Templates by BIGtheme NET
Início » Tag Archives: Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões

Tag Archives: Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões

Penalva do Castelo recebeu um “KIT Multiformato” e um “Pack Ensino”

A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões promoveu, no Auditório Municipal de Santa Comba Dão, o 2º Workshop de trabalho em rede no âmbito do Projeto AccessTur.

O AccessTUR é um projeto de promoção do turismo acessível e da inclusão social, promovido pela “Accessible Portugal”, com o apoio do Turismo do Centro e da CIM Viseu Dão Lafões.

Os seus principais objetivos são qualificar a oferta e a procura turística, desmistificar preconceitos e estereótipos sobre as pessoas com deficiência ou algum tipo de característica diferenciadora e desenvolver o potencial turístico da região Centro.

O Município de Penalva do Castelo recebeu um “KIT Multiformato” e um “Pack Ensino”. O Kit de informação multiformato é constituído por material de promoção turística personalizada em Língua Gestual Portuguesa, Escrita Simples e em Braille; uma peça em relevo 2D ou 2D1/2 e um MP3 com audiodescrição de uma imagem ou vídeo promocional do Município.

Por sua vez, o pack ensino, desenvolvido para as escolas, inclui várias ferramentas para a sensibilização sobre o tema da inclusão social e para a desmistificação dos preconceitos e estereótipos sobre as pessoas com deficiência ou necessidades especiais, permitindo às crianças tornarem-se autênticos “guardiões da inclusão”.

Esta abordagem comunicativa assente no multiformato permite que a informação turística dos municípios da CIM Viseu Dão Lafões possa ser apresentada de diversas formas e através de diferentes meios complementares: escrita simples para uma leitura fácil, impressão ampliada e com alto contraste, impressão em Braille, imagens em relevo bidimensional, informação áudio para pessoas que não conseguem ver e informação em Língua Gestual Portuguesa para pessoas surdas.

Fotos: Mun.Penalva

CIM Viseu Dão Lafões desenvolve ações práticas de capacitação e credenciação em fogo controlado

A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, através da sua Unidade de Ambiente e Proteção Civil Intermunicipal, no âmbito do projeto europeu LIFE Landscape Fire Project, encontra-se desenvolver as sessões práticas de capacitação e credenciação de Técnicos de Fogo Controlado e de Operacionais de Queima.

Estas sessões práticas que tiveram início nos dias 17 e 18 de novembro, junto da localidade de Ameixiosa, na União de Freguesias de Covas do Rio e S. Martinho das Moitas (concelho de São Pedro do Sul), visam dotar os agentes de proteção civil do território de ferramentas que lhes permitam realizar planos de fogo controlado e executar técnicas de ignição para queima prescrita, bem como a posterior avaliação dos impactes da queima.

Estas ações de capacitação são dirigidas aos formandos do curso Técnico de Fogo Controlado (25 formandos – técnicos da CIM, técnicos dos municípios e elementos da UEPS (GNR)) estando também presentes alguns dos formandos do curso de Operacionais de Queima (16 formandos das corporações de Bombeiros Voluntários e Bombeiros Sapadores de Viseu e Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Paiva).

Recorde-se que o Fogo controlado é uma importante ferramenta da Silvicultura Preventiva, que consiste no uso do fogo sob condições, normas e procedimentos previamente definidos. Esta ferramenta permite, em comparação com as outras técnicas de gestão da vegetação, alcançar diversos objetivos: silvícolas, silvopastoris, cinegéticos e ecológicos. Surge com relevante importância para a prevenção de incêndios, diminuindo a área percorrida anualmente por estes com a manutenção de cargas de combustíveis florestais abaixo de níveis críticos.

De acordo com o Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, Fernando Ruas, “Esta proposta de capacitação de técnicos de fogo controlado, assume grande importância no âmbito da proteção civil intermunicipal, pois permite dotar a região de recursos humanos e técnicos extremamente importantes para o reforço da nossa capacidade de prevenção e combate ao flagelo dos incêndios rurais.”

