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Manifesto autárquico “Reaproximar” pela Concelhia da Guarda da JS

A Concelhia da Guarda da Juventude Socialista apresentou recentemente ,na sede deliberativa da Junta de Freguesia da Guarda, Avª da Igreja, na Guarda-gare, o manifesto autárquico “Reaproximar”.

O manifesto teve como ponto de partida o roteiro “Reaproximar”, roteiro que foi motivado pela vontade da estrutura concelhia de reaproximar a Juventude Socialista da população, dos jovens e dos próprios militantes. As reuniões, o diálogo e a troca de ideias transformaram-se num manifesto com 61 propostas divididas por 9 áreas de atuação: Educação; Cultura; Juventude; Desporto e Saúde; Empreendedorismo, Emprego e Comércio Local; Políticas Sociais; Ambiente e Sustentabilidade; Mobilidade e Transportes; Igualdade de Oportunidades.

Estiveram presentes na apresentação, que também foi transmitida no Facebook da estrutura, Luís Couto, candidato pelo Partido Socialista à Câmara Municipal da Guarda, Fábio Pinto, candidato pelo Partido Socialista à Junta de Freguesia da Guarda, vários membros do secretariado concelhio do Partido Socialista e militantes da Juventude Socialista de vários concelhos do Distrito.

Aquando da sua intervenção, João Vaz, Vice-Presidente da Concelhia da Guarda da Juventude Socialista, criticou a governação do atual executivo, destacando o desinteresse e descuido deste em relação à juventude. Jorge Rafael Abreu, Presidente da Federação Distrital da Juventude Socialista da Guarda, apelidou Carlos Chaves Monteiro e Sérgio Costa de “gémeos falsos” e acusou-os de enganarem a Guarda, indica ainda, a candidatura do Partido Socialista como uma alternativa que “não vira as costas às pessoas”. Diogo Proença, Coordenador do Manifesto “Reaproximar”, apresentou algumas das principais propostas do Manifesto e refere que este não destaca apenas os problemas, mas também apresenta algumas das possíveis soluções, afirmando a mais-valia da aplicação destas propostas. Por fim, Luís Couto, candidato pelo Partido Socialista à Câmara Municipal da Guarda, afirmou a juventude como uma prioridade e destacou o desejo de envolver os jovens na sua candidatura e na sua futura governação.

Concelhia do PS da Guarda envia carta aberta aos guardenses

Nesta fase da quadra pascal e face à situação atual da Covid-19, a Comissão Política da Concelhia do PS da Guarda , liderada por António Monteirinho enviou uma carta aberta aos guardenses que que refere o seguinte:

“A nossa Cidade, o País e o Mundo vivem momentos verdadeiramente difíceis, na sequência da
propagação mundial da COVID-19.
O Partido Socialista da Guarda tem vindo a acompanhar, com particular preocupação, a
evolução desta pandemia, procurando compreender, com lucidez, o impacto real desta doença
e as suas consequências diretas, ao nível social e ao nível económico.
É certo que sentimos, em cada dia, os efeitos de um afastamento social a que não estávamos
habituados, mas também é verdade que aprendemos a reinventar-nos, adaptando as nossas
vidas, os nossos hábitos e, até, as nossas tradições culturais, às contingências de um momento
da nossa história que nunca imaginámos poder vir a experimentar.
Entendemos, por isso, que este é o tempo de procurar semear esperança, de encorajar e de
colaborar, ativamente, com todos os agentes políticos e administrativos com responsabilidade
na vida dos cidadãos da nossa cidade e do nosso concelho.
Os Guardenses sabem que podem contar, sempre, com o trabalho, com a dedicação e com o
empenho do Partido Socialista. E, sabem, também, que não temos necessidade de entrar na
euforia da apresentação de propostas e de medidas avulsas para fazermos, com seriedade, o
trabalho que tem de ser feito, em prol da melhoria das condições de vida dos nossos
concidadãos, de modo particular, nestes tempos conturbados, que exigem dos políticos e dos
partidos contenção e responsabilidade.
Entendemos que este não é o tempo para esgrimir argumentos políticos, nem para vincar
posições ideológicas. Este é o tempo de concentrar todos os esforços em torno da verdadeira
razão da nossa luta: as pessoas.
Enaltecemos a atuação corajosa, mas responsável e equilibrada, do Governo do Partido
Socialista na gestão desta crise provocada pela pandemia, que tem merecido referências e
elogios a nível internacional, bem como todo o conjunto das medidas de apoio aos cidadãos, às
Concelhia da Guarda
famílias, às empresas e às instituições do setor social e solidário que, prontamente, foram
implementadas.
Manifestamos, também, a nossa solidariedade política e institucional para com a Câmara
Municipal da Guarda e para com todas as Juntas de Freguesia do nosso concelho, esperando
que consigam, com os seus planos de atuação e com as medidas apresentadas, os maiores
êxitos, para bem de todos os cidadãos da Guarda.
Nos órgãos autárquicos próprios, e a seu tempo, apresentaremos as nossas ideias e as nossas
propostas, procurando contribuir, positivamente, para ajudar os Guardenses a ultrapassar esta
crise, adotando, sempre, uma postura de responsabilidade, pautada pelos princípios essenciais
da colaboração, da convergência e da cooperação.
Definitivamente, este não é o tempo para alimentar guerrilhas estéreis, nem para fomentar
querelas que nos desviem daquilo que é realmente importante.
No entanto, não deixaremos de demostrar, ainda assim, com clareza, as nossas convicções,
porque a Democracia não está suspensa e os cidadãos da Guarda exigem de nós que
continuemos a desempenhar, com lealdade, o papel para o qual nos elegeram.
Uma palavra de agradecimento e de estímulo a todos os profissionais de saúde do nosso
concelho, aos bombeiros, aos elementos das forças de segurança, aos voluntários, aos órgãos
de comunicação social do concelho, aos colaboradores do Município da Guarda, incansáveis na
dedicação e criativos na resposta que o momento exige, e a todos aqueles que integram um
vasto conjunto de serviços essenciais para a vida de todos nós, cidadãos.
Queremos demonstrar, ainda, o nosso reconhecimento às instituições do setor social e solidário,
pelo importante papel que desempenham na proteção daqueles que são mais vulneráveis, de
modo particular os nossos idosos, que mais têm padecido com esta doença.
Por fim, uma palavra de encorajamento a todos os nossos comerciantes e empresários.
Aos que mantêm o comércio local e asseguram cadeias de distribuição e fornecimento de bens
essenciais.
O comércio e as empresas são os verdadeiros motores da economia da nossa cidade e do nosso
concelho. Que na dureza e na imprevisibilidade desta crise, os nossos comerciantes e os nossos
empresários consigam encontrar, com a criatividade e a audácia que os caracterizam, novas
janelas de oportunidade de negócio e que possam contribuir, ainda mais ativamente, para o
fortalecimento do tecido económico da Guarda, quando tudo isto passar.
Concelhia da Guarda
A Guarda sabe que pode contar com o Partido Socialista e o Partido Socialista sabe que pode
confiar nessa capacidade de resiliência que, desde tempos imemoráveis, sempre caraterizou os
Guardenses”.

