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Tag Archives: Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões

“Plano de Recuperação e Resiliência – Recuperar Portugal, Construindo o Futuro”

No âmbito da consulta pública ao documento “Plano de Recuperação e Resiliência – Recuperar Portugal, Construindo o Futuro”, o Conselho Intermunicipal da CIM Viseu Dão Lafões remeteu uma comunicação ao Senhor Ministro do Planeamento, à Senhora Ministra da Coesão, à Senhora Presidente da CCDR do Centro e ao Senhor Presidente da ANMP, com um conjunto de preocupações e propostas sobre a implementação e operacionalização do PRR, estando, esse documento, estruturado em três blocos principais, como seja: Modelo de governação, Participação dos municípios e CIMs e Investimentos estratégicos na NUT III Viseu Dão Lafões.

Assim, importa destacar desta tomada de posição o seguinte:

1. Reforçar que a configuração dos vários instrumentos previstos no PRR não poderá ignorar a visão dos territórios e que, por outro lado, esta oportunidade de garantir mais coesão territorial, terá de ter correspondência na definição de instrumentos de diferenciação positiva, que sejam geradores de emprego qualificado, de novas oportunidades de potenciação de recursos, condição necessária para fixar população mais jovem, que venha a garantir a revitalização destes territórios, corrigindo a corrente de massificação do eixo litoral. Se não for assim, daremos, definitivamente, uma machadada final na coesão territorial e nos territórios de baixa densidade;

2. Reforçar o papel das CCDR e das Comunidades Intermunicipais em todo o processo de implementação e operacionalização do PRR. Defendemos, assim, mais uma vez, que a figura de um Pacto Regional, coordenado e liderado pelas CCDR, deverá ser o instrumento que permitirá que todos os nossos territórios deem o seu contributo e participem na execução deste programa. Aliás, esta posição, foi aprovada em sede de Conselho Regional, em reunião realizada no passado dia 4 de novembro, através de uma proposta das oito CIMs da região centro;

3. Reforçámos que a implementação deste Programa de Recuperação e Resiliência, a que se juntará o novo quadro financeiro plurianual, exigirá um esforço de absorção e uma capacidade Institucional nunca antes vista, pelo que não seria compreensível que os municípios e as CIM’s não fossem chamados para o planeamento e execução deste programa, até porque, o passado diz-nos, que são eles os melhores executores de fundos comunitários e sem dúvida aqueles que conseguem uma maior capilaridade nos seus objetivos;

4. Os autarcas da CIM Viseu Dão Lafões demonstram, também, a sua perplexidade, pelo facto de não estarem previstos um conjunto de investimentos que consideram estratégicos, chave e prioritários para a competitividade e desenvolvimento desta região, no domínio da saúde, dos recursos hídricos, da rede viária estruturante e das “missing links”, apenas para citar algumas áreas, que já tinham, atempadamente, sido sinalizados por esta Comunidade intermunicipal;

5. Neste contexto, destaca-se, no domínio da saúde, a não inclusão do Centro Oncológico do Centro Hospitalar Tondela/Viseu, assim como a criação e reforço da rede de Psiquiatria e de Cuidados Continuados;

6. No domínio da gestão da Floresta e da transformação da paisagem, os autarcas desta CIM esperam que sejam dadas condições à região para desenvolver um Plano Estratégico de Recuperação pós incendio, com a dimensão económica, ambiental, patrimonial e turística;

7. Reforça-se, também, que na dimensão da escola digital e da administração pública digital é importante que não se deixe “ficar para trás” nenhum território, abrindo novos horizontes ao desenvolvimento tecnológico desta região;

8. Por fim, damos nota, da preocupação da CIM Viseu Dão Lafões pelo facto de considerarmos que este PRR não dá respostas claras à dimensão da crise económica e da solvabilidade das nossas empresas. Para o relançamento da nossa economia, para a manutenção e para a criação de emprego, exigem-se intervenções que fortaleçam uma nova resiliência, em territórios, como estes, onde as condições de sobrevivência são mais exigentes. Só assim seremos capazes de manter o nosso tecido económico.

Comunidade Intermunicipal propõe Viseu Dão Lafões Riders Challenge

A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, promove o Viseu Dão Lafões Riders Challenge, uma proposta inovadora, a decorrer entre 17 de outubro e 29 de novembro, onde os participantes são desafiados a percorrer as quatro Subidas Épicas traçadas nas encostas das serras do Caramulo, Arada e Montemuro.

Ao invés dos eventos de ciclismo tradicionais como os Grandfondos, em que cada prova se disputa numa ocasião única, o Viseu Dão Lafões Riders Challenge propõe, aos ciclistas, uma janela de seis semanas para completarem as quatro subidas. Os participantes poderão escolher o(s) dia(s) e o(s) horários(s) em que pretendem cumprir as quatro etapas.