Com esta iniciativa, a CIM Viseu Dão Lafões dá mostras do seu empenho no reforço da resiliência do território”, concluiu o Presidente da CIM Viseu Dão Lafões.

 

CIM Viseu Dão Lafões avança na 2ªfase do Projeto Balcão Único do Prédio – BUPi

Uma sessão que decorreu no Auditório Municipal de Tondela,  a Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões promoveu uma reunião de operacionalização dos balcões de atendimento itinerante BUPi e contou com a presença de Vereadores e Gestores Municipais dedicados a este projeto, teve como objetivo a apresentação da metodologia de funcionamento das equipas móveis de cadastro responsáveis pela ativação dos balcões de atendimento itinerante.

Assim, nesta segunda fase do Projeto Balcão Único do Prédio – BUPi, está prevista a ativação de 18 balcões de atendimento itinerante nos 14 municípios que constituem a CIM Viseu Dão Lafões. Geograficamente, 3 destes balcões serão destinados ao concelho de Viseu, já os concelhos de Tondela e Castro Daire acolhem 2 balcões cada, sendo que, cada um dos restantes municípios contará com 1 balcão exclusivamente dedicado ao seu território.

Cada balcão de atendimento itinerante será composto por uma equipa móvel de cadastro constituída por 2 técnicos habilitados, responsáveis, num primeiro momento, pela realização de ações de sensibilização e esclarecimento junto das populações (e proprietários) e, posteriormente, pela itinerância dos balcões por cada uma das freguesias dos respetivos municípios.

A operacionalização das referidas equipas móveis de cadastro e a posterior ativação dos balcões de atendimento itinerante, que, freguesia a freguesia, percorrerão todo o território, irá permitir que a CIM e os seus municípios reforcem o conhecimento geoespacial que detêm relativo à região, ao mesmo tempo que aumentam a sua capacidade de gestão e planeamento territorial, ganhando uma nova ferramenta que, entre outras finalidades, pode ser utilizada na defesa da floresta e da biodiversidade, assim como, na proteção das populações contra incêndios.

Fruto deste projeto, cuja primeira fase foi lançada pela CIM a 21 de junho de 2021, a representação gráfica georreferenciada de propriedades tem decorrido a bom ritmo no território de Viseu Dão Lafões, estando três municípios no TOP 10 nacional de georreferenciações, nomeadamente, Viseu, Tondela e Castro Daire.

Recorde-se que, esta iniciativa resulta de uma candidatura, apresentada pela CIM Viseu Dão Lafões, ao Programa Operacional Centro 2020, com vista à implementação de um Sistema de Informação Cadastral Simplificado na Região Viseu Dão Lafões, num investimento global superior a 2,3 milhões de euros.

Projeto-Piloto de Transporte Flexível a Pedido Ir e Vir apresentado pela CIM Viseu Dão Lafões

A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões vai implementar o Projeto-piloto de Transporte Flexível a Pedido IR e VIR, que foi apresentado ,no Parque Urbano de Tondela, numa sessão que contou com a presença da Senhora Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa.

O Projeto-piloto de Transporte Flexível a Pedido IR e VIR é uma solução desenvolvida pela Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões que tem como principal objetivo alargar e reforçar a oferta de transporte público de passageiros, garantindo uma cobertura adequada em zonas de menor densidade demográfica, nomeadamente, nos concelhos de Aguiar da Beira, Nelas, Oliveira de Frades, Santa Comba Dão, Tondela e Vouzela, conferindo, uma nova mobilidade a populações que residam em áreas que não dispõem de um serviço regular de transporte público de passageiros.

À semelhança do transporte coletivo regular, o IR e VIR tem (20) circuitos com horários e paragens pré-definidas, sendo que as deslocações apenas podem ser efetuadas nesses circuitos.

Desta forma, a partir do dia 04 de outubro será possível viajar, em dias úteis pré-definidos, dentro dos concelhos abrangidos, mediante reserva efetuada até às 12h (meio dia) do dia útil anterior à viagem, através do número 800 10 20 30 (chamada gratuita).

