qualificada, participação económica em negócio e prevaricação, a Concelhia do Partido Socialista de Fornos de Algodres reafirma o seu total compromisso com a verdade e a justiça.