Embora as componentes de superação e de descoberta sejam os condimentos principais de atração deste desafio, os participantes poderão desfrutar da componente competitiva, monitorizando a sua posição no ranking (Challengers Board) através do registo do tempo que demoram a percorrer cada uma das quatro subidas.

A sinalização dos percursos, o registo dos dados, assim como a validação da performance dos atletas é feita através de dispositivos eletrónicos e plataformas digitais especificamente desenvolvidas para este fim.

Atendendo ás restrições que vivemos, este conceito assume-se como uma alternativa, permitindo a captação e o acolhimento no território dos praticantes da modalidade, cuja liberdade de escolha na calendarização da sua vinda, aliada à janela de tempo alargada para o fazerem, possibilitam a sua vinda em segurança, respeitando todas as diretivas e condutas associadas à situação sanitária atual.

Recorde-se que as Subidas Épicas | Viseu Dão Lafões são constituídas pelos circuitos: S. Pedro do Sul – Alto da Coelheira (S. Pedro do Sul); Ponte Pedrinha – Portas de Montemuro (Castro Daire); Campo do Besteiros – Caramulhinho (Tondela); Vouzela – Adsamo (Vouzela).

De acordo com o Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões: “Esta iniciativa, surge enquadrada na estratégia que a CIM Viseu Dão Lafões delineou, de ativação da região enquanto destino de turismo natureza e desportivo, através do desenvolvimento de um produto compósito no domínio do Walking & Cycling que alia percursos pedestres, Ecopistas, Centros de BTT e Trail às Subidas Épicas, atraindo para o território uma dinâmica e animação permanente.”

Acrescentou, ainda, o Secretário Executivo, “Com esta proposta a CIM pretende dinamizar a interação entre praticantes desta modalidade e agentes económicos locais, com especial enfoque nos players ligados ao turismo, nos setores da hotelaria, da restauração e do ativo contribuindo para o reforço do posicionamento de Viseu Dão Lafões como destino turístico.

Este desafio conta com a parceria do Turismo Centro de Portugal, da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) e dos 4 Municípios envolvidos no projeto.

A participação no Viseu Dão Lafões Riders Challenge é aberta a atletas de ambos os sexos, com idade superior a 18 anos. A inscrição é gratuita, mas de caráter obrigatório, poderá ser realizada, a partir das 20h00 de 14 de outubro, em: https://www.bike-roads.com/riders-challenge/viseu-dao-lafoes-riders-challenge

Rota do Megalitismo da Região Viseu Dão Lafões e Sever do Vouga

 A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões realizou a sessão pública de assinatura do contrato no âmbito da candidatura apresentada ao Programa Valorizar MEG Rota do Megalitismo da Região Viseu Dão Lafões e Sever do Vouga. Rota do Megalitismo da Região Viseu Dão Lafões e Sever do Vouga

Esta rota, conta com um total dos vinte e seis dólmens, treze dos quais Monumentos Classificados, seis como monumento nacional e os restantes de interesse público, com início em Viseu permitindo assim estruturar um percurso circular que irá funcionar em articulação com outras rotas já existentes, como é o caso, dos circuitos Pré-Históricos do Concelho de Nelas, situados no interflúvio do Rio Dão, que serpenteiam ao longo das serranias da Estrela e do Caramulo.

Foi também destacado que está prevista a colocação de sinalética informativa e direcional, a edição de um roadbook em quatro idiomas, a edição de um desdobrável; um filme documentário e um teaser, a produção de infopoints a colocar nas sedes de concelho por onde a rota passa; a criação de um pequeno Centro Interpretativo sobre a Rota na Escola de Carvalhal de Vermilhas, em plena Serra do Caramulo; a criação de uma APP de realidade aumentada e uma plataforma web (site).

No Município de Nelas o Património Megalítico surge como um forte impulsionador de promoção territorial e potencializador do turismo, havendo uma necessidade diária, de continuar a apostar na inovação, na qualidade e divulgação.

Fotos:Mun.Nelas

Municípios das Beiras e Serra da Estrela unidos para promover a região

Marca “Serra da Estrela” apresentada

“Unir-se é o começo, continuar juntos é um progresso, e trabalhar juntos é um sucesso”. A frase do fundador da Ford Motor Company, Henry Ford, ilustra na perfeição o que acaba de nascer para a valorização do território das Beiras e Serra da Estrela. Os municípios que compõem a Comunidade Intermunicipal mostram a importância de pensar uma região em uníssono, aproveitando o seu enorme potencial.

A apresentação da estratégia de promoção turística e da marca “Serra da Estrela – Um destino em estado puro” decorreu no dia 3 de março, no Salão Nobre da Pousada de Lisboa, na capital portuguesa, numa sessão solene que contou com a presença de quase uma centena de pessoas, e as intervenções do Presidente da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, Luís Tadeu, o Presidente da Entidade Regional de Turismo Centro de Portugal, Pedro Machado, a Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques e a Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, na sessão de abertura.