Com tarifas que podem oscilar entre os 1,05 euros e os 4,05 euros, dependendo do percurso, este projeto inovador contempla, para já, 20 circuitos, distribuídos pelos 6 concelhos.

Segundo o Vice-Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, Paulo Almeida, “Este é um projeto ambicioso da CIM na medida em que permite anular, de uma forma definitiva, carências do transporte público de passageiros nas zonas mais isoladas do nosso território, assegurando assim uma maior coesão territorial. Com esta proposta, procuramos garantir que setores da população mais isolados e com maior dificuldade de deslocação possam aceder de forma cómoda e economicamente justa aos serviços disponíveis na sede do seu concelho”.

De acordo com a Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, “Este é um bom exemplo de utilização dos fundos europeus das regiões para promover a coesão e a qualidade de vida da população, já que assegura um serviço público mais próximo e eficiente para os cidadãos deste território, independentemente de onde vivam. Queremos apoiar projetos como este em todas as CIM do Interior. Para isso precisamos que as nossas autarquias continuem a trabalhar em conjunto pelos seus objetivos comuns, como fez, neste caso, a CIM Viseu Dão Lafões”.

Para o Presidente do Município de Tondela, José António Jesus, “O ato que hoje aqui testemunhamos é um dos mais fortes contributos para a coesão. Garantir mobilidade, acesso a serviços essenciais, como aos serviços públicos, à saúde, é uma obrigação resultante do modelo de desenvolvimento que conjuntamente desejamos aprofundar.”

Para mais informações pode telefonar para o número 800 10 20 30, todos os dias úteis das 09h às 13h e das 14h às 17h, ou, em alternativa, consultar o site: https://irevir.cimvdl.pt

Michel Machado e Sandra Monteiro venceram Viseu Dão Lafões Riders Challenge 2021

A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões deu por concluída a segunda edição do Viseu Dão Lafões Riders Challenge, um desafio inovador que voltou a atrair para as estradas de montanha da região atletas nacionais e internacionais (Espanha, Reino Unido).

Nesta prova, que decorreu entre os dias 15 de julho e 15 de setembro de 2021, os participantes foram, novamente, desafiados a percorrer as quatro Subidas Épicas | Viseu Dão Lafões, desta feita, em três circuitos distintos traçados nas encostas das serras do Caramulo, Arada e Montemuro.

Neste desafio, em que as componentes de superação e de descoberta são condimentos principais, a vertente competitiva não é esquecida por via do registo dos tempos obtidos em cada uma das etapas.

Assim, no plano competitivo, foram validadas mais de 110 subidas. Entre os atletas que completaram as três subidas (finishers), Sandra Monteiro, atleta da equipa Clube de Montanha Alto Trilho – Javali, foi a Vencedora Absoluta Feminina; Michel Machado, da equipa Vasconha BTT Vouzela, foi, novamente, o Vencedor Absoluto Masculino.

 

Na sua segunda edição o Viseu Dão Lafões Riders Challenge continua a assumir-se enquanto alternativa válida para a prática desportiva, permitindo a captação e o acolhimento de atletas no território, respeitando todas as diretivas associadas à situação sanitária atual.

 

De acordo com o Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões, Nuno Martinho: “Atendendo ao contexto em que vivemos, consideramos que a segunda edição do Viseu Dão Lafões Riders Challenge foi um sucesso, tanto no plano desportivo como no âmbito da promoção da região enquanto destino de excelência para turismo natureza e desportivo.

 

Ainda de acordo com o Secretário Executivo: “O sucesso desta iniciativa, que começa a criar raízes no território, está diretamente relacionado com potencial de atração que os recursos naturais da região exercem sobre os amantes de atividades ao ar livre. Com esta iniciativa, a CIM procura criar, não só, novas oportunidades para os apaixonados da natureza e do ciclismo e para o setor turístico, mas também atrair novos públicos para a região, apresentando-a enquanto um território pleno de desafios, diverso e sustentável”.

Este desafio contou com a parceria do Turismo Centro de Portugal, da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) e dos 4 Municípios envolvidos no projeto.