Agostinho Gonçalves demitiu-se da Concelhia do PS/Guarda

Recebemos um comunicado por parte Agostinho Gonçalves da concelhia do PS da Guarda , ao qual apresenta a sua demissão mostrando alguma insatisfação como refere:
 “Apresento hoje a minha demissão do cargo de Presidente da Concelhia da Guarda. Não o faço de ânimo leve ou movido por qualquer sentimento de retaliação.Tomo esta decisão, isso sim, com mágoa.  Não é admissível que uma estrutura local – seja ela qual for (neste caso a Concelhia da Guarda) – possa ser vetada a um total degredo e aberrante desprezo institucional.

Atitude apenas compreensível, se secundada por uma estratégia de “limpeza étnica” (em termos políticos, leia-se), numa clara purga e perseguição de determinados militantes.

 Assim, se um partido recusa o diálogo, o planeamento político e a definição de uma estratégia com as estruturas eleitas, estas de nada servem.

  Nesta senda, prefere o Partido Socialista dialogar com “estruturas sombra” (não eleitas), corporizadas por um conjunto de distintas e anónimas individualidades.

 A cúpula, ao estilo “União Nacional”, de um estalinismo primário, que deveria envergonha qualquer socialista (qualquer democrata), ostraciza as estruturas locais, na hipótese de os seus dirigentes não serem do agrado dos “senhores e senhoras” que mandam (na verdade) eternamente no partido em termos locais.Chega a ser caricato que o Partido Socialista, um partido plural, assuma internamente a defesa do “partido único”.Se assim é, que assim seja.No entanto, assiste-me a liberdade de afirmar: não farei parte deste formato político-partidário.

  Acredito numa outra forma: a democrática, a institucional, a da meritocracia, a altruísta e abnegada.

 Lamento que se tenha chegado ao ponto de um Presidente de Concelhia não conseguir, sequer, obter qualquer resposta às várias mensagens de correio electrónico enviadas às estruturas nacionais do partido.

  Aproveito, ainda, esta oportunidade para reiterar – agora publicamente – toda a minha solidariedade com os Deputados do Partido Socialista da Assembleia de Freguesia de Gonçalo que renunciaram às suas funções, atentos os motivos invocados.Neste particular, um cumprimento especial à Camarada Anabela Pereira, pelo trabalho que desenvolveu na Freguesia de Gonçalo e pela sua coragem.Estarei sempre disponível para trabalhar no interesse do meu partido, mas nunca desta forma.

 Criou-se o estigma dos “cristãos novos”.Distinguiu-se uma elite.Dividiu-se entre novos e velhos, entre ilustres e desconhecidos.Um partido que divide, nunca conseguirá unir.Tenho orgulho no trabalho que desenvolvemos.Não posso, por isso, deixar de agradecer a toda a equipa que me acompanhou, prestando-lhe a devida homenagem pelo trabalho realizado, pelo entusiasmo, pela lealdade e toda a ajuda que sempre me dispensaram.Foram (e serão) os “amigos certos na hora incerta”.

 No final deixou um agradecimento a todos os eleitos do Partido Socialista – Vereadores, Deputados Municipais, Presidentes de Junta e Deputados das Assembleias de Freguesia –, pelo trabalho que têm vindo a realizar, em representação do Partido.Da minha parte, estarei, como sempre estive, disponível para a minha cidade.