O Presidente da CIM BSE, Luís Tadeu, define a estratégia e a marca como “algo inovador, que demonstra a dinâmica e a vontade de um território em marcar a sua posição enquanto destino turístico.” Salienta a proximidade geográfica da região a Lisboa e Madrid, bem como, os atrativos naturais (Percursos Pedestres e a Serra da Estrela Geopark UNESCO), culturais (património judaico e arte urbana) e gastronómicos (queijo, azeite e vinho). Destaque, ainda, para a capacidade que os 15 municípios da região das Beiras e Serra da Estrela demonstraram em criar roteiros e circuitos turísticos intermunicipais, de duração diferenciada (1, 2 e 3 dias) e que permitem criar condições e motivos de interesse para o visitante permanecer mais tempo no território.

Já, o Presidente do Turismo Centro, Pedro Machado, refere a importância das redes de cooperação entre a CIM BSE, o Turismo Centro de Portugal, o Turismo de Portugal e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional Centro. Bem como, o aumento das dormidas (mais de 40 % entre 2014 e 2018) e das receitas diretas do turismo, quase 70 por cento no mesmo período.

A Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, lembra que “a parte mais difícil está feita porque, de facto, os ativos existem, por isso, é uma questão de trabalhar a marca sempre nesta lógica de coesão territorial.” Por forma a “colocar a marca no radar turístico.” Além da importância de encontrar novas soluções, num contexto de crescimento do turismo e da necessidade de combater o “overtourism”. A estratégia de promoção da marca “Serra da Estrela – Um destino em estado puro” contribui fortemente para a sustentabilidade.

A Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, afirma que a Região do Centro está à na dianteira no que respeita à “importância do turismo, da estruturação do produto e da criação do destino”, sendo um “exemplo para todo o País”, na medida em que as Comunidades Intermunicipais são gestoras de fundos europeus na área do turismo. “Isto coloca as Comunidades Intermunicipais da região Centro num escalão de experiência mais adiante.”

A sessão culminou com apresentação da plataforma de promoção turística – visiteserradaestrela.com – através da qual qualquer visitante pode conhecer a oferta turística da região, por meio da visualização de vídeos 360º, que permitem ao utilizador ver toda a beleza da região, bem como, por meio da visualização de roteiros de 1, 2 e 3 dias. Esta plataforma destaca-se, ainda, pela possibilidade de ser o próprio turista a planear a sua visita, com base nas suas preferências, interesses e disponibilidade.

Uma navegação aventureira, mas orientada pelas terras das Beiras e Serra da Estrela é o que, a partir de agora, se propõe aos turistas que visitem a região.

Esta ação enquadra-se na estratégia que a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serras da Estrela tem vindo a desenvolver em estreita articulação com a Entidade Regional do Turismo Centro de Portugal e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro no âmbito do Projeto “Produtos Turísticos Integrados de Base Intermunicipal”, cofinanciado pelo Portugal 2020, Centro 2020 e União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

O objetivo principal do Projeto passa por contribuir para o aumento da notoriedade e competitividade da Região Centro enquanto destino turístico tanto a nível nacional como internacional através da criação de condições contextuais e operativas para a melhoria da oferta turística da nossa sub-região Beiras e Serra da Estrela.

Nelas acolhe Exposição Itinerante “O Futuro é Amanhã!”

Foi inaugurada no  dia 20 de novembro 2019, na Biblioteca Municipal António Lobo Antunes, a Exposição Itinerante “O Futuro é Amanhã!” da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, que traz a Nelas um tema muito atual e pertinente, em que todos temos uma responsabilidade acrescida e que passa pela adoção de hábitos e comportamentos sustentáveis que melhorem o ambiente e o futuro da região Viseu Dão Lafões, sensibilizando para a problemática das alterações climáticas e seus impactos negativos.
A inauguração contou com a presença do Presidente da Câmara, José Borges da Silva, do Secretário Geral da CIM, Nuno Martinho, dos Diretores dos dois Agrupamentos de Escolas e de dois técnicos do Exploratório Centro Ciência Viva de Coimbra, um dos quais em permanência na exposição e que explica e interage com os visitantes, com a colocação de questões e desafios que levam à reflexão de que o contributo de cada um de nós é importante para atenuar os efeitos e impactos negativos.
Estiveram presentes também, cerca de 40 alunos dos Agrupamentos de Escolas do Concelho (8ºA de Canas de Senhorim e 5ºC de Nelas), que na companhia do ATMOS, mascote do Projeto “O Futuro é Amanhã”, participaram ativamente em todos os desafios lançados, imprimindo uma dinâmica muito positiva à exposição, que será visitada por todas as turmas do 5º ao 8º ano do Agrupamento de Nelas e pelo Jardim de Infância de Vale de Madeiros e duas turmas do 1º ciclo de Canas de Senhorim (3ºF e 4ºG).
Patente até dia 26 de novembro 2019, a exposição está aberta a toda a comunidade, de segunda a sexta, das 09h00 às 18h00, sábado e domingo, das 14h30 às 18h00.

Foto:Mun.Nelas