Os resultados finais podem ser consultados em: https://resultados.viseudaolafoes.stopandgo.net/

Visitas Teste pelo Roteiro da Rede Patrimonial Viseu Dão Lafões

Municípios da Rede Patrimonial Viseu Dão Lafões realizam visitas-teste aos seus recursos culturais e patrimoniais

A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, no âmbito da sua candidatura “Produtos Turísticos Integrados da Região – Ativação da Rede Patrimonial Intermunicipal”, financiada ao abrigo do Programa Centro 2020, tem vindo a promover um conjunto de iniciativas para a criação e ativação da Rede Patrimonial Intermunicipal.

Assim, com o envolvimento direto dos técnicos municipais de turismo e responsáveis pelos recursos culturais e patrimoniais dos seus 14 municípios, o processo de capacitação iniciado em novembro de 2020, culmina agora com a realização de um conjunto de visitas-teste. Estas visitas integram-se no processo de estruturação da Rede Patrimonial Viseu Dão Lafões, permitindo a realização de momentos de trabalho entre os municípios, através do conhecimento e descoberta dos recursos culturais e patrimoniais.

As visitas-teste são tidas como um formato prático e dinâmico, que permite aos técnicos das áreas da cultura, património e turismo, conhecer os recursos e produtos turísticos da região, no âmbito das suas competências e atividades de visitação, com o objetivo de promover a qualificação da oferta do segmento de Turismo Cultural.

 

As visitas-teste encontram-se a decorrer até ao dia 1 de outubro, com programas preparados ao pormenor pelos próprios municípios, atendendo aos recursos visados no Roteiro da Rede Patrimonial Viseu Dão Lafões. Esta ação permitirá intensificar as redes de colaboração e cooperação intermunicipais e qualificar a oferta turística da região.

Segundo o Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões, Nuno Martinho,  “A CIM tem vindo a trabalhar o posicionamento de Viseu Dão Lafões enquanto destino de excelência no âmbito do turismo cultural e patrimonial, nesse sentido temos focado o  nosso “know-how”, não só, na ativação e valorização dos inúmeros recursos patrimoniais do território, mas também, na qualificação dos técnicos e agentes de turismo, cultura e património espalhados pelo território“.

Neste esforço de valorização do património e de qualificação de recursos humanos, as visitas-teste, que a CIM se encontra a promover, afiguram-se como uma ferramenta essencial para o desenvolvimento de um conhecimento mais profundo da vasta riqueza arquitetónica, arqueológica e patrimonial que compõe todo o território de Viseu Dão Lafões, ficando os agentes turísticos mais qualificados para dar resposta às necessidades e questões dos turistas a uma escala intermunicipal“, concluiu.

Calendário:

· 23 e 24 de setembro: Aguiar da Beira, Mangualde, Penalva do Castelo, Sátão e Vila Nova de Paiva

· 30 de setembro e 1 de outubro: Castro Daire, São Pedro do Sul, Oliveira de Frades e Viseu

 

Viseu Dão Lafões Riders Challenge” volta a acontecer

A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões apresentou, hoje (dia 12 de julho), em Castro Daire, a segunda edição do Viseu Dão Lafões Riders Challenge, uma vez que a 1ªedição foi recheada de sucesso.

Neste desafio de ciclismo de estrada, a decorrer entre os dias 15 de julho e 15 de setembro, os participantes são desafiados a cumprir quatro circuitos, cujos percursos integram as quatro Subidas Épicas| Viseu Dão Lafões.

Embora as componentes de superação e de descoberta continuem a ser os condimentos principais de atração, a componente competitiva está presente, através do registo do tempo que os participantes demoram a percorrer cada uma das etapas.

Este desafio foi desenvolvido num formato que permite incrementar a dinâmica de descoberta do território, potenciando o tempo de permanência dos atletas, causando um impacto direto nos agentes locais ligados ao turismo.

Procurando dinamizar a atratividade deste evento, para os agentes turísticos da região e para os atletas, a CIM Viseu Dão Lafões deu uma especial atenção à estruturação de parcerias com as unidades de alojamento e de restauração, exemplo disto é a criação do “Rider Card” (cartão digital), que promove, junto dos atletas e acompanhantes, o acesso a condições especiais nas reservas de alojamento e restauração.

Para o Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões, Nuno Martinho, “Este desafio surge no âmbito da estratégia que a CIM  delineou, de ativação da região enquanto destino de turismo natureza e desportivo, através do desenvolvimento de um produto compósito no domínio do Walking & Cycling que alia percursos pedestres, Ecopistas, Centros de BTT e Trail às Subidas Épicas, com o objetivo de atrair para o território uma dinâmica e animação permanente.”

“Com esta iniciativa, a CIM pretende assegurar a  ativação do destino Viseu Dão Lafões enquanto referência para o Turismo Desportivo, em particular para o Ciclismo de Estrada, em torno das quatro Subidas Épicas traçadas nas encostas das Serras do Caramulo, Arada e Montemuro”, concluiu o Secretário Executivo.

De acordo com o Presidente da Câmara Municipal de Castro Daire, Paulo Almeida, “Estas iniciativas são importantes para o território na medida em que  dinamizam a economia e ajudam a promover a atratividade, ao longo de todo o  ano, junto de novos públicos.

 

CIM Viseu Dão Lafões apresenta Projeto BUPi

O projeto Balcão Único do Prédio, vai ter a sua apresentação na segunda -feira, dia 21 de junho, pelas 16h00 e atendendo à instabilidade meteorológica que afeta a Região, o evento terá lugar no Cine Teatro Municipal Jaime Gralheiro, em São Pedro do Sul,uma iniciativa da CIM Viseu Dão Lafões.

O BUPi, é uma plataforma eletrónica que, aliada a uma rede de balcões de proximidade, permite a identificação das propriedades de forma simples e gratuita. Sendo um procedimento obrigatório para a realização de escrituras de compra e venda de terrenos ou propriedades, usucapião, permutas ou doações, partilhas e também para a realização de novos registos. Esta ferramenta além de promover um melhor conhecimento do território e da sua propriedade, contribuirá para o desenvolvimento do Cadastro Rústico da região.

Além do Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, Rogério Mota Abrantes, este evento contará com as presenças da  Secretária de Estado da Justiça, Anabela Pedroso; do  Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, Carlos Miguel; bem como, da  Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, Isabel Damasceno.

Megalitismo foi debatido na webinar da CIM Viseu Dão Lafões

Foi promovido pela Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, desenvolvido numa parceria com o Turismo de Portugal, este seminário procurou debater o megalitismo numa lógica da sua preservação e promoção enquanto produto turístico de excelência.

Entre os oradores, este fórum contou com a participação do Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões, Nuno Martinho; de António Faustino Carvalho, arqueólogo e especialista em pré-história da Universidade do Algarve; e, ainda, de Pedro Sobral Carvalho, arqueólogo na EON – Indústrias Criativas.

Este seminário reuniu mais de 80 pessoas, onde se destaca, também, a presença de investigadores do país vizinho (Espanha).

Recorde-se que no âmbito do megalitismo, a CIM Viseu Dão Lafões, em associação com o Município de Sever do Vouga, dinamiza o projeto  “MEG Rota do Megalitismo da Região Viseu Dão Lafões e Sever do Vouga”, cujo objetivo passa por ativar uma oferta turística regional suportada em vinte e seis dos mais emblemáticos monumentos megalíticos do território.

De acordo com o Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões, Nuno Martinho, “O Megalitismo, se devidamente valorizado, agrega um elevado potencial de desenvolvimento e atratividade aos territórios. Tendo em conta que Viseu Dão Lafões concentra o maior conjunto de dólmens com pinturas e atendendo a que a CIM tem a ambição de desenvolver uma proposta turística de excelência no seu território, este seminário enquadra-se, também, numa estratégia de partilha de conhecimentos e capacitação de agentes para a valorização deste exclusivo produto endógeno, com um elevado potencial de crescimento se trabalhado numa lógica intermunicipal e articulado com outros recursos do Turismo Cultural”.

“Plano de Recuperação e Resiliência – Recuperar Portugal, Construindo o Futuro”

No âmbito da consulta pública ao documento “Plano de Recuperação e Resiliência – Recuperar Portugal, Construindo o Futuro”, o Conselho Intermunicipal da CIM Viseu Dão Lafões remeteu uma comunicação ao Senhor Ministro do Planeamento, à Senhora Ministra da Coesão, à Senhora Presidente da CCDR do Centro e ao Senhor Presidente da ANMP, com um conjunto de preocupações e propostas sobre a implementação e operacionalização do PRR, estando, esse documento, estruturado em três blocos principais, como seja: Modelo de governação, Participação dos municípios e CIMs e Investimentos estratégicos na NUT III Viseu Dão Lafões.

Assim, importa destacar desta tomada de posição o seguinte:

1. Reforçar que a configuração dos vários instrumentos previstos no PRR não poderá ignorar a visão dos territórios e que, por outro lado, esta oportunidade de garantir mais coesão territorial, terá de ter correspondência na definição de instrumentos de diferenciação positiva, que sejam geradores de emprego qualificado, de novas oportunidades de potenciação de recursos, condição necessária para fixar população mais jovem, que venha a garantir a revitalização destes territórios, corrigindo a corrente de massificação do eixo litoral. Se não for assim, daremos, definitivamente, uma machadada final na coesão territorial e nos territórios de baixa densidade;

2. Reforçar o papel das CCDR e das Comunidades Intermunicipais em todo o processo de implementação e operacionalização do PRR. Defendemos, assim, mais uma vez, que a figura de um Pacto Regional, coordenado e liderado pelas CCDR, deverá ser o instrumento que permitirá que todos os nossos territórios deem o seu contributo e participem na execução deste programa. Aliás, esta posição, foi aprovada em sede de Conselho Regional, em reunião realizada no passado dia 4 de novembro, através de uma proposta das oito CIMs da região centro;

3. Reforçámos que a implementação deste Programa de Recuperação e Resiliência, a que se juntará o novo quadro financeiro plurianual, exigirá um esforço de absorção e uma capacidade Institucional nunca antes vista, pelo que não seria compreensível que os municípios e as CIM’s não fossem chamados para o planeamento e execução deste programa, até porque, o passado diz-nos, que são eles os melhores executores de fundos comunitários e sem dúvida aqueles que conseguem uma maior capilaridade nos seus objetivos;

4. Os autarcas da CIM Viseu Dão Lafões demonstram, também, a sua perplexidade, pelo facto de não estarem previstos um conjunto de investimentos que consideram estratégicos, chave e prioritários para a competitividade e desenvolvimento desta região, no domínio da saúde, dos recursos hídricos, da rede viária estruturante e das “missing links”, apenas para citar algumas áreas, que já tinham, atempadamente, sido sinalizados por esta Comunidade intermunicipal;

5. Neste contexto, destaca-se, no domínio da saúde, a não inclusão do Centro Oncológico do Centro Hospitalar Tondela/Viseu, assim como a criação e reforço da rede de Psiquiatria e de Cuidados Continuados;

6. No domínio da gestão da Floresta e da transformação da paisagem, os autarcas desta CIM esperam que sejam dadas condições à região para desenvolver um Plano Estratégico de Recuperação pós incendio, com a dimensão económica, ambiental, patrimonial e turística;

7. Reforça-se, também, que na dimensão da escola digital e da administração pública digital é importante que não se deixe “ficar para trás” nenhum território, abrindo novos horizontes ao desenvolvimento tecnológico desta região;

8. Por fim, damos nota, da preocupação da CIM Viseu Dão Lafões pelo facto de considerarmos que este PRR não dá respostas claras à dimensão da crise económica e da solvabilidade das nossas empresas. Para o relançamento da nossa economia, para a manutenção e para a criação de emprego, exigem-se intervenções que fortaleçam uma nova resiliência, em territórios, como estes, onde as condições de sobrevivência são mais exigentes. Só assim seremos capazes de manter o nosso tecido económico.